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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 23 de junho de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Esta é a foto de um templo cubano enviado por Gerard que propomos esta semana. Desta vez é o templo da hospedaria Aurora del Bien No. 10551, a cidade de La Prueba na província de Santiago de Cuba.

Gerard pôde entrar no Templo desta Loja porque os Irmãos estavam presentes. Ele poderia falar um pouco com eles. Disseram-lhe que, depois de uma grande tempestade, Fidel Castro havia consertado com alguma prioridade os telhados dos Templos danificados. É lá também que os irmãos também lhe disseram que Fidel foi iniciado, o qual ele diz não poder verificar. 

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

PRANCHETA DA LOJA

PRANCHETA DA LOJA
(republicação)

Em 17/10/2014 o Respeitável Irmão Teodoro Robens de Freitas Silveira, 1º Vigilante da Loja Apóstolos da Galiléia, 2.412, REAA, GOB-MG, Oriente de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, formula a seguinte questão:
teodorofreitas19@gmail.com

Prancheta da Loja:

As joias móveis de uma Loja são o Esquadro, o Nível e o Prumo. As joias fixas são a Pedra Bruta, a Pedra Cúbica e a e a Prancheta da Loja. Há dúvida quanto ao Painel e Prancheta. A prancheta deveria estar junto ao Altar do Venerável; assim confunde-se também com a Constituição que fica normalmente naquele espaço. Fisicamente, o que representa a Prancheta dentro da Loja? Aguardo orientações.

Considerações: 

PÍLULAS MAÇÔNICAS

AS DUAS COLUNAS EXTERNAS DOS TEMPLOS

Desde as épocas mais remotas da Civilização, a mente humana se volta para os “deuses” na procura de esclarecimentos e auxílio divino para a vida cotidiana.

Temerosos e, consequentemente, devotos, os primitivos ofertavam comidas, objetos e sacrifícios para aplacar a ira dos “deuses” que se manifestava pela intempérie e animais selvagens. O local onde eles faziam essas oferendas era “solo sagrado”, provavelmente, num recanto sombrio de uma floresta, e só os mais “esclarecidos” podiam fazê-las.

Com a evolução e certa estabilidade, o ser humano rudimentar tornou-se observador do céu e do horizonte. E ele começou a perceber que o Sol (sem dúvidas um dos deuses) nem sempre sumia no horizonte no mesmo local. Percebeu que o Sol se deslocava para a direita por um determinado tempo. Parava por um período e retrocedia no sentido contrário e parava novamente, agora no lado oposto. E repetia tudo novamente.

Percebeu, também, que a claridade (horas de sol) variava com esse deslocamento. E, mais importante, associou o tempo frio, a neve, a alta temperatura, as chuvas, etc com esse deslocamento, e com a melhor época de plantio, de enchente dos rios, etc.

Com isso, o “solo sagrado” foi deslocado para o cume de um pequeno monte, onde o sacerdote podia observar o horizonte e verificar onde o Sol estava se pondo e fazer seus presságios dos sinais observados. Para melhor controle, os sacerdotes colocaram nos dois extremos atingidos pelo Sol, duas estacas, que posteriormente se transformaram em colunas.

O “solo sagrado”, agora fixo num determinado local, recebeu para melhor proteção dos sacerdotes (augures) uma cobertura, e posteriormente, paredes feitas de pedras, transformando-se num Templo do passado.

Devo esclarecer que a palavra Templum vem do latim e era a denominação dada a essa faixa do horizonte, entre as duas colunas, onde as adivinhações eram feitas. O Sacerdote contemplava aquela região e tirava as conclusões.

Com o passar dos tempos, os Templos, locais agora onde os adoradores iam rezar e fazer suas oferendas, mantinham na frente, na parte externa, as duas colunas. Virou tradição. Todos os Templos construídos, mesmo sem saber o “por que” daquilo, tinham que ter as duas colunas.

