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PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
sábado, 14 de fevereiro de 2026
ATIVIDADE DOS EXPERTOS
Em 16/09/2025 o Poderoso Irmão Pedro Bueno, Secretário Estadual do GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão.
ATIVIDADE DOS EXPERTOS
Quando da visita de um Irmão desconhecido aos membros de uma Loja e já com a sessão em andamento, em consulta a vosso blog verifiquei que a orientação passada é de que a devida verificação da regularidade desse visitante deva feita pelo Ir∴ 2º Exp∴. Essa informação, também, encontra-se de forma clara no Ritual de Aprendiz - pág. 36, quando o Ven∴ solicita a ele (2º Exp∴) que se dirija à Sala dos Passos Perdidos para verificar se há visitantes. Até aqui tudo claro, porém, ao lermos o Ritual de Instalação - pág. 112 quando é dada posse ao 1º Exp∴ é dito: (...) sua função é verificar se todos os que pretendem entrar no Templo, sem serem da Loja, são IIr∴ regulares. Diante dessa divergência tenho recebido algumas consultas solicitando esclarecimentos sobre qual é o procedimento correto a ser adotado. Quem deve fazer a verificação? Peço vossa orientação para poder orientar de forma correta os IIr∴ de nosso Oriente.
CONSIDERAÇÕES:
Infelizmente o Ritual de Instalação, talvez pelas circunstâncias da sua criação, ainda traz muitos paradoxos em relação aos rituais do simbolismo dos ritos praticados no GOB.
Adianto que vem aí novos rituais de Instalação, agora separados individualmente por rito. Este processo já está em fase de diagramação e ajustes para impressão.
Assim, os novos rituais de Instalação virão corrigidos, acabando com muitas "discrepâncias", tais como essa mencionada na sua questão.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
PURISTAS DE PLANTÃO
Em 15.09.2025 o Respeitável Irmão Dyogner do Valle Mildemberger, Loja Gralha Azul, 2514, REAA, GOB-PR, Oriente de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, faz a seguinte colocação:
PURISTAS
Espero que esteja bem. Tenho acompanhado seu blog e admiro a forma como você aborda diversos aspectos da Maçonaria, sempre trazendo reflexões interessantes e acessíveis.
Em um dos artigos, notei o seu comentário: “Outros comentários não são possíveis por aqui, pois os puristas de plantão devem estar a postos para destilar a sua ira sobre aqueles que ‘revelam segredos.”
Isso me trouxe uma dúvida prática. Também iniciei um blog sobre Maçonaria em março deste ano e ainda estou buscando um caminho para selecionar os temas e conteúdo que posso publicar sem ultrapassar limites impróprios. Gostaria de saber como você define o que pode ou não pode ser escrito, especialmente em relação ao equilíbrio entre o que é público, o que é simbólico e o que deve permanecer reservado aos trabalhos internos.
Acredito que sua experiência pode me ajudar a ter mais clareza nessa escolha editorial.
CONSIDERAÇÕES:
Na execução desse ofício eu evito esmiuçar temas relativos aos sinais, toques, palavras, marchas, etc., que possam revelar algo que não seja permitido aos não iniciados. No caso, é preciso ser prudente na abordagem de temas que envolvem os Cobridores do Grau (onde estão os verdadeiros segredos da Moderna Maçonaria).
Dentre outros, o maior problema tem sido os “puristas de plantão” que, por entenderem pouco e "acharem muito", destilam o seu ódio sobre qualquer abordagem acadêmica da história, liturgia e ritualística maçônica. Acham esses “paladinos” que tudo é capaz de expor a Maçonaria ao mundo profano.
Entendo que as coisas não são assim, sendo possível, com cautela, discrição e responsabilidade, se abordar inúmeros temas relativos à Ordem Maçônica, sem, contudo, expô-la aos olhos dos não iniciados.
Desafortunadamente os tais puristas de plantão, por pouco, ou quase nada conhecem das entranhas da Maçonaria, ficam a se agarrar em anacronismos e fantasias, como fossem esses os verdadeiros e reais segredos da Sublime Instituição. Isso sem contar com os adoradores de autores temerários que poluem a literatura maçônica com falsos conceitos, mentiras e exacerbadas superstições.
À vista disso, cabe a quem escreve com seriedade, avaliar cada uma das possíveis circunstâncias que poderão se apresentar, sobretudo pela vastidão da cultura maçônica – da verdadeira cultura, e não de elementos mentirosos que vivem protegidos pela ignorância.
No caso do Blog do Pedro Juk, para me proteger de ataques odiosos, sobretudo quando abordo temas que envolvem sinais, toques e palavras, tenho me utilizado do artifício da abreviatura maçônica na primeira letra do vocábulo, onde o leitor, realmente preparado, pode compreender perfeitamente o encadeamento daquilo que se pretende expor, sem prejuízo de se revelar matéria protegida e reservada somente aos iniciados.
