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PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
quarta-feira, 4 de março de 2026
ORDEM DO DIA - CONCLUSÕES DO ORADOR
Em 13.10.2025 o Respeitável Irmão Cleiton Rocha Matos, Loja Guardiões do Olimpo, 3368, REAA, GOB-MT, Oriente de Nova Olímpia, Estado do Mato Grosso, formula a seguinte questão.
ORDEM DO DIA
Boa tarde meu Eminente irmão Pedro Juk, gostaria de tirar uma dúvida, referente a ordem do dia. A ordem do dia quando não tiver votação ou assunto pertinente a discussão, é preciso passar para o irmão orador para suas conclusões ou o venerável mestre já dá ela como encerrada?
CONSIDERAÇÕES:
No período da Ordem do Dia, antes da votação de cada matéria, o Orador deve se manifestar pela sua legalidade. Logo, se não houver nenhuma discussão e votação em pauta, não haverá manifestação do Orador, podendo o Venerável Mestre dar por concluído esse
período.
As matérias da Ordem do Dia devem ser pré-agendadas pelo Venerável Mestre, salvo se tiver sido colhida, na bolsa de propostas e informações, alguma coluna gravada que mereça atenção urgente.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
MINUTO MAÇÔNICO (1)
(Republicação)
QUAL O ESTADO DE ÂNIMO DO MAÇOM AO CHEGAR NO TEMPLO?
1º - Cumprimentar seus irmãos com alegria e ser amável ao abraçar a cada um demonstrando a satisfação em participar daquela reunião.
2º - Se necessário ajudar na preparação da Loja e aproveitar a oportunidade para ensinar os aprendizes, os porquês de cada objeto e seu significado.
3º - Procurar cumprir e estimular os irmãos para que a reunião tenha o início no horário previsto.
4º - Abandonar os problemas ditos "profanos" antes de entrar na sala dos passos perdidos.
5º - Tudo que realizar, realizar com amor e gratidão, pois muitos desejariam estar participando e não podem.
Lembre-se,
MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ
(saber - querer - ousar - calar)
Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br
O SILÊNCIO INICIÁTICO E UNIVERSAL
No caminho iniciático, o silêncio não é ausência.
"Ele é presença concentrada".
Saber calar não significa omitir, mas preparar o vaso para que a verdade possa ser recebida sem distorções.
Antes da Palavra criadora, houve o Silêncio.
Antes da Luz se manifestar, houve o recolhimento.
O silêncio é o laboratório secreto da alma, onde pensamentos se decantam, emoções se purificam e a consciência aprende a escutar aquilo que não pode ser dito.
Quem fala demais, espalha a energia.
Quem silencia conscientemente, a concentra.
É no silêncio que o mestre interior se revela, não como voz externa, mas como certeza tranquila, clara e firme.
As grandes verdades não gritam.
Elas sussurram, E apenas aquele que aprende a calar consegue ouvi-las.
O iniciado compreende que nem toda verdade deve ser pronunciada, nem todo conhecimento deve ser exibido.
Há palavras que amadurecem apenas no escuro do coração.
"Por isso, o silêncio é proteção".
Ele preserva a obra em gestação dos olhares profanos e das dispersões do ego.
Quem atravessa o silêncio não se torna mudo, torna-se preciso.
E quando finalmente fala, suas palavras não buscam convencer.
Elas irradiam. Pois aquele que aprendeu a ouvir a voz do mestre interior já não precisa provar nada ao mundo.
Fonte: Facebook_Adilson Casanova Torman
terça-feira, 3 de março de 2026
SAÍDA TEMPORÁRIA DOS TRABALHOS
Em 09.10.2025 o Respeitável Irmão que se identifica apenas como Tonetti, Loja Guaicurus, 4317, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado Do Mato Grosso do Sul, solicita esclarecimentos:
SAÍDA TEMPORÁRIA
Peço orientação ritualística quanto a saída temporária do Templo, uma vez que o ritual página 43 fala em entrada e saída do oriente e entrada formal ou saída definitiva do templo, porém não fala sobre o procedimento para se ausentar temporariamente e seu retorno ao templo. Gostaria de saber:
1) A quem pedir dentro do templo (Vigilante da Coluna ou diretamente ao Venerável).
