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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 1 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

MUDANÇA DE GRAU - ASPECTOS LEGAIS

Em 21/06/2026 o Respeitável Irmão José Luís Turra, Loja Obreiros Ocultos, 1984, REAA, GOB-MS, Oriente de Nova Andradina, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a seguinte questão.

MUDANÇA DE GRAU

Abrimos a sessão grau Aprendiz, cobrimos o os Aprendizes para transformar em Comp∴ onde discutimos e aprovamos a elevação dos IIr∴ AApr∴ voltamos ao grau de Aprendiz. Quando oficialmente é comunicado a aprovação da elevação para os aprendizes? Na mesma sessão? Ou quando tivermos a data da elevação.

Questionei, o Ven∴ Mestre comunicou a eles na Pal. Bem da Ord. Eu fiz elevação na época que estava Ven∴ Mestre, não me lembro como fiz.

CONSIDERAÇÕES:

Vale ressaltar que o processo para aumento de salário de um Ir∴ deve obedecer rigorosamente ao que prevê o RGF, Artigo 35 e parágrafos e incisos seguintes.

Conforme menciona o diploma legal, antes é preciso que a Comissão de Admissão e Graus da Loja tenha se reunido e analisado a peça de arquitetura que fora solicitada ao Aprendiz visando seu aumento de grau. Somente após isso é que haverá sabatina em Grau 1, cujo questionário será preparado pela Loja sob a administração do Vigilante responsável pelas instruções.

Assim, na mesma sessão em que ocorrerá a sabatina - na Ordem do Dia porque dela resultará votação - depois de ter sido essa etapa concluída, o templo será coberto ao(s) IIr∴(s) Aprendiz(es) e a Loja transformada em Grau 2, oportunidade em que haverá deliberação sobre o aumento de salário.

Concluída a votação e apurado o resultado, a Loja voltará a trabalhar no 1º Grau, quando então será(ão) readmitido(s) o(s) Aprendiz(es), ocasião em que será comunicado o resultado do processo. 

Costumeiramente, também é informada na ocasião a data da Elevação, a qual se dará em outra sessão em trabalhos magnos.

Finalizando, reitera-se: rigorosamente o processo para aumento de salário deve seguir o que prevê o RGF em seu Artigo 35.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

BREVIÁRIO MAÇÔNICO

ELIMINAÇÃO

A eliminação é um ato de banimento definitivo da Ordem Maçônica, após um julgamento previsto pelos códigos e constituição maçônicos.

Antes da eliminação geral e definitiva, o maçom deverá ser excluído do quadro de sua Loja; após o Grão-Mestre homologará o ato e fará a comunicação ao “mundo maçônico” sobre aquela eliminação.

Esotericamente, porém, nenhum maçom poderá ser eliminado, porque a Iniciação é ato in aeternum; sendo a Iniciação um “novo nascimento”, é obvio que ninguém poderá ter esse nascimento eliminado!

O maçom que incorre em falta, grave ou não, deve ser julgado, mas a sentença jamais chegará à eliminação, que simboliza a “morte maçônica”, o que é ato impossível.

O maçom, como Iniciado, passa a ser “parte” espiritual dos outros maçons. Como eliminar, então, parte de si mesmo porque essa parte pecou?

O bom pastor deixa as 99 ovelhas em segurança no aprisco e sai em noite tempestuosa enfrentando riscos em busca da centésima ovelha perdida; encontra-a e carinhosamente a leva ao aprisco, onde as outras 99, aflitas, rejubilam-se pelo retorno daquela que acreditavam morta.

Jamais devemos, levianamente, julgar um irmão; é preciso que a falta tenha sido na realidade grave; nesse caso é de se recomendar a autoeliminação, quando então o maçom faltoso adormecerá para, algum dia, retornar ao aprisco.

Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 133.

REINTEGRAÇÃO DO COMPANHEIRO (II)

Por muito que se precise que o trabalho de um maçon é essencialmente individual, não podemos esquecer que o que diferencia o método maçónico das demais formas de aquisição de conhecimentos, progressão e aperfeiçoamento é que esse trabalho individual se processa integrado num grupo heterogéneo, interagindo reciprocamente cada um dos indivíduos com o grupo. A reorientação do trabalho do maçon que ascende ao grau de Companheiro deve, pois, ser auxiliada pelo grupo, pela Loja e, especificamente, pelos Mestres da Loja. Três aspectos essenciais devem ser tidos em conta.

