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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 22 de março de 2026

FRASES ILUSTRADAS

DISPOSITIVO DA BANDEIRA E O USO DE LUVAS


Em 09/11/2025 o Respeitável Irmão Robson Augusto Apolinário, Loja Liberdade e Justiça, 3837, sem mencionar o Rito, GOB MINAS, Oriente de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, apresenta a dúvida seguinte:

RECEPÇÃO À BANDEIRA

Estimado irmão, peço uma orientação a respeito da formação da Guarda de Honra, para sessões magnas, recepção ao Pavilhão Nacional.

São 13 mestres que se postam nas Colunas. É necessário o *uso de luvas* para tal função. Desde já agradeço a atenção.

CONSIDERAÇÕES.


Isso vai depender do rito que a Loja pratica. No caso dela ser praticante do REAA, não está mais previsto o uso de luvas para os integrantes da comissão de recepção, da guarda de honra e para o próprio Porta-Bandeira.

O Decreto 1476/2016 do GOB que dispõe sobre o cerimonial para ingresso e saída do Pavilhão Nacional, não menciona o uso de luvas para o dispositivo e nem para a comissão de recepção.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

BREVIÁRIO MAÇÔNICO

O CORAÇÃO

Esse órgão sempre foi considerado o "centro vital" do organismo; "amar com o coração" é a expressão poética.

Maçonicamente, o coração é o símbolo das emoções, e no Grau de Companheiro, a postura correspondente é feita colocando a mão destra, sob forma de garra, sobre o coração.

O rei Salomão ordenou, nas exéquias do seu grande artífice Hiram Abiff, que seu coração fosse conservado em uma urna.

Em certos graus da Maçonaria Filosófica, há várias alusões sobre o coração; no julgamento de Isis, o coração do morto é pesado para ver se as suas boas obras preponderam sobre a má conduta.

A "cordialidade", o "ser cordial", provém do vocábulo coração, que tem origem latina. A cordialidade é um atributo maçônico.

A Igreja venera os corações de Jesus e Maria e os representa flamejantes, ou seja, em sua forma anatômica, envolto em pequenas chamas.

Em determinado grau filosófico, é feita reverência ao símbolo do "coração flamejante".

Nas catatumbas romanas notam-se as lápides dos cristãos primitivos adornadas por corações, simbolizando o amor.

O maçom deve amar, profundamente, com todas as forças do coração, aos seus Irmãos.

Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 105.

A PROFANAÇÃO DO CONVITE

Meus Irmãos, lamento pelo o que vou dizer agora mas, há desvios que não são simples erros administrativos.

São rupturas morais.

Entre eles, um dos mais graves é a tentativa de recrutar homens por telefone, internet, formulários ou campanhas disfarçadas de interesse institucional.

Isso não é modernização.

Isso é profanação.

Não foi assim que nos ensinaram.

Não foi assim que recebemos a Ordem.

E não será assim que a preservaremos.

O ingresso na Ordem não é um pedido, não é uma inscrição, não é um cadastro, e jamais foi uma manifestação de vontade unilateral de quem "se interessa".

O ingresso na Ordem é e sempre foi, por convite.

E convite não se faz a desconhecidos.

Convite não se faz a curiosos.

Convite não se faz a quem levanta a mão e diz "quero entrar".

Convite é pessoal.

Convite é observação silenciosa.

Convite é resultado de tempo, convivência e percepção de virtudes.

Quem convida assume responsabilidade.

Quem convida responde pelo homem que traz.

Qualquer prática diferente disso revela uma verdade incômoda:
* Não se busca mais qualidade, mas quantidade;
* Não se busca mais lapidação, mas arrecadação;
* Não se busca mais construtores, mas números.

Quando uma Ordem passa a "captar interessados", por internet, sites, telefone, ela já deixou de escolher e passou a vender pertencimento.

Perguntemos com honestidade:
Desde quando o caminho se inverteu?
Desde quando o profano escolhe a Ordem, em vez de a Ordem discernir o homem que deve entrar?
Desde quando virtude se declara em formulário de internet?
Desde quando caráter se avalia por mensagem privada?
Desde quando TRADIÇÃO se preserva por marketing?

Não nos enganemos meus irmãos, qualquer sistema que recruta por meios impessoais não está formando homens, está montando clientela.

E clientela sustenta caixa, mas não sustenta Templo.

Aquela Ordem que tem meta de recrutamento anual, também está se desviando sem perceber, pois não existe metas pra isso, Deus colocará em nosso caminho, aquele que ele quer que nós recrutemos.

Aquele que compactua com esse tipo de prática financeira, não pode alegar ignorância.

E aquele que se cala diante disso, não pode alegar fidelidade àquilo que jurou respeitar.

