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PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
segunda-feira, 4 de maio de 2026
PARAMENTOS DO COBRIDOR/REAA - MESTRE INSTALADO
Em 01/03/2026 o Poderoso Irmão Pedro Rodrigues Bueno Junior, Secretário Estadual de Orientação Ritualística do GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital.
PARAMENTOS - REAA
Mais uma vez venho me socorrer de seu conhecimento para esclarecer uma dúvida que, mesmo pesquisando em seu blog, não consegui chegar a uma conclusão sobre o correto a fazer e, por isso, peço vosso auxílio para eu possa orientar corretamente os IIr∴ do GOB-SP.
Se um Ir∴ que é Mestre Instalado for ocupar o cargo de Cobridor o que ele deve usar:
Colar com a Joia de MI + Faixa de Mestre + Colar com a Joia do Cargo?
Colar com a Joia de MI + Colar com a Joia do Cargo? - (nesse caso não usa a Faixa)
Faixa de Mestre + Colar com a Joia do Cargo? - (nesse caso não usa o Colar com a Joia de MI)
Agradeço seu auxilio assim poderei orientar e padronizar essa situação, visto que cada Loja faz de um jeito.
CONSIDERAÇÕES:
No caso do REAA, sendo o Cobridor Interno um Mestre Maçom Instalado, ele deve se apresentar para os trabalhos paramentado como Mestre Instalado (avental, colar e joia de M∴ I∴).
Assim, ele veste, além dos seus paramentos de M∴ I∴, também a faixa de Mestre, a qual vai por debaixo do colar de M∴ I∴.
Por último, ele veste o colar com a joia distintiva do cargo - no caso, de Cobridor Interno, ou Externo.
Um apontamento necessário: caso o titular (M∴ I∴) se sinta desconfortável pelo uso excessivo de alfaias, ele pode optar por não usar o colar de M∴ I∴, todavia, a faixa de Mestre e o colar com a joia distintiva do cargo são de uso obrigatório.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
RESTAURAÇÃO HISTÓRICA
Há mais de uma década, o Memorial Nacional Maçônico George Washington, localizado em Alexandria, vem passando por um meticuloso e extenso projeto de restauração externa. Construído há mais de um século em homenagem ao Irmão George Washington, o monumento sofreu com danos causados pela infiltração de água, degradação do calcário e até mesmo com as rachaduras provocadas pelo terremoto de 2011. As obras na icônica torre de nove andares tiveram início em 2014 e, finalmente, foram concluídas — marcando o fim de um longo processo de recuperação.
A restauração incluiu uma série de intervenções precisas: rachaduras foram seladas com epóxi, toda a argamassa original foi removida e substituída por uma mistura durável que permite a escape da umidade, evitando assim novos ciclos de degradação. Foram instaladas capas de proteção contra intempéries, nova iluminação LED (que possibilita a exibição de cores variadas) e removidas as indesejadas eflorescências — aqueles depósitos esbranquiçados de calcário. Em casos de danos mais severos, a estrutura foi reforçada com barras de aço. O ponto final simbólico da restauração foi a colocação de uma pedra recém-esculpida — um "reparo holandês" — no nicho danificado pelo terremoto, tornando os estragos completamente invisíveis.
Agora, pela primeira vez em uma geração, o Memorial se apresenta em todo o seu esplendor original: um farol não apenas arquitetônico, mas também simbólico, erguido como mensagem positiva e inspiradora. Com a integridade do edifício plenamente restaurada, o monumento volta a brilhar — literal e figurativamente — como testemunho de perseverança e dedicação à preservação da história.