Em primeiro lugar, importa ter presente que, para que o Companheiro possa harmoniosamente dedicar-se ao específico trabalho do seu grau há que lhe proporcionar condições para tal. Ou seja, há que prever, calendarizar e levar a cabo sessões rituais especificamente destinadas ao trabalho do segundo grau, há que propiciar o efectivo funcionamento da Oficina de Companheiros. Nessas sessões, para além da abertura e encerramento dos trabalhos da Oficina segundo o ritual de Companheiro, devem ser apresentadas e debatidas pranchas respeitantes aos temas do grau, isto é, respeitantes ao Homem, às Artes e Ciências. As possibilidades e a variedade são obviamente imensas. Permite-se e propicia-se, assim, que o trabalho e o estudo dos assuntos respeitantes ao grau sejam colectivamente assegurados e não apenas individual e solitariamente cometidos ao Companheiro.

Neste aspecto, muito há a fazer e a aperfeiçoar no funcionamento, pelo menos, da Loja em que me integro, a Loja Mestre Affonso Domingues – mas suspeito que também na generalidade das Lojas. Criou-se o hábito de trabalhar preferencialmente, quase exclusivamente, no primeiro grau, só se constituindo a Loja nos graus superiores quando imprescindível e na medida do indispensável. Acaba-se por se cair na tentação de só se trabalhar nos graus superiores para conferir graus, baseando-se o trabalho da Loja no primeiro grau, considerando-se que assim se não excluem obreiros (Aprendizes, quanto a sessões de segundo grau; Aprendizes e Companheiros, quanto aos trabalhos do 3.º grau) dos trabalhos e se reforçam os laços de solidariedade entre todos. Embora compreenda a pureza da intenção, penso que é nocivo que assim se proceda. O trabalho maçónico pressupõe evolução. Não é por acaso que se concebeu que os trabalhos maçónicos decorrem em três graus. Em cada um destes, há objectivos a atingir, conhecimentos específicos a obter, trabalho próprio a realizar. Privilegiar – ainda que com a melhor das intenções – um grau em detrimento dos restantes equivale a empobrecer desnecessariamente a riqueza do trabalho comum de uma Loja. Abrir a Loja no grau de Companheiro apenas para passar Aprendizes a Companheiros e para a apresentação da prancha que é exigida ao Companheiro para que possa ascender a Mestre – por vezes, uma prancha que, em bom rigor, não respeita ao objecto do que devem ser os estudos do Companheiro, mas afinal uma simples prancha bis de Aprendiz, apenas com a diferença de respeitar a um dos poucos símbolos privativos do grau de Companheiro – não é a melhor forma de trabalhar o grau de Companheiro.

Em segundo lugar, devem os Mestres dar o exemplo, elaborando e apresentando pranchas efectivamente do grau de Companheiro, sobre o Homem, as Artes ou as Ciências. Não quer isto dizer que o simbolismo não tenha também lugar no grau de Companheiro. Claro que tem. Mas não tem aqui a essencialidade que reveste no primeiro grau. Aprendida e apreendida a forma de trabalhar com os símbolos, o maçon deve voltar-se para o Mundo e estudar-se a si próprio e às suas realizações nos campos do Saber e da Beleza, à luz da sua própria evolução, não concentrar-se num qualquer simbólico-metafísico plano exterior à realidade. Tese-antítese-síntese, síntese como nova tese- nova antítese-nova síntese. Assim evolui em todos os campos o Homem. Se persiste e insiste apenas num único aspecto, numa única linha, num preciso ponto, por muito meritório que seja, não evolui, involui. Devem, pois, os Mestres dar o exemplo, mostrar, o tipo de trabalho que se deve fazer no grau. Para que os Companheiros melhor o compreendam e possam tentar e, muitas vezes, conseguir, fazer melhor…