A Ordem não precisa crescer.

Ela precisa permanecer íntegra.

Poucos homens bons constroem mais, do que muitos homens vazios repetindo palavras que não compreendem.

Que fique claro, sem rodeios:
* Recrutamento não é iniciação.
* Interesse declarado não é vocação.
* Quantidade nunca foi sinônimo de força.

E nós não reconhecemos como legítima, qualquer prática que transforme o convite, ato sagrado de discernimento, em mecanismo de captação.

Que cada Irmão reflita.

E que aqueles que ainda compreendem o peso da TRADIÇÃO, não se calem diante de sua diluição.

Porque o que se perde por omissão hoje, não se reconstrói amanhã.

Lamento a dureza das palavras mas foi preciso.

Fonte: Facebook_Aprendiz de Cavaleiro

sábado, 21 de março de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SINAL DO GRAU - REAA

Em 07/11/2025 o Respeitável Irmão Celso Mendes de Oliveira Júnior, Loja Pioneiros de Mauá, 2000, REAA, GOB-RJ, Oriente de Magé, Estado do Rio de Janeiro, solicita esclarecimentos.

SINAL DO GRAU

Gostaria de tirar uma dúvida e, se possível, pedir sua orientação.

Não compreendo como ainda existem IIr que insistem em contrariar a orientação já esclarecida em oportunidades anteriores. Para mim, esse assunto estava totalmente pacificado desde os rituais de 2009, pois sempre entendi — com base em suas explicações — que não é permitido desfazer o sinal de um Grau passando diretamente ao sinal do Grau seguinte, seja deixando a mão cair, seja por qualquer outro movimento improvisado ou não previsto no Ritual.

Ou seja: o sinal deve ser finalizado e desfeito exclusivamente pela penal do próprio Grau.

Sempre interpretei dessa forma — e assim tenho orientado em Loja — porque os sinais não são meros gestos mecânicos, mas expressões ritualísticas com profundo significado iniciático e simbólico.

Com a publicação do novo Ritual de 2024, tal entendimento tornou-se ainda mais explícito, pois nele está expressamente determinado que o sinal somente pode ser desfeito pela penal ritualística do próprio Grau (1º, 2º ou 3º).

Contudo, alguns IIr insistem em afirmar que o sinal pode ser desfeito de forma direta, ignorando a pena ritualística, o que contraria frontalmente o texto do Ritual e a doutrina consolidada.

Dessa forma, peço respeitosamente:

- Poderia confirmar, de forma inequívoca, que o procedimento correto é obrigatoriamente desfazer o sinal pela penal do Grau correspondente, não sendo permitido desfazê-lo de outra maneira?

- Poderia também indicar em qual parte dos Rituais (1º, 2º e 3º Graus — edição 2024) essa determinação está registrada, para que eu possa apresentar sua resposta ipsis litteris e, assim, encerrar essa discussão com os IIr que insistem em contrariar a doutrina ritualística?

Sua orientação será de grande valia para cessar interpretações equivocadas e assegurar a correta observância do Ritual, preservando a harmonia, o respeito e a uniformidade dos trabalhos.

Agradeço desde já sua atenção, paciência e dedicação em nos instruir.

CONSIDERAÇÕES:

Infelizmente ainda existem Irmãos que aprenderam errado e não fazem questão de instruir-se na forma correta, mesmo que o ritual traga a orientação do que deve ser feito.

Aliás, o maçom, que mediante promessa se comprometeu a seguir o ritual em vigência, se não o fizer, no mínimo estará desrespeitando a Lei.

Dito isso, vamos aos esclarecimentos. 

A execução do Sin do Grau ocorre em duas etapas, ou fases. Uma depende da outra. Assim, a omissão de uma delas seria o mesmo que se fazer o sin pela metade. Fazer o sin pela metade não está previsto no ritual.

À vista disso, ensina-se que o Sin do Gr possui duas partes, sendo a primeira parte a correspondente ao Sin de Ord, que é ato de se preparar para executar o Sin Pen, enquanto que a segunda parte é propriamente a execução do SinPen do Grau. Dependendo do grau simbólico, o Sin Pen também pode ser chamado de Sin Gut, Cord ou Ventr∴. 

Graças a isso é que o Sin do Gr (de Ord e Pen) é necessariamente feito em duas partes, a sua preparação (estática), e a sua execução (dinâmica). 