Hoje nós sabemos que o deslocamento do Sol é aparente (quem se desloca é a Terra) e os pontos assinalados pelas estacas são os Solstícios (de Inverno e de Verão) e o meio deles assinala o Equinócio.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

ARLS VOVÓ...ZONA

ARLS VOVÓ...ZONA*

É uma Loja Maçônica singularíssima. Inédita e inaudita.

Destinada a Coroas.

Jurisdicionada a Grand Lodge Indepent of Free & Accepted Masons of Connectut - Ela pertence ao Oriente de Large Field

O Rito não foi informado. Com Reuniões nas primeiras quartas-feiras dos meses de 30 dd. Seus OObr abominam Ordens do Dia e preferem utilizar as demais quartas-feiras para sessões mais diversificadas e atraentes e que não lhes induzam tanto ao sono. 

Surgiu no séc XXI. Daquelas que passaram a fazer sucesso na modernidade. E como as Lojas Universitárias destinadas a jovens e professores que estão nas inúmeras faculdades. Para fins de estudos e pesquisa de elevado nível. Dispensam as jóias, emolumentos e taxa de manutenção e as mútuas que os garotos e professores de nível superior não suportam dado aos seus magérrimos mesadas e proventos. Essas lojas serão patroneadas por outras Lojas Beneméritas que cobrem suas despesas. Elas darão oportunidades aos mais jovens de contribuírem para o engrandecimento e fortalecimento da Maçonaria.

sábado, 22 de junho de 2019

COLETA DO ÓBOLO

COLETA DO ÓBOLO
(republicação)

Em 17.10.2014 o Respeitável Irmão Edgar Bandeira, Loja Raul Serrano, 1.616, REAA, GOB-PI, Oriente de Teresina, Estado do Piauí, pede o seguinte esclarecimento:
ed711@uol.com.br

Coleta Do Óbolo:

Na nossa última sessão ocorreu uma passagem que gerou dúvidas, e para dirimi-las solicito vossa opinião: Um Irmão pede autorização para se retirar definitivamente do Templo. Ainda não havia circulado o Tronco de Beneficência. Pergunto: em que local o Irmão Hospitaleiro deverá receber o óbolo deste Irmão? No lugar onde o Irmão que se ausentará se encontra? Ou entre Colunas.

CONSIDERAÇÕES:

Autorizada a sua retirada o Mestre de Cerimônias conduz o Irmão retirante até o lugar do Hospitaleiro em Loja. À sua chagada o Hospitaleiro em pé, oferece na forma de costume a bolsa ao retirante que deposita o óbolo. O Hospitaleiro fecha a bolsa e toma novamente o assento enquanto que o Mestre de Cerimônias dirige o Irmão em retirada. Antes de deixar o recinto, próximo à porta, entre as Colunas no Norte e do Sul o retirante saúda as Luzes da Loja. O óbolo depositado antecipadamente pelo Irmão que se retirou será conferido e anunciado junto com os demais arrecadados por ocasião da circulação da Bolsa.

T.F.A.
PEDRO JUK - Jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.617 - Florianópolis (SC) – terça-feira, 3 de março de 2015

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


QUANDO UM HOMEM É MAÇOM?

QUANDO UM HOMEM É MAÇOM?
Joseph FortNewton

Quando puder olhar além dos rios, das montanhas e do horizonte distante, com um profundo senso de sua própria pequenez num vasto complexo das coisas, e ainda ter fé, esperança e coragem.

Quando souber que no fundo de seu coração, cada homem é tão nobre quanto vil; tão divino quanto diabólico e tão solitário quanto ele mesmo, e procurar conhecer, perdoar e amar seu semelhante.

Quando souber como se simpatizar com os homens nas suas tristezas e até mesmo nos seus pecados, sabendo que cada homem enfrenta uma luta difícil contra múltiplos obstáculos.

Quando tiver apreendido a fazer amigos e conservá-los consigo próprio.

Quando amar as flores, puder ir atrás dos pássaros sem caçá-los e sentir o encanto de uma velha alegria esquecida, ao ouvir o riso de uma criança.

Quando puder ser feliz e generoso no meio a vicissitudes significativas da vida.