Em terceiro lugar, deve a Loja ter sempre presente que cada homem é um homem, cada caso um caso, cada situação uma situação. Não há cartilhas, não há manuais. O que se coloca aos Companheiros são linhas orientadoras, mapas que são postos à sua disposição. A forma como cada Companheiro vai percorrer (ou evitar; ou saltar; ou transgredir; ou esticar; ou aperfeiçoar; ou…) essas linhas é com ele. A maneira como vai olhar e utilizar (ou ignorar; ou refazer; ou…) os mapas é também com ele. A viagem é dele. O grupo só lhe propicia os meios para que a faça. E não há viagens certas, nem destinos errados. O que vale também por dizer que, apesar de eu defender que um Companheiro deve estudar o Homem, as Artes e as Ciências, se ele preferir continuar a concentrar-se exclusivamente no simbolismo, estudando apenas e só os símbolos do grau… tenho de respeitar e aceitar isso e reconhecer o mérito dessa opção. Não será a minha, não será a que eu penso a melhor… mas não existe nenhum decreto do Grande Arquitecto que estipule que eu estou certo e o outro errado; como nada garante que o que é certo para mim não convenha ao outro e que o que a mim me parece inconveniente não seja o adequado para o meu Irmão… Em suma, indicar, não dirigir, orientar, não abafar, propiciar, não obrigar. Ou seja, executar o que é a Maçonaria: um grupo ao serviço do indivíduo e beneficiando do que este lhe traz; não o indivíduo ao serviço, subjugado e dependente do grupo. Porque, acima de tudo, um maçon é um homem livre – e de bons costumes…

Fonte: https://www.freemason.pt

sábado, 31 de outubro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SÃO JOÃO II - PATRONOS DA MAÇONARIA

Em 20.06.2026 o Irmão Companheiro Maçom, Alan Medeiros, Loja União e Fraternidade do Eusébio, 4769, REAA, GOB-CE, Oriente de Eusébio, Estado do Ceará, apresenta a seguinte questão:

SÃO JOÃO

Considerando que a tradição maçônica teve sua origem e desenvolvimento no Hemisfério Norte, surge uma questão relevante quanto à interpretação do simbolismo solsticial no Hemisfério Sul. Como conciliar o fato de que, enquanto o mês de junho corresponde ao solstício de verão no Hemisfério Norte, representa o solstício de inverno no Hemisfério Sul? De que forma a Maçonaria adapta esse simbolismo às diferentes realidades geográficas, preservando a essência de seus ensinamentos e tradições?

CONSIDERAÇÕES:

Como a Maçonaria é simbólica, e a imensa maioria dos seus ritos nasceram no Hemisfério Norte, independentemente de onde se localizem as suas Lojas, a referência é sempre a da meia-esfera Norte da Terra.

Em termos de Maçonaria, uma tradição haurida dos tempos operativos da Ordem e influências temperadas pela Igreja de Roma, as Lojas comumente comemoram, a 24 de junho, o dia de João, o Batista, período relativo à plenitude da Luz (solstício de verão ao Norte). No misticismo religioso cristão, refere-se àquele que anunciou a vinda da Luz.

Oposto ao verão, no período solsticial de inverno ao Norte, João, o Evangelista é comemorado em 27 de dezembro. No misticismo religioso cristão, refere-se àquele que pregou a Luz.

Historicamente os Joões, como patronos da Maçonaria, remontam ao período das organizações de profissionais construtores de catedrais e igrejas da Idade Média, aproximadamente a partir dos séculos X, XI e XII. Esses pedreiros, operários da Franco-maçonaria, profissionais contratados e protegidos pela Igreja, dela acabariam sofrendo forte influência religiosa. Como marca disso, mais tarde as Lojas ficariam, principalmente na França, rotuladas como as Lojas de São João.

Mesmo não sendo a Maçonaria uma religião, esse alcance religioso misturado aos períodos solsticiais - propícios para a construção onde se alcançava o auge do trabalho - acabaria no futuro, pós período operativo da Ordem, em um dos elementos doutrinários para a Maçonaria dos Aceitos, ou Especulativa, atualmente conhecida como Moderna Maçonaria.