Tudo isso está bem claro nos Cobridores dos respectivos graus que se encontram nos rituais em vigência. No Ritual de Aprendiz do 1º Grau do REAA, página 39, consta: "Obrigatoriamente o Sinal de Ordem será desfeito pelo Sinal Gutural; ainda nesse mesmo Ritual, página 203, consta: "Desfazer o Sinal - Em qualquer condição, o Sinal de Ordem é desfeito pelo Sinal Penal". No Ritual de Companheiro, dele a página 20 consta: "Desfaz-se o Sinal de Ordem obrigatoriamente pelo Sinal Penal [Cord]; todas as saudações em Loja são feitas pelo Sinal Penal. No Ritual de Mestre Maçom, dele a página 40, consta: "Em qualquer situação, a Saudação Maçônica se faz pelo Sinal Penal do Grau; para se desfazer o Sinal de Ordem, obrigatoriamente, faz-se pelo Sinal Penal".

Acredito que mais claro do que tudo isso é impossível. Quem fizer o contrário do que está previsto, estará simplesmente afrontando o ritual.

T.F.A.
PEDRO JUK
Secretário Geral de Orientação Ritualística do GOB.
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

NICCOLÒ PAGANINI


Niccolò Paganini (Gênova, Itália, 1782 - Nice, Itália, 1840). Músico, compositor, instrumentista e violinista virtuoso italiano.

Considerado o maior violinista da História, e um dos mais importantes expoentes da música do Romantismo, tanto pelo domínio do instrumento quanto pelas inovações feitas em particular ao "staccato" e "pizzicato". Dotado de uma técnica extraordinária, suas composições eram consideradas impossíveis de serem tocadas por outros violinistas (ele tinha dedos excepcionalmente longos e era capaz de tocar três oitavas em quatro cordas em uma mão, um feito extraordinário mesmo para os padrões de hoje)

Até a presente data, a sua iniciação maçônica não foi comprovada, contudo é amplamente documentada a sua participação como Mestre Maçom, dirigindo a Coluna da Harmonia na "Assemblea del Grande Oriente d'Italia" ocorrida em Milão, em 27 de dezembro de 1808, para celebrar a mútua filiação e amizade entre o "Grand Orient de France" e "Grande Oriente d'Italia".

Aprovados os trabalhos da Assembleia, foi executado o hino maçônico escrito pelo irmão Vincenzo Lancetti, que também desempenhou a função de Grande Orador na sessão, a música foi executada justamente pelo jovem músico Niccolò Paganini, então com vinte seis anos.

Colaboração: Coluna Cultural Maçônica | @maconariaeartes

RESPEITO COMO BASE DA CONVIVÊNCIA

Léo G. Santos 

O respeito é um dos pilares fundamentais que sustentam a convivência humana. Não nasce da imposição ou do medo, mas da consciência e do reconhecimento da dignidade inerente a cada ser humano. Onde o respeito está presente, a harmonia é fortalecida, a compreensão é promovida e a paz é preservada.

Respeitar não significa pensar da mesma forma, mas sim aceitar a diferença sem preconceitos, ouvir sem desqualificar e expressar ideias com moderação e responsabilidade. Numa sociedade diversificada, o respeito funciona como uma linguagem comum que permite a coexistência de diferentes opiniões, culturas e crenças.

Do ponto de vista ético e educacional, o respeito começa por si mesmo. Quem se respeita cuida do seu comportamento, mede as suas palavras e assume a responsabilidade pelos seus atos. Este respeito interior é projetado para os outros, fortalecendo os laços familiares, sociais e institucionais. Não pode haver ordem verdadeira onde prevalece a zombaria, nem progresso onde se perde a consideração pelo outro.

Para o maçom, o respeito é uma ferramenta essencial de aperfeiçoamento moral. Manifesta-se na tolerância para com a opinião do irmão, no uso prudente das palavras, na observância consciente das normas livremente aceitas e na defesa da honra própria e alheia. É o cimento simbólico que une as pedras do templo, permitindo que cada uma ocupe o seu lugar sem se impor às demais.

Na vida secular, o respeito é igualmente essencial. Expressa-se no tratamento justo, na responsabilidade cívica, no reconhecimento de direitos e deveres e na capacidade de viver juntos sem violência. Quando o respeito enfraquece, a convivência se fragmenta e a sociedade sofre.

Educar com respeito é semear o futuro. Cada gesto de consideração, cada palavra bem medida e cada ação justa contribuem para a construção de uma convivência mais humana e consciente. Não se trata de eliminar diferenças, mas de aprender a conviver com elas com respeito mútuo.

Que este princípio seja um guia constante da nossa conduta, lembrando-nos que respeitando o próximo nos enobrecemos e contribuímos, com trabalho silencioso e firme, para a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e equilibrada.