Fonte: https://freemasonsfordummies.blogspot.com/
PALÁCIO MAÇÔNICO DE NITERÓI
Ir∴ Bruno Rodriguez Paura
Presidente do Palácio Maçônico de Niterói
Venerável da Loja Fraternidade • N0 2765
Escrever história é um ato heroico, árido e bastante difícil. No entanto, a história é uma das áreas do conhecimento humano que tem uma importância fundamental para o desenvolvimento que nos faz passar de Nação até a nossa condição de Instituição nos mais diversos níveis. Não apenas isso: nós, homens, realmente sempre gostamos de saber do nosso passado, o que nada mais é do que saber da nossa história
No ano de 1972, na rua Visconde do Uruguai, N0 117, centro, Niterói, funcionava o Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro Federado ao Grande Oriente do Brasil. Em boletim quinzenal da Grande Secretaria daquele órgão, foi divulgado o seguinte:
“NOVO TEMPLO. Inaugurar-se em dia 1o de outubro na sede do GOERJ, na Rua Visconde do Uruguai, N0 117, um Novo Templo destinado a abrigar os altos corpos maçônicos e as Lojas que ainda não possuem Templo, no Oriente de Niterói.”
Era o início de um novo tempo que se iniciava na Maçonaria Niteroiense, e conforme o anúncio do Boletim do antigo GOERJ, hoje denominado GOB-RJ, as LOJAS LIBERTAÇÃO, PORPHYRIO SECCA E ARARIBOIA, para lá se transferiram.
Em 1988, as três lojas citadas acima efetuaram a compra do prédio, tornando-se o anelo de todos os irmãos a nova propriedade, um Templo Novo. A Carta de Convenção foi providência do Irmão GERALDO DOS REIS SOBRINHO, que ocupava o cargo de Venerável Mestre da LOJA LIBERTAÇÃO, sendo Veneráveis Mestres das Lojas POPHYRIO SECCA E ARARIBÓIA, respectivamente os Irmãos CALOS PRESTE CARDOSO e WALLACE LOMBA AZEVEDO.
Assim, o Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro foi transferido para a cidade do Rio de Janeiro.
Em 19 de Janeiro de 1991, o Palácio Maçônico de Niterói, adquiriu o status de Utilidade Pública Municipal.
Em agosto de 1995, deu-se início às obras do templo superior do, sendo na ocasião o Presidente SÉRGIO CARLOS BUSQUET PEREZ da Loja LIBERTAÇÃO, o irmão EZEQUIEL GONÇALVES FILHO Loja PORPHYRIO SECCA como Diretor Tesoureiro, e o Irmão SEBASTIÃO JUSTO FLHO da Loja ARARIBÓIA, como Diretor Secretário.
A inauguração deu-se em 21 de agosto de 1997, com a Sagração do Templo, inauguração da Secretaria, Consultório Médico, Vestuário, Biblioteca, Salão Social, e teve a presença do Soberano Grão – Mestre Geral da Ordem Irmão FRANCISCO MURILO PINTO e o Grão-Mestre Estadual JOSÉ COELHO DA SILVA.
Em 18 de Novembro de 2003, a Loja FRATERNIDADE efetua a compra das cotas do PALÁCIO MAÇÔNICO DE NITERÓI, tornando-se co-proprietária, onde a sessão foi um acontecimento marcante, em uma reunião magnífica.
Após a efetiva compra das cotas do PALÁCIO MAÇÔNICO DE NITERÓI pela Loja FRATERNIDADE no ano de 2003, novas obras se faziam necessárias para levarem a bom termo, tão elevado empreendimento, dois quais hoje temos orgulho de pertencer. O então Presidente do Palácio, ASSIS DE OLIVEIRA BASTOS da Loja LIBERTAÇÃO, nomeou uma comissão de obras, sendo composta pelos irmãos GIOVANNI PAURA da Loja FRATERNIDADE, SÉRGIO CARLOS BUSQUET PEREZ da Loja LIBERTAÇÃO, EZEQUIEL GONÇALVES FILHO
Loja PORPHYRIO SECCA, tendo como arquiteto o irmão Jorge Nemer.
