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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quinta-feira, 4 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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ATA NÃO REDIGIDA - CONCLUSÕES DO ORADOR

Em 28.03.2026 o Respeitável Irmão Eduardo Marques de Souza Costa, Loja Aurora II, 2017, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, solicita esclarecimentos para o que segue:

ATA NÃO REDIGIDA

Se o Secretário não fizer a leitura da ATA da Sessão Anterior sem prévio comunicado (MOTIVO) ao Venerável Mestre;

Quando o Venerável Mestre passar a Palavra ao Irmão Orador, como guarda da lei, (para o Fechamento dos Trabalhos);

O Irmão Orador pode dizer que a Loja poderá ser fechada, mas os trabalhos não podem ser considerados como justo e perfeito, pois houve quebra de ritualística por parte do Irmão Secretário por não fazer a leitura da Ata e não avisar (motivo) previamente ao Venerável Mestre?

Digo isso porque considero todos os nossos trabalhos como ritualísticos, afinal seguimos nosso ritual.

Fico no aguardo de sua resposta meu nobre Irmão.

CONSIDERAÇÕES:

Antes, é bom que se diga que não se trata de avisar ao Venerável Mestre com antecedência a falta da ata. Essa não é uma atitude prevista e que possa “consertar as coisas”, pois a ausência se trata de uma falha do titular da Secretaria por não a ter redigido.

Acontecimentos como este devem ser corrigidos imediatamente, de tal modo que essa falha grave não venha ocorrer em outras ocasiões. É preciso também avaliar se a falta de redação pelo titular não tenha tido um motivo plausível.

No tocante à sessão e a falta da leitura e aprovação da ata, o Orador, nas suas conclusões finais, deve manter sua manifestação de costume, considerando, mesmo assim, os trabalhos justos e perfeitos, no entanto com a ressalva de que não houve leitura e aprovação da ata da pela falta da sua redação.

Embora possa parecer contraditório, o bom senso diz que não se deve desaprovar os trabalhos de uma sessão ordinária inteira por conta de falha de um titular de ofício, no caso do Secretário que não elaborou a ata da sessão anterior.

Nesse caso, se o Orador não declarasse a sessão justa e perfeita, isso acarretaria na anulação de toda a sessão, o que também seria um paradoxo, pois sendo detectado algo nocivo durante a execução dos trabalhos, imediatamente isso deveria alertado pelo Guarda da Lei, não permitindo assim que os trabalhos chegassem até o final, para somente então declará-los nulos. Afinal, se fosse o caso, o mal deveria ser sido cortado pela raiz.

Ao ter sido detectada a falta da ata, o melhor procedimento seria o Venerável Mestre ter, no ato, consultado o Orador, o qual, primando pelo bom senso e respeito aos que se apresentaram para os trabalhos, se manifestaria pelo prosseguimento da sessão.

Assim, a escolha do Orador por essa conduta (ao meu ver a mais adequada para o momento), evitaria prejudicar toda uma sessão devido à falta de redação da ata da sessão anterior. Nesse sentido, o mais plausível seria mesmo aprovar os trabalhos transcorridos, todavia com ressalva de que não fora feita a leitura da ata da sessão anterior.

Por fim, a ata que não fora ainda lida, seria apresentada, junto com a outra, na próxima sessão.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

FALSIFICAÇÃO DA MOEDA MILAGROSA

Por Luciano J. A. Urpia

Circulam em alguns círculos católicos graves acusações de que a Maçonaria estaria envolvida na falsificação da Medalha Milagrosa. A teoria sustenta que maçons infiltrados na Casa da Medalha Milagrosa, em Paris, local de origem das medalhas autênticas, teriam fabricado versões adulteradas com símbolos alterados. O objetivo declarado dessa operação seria corromper e desvirtuar a devoção católica a Nossa Senhora, atingindo a fé dos fiéis justamente por meio de um dos seus símbolos mais populares e queridos.

Mas será que essa denúncia se sustenta quando confrontada com os fatos históricos e documentais? Haveria de fato uma conspiração maçônica por trás da adulteração da Medalha, ou estaríamos diante de mais um mito alimentado pela desconfiança e pela repetição acrítica?