Fonte: Facebook_Atrio do Saber

sexta-feira, 20 de março de 2026

FRASES ILUSTRADAS

REVESTIR O AVENTAL

Em 07/11/2025 o Respeitável Irmão Giovani Bolina, Loja Amor e Luz, 1159, REAA, GOB-GO, Oriente de Pires do Rio, Estado de Goiás, apresenta a dúvida seguinte:

AVENTAL

Nossa dúvida é em relação ao uso do avental pelo Ir∴ Comp∴ na sessão de Exaltação. O Irmão 1º Exp∴ ao examinar o Ir∴ Comp∴ (pág. 112 do ritual) arranca-lhe o av∴ e após deixa sobre a mesa do Irmão 1º Vig. E assim segue a ritualística. Porém, na pág. 150, no momento em que o Mestre de Cerimônias irá vestir o Ir∴ com av∴ e faixa de Mestre, diz que “só retira o av∴ de Comp∴ do novo Mestre depois de ter vestido, por cima, o av∴ do 3 grau”.

A dúvida é, o Irmão já não estava sem o av∴ de Comp∴?

CONSIDERAÇÕES:


Quanto ao avental retirado do Candidato pelo 1º Exp∴, e o vestir do avental de Mestre Maçom no recém exaltado, remeto-o à página 141 do Ritual do 3º Grau.

Observe, então, que o Respeitab∴ Mestre em determinado momento da cerimônia solicita ao M∴ de CCer∴ que conduza o Candidato para fora do Templo a fim dele recompor seu vestuário, inclusive vestir novamente o seu avental de Comp∴, o qul havia sido anteriormente retirado.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

COLUNAS MAÇÔNICAS

Colunas maçônicas são levantadas para simbolizar princípios fundamentais como o equilíbrio (força/estabilidade), a orientação para o conhecimento e a sabedoria e a estrutura necessária para o crescimento espiritual e a construção interior, representando o trânsito entre o mundo profano e o sagrado, e honrando o simbolismo arquitetônico dos templos. antigos como o de Salomão.

"Levantar colunas" também significa abrir um espaço para o trabalho filosófico e reflexão na loja, entrando em uma sessão de trabalho.

Simbolismo principal

Equilíbrio e oposição:
Eles representam forças opostas (matéria e espírito, ativo e passivo) que devem ser equilibradas, criando uma tensão criativa para o aperfeiçoamento pessoal.

Conhecimento e guia:
Eles são os pilares do conhecimento. As duas grandes colunas (Boaz e Jakin) marcam a entrada no templo maçônico, guiando o iniciado.

Suporte e estrutura:
Como elementos arquitetônicos essenciais, simbolizam o suporte e a ligação entre os diferentes níveis do templo interior e do ser humano.

Tempo e natureza:
Muitas vezes, as colunas também se relacionam com os 12 meses do ano, os signos do zodíaco e os ciclos naturais, refletindo a evolução constante.

Na prática

Abertura da loja: "Levantar colunas" é o ato ritual de iniciar uma tenção (reunião) para o trabalho filosófico, abrindo um espaço para meditação e ensino.

Jakin e Boaz: As duas colunas principais, muitas vezes representadas no templo, simbolizam a força (Boaz) e a estabilidade (Jakin) necessárias no caminho do maçom.

Lincoln Alayo
Construindo a Arte Real

Fonte:Facebook_Maçonaria

quinta-feira, 19 de março de 2026

FRASES ILUSTRADAS

VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA II - REAA

Em 06/11/2025 o Respeitável Irmão Álvaro Mattos da Costa Filho, Loja Fé e Perseverança, 426, REAA, GOB-SP, Oriente de Jaboticabal, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte:

VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA

Mais uma vez conto com seus esclarecimentos.

A palavra estando nas colunas, Norte ou Sul, após todos os irmãos falarem, os Vigilantes ao fazerem uso da mesma, solicitam ao Venerável Mestre autorização, se sim, como devem proceder?

CONSIDERAÇÕES:

Um Vigilante pede a palavra ao Ven∴ Mestre dando um golpe de malhete. Para autorizá-lo, o Ven∴ também dá um golpe de malhete.

Quando se tratar da Pal∴ a B∴ da O∴ em G∴ e do Q∴ em Part∴, o Vig∴não precisaria pedir a palavra, a despeito de que a mesma já se encontra na sua coluna.

Ocorre, entretanto, que ficava vago, ou pelo menos parecia ficar, que o Vig∴ por sua conta começasse a fazer uso da palavra. Assim, optou-se por ele dar um golpe de malhete avisando que ele vai fazer uso da palavra naquele instante. Por sua vez, acusando o aviso do Vig∴, o Ven∴ também dá um golpe de malhete.

É por isso que costumeiramente o Vig∴, mesmo com a palavra na sua coluna, para usar da mesma, dá um golpe de malhete, obtendo a imediata réplica do Ven∴ Mestre.

