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PERGUNTAS & RESPOSTAS
sábado, 8 de agosto de 2026
AUSÊNCIA DURANTE A VOTAÇÃO
UM GRANDE INIMIGO DA MAÇONARIA E DA HUMANIDADE.!!!
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
DECORAÇÃO DA CÂMARA DO MEIO - REAA
FÉRIAS MAÇÔNICAS
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
JANTAR DENTRO DO TEMPLO
Em 11/05/2026 o Respeitável Irmão que se identifica apenas pelo nome de Thiago, Loja Cataratas do Iguaçu, 2970, REAA, GOB-PR, Oriente de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, solicita esclarecimentos.
JANTAR NO TEMPLO
Me surgiu uma dúvida, e eu gostaria de saber a opinião do Irmão a respeito do assunto.
Existe alguma proibição de se fazer um jantar sem nenhum cunho ritualístico, com os familiares dos irmãos (cunhadas e sobrinhos), dentro de um Templo?
Haja vista que muitas cunhadas e sobrinhos nunca adentraram a um Templo, por não haverem Sessões Brancas, por exemplo, se não existisse nenhum impedimento quanto a isso, acho que seria muito legal para os familiares jantarem dentro do Templo, sem nenhuma liturgia, nem própria nem inventada, apenas a mesas dispostas dentro do Templo.
Ainda sobre a pergunta, reitero que não se trata de uma Loja de Mesa com as cunhadas e familiares, ouvi falar que estão praticando adaptações aos rituais por aí, e isso está perfeitamente claro para mim que é vedado.
A dúvida é somente se é permitido, ou se não é proibido, o uso do templo para um Jantar ou Almoço simples com os familiares dentro do Templo, sem nenhum tipo de passagem ritualística.
Não encontrei nenhum impeditivo legal em rituais e documentos legais.
O que o poderoso irmão tem a dizer sobre o assunto?
CONSIDERAÇÕES:
Primeiramente é bom ressaltar que não existem sessões intituladas "brancas", mas existem sessões “públicas” com a presença de não iniciados (profanos).
O uso da expressão "sessão branca" deve ser evitado no sentido de não permitir que os inimigos da Maçonaria a usem como parâmetro para construir narrativas de que se existem sessões brancas, então também devem existir "sessões negras". Aliás, essa expressão "sessão branca" já caiu em desuso faz muito tempo.
Em relação a realização de outros jantares dentro do Templo, pode-se dizer que é algo altamente inapropriado, mormente porque o Templo Maçônico não foi consagrado (conferido dignidade ao espaço) para esse propósito.
Muito menos dentro do Templo devem existir reuniões festivas ou de jantares de confraternização, principalmente por serem atividades naturalmente regadas com bebidas alcoólicas. A título de ilustração, mediante verificação que não houve sua revogação, o Decreto 48, de 9 de agosto de 1988, assinado pelo então Grão-Mestre Geral Jair Assis Ribeiro, proíbe o uso de bebidas alcoólicas dentro do Templo.
No sentido de as nossas cunhadas conhecerem o Templo, elas podem perfeitamente conhece-lo, por exemplo, em uma Sessão em Homenagem ao Dia das Mães, trabalho que inclusive está prevista nos Rituais Especiais do GOB.
Ainda, a título de esclarecimento, vale mencionar o que prevê o Ritual de Banquete Ritualístico (Loja de Mesa) vigente no GOB, in Rituais Especiais (Sessões Exclusivas), 2016, de a página 115:
“Os Banquetes Maçônicos devem realizar-se, preferencialmente, nos edifícios maçônicos em locais apropriados (o grifo é meu); entretanto, podem ter lugar em outro qualquer edifício, contanto que tudo se disponha de modo que de fora do recinto nada se possa ver ou ouvir [...]”.
Notadamente, o ritual vigente menciona “locais apropriados” e não a sala da Loja, onde se realizam os trabalhos iniciáticos, ordinários ou magnos. Para “locais apropriados”, entende-se o salão de ágapes da Loja.
Assim, se nem o ritual menciona a realização de uma Loja de Mesa dentro do Templo, muito menos ainda seria plausível a realização de jantares de confraternização dentro da Loja no espaço consagrado para os trabalhos ritualístico maçônicos.