No ano 2007, o Irmão JOSÉ LUIZ DE SEJUS SÉRGIO da Loja FRATERNIDADE, assume a Presidência do PALÁCIO MAÇÔNICO DE NITERÓI, onde através de seu empenho, dedicação, e muito trabalho, efetuou diversas obras para o nosso prédio, melhorando ainda mais nossas instalações, deixando em sua administração o Palácio completamente saneado.
Temos hoje como atual presidente do PALÁCIO MAÇÔNICO DE NITERÓI o Irmão BRUNO RODRIGUEZ PAURA, assumindo o cargo em 22 de julho de 2009, onde vem fazendo um brilhante trabalho não só no melhoramento nas dependências do prédio, como também elevou no nome do Palácio, não só dentro da Maçonaria no Estado do Rio de Janeiro, como também no mundo profano, sendo hoje, o Palácio Maçônico de Niterói, o maior complexo maçônico de Niterói e São Gonçalo, funcionando 11 lojas maçônicas, abrigando cerca de 450 maçons.
O Irmão BRUNO RODRIGUEZ PAURA, assumiu o malhete da Loja Fraternidade N0 2765, se tornando o Venerável Mestre mais novo dentro do Grande Oriente do Brasil no Rio de Janeiro, dando um dinâmico exemplo como modelo de Maçom a ser seguido.
Além do Irmão BRUNO RODRIGUEZ PAURA da Loja FRATERNIDADE como Presidente, a administração é composta pelos Irmãos: AROLDO ESTEVES DE SOUZA FILHO da loja PORPHIRIO SECCA, como Diretor Secretário, ADOLFO JUNIOR LACERDA HIPÓLITO, da loja ARARIBOIA, como Diretor TESOUREIRO, e FERNANDO GUEDES DE AZEVEDO, da Loja LIBERTAÇÃO, como Diretor de Patrimônio, onde foram empossados conforme os artigos 10 e 80 da Convenção.
FORAM PRESIDENTES DO PALÁCIO MAÇÔNICO
- 1989 a 1991 – JOSÉ CARLOS FRIELD
- 1991 a 1993 – RUI SÉRGIO XAVIER DOS SANTOS
- 1993 a 1995 – SEBASTIÃO GETÚLIO
- 1995 a 1999 – SÉRGIO CARLOS BUSQUET PEREZ
- 1999 a 2001 – JAIRO DA SILVA MELO
- 2001 a 2003 – REGINALDO DOS S. L. DE OLIVEIRA
- 2003 a 2005 – ASSIS DE OLIVEIRA BASTOS
- 2005 a 2007 – LUIZ ROMERO CRESPO VELOSO
- 2007 a 2009 – JOSÉ LUIZ DE SEJUS SÉRGIO
- 2009 a 2011 – BRUNO RODRIGUEZ PAURA
LOJAS QUE FAZEM PARTE DO PALÁCIO MAÇÔNICO
- ARARIBOIA Nº 1698
- FRATERNIDADE Nº 2765
- LIBERTAÇÃO Nº 1720 P
- ORPHIRIO SECCA Nº 1592
- DESEMBARGADOR NAVEGA CRETON Nº 3960
- ESTRELA DE ITAIPU Nº 3591
- GUARDIÕES DA CHAMA SAGRADA Nº 3916
- LIBERTA SUB-LEGES Nº 40
- NOVA ALIANÇA Nº 2134
- ORDEM E TRABALHO Nº 1214
- RAUL ABOT ESCOBAR Nº 4020
(*) Enviado pelo Ven∴Ir∴ Jorge Tavares Vicente Aug∴Resp∴Fid∴Gr∴Ben∴ Loja Maçônica Evolução Nº 2 Or∴ de Niterói – RJ
Fonte: JBNews - Informativo nº 306 - 30 de Junho de 2011
domingo, 3 de maio de 2026
A SIGLA M. I. APÓS A ASSINATURA
Em 26.02.2026 o Respeitável Irmão Juvenal Pereira da Silva, Loja Valmir Tavares de Sales, 4832, REAA, GOB-PI, Oriente de Floriano, Estado do Piauí, solicita esclarecimentos.
