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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 5 de julho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

CÂMARA DO MEIO VII - LOJA DE MESTRE MAÇOM

Em 21/04/2026 o Respeitável Irmão Édson Honório, Loja Estrela do Monte, 4647, REAA, GOB MINAS, Oriente de Monte Carmelo, Estado de Minas Gerais, formula a seguinte pergunta:

CÂMARA DO MEIO

Se não for abusar da vossa boa vontade e tomar seu tempo, poderíeis sintetizar rapidamente, em que circunstâncias (tipo de sessão) são acesas as 3 luzes litúrgicas (ou velas) nos altares das Luzes da Loja? Ou seja, quando o Venerável deve acender as três luzes de seu altar? E os Vigilantes?

CONSIDERAÇÕES:

De início, vale ressaltar que das Luzes da Loja, o único que ocupa um altar é o Respeitab∴ Mestre, enquanto que os VVenerab∴ Vigilantes ocupam mesas. Da mesma forma, também os VVen∴ IIr∴ Orador, o Secretário, o Chanceler e o Tesoureiro ocupam mesas.

No que se refere ao acendimento de todas as luzes litúrgicas dos candelabros, elas serão acesas no momento em que a Loja de Mestre Maçom for aberta (vide ritual respectivo).

Toda essa liturgia, especialmente a de quando devem ser acesas e apagadas as luzes litúrgicas, encontra-se no Ritual de Mestre Maçom do REAA, GOB, em vigência (2024), dele perscrutar as sessões ordinárias e as magnas de Exaltação.

NOTA 1 – Câmara do Meio é o mesmo que uma Loja aberta no 3º Grau (Loja de Mestre Maçom). Esse nome tem origem na lenda da construção do Templo de Jerusalém.

NOTA 2 – Luzes litúrgicas correspondem àquelas que são acesas nos candelabros de três braços que ficam, respectivamente, em cima do altar ocupado pelo Respeitab∴ Mestre e das mesas ocupadas pelos VVen∴ IIr∴Vigilantes.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

BREVIÁRIO MAÇÔNICO

DEGRAU

Degrau é um elemento para subir ou descer de um plano; diz-se para os que galgam posições que subiram um ou mais degraus na vida.

Degrau é sinônimo de "geração", ou seja, de "grau", que significa uma posição superior ou inferior; tanto se pode subir em graus como descer.

Maçonicamente, os degraus são elementos que fazem parte da decoração da Loja; do Ocidente para o Oriente, existem quatro degraus, formando uma "escada de sete degraus", que possui simbolismo esotérico.

Os quatro primeiros degraus representam força, trabalho, ciência e virtude; os últimos três: pureza, luz e verdade.

Alguns autores dão o significado aos sete degraus como símbolos do comportamento do maçom: lealdade, coragem, paciência, tolerância, prudência, amor e silêncio.

Erroneamente, diz-se que cada degrau da escada de Jacó representa a ascenção dos graus de um rito.

O maçom deve ter em mente, ao transpor os degraus de sua Loja, que, se ascende, fatalmente deverá descer.

Deve, portanto, ser prudente quando receber honraria ou encargos, pois é muito difícil alguém manter-se sempre em posição de destaque.

A subida sempre é lenta e difícil; a descida é rápida e imprevista. O maçom deve lembrar-se sempre disso.

Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 120.

COMO SE FORMA UM MAÇOM?

 

A questão que foi colocada é simples!

Como é que uma loja deve formar um I∴ para que seja um excelente Maçom no futuro?

A simplicidade da pergunta, denota alguma ingenuidade, mas obriga a uma resposta nada fácil. Certamente outros estudiosos da nossa sublime instituição, encontrariam aqui matéria para uma grande dissertação filosófica.

Mas eu confesso que fiquei atrapalhado! Assim surgiu-me uma ideia. Tudo começa no princípio, e o princípio é a escolha, quando abordamos alguém para ser futuramente nosso I∴, que critérios usamos?

Sabemos que a maçonaria lapida o carácter, mas não a personalidade humana, pois esta é imutável. Assim a matéria prima, o futuro I∴ tem que ser muito bem escolhido, muito bem investigado, muito bem inquirido, e o seu escrutínio deve ser realmente sem favorecimentos.

Não deverá ser só porque é meu chefe, meu colega, muito influente ou outras segundas escolhas que não a mais importante, que segundo eu deverá ser: Se tem bom Carácter se é livre e de bons costumes. Nem todos os que lidam diariamente connosco deverão servir para ser nossos irmãos, digo eu!

E se fizermos realmente esta pergunta, antes de indicarmos alguém para ser iniciado, com Certeza estaremos a construir o futuro da Maçonaria que é dependente da formação de bons maçons.

