
ESTUDOS
"ACHAR MENOS - PROCURAR MAIS"
Páginas
PERGUNTAS & RESPOSTAS
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
INTRODUÇÃO DE VISITANTES - INTERROGATÓRIO
Nunca houve orientação "oficial" para o uso dos pronomes possessivos "nossa", "minha", etc. De modo prático, tudo está no contexto iniciático do questionário e qualquer uma das formas utilizadas é altamente compreensível, pois trata-se apenas uma pergunta do Venerável se, figuradamente, o visitante, além de trazer amizade, paz e prosperidade, traz algo mais. Então o visitante responde dizendo que o Venerável da sua Loja (da Loja do visitante) o saúda por (...).GEORGE W. TRUETT
MAÇONARIA, ASTRONOMIA E ASTROLOGIA: UM OLHAR APRENDIZ
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
PRIMEIRO TRABALHO - COMPANHEIRO MAÇOM
MINUTO MAÇÔNICO - 26
OS TRÊS PORQUINHOS E O SIMBOLISMO INICIÁTICO DELES
Representa o Companheiro que avançou no estudo das ciências, artes e símbolos, mas ainda mantém vínculos com o mundo profano: vaidade, ambição desviada, hipocrisia que o leva ao erro. O Lobo também destrói esta casa, porque o grau intermediário ainda não está cheio de força. O Companheiro deve continuar a polir a sua pedra.
terça-feira, 25 de agosto de 2026
COBRIDOR INTERNO ANUNCIANDO
Em 22/05/2026 o Respeitável Irmão Édson dos Santos, Loja Regeneração Sul Bahiana, 994, REAA, GOB, Oriente de Ilhéus, Estado da Bahia, pede esclarecimentos para o seguinte:
COBRIDOR ANUNCIANDO
Procurei no ritual e não encontrei como responder a um Irmão. Quando o Cobridor anuncia ao 2⁰ vigilante a solicitação de um irmão chegando atrasado, qual a maneira correta de avisar:
"Irmão 2⁰ Vig∴, regular e maçônicamente batem à porta do templo, ou simplesmente a expressão: "Ir∴ 2⁰ Vig∴ maçonicamente batem à porta do templo", ou ambas expressões são corretas?
CONSIDERAÇÕES:
Não se trata apenas do que é correto, mas do que é correto, prático e objetivo, dispensando-se firulas linguísticas.
Assim se a Loja já estiver aberta, o Cobr∴ Int∴ comunica ao 2º Vig∴ da seguinte forma:
"Ir∴ 2º Vig∴, batem maçônicamente à porta do Templo".
Nesse caso, devido estar a Loja definitivamente aberta, o Cobr∴ Int∴ informa ao 2º Vig∴, o qual, por sua vez informa ao 1º Vig∴ que, por sua vez comunica ao Ven∴ Mestre.
Se a Loja ainda não estiver definitivamente aberta, isto é, ainda em processo de abertura, o Cobr∴ Int∴, sem interferir na dialética de abertura, comunica ao 1º Vig∴:
"Ir∴ 1º Vig∴, batem maçônicamente à porta do Templo".
Nesse caso, como a Loja ainda não está definitivamente aberta, o Cobr∴ Int∴ faz a comunicação ao 1º Vig∴ que, por sua vez, informa ao Ven∴ Mestre.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
O INÍCIO DA MAÇONARIA ESPECULATIVA
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
EXPOSIÇÃO DO PAINEL NA INSTRUÇÃO
A MAÇONARIA CULTUA UM BODE?
ORIGEM DA MAÇONARIA
- Senna, Vanildo de. Fundamentos jurídicos da Maçonaria Especulativa. Ed. Maçônica, Rio de Janeiro, 1981.
- Aslan, Nicola. Grande Dicionário Enciclopédico de simbolismo e Maçonaria, 4 vol.
- Leadbeter, W. Pequena Hist. da Maçonaria. Ed. Pensamento. SP.
- Fagundes, Morivalde Calvet. A Maçonaria e as Forças Secretas da Revolução. Ed. Maçônica. RJ.
- Figueiredo, Joaquim Gervásio. Dicionário de Maçonaria. Ed. Pensamentos.
- Fagundes, Morivalde Calvet. Lições da História da Maçonaria.
- O Estudo de Maçonaria nas Universidades. (As duas obras supras são teses apresentadas no lº Congresso Maçônico Internacional de História e Geografia — Rio de Janeiro, Brasil, 1981
domingo, 23 de agosto de 2026
A ESTRELA FLAMEJ.'. E A LETRA G - REAA
ESTRELA E A LETRA G
1 - Em seu artigo https://pedro-juk.blogspot.com/2017/12/estrela-flamejante-v.html você fala sobre a especulação sobre o conceito da letra G, porém, no ritual de Companheiro Maçom na página 123 expressa uma opinião contrária ao seu artigo. Como respeito muito seus artigos, gostaria de sua orientação sobre o disposto no ritual atualizado em 2024.
