Páginas

PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 8 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

AUSÊNCIA DURANTE A VOTAÇÃO

Em 14/05/2026 o Respeitável Irmão Wellington da Cruz Mano, Loja Valdez Pereira, 4077, REAA, GOB-PA, Oriente de Paragominas, Estado do Pará, solicita esclarecimentos para o que segue:

AUSÊNCIA TEMPORÁRIA

A dúvida que tenho talvez esteja até mais no campo da legislação do que propriamente do ritualístico, porque às vezes vemos situações em que o ritual não trata expressamente, a legislação também não é tão objetiva, e na prática acaba acontecendo de formas diferentes. Vou tentar ser bem pontual para delimitar melhor a questão.

Por exemplo: em uma votação para isentar um irmão do pagamento das mensalidades, votação acerca de título honorífico ou qualquer outro assunto diretamente relacionado a determinado irmão. Esse irmão que está sendo objeto da votação deveria permanecer em Loja ou se retirar temporariamente?

Pergunto porque, em determinadas ocasiões, acabam ocorrendo debates durante a apreciação do tema, o que pode gerar algum desconforto ao irmão envolvido e o Irmão que irá ou queria expor alguma questão.

No seu entendimento, quando estiver sendo votado assunto que diga respeito diretamente ao irmão, o mais adequado seria que ele cobrisse o tempo e se retirasse momentaneamente, ou poderia permanecer normalmente em Loja?

Desde já, agradeço pela atenção e pelo esclarecimento.

CONSIDERAÇÕES:

De fato, esse não é assunto merecedor de estar nos rituais iniciáticos. Casos como esse são administrativos e devem ser resolvidos, sempre com bom senso, pelo Venerável Mestre.

De qualquer forma, segue minha opinião a respeito, lembrando que uma opinião é apenas um ponto de vista, ou um julgamento pessoal, portanto não é uma reposta laudatória nem oficial.

Deste modo, conforme o mencionado na questão, no tocante à votação e a presença de um Irmão interessado, ou partícipe de uma situação, penso que ele, como um elemento circunstancial parte, ou motivo do debate, não deveria se fazer presente na ocasião.

Em um caso desses, a sabedoria do Venerável Mestre tem que prevalecer. Agindo dentro dos padrões éticos, com sensatez e prudência, ele deve convidar o protagonista a se retirar temporariamente dos trabalhos, até que seja chamado novamente. É o que eu faria.

Ao finalizar, é oportuno mencionar que o Irmão que é convidado a se retirar não é o que deve “cobrir o templo”, especialmente porque quem tem o ofício de cobrir o templo é o Cobridor. Nesse sentido, o Irmão que se retira, definitiva ou temporariamente, é que tem para si o templo coberto. Esse é o entendimento certo.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

WILLIAM PRESTON

UM GRANDE INIMIGO DA MAÇONARIA E DA HUMANIDADE.!!!

A hipocrisia se revela, pois nenhuma pedra mal esculpida consegue esconder suas rachaduras por muito tempo. Há aqueles que invocam a virtude sem praticá-la, proclamam a justiça sem segui-la e fazem discursos solenes enquanto suas ações contradizem cada palavra.

Eles carregam a linguagem da moralidade como se fosse uma joia emprestada, usando-a apenas quando convém aos seus interesses. Não são governados por princípios, mas por cálculos; Eles não conhecem a lealdade, mas a conveniência. Mudam de rumo como cata-ventos, esquecendo que o verdadeiro trabalhador permanece fiel ao seu trabalho, mesmo quando o vento é adverso.

Hipocrisia não é ignorância: é uma escolha consciente. É a renúncia ao trabalho interior, o abandono do polimento da pedra bruta, a covardia de quem tem medo de se olhar à luz da oficina. Quem finge foge de si mesmo.

Mas nenhuma máscara resiste à passagem do tempo ou à ação constante da verdade. A Luz, paciente e justa, acaba revelando o que estava escondido. E quando o véu cai, apenas aquilo que foi construído com retidão, silêncio e coerência permanece de pé.