São muitas as situações. Uma boa proteção para quem escreve sobre Maçonaria é antes de tudo ser prudente e amante da verdade, fora isso, é estar preparado para enfrentar os ataques dos vaidosos e presunçosos invejosos.
T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
MÁRIO BEHRING
O ápice de sua carreira institucional veio entre 1920 e 1925, período em que ocupou interinamente e depois efetivamente o cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil. Foi também nesse período que sua visão de reforma começou a tomar corpo. Ao representar o Brasil no Congresso Maçônico de Lausanne, em 1921, Behring teve contato direto com os critérios adotados pela Maçonaria regular internacional e compreendeu que a estrutura vigente no Brasil, onde os graus simbólicos e os filosóficos eram administrados pela mesma entidade, estava em desacordo com os princípios universais da Ordem.
Determinado a promover uma mudança estrutural, buscou separar juridicamente o Supremo Conselho do Grande Oriente do Brasil, o que lhe garantiu reconhecimento internacional. No entanto, enfrentou forte oposição interna. Após a renúncia do Grão-Mestre Fonseca Hermes, o novo líder do GOB, Octavio Kelly, reassumiu práticas consideradas irregulares ao acumular os cargos de Grão-Mestre e Soberano Grande Comendador, em contrariedade à legislação maçônica internacional e aos esforços de Behring.
Diante desse cenário, em 20 de junho de 1927, Mário Behring rompe definitivamente com o GOB e lidera a fundação de uma nova estrutura: as Grandes Lojas Estaduais do Brasil, iniciando pela Grande Loja da Bahia.
Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria (Por Luciano J. A. Urpia)
OS SETE MANDAMENTOS PARA DESBASTAR A PEDRA BRUTA
Desde que entrei na Maçonaria estou sempre ouvindo que temos que desbastar a Pedra Bruta para transformá-la em Pedra Polida. Com o passar do tempo, percebi a dificuldade que eu tive de compreender totalmente este processo, mas decidi a empreendê-lo.
Toda aprendizagem é solitária e individual, mas não tem necessariamente o caráter solitário. Pensei que deveria ter etapas para seguir, um organograma para orientar meus passos.
Percebi que não tinha. A partir daí, refleti e fiz uma analogia com os 10 mandamentos, quer dizer, fiz um organograma para melhor me orientar no trabalho de desbastar a Pedra Bruta.
NESTE ORGANOGRAMA FIZ 07 ETAPAS:
1. Amar a Pedra Bruta
2. Honrar a ti mesmo
3. Guardar as segundas feiras
4. Não desprezar o próximo
5. Amar ao Irmão como a ti mesmo
6. Não pecar contra o espírito
7. Não tomar o nome da Maçonaria em vão.
1) AMAR A PEDRA BRUTA
Devemos amar a Pedra Bruta não para conhecê-la ao máximo, nem para tornarmos o melhor Maçom, mas para que nós nos tornemos melhor como homem, como trabalhador, como pai de família, como cidadão. Amar a Pedra Bruta é conhecer o bem. O que é conhecer o bem? É reavaliar, é conversar sobre bom caráter, honestidade, é ser alegre, ser bom pai, ser membro efetivo na família, desempenhar bem no seu trabalho, exigir que você faça o melhor.
É saber que você pode ganhar dinheiro pelo bem e pelo mal e optar pelo bem. É saber que um pai de família pode ser o melhor ou razoável e você optar por ser o melhor. Conhecer o bem é o primeiro passo para desbastar a Pedra Bruta. Mas para continuar a desbastar a Pedra Bruta, é necessário amar o bem, praticar o bem, adquirir o hábito de fazer o bem, e inserir o bem em você. As Pedras Brutas que é a matéria-prima da Grande Obra, sou eu, é você, somos nós.
2) HONRAR A TI MESMO
Quando eu tive o privilégio de ser admitido na Loja eu renasci, eu recebi a luz, e passei a dedicar com empenho a aprender o ofício que é a Arte Real. Eu simplesmente não só escuto como se usa os utensílios para desbastar a Pedra Bruta, mas eu utilizo estes utensílios como meu próprio guia para me reeducar, tornar melhor como indivíduo, honrando a mim mesmo.
Somente através deste exercício permanente, contínuo, exaustivo é que conseguiremos de fato o aprendizado desta nova noção de outro bem que é a Honra. Para isto tive de admitir que sou um homem livre e de bons costumes, isto quer dizer que tenho o direito e o privilégio de exercitar a liberdade.
