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PERGUNTAS & RESPOSTAS
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
JANTAR DENTRO DO TEMPLO
Em 11/05/2026 o Respeitável Irmão que se identifica apenas pelo nome de Thiago, Loja Cataratas do Iguaçu, 2970, REAA, GOB-PR, Oriente de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, solicita esclarecimentos.
JANTAR NO TEMPLO
Me surgiu uma dúvida, e eu gostaria de saber a opinião do Irmão a respeito do assunto.
Existe alguma proibição de se fazer um jantar sem nenhum cunho ritualístico, com os familiares dos irmãos (cunhadas e sobrinhos), dentro de um Templo?
Haja vista que muitas cunhadas e sobrinhos nunca adentraram a um Templo, por não haverem Sessões Brancas, por exemplo, se não existisse nenhum impedimento quanto a isso, acho que seria muito legal para os familiares jantarem dentro do Templo, sem nenhuma liturgia, nem própria nem inventada, apenas a mesas dispostas dentro do Templo.
Ainda sobre a pergunta, reitero que não se trata de uma Loja de Mesa com as cunhadas e familiares, ouvi falar que estão praticando adaptações aos rituais por aí, e isso está perfeitamente claro para mim que é vedado.
A dúvida é somente se é permitido, ou se não é proibido, o uso do templo para um Jantar ou Almoço simples com os familiares dentro do Templo, sem nenhum tipo de passagem ritualística.
Não encontrei nenhum impeditivo legal em rituais e documentos legais.
O que o poderoso irmão tem a dizer sobre o assunto?
CONSIDERAÇÕES:
Primeiramente é bom ressaltar que não existem sessões intituladas "brancas", mas existem sessões “públicas” com a presença de não iniciados (profanos).
O uso da expressão "sessão branca" deve ser evitado no sentido de não permitir que os inimigos da Maçonaria a usem como parâmetro para construir narrativas de que se existem sessões brancas, então também devem existir "sessões negras". Aliás, essa expressão "sessão branca" já caiu em desuso faz muito tempo.
Em relação a realização de outros jantares dentro do Templo, pode-se dizer que é algo altamente inapropriado, mormente porque o Templo Maçônico não foi consagrado (conferido dignidade ao espaço) para esse propósito.
Muito menos dentro do Templo devem existir reuniões festivas ou de jantares de confraternização, principalmente por serem atividades naturalmente regadas com bebidas alcoólicas. A título de ilustração, mediante verificação que não houve sua revogação, o Decreto 48, de 9 de agosto de 1988, assinado pelo então Grão-Mestre Geral Jair Assis Ribeiro, proíbe o uso de bebidas alcoólicas dentro do Templo.
No sentido de as nossas cunhadas conhecerem o Templo, elas podem perfeitamente conhece-lo, por exemplo, em uma Sessão em Homenagem ao Dia das Mães, trabalho que inclusive está prevista nos Rituais Especiais do GOB.
Ainda, a título de esclarecimento, vale mencionar o que prevê o Ritual de Banquete Ritualístico (Loja de Mesa) vigente no GOB, in Rituais Especiais (Sessões Exclusivas), 2016, de a página 115:
“Os Banquetes Maçônicos devem realizar-se, preferencialmente, nos edifícios maçônicos em locais apropriados (o grifo é meu); entretanto, podem ter lugar em outro qualquer edifício, contanto que tudo se disponha de modo que de fora do recinto nada se possa ver ou ouvir [...]”.
Notadamente, o ritual vigente menciona “locais apropriados” e não a sala da Loja, onde se realizam os trabalhos iniciáticos, ordinários ou magnos. Para “locais apropriados”, entende-se o salão de ágapes da Loja.
Assim, se nem o ritual menciona a realização de uma Loja de Mesa dentro do Templo, muito menos ainda seria plausível a realização de jantares de confraternização dentro da Loja no espaço consagrado para os trabalhos ritualístico maçônicos.
Ao concluir, fica o alerta de que não são permitidas alterações nos rituais vigentes no GOB. Qualquer atitude ou procedimento nesse sentido é considerada prática de delito maçônico e como tal será tratado.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
CORTEJO FÚNEBRE MAÇÔNICO
HUZZÉ
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
CHAPÉU NA TRANSFORMAÇÃO DE LOJA
MINUTO MAÇÔNICO - 23
O MESTRE MAÇOM CONSEGUE DIFERENCIAR O BOM CANDIDATO DO CANDIDATO CURIOSO
terça-feira, 4 de agosto de 2026
SAÍDA ANTES DO ENCERRAMENTO - ORDEM DE SAUDAÇÃO
Inicialmente, vale ressaltar que quem "cobre o templo" são os Cobridores, o Externo pelo lado de fora (átrio) e o Interno pelo lado de dentro (sala da Loja). À vista disso, aquele que sai não é quem "cobre o templo", mas tem para si o templo coberto pelo(s) Cobridor(es).DE QUE SE TRATA UMA SESSÃO MAÇÔNICA?
Os maçons quando se reúnem nos seus Templos, designam essas reuniões como sendo Sessões Maçónicas.
Estas Sessões podem ser ordinárias ou extraordinárias em virtude de as mesmas cumprirem, ou não, a calendarização habitual para esses encontros.
Se for uma sessão convocada pelo Grão-Mestrado, considera-se a mesma como sendo uma sessão de “Grande-Loja”. No entanto, se a sessão for convocada pelo Venerável Mestre da Loja (membro do quadro de obreiros da Respeitável Loja a quem foi confiada a presidência da Loja), esta toma apenas a designação simples de Sessão de “Loja”. Podendo estas terem, ou não, a presença de todos os seus obreiros.