Fonte: Facebook_Átrio do Saber

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

DECORAÇÃO DA CÂMARA DO MEIO - REAA

Em 12/05/2026 o Respeitável Irmão José Gentil Filho, Loja Independência e Luz, 0301, REAA, GOB-RJ, Oriente de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, pede explicações para o que segue:

DECORAÇÃO

As llágr∴ de pr∴ na Sessão de Mestre Maçom são semeadas em grupos de 3, 5 e 7, conforme cristalinamente veiculado nas orientações para decoração do Templo. A pergunta é: elas são colocadas na posição vertical, três, cinco e sete? Pergunto porque já vi em posições bem diferentes. Particularmente, penso que é na posição vertical, pois a representação é de llágr∴ caindo.

Outro ponto: O retábulo, também cristalinamente veiculado, cita que fica da mesma forma como nos graus de Aprendiz e Companheiro. A pergunta é: inclui o dossel, ou o dossel deverá ser preto?

CONSIDERAÇÕES:

As llágr∴ pprat∴, adereços espalhados pelas cortinas sobre as paredes do Templo na C∴ do M∴, são geralmente representadas em grupos formados por conjuntos de três, cinco e sete llágr∴ espalhadas, de cima para baixo, como se estivessem escorrendo ou pingando naturalmente.

De modo velado, essa alegoria retrata llágr∴ derramadas causadas pela dor da perda do M∴ H∴ A∴, então assas∴ por t∴ mm∴ CComp∴, ao meio-dia, quando a construção do Templo já se aproximava do seu final. As llágr∴ simbolizam na lenda do 3º Grau, a dor e a consternação.

No que concerne à cor do dossel em Loja de Mestre Maçom, o mesmo permanece sendo encarnado (vermelho) com galões dourados, tal como se apresenta nas Lojas de Aprendiz e Companheiro. Não há necessidade de se mudar a cor do dossel, de vermelho para preto, em Loja do 3º Grau.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

O QUE É A MAÇONARIA?


FÉRIAS MAÇÔNICAS

Por Luciano J. A. Urpia

"As "Férias Maçônicas" são uma invenção brasileira do final do século 20 e têm sido estendidas ao longo do tempo, principalmente para aqueles que consideram o trabalho maçônico desgastante. No Grande Oriente do Brasil, esse período de férias dura 30 dias, indo de 20 de dezembro a 20 de janeiro. No entanto, nem sempre foi assim.

Antigamente, as Lojas Maçônicas não interrompiam seus trabalhos nem mesmo durante o Natal ou a passagem de ano. Existem registros de iniciações e decisões importantes ocorrendo durante o período que agora é considerado de férias.

A prática de estender as férias maçônicas começou no final do século 20, quando o Edifício-Sede do Grande Oriente de São Paulo necessitou de reparos após sua inauguração. O Grão-Mestre da época estendeu as férias para permitir as manutenções necessárias.

No entanto, essa tradição de férias maçônicas foi estendida ainda mais, chegando a outras Obediências maçônicas. Alguns justificam isso como uma forma de dar férias aos funcionários, enquanto outros alegam que é para aproveitar as férias escolares e viajar com a família. No entanto, muitos maçons gostariam de continuar frequentando os trabalhos maçônicos durante esse período, mas são impedidos pela imposição daqueles que consideram suas próprias conveniências.

Essa prática de férias maçônicas tem sido controversa e levanta questões sobre a verdadeira natureza do trabalho maçônico e seu compromisso com o desenvolvimento pessoal e filosófico."

* Resumo do artigo de José Castellani, intitulado "As Incríveis Férias Maçônicas", escrito em 2004.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

JANTAR DENTRO DO TEMPLO

Em 11/05/2026 o Respeitável Irmão que se identifica apenas pelo nome de Thiago, Loja Cataratas do Iguaçu, 2970, REAA, GOB-PR, Oriente de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, solicita esclarecimentos.

JANTAR NO TEMPLO

Me surgiu uma dúvida, e eu gostaria de saber a opinião do Irmão a respeito do assunto.