A SIGLA M∴ I∴
Caro Irm. Pedro Juk, o assunto que quero falar já foi muito debatido nas lojas maçônicas de todo o Brasil, mas eu não estou ainda convencido de que tal assunto da maneira como ele vem sendo tratado. Bem Trata-se da assinatura no livro de presença antes do início de uma sessão maçônica, no tocante as letras M. I. Ou seja mestres instalado. Pois bem um irmão é indicado para a Veneralato de uma loja. É eleito, é instalado e é empossado e administra sua loja de acordo com o tempo necessário a ele determinado. Tudo bem, acontece que existe irmãos reclamando o espaço lá no livro tem na coluna GRAU. Ai eu lhe pergunto, não seria melhor nesse espaço que fosse colocado (TÍTULO/GRAU). Porque aí atenderia a todos. Gostaria de saber da vossa sugestão. Tendo em vista que um mestre instalado tem o título de mestre instalado.
CONSIDERAÇÕES:
De fato, esse é um assunto que, embora desnecessário, vira e mexe gerando discussões.
De pronto, vale ressaltar que Mestre Instalado não é grau, senão um título honorífico dado àquele que é eleito para o veneralato de uma Loja, ou eleito Grão-Mestre, assim como os seu Adjunto.
Sob óptica legal, o próprio RGF trata M∴ I∴ como um título honorífico, portanto, assim definido, ele não é um grau iniciático.
Documentalmente, a sigla M∴ I∴ consta do Decreto nº 2.085, vigente, datado de 11 de junho de 1968 e assinado pelo então Grão-Mestre Geral Álvaro Palmeira. A súmula desse Decreto menciona: "PERMITE AOS MESTRES USAR A SIGLA DE SUA DIGNIDADE MAÇÔNICA". Chama-se atenção para o Decreto que trata M∴I∴ por "sigla" e "dignidade maçônica", o que corrobora que Mestre Instalado não é Grau.
Como esse Decreto (ainda vigente) autoriza o uso da sigla M∴ I∴ após o respectivo nome, seu uso continua sendo largamente utilizado - isso é um fato.
À vista disso, a sua sugestão de incluir na coluna de identificação "TÍTULO/GRAU" é perfeitamente aceitável, podendo ser utilizada no livro de presenças da Loja, o que ajudaria a pôr fim em discussões que não levam a nada. Nesse sentido, a Loja pode sim adotar o termo "TÍTULO/GRAU" na respectiva coluna. Eu acrescentaria ainda a palavra "simbólico" logo após o Grau, a despeito de que em Lojas Simbólicas tratam-se apenas assuntos do simbolismo.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
A CRUZ
Em todos os povos, a cruz é símbolo de veneração, mesmo abstraindo-se o significado de sacrifício por ter sido usada para crucificar Jesus.
A cruz é formada por dois ângulos retos, encontrando-se os seus vértices, vem representando em várias formas, com um braço simples formado por meia linha horizontal sobre uma linha maior, vertical.
Os gregos a apresentam na forma de uma de suas letras do alfabeto, o tau, e tem o formato de um T maiúsculo; temos a cruz latina, a ansata, a suástica ou de Santo André, no formato de um X; cruz Radiada a patriarcal formada por duas barras transversais; a Perronée, cruz que assenta sobre degraus.
Existem as cruzes compostas, como o "Pirou", formado por um X superposto à letra P e a Rosa- Cruz, uma cruz cuja inserção central apresenta uma rosa.
Na Maçonaria, são aceitas como símbolos a cruz latina e a cruz patriarcal, essa como símbolo do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Entre os cristãos, a cruz é usada como adorno, formada em ouro, de pequeno volume e trazida como colar, tanto por homens como por mulheres.
Os colares usados na Maçonaria são de uso interno na Loja e não como adorno individual no mundo profano.
Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 111.
