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PERGUNTAS & RESPOSTAS

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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

PADRE SUSPENSO POR BENÇÃO A MAÇONS

A Ordem dos Agostinianos Descalços suspendeu o Padre Libby Daños por participar da bênção de um monumento maçônico na cidade de Ormoc. O religioso, com quase 30 anos de missão na Ásia, afirmou não ter compreendido plenamente a natureza do evento, mas a ordem classificou o ato como "contrário aos ensinamentos da Igreja" e causador de "escândalo entre os fiéis".

A suspensão foi formalizada em 1º de setembro de 2025, e o padre cooperará com uma investigação canônica enquanto aguarda o resultado. A Igreja Católica historicamente proíbe a associação com a Maçonaria, desde as condenações do século XVIII até a reafirmação de incompatibilidade pelo Vaticano em 2023.

A posição da Igreja considera a Maçonaria incompatível com a fé católica, especialmente pela sua conceção de Deus como "Grande Arquiteto do Universo", negando a divindade de Cristo. Filiação maçônica configura pecado grave, impedindo os fiéis de receber os sacramentos.

Fonte: hiram.be

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

MERGULHANDO NO SÍMBOLO DA MAÇONARIA

Claudia Facin
Paraty é um destino muito conhecido entre os mergulhadores. Privilegiada por sua localização e beleza natural, com águas calmas e rasas, Paraty tem sido o ‘berçário’ de milhares de mergulhadores ao longo desses anos todos.

E como não podia deixar de destacar, entre os pontos de mergulho mais famosos em Paraty está a Ilha dos Meros. Localizada a cerca de 8 milhas da costa, a Ilha dos Meros oferece opções de mergulho muito interessantes tanto para a realização de check-out de alunos em treinamento, como para o turismo subaquático de mergulhadores já credenciados. Na sua Ponta Sul, a profundidade gira em torno de 6 a 7 metros, permitindo a realização de check-out de alunos básicos em um local abrigado de correnteza e de águas muito calmas onde é muito comum se avistar arraias (chitas e manteigas) e moréias.

A Ponta Norte da Ilha oferece profundidades um pouco maiores (em torno dos 15 metros), além de possuir um relevo muito interessante com pequenas grutas e passagens repletas de vida marinha.

Por ser um ponto de mergulho muito procurado por operadoras da região, a Ilha dos Meros acabou por ganhar mais um atrativo. Localizado no costão entre a ponta Sul e a ponta Norte da Ilha, foi afundado o símbolo da Maçonaria. A peça tem cerca de 5 metros de altura e repousa em uma grande formação de pedras, próxima à estátua do Cristo Redentor.

A escolha do local onde seria afundado o Símbolo da maçonaria foi muito feliz, tendo em vista que o costão onde ele está localizado era um ponto pouco visitado por turistas. Hoje, já com incrustações aparentes e começando a ‘criar vida’, o Símbolo da Maçonaria já faz parte do meio ambiente em que repousa, além de ser um ponto de referência para os mergulhadores que visitam a região.

Esta iniciativa vem de encontro ao anseio de todas as operadoras de Paraty. A necessidade de recifes artificiais é cada vez maior. Todos sabem que os recifes artificiais promovem o aumento da vida marinha e, em uma região que foi assolada durante muito tempo pela pesca, peças como o símbolo da Maçonaria e a estátua do Cisto Redentor somente vêm nos auxiliar a enriquecer a vida marinha de Paraty.

Fonte: clubedomergulhador.com.br

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

COM 800 ANOS DE IDADE

COM 800 ANOS DE IDADE
Por Alonso de Contreras

Com 800 anos de idade, maçonaria enfrenta o século XXI 

Oitocentos anos depois que os construtores das catedrais criassem a primeira organização livre, seus sucessores, os franco-maçons, analisam a partir de hoje, quarta-feira, em reunião mundial no Chile o papel da maçonaria no século XXI.

A VII Reunião Mundial de Grandes Lojas maçônicas começa hoje em Santiago de Chile com uma reunião a portas fechadas à qual seguirá, na quinta-feira, a inauguração pública por parte do presidente da República, Ricardo Lagos.

A reunião, de quatro dias, conta com a assistência de Grandes Mestres ou seus representantes de mais de 80 Grandes Lojas maçônicas nacionais de todo o mundo, e segue à VI reunião celebrada em Nova Délhi no ano 2002.

O tema central da assembléia, presidida pelo Grande Mestre da Grande Loja do Chile, Jorge Carvajal, e o Secretário da Conferência Mundial, o americano Thomas W. Jackson, é "O universalismo maçônico e a sociedade mundial no começo do século XXI".