Existe alguma proibição de se fazer um jantar sem nenhum cunho ritualístico, com os familiares dos irmãos (cunhadas e sobrinhos), dentro de um Templo?

Haja vista que muitas cunhadas e sobrinhos nunca adentraram a um Templo, por não haverem Sessões Brancas, por exemplo, se não existisse nenhum impedimento quanto a isso, acho que seria muito legal para os familiares jantarem dentro do Templo, sem nenhuma liturgia, nem própria nem inventada, apenas a mesas dispostas dentro do Templo.

Ainda sobre a pergunta, reitero que não se trata de uma Loja de Mesa com as cunhadas e familiares, ouvi falar que estão praticando adaptações aos rituais por aí, e isso está perfeitamente claro para mim que é vedado.

A dúvida é somente se é permitido, ou se não é proibido, o uso do templo para um Jantar ou Almoço simples com os familiares dentro do Templo, sem nenhum tipo de passagem ritualística.

Não encontrei nenhum impeditivo legal em rituais e documentos legais.

O que o poderoso irmão tem a dizer sobre o assunto?

CONSIDERAÇÕES:

Primeiramente é bom ressaltar que não existem sessões intituladas "brancas", mas existem sessões “públicas” com a presença de não iniciados (profanos).

O uso da expressão "sessão branca" deve ser evitado no sentido de não permitir que os inimigos da Maçonaria a usem como parâmetro para construir narrativas de que se existem sessões brancas, então também devem existir "sessões negras". Aliás, essa expressão "sessão branca" já caiu em desuso faz muito tempo.

Em relação a realização de outros jantares dentro do Templo, pode-se dizer que é algo altamente inapropriado, mormente porque o Templo Maçônico não foi consagrado (conferido dignidade ao espaço) para esse propósito.

É bom que se diga que nem mesmo é recomendável que uma Loja de Mesa, que faz parte da tradição, usos e costumes da Maçonaria, deva ser aberta (realizada) dentro do Templo (sala da Loja), senão em lugar separado, apropriado e coberto, geralmente conhecido como como Salão de Ágapes.

Muito menos dentro do Templo devem existir reuniões festivas ou de jantares de confraternização, principalmente por serem atividades naturalmente regadas com bebidas alcoólicas. A título de ilustração, mediante verificação que não houve sua revogação, o Decreto 48, de 9 de agosto de 1988, assinado pelo então Grão-Mestre Geral Jair Assis Ribeiro, proíbe o uso de bebidas alcoólicas dentro do Templo.

No sentido de as nossas cunhadas conhecerem o Templo, elas podem perfeitamente conhece-lo, por exemplo, em uma Sessão em Homenagem ao Dia das Mães, trabalho que inclusive está prevista nos Rituais Especiais do GOB.

Ainda, a título de esclarecimento, vale mencionar o que prevê o Ritual de Banquete Ritualístico (Loja de Mesa) vigente no GOB, in Rituais Especiais (Sessões Exclusivas), 2016, de a página 115:

“Os Banquetes Maçônicos devem realizar-se, preferencialmente, nos edifícios maçônicos em locais apropriados (o grifo é meu); entretanto, podem ter lugar em outro qualquer edifício, contanto que tudo se disponha de modo que de fora do recinto nada se possa ver ou ouvir [...]”.

Notadamente, o ritual vigente menciona “locais apropriados” e não a sala da Loja, onde se realizam os trabalhos iniciáticos, ordinários ou magnos. Para “locais apropriados”, entende-se o salão de ágapes da Loja.

Assim, se nem o ritual menciona a realização de uma Loja de Mesa dentro do Templo, muito menos ainda seria plausível a realização de jantares de confraternização dentro da Loja no espaço consagrado para os trabalhos ritualístico maçônicos.

