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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

MINUTO MAÇÔNICO

MINUTO MAÇÔNICO

CÓDIGO MAÇÔNICO 1 A 5 DE 10 

1º - Deus é a Sabedoria eterna, onipotente e imutável; suprema inteligência e inextinguível amor. Deves adorá-lo, reverenciar e amar; praticando as virtudes, muito O honrarás. 

2º - Tua religião consiste em fazer o bem, por ser um prazer para ti e não unicamente um dever. Constitui-te em amigo do homem sábio e obedece aos seus preceitos. Tua alma é imortal; nada farás que a desagrade. 

3º - Combaterás, incessantemente, o vício. Não farás a outrem o que não quiseres que te façam. Deverás ser submisso à Fortuna e conservar vivo o fogo da Sabedoria. 

4º - Honrarás a teus pais. Respeitarás e tributarás homenagens aos anciãos. Instruirás os jovens. 

5º - Sustentarás tua mulher e filhos. Amarás tua Pátria e obedecerás 
às suas leis.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

ILUMINISMO

ILUMINISMO
Ir∴ Ambrósio Peters 

O Iluminismo não é uma corrente filosófica, é um sistema de pensamento conduzido pela razão, o maior avanço cultural que liberou o homem para as grandes aventuras do conhecimento. Com ele, o homem tomou-se apto a escolher o ponto de partida dos seus pensamentos, dentro dos limites de sua própria liberdade intelectual.

As grandes aventuras materiais, tais como a de Moisés, conduzindo seus hebreus durante quarenta anos através do deserto, como as conquistas militares de Alexandre, o Grande, como as grandes viagens internacionais de Marco Polo, como as grandes batalhas de Napoleão, como a teoria gravitacional de Sir Isaac Newton e tantas outras de que está plena a História, são sobejamente conhecidas de todos os estudantes, porque elas transmitem sensações de poder e sonhos de vitórias. Mas poucos são os que conhecem os reflexos das aventuras dos grandes heróis e dos avanços culturais da humanidade.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

SE DIRIGINDO À LOJA NO USO DA PALAVRA - MODO PROTOCOLAR

Em 10/08/2018 o Respeitável Irmão Emilson Alano de Carvalho, Loja Energia e Luz, 3.130, REAA, GOB-SC, Oriente de Tubarão, Estado de Santa Catarina, solicita esclarecimentos para o que segue:

SE DIRIGINDO À LOJA NO USO DA PALAVRA

Estou com uma missão de minha Loja, que trabalha no REAA (GOB), para apresentar estudo sobre a forma correta de cumprimentar/saudar as autoridades e demais presentes no momento do uso da palavra a bem da ordem ou do quadro em particular, ou na palavra relativo ao ato.

Li sua argumentação e resposta (2017) no blog em que você escreve:

(...) estando à Ordem, assim procede mencionando protocolarmente por primeiro: “Luzes da Loja, demais Dignidades, Autoridades (sem descrevê-las uma a uma), meus Irmãos”.

Pergunto. Se houver a presença do GMG ou GME como deve ser nominado... VM, 1º e 2º Vigilantes, ou GM∴ GME, VM, 1º e 2º Vigilantes? Isso é aplicado independente de rito?

Agradeço tua contribuição e esclarecimento.

CONSIDERAÇÕES:

REAA E OS DIÁCONOS

REAA E OS DIÁCONOS
(republicação)

O Respeitável Irmão Paulo Assis Valduga, Loja Luz Invisível, 219, REAA, COMAB, GORGS, Oriente de São Borja, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a seguinte questão (paulovalduga@gmail.com) 

Partindo de vossa explanação sobre o 2° Diácono (JB News 1134), gostaria de fazer, para obter luzes, de algumas explicações: 

1. Tenho dois rituais do REAA que dizem ser o original de 1.804, contudo são diferentes, um traz a participação dos Diáconos, tanto no diálogo com o Venerável Mestre bem como a transmissão da palavra; outro não traz absolutamente nada deste comportamento. Qual o original? Qual o verdadeiro?

