Páginas
PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
sábado, 30 de junho de 2018
NÃO SEJAS MAÇOM
NÃO SEJAS MAÇOM
(Desconheço o autor)
Se queres descanso, não seja maçom, pois o trabalho do maçom deve ser contínuo.
Se queres ser beneficiado, não seja maçom, pois o maçom deve primeiro promover benefícios a e em prol de outros.
Se queres paz, não seja maçom, pois o maçom deve estar em guerra constante contra os vícios.
Se sois egoísta, não seja maçom, pois, para o maçom, compartilhar deve ser um hábito.
Se apenas pensas em ti, não seja maçom, pois pensar apenas em si mesmo é inviável e o maçom deve pensar e agir para todos.
Se desejas enriquecer, não seja maçom, pois o patrimônio de um maçom não é avaliado pelos seus bens, mas sim pelas suas atitudes.
Se sois arrogante, nunca seja um maçom, pois a humildade deve ser uma virtude constante, demonstrada em todos os momentos.
Se sois demasiadamente religioso, não seja maçom, pois o maçom deve ser tolerante em suas diferenças religiosas.
Se não crês em Deus, esqueça, não há como ser maçom, pois os maçons nada fazem sem antes O invocarem.
Se gostas das luxúrias que o mundo proporciona, não seja maçom, pois os maçons devem ignorá-las, vez que são temporárias.
Se simplesmente fazes parte de algo, não seja maçom, pois o maçom não pode só fazer parte, deve trabalhar para fazer a diferença.
Se queres ser maçom, não tente ser o pior nem o melhor, seja apenas você mesmo.
Se és arrogante, não seja maçom, pois o desprezo está em sintoma de maldade e a maldade é a principal inimiga do maçom.
Se és omisso, não seja maçom, pois a iniciativa deve ser notável em um maçom.
Se és preconceituoso, não seja maçom, pois a igualdade deve ser um pilar marcante na vida do maçom.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
O PADRINHO MAÇOM
O PADRINHO MAÇOM
Ir.·. Vilson Antonio Cimolin M.·.M.·.
Obr.·. da Loja Renascer da Luz n° 56 - GOSC
Considerado o personagem mais importante depois do candidato à maçom, o padrinho ou proponente, torna-se uma figura exponencial na formação dos futuros irmãos. Terá uma responsabilidade mister, que inicia-se a partir da indicação do profano e deveria perpetuar-se enquanto ambos permanecessem maçons.
Somente como ilustração, devemos constar que, nos primórdios da Maçonaria organizada como especulativa, no dia da recepção do candidato, o padrinho o levava até uma Taverna, onde a loja se reunia e, junto com o mesma, ingressava numa sala escura (câmara de reflexões) e ali ficavam os dois, no mais completo silêncio, por aproximadamente uma hora. Após, o padrinho pegava o seu afilhado e o levava até a porta da loja (Templo) e dava três fortes pancadas. A porta era aberta. O Primeiro Vigilante vinha até eles, e o padrinho entregava seu afilhado aos cuidados desse irmãos. Terminava aí, a participação do padrinho, mas não a sua responsabilidade.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
UNIÃO
UNIÃO
Ir∴ Humberto José de Andrade
GLMMG - de Caratinga - MG
ESTE TRABALHO É DEDICADO A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM E CONTRIBUEM Para A HARMONIA DESSA LOJA, FOI CRIADO E ESCRITO DE MANEIRA SIMPLES E ESPERO QUE MESMO SENDO SIMPLES, ELE VENHA SE SOMAR A TANTOS MOMENTOS BONS QUE AQUI COMPARTILHAMOS
Palavra tantas vezes dita e ouvida. Olhe, repare os Irmãos a sua volta, tantos vieram aqui hoje, para reunir e celebrar a união, o aperfeiçoamento. Estamos aqui para celebrar a vida em coesão, ser uma forma de luz, luz essa, que somada à luz que emana de cada um, com mais ou menos brilho, brilha, brilha muito mais forte quando aqui reunimos, deixando lá fora tudo e nos concentramos para construir, construir em união.