Não se forma bom carácter de quem não tem personalidade e coração sensível ao Bem, de quem não é livre e de bons costumes. Assim mais uma vez reforço que o futuro para se ser um bom Maçom começa pelas escolhas.

Quem realmente pode ser digno de ser nosso I∴ e não haver interesses pessoais ou até mais escusos, como se vê em muitas lojas, que só almejam impor vaidades aos seus membros, como forma cabal e néscia de demonstração de poder, de uma enfermidade que chega  às raias do ridículo das vaidades pessoais e até mesmo de um grupo de pseudomaçons.

Agora se fizermos uma boa escolha resposta fica mais fácil de ser esplanada. O verdadeiro I∴ já nasce Maçom, já o demonstrou nas sua atitudes no mundo profano, no seu relacionamento profissional, na família, enfim! Na sua vida. Este sim, está pronto para ser lapidado. Uma pedra bruta que o maço e o cinzel, irão tornar numa escultura de beleza impar, capaz de sentir o verdadeiro amor fraternal.

A verdadeira maçonaria é esculpida no interior da subjectividade, legando a cada um o ónus de se inscrever no livro de presenças da grande Loja do Oriente Eterno.

Não se pode confundir o reconhecimento de direito com o reconhecimento de facto.

Ter carteira e estar em dia com a loja, é condição para ser reconhecido como regular. Mas ser honrado e praticar os ensinamentos maçónicos e vivenciar a verdadeira essência maçónica, é ofício a ser burilado e aplanado pelo mestre interior, e pelos vigilantes da própria consciência e da vida.

O Maçom precisa de ser um construtor de templos à virtude, pois assim são os ditames da fraternidade.

A loja é a escola da sua formação.

Para esse mister, a ela os maçons comparecem com assiduidade, para, com os seus irmãos se instruírem reciprocamente nas práticas da virtude.

O Maçom mesmo esculpindo-se, adapta-se ao espaço que lhe foi reservado no levantamento do edifício social, construindo o seu templo interior.

Mas precisa estar advertido de que na construção do templo, de permeio, no material, encontram-se vários obstáculos, entre eles, a ignorância, os preconceitos, a perfídia e o erro.

Escuso-me aqui de enumerar o significado de cada obstáculo, pois são bem conhecidos por todos nós.

Aqui volto ao início das nossas ponderações: “A Nossa Escolha” quem serão os nossos futuros irmãos? Será sempre Ratificadora, daquilo que almejamos para a nossa ordem”.

Podemos pressupor que todos os verdadeiros maçons têm o domínio sobre o saber necessário para se comportar de forma digna em todos os momentos.

Outro paradigma importante.

A maçonaria é uma escola de formação de líderes e lideranças.

Liderar é influenciar positivamente as pessoas para que elas atinjam resultados que atendam as necessidades tanto individuais quanto colectivas, e ainda, responsabilizar-se pelo desenvolvimento de novos líderes.

Para que tal aconteça, devemos desenvolver entre outras, a capacidade de perseverança, é esta qualidade que nos permite levar por diante o nosso objectivo, com firmeza na construção mais apreciada. Concluo que o Maçom é livre e de bons costumes e sensível ao bem e que, pelos seus ensinamentos da maçonaria busca o seu engrandecimento como ser humano actuante e culto, combatendo a ignorância. A ignorância é o vício que mais aproxima o homem do irracional.

Assim sendo e por ser Maçom, deve conduzir-se com absoluta isenção e a máxima honestidade de propósitos, coerentes com os princípios maçónicos, e para ser um obreiro útil a serviço da nossa ordem e da humanidade.

Não se aprende tudo de uma só vez. O saber é o acumular de experiências e de conhecimentos a que se vai tendo acesso. E esta experiencia continuada e construtiva da maçonaria exerce-se em loja, nos trabalhos e no convívio social, conduzindo o homem aos caminhos da justiça e da tolerância.

Não nos esqueçamos como começamos esta dissertação: O mais importante é a matéria-prima, nas nossas escolhas está o futuro da Ordem. O verdadeiro Maçom já nasce, a iniciação é apenas a formalização de qualidade de direito, pois de fato ele já o é desde o seu nascimento.

Gil Vicente (27.02.2020)

Fonte: freemason.pt

sábado, 4 de julho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

APLICAÇAO DA RITUALÍSTICA PREVISTA NO RITUAL

Em 20/04/2026 o Respeitável Irmão Fábio Martins, Loja Vale do Pirapetinga, 4284, REAA, GOB MINAS, Oriente de Bom Sucesso, Estado de Minas Gerais, solicita esclarecimentos;

APLICAÇÃO DA RITUALÍSTICA

Bom dia Eminente Ir Pedro Juk, como vai?

