Por Luciano J. A. Urpia
Em 21 de janeiro de 1794, quatorze sacerdotes católicos, a maioria idosos, doentes ou com dificuldades de locomoção, foram guilhotinados na cidade de Laval (França) durante o Reinado do Terror da Revolução Francesa. A execução ocorreu porque eles se recusaram sistematicamente a prestar os juramentos de fidelidade à República exigidos pela lei, sendo acusados de conspiração secreta e de alimentar a "guerra na Vendéia". Dentre os 14 sacerdotes, estava o padre Jean-Marie Gallot, membro ativo da Loja Maçônica "L'Union" em Laval.
O processo que levou à beatificação desses padres começou no século XIX, com a exumação de seus corpos em 9 de agosto de 1816 e uma investigação canônica ordenada em 15 de abril de 1839 para apurar as circunstâncias das mortes. Finalmente, em 19 de junho de 1955, o Papa Pio XII beatificou oficialmente os catorze sacerdotes, juntamente com um padre e quatro freiras também executados em 1794.
Os 14 Mártires de Laval:
Jean-Baptiste Turpin du Cormier, 64 anos.
Jacques André, 50 anos.
André Duliou, 66 anos.
Louis Gastineau, 66 anos.
François Migoret-Lamberdières , 65 anos.
Julien Moulé, 77 anos.
Auguste-Emmanuel Philippot, 77 anos.
Pierre Thomas , 75 anos.
Jean-Marie Gallot, subcantor da Santíssima Trindade e capelão das freiras beneditinas , 46 anos.
Joseph Pellé, 74 anos.
Jean-Baptiste Triquerie, 57 anos.
René-Louis Ambroise, 74 anos.
Julien-François Morin de La Girardière , 61 anos.
Francis Duschesne , 58 anos.
Fonte: Facebook_Instituto Maçônico
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