Por convenção, um Vig∴ só faz uso da palavra depois que reinar completo silêncio na sua coluna, o que quer dizer que ele fala sempre por último.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

O MAÇOM QUE FOI BEATIFICADO

Por Luciano J. A. Urpia

Em 21 de janeiro de 1794, quatorze sacerdotes católicos, a maioria idosos, doentes ou com dificuldades de locomoção, foram guilhotinados na cidade de Laval (França) durante o Reinado do Terror da Revolução Francesa. A execução ocorreu porque eles se recusaram sistematicamente a prestar os juramentos de fidelidade à República exigidos pela lei, sendo acusados de conspiração secreta e de alimentar a "guerra na Vendéia". Dentre os 14 sacerdotes, estava o padre Jean-Marie Gallot, membro ativo da Loja Maçônica "L'Union" em Laval.

O processo que levou à beatificação desses padres começou no século XIX, com a exumação de seus corpos em 9 de agosto de 1816 e uma investigação canônica ordenada em 15 de abril de 1839 para apurar as circunstâncias das mortes. Finalmente, em 19 de junho de 1955, o Papa Pio XII beatificou oficialmente os catorze sacerdotes, juntamente com um padre e quatro freiras também executados em 1794.

Os 14 Mártires de Laval:

Jean-Baptiste Turpin du Cormier, 64 anos.
Jacques André, 50 anos.
André Duliou, 66 anos.
Louis Gastineau, 66 anos.
François Migoret-Lamberdières , 65 anos.
Julien Moulé, 77 anos.
Auguste-Emmanuel Philippot, 77 anos.
Pierre Thomas , 75 anos.
Jean-Marie Gallot, subcantor da Santíssima Trindade e capelão das freiras beneditinas , 46 anos.
Joseph Pellé, 74 anos.
Jean-Baptiste Triquerie, 57 anos.
René-Louis Ambroise, 74 anos.
Julien-François Morin de La Girardière , 61 anos.
Francis Duschesne , 58 anos.

Fonte: Facebook_Instituto Maçônico

AS MULHERES PODEM SER MAÇONS?

Ir∴ Ademar Valsechi
MI da ARLS Templários da Nova Era, 91 (GLSC) valsechibr@yahoo.com.br

1. Homens e mulheres são iguais ou são diferentes?

O genoma de um homem é praticamente igual ao de uma mulher. A única diferença, entre 46 novelos cheios de DNA chamados Cromossomos, está naqueles que definem o sexo. A mulher apresenta dois cromossomos do tipo X e o homem apenas um X e um outro menor do tipo Y. Tudo começa na fecundação. O óvulo é sempre portador de um cromossomo X e o espermatozóide pode ser portador de um cromossomo X ou de um Y. Se o espermatozóide que penetrou o óvulo tiver o cromossomo X, o embrião terá XX = Feminino. Se tiver cromossomo Y, o embrião será XY = Masculino. A partir deste momento, homens e mulheres serão totalmente diferentes, orgânica e psiquicamente.

2. Como aparecem às diferenças entre homens e mulheres?

Até 6 a 8 semanas de gestação, o embrião já transformado em feto é assexuado. Neste período, os genes existentes nos cromossomos XX ou XY iniciam seu trabalho estimulando a formação de hormônios. Se possuir o cromossomo Y desencadeará a produção de hormônios Androgênios tipo Testosterona, que vai induzir a formação de genitais masculinos e impregnar o cérebro em formação de características psíquicas tipicamente masculinas. Se o feto tiver os cromossomos XX, haverá a inibição da testosterona, sendo liberados hormônios Estrógenos tipo Progesterona, que vai induzir a formação de genitais femininos e impregnar o cérebro com características psíquicas femininas.

3. Como são os casos intermediários

Se o feto XY receber apenas uma dose pequena de testosterona, vai ser suficiente para formar órgãos sexuais masculinos, mas não o bastante para impregnar o cérebro de características masculinas. A progesterona que existe normalmente em pequenas quantidades, vai poder atuar no cérebro dando características femininas com todo o desdobramento mental e psíquico posterior. Formará um indivíduo masculino com alma feminina. Se o feto XX além de progesterona também receber uma dose de testosterona, os órgãos sexuais femininos serão formados, mas o cérebro receberá influências masculinas. Formar-se-á um indivíduo feminino com alma masculina. Deduzimos que a homossexualidade, que existe em todo reino animal, não se trata de escolha pessoal, mas um fato natural.

