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PERGUNTAS & RESPOSTAS
domingo, 9 de agosto de 2026
SUBSTITUINDO O VENERÁVEL MESTRE ANTES DO ENCERRAMENTO
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
CLIENTELISMOS NA MAÇONARIA
Muito se fala do clientelismo na Maçonaria.
Não compete à Maçonaria enquanto instituição fraternal e universal, arranjar empregos aos seus membros. Ela não é uma agência de empregos! Nem isso faz sequer parte das suas obrigações sociais.
Quem busca arranjar emprego, não deve sequer entrar na Maçonaria. Ela não funciona como agência de emprego para ninguém. Apenas vai perder seu tempo e o tempo dos demais.
O que poderá acontecer eventualmente (suponho eu), é que na rede de contactos de um maçom, e porque da Maçonaria fazem parte integrante vários empresários, profissionais liberais entre outros…, seja natural que fora portas do Templo e nas suas relações pessoais, os maçons troquem contactos e ideias entre eles. Mas o que fazem fora do templo, à Maçonaria não diz respeito directamente como instituição, apenas poderá dizer respeito a título institucional, se o que se passar entre maçons for desrespeitoso, que ofenda as regras/mandamentos da Maçonaria ou que ponha a sua imagem em causa perante o público em geral.
Se algum maçom arranjar trabalho a um irmão seu, deve ser exclusivamente pela sua competência e conhecimentos (sabedoria) em relação ao cargo/função no qual é contratado. Até porque uma má contratação/ erro de casting pode custar caro à sua empresa.
Quando se acusa a Maçonaria de clientelismo, a maior parte das vezes os seus detractores esquecem-se do que são “relações de amizade”. Passo a explicar.
Se um qualquer empresário tiver um amigo a necessitar de trabalho por este se encontrar desempregado, e se estiver ao seu alcance, normalmente tentará arranjar um trabalho ao seu amigo, que o possa sustentar e que mitigue o seu “sofrimento”. É usual isso acontecer e numa sociedade como a portuguesa, a esse chico espertismo, é habitual o pessoal até fechar os olhos e inclusive a maioria das vezes até achar por bem que isso aconteça.
Uma contratação, deve ser sempre bem ponderada, seja de um maçom, de um amigo ou outra pessoa qualquer. Porque o risco a correr é enorme. E se for a contratação de um maçom, esse risco ainda será maior, pois a carga negativa indevidamente associada à Maçonaria estará sempre com uma sombra presente nessa contratação.
E se porventura essa contratação for acertada, exalta-se a pessoa (e não o maçom); mas, se essa contratação se demonstrar errada, nesse caso, o que ressaltará é o facto de o contratado ser maçom e não o facto de se ter revelado como impróprio para a função contratada.
Então porquê, se os intervenientes nesse caso forem maçons a crítica persistirá?
Se os contratados forem profanos, tudo bem. Mas se forem maçons cai o carmo e a trindade.
Pois, mas isso é o que não se deve passar. Ou se é íntegro para tudo ou então de nada vale ser faccioso e criticar apenas o que interessa criticar na Maçonaria.
Sintetizando, se alguém se quiser fazer parte dos mistérios da Arte Real, mas apenas com o intuito de arranjar trabalho, então o melhor a fazer é se dirigir a uma agência de emprego. Tanto poupa tempo e dinheiro a ele próprio bem como à Ordem Maçónica.
Fonte:pedradeburil.blogspot.com
sábado, 8 de agosto de 2026
AUSÊNCIA DURANTE A VOTAÇÃO
UM GRANDE INIMIGO DA MAÇONARIA E DA HUMANIDADE.!!!
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
DECORAÇÃO DA CÂMARA DO MEIO - REAA
FÉRIAS MAÇÔNICAS
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
JANTAR DENTRO DO TEMPLO
Em 11/05/2026 o Respeitável Irmão que se identifica apenas pelo nome de Thiago, Loja Cataratas do Iguaçu, 2970, REAA, GOB-PR, Oriente de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, solicita esclarecimentos.