MAÇONARIA NA GRÉCIA
A Maçonaria na Grécia começou a se estruturar no final do século XVIII, com as primeiras lojas de língua grega surgindo por volta de 1780, influenciadas por organizações como os "Bons Exaltados" em Viena, que uniam cristãos dos Balcãs na luta pela libertação do jugo otomano. O grande marco, porém, ocorreu nas Ilhas Jônicas, sob domínio veneziano, onde o Conde Dionísio Roma emergiu como o verdadeiro fundador da Maçonaria grega. Em 1811, após obter reconhecimento do Grande Oriente da França, Roma estabeleceu a primeira administração unificada, dando à Maçonaria helênica um status institucional e permitindo seu desenvolvimento com identidade própria.
A Irmandade teve papel fundamental na preparação da Revolução Grega de 1821. Muitos líderes da independência eram maçons, como Theodoros Kolokotronis, Germanos de Patras e Ioannis Kapodistrias. A Loja "Bienfaisance et Philogénie Réunis" em Corfu tornou-se centro de atividade patriótica, enquanto maçons gregos no exterior fundaram lojas que serviram como fachada para a organização secreta da luta. Foi nesse ambiente que, em 1814, Emmanuel Xanthos, inspirado pelos ideais maçônicos, idealizou a criação da "Filiki Eteria" (Sociedade dos Amigos), que seria fundamental para deflagrar a Revolução.
Após a independência, a Maçonaria grega enfrentou períodos de declínio e reorganização, mas consolidou-se definitivamente a partir de 1868 com a criação da Grande Loja da Grécia. Ao longo do século XX, expandiu seu trabalho humanitário, fundando instituições como o hospital oncológico "Agii Anargyroi" e promovendo campanhas de doação de sangue e órgãos. Hoje, com 120 Lojas em todo o país e reconhecimento internacional, a Grande Loja da Grécia mantém-se fiel aos princípios maçônicos de aprimoramento moral, filantropia e contribuição à sociedade grega.
Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria
sábado, 2 de maio de 2026
FOTO VESTINDO PARAMENTOS
Em 26.02.2026 o Respeitável Irmão Osmar Delmasquio, Loja 13 de Maio, 1831, sem mencionar o Rito, GOB-ES, Oriente de Ecoporanga, Estado do Espírito Santo, apresenta a seguinte questão:
FOTO
Pode um irmão tirar foto paramentado no interior do Templo e postar no seu status?
CONSIDERAÇÕES:
Nada impede que algum Irmão seja fotografado vestindo seus paramentos. Existe um enorme acervo fotográfico de Irmãos paramentados, inclusive com bastante antiguidade.
O que de fato é proibido são retratos em que o fotografado esteja com sinal composto, ou atuando em passagens ritualísticas com a Loja trabalhando regularmente sob cobertura.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
NICCOLÒ PAGANINI
Niccolò Paganini (Gênova, Itália, 1782 - Nice, França, 1840). Músico, compositor, instrumentista e violinista virtuoso italiano.
Considerado o maior violinista da História, e um dos mais importantes expoentes da música do Romantismo, tanto pelo domínio do instrumento quanto pelas inovações feitas em particular ao "staccato" e "pizzicato". Dotado de uma técnica extraordinária, suas composições eram consideradas impossíveis de serem tocadas por outros violinistas (ele tinha dedos excepcionalmente longos e era capaz de tocar três oitavas em quatro cordas em uma mão, um feito extraordinário mesmo para os padrões de hoje)
Até a presente data, a sua iniciação maçônica não foi comprovada, contudo é amplamente documentada a sua participação como Mestre Maçom, dirigindo a Coluna da Harmonia na "Assemblea del Grande Oriente d'Italia" ocorrida em Milão, em 27 de dezembro de 1808, para celebrar a mútua filiação e amizade entre o "Grand Orient de France" e "Grande Oriente d'Italia".