Atendendo sua orientação pelo WhatsApp, encaminho minha dúvida por e-mail.

Gostaria de sua orientação para apresentar em Loja sobre:

1) A importância do cumprimento da Ritualística nas Sessões Maçônicas nos dias de hoje, até que ponto que adaptações e inovações não geram comprometimento da tradição ritualística, qual o cuidado que devemos ter para não agir por "achismos" na execução dos trabalhos em Loja ritualisticamente?

2) Outra questão que queria sua orientação, é sobre o registro de imagens (foto, gravação, etc.) em Loja. Adotamos em nossa Loja, conforme o Juramento que fazemos na Iniciação, de não realizar esses registros com a Loja aberta, e sim após o encerramento dos trabalhos, para o sigilo do que ali é praticado. Semana passada fui alertado por um Ir que no Facebook do GOB há imagens com a Loja aberta, inclusive gostaria que o Ir me informasse se essas imagens correspondem realmente a sessão aberta ou não. Estou abordando o caso se tratando de sessão reservada a Maçons, não em sessão pública. 

Existem variações nessa questão de cada GOB Estadual? O que é permitido e o que é proibido conforme a ritualística?

CONSIDERAÇÕES:

1 - Seria redundante se dizer que o Ritual vigente deve ser aplicado na sua íntegra. Em síntese, a ritualística deve ser aplicada como estiver prevista no ritual vigente, nada mais e nada menos, a não ser que exista alguma orientação, a parte, da Secretaria Geral de Orientação Ritualística, homologada por Ato ou Decreto do Grão-Mestre Geral.

Nesse sentido, o próprio Ritual menciona no item 1.2 - Interpretação deste Ritual - dele parte do seu segundo parágrafo, onde está escrito o seguinte:

"(...) em qualquer Sessão, é proibida (o grifo é meu) a inclusão de cerimônias, palavras, expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui não constem ou estejam, assim como é vedada a exclusão (o grifo é meu) de cerimônias, palavras, expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui constem ou estejam previstos, sendo que a transgressão dessas advertências configura ilícito maçônicos severo, que, como tal, será tratado (o grifo e meu)".

Assim sendo, o ritual é para ser seguido, ipsis litteris, não havendo qualquer tolerância para com práticas que dele não constem, mesmo que acompanhadas de alegadas desculpas que invocam tradições, usos e costumes da Loja – não está no ritual, não se faz.

Apenas o Grão-Mestre Geral, que é o guardião dos rituais do GOB, é quem pode alterar, mediante Ato ou Decreto seu, o ritual - absolutamente ninguém mais, nem mesmo algum Grão-Mestre Estadual.

2 – Eu entendo que em Loja aberta não deve haver registros fotográficos, sobretudo em se invocando o landmark do sigilo. Não compete a mim, como Secretário Geral, fiscalizar ou tecer comentários sobre eventuais descumprimentos dessa regra. Compete sim às autoridades legalmente constituídas coibir procedimentos equivocados. 

Afinal, em todas as sessões do GOB previstas, independente do rito que está sendo praticado, há sempre um representante do Ministério Maçônico presente (Guarda da Lei). Notadamente, o Guarda da Lei deve fazer cumprir a Lei.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

ARCANGELO GHISLERI


Arcangelo Ghisleri (Persico Dosimo, Itália, 5 de setembro de 1855 – 19 de agosto de 1938, Bergamo, Itália) foi um geógrafo, escritor, desenhista, filósofo, jornalista, professor e político italiano.

Vivenciando uma linguagem repetitiva nos atlas geográficos, resolveu se empenhar na criação de algo inovador para mapas ilustrativos. Após publicar “Piccolo Manuale di Geografia Storica” (Bérgamo, 1889), empreendeu uma tarefa inédita, a criação de uma narrativa que desse a devida importância à evolução histórica e geográfica da Itália. A gráfica “Fratelli Cattaneo”, de Bérgamo, interessou-se pelo projeto e, graças ao sucesso das iniciativas editoriais de Ghisleri, tornou-se o Istituto Italiano di Arti Grafiche (Instituto Italiano de Artes Gráficas) e consolidou-se no setor cartográfico. Ele também produziu inúmeros mapas do continente africano.

Foi Iniciado na Maçonaria em 21 de dezembro de 1879 na Loggia “La Ragione” em Milão, Itália. ele foi também um dos fundadores em 1906 da “Loggia Pontida”, em Bérgamo.