terça-feira, 26 de junho de 2018
OS MAÇONS QUE LEEM E OS MAÇONS QUE NÃO LEEM
Irmão Albert G. Mackey
Tradução: Luciano R. Rodrigues
Eu acredito que existam muitos Maçons que são desconhecedores dos princípios da Maçonaria, assim como há homens de todas as classes que estão sujeitos à ignorância da sua própria profissão. Não existe um relojoeiro que não saiba sobre os elementos de relojoaria, nem um ferreiro que não esteja totalmente familiarizado com as propriedades do ferro em brasa. Subindo para os mais altos caminhos da ciência, eu ficaria muito surpreendido se encontrasse um advogado que fosse ignorante dos elementos de jurisprudência, ou um médico que nunca tenha lido um tratamento sobre uma patologia, ou um clérigo que não saiba absolutamente nada de teologia. Entretanto, nada é tão comum quanto encontrarmos Maçons que estão na completa escuridão a respeito de tudo que se refere à Maçonaria. Eles são ignorantes da sua história, não sabem se uma produção é atual ou se ela vem de eras remotas na sua origem. Eles não têm compreensão do significado esotérico de seus símbolos ou suas cerimônias e, dificilmente, entendem seus modos de reconhecimento. No entanto, é muito comum encontrar esses socialistas na posse de Graus elevados e, por vezes, sendo homenageados por altos membros da Ordem, presente nas reuniões de Lojas e Capítulos, se intrometendo nos procedimentos, tomando parte ativa em todas as discussões e persistindo na manutenção de opiniões heterodoxas, em oposição ao julgamento dos Irmãos de muito maior conhecimento.
Por que razão acontecem tais coisas? Por que, só na Maçonaria, deve haver tanta ignorância e tanta presunção?
segunda-feira, 25 de junho de 2018
MEIO MAÇÔNICO
MEIO MAÇÔNICO
(Desconheço o autor)
Votação: A votação é um dos atos mais importantes e transcendentais da Maçonaria e expressa a vontade soberana de seus membros, dando a conhecer livremente, em todas as ocasiões, através do sufrágio. O caráter eminentemente democrático da Maçonaria e do regime representativo por que se governam Lojas e Obediências fazem das votações uma constante manifestação entre os Maçons. As votações se verificam na ocasião das eleições dos Oficiais das Lojas e dos Altos Corpos, na admissão de profanos na Maçonaria e nos Graus, e nas deliberações sobre assuntos nos quais a Loja é chamada a se pronunciar.
Veneráveis Mestres: Alguns começam o trabalho de dirigente da Loja depois de um aprendizado teórico e outros se iniciam na tarefa sem qualquer estudo específico do cargo.
domingo, 24 de junho de 2018
FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Foi Robert quem nos enviou esta foto de um banner visto no salão municipal do município de Andon (Alpes Marítimos).
Como Robert diz, pode não ser nada maçônico, mas está mais perto dos cartazes que às vezes podemos ver em nossas lojas, e o tema da solidariedade parece-me familiar.
Fonte: https://www.hiram.be
FESTA DE SÃO JOÃO
FESTA DE SÃO JOÃO
Ir∴ Ambrósio Peters
É enganoso pensar que essas Assembléias de 24 de junho, dia de São João Batista, e de 27 de dezembro, dia de São João Evangelista, tenham sido comemorações religiosas dos dias onomásticos desses dois santos. Outrossim, embora essas festas sejam coincidentes com os dois solstícios anuais, nada há na História da Maçonaria que confirme serem essas assembléias relacionadas com a passagem desses dois eventos astronômicos. Nada se encontra a respeito, nos dois livros das constituições de James Anderson.
No seu novo livro das constituições de 1738, ao se referir à posse do Grão-Mestre, Duque de Montagu, James Anderson descreve a cerimônia com minúcias, mas não faz nenhuma referência à celebração religiosa do Santo do dia.
A primeira vez que se menciona São João no Novo Livro das Constituições de 1738 (p. 79), está no nome da Ordem dos Cavaleiros de São João de Rodes (os Hospitalários), cujo Grão-Mestre visitou a Inglaterra no ano de 1500 e convocou uma Grande Assembléia de Irmãos da Ordem para eleger o Rei Henrique VII seu patrono, ou seu Grão-Mestre para a Inglaterra.