Essa e outras questões são investigadas a fundo no livro "Mitos e Fatos Maçônicos", de Luciano Urpia. Com rigor da pesquisa histórica, a obra desconstrói narrativas polêmicas que há décadas circulam no meio católico, sempre com o cuidado de separar o que é devoção autêntica do que é pura desinformação. Adquira já o seu exemplar (LInk na BIO)

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

O APRENDIZ E O MESTRE - K ENTRE NÓS

Ir∴ Marco Antônio Nunes – Florianópolis – SC
M∴M∴ da ARLS “Fraternidade Catarinense” nº 9 – GOSC


Sem o que fazer, vagava o Mestre despreocupadamente por entre a obra e deparou-se com um aprendiz que, concentrado examinava uma pedra ainda não totalmente desbastada. Querendo mostrar sua força e autoridade, dirigiu-se ao obreiro:

- Aprendiz, sua pedra não está devidamente desbastada. Acaso pensas em dá-la como acabada?
- Mas, Mestre, essa pedra...
- Não negligencies nas tuas tarefas se almejas, um dia, chegar onde hoje eu estou. Não penses que o Mestrado é conseguido sem sacrifícios e pouco trabalho.
- Mas, Mestre, eu...
- Não me parece que os ensinamentos tenham sido bem assimilados. Veja o estado em que se encontra esta pedra. Toda disforme e cheia de imperfeições. Já imaginastes as conseqüências que acarretaria o seu assentamento na obra? Por cento que não irá se encaixar convenientemente e além disso, colocaria em risco o próprio andamento da construção.
- Mestre, eu gostaria de...
- ... não me interrompas enquanto falo. Um aprendiz deve saber comportar-se diante do Mestre. Não estou gostando do seu comportamento e nem do seu jeito desleixado de trabalhar. Olhe só este avental, todo sujo; estas ferramentas, em péssimo estado de conservação! Bem diferente do seu Mestre! Veja meus paramentos, imaculados, meus utensílios de trabalho perfeitamente conservados, como novos. Não lhe serve de lição ver tão gritante comparação? Acaso não lhe sirvo de exemplo? Mas vamos deixar de conversa! Trate de trabalhar que o tempo é curto. Como castigo, para deixares de ser tão negligente, deverás terminar o desbaste desta pedra, mesmo no seu período de descanso!
- Mas, Mestre, eu gostaria de explicar-lhe que...
- Não irei perder mais meu tempo com você! Trate de fazer o que determinei e fim de conversa!

Afastando-se, o Mestre sai satisfeito e orgulhoso por ter sido severo e de ter tido a oportunidade de praticar e ter demonstrado a sua autoridade, deixando o Aprendiz imerso em seus pensamentos.

- Puxa vida! Eu queria explicar ao Mestre que esta pedra está aqui desde quando ele era aprendiz, que na pressa e na preocupação de ser elevado e exaltado, não a desbastou convenientemente. Todas as minhas pedras foram aproveitadas na obra, razão pela qual meu avental está sujo e meus utensílios desgastados pelo uso. Além disso, estou no meu horário de descanso e aproveitava o tempo para concluir o desbaste desta pedra que aqui está desde a elevação do Mestre e a sua posterior exaltação, mas ele sequer deixou-me explicar. Deixa pra lá! O Mestre deve ter suas razões e deve estar muito preocupado com os seus afazeres por ser tão importante na obra. O melhor mesmo é eu terminar esta pedra e deixa-la pronta para o polimento, antes que chegue a meia- noite.

Assim são determinados “Mestres” que alcançam os mais elevados cargos e honrarias e não sabem ou esqueceram a mais elementar das virtudes: a humildade.

A questão aqui posta não é propriamente a ausência da humildade, mas a falta de critérios sérios e responsáveis para a escolha e seleção de profanos por parte de muitos “padrinhos” que só almejam satisfazer conveniências.

Aquele velho amigo e companheiro de farras, o colega de trabalho, o “doutor” ou empresário bem sucedido na vida e na profissão, que, muitas vezes e por coincidência é o chefe ou superior, geralmente são os candidatos mais potencializados ao apadrinhamento a um mal sucedido engajamento à Maçonaria.

Por essa razão, convivemos com um sem número de “mestres” perambulando pelas lojas à cata de um momento de glória, utilizando os irmãos como escadas visando o aplauso da platéia. E para eles, sempre haverá uma platéia, assim como sempre haverá quem sirva de escada.

Fonte: JBNews - Informativo nº 309 - 03 de Julho de 2011

quarta-feira, 3 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA III

Em 25.03.2026 o Respeitável Irmão Alan Zidowicz, Loja União em 33, 1602, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão:

VIG∴ PEDINDO A PALAVRA

Estimado Irmão Pedro Juk. A dúvida é quanto a P∴ a B∴ da O∴ e do Q∴ P∴, nas Colunas, os VVig∴ devem pedir a palavra (se é devido) para quem e em que ordem nas colunas, isto é, falam por último ou não necessariamente?