Fote:COLUNA CULTURAL MAÇÔNICA

MOZART E A MÚSICA FÚNEBRE MAÇÔNICA

A relação entre Mozart e Maçonaria é uma sinfonia de espiritualidade, arte e filosofia que se entrelaça nos últimos anos de sua vida. Iniciado na loja vienense "Zur Wohltätigkeit" em 1784, Wolfgang Amadeus Mozart não foi um membro passivo: participou ativamente nos rituais, compôs música para cerimônias maçônicas e absorveu os ideais de fraternidade, sabedoria e perfeição moral que permeavam o pensamento ilustrado da época. Seu vínculo com a Maçonaria não foi decorativo, mas profundamente vivencial, e se reflete em obras que ainda hoje ressoam com solenidade e mistério.

Uma das peças mais icônicas desta ligação é a Maurerische Trauermusik (Música Fúnebre Maçônica), composta em 1785 para homenagear dois irmãos maçons falecidos. Esta obra, escrita em dó menor, afasta-se do virtuosismo brilhante que caracteriza muitas das suas composições e entra numa atmosfera de recolha, gravidade e contemplação. Acordes lentos, dissonâncias contidas e orquestração austera evocam não só o luto, mas também a ideia de trânsito espiritual, de passagem para a luz. É uma música que não busca entreter, mas elevar a alma.

Além desta obra, o simbolismo maçônico permeia outras composições de Mozart, especialmente a flauta mágica, uma ópera que pode ser lida como uma alegoria inicática. Nela, o protagonista Tamino passa por provas que lembram os graus maçônicos, guiado pela sabedoria de Sarastro, líder de um templo solar. Os temas de luz e escuridão, conhecimento e superstição, liberdade e obediência se entrelaçam em uma narrativa que reflete os valores da Maçonaria especulativa. A música, neste contexto, torna-se um veículo de ensino, um ritual sonoro que acompanha o despertar do espírito.

Mozart compreendia a música como uma linguagem capaz de expressar o inefável, e em suas composições maçônicas essa linguagem se torna ainda mais profunda. Cada nota parece carregada de intenção, cada pausa sugere uma reflexão. Nas suas partituras, o esquadrão e o compasso não estão desenhados, mas sentem-se: na estrutura, na harmonia, na proporção. É como se o templo maçônico fosse construído não com pedra, mas com som.

Esta dimensão da sua obra foi redescoberta por estudiosos e músicos que vêem em Mozart não só o génio clássico, mas o iniciado que quis transmitir, através da sua arte, uma visão do mundo mais justa, mais sábia, mais luminosa. Seu legado maçônico não está em tratados ou discursos, mas na vibração de suas notas, no silêncio que as rodeia, na emoção que despertam. É um legado que continua vivo, como um ritual que nunca acaba.

Fonte: Facebook_Maestros Masones

sexta-feira, 3 de julho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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REASSUNÇÃO DE VENERÁVEL MESTRE

Em 27/06/2026 o Respeitável Irmão Maurício Américo Alves, Loja Monumento do Ipiranga, 3771, REAA, GOB -SP, Oriente de São Paulo, Capital, formula a seguinte pergunta.

REASSUNÇÃO

Preciso de um esclarecimento. No meu entendimento, assim como na Instalação, também na Reassunção o M∴ de CCer∴ tem que ser um Mestre Instalado, até porque, o Ritual a ser usado com as falas do M∴ de CCer∴ e i seu trabalho no auxílio ao Presidenta da Comissão Instaladora, está dentro do Ritual de Mestre Instalado.

Acontece que, algumas Lojas estão colocando na sessão de Reassunção um Irmão Mestre (não instalado) para ocupar o trabalho de cerimônias, alegando que trabalham no máximo em
Grau de Mestre.

Desta forma, preciso que o Irmão esclareça se está correto, porque, se a moda pegar, já viu...

Obs. – caso eu esteja errado, peço desculpas, mas não consigo compreender tal situação.

CONSIDERAÇÕES:


Como na Reassunção de Venerável Mestre não há abertura do Conselho de Mestre Instalados, de fato basta que apenas os três membros da Comissão de Reassunção, designados pelo Grande Oriente, sejam Mestres Instalados.

Diferente da Instalação, onde há abertura do Conselho de Mestres Instalados, na Reassunção, onde o eleito já é um Mestre Instalado, o Orador, o Secretário, o M∴de CCer∴ e o Cobridor Interno não precisam deter o título honorífico de Mestre Instalado, bastando para tal que sejam Mestres Maçons.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

A MAÇONARIA NÃO DEVERIA EXISTIR


Dia desses fui acompanhar a sindicância de um menino de 14 anos, pretendente a ser iniciado na Ordem DeMolay no Capítulo do qual faço parte. Estávamos em um grupo de 4 pessoas para esta sindicância. Além de mim, iam meu filho e mais dois DeMolays.