Quando as árvores de copas estreladas e o brilho da luz do sol nas águas correntes conquistarem-no com a lembrança de alguém muito amado e há muito desaparecido.

Quando nenhuma voz de angústia atingir seus ouvidos em vão e mão nenhuma procurar sua ajuda sem resposta.

Quando encontrar o bem em cada fé que ajude a qualquer homem reter as coisas mais elevadas e a ver os significados majestosos da vida, qualquer possa ser o nome dessa fé.

Quando puder olhar para um charco de beira de estrada e ver algo além da lama e, na face do mais abjeto mortal, ver algo além do pecado.

Quando souber como orar, como amar e como manter a esperança.

Quando tiver mantido a fé em si mesmo, no seu semelhante, no seu Deus: na sua mão uma espada contra o mal, no seu coração o toque de uma canção. Feliz por viver mas sem medo de morrer!

Em tal homem, seja ele rico ou pobre, erudito ou iletrado, famoso ou obscuro, a Maçonaria cumpriu o seu doce mistério! Tal homem descobriu o único segredo real da Maçonaria e o único que ela está tentando doar a todo o mundo.

Fonte: http://www.revistauniversomaconico.com.br

sexta-feira, 21 de junho de 2019

ABERTURA COM 7 MESTRES

ABERTURA COM 7 MESTRES
(republicação)

Em 17/10/2014 o Respeitável Irmão Teodoro Robens de Freitas Silveira, 1º Vigilante da Loja Apóstolos da Galiléia, 2.412, REAA, GOB-MG, Oriente de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, solicita o seguinte esclarecimento:
teodorofreitas19@gmail.com

Abertura dos Trabalhos

O que é preciso para a abertura dos Trabalhos. Sabemos que são necessários a presença de sete Mestres Maçons e abrir o Livro da Lei, porém estou com dificuldade para localizar a função de cada Irmão em uma Sessão Ritualística com apenas sete Mestres Maçons. Não consegui localizar nenhuma Obra Maçônica com esclarecimentos sobre o assunto. Pela lógica o 1º triangulo seria: Venerável, 1º e 2º Vigilantes; o 2º Triângulo seria Orador, Secretário, Guarda do Templo. O sétimo Mestre Maçom seria o Mestre de Cerimônias. Quem faria os trabalhos dos Diáconos, Tesoureiro, Hospitaleiro, Chanceler? As falas serão suprimidas do Ritual? Gentileza esclarecer ou indicar uma Obra contendo esclarecimentos sobre o assunto.

CONSIDERAÇÕES:

O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

1. Preliminares
Preleção sobre tese, antítese e síntese.
Comentários de Luis Umbert Santos in Historia Del Rito Escoces, Antiguo y Aceptado.

2. Maçonaria

Há cerca de 950.000 anos antes de Jesus Cristo, na antiga Lemúria, surgiu a primeira sociedade espiritualista do globo, denominada "Adoradores de Mu", ou seja Adoradores do Supremo, que funcionava como a Maçonaria que conhecemos, podendo ser considerada a raiz de nossa poderosa e intelectual Instituição, segundo palavras ditadas pelo mestre Shebna.

Cem mil anos depois continua esse grande mestre da espiritualidade, em 850.000 a. C., foi fundado o Grande Círculo Branco, na antiga Atlântida, prosseguindo arregimentando obreiros e funcionando também nos moldes da sociedade anterior com uma parte Iniciática e outra profana, isso na ilha chamada Possidônia.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

SOL NO AVENTAL

SOL NO AVENTAL
(republicação)

Em 15.10.2014 o Irmão Alísio Corlaite, Loja Confidente do Rio das Velhas, nº 244, REAA, GLMMG, Oriente de Sabará, Estado de Minas Gerais, formula a pergunta seguinte:
alisiocorlaite@bol.com.br

Sol no Avental

Sou Aprendiz e ao realizar o trabalho sobre a sexta instrução do REAA, citei o livro Da Iniciação a Elevação, autor Denizart Silveira de Oliveira Filho, na sua página 273, em relação ao SOL estaria estampado no avental do Aprendiz, do Mestre Instalado e outros. Minha duvida seria que no avental do Mestre Instalado não localizei este SOL. A pergunta seria se possui ou não este sol no avental do Mestre Instalado.