No dia 24 de junho de 1502, o Rei
acompanhado de seus dois Grandes Vigilantes e de uma seleta comitiva, assentou
a pedra fundamental de sua famosa capela particular em Westminster. A primeira
Grande Assembléia de Maçons conhecida é do dia 27 de dezembro de 1561 na cidade
de York. A introdução dessas duas datas certamente deve-se ao fato de o nome da
Ordem dos Hospitalários, não ter definido a identidade do santo homenageado no
seu nome, São João Batista ou São João Evangelista.
Os manuscritos do Poema Régio, de Cooke e do GL-1, cujos textos integrais foram repassados pessoalmente, nenhuma referência fazem às festas de São João, embora se refiram até com certa minúcia a outras festas e comemorações religiosas católicas. Nem mesmo os estatutos dos Maçons de Eduardo III, dos anos de 1350 e 1360, que se referem repetidas vezes a Festa da Páscoa e a Festa de São Miguel, fazem qualquer referência a comemorações da Festa de São João.
Sendo esses manuscritos do final
do século XIV, é conclusivo afirmar que as comemorações de São João tenham sido
introduzidas na Maçonaria, após o século XV e que isto se deva ao nome da Ordem
dos Cavaleiros de São João de Jerusalém, (depois de São João de Rodes e a
seguir de São João de Malta) e não por ter sido São João uma festa popular. As
Grandes Assembléias e as comunicações trimestrais nunca foram festas religiosas
e nenhuma ligação tiveram com festas populares.
sábado, 23 de junho de 2018
O MESTRE MAÇOM PERANTE A SOCIEDADE
Rui Bandeira
A Maçonaria Regular é uma instituição destinada ao aperfeiçoamento moral, espiritual e intelectual dos seus elementos e também para que estes, através do seu exemplo e da prática dos seus princípios, por sua vez propiciem, influenciem, a melhoria, pouco a pouco, indivíduo a indivíduo, da sociedade em que a Instituição e os seus elementos se inserem.
A Maçonaria Regular não existe divorciada, separada, afastada, da sociedade em que se insere. Pelo contrário, é uma das instituições que unem, solidificam e contribuem para o progresso dessa mesma sociedade - à sua maneira, é certo, pelo seu específico jeito, obviamente; mas a sua riqueza está precisamente na sua diferença, na sua especificidade: para ser igual às outras, bastam as outras...
sexta-feira, 22 de junho de 2018
"UM MAÇOM"
“UM MAÇOM”
(Voltaire)
Pseudônimo de FRANÇOIS-MARIE ARQUET, escritor francês (nasceu e morreu em Paris, 21/11/1694 - 30/5/1778). Originário, por parte de mãe, de uma família de pequena nobreza, fez os seus estudos no colégio Louis-le-Grand, então dirigido pelos jesuítas. Introduzido, ainda jovem na alta sociedade do seu tempo, Voltaire foi encarcerado durante 11 meses na bastilha, como responsável por um panfleto que não escrevera. Aproveita o tempo de prisão para escrever a sua primeira tragédia, Edipe, (Édipo) cujo sucesso, em 1718, abre-lhe o acesso aos meios intelectuais. E, conseqüencia de desentendimento com um nobre, Voltaire é obrigado a expatriar-se na Inglaterra, onde viveu três anos, a partir de 1726. Escreve então um dos seus livros importantes, Les Lettres Angalaises ou Philosophiques (1794); e nas quais compara o liberalismo das instituições e dos costumes britânicos com o absolutismo reinante na França.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
LOJA DE MESA
Por José Castellani
do livro Dicionário de Termos Maçônicos.
do livro Dicionário de Termos Maçônicos.
É a sessão ritualística em que os maçons se confraternizam em torno de uma mesa de refeições.
É também chamada, embora impropriamente, de banquete ritualístico.
De maneira geral, a Loja de Mesa deve ser instalada nos edifícios maçônicos, em salas apropriadas. Podem, todavia, ter lugar em qualquer outro edifício, contanto que tudo seja disposto de maneira que, de fora, nada se possa ver e ouvir; isso significa que a Loja de Mesa deve ser coberta a olhos profanos, já que se trata de uma sessão ritualística.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
VIRTUDE, VIRTUDES E BONS COSTUMES
VIRTUDE, VIRTUDES E BONS COSTUMES
Irm Ambrósio Peters (*)
Em todos os diálogos as dificuldades de entendimento surgem da incorreta definição dos conceitos ou do uso de termos inadequados e equivocados. Quando os interlocutores se valem de termos iguais ou assemelhados cobrindo conceitos diferenciados em relação ao objetivo de um diálogo qualquer tentativa de esclarecimento deixará de ser um diálogo para se transformar num ríspido confronto de opiniões.