Chegamos na casa do menino e a sindicância começou como começam todas as sindicâncias, os DeMolays explicando ao candidato o que é a Ordem, como ela se iniciou, seus preceitos, as virtudes que são cultuadas, etc, etc...

Na minha posição de Tio eu só escutava as explicações, acompanhava as perguntas curiosas e as respostas bem fundamentadas.

Porém, eu percebia que o candidato ficava incomodado com as respostas e acabava questionando com mais ênfase determinados pontos até que ele perguntou: “- Ok, vocês me explicaram que a Ordem DeMolay prega o respeito a Pai e Mãe, quer que sejamos cidadãos patriotas, tolera e respeita todas as religiões e etc, mas eu não preciso ser DeMolay para fazer isso, pois isso é que meus pais têm me ensinado desde pequeno. Então, por que eu precisaria ser iniciado na Ordem para continuar fazendo o que eu já faço?”

Se não fosse a seriedade do momento teria sido engraçado, pois tanto meu filho quanto os outros dois DeMolays ficaram com aquela cara de “putz, é verdade, eu não tinha pensado nisso. E agora, o que eu respondo?”. Aí todo mundo olhou para mim, esperando uma ajuda na resposta e eu fui obrigado a dizer algo.

Mas eu acho que eles não esperavam a resposta que eu dei. Disse assim: “- Sabe, eu já me fiz essa pergunta algumas vezes e só pude concluir uma coisa: A Maçonaria não deveria existir, assim como a Ordem DeMolay também não deveria existir”. Nossa!!! a cara de pânico dos meninos era hilária. No mínimo eles pensaram “Este cara ficou doido. A gente vem tentar trazer mais um membro para nossa Ordem e ele diz que ela deveria acabar? Ele deve ter ficado maluco”. Aí eu tive de continuar a explicar minha “teoria”:

“- Na verdade as pessoas não deveriam precisar ser lembradas a todo momento que elas devem ter respeito pelo seu país, sua família ou ao próximo. Aliás deveria ser a coisa mais normal do mundo nós nos reunirmos para arrecadar fundos para ajudar um orfanato. Aliás, mas aliás mesmo, se o mundo fosse diferente, nem deveriam existir orfanatos, pois não deveriam existir crianças abandonadas pelos pais.

Nós deveríamos sair à rua e não deveria ser normal querermos brigar com o motorista de outro carro por causa de uma vaga para estacionar. Ninguém deveria desconfiar da honestidade de outra pessoa, porque a desonestidade não deveria existir.

Eu não deveria colocar portões na minha casa e me fechar dentro de uma gaiola para evitar ser assaltado, porque a violência não deveria existir. Ninguém deveria temer sair de casa com a camisa do seu time de futebol preferido, com medo de ser espancado até a morte por uma meia dúzia de imbecis que usam uma camisa de outro time.

Mas, infelizmente, este mundo que acabei de comentar não existe e somos expostos diariamente a tantas influências negativas que temos de procurar uma forma de nos unirmos a pessoas que ainda cultuam algum tipo de preceitos e valores morais e que pensem como nós.

E para isso que existe a Maçonaria e a Ordem DeMolay, por exemplo. Lá somos lembrados a continuar usando tudo de bom que aprendemos com nossos pais e nos são “relembrados” alguns outros valores que acabamos esquecendo com a correria da vida. No dia que o ser humano aprender a respeitar ao próximo eu proponho o fim da Maçonaria e de todas as Ordens semelhantes. Enquanto isso seria um prazer ter você conosco.” Hoje este candidato não é mais candidato, pois foi iniciado DeMolay logo depois.

Mas o que mais me deixou feliz foi escutar esta minha teoria repetida por um dos meninos que estavam participando daquela sindicância para outro candidato à Ordem DeMolay, dias depois. Ou seja, até que esta teoria não é tão maluca assim, pois mais alguém concorda com ela.

Esta história foi narrada por um Irmão Maçom desconhecido, mas ela deve ser muita divulgada entre nós...

Fonte: https://focoartereal.blogspot.com

quinta-feira, 2 de julho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

RITUAIS DE FILIAÇÃO, REGULARIZAÇAO, E ADMISSÃO DE MEMBRO HONORÁRIO

Em 19.04.2026 o Respeitável Irmão João Gabriel de Alencastro Martins, Loja Bárbara de Alencar, 4794, REAA, GOB-CE, Oriente de Fortaleza, Estado do Ceará, formula a seguinte pergunta:

RITUAL/FILIAÇÃO/REGULARIZAÇÃO/MEMBRO HONORÁRIO.