4. Como homens e mulheres se revelam diferentes?

A testosterona é o hormônio da força física, da virilidade, da audácia. Desde a pré-história foi essencial para a sobrevivência do indivíduo e da espécie, tornando o homem ágil, agressivo e guerreiro. Mais altos mais fortes e mais rudes que as mulheres, desenvolveram a visão espacial em profundidade para atacar e a audição aguçada para se defender. Foram talhados para a caça de alimentos carnívoros e defesa da prole e da tribo.

A progesterona é o hormônio da fecundidade, da delicadeza e da ternura. Mais frágil fisicamente, a mulher foi talhada para a gestação e guarda da prole. Cuidando das crianças, pouco se afastavam das cavernas, apenas o suficiente para apanhar sementes e frutos. Desenvolveram o campo visual mais abrangente e audição treinada para ruídos familiares.

Os seres humanos atuais ainda guardam certas características pré- históricas. Por exemplo, os homens, num restaurante, preferem sentar-se de costas para a parede e os casados gostam de dormir no lado da cama mais perto da porta, pois era assim nas cavernas para melhor defender a entrada de ataques de predadores. As mulheres continuam dominando perfeitamente suas cavernas. Conseguem com a maior facilidade achar um determinado par de meias dentro do guarda roupas ou o pote de margarina na geladeira, o que é muito complicado paras um homem. Será acordada ao menor ruído de uma criança, enquanto o homem continua dormindo. Estes papéis se invertem se o ruído for um de galho quebrando.

As maneiras de pensar e agir são tão diversos, que homens e mulheres parecem vir de planetas diferentes.

5. O papel da mulher na sociedade.

Os agrupamentos humanos foram se tornando gradativamente mais complexos. Foram sendo criadas normas de convivência. Coma a força bruta dominante dos homens, a sociedade foi se tornando patriarcal, o que se acentuou com a posição das religiões que relegaram a mulher a um plano secundário.

A mulher só teve seus direitos definidos e respeitados no século XX, quando se verificou a grande revolução feminina. Como toda revolução, houve exageros iniciais.

Em alguns países, porém, o quadro ainda é semelhante há milênios. Acredito que o século XXI será o período de equilíbrio em que a mulher achará o seu papel com harmonia, sendo mãe e companheira, atuando em praticamente todos os setores e profissões antes exclusivos dos homens.

6. Ritos solares ou solsticiais

São os ritos maçônicos. Possuem grandes influencias das cerimônias pagãs pré-cristãs em que o sol era personificado como elemento fertilizador. A passagem do solstício de inverno era intensamente festejada, marcando vitória da luz sobre as trevas, já que até aquele momento os dias estavam se reduzindo e as noites aumentando. A partir dai os dias ficam maiores e as noites vão encolhendo, aumentando a incidência de luz solar, trazendo em seu bojo mais luz e calor, estimulando a fertilidade entre os seres vivos (animais e vegetais). Os personagens principais sempre eram da "Trindade da Vida": Masculino - elemento ativo, (Pai); Feminino - elemento passivo (Mãe) e filhos (elementos neutralizadores), com a notação sexual nitidamente perceptível. Os ritos maçônicos também foram influenciados pelas antigas sociedades secretas: Hermes Trimegisto, Mitra, Zaratrusta, Platão, Judaísmo e outros mais recentes: Templários, Rosa-Cruz, Iluminista, etc.

“Em uma iniciação maçônica neófito „nasce” na maçonaria concebido por intermédio de uma loja, que será sempre sua "Loja Mãe" (Elemento feminino), indicado (fecundado) por um mestre (Elemento Masculino), cuja sessão de iniciação é conduzida por elemento fertilizador (Sol) apresentado pelo Venerável Mestre.

Na sessão de exaltação, o mestre (masculino) é morto deixando viúva a Loja (feminino). Por isso os irmãos de terceiro grau são chamados "Filhos da Viúva".

Os aprendizes e companheiros, tais como na infância e na adolescência, não estão sexualmente amadurecidos para fecundar a loja. Por isso não podem indicar novos candidatos.

No renascimento do Mestre, os candidatos ao grau 3 amadurecem e a partir daí podem indicar novos candidatos. Deduz-se que mestres que não indicam candidatos são "inférteis".

7. Ritos lunares

Ao contrario de ritos solares, não estão vinculados aos solstícios e a sexualidade, colocanda à mulher no seu devido lugar como elemento feminino. Reverenciam a figura materna: A Divina Mãe, A Mãe Universal, a Mãe Natureza, a Mãe Terra, O Sagrado Feminino. Existem belíssimos exemplos nas profetizas da antiga Grécia e nas sacerdotisas pré-cristãs de Avalon. As Deusas da Lua e da Terra no mundo antigo tinham muitas vezes a tez escura para representar o principio feminino em contraposição ao masculino (solar) - dualismo comum nas antigas civilizações do Mediterrâneo. Muitas deusas eram negras: Inanna, Isis, Cibele, Ártemis, etc.