Nesse sentido os termos virtude, virtudes e bons costumes geralmente considerados na seleção de novos aprendizes parecem um exemplo típico. Tentemos buscar as definições corretas, ou as definições padrões habitualmente consideradas.
Qual o sentido do termo “Virtudes?”.
terça-feira, 19 de junho de 2018
VENERÁVEL – O FILTRO DA LOJA
Valdemar Sansão- M∴M∴
“A quem muito se deu, dele muito se exigirá; e a quem muito se entregar, muito se lhe pedirá”
Um templo maçônico é construído, unindo-se tijolo a tijolo com a argamassa preparada pelo pedreiro, que assim levanta suas paredes e verifica a sua perfeição com o auxílio do Prumo e do Nível, tornando a aparência rude em lisa com a Trolha, utilizada para estender o reboco e cobrir todas as irregularidades, para anunciar que está tudo correto, proclamando: tudo está justo e perfeito, fazendo parecer o edifício como formado por um único bloco e por isso, a Trolha pode ser considerada como um emblema de tolerância e indulgência com que todo Maçom deve dissimular as faltas e defeitos de seus Irmãos.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
TRONCO DE BENEFICÊNCIA
TRONCO DE BENEFICÊNCIA
Quando da construção do Templo erguido por Salomão em Jerusalém, tinha-se por hábito guardar documentos da obra, bem como o salário dos construtores, classificados como Aprendizes e Companheiros, no interior das duas Colunas localizadas na entrada do Templo, que eram ocas. Os primeiros na Coluna B e os do Segundo Grau na Coluna J. Esse salário corresponde à jornada de trabalho, nem sempre era em moedas, pagava-se também em espécie, sendo o sal o mais valioso e procurado, daí deriva a palavra salário. Cultivando-se a "Arte Real" persistiu a tradição de premiar-se o trabalho dos Aprendizes e Companheiros com o conteúdo das Colunas e abastecer-se estas com as verbas necessárias e projetos. Por uma questão de ordem prática, não se podia transformar as Colunas em cofre, para que os donatários colocassem seus depósitos. Por esta razão, criou-se um reprodução das Colunas, em miniatura, que girava por entre as bancadas, recebendo as contribuições, a mão se introduzia pelo alto do capitel, que a ocultava, havendo uma fenda no cimo do fuste, para a passagem das ofertas. Outros recipientes tinham a forma da Coluna, àquela que os arquitetos denominavam "Tronco".
Naquela época, a função caritativa da Maçonaria se tornou tão destacada, que a Ordem passou a ser identificada filantrópica, se ouvia falar que a imagem da Maçonaria era Fraternidade e Caridade. Assim, a antiga coleta que se fazia entre os sacerdotes foi estendida aos associados, passando a ser destinada às obras piedosas da corporação ou da Loja. Isso chegou a influir na denominação do "Tronco", que passou a ser chamado de "Tronco da Beneficência" ou de "solidariedade" e em alguns Ritos "Tronco da Viúva", em razão da palavra viúva exprimir todos os desvalidos da sorte. O "Tronco" gira seguindo o curso dos astros. A circulação ritualística forma uma estrela de seis pontas (Escudo de David, Selo de Salomão ou Hexagrama Mágico). O simbolismo desta circulação, sintetizada na estrela de seis pontas, representa as duas naturezas humanas: "Masculina" e "Feminina", que se interpenetram e se harmonizam, conservando, porém, cada uma, sua própria individualidade. O giro é suspenso entre Colunas – não é o Tronco que fica suspenso, mas sim o giro, que aguarda instruções.
No Brasil, o "Tronco de Solidariedade" é revestido de especial importância, há muito que os Regulamentos Gerais da Ordem somente consideram válida uma Sessão, se nela circulou o "Tronco" (exceção feita somente as Sessões onde estão presentes profanos, como no caso de datas festivas, cívicas, brancas, fúnebres, etc.). È lição antiga que na oferta, "a esquerda ignore o que faz a direita", (Mateus 6:3), justamente essa modéstia é uma das explicações do legendário segredo maçônico. Resultado do "Tronco", o irmão hospitaleiro vai ao Altar do Tesoureiro e confere o produto do Tronco. O venerável anuncia em voz alta a quantia arrecadada, cujo valor fica sob a guarda do irmão tesoureiro e creditado à Hospitalaria.