Tenho dúvida com relação ao cerimonial de Filiação/Regularização/Membro honorário, pois nas pg. 88 e 89; 92 e 93; 96 e 97 do ritual de aprendiz ed. 2024 pede para os irmãos ficarem a ordem por duas vezes seguidas sem que antes eles se sentem, apenas que a guarda de honra retorne ao lugar.

Observando o ritual de 2009 (que já está revogado) vejo que tal coisa não acontece. Minha dúvida é: como proceder com tais cerimoniais? Seria um erro de edição que futuramente será corrigido? Existe algo no SOR que trate sobre?

CONSIDERAÇÕES:


De fato, ocorreu mesmo foi um erro de digitação. Assim, no Ritual de Aprendiz do REAA, 2024/GOB, elimine-se a frase "em pé e à Ordem" das páginas 88, 92 e 96, permanecendo apenas as das páginas 89, 93 e 97.

No que diz respeito ao SOR – Sistema de Orientação Ritualística/GOB, ele não existe mais para o REAA, mormente porque o mesmo era para o ritual do REAA de 2009, o qual já se encontra revogado, valendo apenas o ritual de 2024.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MAÇONARIA NO CHILE


Baile organizado pelas Lojas Maçônicas anglo-saxônicas de Valparaíso, Chile (c.1900)
Por Luciano J. A. Urpia | Criador da Página

PROFANO OU NEÓFITO?

Ir∴ José Aparecido dos Santos
ARLS Frederico Chalbaud Biscaia – Rito Francês – Oriente de Maringá ARLS Justiça – Rito REAA – Oriente de Maringá

Em uma breve análise sobre a vida profana e a iniciação na maçonaria, cheguei a uma conclusão;

Inicio da Vida Profana: Iniciamos com uma corrida (viagem) de milhões e um somente tem a Graça de Deus de ter um local único, escuro, sem nenhum visão da vida futura e dentro do ventre materno por nove meses e tendo toda afeição e alegria daqueles que querem a sua presença entre eles.

Quando ganhamos a luz, não enxergamos e sim só vemos luz por alguns dias, sem poder decifrar o que virá no futuro, não falamos e sim tentamos balbuciar algumas palavras e sem definições, não caminhamos por vários meses e sim somos levados e carregado por aqueles que devotam amor por nós e a confiança é total naquele que nos carrega por todos os lados.

Não conhecemos e nem temos conhecimento deste ser Supremo (Deus), somos um pequeno pagão por um determinado tempo, até recebermos a luz divina de nosso Pai Maior, do nosso batizado e nos é colocado pela ação divina, ótimos mestres em nossos ensinamentos de vida profana, sendo os nossos pais, avós, que só tendem a nos dar o ensinamento de vida, nos levando a verdade absoluta, nos apresentando ao Ser Supremo (Deus), nos dando o que é bondade, benevolência, atitudes de moral humana, educação e etc.

Iniciamos a vida profana com valorosos mestres e com verdadeiros ensinamentos de vida correta, integra, tendo o crescimento pessoal, moral, intelectual e sempre pelos mestres da vida que nos conduzem para a plenitude do mundo, estes nunca nos deixam, são eternos mestres para com nós.

Inicio da Vida Maçônica: Somos escolhidos no meio de milhões de profanos, e ao sermos iniciados, ficamos de olhos vendados, sem poder ver nada por algumas horas, voltamos ao nosso interior mental, como também voltamos ao interior da terra, representando o ventre materno, depois de algumas horas, com diversas viagens que fazemos pelo interior do Templo e sempre com um mestre que nos dá todo apoio e acreditamos na segurança deste que nos leva.

Depois de muitas idas e vindas (viagens), recebemos a luz, por alguns minutos, temos a visão conturbada e sem reconhecer as pessoas que nos aguardam com alegria, amor, dedicação e nos vendo como um novo irmão que vai iniciar os seus passos e engatinhando na vida maçônica.

Da mesma forma que somos levados pelos nossos pais, avós, na vida profana, também temos excelentes mestres que tendem a nos levar para o aprendizado da maçonaria, aprendendo os passos da vida ereta e doutrinada na verdade, humildade, ser um homem integro em todos os momentos e locais.

No grau de Aprendiz, temos os nossos passos idênticos de uma criança, e nos é ensinado como fazer, como se portar dentro de um Templo e nos sendo ensinado, como devemos nos portar dentro do Templo e como devemos estar paramentados, em seguida partimos para o grau de Companheiro, já podendo mudar os passos, mas tendo que ter os mestres sempre nos apoiando e aprimorando o lado do ser humano e maçom, para que este no futuro próximo, possa dar o ensinamento ao grau de Aprendiz.