Exercitar a liberdade é me considerar sem prepotência, sem falsa modéstia que sou um ser agraciado. Sou meu próprio centro. A todo Maçom é dado o direito de adquirir e desenvolver, pela prática, as qualidades humanas; é dado o direito de conquistar novos sentimentos e modificar sentimentos indesejáveis, é dado o direito de disciplinar as paixões para o bem, habituando a sentir, a pensar e agir como homem honroso.
Para tudo isto, ninguém, nenhum Maçom necessita ficar sentado por longos anos nas carteiras escolares; mas sim, necessita ter o desejo de fazer o bem e um pouco de boa vontade.
3) GUARDAR AS SEGUNDAS-FEIRAS
Assim como a religião católica guarda o domingo e usa este dia para unir os seus devotos e, discutir a sua essência como religião utilizando os Rituais como a missa; os Adventistas do 7º dia utilizam o sábado para jejuar e praticar a caridade, os judeus utilizam um dia do ano para obter perdão eu utilizo e utilizarei simbolicamente as segundas-feiras como um dia especial de reflexão, de abastecimento, de aquisição de novos ensinamentos.
Simbolicamente, porque todo esse processo de desbastar a Pedra Bruta deve ser feito todos os dias, rotineiramente. Para mantermos a boa saúde física, necessitamos seguir certas regras de vida material e regime (esporte, alimentação); também para a boa saúde do espírito, necessitamos de exercícios metódicos, por isso nós temos que guardar as segundas-feiras para mantermos permanente contato com as idéias que servem de base ao ideal moral e com os sentimentos que são os motores desse ideal.
As circunstâncias banais da vida, os interesses cotidianos, as tarefas prendem o homem a limitados horizontes propícios ao egoísmo. Por isso nós temos as segundas-feiras para que de um modo sistemático, o nosso espírito faça uma pausa, para tomarmos contato com as idéias generosas e reabastecer de energia espiritual.
Através das reuniões onde aprenderemos a ouvir e meditar com humildade e lucidez os ensinamentos dos irmãos mais experientes. Vamos utilizar as segundas-feiras para extrair força, riquezas de sentimentos.
4) NÃO DESPREZAR O PRÓXIMO
Nunca crer em possuir uma verdade absoluta e indiscutível; pois é perigoso para si mesmo porque traça limites para seu espírito; é perigoso para os outros porque você imaginando que só você detém a verdade, irrita-se ao encontrar no próximo, opiniões diferentes, e você facilmente o desprezará, levando você à intolerância, a tirania.
Vamos pesquisar a verdade com a fé profunda no que ela tem de bem e de belo, mas com a convicção de que nosso espírito é por demais fracos e pequenos para possuí-la de maneira absoluta; seria crime querer impô-la ao próximo, só porque pensam de maneira diferente de nós.
A verdade nada tem de absoluto, mas na prática, é suficiente para alimentar nosso pensamento e guiar nossa vida. O espírito crítico é um instrumento de trabalho, mas o espírito de crítica para com o próximo conduz somente a resultados negativos.
O próximo ter uma opinião diferente da minha é para ele um direito absoluto e sagrado. Não basta que toleremos um ao outro, é necessário que cada um de nós respeite, no outro, um reflexo da verdade absoluta que espírito nenhum pode atingir, mas que cada um tem o dever de procurar alcançar com firmeza, da melhor maneira possível.
Se eu na minha nova condição de membro efetivo desta Loja, um ser livre que optei pelo bem, decidi a vivenciar plenamente a Honra é óbvio que o próximo é a minha extensão. Por isso, para amar o próximo é imprescindível que tenha já compreendido e empreendido, que tenha esgotado e desgastado o pré-requisito de Honrar a ti mesmo. Se eu não me honro como reconheceria a outro?
5) AMAR AO IRMÃO COMO A TI MESMO
Não basta que os Maçons se tratem reciprocamente de "Irmãos" e proclamem que desejam estender essa fraternidade a toda a humanidade, para se formar uma só família. A fraternidade manifestada em palavras não faz o menor sentido, se não exprime um estado de espírito. A teoria tem que estar conforme a prática.
A fraternidade está no coração e não nos lábios. Vamos afastar de toda querela, discórdia, calúnia, maledicência, cólera, rancor, vamos afastar de tudo quanto possa prejudicar a reciprocidade nos bons relacionamentos com os irmãos. Não vamos só traçar planos, vamos construir o edifício.
6) NÃO PECAR CONTRA O ESPÍRITO
Vamos aliviar o espírito dos vícios, desvios, ilusões, escravidão para podermos alcançar a paz, a plenitude, o equilíbrio. Só assim conseguiremos transformar a Pedra Bruta em Pedra Polida. É com a saúde espiritual e moral é que vamos conseguir um corpo sadio e a serenidade.
7) NÃO TOMAR O NOME DA MAÇONARIA EM VÃO
Depois de reconhecer, optar, verificar os resultados, constatar o que há atrás da porta é naturalmente uma oportunidade única, singular. Ser Maçom.