Aproveitando sua boa vontade agradeço mais dois comentários:
2 – A Estrela Flamejante deve estar literalmente de ponta para cima, ou seja, perpendicular (pendurada) no teto ou pode estar afixada no teto na abóboda celeste;
3 – Podemos em uma reunião de grau de Aprendiz transformar a reunião em grau de Companheiro, retirando os Aprendizes no momento do tempo de estudos para a apresentação do grau de Companheiro, depois retornando com os Aprendizes, isso para não furtar os Aprendizes de participar da reunião naquele dia. Essa prática pode ser realizada?
CONSIDERAÇÕES:
1 - Em relação ao que eu publiquei em resposta a uma pergunta no meu Blog em 2017, continuo convicto do que escrevi, e mantenho a minha posição.
Sobre o Ritual de Comp∴ Maçom em vigência no GOB, eu procurei minimizar a questão, deixando claro, em primeiro lugar, que a letra “G” significa Geometria. As outras definições, que a meu ver não condizem com a realidade doutrinária do REAA, são mencionadas no Ritual em segundo plano, sobretudo porque são consagradas nas instruções gerais da Maçonaria e até adotadas de modo amplo em outros rituais.
Foi graças a isso é que deixei bem claro que na Maçonaria a letra “G” também tem sido interpretada como Geração, Gravidade Gênio e Gnose. Note que, mesmo discutível, essas não são afirmativas minhas, mas são conceitos que estão presentes há muito tempo na Maçonaria, especialmente na vertente anglo-saxônica. Assim, a minha obrigação é também mencioná-los.
Nesse contexto, o que de fato eu abomino é falsa interpretação quando dizem que a letra “G” é uma referência ao "G∴ A∴ D∴ U∴", mais especificamente à palavra "God", que é Deus na língua inglesa. Ora, se fosse assim, como ficariam então os ritos latinos onde a inicial do nome Deus é a letra "D" (Deus, Dio, Dieu)?
En passant, outro absurdo é se dizer que a letra hebraica “IÔD” se traduz pela letra “G”.
Graças a isso, sendo a Geometria a quinta ciência na ordem das Sete Artes e Ciências Liberais, procurei dar ênfase a ela como uma das grandes verdades universais (vide a 47ª Proposição de Euclides).
Para concluir este quesito, vale a pena lembrar que quando se trata de ritual maçônico, nem sempre é possível alterá-lo de imediato, sem antes, com muita prudência, ir se preparando o terreno. Por conta disso, deixo essa questão para reflexão dos IIr∴, mostrando que nem tudo o que reluz é ouro.
2 - A Estr∴ Flamej∴ – Este símbolo não é parte do mapa estelar da abóbada. Ela não aparece como as demais estrelas e astros, fixados no firmamento. Nesse sentido, a Estr∴ Flamej∴ não é um astro celeste, mas é um símbolo pitagórico, que fica pendente do teto, adotado por alguns ritos maçônicos. Historicamente essa estrela hominal somente apareceu na Maçonaria no século XVIII.
Como um símbolo pitagórico, o ritual do REAA/GOB menciona que a Estr∴Flamej∴ - um dos ornamentos da Loja de Comp∴ - aparece pendente(pendurada) do teto, ao Meio-Dia, sobre o lugar do 2º Vigilante.
Por ser um símbolo hominal, herdado do pitagorismo, é que essa Estr∴ se apresenta no Templo pendurada e com apenas uma das suas cinco pontas voltada para cima. No contexto de símbolo hominal, a única ponta voltada para cima corresponde à cabeça (mente) do homem, enquanto que as demais relacionam-se aos seus membros superiores e inferiores (comparado ao homem vitruviano de Da Vinci.
Em primeira análise, a Estr∴ Flamej∴ simula o Homem de cabeça para cima, naturalmente como foi constituído pela Natureza (teurgia). Também representa os cinco sentidos e a relação matéria-espírito: visão, audição, tato, olfato e paladar – o Iniciado vê o sin∴; ouve a pal∴; sente o t∴; percebe o ar∴ dos pperf∴; distingue a doç∴ do amarg∴ presente na t∴ das vicissitudes.

A Estr∴ pendente do teto, perpendicular ao meridiano do Meio-Dia (sobre o 2º Vig∴), simula a luz intermediária, entre a aurora e o ocaso. É por isso que no REAA a alegoria da letra "G", ao centro da Estr∴, corresponde à 5ª Ciência, ou a Geometria aplicada na construção de um novo Homem. De modo óbvio, a letra "G" também não deve ficar de ponta-cabeça, senão seguir o padrão e a ordem natural das coisas da Natureza.
3 – Transformação de Loja - Conforme menciona o ritual, existe a possibilidade de transformação, no entanto isso somente deve ocorrer quando for necessário para se atender à legislação, ou por algum motivo comprovadamente imperioso. Transformação de Loja é procedimento previsto, mas esporádico, nunca corriqueiro. É oportuno lembrar que uma Loja transformada deve retornar ao grau em que fora inicialmente aberta para ser fechada definitivamente. Transformar Loja para ministrar uma instrução é possível, porém não recomendável.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br