CONSIDERAÇÕES:

No caso do REAA, a forma consagrada e recomendável pela Secretaria Geral de Orientação Ritualística do GOB é que, no uso da Palavra, o Vigilante fale sempre por último na sua Coluna, isto é, só depois que nela reinar silêncio é que ele pode falar.

Para fazer uso da palavra no momento apropriado, o Vigilante deve dar um golpe de malhete; o Venerável, para autorizá-lo, responde também com um golpe de malhete.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 14

O PERJÚRIO

1º - O que é perjúrio? É a quebra de um juramento!
2º - Na realidade, o maçom a todo momento falta aos compromissos assumidos, como o principal, de amar o seu irmão.
3º - A assistência que o maçom deve dar a sua loja deveria ser plena e sem reserva, no entanto o que se vê é a displicência e o desinteresse.
4º - Triste é constatarmos que o maçom da atualidade não é aquele iniciado em que a ordem depositou sua confiança e esperança.
5º - Oxalá todo maçom possa deter-se por alguns momentos para meditar a respeito de sua atuação e do seu comportamento.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O BODE NÃO É UM SÍMBOLO MAÇÔNICO


O bode não é, e nunca foi, um símbolo da Maçonaria. A associação entre o bode e a Maçonaria é um mito popular, resultado de desinformação e calúnias históricas.

Origem do Mito
A falsa ligação entre o bode e a Maçonaria surgiu em meados do século XIX, quando grupos anticlericais e opositores da Maçonaria, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, começaram a espalhar a ideia de que os maçons cultuavam o diabo, frequentemente retratado na forma de Baphomet, uma figura com cabeça de bode. Essa narrativa falsa foi usada para manchar a imagem da Ordem, associando-a a rituais satânicos e práticas consideradas imorais.

Símbolos Maçônicos
Os verdadeiros símbolos da Maçonaria têm raízes na arquitetura e na construção. Eles são ferramentas de trabalho de pedreiros e construtores, como o esquadro, o compasso, a trolha, o nível e o prumo. Cada um desses instrumentos representa uma lição moral e filosófica:

* Esquadro: Símbolo da retidão, da moralidade e da honestidade. Representa a necessidade de agir de forma correta e justa.

* Compasso: Símbolo da moderação e da sabedoria. Representa a capacidade de traçar limites para as paixões e os desejos.

* Trolha: Símbolo da união e da fraternidade. Representa a importância de espalhar a paz e a harmonia entre os membros.

Esses símbolos são a base do ensinamento maçônico, que busca o aprimoramento moral e ético de seus membros, e não têm nenhuma relação com o bode ou com qualquer outra figura mitológica.

Fonte: Facebook_Federação Maçônica de São Paulo

terça-feira, 2 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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REGULARIDADE - RECONHECIMENTO ENTRE OBEDIÊNCIAS

Em 25/03/2026 o Respeitável Irmão Juliano Vasconcellos, Loja Itaipu, 2226, REAA, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

REGULARIDADE

Como de costume, sempre que surge alguma dúvida acerca de pontos relacionados à nossa ritualística, recorro ao Irmão, que prontamente nos auxilia com esclarecimentos precisos.

No novo ritual, à página 37, observamos a seguinte alteração: Quando o Venerável Mestre pergunta: “De onde vindes, meus IIr∴?” Anteriormente, o Visitante respondia: “De uma Loja de São João, justa e perfeita, Venerável Mestre.” Atualmente, a resposta passou a ser: “De uma Loja de São João, justa, perfeita e regular, Venerável Mestre.”

Diante dessa inclusão, gostaríamos de compreender melhor o significado e a motivação para o acréscimo do termo “regular”.

Considerando que, em se tratando de um Irmão desconhecido, solicitamos a palavra semestral e, uma vez respondida corretamente, já se pressupõe sua regularidade, surge-nos a dúvida quanto à necessidade dessa menção explícita no texto ritualístico.

Assim, ficaremos gratos se o Irmão puder nos oferecer um esclarecimento sobre esse ponto, para que possamos levá-lo à nossa Oficina e promover o devido entendimento entre os Irmãos.