O sagrado feminino difere do pressuposto presente na maioria das religiões, de primazia das deidades masculinas em que deus é representado por imagem masculina. Deus esta além dos gêneros. Deus não é homem nem mulher. Os maçons o definem como "Principio Criador".

A Divina mãe é caracterizada como "Sabedoria", também chamada "Sofia", que foi durante séculos a deusa dos filósofos pagãos. O termo "filosófico", usado originalmente por Pitágoras, significa "amante de Sofia", isto é, amante da sabedoria. Para os antigos, o principio masculino era a consciência indivisível. O principio feminino era a multiplicidade dos fenômenos, das experiências. Essa dualidade é essencial à vida. Sem isso, nada existe. A sabedoria é o estado da alma (principio feminino) quando ela é pura o bastante para reconhecer sua verdadeira natureza, para ser "A consciência” em tudo.

Os ritos lunares são enriquecidos pela narrativa de "Helena de Tróia", a visão da psique como entidade feminina de Platão e nos mistérios de Eleusis (com o mito de Demetér e Perséfone), no mito de Afrodite e na deusa pagã perdida das centúrias.

Paises do Oriente Próximo ao mediterrâneo Oriental associavam a mulher com justiça (Direito) e a medicina (poderes curativos). A deusa egípcia Isis era aparentemente vinculada a tais atributos. A escrita datada de 3200 a.C. na Suméria parece ter raízes mais antigas e possivelmente femininas. A deusa Nidaba é retratada como escriba do céu Sumério e inventora tanto das tábuas de argila quanto a arte escrita. Em Cnossos, o palácio mióico de Creta, os afrescos em calcário mostram ainda hoje, a história da deusa, de suas sacerdotisas e de seus rituais místicos.

8. As mulheres podem se tornar maçons?

Vimos anteriormente que os ritos maçônicos são do tipo solar em que o maçom se torna o elemento fecundador masculino. Mesmo sendo de forma simbólica, ficaria muito estranho, até uma aberração, a mulher assumir o papel do homem. Não aconselho, mesmo simbolicamente, androgenizar nossas queridas companheiras.

Os aprendizes maçons trabalham a pedra bruta de sua personalidade embrutecida pela rudez de milênios de lutas e guerras. Ele devera ser polido para se tornar um pouco mais tolerante, refinado e terno.

Portanto, contra-indicamos a admissão de mulheres na maçonaria dos ritos solares.

Mas, lembramos que a maçonaria abriu seus templos a jovens do sexo masculino (De Moley) e do sexo feminino (Filhas de Jó), com rituais próprios para suas faixas etárias e características sexuais, despertando nesses jovens o interesse para o estudo das sociedades secretas e estimulando a pesquisa de assuntos esotéricos. Os rapazes, mais tarde, podem se tornar maçons, mas como ficam as garotas?

A meu ver, as comissões de ritualística poderiam pesquisar rituais do tipo lunar, para que as senhoras possam exercitar seus estudos místicos, sob os auspícios de uma potencia maçônica reconhecida, evitando, assim, o inevitável e desagradável aparecimento de Lojas irregulares.

Bibliografia:
  • Gomes, Valdir - Mulher e Maçonaria, Porto Alegre, 2002.
  • Gray, John - Homens são de Marte, mulheres são de Vênus - Rio de Janeiro; Rocco, 1995. 
  • Pease, Allan - Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? Rio de Janeiro; Sextante, 2000.
  • Burstein, Dan - Os segredos do código, Rio de Janeiro, Sextante, 2004.
Fonte: JBNews - Informativo nº 301 - 25 de Junho de 2011

quarta-feira, 18 de março de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SOLICITANDO A PALAVRA NAS COLUNAS

Em 06.11/2025 o Respeitável Irmão Pedro Bolis Junior, Loja Barão de Ramalho, 1254, REAA, GOB-SP, Oriente de Pirassununga, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte:

SOLICITANDO A PALAVRA

Tenho realizado muitas visitas às Lojas de minha região e observo que alguns procedimentos estão sendo realizados de maneiras diferentes o que provocou essa minha dúvida.

O que observei foi que nos vários momentos da sessão em que o Ven∴ Mestre passa a palavra nas colunas, através dos Vigilantes, em algumas Lojas (do GOB) quando da manifestação do interesse do irmão em fazer uso da palavra, solicita ao Vigilante e este bate o malhete em seguida o Ven∴ Mestre bate o malhete e autoriza o uso da palavra verbalmente ou somente batendo o malhete.