Refiro isto porque podem ser sessões que englobem os três graus simbólicos da Loja (Aprendiz, Companheiro e Mestre) ou apenas convocadas para apenas um determinado grau e para um determinado fim... Tudo depende do que se pretende fazer nessa Sessão e da sua “Ordem de Trabalhos”.
As sessões maçónicas que irei abordar neste preciso texto serão aquilo que eu entendo e classifico como sendo uma simples - e que por vezes não o é assim tanto! - “Sessão de Loja”.
Estas Sessões Maçónicas são convocadas por ordem do Venerável Mestre da Loja e terão participação nelas exclusivamente membros do quadro da Loja ou seus “auxiliares”, podendo também ter a presença de visitantes maçons de outras Respeitáveis Lojas da mesma Obediência ou de Obediências reconhecidas pela Obediência em que esta Respeitável Loja se encontre filiada.
Existe porém, sessões maçónicas em que excepcionalmente poderão comparecer pessoas alheias à Maçonaria ou à Obediência em si. Estas sessões tomam o nome de “Sessão Branca”, dado o carácter que as mesmas terão e em virtude de quem as pode aceder.
Habitualmente são demonstradas certas componentes da ritualidade empregue nas sessões das Lojas ou algum tipo de palestra, bem como visitas aos Templos onde ocorrem estas sessões...
Uma Sessão Maçónica habitual tem cerca de três momentos distintos ou fases a conhecer:
Administrativo: Onde é efectuada a parte administrativa da Sessão, nomeadamente a “Chamada de Obreiros”, leitura de Actas e correspondência diversa, para além de ser a parte da sessão onde são tratados os assuntos gerais que tenham a haver com a vida interna da Loja.
Formativo: Momento em que habitualmente existe formação para obreiros e/ou leitura de Trabalhos ou Pranchas por parte dos membros ou convidados da Loja.
Ritual: Fase essencial a uma sessão maçónica; e que integra a “Abertura dos Trabalhos, circulação do “Tronco da Viúva” e do "saco das propostas", celebração da “Cadeia de União” e “Encerramento dos Trabalhos” e as demais cerimónias de Iniciação e subidas de Grau...
Em relação à execução da “Cadeia de União”, eu pessoalmente, considero a mesma, mais como sendo um momento espiritual autónomo, e como sendo o pináculo de uma Sessão Maçónica; para além da própria componente ritual que lhe é adstrita. Dado ser na sua execução que mais se espelha a união e amor fraternal que os maçons sentem entre si, comungando de um mesmo espírito agregador; e um momento de tal espiritualidade não se encontra em mais nenhuma das fases que compõem uma sessão maçónica.
E exposto este singelo esclarecimento, ficou desmistificada mais uma das curiosidades que se possam ter quanto ao que se trata no seio de uma Sessão de Loja Maçónica.
O resto apenas se poderá conhecer… Participando na mesma!
Fonte: pedradeburil.blogspot.com
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
CONFECÇÃO DO CHAPÉU - REAA
ARQUIVOS DA MAÇONARIA
LIONS ROTARY
domingo, 2 de agosto de 2026
OFICINA ELEITORAL
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
SISTEMA FEDERATIVO DO GOB

O Grande Oriente do Brasil possui uma das mais sólidas e organizadas estruturas institucionais da Maçonaria contemporânea. Seu sistema federativo, construído ao longo de décadas, é considerado único no Brasil e no mundo pela sua amplitude territorial, capacidade de integração administrativa e unidade institucional.
Atualmente, o GOB é composto por 27 unidades federativas, sendo 26 Grandes Orientes Estaduais e um Grande Oriente Distrital no Distrito Federal, formando uma estrutura nacional integrada que garante presença em todo o território brasileiro.
Esse modelo federativo representa uma das maiores forças do Grande Oriente do Brasil, permitindo que cada Estado possua sua administração própria, respeitando suas particularidades regionais, mas mantendo plena harmonia com os princípios, normas e diretrizes da Potência nacional.
A estrutura federativa do GOB consolidou um modelo de união institucional que alia autonomia administrativa estadual à unidade nacional, preservando a identidade histórica da instituição e fortalecendo sua capacidade de atuação em todo o país.
Não existe atualmente na Maçonaria brasileira ou mundial uma organização com características equivalentes ao sistema federativo do Grande Oriente do Brasil. A dimensão territorial, a integração entre os entes federados e a organização administrativa nacional tornam o modelo gobiano singular dentro da Maçonaria universal.
Outro ponto fundamental deste sistema é que existe apenas uma unidade federativa vinculada ao Grande Oriente do Brasil em cada Estado da Federação e uma no Distrito Federal. Esse princípio preserva a estabilidade institucional, evita conflitos de representação e mantém a harmonia administrativa e maçônica dentro da estrutura federativa do GOB. Como defensores da tradição, das leis e da fraternidade entre os irmãos, permaneceremos sempre vigilantes na preservação dessa premissa, mantendo firme o compromisso histórico e institucional de um só GOB, unido e integrado com todos os irmãos pertencentes ao Grande Oriente do Brasil em cada unidade da Federação.
Ao longo de sua história, o Grande Oriente do Brasil construiu uma estrutura baseada na união, no respeito federativo e na preservação de sua identidade nacional, consolidando-se como a maior e mais tradicional Potência Maçônica da América Latina e uma das maiores organizações maçônicas do mundo
Arlindo B Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do GOB
Grande Oriente do Brasil Sempre à frente, o GOB e você !
Fonte:Facebook do Grande Oriente do Brasil