Considerações:

FRASES ILUSTRADAS


LOJA DE MESA

LOJA DE MESA
Ir∴ Marcos A.P. Noronha

I – PREÂMBULO

Loja de Mesa ou de Banquete, conforme o próprio ritual do Grande Oriente do Brasil, é a sessão ritualística em que os maçons se confraternizam em torno de uma mesa de refeições. É comumente chamada de banquete ritualístico, embora José Castellani considere que este termo é impróprio.

Os Maçons têm por tradição reunirem-se muitas vezes após os trabalhos para realização de um ágape – termo que designa o repasto dos primitivos cristãos. A palavra “banquete” surgiu desse hábito, “pois ela deriva do italiano ‘banqueto’, que era o banquinho em que os primeiros cristãos sentavam-se, durante as ceias comunitárias nas catacumbas, onde se escondiam”.

A dinâmica da vida atual, principalmente nos grandes centros, tem levado muitas Lojas a não realizar os ágapes ao final dos trabalhos maçônicos. Contudo, algumas Lojas têm mantido a tradição da realização anual da Loja de Mesa, tradição que vem da Maçonaria de ofício, ou operativa, e dos primeiros Maçons aceitos, da moderna Maçonaria, coloquialmente conhecida, no meio maçônico, como Maçonaria especulativa.

Joaquim Gervásio de Figueiredo diz que o banquete é uma festividade maçônica realizada em Loja ou Oficina de Banquete, em grau de Aprendiz, para que dele possam participar todos os maçons. Ele afirma, ainda, que “embora seja uma tradição muito antiga, as primeiras regras normativas dessa cerimônia datam de 1721 e referiam-se aos banquetes anuais realizados no dia de São João Batista, por motivo da eleição do Grão-Mestre da Grande Loja de Inglaterra...”

Quanto aos ágapes o mesmo autor assim se expressa, in verbis:

quarta-feira, 19 de junho de 2019

VISITANTE DE OUTRO RITO - III

Em 21/02/2019 o Respeitável Irmão Marcondes Montysuma, Venerável Mestre da Loja Igualdade Acreana, 4.229, GOB, Oriente do Rio Branco, Estado do Acre, formula a seguinte pergunta.

VISITANTE DE OUTRO RITO

Estamos no grupo de WhatsApp Craft GOB. Gostaria que me ajudasse em uma dúvida! A pergunta é: Se o Venerável de uma loja do Rito de York vai visitar uma Loja do REAA, deve se comportar ritualisticamente como do Rito de York ou como REAA? Existe alguma lei ou decreto do GOB, ou texto que fale a respeito que o irmão poderia me indicar? 

Em ordem no grau de Aprendiz em que lugar ou posição deve ficar o p∴ da m∴ d∴, no Rito York e no Escocês? O irmão poderia fazer a gentileza de enviar a resposta pro meu e-mail.

Fui interpelado em uma loja aqui no oriente de Rio Branco/Acre do REAA, e ao fazer pesquisas sobre o tema eu ainda não encontrei nada a respeito, que sustente a tese que o obreiro deva seguir o Rito da loja visitada, mesmo se o irmão tenha nascido no Rito Escocês e esteja representando o Rito York!

CONSIDERAÇÕES:

REAA - SINAL DE ORD∴, PEN∴, GUT∴ E SAUDAÇÃO

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Reginaldo Caldeira de Souza, Loja Deus, Justiça e Amor, 2086, GOB-SP, Oriente de Sumaré, Estado de São Paulo, apresentou as seguintes perguntas:

SINAL DE ORD∴, PEN∴ E SAUDAÇÃO

Sinal de Aprendiz, de Ord∴, Pen∴ (Gut∴) e Saudação. Quando e como usá-los corretamente? O ritual apresenta uma descrição do Sinal de Saudação bem confusa.