Ao concluir, fica o alerta de que não são permitidas alterações nos rituais vigentes no GOB. Qualquer atitude ou procedimento nesse sentido é considerada prática de delito maçônico e como tal será tratado.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

CORTEJO FÚNEBRE MAÇÔNICO


Por Luciano J. A. Urpia
Cortejo fúnebre maçônico para o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica (Canadá), Harlan Brewster (que pertencia à Loja nº 2). Ele foi o 18º premier da província (1916-1918), instituiu o voto feminino e a Lei Seca, e faleceu aos 47 anos por pneumonia dupla (1º de março de 1918).

Fonte_Instagram_Arquivos da Maçonaria

HUZZÉ

Ir∴ Manoel Júnior
Loja Verdadeiros Amigos - São Paulo/Sp, Brasil

A palavra HUZZÉ tem origem hebraica, embora em árabe seja pronunciada “HUZZA”, para os antigos árabes „HUZZA” era o nome dado a uma espécie de acácia consagrada ao sol, como símbolo da imortalidade, e sua tradução significa força e vigor, palavras simbólicas que fazem parte da tríplice saudação feita na Cadeia de União: Saúde, Força e Vigor. Na Inglaterra a aclamação “HUZZÉ” tem a pronúncia UZEI, tomada do verbo TO HUZZA (aclamação) como sentido “viva o rei”.Significados:

No pequeno Vademecum Maçônico do Ir.´. Ech Lemos: “Houzé” – Grito de alegria dos maçons do rito escocês.

No dicionário de maçonaria do Ir.´. Joaquim Gervasio de Figueiredo: Houzé – Grito de aclamação do maçom escocês.

No dicionário maçônico do Ir.´. Rizzardo da Camino, Huzzé é apresentado como uma corruptela de HUZZA, que seria a expressão de alegria e louvor usada pelos maçons ingleses traduzida por “viva”.

Biblicamente, HUZZÉ era o nome de uma personagem.

Pronúncia: Deve-se pronunciar “HUZZÉ”, dando ênfase ao som da letra “H”, a qual exige um sopro mais forte, e “ZZÉ” como afirmação, como que solfejando um Dó bem longo e terminando em Fá, tendo a sensação de estar passando do escuro da noite para o alaranjado da manhã, da dúvida para a certeza, da angústia para serenidade.Em maçonaria, HUZZÉ é uma exclamação, e como tal, deve ser clamada com um sopro forte, quase gritado, em dois sons, para que possa ser respeitada a harmonia musical do vocábulo, a fim de que se conserve todo efeito esotérico desta saudação ao GADU.´., significando que Deus é sabedoria, força e beleza. HUZZÉ, HUZZÉ, HUZZÉ, ou seja, salve o GADU.´. , salve o GADU.´. , salve o GADU.´.O valor do HUZZE está no som, a energia provocada elimina as vibrações negativas. Quando em Loja, surgirem discussões ásperas e o V.´.M.´. receiar-se que o ambiente possa ser „perturbado” suspenderá os trabalhos, e comandará a expressão HUZZÉ, de forma tríplice, reiniciando os trabalhos, o ambiente será outro, ameno e harmônico.Dentro de Loja, o V.´.M.´. comanda no início dos trabalhos a exclamação HUZZÉ, que deve ser pronunciada em uníssono. Essa exclamação prepara o ambiente espiritual, afastando os resquícios de vibrações negativas trazidas para dentro do templo pelos IIr.´.Ao término dos trabalhos é exclamado para “aliviar” as tensões surgidas. Toda liturgia maçônica compreende os aspectos místicos, físicos e psíquicos.

O HUZZÉ que provoca a expulsão do ar impuro, substituído pelo “Prana” que se forma no Templo, harmoniza o ambiente numa escala única, num nível salutar, capacitando o maçom para receber em seu interior os benefícios da Loja.Quando um maçom é solicitado a exclamação o HUZZÉ que o faça conscientemente para obter, assim, os resultados mágicos dessa manifestação física de seu organismo, portanto deve ser aprendida e ensinada, para que possas ser exercitada com Sabedoria Força e Beleza.