Aprovados os trabalhos da Assembleia, foi executado o hino maçônico escrito pelo irmão Vincenzo Lancetti, que também desempenhou a função de Grande Orador na sessão, a música foi executada justamente pelo jovem músico Niccolò Paganini, então com vinte seis anos.
Colaboração: Coluna Cultural Maçônica | @maconariaeartes
Por Luciano J. A. Urpia
Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria
O BALANDRAU & A MAÇONARIA

Kennyo Ismail
Muitos são os maçons brasileiros defensores do balandrau. Mas afinal, qual a origem dessa vestimenta na maçonaria?
O célebre escritor José Castellani escreveu que o balandrau era a indumentária dos membros do “Collegia Fabrorum”, e que os maçons operativos medievais, do século XIII em diante, também utilizavam a túnica negra.
Com todo o respeito ao saudoso Irmão Castellani e suas obras, que tanto acrescentaram para a literatura e cultura maçônica brasileira, permita-nos discordar de tal afirmação. Nos parece que se trata de teoria feita de forma inversa, ou seja, apenas para justificar um costume arraigado, ao invés de buscar sua origem. Afinal de contas, não existe qualquer indício de que os membros do Collegia Fabrorum ou mesmo os maçons operativos medievais realmente utilizavam balandrau. Em que se baseia essa afirmação? A impressão é de que apenas se afirmou o uso pelos membros da maçonaria operativa para justificar o uso pelos maçons especulativos, sem qualquer fundamento histórico para ilustrar tal teoria.
Em verdade, a origem do balandrau na maçonaria é outra. Podemos dizer que herdamos o balandrau de uma instituição “prima”: A Carbonária.
Analisando a “Carta de Bolonha” e tantos outros documentos existentes do segundo milênio, vê-se claramente que já no século XI a maçonaria operativa era dividida entre os que trabalhavam com “pedra” e os que trabalhavam com “madeira”. Em resumo, os que trabalhavam com “pedra”, que eram maiores em número e em serviços, eram os maçons operativos, dos quais somos os legítimos herdeiros. Enquanto que a Carbonária surgiu como herdeira daqueles que trabalhavam na madeira.
A Carbonária se fazia presente de forma itensa na Itália, França e Portugal, e era governada pelo General francês Joaquim Murat, cunhado de Napoleão Bonaparte e tido como rei de Nápoles. Os carbonários eram conhecidos pelo uso de uma túnica preta com a imagem do punhal de São Constantino bordada no peito esquerdo – Sim, um balandrau.
Joaquim Murat tratou de iniciar na Carbonária seu filho, “príncipe” Charles Lucien Murat. Em 1815, o príncipe Murat teve que se exilar por conta do assassinato de seu pai, vivendo então na Áustria, Veneza e por último nos Estados Unidos. Só conseguiu retornar à França em 1848. Em 1852, Murat assumiu como Grão-Mestre do Grande Oriente da França, cargo em que permaneceu até 1862.
Nesses 10 anos como Grão-Mestre, Lucien Murat realizou uma grande revolução no Grande Oriente da França, o qual cresceu como nunca em número de Lojas e notoriedade. Foi também nesse período que vários traços da antiga Carbonária foram implementados na maçonaria francesa, entre eles o uso do balandrau. Os maçons do Grande Oriente do Brasil, que tão estreitos laços possuiam e tanta influência sofriam da maçonaria francesa, a qual havia sempre servido de exemplo e fonte dos Ritos então praticados no Brasil – Escocês, Adonhiramita e Moderno – logo também aderiram ao balandrau.
Porém, em janeiro de 1862, o rei Napoleão III declara o Marechal Bernard Pierre Magnan, um profano, como Grão-Mestre do Grande Oriente da França. O Marechal Magnan é iniciado e elevado até ao grau 33 do Rito Escocês em apenas dois dias. Magnan desfaz muitas das mudanças promovidas por Lucien Murat. No entanto, o balandrau já havia caído nas graças dos irmãos brasileiros.