2. Nas Gran Logias da Argentina e no Paraguai também não é encontrado esta participação dos Diáconos nos Trabalhos, assim que se parecem muito com um dos rituais de 1804.

3. No ritual do GORGS de 1893 (sua inauguração) também não havia a participação dos diáconos e quando o Grão-Mestre Milton Barbosa da Silva adotou (não me recordo o ano) este ritual, também não havia a participação dos Diáconos nas sessões econômicas. Recordo-me quando me filiei ao GORGS, vindo do GOB-RS (na época GOESUL) em 1996 deparei-me com este ritual que era completamente diferente daquele que conhecia e me reportei para o saudoso Irmão José Castellani que "metralhou" sem piedade tanto o Milton como o ritual em questão. De forma que: se em determinado momento da formação do REAA não existia a participação dos Diáconos na ritualística dos Trabalhos, quando é que eles foram incorporados, ou, se já existia, por que duas Gran Logias (pelo menos são as que eu conheço...) não o adotam? 

CONSIDERAÇÕES:

PELOS OLHOS DOS MEUS IRMÃOS

PELOS OLHOS DOS MEUS IRMÃOS

Os três rapazes olhavam alternadamente, de soslaio, uns para os outros, depois para os próprios sapatos, para os dedos das mãos, era as paredes do quarto, sem saber o que dizer mais. Todos estudantes, partilhavam um apartamento próximo da faculdade que frequentavam - os três, e mais o Sandro. Este último não estava presente - e era dele que se falava, sem se chegar a nenhuma conclusão pois, se todos sabiam o que quereriam dizer-lhe, não faziam ideia de como dizê-lo.

O Sandro, sempre despistado, parecia viver noutro mundo, sempre ruminando um cigarro de enrolar - quantas vezes apagado. Desleixado consigo mesmo, fazia a barba de quando em quando, para logo a deixar crescer - não por ato de vontade, mas por inércia ou desleixo. Mas o pior era o cheiro: quer ele quer o seu quarto empestavam todo o apartamento com um misto de suor e tabaco frios com roupa de cama usada semanas a fio, tudo agravado pela absoluta ausência de desodorizante.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PROCEDIMENTOS NA CADEIA DE UNIÃO

Em 10.08.2018 o Respeitável Irmão Marcos de Almeida, Loja Guardiões do Roncador, 3.179, REAA, GOB-MT, Oriente de Barra do Garças, Estado do Mato Grosso, apresenta a questão seguinte:

PROCEDIMENTOS NA CADEIA DE UNIÃO

Assisti, participei de uma Cadeia de União para transmissão da Palavra Semestral, assim pergunto ao Irmão: após correr de ouvido a ouvido a palavra, e chegando ao Mestre de Cerimonias, ele desfaz a corrente, saindo ao seu redor e chegando por trás e pelas costas do Venerável Mestre e dá-lhe em seus ouvidos direito e esquerdo a palavra recebida? É correto ele sair da corrente de união ou passar arrastando (de mãos dadas) com os Irmãos pelo centro e chegar de frente para o Venerável Mestre e transmitir a palavra? Fiz um breve comentário sobre o assunto e obtive a resposta de que aprenderam assim. Não sei se expressei corretamente sobre este procedimento. Obrigado! 