Quando temos o grau de Mestre, este sendo o ápice do Grau Simbólico, já tendo o discernimento do que deve fazer na vida maçônica e profana, para não dar maus exemplos aos que estão iniciando na Maçonaria, este pode e tem o domínio de ir para o Oriente e retornar para o Ocidente, já tem o seu lado espiritual e mental eficaz e tendo que ensinar o Aprendiz e Companheiro.

Em todo momento de vida maçônica, temos que ter em mente, que somos homens livres, de bons costumes, podendo errar, não dando continuidade nos mesmos erros, sem sermos soberbos, temos que ter a humildade, integridade, postura pessoal, crença e devoção em Deus não somente para sociedade maçônica, mas continuar na sociedade profana, que nos vê, como homens com diferencial.

E nós é colocado que somos todos iguais, nenhum irmão é melhor que o outro, mesmo que este tenha um grau elevado de cultura e financeira, somos todos iguais não somente dentro dos Templos, mas no dia à dia de nossa vida maçônica e profana, desta forma, não devemos ser soberbos.

Desde aprendiz, companheiro, mestre e do grau 4 ao 33, todos nós estamos em franco estudo maçônico e um tem que dar um pouco de si para ensinar o outro irmão, o que é ser maçom, qual o grau do significado da vida maçônica, sendo através dos estudos, vivência entre todos nós e praticando o nosso ensinamento: “LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE”, devemos sim, retornar a Câmara de Reflexões, para um exame de consciência e alertar-se de que, na realidade, e Maçom.

O diferencial do Homem Maçom, que tem que ter em mente, que todos nós somos iguais e temos que fazer para o outro o que desejamos para nós e nossos familiares, não somos somente irmão de maçonaria, mas temos que ser “AMIGOS e IRMÃOS”!! Ou “IRMÃOS e AMIGOS”?? Se não nos sentirmos como verdadeiros “AMIGOS E IRMÃOS”, qual o motivo de desejarmos em nos tornarmos “MAÇOM”!!??

Fonte: JBNews - Informativo nº 312 - 06 de Julho de 2011

quarta-feira, 1 de julho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

FAÇA-SE A LUZ!

Em 19.04.2026 o Respeitável Irmão Marcos Amorim, Loja Miosótis, 4838, REAA, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a dúvida seguinte:

FAÇA-SE A LUZ!

Venho mais uma vez solicitar auxílio ao Irmão, desta vez sobre as falas nas páginas 159 e 160 do Ritual de Aprendiz, nas quais temos a fala do Venerável e dos Vigilantes no momento do “Faça-se a Luz”.

A Dúvida é: quem fala as duas últimas frases? A primeira frase, "FAÇA-SE A LUZ!" parece ser dita pelo V∴ M∴, mas as frases seguintes devem ser ditas pelo 1º Vig∴ e 2º VVig∴, respectivamente? Mais uma vez, agradeço antecipadamente pela ajuda e cordialidade.

RESPOSTA:

Todas as falas relativas a essa passagem ritualística são proferidas apenas pelo Venerável Mestre. 

Conforme está previsto no Ritual, no sublime momento do “Faça-se a Luz”, a cada exclamação pronunciada pelo Venerável Mestre, seguida de um golpe de malhete, os Irmãos 1º e 2º Vigilantes seguem-no também percutindo igualmente os seus malhetes.

As três exclamações são ditas pelo Venerável Mestre, enquanto que os golpes sequenciais a cada exclamação são dados pelo Venerável e os respectivos Vigilantes.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 18

A BALANÇA

1º - Balança corresponde a libra em latim; signo do zodíaco, é formado por oito estrelas. O símbolo da libra é uma balança com dois pratos, mantendo o fiel no centro.
2º - Originou-se pela igualdade do equinócio de outono, quando os dias e as noites apresentam a mesma duração.
3º - Maçonicamente, o zodíaco nada tem a ver com a astrologia; apenas são símbolos hauridos das constelações existentes no cosmo.
4º - Os nascido sob esse signo destacam-se na sociedade pelo bom senso de suas atitudes e pela tranqüilidade no desempenho de seu trabalho.
5º - Todo o maçom deve espelhar-se nesse símbolo que lhe propicia equilíbrio, igualdade, temperança e justiça.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

LANDMARKS DEVEM SER IMUTÁVEIS?

Irmão Marcelo Artilheiro

Qual o papel do maçom frente os princípios, costumes, tradições e normas manifestamente injustas, anacrônicas, desproporcionais e ou lesivas aos direitos humanos e aos próprios ideais da Ordem?

Os Landmarks existem como criação necessária aos limites da liberdade e a segurança, itens estes indispensáveis na Ordem Maçônica, assim as dificuldades que se opõem à sua ruptura se explicam pela mesmíssima razão.