Graças a isso, a Moderna Maçonaria, simbólica por natureza, tanto no hemisfério Sul como no Norte, genericamente comemora o solstício de verão a 21 de junho e o de inverno a 21 de dezembro – alegoria da plenitude e da volta Luz, mormente o REAA que possuí característica de um rito solar.

Infelizmente, ainda uma boa parte dos nossos Irmãos não entende isso, sobretudo por não compreenderem que a base doutrinária da imensa maioria dos ritos maçônicos foi formada observando a mecânica celeste do Norte. Trocando em miúdos, como se trata de simbolismo maçônico, a referência da revolução anual do Sol é sempre relacionada ao ponto de vista de quem estiver observando parado acima da linha do Equador. 

Assim, na Moderna Maçonaria universal a plenitude da Luz, correspondente a João - o Batista, será sempre no verão (em junho no Norte) e a do inverno (prevalência das sombras – inverno no Norte), correspondente João - o Evangelista.

No contexto místico religioso quer dizer que João – o Batista, que anunciou a vinda Luz (Jesus como a Luz do Mundo) é comemorado no verão (plenitude da Luz), enquanto que João – o Evangelista, que pregou a Luz do Mundo (em meio à escuridão) é comemorado em pleno inverno, no auge da prevalência das trevas. É inegável dizer que essa alegoria tem similitude com os Cultos Solares da Antiguidade.


T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

PAUL RICH


Paul Rich, nascido Simon Rickelman (Londres, Inglaterra, 20 de agosto de 1921 – 23 de fevereiro de 2000, Londres Inglaterra) foi um músico, cantor, guitarrista e editor musical inglês.

Filho de imigrantes russos, de família humilde, sua mãe tinha grande paixão pela música, apesar dos recursos limitados, os irmãos mais velhos, Boris e Joe, receberam aulas de música clássica e se tornaram músicos clássicos profissionais. Paul estava inicialmente destinado a seguir os passos do pai como alfaiate, mas possuía uma bela voz e o desejo de ser artista. Estudou guitarra com Ivor Mairants e tocou nas bandas de Harry Leader, Eddie Carroll, Ronnie Munro e Oscar Rabin antes de finalmente se juntar a Lou Preager. Nessa época, ele cantava com a mesma frequência que tocava guitarra e contribuiu com os vocais em mais de cinquenta gravações.

Um dos discos que ele gravou foi “Cruising Down the River”, - 1946. A valsa foi escrita por duas senhoras idosas, Nellie Tollerton e Eily Beadell, como parte de um concurso “Escreva uma música e ganhe £1000”, patrocinado pela BBC. Paul foi contratado para cantar a música vencedora, que se tornou a segunda partitura mais vendida da história do país (perdendo apenas para “ Doing the Lambeth Walk “).

Como editor musical trabalhou 54 anos no mercado da música, no gerenciamento de grandes catálogos musicais no Reino Unido e nos Estados Unidos. Ganhou grande prestígio como vice-presidente e gerente geral da lendária “Carlin Music”. Com o talento raro de descobrir jovens compositores, antecipar grandes sucessos e conectar a canção perfeita ao cantor ideal. O “Paul Rich Award for Musical Composition” (Prêmio Paul Rich de Composição Musical) é uma honraria estudantil concedida pela prestigiada “BRIT School”em Londres, instituída em sua memória

Foi iniciado na Maçonaria em janeiro de 1960, na Chelsea Lodge N° 3098, (UGLE - United Grand Lodge of England) em Londres, Inglaterra. Foi eleito Venerável Mestre em duas ocasiões – em 1979 e 1999.

Fonte: Coluna Cultural Maçônica

QUANDO UMA LOJA MORRE, ELA NÃO MORRE DE REPENTE

Uma Loja Maçônica não se quebra em um dia.

Ela começa a ruir quando os Irmãos deixam de se importar.

Quando a vaidade ocupa o lugar da fraternidade.
Quando os cargos valem mais que o trabalho.
Quando os iniciados são esquecidos.
Quando os antigos se calam por comodismo.
Quando os obreiros somem e depois reclamam da escuridão.

Uma Loja não acaba quando falta templo.
Acaba quando falta propósito.