Entendo que se o Ven∴ Mestre disse que a palavra será concedida nas colunas pelos Vigilantes, estes podem autorizar sem pedir ao Ven∴ Mestre.

Qual sua orientação quanto a autorização do uso da palavra nas colunas.

CONSIDERAÇÕES:

Não está escrito em lugar nenhum nos rituais do REAA a existência dessa verdadeira "batucada" para se autorizar o uso da palavra nas colunas pelos VVig∴.

Apenas os VVig∴ é que ao pedirem a palavra ao Ven∴ Mestre, o fazem dando um golpe de malhete. O Ven∴ Mestre, para autorizar, responde da mesma forma.

Já nas colunas é consagrado o uso de se pedir a palavra ao respectivo Vigilante. Como a palavra já está posta na coluna, o Vigilante simplesmente autoriza dizendo: "Podeis falar, meu Irmão", ou algo nesse sentido. Nessa ocasião não existe golpe de malhete algum.

Como, por ordem do Ven∴ Mestre, os VVig∴ é que colocam e concedem a palavra em cada coluna, obviamente que o Ven∴ não precisa mais dar nenhum golpe de malhete.

Sendo assim, reitera-se: não existem esses golpes de malhete na concessão da palavra aos Irmãos das colunas.

Por fim, o lamentável de tudo isso tudo é que mesmo o ritual fornecendo uma liturgia fluente e objetiva, mesmo assim alguns insistem em complicá-la.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO (3)

CÓDIGO MAÇÔNICO 1 A 5 DE 10

1º - Deus é a Sabedoria eterna, onipotente e imutável; suprema inteligência e inextinguível amor. Deves adorá-lo, reverenciar e amar; praticando as virtudes, muito O honrarás.

2º - Tua religião consiste em fazer o bem, por ser um prazer para ti e não unicamente um dever. Constitui-te em amigo do homem sábio e obedece aos seus preceitos. Tua alma é imortal; nada farás que a desagrade.

3º - Combaterás, incessantemente, o vício. Não farás a outrem o que não quiseres que te façam. Deverás ser submisso à Fortuna e conservar vivo o fogo da Sabedoria.

4º - Honrarás a teus pais. Respeitarás e tributarás homenagens aos anciãos. Instruirás os jovens.

5º - Sustentarás tua mulher e filhos. Amarás tua Pátria e obedecerás
às suas leis.

Fonte: cavaleirosdaluz18.com.br

O ESQUADRO

Elevemos nossos pensamentos em direção ao Gr∴ Arq∴ do Un∴ e vamos observar nosso Esquadro.

A palavra "quadrado" tem origem etimológica no termo italiano "squadra", que significa "quadrado". Por sua vez, "squadra" vem do latim vulgar "exquadra", derivado de "quadrare" (quadrar, ajustar a um ângulo reto), e este de "quadrus" (quadrado), relacionado a "quattuor" (quatro, paraos quatro lados de um quadrado).

Este arquétipo divino onde a matéria se submete ao número e o caos se rende à lei. Em seus quatro lados perfeitos está encerrada não apenas a medida do mundo visível, mas o próprio segredo da harmonia universal. Como disse nosso ilustre irmão Albert Pike: "O Esquadro é o símbolo do que é certo, do que é preciso, da moralidade inflexível que deve guiar nossas ações".

Observe a sua forma: o quadrado não é a primeira figura que emerge do círculo infinito? Na sua estrutura estão os quatro pilares da existência: a Terra, que nos enraíza ao tangível; Água, que purifica e dissolve; o Fogo, que transforma e eleva; e Air, que inspira e conecta. Estes elementos não são apenas forças da natureza, mas espelhos das nossas próprias paixões. Dominá-los, meus irmãos, é a obra-prima do iniciado.

"Mensura, ordina, et dominaberis"
"Meça, ordene e você dominará"

Este antigo preceito latino nos ensina que o Esquadrão não é apenas uma ferramenta de construção, mas também uma chave para o governo interno. Cada ângulo reto é um teste, cada linha uma ordem: retidão no pensamento, equilíbrio na emoção, precisão na ação. O profano vive na loucura do oblíquo; O maçom, por outro lado, situa-se na vertical da vontade e estende-se na horizontal da fraternidade.

Que este ensinamento não seja um mero símbolo, mas uma **verdade vivida**. Pois assim como o Grande Geômetra traçou os confins do universo com compasso e esquadro, devemos delinear nosso caráter com a mesma exatidão. Somente aquele que governa a sua matéria submetendo o barro dos desejos ao fogo do espírito pode aspirar à pedra cúbica perfeita.

Fonte: Facebook_Atrio do Saber

terça-feira, 17 de março de 2026