Sob esta epígrafe, os maçons discutirão assuntos internos e externos da ordem, buscando "o resgate dos valores éticos superiores e a recuperação de um modelo ideal de homem", segundo disse à EFE Jorge Carvajal.

A instituição, que carece de um órgão reitor em nível mundial -"nós não temos um Vaticano", segundo Carvajal- não fará públicos os resultados da reunião, embora provavelmente emita uma "declaração de Santiago" destacando os ideais gerais da maçonaria.

O Grande Mestre da Grade Loja do Chile, antes da reunião, destacou o universalismo da ordem em dois sentidos: que está estendida geograficamente por todo o mundo e que acolhe membros de qualquer tendência política, pensamento e religião, sob o princípio reitor da tolerância.

A maçonaria atual, a especulativa, sucessora da operacionalidade da organização livre dos pedreiros do século XIII, se define como "uma aliança universal de homens ilustrados, unidos para trabalhar em comum no aperfeiçoamento intelectual e moral da humanidade".

Qualificada como uma organização secreta, a maçonaria se denomina a si mesma como "discreta", e defende seu direito a não fazer públicos os ritos e símbolos que utiliza para a formação inicial de seus membros.

A maçonaria sofreu períodos de perseguição "naqueles países ou ditaduras onde se considerava que o livre pensamento era perigoso", segundo Carvajal, mas atualmente sua atividade é lícita em todos os países democráticos e inclusive conta, como é o caso do Chile, entre os organismos consultores do Estado.

Entre as questões externas que a reunião tratará se mencionaram o terrorismo e a desigualdade social, fenômenos que a maçonaria considera "os antípodas" de seus princípios de igualdade, liberdade e fraternidade.

Esta reunião, que segue a outras semelhantes que se realizam cada 18 meses no México (1995), Portugal, EUA, Brasil, Espanha e Índia, recupera a pratica da Associação Maçônica Mundial, suspendida por culpa da II Guerra Mundial.

O conflito bélico obrigou a muitas grandes lojas maçônicas fechar suas portas e inclusive a exilar-se, como foi o caso da loja Maçônica de Hamburgo no Chile ou, anteriormente, a espanhola no México, lembrou Carvajal.

O beneplácito com o qual Chile acolhe a reunião e o fato de que a inaugure publicamente o presidente Ricardo Lagos mostra "nosso respeito pela liberdade de expressão e associação", disse o ministro porta-voz do governo chileno, Francisco Vidal.

A ordem, que proíbe a seus membros fazer públicos os nomes do resto "dos irmãos" até o dia de sua morte, homenageará no Chile ao libertador Bernardo O'Higgin's.

O ex-presidente Salvador Allende, morto durante o ataque ao palácio de La Moneda no golpe de Estado de 11 de setembro de 1973, também pertencia a maçonaria.

Grandes Metres presentes à reunião sublinharam à EFE que a ordem é reconhecida por seus aportes à conquista dos direitos civis e às liberdades públicas no mundo todo.

Sublinharam também que a maçonaria não é uma religião, nem uma seita nem um partido político: "A maçonaria não é política, embora há maçons intrometidos na política como em qualquer outra atividade profissional".

Nesta assembléia se decidirá a sede da VIII Reunião de Grandes Lojas maçônicas, dentro de 18 meses. 

05/05/2004 - 17h20 Uol Últimas Notícias - Santiago do Chile

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

LOJA NO PALÁCIO DE BUCKINGHAM

LA MASONERÍA DISPONE DE UNA LOGIA EN EL PALACIO DE BUCKINGAM

Gran Bretaña es un país donde los masones suelen ocupar grandes posiciones: parlamentarios, jueces, militares, policías… Todo por casualidad y exclusivamente por su valía, como sabemos. Uno de cada veinte jueces en el país es masón y se han producido escándalos en los que los policías y jueces masones ayudaban a sus ‘hermanos’, a la vez que entorpecían los ascensos de los demás. El poder de la masonería y la desconfianza de los ciudadanos ante una orden secreta han llevado a que se aprueben medidas en contra de ella en el país en el que nació. En el Parlamento de Gales está vigente una norma interna por la que los parlamentarios que sean masones deben declarar su condición de tales.

En esta situación, los masones han abierto una logia junto al trono británico. A principios de 2008, los policías de la escolta de la reina Isabel, adscritos a la Policía Metropolitana de Londres (una institución con infinidad de masones en sus filas desde que existe) anunciaron su deseo de constituir una logia en el palacio de Buckingham donde celebrar sus tenidas ellos y los miembros de la servidumbre. 