O 'Tronco de Solidariedade" é de fundamental importância, pois, o socorro aos necessitados depende da consciência de cada irmão. É sempre bom lembrar que cada um tijolo se une a outros tijolos e, juntos, erguem uma casa. Uma brasa se une a outras brasas e, juntas, mantêm o fogo aceso. Uma mão se une a outras mãos e, juntas, executam o serviço. Um passo se une a outros passos e, juntos, chegam ao destino. Por isso que juntos somos capazes de realizar.
Ir∴ Oswaldo Generoso Dias - Oriente de São João Evangelista - MG - Revista A Trolha fev/99
domingo, 17 de junho de 2018
FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Foi Lionel quem nos enviou esta foto deste edifício de Boussois, no norte.Hoje "Casa da Cidadania", a antiga "Casa de Trabalho" foi construída em 1928 pelo arquiteto Philippe Six.
Não há nenhum vestígio de que o referido arquiteto pertencera à Maçonaria, mas as decorações da fachada lembram muito um avental.
Assinala-se que ele também criou na mesma cidade um memorial (agora desaparecido) para o nosso irmão Paul Doumer, Presidente da República assassinado em 1932.
(tradução livre)
Fonte: https://www.hiram.be
SEGUNDO VIGILANTE
SEGUNDO VIGILANTE
O Segundo Vigilante é o terceiro oficial na hierarquia de uma loja maçônica, e é ele quem ajuda a que os trabalhos transcorram com naturalidade. Na Maçonaria o 2° Vigilante é um oficial eleito e sua função é a de anunciar em sua coluna as ordens do Venerável Mestre, conservar a ordem em sua coluna; ensinar aos companheiros maçons as doutrinas deste grau, substituir em sua falta ou impedimento ao 1° Vigilante e ao Venerável Mestre, sempre que respeitadas as condições exigidas ao 1° Vigilante e sempre que o 2° Vigilante seja um mestre instalado. O 2° Vigilante cumpre mais uma função que é a de cuidar dos irmãos durante a recreação e também a de evitar que se cometam excessos.
sábado, 16 de junho de 2018
IRMÃO COM TRÊS PONTINHOS
A palavra irmão, tal como se encontra no dicionário, significa pessoa que descende de um ou dos dois pais comuns. Essa definição baseada na origem biológica da pessoa, embora bastante simples e precisa não é suficiente para definir a palavra irmão no sentido mais amplo do termo.
Muitas religiões, notadamente os evangélicos no Brasil, utilizam o termo irmão para definir aquele que professa a mesma religião que a sua, esse sentido deriva da crença que todos somos filhos de um único Deus e, portanto a humanidade formaria, segundo esse entendimento, uma grande família, sendo todos irmãos. É sem dúvida uma bela e filosófica visão e talvez seja um fim a ser alcançado.
sexta-feira, 15 de junho de 2018
OS PRINCÍPIOS: TOLERÂNCIA E O RESPEITO MÚTUO
OS PRINCÍPIOS: TOLERÂNCIA E O RESPEITO MÚTUO
Maximilian Trevisan - A∴M∴
A∴.R∴.L∴S∴ Estrela de Praia Grande – 2802 – R∴M∴
Tolerância pode ser definido como a abstenção de agir contra aquilo que reprovamos, contra o que nos é politicamente contrário ou contra o que é diferente de nós.
A Tolerância religiosa é um dos pilares do Estado democrático moderno e isso em muito se deve, à ação maçônica.
John Locke (1632-1704), escreveu em 1689 a “Cartas sobre a Tolerância” que é a autoridade fundamental sobre a idéia de tolerância, apesar do próprio Locke excluir os católicos de sua proteção com a justificativa de que a fidelidade destes não era para com o governo e sim para com a Igreja, o que os constituía em intolerantes por excelência.
A Tolerância maçônica é, em certa medida, expressão de sua repulsa contra os preconceitos e contra a tirania que a todos impõe suas condições sem nenhum respeito pelas particularidades.
Assinar:
Postagens (Atom)