CONSIDERAÇÕES:

CÂMARA DO MEIO

CÂMARA DO MEIO
(republicação)

O Respeitável Irmão Joaquim Iran de Souza Nunes, Mestre Instalado da Loja Bento Gonçalves, 2.450, GOB-RS, Oriente de Santiago, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a questão seguinte: jsouza@santiagonet.com.br 

Venho mais uma vez, solicitar os conhecimentos maçônicos do Irmão para a seguinte questão: 

1) Pesquisei sobre a CÂMARA DO MEIO (Grau 3). Há pouca literatura com referencia a isso, a não ser a decoração do templo. Continuando a pesquisa verifiquei que a sessão, parece-me, é executada a partir da balaustrada, sendo que todos os Irmãos com exceção do Venerável Mestre permanecem em pé. Lendo o Ritual do Grau de Mestre do REAA, nota-se que o mesmo não serve para a sessão referida. Gostaria que o Irmão enviasse para o meu e-mail os devidos esclarecimentos.

2) Aguardo com ansiedade o recebimento diário do JBnews Informativo, para acompanhar os esclarecimentos do Irmão para as dúvidas que são enviadas, as quais me tendo sido de grande respaldo para conversar com meus Irmãos Aprendizes e Companheiros e as vezes também com os Mestres.

CONSIDERAÇÕES:

A INICIAÇÃO MAÇÔNICA

A INICIAÇÃO MAÇÔNICA
Ir∴ Edison Luiz Outeiro - A∴M∴
A∴R∴L∴S∴ União Catarinense nº 6
Oriente de Florianópolis - SC

Introdução:

Dentre todo o Ritual de Iniciação no Grau de Aprendiz, queremos neste trabalho, destacar alguns que julgamos mais relevantes, sem, contudo, ter a pretensão de levar a termo o assunto, pois é de tal porte a magnitude do tema, que muitos irmãos tem a contribuir em novas peças de arquitetura. Poderíamos discorrer sobre outros Símbolos da Iniciação, mas cremos que em momento oportuno teremos mais discernimento para falar. Mister que se compreenda o descrito nesta peça.

1. A Preparação do Candidato.

domingo, 4 de novembro de 2018

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Por Géplu


Philippe, do GLRB em Bruxelas, nos enviou estas fotos:

Prezado Géplu:

Aqui é um momento que eu penso em enviar fotos da minha loja na África do Sul, onde eu vou regularmente e de onde eu venho. Foi consagrada em 1906 e pertence ao Distrito Norte da Grande Loja da África do Sul, que por sua vez faz parte do UGLE. Aqui está um link que lhe dará mais informações sobre sua história: lodge_PremierDiamond

Cullinan é uma pequena cidade ao norte de Pretória; é mais conhecido por sua gigantesca mina de diamantes, daí o nome da loja. O grande diamante da coroa da rainha da Inglaterra vem de outras partes desta mina.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações. Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)









Fonte: Hiram.be

CORTEJO DE ENTRADA NA LOJA

Em 09/08/2018 o Respeitável Irmão que se identifica apenas pelo nome de Francisco, Loja Serra do Roncador, 2.240, REAA, GOB-MT, Oriente de Nova Xavantina, Oriente do Mato Grosso, solicita esclarecimentos para o que segue:

CORTEJO DE ENTRADA NA LOJA

Entramos em uma discussão em minha oficina sobre a forma correta de organizar o cortejo de entrada no templo, para o início da sessão. Nosso Venerável orientou que, segundo seu aprendizado, o cortejo correto seria chamado pelo Mestre de Cerimônias, em uma Loja de Aprendiz, por exemplo, o seguinte: Aprendizes, Companheiros, Mestres sem cargos, Mestres com cargos, Secretário, Orador, 2º Vigilante, 1º Vigilante e Venerável Mestre. Ficamos na dúvida, pois essa distinção dos cargos soou um pouco estranha, bem como há ainda as figuras dos mestres instalados e (e quando esses estão fazendo cargos) e autoridades como deputados, delegados de área, Grãos-Mestres, e etc. Enfim, ficaríamos muito gratos se o irmão pudesse os elucidar essa questão.

CONSIDERAÇÕES:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULAS MAÇÔNICAS Nº 21 - LANDMARKS
nº 21 - Landmarks

Isto é um assunto sobre o qual se pode escrever páginas e mais páginas. Isso só para definir o que é um “Landmark”.