A Maçonaria é o útero que protege, acolhe; é o alimento que nutre e faz amadurecer, é o sinalizador para o renascimento. Agradeço a todos vocês que acreditaram que eu seria uma extensão de vocês e através de vocês eu estou aqui. Sem euforia, mas sensibilizado.
Obrigado Maçonaria, não tomarei seu Santo Nome em vão.
Assim a Pedra Bruta ao ser trabalhada adquire Força por se poder encaixar com outras, Beleza pelo seu equilíbrio de formas e Sabedoria porque ao refletir a luz torna-se ela própria uma forma de Luz transmitida.
Um Maçom não é uma criança obrigada a decorar um catecismo. Um Maçom é um homem livre, um homem instruído, um homem capaz de pesquisar e de encontrar a verdade, tal é grande a finalidade da Maçonaria.
Fonte: Facebook_Átrio do Saber
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
CADEIA DE UNIÃO - CARACTERÍSTICAS PARA O REAA
Em 11/09/2025 o Respeitável Irmão Olney Ferreira da Paixão, Loja Fidelidade Mineira, REAA, GOMG (COMAB), Oriente de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, faz a seguinte pergunta:
CADEIA DE UNIÃO
Tomo a liberdade de solicitar ajuda a fim de sanar uma dúvida, com referência a ritualística sobre a CADEIA DE UNIÃO, como formar a Cadeia e a postura, no REAA do GOMG.
CONSIDERAÇÕES:
Historicamente, a Cadeia de União surgiu na França em 1777 pela necessidade de se barrar o ingresso de maçons irregulares nas Lojas, visando, com isso, atender à regularidade restabelecida à Maçonaria francesa pelo Grande Oriente da França, pós período turbulento que ocorrera no século XVIII.
À vista disso, a Cadeia de União foi criada apenas para a transmissão da Palavra Semestral, e assim tem sido no REAA original. No Brasil, o seu uso foi adotado pelo GOB em 1832, mantendo-se até os dias atuais.
Sob o aspecto do seu comportamento ritualístico, a Cadeia de União é organizada em formato circular, com os Irmãos distribuídos ao centro do Ocidente. Dessa formação peculiar, somente podem participar Irmãos regulares da Loja. Eventuais visitantes, mesmo que de outras coirmãs e da mesma Obediência, não podem participar da Cadeia de União.
Graças a isso é que a Cadeia é formada somente após o encerramento dos trabalhos, depois que visitantes já tenham se retirado.
Desse modo, os Irmãos formam a Cadeia de União de mãos dadas uns com os outros, tendo os respectivos braços cruzados pela frente do corpo, o direito por cima do esquerdo. Nesta formação, o Venerável Mestre se coloca na banda oriental do dispositivo circular, tendo imediatamente à sua direita e esquerda, respectivamente, os Irmãos 1º e 2º Vigilantes. De frente para o Venerável, no lado oposto do círculo, na banda ocidental, coloca-se o Mestre de Cerimônias, tendo à sua esquerda e direita, distribuídos de modo equilibrado, os demais Irmãos.
Estando todos de mãos dadas, ocupando o dispositivo, o Venerável Mestre transmite, sussurrando no ouvido dos Vigilantes a Palavra Semestral, a qual percorre sucessivamente pelo lado Norte e Sul da Cadeia, até chegar ao Mestre de Cerimônias, que a recebe em ambos os ouvidos. Ato seguido, o Mestre de Cerimônias, por dentro do dispositivo, sai do círculo, enquanto que os Irmãos que o ladeiam dão-se as mãos para restabelecer o dispositivo; o Mestre de Cerimônias então vai até o Venerável Mestre e lhe transmite a Palavra da mesma forma que recebeu, depois o volta seu lugar na Cadeia.
Se a Palavra estiver correta, o Venerável Mestre informa e recomenda que todos a guardem como penhor de regularidade. Finalmente, desfaz-se Cadeia de União e o Venerável Mestre, ajudado pelo Mestre de Cerimônias, incineram no centro, em um dispositivo apropriado, a Palavra que acabou de ser transmitida. Logo, todos se retiram do templo. Esta é a mecânica ritualística da transmissão da Palavra Sagrada no REAA.
Outras ponderações: No REAA, durante a formação da Cadeia de União, os seus componentes não juntam a ponta dos seus pés, uns com os outros; ao final da transmissão não existe nenhuma aclamação, a exemplo da tríade Saúde, Força e União, ou outras do gênero; a Cadeia de União é formada exclusivamente para a transmissão da Palavra Semestral, nela não cabem preces, súplicas, orações, pedidos em favor de enfermos, etc.
Ainda, a Palavra Semestral é enviada às Lojas pelo Grão-Mestre da Obediência, duas vezes por ano.
T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
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