Não é a parede rachada que destrói uma Oficina.
É o coração endurecido dos seus membros.

Não é a ausência de luxo.
É a ausência de presença.

Não é a falta de ritual.
É a falta de compromisso com aquilo que o ritual ensina.

A Maçonaria é eterna, mas cada Loja depende dos homens que a sustentam hoje.

A pergunta é dura, mas necessária:

O que você tem feito para sua Loja não se tornar apenas lembrança?

Comente com sinceridade.
Sua Loja está sendo construída ou apenas mantida de pé?

Fonte: Facebook_Bodes Unidos

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

BATIDAS NA PORTA - OFÍCIO DO COBRIDOR

Em 17/06/2026 o Respeitável Irmão Rodrigo Lima Carvalho, Loja Independência de Nova Friburgo, REAA, GOB-RJ, Oriente de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

BATIDAS NA PORTA 

A nossa loja possui na porta do templo o dispositivo denominado aldrava que é utilizado para batida do grau pelo cobridor interno, tal procedimento pode ser usado? O ritual nas páginas 46/47 define que a batida deve ser com o punho da espada na porta do templo.

CONSIDERAÇÕES:

Para o período de verificação da cobertura do Templo o ritual menciona duas possibilidades, a depender da presença, ou não do Cobridor Ext∴ no átrio.

Na hipótese de estar presente o Cobr∴ Ext∴, é razoável que o Cobr∴ Int∴ não precise se armar para atender a ordem do 1º Vig∴, mormente porque ele apenas irá até a porta, sem abri-la, para se comunicar com o Cobr∴ Ext∴ (não sai do templo).

Por conta disso, nessa ocasião o Cobr∴ Int∴ não precisa se armar. Como ele não vai abrir a porta, então deve manter a sua espada no dispositivo da faixa de Mestre ou, se preferir, deixa-la em um outro suporte apropriado.

Observe-se que nessa oportunidade o Cobr∴ Int∴, para cumprir o seu dever de ofício, sem sair do templo dará pelo interior da porta, com a sua mão direita cerrada, a bateria convencionada. Nesse caso, existindo uma aldrava fixada na porta, o titular pode se utilizar dela para percutir as pancadas.

Por outro lado, não estando presente o Cobr∴ Ext∴ (o que ocorre com bastante frequência), o Cobr∴ Int∴ terá que se retirar para fazer a verificação pelo lado externo. Nesse caso, deve se munir da sua espada para proceder a verificação, retornando em seguida ao templo.

Ainda armado, logo que o Cobr∴ Int∴ retornar ao interior do templo, dará pelo interior da porta, com o punho da espada na mão direita, a relativa bateria.

Batendo com o punho da espada, certamente ele não deverá se servir da aldrava, se esta existir. Dará então as batidas diretamente na porta com o punho da espada.

Essa é a providência correta para os dois casos, com Cobr∴ Ext∴ no átrio e sem Cobr∴ Ext∴.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

ENTRA CORDEIRO E SAI LOBO MAU

1717: O NASCIMENTO DA FREEMASONRY MODERNA

Em 24 de junho de 1717, no Dia de São João, quatro lodges em Londres — o Goose and Gridiron, The Crown, The Apple-Tree e The Rummer and Grapes — se reuniram em uma taverna para fundar a Grande Loja de Londres, a primeira estrutura organizacional formal da Freemasonry como a conhecemos hoje. 

Este episódio, documentado principalmente através das Constituições de Anderson de 1723, marca a transição da Freemasonry de lodges operativos para guildas medievais de maçons e construtores, para masonismo especulativo: uma fraternidade filosófica e moral que usava as ferramentas e a linguagem da construção como uma etologia metafórica.

O historiador David Stevenson apontou que esta transformação não surgiu do nada em 1717, mas tinha raízes anteriores na Escócia, onde lodges como a Loja de Edimburgo já admitiam membros não operacionais chamados "masones aceitos" desde o século XVII. O que aconteceu em Londres foi, em vez disso, a institucionalização e centralização de um processo que já estava em andamento.