2) Uma vez autorizado saída, é preciso ser conduzido pelo Mestre de Cerimônia. Deve cumprimentar o Venerável.
3) Quando da entrada temporária tem que cumprimentar somente o Venerável ou as Luzes. Deve ser conduzido ao seu lugar pelo Mestre de Cerimônia ou não.
CONSIDERAÇÕES:
Inicialmente, vamos combinar que não há necessidade de se introduzir no ritual um período ritualístico para suprir as diversas situações que levam um Irmão a se retirar temporariamente do Templo.Para isso, o Venerável Mestre tem poder e competência para conduzir as diversas situações ritualísticas que porventura possam advir durante os trabalhos.
Vamos às respostas:Quem estiver nas colunas, obviamente pede para o Vigilante respectivo. Este, por sua vez, solicita ao Venerável Mestre, o qual poderá ou não autorizar a saída temporária. Quem estiver no Oriente, pede autorização diretamente ao Venerável Mestre.
Sim, a despeito de que uma das funções do M∴ CCer∴ é a de ser o condutor nos trabalhos da Loja. Nesse caso, como a retirada é temporária, não há o porquê de o retirante, ao sair da Loja, prestar alguma saudação.
De retorno ao Templo, sendo conduzido pelo M∴ de CCer∴, o retirante volta aos trabalhos. Nessa condição, o Ven∴ Mestre deve dispensar as formalidades, isto é, sem marcha e saudação às Luzes.
Concluindo, existem várias outras situações nesse contexto que poderão vir a acontecer, portanto, à vista disso não há como registrar todas elas no ritual. O Venerável Mestre, como condutor dos trabalhos. certamente tem aptidão para tomar as providências cabíveis, evitando os excessos de preciosismo que, ao contrário de abrilhantar a sessão, apenas atrapalha a fluidez e a beleza dos trabalhos.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
EVOLUIR É UM DEVER
Jose Ricardo Salgueiro Castro
Na Maçonaria, cada passo dado no caminho da Luz carrega um compromisso silencioso com a própria consciência. Evoluir não é um favor concedido pelo tempo, nem um privilégio reservado a poucos. É um dever assumido no momento em que o homem decide lapidar a própria pedra bruta e se tornar, a cada dia, mais justo, mais reto e mais verdadeiro.
A iniciação não nos concede títulos. Ela nos impõe responsabilidades. Cada grau recebido amplia não o ego, mas a obrigação moral de viver aquilo que professamos em Loja. Evoluir é vigiar os próprios pensamentos, corrigir as próprias falhas e agir no mundo com a mesma retidão que juramos no Templo. Não há grandeza sem disciplina, não há honra sem consciência, não há luz sem esforço.
Ser maçom é compreender que o trabalho mais importante não se realiza com ferramentas visíveis, mas no íntimo do caráter. O silêncio do Templo nos ensina que o verdadeiro progresso não se ostenta. Ele se manifesta na conduta, no respeito ao próximo, na firmeza diante das provas e na humildade de reconhecer que sempre há algo a aprender.
Quando afirmamos que evoluir é um dever, reafirmamos a essência da Ordem. Somos chamados a ser exemplos, não por vaidade, mas por responsabilidade. Cada atitude, cada palavra e cada escolha refletem o compromisso assumido diante do Grande Arquiteto do Universo.
Que jamais nos acomodemos. Que a busca pela melhoria interior seja constante. Porque na Maçonaria, evoluir não é uma conquista pessoal. É uma missão. E toda missão exige consciência, caráter e fidelidade aos princípios que nos unem como Irmãos.
Fonte: Facebook
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