CONSIDERAÇÕES:

No tocante à Maçonaria Brasileira regular, no caso do GOB, ele reconhece como regulares, além das suas Lojas federadas, também todas as Lojas que formam as Grandes Lojas Estatuais Brasileiras (CMSB) e as que formam os Grandes Orientes Estaduais Independentes (COMAB). Graças a isso, sem aqui se discutir a expressão lata do que significa regularidade maçônica, as Potências Maçônicas regulares no Brasil se restringem às acima mencionadas.

Por força de tratado, no GOB não é admitido o ingresso, em suas Lojas, de maçons em atividade que não pertençam às suas próprias Lojas, assim como às Lojas de uma das Obediências por ele reconhecidas como regulares.

Ainda nessa conjuntura, além do reconhecimento individual do maçom, que ocorre por exame individual in loco, chamado de Cobridor Grau e o Telhamento, a Loja também tem que se certificar, em caso de Irmão visitante desconhecido, se ele é de fato um Ir∴ que está em plena atividade nas Obediências reconhecidas. Essa providência deve ser tomada pela Loja que recebe o visitante desconhecido. Cada Loja é responsável pela sua verificação. Atualmente, a informatização tem auxiliado na consecução desse exame.

Por fim, a questão de reconhecimento entre Obediências possui regras, as quais as partes concordam e se submetem. Uma das mais importantes dessas regras tem sido a de que uma Obediência declarada por uma das partes como regular, não mantenha nenhum tratado de reconhecimento com alguma Potência irregular. Se isso acontecer, pode haver, da outra parte, a suspensão de reconhecimento.
T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

UMA LOJA MAÇÔNICA NÃO É UM CLUBE DE SERVIÇO

Laurence Healey*

A primeira metade do século XX foi marcada por grandes transformações sociais, entre elas o crescimento de organizações de serviço e associações humanitárias, especialmente nos Estados Unidos. Essas instituições mobilizaram recursos, trabalho voluntário e conquistaram grande prestígio público, o que levou alguns maçons a questionarem se a Maçonaria não deveria adotar iniciativas semelhantes. Muitos membros sentiram frustração ao comparar a Ordem com essas entidades mais ativas e visíveis na sociedade.

Entretanto, a essência da Maçonaria não está em projetos de ação coletiva, mas na formação do caráter individual. Seu papel é transmitir valores morais e espirituais por meio de rituais e símbolos, moldando homens melhores que, por sua vez, levam esses princípios para a sociedade. Assim, o impacto da Ordem ocorre de forma indireta, quando cada maçom aplica em sua vida os ensinamentos adquiridos na Loja.

Comparada a uma universidade, a Maçonaria ensina princípios que devem ser praticados pelos seus membros no mundo, mas não cabe à instituição em si executar obras ou projetos sociais como corpo organizado. Sua missão é preservar a unidade, a harmonia e os valores eternos, evitando se perder em disputas externas ou em iniciativas que poderiam comprometer sua natureza.

Dessa forma, a força da Maçonaria não está em competir com outras organizações de serviço, mas em manter firme sua tradição, lapidando homens que reflitam em suas ações os ideais de verdade, honra, justiça e caridade. Como afirmou o rei George VI, a grandeza da Ordem está na fidelidade aos princípios que a sustentaram por séculos — e é neles que deve permanecer para seguir influenciando positivamente a humanidade.

Laurence Healey, Grande Primeiro Vigilante, Grande Loja da Columbia Britânica, 1950-1951. Resumo do discurso proferido na 10ª Conferência Anual das Grandes Lojas do Canadá Ocidental (1950) em resposta à pergunta: "Nossas Grandes Lojas Ocidentais devem patrocinar um programa específico?".

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

segunda-feira, 1 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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ADMINISTAÇÃO - CARGOS ELETIVOS

Em 25/03/2026 o Respeitável Irmão Mario Pereira Gomes Filho, Loja Justiça e Amor, 0799, REAA, GOB-SP, Oriente de Bebedouro, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte pergunta.

ADMINISTRAÇÃO

Olá meu Ir∴ preciso de um esclarecimento. O Mestre de Cerimônias pode fazer parte a administração da Loja (diretoria)?

CONSIDERAÇÕES:

Esse não é propriamente um assunto pertinente à ritualística e a liturgia maçônica, portanto, as minhas colocações abaixo não têm o caráter laudatório, senão como frutos da minha opinião.

Assim, nessa questão, salvo melhor juízo, entendo que pela legislação do GOB a diretoria da Loja é eleita em sufrágio dirigido e determinado pelo TEM (Tribunal Eleitoral Maçônico) da Obediência.