Bibliografia:
"Simbolismo Do Primeiro Grau" – Rizzardo Da Camino Bíblia Sagrada – Livros 2 – Samuel, Cap. 06"
Dicionário Maçônico" - Rizzardo Da Camino"
Dicionário Da Maçonaria" – Joaquim Gervásio De Figueiredo

Fonte: JBNews - Informativo nº 317 - 11 de Julho de 2011

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

CHAPÉU NA TRANSFORMAÇÃO DE LOJA

Em 11/05/2026 o Respeitável Irmão Morel, Loja Justiça e Amor, 799, REAA, GOB-SP, Oriente de Bebedouro, Estado de São Paulo, solicita explicações.

CHAPÉU NA TRANSFORMAÇÃO

Hoje teremos Sessão Grau 2 no REAA, com a oportunidade de Transformação de Grau 3 para aprovação da Colação de Grau de irmãos Companheiros.

No Ato de Transformação para o Grau 3 há necessidade para uso do chapéu a todos os irmãos?

Obs.: sou Orador da Loja, e interpreto que o uso é obrigatório ao Venerável Mestre, o Ritual nesse momento não prevê o uso a todos os irmãos.

CONSIDERAÇÕES;


Como se trata apenas de uma transformação temporária para outro grau, com breve retorno aos trabalhos ao grau em que a Loja fora originalmente aberta, é suficiente que somente o Venerável Mestre continue usando o chapéu negro e desabado. Nesse caso, para os demais Irmãos fica dispensado o uso da cobertura.

Vale ressaltar que essas considerações são pertinentes aos trabalhos no Rito Escocês Antigo e Aceito – REAA.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 23

FIO

1º - Não convém permanecermos sempre no limite, ou estar por um fio, mas evitar esse posicionamento para a nossa própria segurança.
2º - O Fio que compõe o prumo, firmando a testa, para deixar livre e perpendicularmente a ponta é indispensável para o funcionamento do instrumento.
3º - O prumo é um instrumento de medida que funciona de modo perpendicular e de cima para baixo. Um dos seus símbolos nos lembra que o principal controle do homem é a sua mente.
4º - Estar a prumo significa estar em equilíbrio, ou seja, corretamente.
5º - O fio é maleável, delicado, sutil e frágil; sejamos todos, no prumo, o fio que o caracteriza para pautar nosso comportamento com fidelidade e verticalidade.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O MESTRE MAÇOM CONSEGUE DIFERENCIAR O BOM CANDIDATO DO CANDIDATO CURIOSO

Este é um mergulho profundo na psicologia do "Profano Indiscreto" — aquele que confunde a entrada de um Templo com a recepção de um clube de vantagens. O texto abaixo explora esse choque entre a solenidade milenar e a superficialidade digital.

O Despertar do Sonho Oco: O Diálogo entre o Prumo e a Inércia

O cenário é o vasto e impessoal mundo digital. De um lado, a paciência lapidada de um Mestre Maçom; do outro, a urgência vazia de alguém que busca um segredo que não está disposto a merecer.

O Equívoco da Infância

Quando o suposto candidato proclama: "Meu sonho é ser maçom desde criança", ele entrega sua primeira fraqueza. A Maçonaria não é um parque de diversões para fantasias infantis; é o trabalho árduo de homens feitos, de espíritos maduros que trocaram o brinquedo pelo cinzel. Quem busca a Ordem por um "sonho de criança" geralmente busca o lúdico, o mistério de capa e espada, ignorando que o verdadeiro mistério é o peso da responsabilidade sobre os próprios atos.

A Máscara dos "Amigos Invisíveis"

Ao ser questionado sobre sua real motivação, o candidato recorre à dissimulação: "Tenho amigos maçons que já me convidaram três vezes". Aqui, o Mestre silencia e observa o abismo.

* Se o convite fosse real, por que ele busca um estranho na internet?
* Se os amigos são reais, por que não viram nele o brilho necessário para o apadrinhamento?

O "convite" que esses candidatos imaginam é cercado de tapetes vermelhos e promessas de ascensão financeira. Eles não entendem que, na Maçonaria, ninguém é "convidado" para o privilégio sem antes ser testado no sacrifício. O convite que ele menciona, provavelmente, foi para uma Sessão Pública — o pátio, nunca o Sanctum. Ele confunde a cortesia de uma visita com a honra de uma iniciação.