CONSIDERAÇÕES:

SOB MALHETE

SOB MALHETE
(republicação)

Em 14.10.2014 o Respeitável Irmão José Antonio de Freitas, Deputado Federal da SAFL - ARLS União e Humanidade nº 1000 – REAA, GOB-MG, Oriente de Varginha, Estado de Minas Gerais solicita o seguinte esclarecimento:
freitasja@terra.com.br

Prancha sob malhete:

Transcrevo abaixo o que estabelece o nosso RGF/GOB: 

"Art. 116 – Compete ao Venerável Mestre: 

IX – ler todas as peças recolhidas pelo saco de propostas e informações, ou pelo modo que o rito determinar, dando-lhes o destino devido; 

X – deixar sob malhete, quando julgar conveniente, pelo prazo de até um mês, os expedientes recebidos pela Loja, exceto os originários do Grande Oriente do Brasil, Grande Oriente Estadual ou do Distrito Federal". 

Consulta: Quando o Venerável Mestre resolve fora de Loja o assunto constante da prancha "sob malhete", o Venerável deverá dar ciência a Loja sobre o conteúdo da prancha bem como a solução? Ou simplesmente informar a Loja que o assunto constante da prancha "sob malhete" já foi solucionada, sem informar seu conteúdo e a solução dada?

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

QUANTAS COLUNAS? 

1º - Colunas efetivas J∴ e B∴ colocadas na entrada do Templo. 
2º - A Jônica, a Dórica e a Coríntia. De origem grega. 
3º - As doze colunas correspondentes ao zodíaco. 
4º - As colunas do Norte e do Sul ocupadas pelos obreiros. 
5º - Existem outras ainda. Porém, mais importante mesmo são as colunas representadas por "você" e cada irmão ali presente. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

BENEFICÊNCIA

BENEFICÊNCIA

Vamos usar o termo de forma correta?

Dentre os vários objetivos da Maçonaria, um deles é a evolução cultural e intelectual de seus membros, não se justificando, portanto, que alguns Irmãos pronunciem algumas palavras corriqueiras em nosso meio de forma indevida. Para melhor exemplificar selecionamos quatro dessas palavras que, pelo seu constante uso, não poderiam continuar sendo pronunciadas de maneira errada:

Não existe a palavra BENEFICIÊNCIA. O correto é BENEFICÊNCIA.

A palavra correta é ACLAMAÇÃO e não Exclamação. A palavra exclamação tem um significado totalmente diferente. Em Loja, nós Aclamamos.

A palavra correta é ESQUADRIA e não Esquadrilha. A palavra ESQUADRIA deriva de ESQUADRO (Tudo a ver com Maçonaria). A palavra Esquadrilha é o coletivo de aviões (Nada a ver com Maçonaria).

Não existe a palavra VENERANÇA. O correto é VENERALATO. O uso da palavra Venerança talvez derive da semelhança com o termo Vereança. O mandato do vereador se chama Vereança: o do Venerável se chama VENERALATO, assim como o do General é Generalato, o do Cardeal é Cardinalato, etc.

Grande Secretaria de Educação e Cultura

terça-feira, 18 de junho de 2019

SAUDAÇÃO EM LOJA

SAUDAÇÃO EM LOJA
(republicação)

O Respeitável Irmão Itair Camargo, GOB, REAA, sem declinar o nome da Loja, Oriente (Cidade) e Estado da Federação, apresenta a seguinte questão:
itaircamargo@ig.com.br

Saudação:


Na página 42 do REAA, no que se refere à circulação em Loja, diz-se que a Saudação Maçônica é realizada apenas ao Venerável Mestre e se estiver portando objeto de trabalho, faz-se uma parada rápida e formal. E na entrada e saída do Templo também a Saudação Maçônica e feita ao Venerável Mestre e aos Irmãos 1º e 2º Vigilantes. No Oriente não há padronização de circulação. A pergunta então é: na passagem de uma Coluna do Norte para a Coluna do Sul deve se fazer a Saudação Maçônica ou uma parada rápida e formal para o Venerável Mestre, ou também não há padronização de circulação, sendo livre e como já dito, apenas na entrada e saída do oriente e do Templo?