A eleição de Anthony Sayer como o primeiro Grande Mestre e a publicação subsequente das Constituições de Anderson estabeleceu pela primeira vez uma norma escrita: regras de conduta, princípios de tolerância religiosa e uma narrativa fundamental que simbolizava a fraternidade com figuras bíblicas e arquitetônicas como o Templo de Salomão.

Este momento fundamental é crucial para entender por que a Freemasonry funciona como é: uma fraternidade organizada, hierárquica, com simbolismo construtivo e uma forte componente ritual, mas já completamente distante de qualquer masonismo real.

Fonte: Facebook_Maestros Masones

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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AJUSTES NO NOVO RITUAL

Em 18/09/2026 vários Respeitáveis Irmãos de Lojas jurisdicionadas ao Grande Oriente do Brasil, pedem melhores esclarecimentos sobre o seguinte.

AJUSTES - CIRCULAÇÃO DA BOLSA E USO DA PALAVRA

Dúvidas sobre o Decreto 2238/2026 que dispõe sobre ajuste na ordem de abordagem na circulação das bolsas para os ritos que adotam essa prática, assim como sobre a forma de protocolar de se dirigir à Loja no uso da palavra

CONSIDERAÇÕES:

De fato, a redação do Decreto do GOB sob o nº 2238 de 14/09/2026 da E∴ V∴ é passível de duplicidade de interpretação. Por conta disso, coube à Secretaria Geral de Orientação Ritualística esclarecer que esse Decreto dispõe apenas nas situações em que o Grão-Mestre Geral, ou seu Adjunto, o Grão-Mestre Estadual ou do Distrito Federal, ou seus Adjuntos estiverem presentes em Loja.

Nesse sentido, o Decreto citado expressa que na hipótese de estar(em) presente(s) o(s) Grão-Mestre(s) ou seu(s) Adjunto(s), a coleta com a bolsa de Propostas e Informações, ou do Tronco de Solidariedade, iniciar-se-á sempre por uma dessas Autoridades acima descritas e em conformidade com a ordem de precedência ditada pelo Art.º 219 do RGF. A citação desse Artigo no Decreto 2238/2026 é apenas para observar a ordem de precedência entre os Grão-Mestres, ou seus Adjuntos, se ambos (o Geral e o Estadual) estiverem presentes.

Cabe também ressaltar que depois de ter(em) sido abordada(s) essa(s) Autoridade (Grão-Mestres, ou seus Adjuntos), impreterivelmente a bolsa será oferecida pelo titular às Luzes da Loja, seguindo-se, daí em diante, o trajeto conforme previsto no ritual.

A menção do Art.º 219 no Art.º 1º do Decreto 2238 se dá apenas para indicar a ordem de precedência entre os Grão-Mestres, caso estejam presentes, começando sempre pelo Grão-Mestre Geral, ou seu Adjunto, depois o Grão-Mestre Estadual ou do Distrito Federal, ou seus Adjuntos.

Sendo assim, estas considerações têm o desiderato de orientar que, fora os Grão-Mestres ou seus Adjuntos, de que trata o Decreto 2238/2026, as demais Autoridades presentes somente serão abordadas de acordo com o previsto pelo Ritual. Sob nenhuma hipótese o Decreto 2238/2026 menciona que as demais Autoridades devam, ou possam, ser abordadas antes das Luzes da Loja (Ven∴Mestre e VVig∴). Antes delas, somente o(s) Grão-Mestre(s) ou seu(s) Adjunto(s).

Por fim, o mesmo juízo vale para uso da palavra em Loja. Nesse caso, quando estiver presente o Grão-Mestre Geral ou seu Adjunto, o Grão-Mestre Estadual, do Distrito Federal, ou seus Adjuntos, quem fizer uso da palavra, seguindo o modo protocolar de se dirigir à Loja deve primeiramente dirigir-se ao Grão-Mestre ou seu Adjunto e em seguida às Luzes da Loja, demais Autoridades, etc. – continua seguindo o previsto no ritual vigente

É este o resumo da ópera.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

POLICIAIS MAÇONS BRITÂNICOS

Por Luciano J. A. Urpia

O que começou como uma medida interna da Polícia de Londres, exigir que agentes declarem filiação à Maçonaria, virou um caso de interesse europeu. Instituições da União Europeia, o judiciário e Grandes Lojas continentais acompanham o desfecho atentamente, pois ele pode criar um precedente crucial sobre liberdade de associação e direitos fundamentais. A questão central é saber se a Maçonaria, que muitas vezes exige crença em um Ser Supremo, pode ser considerada uma “característica protegida” pela legislação de direitos humanos.