O Choque com a Realidade de Pedra

A conversa atinge o ponto de ruptura quando o Mestre toca na ferida do egoísmo: o custo.

Não apenas o custo em metais — que mantém o teto sobre a cabeça e a caridade em movimento — mas o custo do tempo, da dedicação e da disciplina.

Quando o candidato questiona: "Quanto tenho que pagar?", ele revela sua mentalidade de consumidor. Ele quer comprar uma identidade, quer etiquetar sua alma com um esquadro e um compasso como quem compra uma grife. A resposta do Mestre é um aviso: A Maçonaria não é comércio. Não se barganha a luz. 

Se você procura uma "pesquisa de mercado" para ver onde é mais barato ser iniciado, você já foi reprovado pelo Grande Arquiteto antes mesmo de bater à porta.

O Veredito Final

A insistência do candidato em desmentir o Mestre, citando o "amigo que disse que não havia custos", é o último prego em seu caixão iniciático. Ele revela a face da mentira. Se o amigo fosse maçom, saberia que a gratuidade só existe na ignorância.

O diálogo termina não com uma porta aberta, mas com um espelho colocado à frente do curioso. O "sonho" do impostor se desintegra diante da primeira exigência de ação real.

O QUE PERCEBEMOS, AFINAL?

Percebemos que muitos batem à porta do Templo não porque desejam ser melhores, mas porque desejam parecer maiores.

Percebemos que a internet deu voz a uma legião de curiosos que confundem a facilidade do "clique" com a dificuldade da "lapidação". O que sobra, ao fim dessa conversa, é a imagem de um homem que queria as glórias de um Mestre, mas não tinha o caráter de um Aprendiz.

No final, percebemos que a Maçonaria continua seletiva, não por arrogância, mas por autodefesa: o Templo é feito de pedras vivas, e quem tem alma de areia não suporta o peso da estrutura.

Fonte: Federação Maçônica de S.Paulo

terça-feira, 4 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SAÍDA ANTES DO ENCERRAMENTO - ORDEM DE SAUDAÇÃO

Em 10.05.2026 o Respeitável Irmão Jefferson Gabriel de Almeida Cunha, Loja Acácia do Triângulo, 1924, REAA, GOB MINAS, Oriente de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, pede esclarecimentos para o que segue:

SAÍDA DEFINITIVA

Primeiramente lhe parabenizo pelo seu blog que traz muita luz ao sanar nossas duvidas nesta jornada de aperfeiçoamento!

Gostaria que pudesse auxiliar com uma dúvida, por favor, na ocasião de necessidade de saída definitiva do templo, antes do encerramento da sessão (Cobrir externamente o templo), o obreiro deve depois de depositar seu óbolo, estar entre col∴ e saudar as Luzes da Loja, todavia o ritual, e também em seu blog, li que deve ser feito pela forma de costume, porém em algumas obras li que deve ser feito a ordem inversa do que se faz ao entrar ritualisticamente, sendo então ao entrar (Ven∴ Mestre, 1º e 2º VVig∴) e ao sair (2º, 1º VVig∴ e Ven∴ Mestre).

Encarecidamente poderia elucidar e esclarecer qual seria a forma correta?

CONSIDERAÇÕES:

Inicialmente, vale ressaltar que quem "cobre o templo" são os Cobridores, o Externo pelo lado de fora (átrio) e o Interno pelo lado de dentro (sala da Loja). À vista disso, aquele que sai não é quem "cobre o templo", mas tem para si o templo coberto pelo(s) Cobridor(es).

Sobre a ordem de saudação às Luzes, no REAA não existe nada de saudação inversa na retirada. Sendo assim, no caso de algum Irmão precisar se retirar antes do encerramento dos trabalhos, ele, ao sair, pára entre CCol∴ próximo à porta e presta saudação na seguinte ordem: primeiro ao Ven∴ Mestre e em seguida aos IIr∴ 1º e 2º VVig∴, respectivamente, nunca na ordem inversa.