No caso específico da diretoria de uma Loja que pratica o REAA, conforme menciona o RGF, são eleitos os cargos de Venerável Mestre, 1º e 2º Vigilantes, Orador e Secretário, Tesoureiro e Chanceler.

Os demais cargos e comissões, conforme o rito, são nomeados pelo Venerável Mestre recém-eleito. No caso do Mestre de Cerimônias, ele é um Oficial nomeado e empossado pelo Venerável Mestre. Assim, sob essa óptica, o Mestre de Cerimônias não é parte do número de sete Mestres Maçons eleitos, conforme a legislação, que constituem a diretoria da Loja.

Ao concluir essa minha opinião, vale ainda mencionar que conforme a legislação maçônica, não pode haver duplicidade de ofício quando se tratar de cargos "eletivos" – em síntese, não é permitido alguém ser eleito para mais de um cargo de cada vez. É incompatível o exercício de dois cargos eletivos ao mesmo tempo.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

A ORIGEM DA MAÇONARIA SEGUNDO THOMAS PAINE

Por Luciano J. A. Urpia

Em seu ensaio publicado postumamente em 1818, Thomas Paine (filósofo inglês, 1737-1809) propõe uma tese ousada: a Maçonaria não deriva da construção do Templo de Salomão, como alegam os próprios maçons em seus relatos oficiais, mas sim dos remanescentes da religião dos antigos druidas. Paine demonstra as contradições cronológicas das narrativas maçônicas tradicionais, como a impossibilidade de Euclides, que viveu 277 a.C., ter ensinado algo a Hiram, construtor do Templo em 1004 a.C., e aponta que o verdadeiro segredo da ordem não é outro senão sua própria origem, cuidadosamente ocultada sob camadas de simbolismo e mistério.

O cerne da argumentação de Paine reside na análise dos elementos solares presentes na Maçonaria. As Lojas são construídas no sentido leste-oeste, acompanhando o movimento aparente do Sol; o Venerável Mestre ocupa o oriente, "assim como o Sol nasce no leste e abre o dia"; o teto das lojas é ornamentado com um Sol rodeado pelos doze signos do Zodíaco; e a grande festa anual da ordem celebra-se no solstício de verão, 24 de junho, data do Dia de São João que, segundo Paine, nada tem a ver com o santo e tudo a ver com o Sol atingindo sua máxima altura. Até mesmo a cronologia maçônica, que conta os anos a partir da criação do mundo (Anno Lucis), remonta a sistemas cosmogônicos muito anteriores ao Cristianismo.

Paine conclui que a religião dos druidas, sacerdotes do Sol que cultuavam a grande luminária como agente visível de uma causa primeira invisível, o "Tempo sem Limites", foi sistematicamente perseguida quando o Cristianismo a suplantou na Europa. Os druidas que permaneceram fiéis à sua tradição viram-se obrigados a reunir-se em segredo, sob rigorosas proibições de revelação, pois sua segurança dependia disso. Desses remanescentes, preservados nas sombras da perseguição, surgiu a instituição que, para evitar o nome estigmatizado de druida, adotou o nome de Maçonaria, praticando sob esta nova denominação os mesmos ritos e cerimônias ancestrais dedicados ao Sol e à ordem natural do cosmos.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

PAI, COMEÇA O COMEÇO!

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em cartas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo pai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza de que conseguiria chegar até o último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vidas.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

"Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!".

* Texto colhido da Internet e repassado pelo Ir∴ Valdemar Sansão - SP

Fonte: JBNews - Informativo nº  308 - 02 de Julho de 2011

domingo, 31 de maio de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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SAUDAÇAO AO VENERÁVEL E ANTES DE SE SENTAR

Em 24/03/2026 o Respeitável Irmão Flávio Augusto Batistela, Loja Solidariedade e Firmeza, 3052, REAA, GOB-SP, Oriente de Dracena, Estado de São Paulo, solicita esclarecimentos.

SAUDAÇÃO

Eminente e Querido Irmão Pedro, bom dia!

Por favor, nos tire uma dúvida, saudação maçônica (o ato de desfazer o sinal pela pena simbólica) é feito ao entrar em Loja, ao entrar no Oriente e nada mais, está correto? Ex: Estou de pé apresentando um trabalho, terminei a leitura do mesmo, estava entre colunas e volto para o meu lugar, ao sentar, nesse momento, simplesmente sento, não preciso saudar ninguém. Estaria correto esse meu entendido?