Mais uma vez vou recorrer ao “Compendium” do ilustríssimo Ir∴ Bernard Jones.

Landmarks podem ser definidos como “aquelas coisas que, sem a aceitação pela Maçonaria, a mesma deixa de ser a Maçonaria”.

Nos antigos tempos, citados na Bíblia, terras planas sem marcações evidentes, marcas (landmarks) de contornos e limites eram de grande importância, e grandes esforços eram feitos devido a necessidade de respeitá-los. O Deuteronômio XXVII, 17 menciona:

“...maldito aquele que remover as marcas (landmarks) de seu vizinho”

Provérbios XXII, 28 temos:

“Não remover as antigas marcas (landmarks) que foram fixadas por seus pais.”

Portanto, é dessa idéia bíblica de algo que não deve ser removido, que o antigo conceito Maçônico foi erigido. Melhor do que a idéia de uma elevada quantidade de “marcas”, fixadas, das quais condutas devam ser tomadas e seguidas.

O termo “landmarks” é encontrado em todos os Graus Simbólicos, nos quais sempre é mencionado a necessidade imperativa de obedecê-los.

Mesmo a Grande Loja Unida da Inglaterra, enquanto possuir o poder de ditar certas leis e regulamentos, deve estar sempre atenta para que os Antigos Landmarks sejam preservados.

Definições específicas podem ser dadas:

Princípios que tem existido desde tempos imemoriais, em leis escritas ou não, os quais são identificados como a essência e forma da Ordem; os quais a grande maioria dos membros concorda, que não podem ser mudados e os quais cada Maçom é compelido manter intactos, sob as mais solenes e invioláveis penalidades.

Um limite fixado para checar qualquer inovação.

Uma parte fundamental da Maçonaria que não pode ser mudada sem destruir a identidade da Maçonaria.

Usos e costumes já aceitos por longo tempo, NÃO são necessariamente Landmarks. Observando isso, muitas listas feitas por diversos autores Maçônicos, como exemplo Albert Gallatin Mackey, seriam reduzidas nos seus itens.

Sobre isso deve ser lido a Obra do nosso querido Ir.'. José Castellani - “Consultório Maçônico” - onde é feito um “pente fino” sobre os 25 itens do Mackey, e de outros, e fica claro que, pelas definições obtidas, nem tudo que está lá é Landmarck.

É uma pena que pessoas capazes como nosso Ir∴ Castellani, tenha que primeiro morrer para depois ser reconhecido. A inveja e o egoísmo não tem limites (nem landmarks).

Finalizando, um escritor americano disse que “Landmarck é algo que, sem o qual, a Maçonaria não pode existir, e determina os limites até onde a Grande Loja Unida da Inglaterra pode ir. Alguma coisa na Maçonaria que a GLUI tem o direito de mudar, NÃO é um Landmark."

O teste é: poderia a Maçonaria permanecer essencialmente a mesma se algum particular princípio for removido?

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

A HORA DA VERDADE

A HORA DA VERDADE
(selecionar para não errar)

O fato aqui narrado ocorre todos os dias no mundo maçônico, talvez nesse exato momento esteja ocorrendo em algum lugar do nosso Amado Brasil. 

Outro dia nos perguntaram, o que eu preciso fazer para entrar na maçonaria? 

Então lhe devolvemos a pergunta, porque você quer entrar na maçonaria? 

O nosso interlocutor gaguejou, se coçou, buscando as palavras que talvez proporcionasse-lhe esconder as verdadeiras razões, e nos respondeu:

- É que eu acho muito bonito ser maçom, acho interessante.