Quando, no caso de saudação for mencionada a frase "forma de costume", quer dizer que é a forma consagrada de se saudar alguém em Loja, que é sempre pelo Sinal Penal do Grau.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MESTRES?

DE QUE SE TRATA UMA SESSÃO MAÇÔNICA?

Os maçons quando se reúnem nos seus Templos, designam essas reuniões como sendo Sessões Maçónicas.

Estas Sessões podem ser ordinárias ou extraordinárias em virtude de as mesmas cumprirem, ou não, a calendarização habitual para esses encontros.

Se for uma sessão convocada pelo Grão-Mestrado, considera-se a mesma como sendo uma sessão de “Grande-Loja”. No entanto, se a sessão for convocada pelo Venerável Mestre da Loja (membro do quadro de obreiros da Respeitável Loja a quem foi confiada a presidência da Loja), esta toma apenas a designação simples de Sessão de “Loja”. Podendo estas terem, ou não, a presença de todos os seus obreiros. 

Refiro isto porque podem ser sessões que englobem os três graus simbólicos da Loja (Aprendiz, Companheiro e Mestre) ou apenas convocadas para apenas um determinado grau e para um determinado fim... Tudo depende do que se pretende fazer nessa Sessão e da sua “Ordem de Trabalhos”.

As sessões maçónicas que irei abordar neste preciso texto serão aquilo que eu entendo e classifico como sendo uma simples - e que por vezes não o é assim tanto! -  “Sessão de Loja”. 

Estas Sessões Maçónicas são convocadas por ordem do Venerável Mestre da Loja e terão participação nelas exclusivamente membros do quadro da Loja ou seus “auxiliares”, podendo também ter a presença de visitantes maçons de outras Respeitáveis Lojas da mesma Obediência ou de Obediências reconhecidas pela Obediência em que esta Respeitável Loja se encontre filiada.

Existe porém, sessões maçónicas em que excepcionalmente poderão comparecer pessoas alheias à Maçonaria ou à Obediência em si. Estas sessões tomam o nome de “Sessão Branca”, dado o carácter que as mesmas terão e em virtude de quem as pode aceder. 

Habitualmente são demonstradas certas componentes da ritualidade empregue nas sessões das Lojas ou algum tipo de palestra, bem como visitas aos Templos onde ocorrem estas sessões...

Uma Sessão Maçónica habitual tem cerca de três momentos distintos ou fases a conhecer:

 Administrativo: Onde é efectuada a parte administrativa da Sessão, nomeadamente a “Chamada de Obreiros”, leitura de Actas e correspondência diversa, para além de ser a parte da sessão onde são tratados os assuntos gerais que tenham a haver com a vida interna da Loja.

 Formativo: Momento em que habitualmente existe formação para obreiros e/ou leitura de Trabalhos ou Pranchas por parte dos membros ou convidados da Loja.

 Ritual: Fase essencial a uma sessão maçónica; e que integra a “Abertura dos Trabalhos, circulação do “Tronco da Viúva” e do "saco das propostas", celebração da “Cadeia de União” e “Encerramento dos Trabalhos” e as demais cerimónias de Iniciação e subidas de Grau...

Em relação à execução da “Cadeia de União”, eu pessoalmente, considero a mesma, mais como sendo um momento espiritual autónomo, e como sendo o pináculo de uma Sessão Maçónica; para além da própria componente ritual que lhe é adstrita. Dado ser na sua execução que mais se espelha a união e amor fraternal que os maçons sentem entre si, comungando de um mesmo espírito agregador; e um momento de tal espiritualidade não se encontra em mais nenhuma das fases que compõem uma sessão maçónica.

E exposto este singelo esclarecimento, ficou desmistificada mais uma das curiosidades que se possam ter quanto ao que se trata no seio de uma Sessão de Loja Maçónica.

O resto apenas se poderá conhecer… Participando na mesma!

Fonte: pedradeburil.blogspot.com