Uma das evidências que constata que o balandrau não teve origem no Collegia Fraborum ou na maçonaria operativa é de que é um traje totalmente desconhecido na maçonaria da Inglaterra, Irlanda, Escócia e Alemanha, países em que a maçonaria é tão antiga e originária das antigas Guildas quanto na Itália, França e Portugal, ao mesmo tempo em que esses primeiros não tiveram a presença da Carbonária em seus territórios, enquanto Itália, França e Portugal tiveram.
Com base em tais relatos e análises históricas, conclui-se que a afirmação de que o balandrau é uma herança da maçonaria operativa, apesar de valorizar simbolicamente o balandrau, é totalmente falsa. Fica evidente a influência que a Carbonária, através de Lucien Murat, exerceu sobre o Grande Oriente da França e, conseqüentemente, sobre a Maçonaria Brasileira, sendo o balandrau o mais visível indício disso.
Porém, não se deve deixar de concordar com o Irmão Castellani em uma coisa: a verdadeira vestimenta do maçom é o AVENTAL. Sem ele, o maçom não trabalha.
Fonte: noesquadro.com.br
sexta-feira, 1 de maio de 2026
APROVAÇÃO DA ATA - ABSTENÇÃO
Em 25/02/2026 o Respeitável Irmão Adriano Luiz da Silva, Loja Acácia Balsense, 2351, REAA, GOB-MA, Oriente de Balsas, Estado do Maranhão, apresenta a seguinte questão:
APROVAÇÃO DA ATA
Pois bem, diante das alterações recentes no novo ritual, a questão da Ata ficou um pouco confusa, pois em um momento, o Secretario de Ritualística Estadual nos passou uma orientação e em um outro momento o Eminente Grão Mestre Estadual, participando em uma sessão de nossa loja nos passou uma outra orientação.
Confesso que a orientação do Eminente eu respeito e acato, mas não concordo, pois como foi dito, quando o Ven∴ diz "Meus IIr∴, se tendes alguma observação sobre a redação da Ata que acaba de ser lida, a palavra vos será concedida nas CCol∴ pelos IIr∴ VVig∴."
No meu entendimento e como foi orientado pelo Secretário Estadual, o Ir∴faltante deve se levantar e ficar a Ord∴, quando a palavra passar por sua Col∴, pois ele se abstém de falar, se ele nada fizer ele estará aprovando a Ata, porque pra mim, o Ven∴ aprova a Ata pelo silencio dos IIr∴ nas CCol∴ e no Or∴.
E se houver emenda, o Ir∴ faltante fica a Ord∴ novamente na hora da votação.
E a orientação que o Eminente nos passou foi que o Ir∴ faltante não faça nada quando a palavra passar por sua coluna e só se abstenha na votação da emenda.
Caso eu esteja errado meu Ir∴, me corrija e sane essa dúvida.
CONSIDERAÇÕES:
Aquele que esteve ausente na sessão que gerou a ata, deve sim, na sua Coluna, ficar à Ordem durante as manifestações sobre a redação da ata que acabou de ser lida.
Com isso, a sua postura à Ordem não compromete a votação, já que se ele permanecesse simplesmente sentando e em silêncio, isso poderia ser interpretada como concordância pela aprovação.
No caso de emendas, se estas houverem, o Ir∴ que esteve ausente não pode participar dessa discussão, isto é, não ele pede a palavra. Sendo assim, apenas se conserva sentado e calado.
Já, quando houver a votação de emenda, o ausente na sessão anterior (que gerou a ata) deve ficar à Ordem, postura que denota gesto de abstenção, no REAA.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
COMISSÕES E COMUNICAÇÕES DO CHANCELER
Em 25/02/2026 o Respeitável Irmão Thadeu Ortona, Loja Marques de Pombal, 1220, REAA, GOB-SP, Vila Maria, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão
COMISSÕES E O CHANCELER
Estou Orador e tenho uma dúvida: Após o fechamento da Ordem do Dia, costumeiramente é passado a palavra para membros de comissões e o Chanceler faz a leitura das datas comemorativas. Existe ritualmente um “momento certo” para isso ocorrer?