Considerações:

A CORDA DE NÓS NA TRADIÇÃO ESOTÉRICA MAÇÔNICA

A CORDA DE NÓS NA TRADIÇÃO ESOTÉRICA MAÇÔNICA
Por Ir∴ William Steve Burkle KT, 32, KCRBE
Alpha Lodge No. 116, Grand Lodge of New Jersey
Philo Lodge No. 243, South River, New Jersey
Scioto Lodge No.6, Chillicothe, Ohio.
Tradução José Filardo

A corda de nós é um antigo símbolo maçônico comumente associado com à Borda de Franjas, que em tempos modernos, é representado por uma série de triângulos equiláteros contíguos estendendo em torno do perímetro do piso da Loja. A história da transformação da Borda de Franjas de uma corda de nós ondulada usada como uma moldura para o Painel da Loja para a sua configuração moderna como um ornamento para o Piso da Loja parece estar envolta nas brumas do tempo e permanece muito mais como uma conjectura.

O nó do amor
No entanto, o simbolismo esotérico da corda de nós sobreviveu mais ou menos intacto e é muito mais interessante. Este trabalho abordará esse simbolismo e examinará as características esotéricas e usos da corda de nós tanto em tradições não-maçônicas quanto na tradição Maçônica. Ele terminará com a especulação de que a reconfiguração da Borda de Franjas a partir da moldura do Piso da Loja pode ter sido devida à sua finalidade esotérica percebida.

A corda de nós é um antigo símbolo maçônico comumente associado com à Borda de Franjas, que em tempos modernos é representado por uma série de triângulos equiláteros contíguos estendendo-se em torno do perímetro do piso da Loja falando sobre a Borda de Franjas:

segunda-feira, 17 de junho de 2019

REAA - CIRCULAÇÃO ANTES DA ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Em 21/02/2019 o Respeitável Irmão Lélio Lopes, Loja Estrela Socorrense, 2.329, REAA, GOB-SP, Oriente de Socorro, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

CIRCULAÇÃO ANTES DA ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Gostaria de saber se houve alguma alteração referente à Circulação antes da abertura do Livro da Lei, isto é, se o Mestre de Cerimônias ao se dirigir ao Irmão Orador pode não circular sentido horário, não contornando o painel e entrando pelo Sudeste e não pelo Nordeste, e se o Primeiro Diácono pode circular sem obedecer à circulação sentido horário.

Certo da costumeira atenção e no aguardo de uma resposta.

CONSIDERAÇÕES:

Nunca houve alteração, isso porque o Mestre de Cerimônias, a partir do momento em que o Venerável chega ao Altar e solicita aos Irmãos ajuda para abrir a Loja, a mesma entra em processo de abertura, portanto faz-se a circulação horária de costume. Assim, o Mestre de Cerimônias, nessa condição, faz a circulação ao se dirigir ao Orador. 

Na realidade nunca existiu a prática dele se dirigir ao Orador diretamente do seu lugar (pelo Sudeste) durante o processo de abertura da Loja.

Infelizmente algumas Lojas, ou por mal interpretação ou mesmo por invencionice, criaram esse procedimento não se sabe em nome do quê – talvez tenham confundido o ato de não se fazer o Sinal antes da Loja estar aberta com circulação, fato que nada tem a ver.

Atualmente, nas orientações ritualísticas disponíveis na plataforma do GOB em http://ritualistica.gob.org.br/, já se encontram informações a respeito, isto é, indicando a partir de que momento o Mestre de Cerimônias deve obedecer a circulação.

Concluindo, estando a Loja em processo de abertura, só se ingressa no Oriente passando pela coluna do Norte, isto é, pelo lado do Orador (Nordeste) e nunca pelo lado do Secretário, à Sudeste.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br