Ao concluir, fica o alerta de que não são permitidas alterações nos rituais vigentes no GOB. Qualquer atitude ou procedimento nesse sentido é considerada prática de delito maçônico e como tal será tratado.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
CORTEJO FÚNEBRE MAÇÔNICO
HUZZÉ
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
CHAPÉU NA TRANSFORMAÇÃO DE LOJA
MINUTO MAÇÔNICO - 23
O MESTRE MAÇOM CONSEGUE DIFERENCIAR O BOM CANDIDATO DO CANDIDATO CURIOSO
terça-feira, 4 de agosto de 2026
SAÍDA ANTES DO ENCERRAMENTO - ORDEM DE SAUDAÇÃO
Inicialmente, vale ressaltar que quem "cobre o templo" são os Cobridores, o Externo pelo lado de fora (átrio) e o Interno pelo lado de dentro (sala da Loja). À vista disso, aquele que sai não é quem "cobre o templo", mas tem para si o templo coberto pelo(s) Cobridor(es).DE QUE SE TRATA UMA SESSÃO MAÇÔNICA?
Os maçons quando se reúnem nos seus Templos, designam essas reuniões como sendo Sessões Maçónicas.
Estas Sessões podem ser ordinárias ou extraordinárias em virtude de as mesmas cumprirem, ou não, a calendarização habitual para esses encontros.
Se for uma sessão convocada pelo Grão-Mestrado, considera-se a mesma como sendo uma sessão de “Grande-Loja”. No entanto, se a sessão for convocada pelo Venerável Mestre da Loja (membro do quadro de obreiros da Respeitável Loja a quem foi confiada a presidência da Loja), esta toma apenas a designação simples de Sessão de “Loja”. Podendo estas terem, ou não, a presença de todos os seus obreiros.
Refiro isto porque podem ser sessões que englobem os três graus simbólicos da Loja (Aprendiz, Companheiro e Mestre) ou apenas convocadas para apenas um determinado grau e para um determinado fim... Tudo depende do que se pretende fazer nessa Sessão e da sua “Ordem de Trabalhos”.
As sessões maçónicas que irei abordar neste preciso texto serão aquilo que eu entendo e classifico como sendo uma simples - e que por vezes não o é assim tanto! - “Sessão de Loja”.
Estas Sessões Maçónicas são convocadas por ordem do Venerável Mestre da Loja e terão participação nelas exclusivamente membros do quadro da Loja ou seus “auxiliares”, podendo também ter a presença de visitantes maçons de outras Respeitáveis Lojas da mesma Obediência ou de Obediências reconhecidas pela Obediência em que esta Respeitável Loja se encontre filiada.
Existe porém, sessões maçónicas em que excepcionalmente poderão comparecer pessoas alheias à Maçonaria ou à Obediência em si. Estas sessões tomam o nome de “Sessão Branca”, dado o carácter que as mesmas terão e em virtude de quem as pode aceder.
Habitualmente são demonstradas certas componentes da ritualidade empregue nas sessões das Lojas ou algum tipo de palestra, bem como visitas aos Templos onde ocorrem estas sessões...
Uma Sessão Maçónica habitual tem cerca de três momentos distintos ou fases a conhecer:
Administrativo: Onde é efectuada a parte administrativa da Sessão, nomeadamente a “Chamada de Obreiros”, leitura de Actas e correspondência diversa, para além de ser a parte da sessão onde são tratados os assuntos gerais que tenham a haver com a vida interna da Loja.
Formativo: Momento em que habitualmente existe formação para obreiros e/ou leitura de Trabalhos ou Pranchas por parte dos membros ou convidados da Loja.
Ritual: Fase essencial a uma sessão maçónica; e que integra a “Abertura dos Trabalhos, circulação do “Tronco da Viúva” e do "saco das propostas", celebração da “Cadeia de União” e “Encerramento dos Trabalhos” e as demais cerimónias de Iniciação e subidas de Grau...
Em relação à execução da “Cadeia de União”, eu pessoalmente, considero a mesma, mais como sendo um momento espiritual autónomo, e como sendo o pináculo de uma Sessão Maçónica; para além da própria componente ritual que lhe é adstrita. Dado ser na sua execução que mais se espelha a união e amor fraternal que os maçons sentem entre si, comungando de um mesmo espírito agregador; e um momento de tal espiritualidade não se encontra em mais nenhuma das fases que compõem uma sessão maçónica.
E exposto este singelo esclarecimento, ficou desmistificada mais uma das curiosidades que se possam ter quanto ao que se trata no seio de uma Sessão de Loja Maçónica.
O resto apenas se poderá conhecer… Participando na mesma!
Fonte: pedradeburil.blogspot.com