Continuamos então a perguntar. Porque?

sábado, 3 de novembro de 2018

AUSENTES E APROVAÇÃO DA ATA

AUSENTES E APROVAÇÃO DA ATA
(republicação)

O Respeitável Irmão Juarez Paulo Araldi, Loja Luz do Planalto, 65, REAA, GLMRS, Oriente de Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a seguinte questão: (jaraldi@gmail.com) 

Na edição nº 1.136 do JB News, o Irmão Moisés Fróes questiona sobre da votação da ata, consultando a respeito do procedimento os Irmãos que não estiveram presentes aquela sessão.

Em nossa Loja temos, por tradição, os Irmãos que não estiveram presentes a sessão aguardam por alguns instantes o posicionamento dos demais Irmãos. Caso todos votem favoravelmente, estes também assim o fazem. Isto ocorre pela confiança que os Irmãos têm uns nos outros: se todos os que estiveram presentes afirmam que a ata resume fielmente oque ocorreu na sessão anterior, os Irmãos ausentes também a aprovam. Obviamente, que estes não se manifestam, caso haja discussão a respeito da mesma. Esta atitude contraria os nossos regulamentos?

CONSIDERAÇÕES:

HUMOR


O HOMEM, O MAÇOM E A MAÇONARIA

O HOMEM, O MAÇOM E A MAÇONARIA
Hércule Spoladore
Loja de Pesquisas Maçônicas Brasil- Londrina-Pr

O Homem é um ser complexo, estranho e imperfeito. Às vezes se julga senhor do mundo e às vezes em depressão, ou quando algo em sua vida não está bem se sente muito pequeno inútil e destruído. Em seus momentos de fantasia, aspira ser Deus, sendo que jamais poderá vir a sê-lo.

Quer ser imortal, pois não admite a morte, mas nunca se lembra que se perpetua através de seus genes em seus descendentes.

É um ser gregário, aliás, condição vital para sobreviver. Desde os tempos das cavernas ele aprendeu a viver em grupo. É curioso. Pergunta muito, muito embora não tenha respostas para causas maiores de sua existência. Isto lhe traz um conflito existencial muito grande. Quer conhecer a todo custo o que se passou com as civilizações anteriores e quer entrar em contato com seres inteligentes do Universo.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

QUEM CORRIGE

QUEM CORRIGE
(republicação)

O Respeitável Irmão Álvaro Cesar R. S. Lima, membro da Loja Filho do Sol, 470, REAA, GLESP, Oriente de Jundiaí, Estado de São Paulo. 
(lima.alvaro@terra.com.br) 

Tenho como cargo em Loja a posição de Segundo Diácono. Em nossa ultima reunião aconteceu um fato que já havia acontecido e por algum motivo tinha me passado despercebido. Como Segundo Diácono eu sei que esta não é minha responsabilidade, mas sei também que manter ordem e disciplina nas Colunas sim, esta é uma de minhas atribuições e é por esta razão que eu não gostei do ocorrido.

Vamos lá. Durante uma circulação em Loja um de nossos Irmãos cometeu um deslize, ate por falta de experiência. Nesta mesma hora vários Irmãos, eu contei mais de 12, resolveram corrigir o nosso Irmão, sinceramente não acho isto certo, pois é de certa forma muito constrangedor, tanto para quem erra quanto para a Loja de modo geral.

Bom, vamos lá. Em um caso como este, quem dentro da Loja teria a responsabilidade ou a obrigação de fazer esta correção para que a ritualística não seja prejudicada. Em meu entendimento seria do Orador, porém não tenho esta certeza.

Entendo que se um Aprendiz precisa de ajuda cabe ao primeiro Vigilante e o mesmo se aplica aos Companheiros a ajuda deve ser do segundo Vigilante. Porém no caso em questão como deveríamos proceder?

Gostaria de ter esta certeza para poder passar isto em Loja e acabar com as conversas em paralelo. Se é que você me entende.

Outra coisa, não importa se é Aprendiz ou Companheiro ou Mestre, ou seja, lá a condição que o Irmão tiver. Quem deveria ter esta obrigação.