O caso interessa diretamente a vários países onde o tema já é polêmico. Em Portugal e na Suíça, por exemplo, há disputas judiciais sobre a obrigação de servidores públicos declararem vínculos maçônicos. Por isso, em Bruxelas e Estrasburgo, a decisão britânica é vista como um potencial modelo para outras nações, equilibrando transparência na administração pública com o direito à privacidade e à associação.

No fundo, o debate reflete um dilema das democracias modernas: como garantir a imparcialidade das instituições e a confiança do público sem cercear liberdades individuais? A polícia londrina alega que a medida restaura a credibilidade, e dois terços dos policiais apoiam a transparência. A Europa observa, pois a resposta britânica pode inspira, ou cautelar, muitos outros governos.

Fonte: Fcebook_Curiosidades da Maçonaria

PROFISSIONALISMO E A RELIGIÃO

Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.

Acostumamo-nos com a idéia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo- nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.

Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matando quando ninguém está olhando.

Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?

Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício.

Em tempo: amadores não formam profissionais.

O presente texto é de autoria de Claudio de Moura Castro
(Revista Veja 01.06.11) e repasse do Ir∴ Geraldo Silva de Luna Ap∴M∴
Aug∴Resp∴Loja Simb∴ Adonay Barbosa dos Santos Nº 11
Or∴ de Rio Branco

Fonte: JBNews - Informativo nº 322 - 16 de Julho de 2011

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

TEMPO PARA O USO DA PALAVRA - SINETE PARA O ORADOR

Em 17/06/2026 o Respeitável Irmão Arimar Marçal, Loja Santo Graal, 4690, REAA, GOB-RS, Oriente de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos.

TEMPO PARA O USO DA PALAVRA

Novamente, venho a sua presença consultar sobre uma dúvida que não foi encontrada em nossos Rituais. Nossa Oficina busca sempre as práticas corretas, infelizmente nem sempre isto acontece.

Nosso Estatuto estabelece o tempo de 3 minutos para manifestações dos Ir∴ na Hora da Palavra. Alguns não obedecem e sistematicamente ultrapassam este “limite”, algumas vezes por até 20 minutos.

Já foi tentado conversar com o Irmão sem resultado, o que é lamentável.

A PERGUNTA:

O Orador tem a prerrogativa até de cassar a palavra, mas, por educação, não utiliza este expediente.

É possível no REAA o Orador utilizar de uma sineta para alertar o Irmão Falante de que o seu tempo regimental está esgotado?

COMENTÁRIO

No tocante a sua questão relativa a um Ir∴ que fala em demasia e não atende às regras aprovadas e vigentes, sou da opinião de que o Orador, como o guardião da lei, deve intervir solicitando diretamente ao Venerável Mestre que retire a palavra daquele que estiver extrapolando o tempo.

Caso o Ir∴ com a palavra não atenda à determinação, ele estará sujeito a um processo disciplinar por desrespeito às normas legais vigentes.

Por se tratar de um assunto que não diz respeito à ritualística, ressalto que esta é apenas a minha opinião, portanto não deve ser acolhida como uma resposta oficial.

Questões legais, quando não forem resolvidas em Loja, devem ser encaminhadas em consulta ao Ministério Público Estadual Maçônico, ou ao Procurador Estadual do GOB-RS.

Quanto ao uso de uma “sineta” pelo Orador para alertar o tempo ultrapassado, embora sugestivo eu não recomendo. Não recomendo pelo simples fato de que esse objeto não está previsto no ritual vigente.

Assim, vale ressaltar que não se deve utilizar de dois pesos e duas medidas. Se é impróprio que um Ir∴ desrespeite as regras vigentes que ordenam o tempo de uso da palavra em Loja, também é impróprio que o Orador (guardião da lei) se sirva de um objeto de trabalho não previsto pelo ritual - no caso, uma sineta de mesa.