CONSIDERAÇÕES:

A primeira situação é a de se saudar o Venerável Mestre todas as vezes que se ingressar ou sair do Oriente em Loja aberta. Também saudar o Venerável Mestre e os Vigilantes (Luzes da Loja) quando da entrada formal, ou ainda quando na saída definitiva de alguém, antes do encerramento dos trabalhos.

Nessas situações, a saudação é sempre feita pelo Sin∴ Pen∴ do Grau, o que em resumo significa em se estar em pé e parado compondo o Sinal de Ordem, fazendo, a partir daí, a saudação pelo Sin∴. Para tudo isso dá-se o nome de saudação maçônica.
A segunda situação é não confundir o simples ato de se desfazer o Sin∴ de Ord∴ com saudação maçônica, mormente porque ambos os gestos são iguais – a saudação é feita pelo Sin∴ Pen∴, assim como também é por ele que se desfaz o Sin∴ de Ord∴.

À vista disso, em Loja aberta, o maçom que estiver à Ord∴, antes de se sentar, ou mesmo prosseguir em seu deslocamento, deve imediatamente desfazer o Sin∴ pelo gestual penal. Nesse sentido, vale a pena lembrar que nessa circunstância esse movimento, embora seja o mesmo, não é saudação maçônica, mas é, agora, a conduta ritualística consagrada de como se deve desfazer o Sin∴ de Ord∴.

Assim, desfazer o Sin∴, ou se saudar alguém em Loja, se faz sempre pelo mesmo gesto. Definir o que ele representa na ocasião, vai depender da razão pelo qual ele está sendo praticado.

Outra situação que vale a pena observar é quando algum Ir∴, vindo de uma circulação pela Loja, chega de volta ao seu lugar. Nesse caso, estando ele diante do seu assento, senta-se imediatamente, sem fazer nenhum sinal, ou prestar alguma saudação. Nesse caso, ninguém faz sinal antes de se sentar.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

BREVIÁRIO MAÇÔNICO

DEBATES

Em maçonaria, são comuns os "debates", programados ou permitidos, quando, em loja, surge a oportunidade de esclarecer um tema ou enriquecer um conhecimento.

Os regulamentos maçônicos são rígidos em disciplinar todo debate.

Não se há que confundir o uso da palavra com o debate; quando um maçom solicita a palavra, pode ser contestado logo a seguir, obedecendo a ordem programada por outro irmão; nesse caso,quem deu origem a essa contestação terá o direito de retomar a palavra, mas uma única vez.

A palavra não pode "retornar" aos irmãos que perdem a oportunidade de manifestação.

O debate é a permissão de intervir num assunto programado, sucessivas vezes até esgotar o tempo predestinado. Assim, o venerável mestre poderá programar um debate sobre determinado assunto e, previamente, destacar alguns irmãos para tomarem parte na troca de opiniões.

Aqui os irmãos devem ser prudentes e concisos, sem alongamentos supérfluos.

Por mais acirrados que forem os debates, o maçom jamais poderá usar expressões ofensivas, uma vez que em toda e qualquer situação sempre deve predominar o equilíbrio, a tolerância e o bom senso, sinais de amor fraterno.

Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 116

PACIÊNCIA


A paciência é uma das virtudes cultivadas pela Maçonaria, pois é irmã gêmea da Tolerância.

Paciência significa equilíbrio e controle do dualismo.

A contenção do instinto, o fruto da meditação, o caminho para a sabedoria.

O Trabalhador Maçônico, para desbastar a pedra bruta, cinzelá-la e poli-la, deve revestir-se de paciência, isto é, ser paciente.

A Ordem Religiosa dos Beneditinos cultiva a paciência como sua principal virtude, sabendo que ela é um "ponto de partida" para a descoberta das demais virtudes.

A paciência leva à perseverança, e esta leva à conquista da meta ou objetivo pretendido.

O Maçom recém-admitido na Loja, para progredir, obter aumento salarial, buscar a Comunhão e, posteriormente, o Mestrado, deve pautar sua conduta dentro da Loja com paciência exemplar.

Tudo o que é destinado ao homem é alcançado e alcançado; pressa, irritação e precipitação são meios disruptivos.

Para viver uma vida bem-sucedida ao se aproximar dos 100 anos, calma, serenidade e paciência são necessárias; isso é alcançado se sua vida for vivida de maneira saudável e íntegra, livre de vícios e perturbações.

A paciência é o caminho mais curto para alcançar ou alcançar a paz.

Fonte: Facebook_Atrio do Saber

sábado, 30 de maio de 2026