JANTAR NO TEMPLO
Me surgiu uma dúvida, e eu gostaria de saber a opinião do Irmão a respeito do assunto.
Existe alguma proibição de se fazer um jantar sem nenhum cunho ritualístico, com os familiares dos irmãos (cunhadas e sobrinhos), dentro de um Templo?
Haja vista que muitas cunhadas e sobrinhos nunca adentraram a um Templo, por não haverem Sessões Brancas, por exemplo, se não existisse nenhum impedimento quanto a isso, acho que seria muito legal para os familiares jantarem dentro do Templo, sem nenhuma liturgia, nem própria nem inventada, apenas a mesas dispostas dentro do Templo.
Ainda sobre a pergunta, reitero que não se trata de uma Loja de Mesa com as cunhadas e familiares, ouvi falar que estão praticando adaptações aos rituais por aí, e isso está perfeitamente claro para mim que é vedado.
A dúvida é somente se é permitido, ou se não é proibido, o uso do templo para um Jantar ou Almoço simples com os familiares dentro do Templo, sem nenhum tipo de passagem ritualística.
Não encontrei nenhum impeditivo legal em rituais e documentos legais.
O que o poderoso irmão tem a dizer sobre o assunto?
CONSIDERAÇÕES:
Primeiramente é bom ressaltar que não existem sessões intituladas "brancas", mas existem sessões “públicas” com a presença de não iniciados (profanos).
O uso da expressão "sessão branca" deve ser evitado no sentido de não permitir que os inimigos da Maçonaria a usem como parâmetro para construir narrativas de que se existem sessões brancas, então também devem existir "sessões negras". Aliás, essa expressão "sessão branca" já caiu em desuso faz muito tempo.
Em relação a realização de outros jantares dentro do Templo, pode-se dizer que é algo altamente inapropriado, mormente porque o Templo Maçônico não foi consagrado (conferido dignidade ao espaço) para esse propósito.
Muito menos dentro do Templo devem existir reuniões festivas ou de jantares de confraternização, principalmente por serem atividades naturalmente regadas com bebidas alcoólicas. A título de ilustração, mediante verificação que não houve sua revogação, o Decreto 48, de 9 de agosto de 1988, assinado pelo então Grão-Mestre Geral Jair Assis Ribeiro, proíbe o uso de bebidas alcoólicas dentro do Templo.
No sentido de as nossas cunhadas conhecerem o Templo, elas podem perfeitamente conhece-lo, por exemplo, em uma Sessão em Homenagem ao Dia das Mães, trabalho que inclusive está prevista nos Rituais Especiais do GOB.
Ainda, a título de esclarecimento, vale mencionar o que prevê o Ritual de Banquete Ritualístico (Loja de Mesa) vigente no GOB, in Rituais Especiais (Sessões Exclusivas), 2016, de a página 115:
“Os Banquetes Maçônicos devem realizar-se, preferencialmente, nos edifícios maçônicos em locais apropriados (o grifo é meu); entretanto, podem ter lugar em outro qualquer edifício, contanto que tudo se disponha de modo que de fora do recinto nada se possa ver ou ouvir [...]”.
Notadamente, o ritual vigente menciona “locais apropriados” e não a sala da Loja, onde se realizam os trabalhos iniciáticos, ordinários ou magnos. Para “locais apropriados”, entende-se o salão de ágapes da Loja.
Assim, se nem o ritual menciona a realização de uma Loja de Mesa dentro do Templo, muito menos ainda seria plausível a realização de jantares de confraternização dentro da Loja no espaço consagrado para os trabalhos ritualístico maçônicos.
Ao concluir, fica o alerta de que não são permitidas alterações nos rituais vigentes no GOB. Qualquer atitude ou procedimento nesse sentido é considerada prática de delito maçônico e como tal será tratado.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br