Da minha parte, não existe excesso de preciosismo sobre o uso de um sinete pelo Orador. A questão é não dar munição para “achistas” e “inventores de plantão” que, mediante uma oportunidade como essa, não tardariam a achar tenebrosas interpretações ocultas para um simples sinete sobre a mesa. Assim, é melhor prevenir do que remediar.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 31

PALAVRAS

1º - Desde tempos imemoriais, a palavra é um dos meios de os iniciados se reconhecerem entre si ou revelarem seus graus respectivos.
2º - Palavra de Passe. É a que se pronuncia ao dar os toques e sinais de reconhecimento em todos os graus é a única que autoriza a penetrar nos templos maçônicos. Para poder tomar parte nos trabalhos é necessário estar o irmão autorizado para dar a Palavra Sagrada. (REAA - Gr.'. 1, não existe Palavra de Passe).
3º - Palavra de Reconhecimento. Corresponde a uma segunda Palavra de Passe, baseada em alguns símbolos ou alegorias do grau, e é acompanhada de um sinal especial.
4º - Palavra Incomunicável. A que, tanto quanto a misteriosa, não se pode comunicar, mas tem que ser deduzida do exame da instrução ou interrogatório peculiar de cada grau.
5º - Palavra Perdida. O símbolo da Palavra Perdida e a lenda de sua busca encarnam todo o ideal da Maçonaria, cujo objetivo primário é a busca e o encontro da Verdade que é o Verbo Divino.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

LA ABEJA EN LA MASONERÍA

Romario Daniel Velasco Angel.

A propósito del día mundial de las abejas, compartimos un símbolo masónico importante, pocas veces estudiado.

Entre los símbolos Masónicos tenemos a la colmena. La Logia Masónica se asemeja a una colmena de abejas en donde todos los miembros trabajan con pasión hacia el bien común.

La abeja es un noble insecto, un trabajador duro, organizado e incansable, el cual no trabaja para sí misma sino para el enjambre. La abeja protege a la reina, rechaza a los enemigos, construye y genera la miel, y vive en una sociedad ordenada. En ese sentido los hombres deben trabajar como las abejas, como una unidad para alcanzar grandes objetivos, por lo que cada uno debe hacer su parte, tomar con orgullo sus labores y trabajar de forma cooperativa y alcanzar los objetivos.

Las almas son como las abejas que viajan por la vida recogiendo el polen de la sabiduría en los distintos acontecimientos y experiencias de la vida, extrayendo el néctar espiritual de cada acción, cada gozo, cada sufrimiento, y llevarlo a la gran colmena de la experiencia (el alma del hombre).

La abeja es símbolo de virtud, simboliza la obediencia, el trabajo en equipo, la unión y la constancia, virtudes del masón. Todo masón al igual que la abeja, siempre debe estar trabajando por su perfeccionamiento personal y, sobre todo, por el progreso de la Humanidad, por ello es laborioso, previsor, vigilante, disciplinado, activo, constante en el perfeccionamiento y el bienestar de la Logia y la sociedad.
Un Masón es metafóricamente un obrero, un albañil que construye una obra en una labor individual contenida en una labor colectiva, este sistema constructivo y fraternal de trabajar de los Masones, se simboliza con la Colmena integrada por un enjambre de abejas solidarias, laboriosas y organizadas en diferentes actividades y funciones.

La colmena nos enseña que, habiendo nacidos como seres racionales e inteligentes, también debemos ser trabajadores, y no permanecer ociosos ni mirar con indiferencia a nuestros semejantes.

Una Logia Masónica se asemeja a una colmena de abejas en donde todos sus miembros trabajan hacia el bien común. La Masonería no es para almas indiferentes ni mentes estrechas, sino para aquellas que logran comprender la misión y el sublime apostolado.

Finalmente un antiguo filósofo dijo alguna vez, que la abeja extrae la miel del polen de la flor, en tanto que la araña, de la misma fuente extrae el veneno. La gran pregunta entonces es: ¿somos abejas o arañas?
Fraternalmente con mis mejores deseos de Paz Profunda.

Fonte: Facebook