Los consejeros reales mostraron su disgusto, pues se trataba de un acto que podía contribuir al desprestigio de la monarquía, pero los masones de palacio antepusieron su interés de secta al de la reina y el país. El templo depende de la Gran Logia Unida y fue consagrado a mediados de noviembre. En lo único que han cedido los masones al servicio de la dinastía Windsor es en el nombre de la logia. El propuesto por primera vez era Logia de la Casa Real y aceptaron cambiarlo por el de Logia de la Morera, en referencia al jardín de moreras en el que el rey Jacobo I crió gusanos de seda en el siglo XVII.

La logia, de la que se ha dicho que no celebra sus sesiones dentro de Buckingham, está abierta al personal de los sitios reales (castillo de Windsor, Clarence House y el Palacio de Saint James). En ella no se admiten a mujeres. Y según ha publicado la prensa británica, el personal de palacio que no es masón teme ser postergado en ascensos y puestos por los hermanos masones.

Un primo de la reina, el duque de Kent, es el gran maestro de la masonería inglesa. En 1994, su esposa abandonó el anglicanismo para convertirse en católica. Se dice que la reina Isabel persuadió a su hijo el príncipe Carlos, heredero de la corona, de que no se iniciase en la masonería.

Fonte: http://www.minutodigital.com

domingo, 31 de março de 2019

MASONERIA EN CUBA

Por Fernando Ravsberg
Tratando de develar qué es la masonería en Cuba, conversamos con Evaristo Gutiérrez, Gran Maestro de la Gran Logia de Cuba, la máxima autoridad local. Fue electo por los miembros de la masonería de toda la isla, gobernó durante tres años y luego debió esperar seis para poder volverse a candidatear. Él cuenta a la sección A Fondode OnCuba quiénes son los masones cubanos, como actúan y qué objetivos persiguen.

Un poco de historia

“La masonería llegó a Cuba con los ingleses, cuando tomaron La Habana, en 1762. Más tarde la Revolución haitiana provoca un éxodo de franceses que refuerza las prácticas masónicas. Muchos de los hombres de pensamiento más avanzado de aquella época se afiliaron a esas logias, ahí es donde comienza a gestarse el pensamiento nacionalista cubano, como el de Román de la Luz. Después, entre los siglos XVIII y XIX, hubo un impase por la persecución a que fue sometida por el régimen colonial y se dejó de practicar públicamente.

“En 1859 se establece la masonería de manera regular y se abre la primera Gran Logia de Cuba, llamada deColón y con Carta Patente (aval) de Carolina del Sur, EEUU. Se crea también Gran Oriente de Cuba y las Antillas. A esta última institución pertenecieron casi todos los próceres de la Patria. Allí se formaron los caracteres de hombres como Ignacio Agramonte, Céspedes o Antonio Maceo. Es algo que pasó en toda América porque la masonería siempre ha estado ligada al pensamiento de avanzada y de progreso”. Para saber mais clique aqui

Fonte: https://oncubanews.com/cuba

domingo, 8 de abril de 2018

DOCUMENTOS HISTÓRICOS MAÇÔNICOS RECUPERADOS EM SÃO PAULO

DOCUMENTOS HISTÓRICOS MAÇÔNICOS RECUPERADOS EM SÃO PAULO

Especialistas tentam recuperar parte do acervo do Museu Maçônico, do Rio. Acervo conta a história da Ordem e também do Brasil Império. 

Documentos que contam sobre a Maçonaria foram 
destruídos por traças, cupins e pela má conservação 
(Foto: Carolina Iskandarian/ G1)


Há um ano, quando pisou no Museu Maçônico do Palácio do Lavradio, no Centro do Rio, com a incumbência de recuperar o acervo, o restaurador Tércio Gaudêncio não tinha ideia de que seu trabalho seria muito maior. Até hoje, ele revira os sacos de lixo onde foram despejados livros e documentos históricos. A maioria traz informações sobre a Maçonaria e o Brasil Império. Gaudêncio conta que, se não tivesse passado pelo depósito do prédio, não teria esbarrado naquele “tesouro”, que agora passa por restauro em São Paulo.

“Estava tudo em 251 sacos pretos de lixo de cem litros. Sem saber o que tinha dentro, fomos abrindo documento por documento e começamos a descobrir coisas fantásticas”, diz o restaurador em sua oficina, na Zona Sul da capital paulista. Entre os documentos recolhidos, o especialista, dono de uma empresa de restauração, aponta raridades. Ele calcula que trouxe em três caminhões para São Paulo cerca de 17 mil documentos, sete mil livros, 30 gravuras e 13 quadros.