CONSIDERAÇÕES:

OS CINCO ESTÁGIOS DE UM MAÇOM

OS CINCO ESTÁGIOS DE UM MAÇOM
(republicação)

O primeiro estágio é aquele em que um maçom precisa usar distintivos, porque quase ninguém na maçonaria sabe o nome dele.

No segundo estágio, o maçom começa a ficar conhecido dentro da loja e seu sobrenome passa a ser o nome dela. Por exemplo, João da Saint Germain Guarapuava.

No terceiro estágio, o maçom passa a ser conhecido fora da maçonaria e o nome da instituição se transforma em sobrenome. João da maçonaria.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: João, Venerável Mestre da Saint Germain de Guarapuava.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o João passam a se referir a ele como "o meu irmão João, Venerável Mestre da Saint Germain de Guarapuava".

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

SIGNIFICADO DA CIRCULAÇÃO RITUALÍSTICA

Em 07/08/2018 o Respeitável Irmão Samuel de Sousa Moreira, Loja Claudio das Neves, 1939, REAA, GOB-MG, Oriente de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, faz o seguinte pedido:

SIGNIFICADO DA CIRCULAÇÃO RITUALISTICA

Gostaria se tivesse, que me fosse enviado subsídios para elaboração de um TE com o seguinte tema: A Circulação Ritualística: significado e filosofia.

CONSIDERAÇÕES:

PURIFICAÇÃO PELO FOGO

PURIFICAÇÃO PELO FOGO
(republicação)

O Respeitável Irmão Luiz Antonio Varzini, Mestre Instalado da Loja Conselheiro Ramalho, 522, REAA, GOSP – GOB, Oriente de Mogi Mirim, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte: (varzini@yahoo.com.br)

Orienta o Ritual que após o Candidato percorrer um terreno sem obstáculos, o Experto o faz subir os degraus do Trono. Após as falas do Venerável Mestre o Experto desce com o Candidato e, antes de chegar entre Colunas o faz passar três vezes (...), etc. Quando usa a palavra desce entendo que se refere aos degraus do Trono que anteriormente subiu (isso?), e não os degraus que dão acesso do Ocidente ao Oriente, próximos da Balaustrada. Na Loja a que estou filiado isto é feito ainda no Oriente, posto que interpretamos que as Colunas mencionadas no Ritual são as do Norte e do Sul, pois as Colunas J e B devem (ou deveriam) estar colocadas no átrio. Recentemente presenciei uma Cerimônia de Iniciação em Loja (REAA) do GOB que essa parte da cerimônia foi feita no meio do Ocidente, nas proximidades de onde fica o Painel do Grau. Qual o local correto para se proceder a essa parte da Cerimônia de Iniciação?

CONSIDERAÇÕES:

PASSOS DO APRENDIZ

PASSOS DO APRENDIZ

Você chegou à sua Loja.
Ore e peça iluminação.
Cumprimente seus IIr.'.
ISSO SE CHAMA AMIZADE.

Deseje a cada um, o melhor.
ISSO SE CHAMA SINCERIDADE

Faça a agenda e programe o seu dia.
ISSO SE CHAMA REFLEXÃO.

Agora com tudo planejado, comece a trabalhar.
ISSO SE CHAMA AÇÃO.

Acredite que tudo irá dar certo.
ISSO SE CHAMA FÉ.

Faça tudo com alegria.
ISSO SE CHAMA ENTUSIASMO.

Dê o melhor de si.
ISSO SE CHAMA PERFEIÇÃO.

Ajude aquele que tem mais dificuldade que você.
ISSO SE CHAMA DOAÇÃO.

Compreende que nem todos estão na mesma sintonia.
ISSO SE CHAMA TOLERÂNCIA.

Receba as bênçãos com gratidão.
ISSO SE CHAMA HUMILDADE.

o GADU está com você.
ISSO SE CHAMA AMOR.

Adaptação do texto pelo Ir∴ Weber Varrasquim
Novembro de 2.003