Porém, não se pode questionar que numa Instituição e numa Sociedade de homens livres e progressistas a Justiça tem de estar acima da segurança, da imutabilidade e dos limites temporais, isto porque sem Justiça não pode existir Maçonaria.

Para aqueles que defendem a inspiração dos Landmarks na nomenclatura do Velho Testamento, como amplamente defendido, tais fundamentos encontram-se em: Provérbios, 22 e 23/ 28 e 10: “Não removas os antigos limites que teus pais fizeram” e “não removas os antigos limites nem entre nos campos dos órfãos”. Deuteronômios, 19,14: “não tomarás nem mudarás os limites do teu próximo que os antigos estabeleceram na tua propriedade”. Contudo, impõe-se a reflexão que estando Jesus caminhando com seus discípulos num sábado, e estando eles com fome, começaram a colher espigas. Os fariseus lhe perguntaram: "Olha, por que fazem eles no sábado o que não é lícito?" (era proibido trabalhar no sábado), Jesus após justificar o ato, acrescentou: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; assim o Filho do Homem é senhor até do sábado." (Marcos 2:23-28). Em outras palavras, os Landmarks foram feitos para a Maçonaria e Homens, e não os homens e a Maçonaria para os Landmarks.

A realidade maçônica e social são dinâmicas. Mudam-se os valores e alteram-se os conceitos de liberdade, de homem, de igualdade, de justiça e etc. Assim é possível vislumbrar que alguns Landmarks da forma com tradicionalmente interpretados não mais refletem a noção de justiça, igualdade, fraternidade e liberdade.

Não existem limites e verdades eternas como razões ou conceitos desvinculados de um tempo, de um contexto social, econômico, político e científico. Os limites e as verdades são dinâmicos, são frutos de um processo dinâmico, influenciados constantemente pela ciência, cultura e valores, assim não se pode separar a instituição, a filosofia e pensamentos de seu contexto histórico, político, científico, religioso, econômico e etc.

A rigor, não se trata de relativizar ou abandonar todos os Landmarks, mas de rever os limites de alguns Landmarks, realizar uma nova leitura, a análise sob um nova dimensão, para deles excluir as interpretações incompatíveis e anacrônicas com a ciência, modernidade, justiça, verdade e dignidade da pessoa humana.

Não podem existir limites ilimitados e verdades inverídicas ainda que sob o pretexto de se prestigiar os antigos costumes, obrigações, usos e tradições.

Faz-se necessário considerar que a subjetividade da ideia da imutabilidade dos Landmarks se contrapõe a própria Maçonaria, ao espírito inconformista da própria Ordem e dos Irmãos, que não se satisfizeram no passado e não se satisfazem hoje com o aquilo que entendem como irrazoável, injusto, anacrônico e ilegítimo.

Os pilares da Maçonaria não são os Landmarks, mas sim a Dignidade do homem em sua mais ampla dimensão. Portanto, a liberdade e justiça devem ser os valores supremos de uma Instituição que se diz fraterna, progressista, igualitária, libertária, científica, pacifista e que busca a verdade e não a manutenção da "verdade".

Os Landmarks não devem tutelar a teratologia de uma tradição, costume ou uso gravemente injusto, irracional e incompatível com a moderna sociedade. Penso que não foi esta a intenção de seus autores (aqui, deve-se se questionar: quem os legitimou para construir tais verdades absolutas?) e criarem um mecanismo de blindagem para o pensamento humano e consequentemente restringir direitos, dentre eles, notadamente, o direito de pensar.

Entender que os Landmarks devem imperar de forma absoluta em razão dos antigos costumes, usos, obrigações e tradições é criar um dogma, dispondo-os acima do bem, do mal, da justiça, da injustiça, da dignidade do homem e da própria Maçonaria, o que se mostra ilógico.

A realidade maçônica aponta que a relativização dos Landmarks ainda que por vias atípicas já está presente na vida dos homens livres e de bons costumes, ainda que com outro nome, de modo expresso ou implícito e sob a chancela informal da própria Ordem.

A vida em uma sociedade democrática, justa, fraternal e científica e numa Instituição Maçônica requer o equilíbrio entre direitos e liberdades. Portanto, balancear a estabilidade/imutabilidade e a realidade, não se trata de mera ponderação de valores, princípios ou costumes, mas sim a fixação do alcance da verdade, da justiça e da instrumentalidade dos Landmark em busca da Justiça e dos elevados propósitos da Ordem, propósitos este superiores aos próprios Landmarks.

Cabe neste momento lembrar Heráclito: “Nada é permanente, exceto a mudança”.

Fonte: https://artilheiro7.wixsite.com

terça-feira, 30 de junho de 2026