CONSIDERAÇÕES:
Inicialmente, vale ressaltar que a ordem dos períodos de uma sessão ordinária consta sequencialmente no ritual em vigência. Essa ordem deve ser seguida como está.
No caso das Comissões, havendo matéria relativa a elas que demande de discussão, votação e aprovação, o Venerável Mestre deve incluir o objeto antecipadamente na pauta da Ordem do Dia, não depois dela.
Se porventura forem assuntos que não demandem de votação, o momento apropriado para manifestações é na Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular.
Na hipótese das comunicações de aniversário feitas pelo Chanceler, as mesmas também devem ser comunicadas na Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular.
Finalizando, para o bem da ritualística, não é permitida a criação de períodos alheios aos previstos no ritual. Ritual em vigência deve ser cumprido como se encontra e o Orador deve fiscalizar, com rigor, o seu cumprimento.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
SER RECONHECIDO COMO TAL...
Estelio Guimarães Cavalcante
O Maçom sabe, que os iniciantes na Maçonaria, ou seja, os “aprendizes calouros” não nascem prontos, então precisamos prepará-los, pois sabemos mais que eles, afinal somos “aprendizes veteranos”!
Além do que, sabemos também, que a Maçonaria é um caminho de aperfeiçoamento e aprendizado contínuo, focado no desenvolvimento pessoal e moral dos seus membros. Os candidatos são admitidos para aprender e evoluir, e em casos de necessidades específicas, também aplicar conhecimentos pré-existentes.
Ou seja, a Maçonaria é uma instituição filosófica que se dedica ao aprimoramento dos seus membros. Ao contrário de outras organizações, ela não se destina a quem já possui todo o saber, mas sim a quem busca o crescimento pessoal.
A entrada na Maçonaria é o início de uma jornada de contínuos aprendizados e descobertas. O conhecimento e os rituais são revelados gradualmente aos obreiros, que são guiados no seu desenvolvimento.
E uma coisa que temos, ou melhor, que “devemos” entender, é que Sublime Ordem Maçônica, tem como dentre os seus principais objetivos, o constante aperfeiçoamento (foco) dos seus membros. Assim, é natural que um indivíduo não entre já "sabendo tudo", mas sim com a intenção de aprender e se tornar uma pessoa melhor.
Em resumo, meus amados irmãos, a Maçonaria não foi, não é, e acredito que jamais será, um Lugar para "Especialistas". Pois não há pré-requisito de que um candidato já tenha um conhecimento exaustivo sobre tudo o que a Maçonaria pode oferecer. Até porque o processo, é justamente para o candidato "descobrir" tudo o que envolve a organização.
Na Maçonaria usamos um termo chamado de “goteira”, quando queremos nos referir a um tipo de “spoiler humano”. Que é aquele tipo que lê de tudo e acha que sabe de tudo sobre Maçonaria, menos do que realmente acontece nela, até porque não se trata de um Maçom de fato. Em inglês, "spoiler" significa "estragar" ou melhor falando, um "estraga-prazeres"!
Portanto trate de ignorá-los, pois tudo o que querem, é a sua atenção, que é preciosa demais para você perdê-la, com insignificantes pessoas.
Fazer o bem, faz bem!
O bem vai, o bem vem!
Bom dia, meus Grandes Manos!
P.S: E não esqueçam: Um Maçom só é reconhecido como tal, pelos seus irmãos, e pela sociedade em geral, pelas ações que pratica, ou seja, pela prática Maçônica, e por nada mais!
Fonte: Facebook_Atrio do Saber
quinta-feira, 30 de abril de 2026
COMUNICAÇÃO DO TESOUREIRO - EM PÉ OU SENTADO?
Em 23.02.2026 o Respeitável Irmão Wanderson da Silva Prada, Loja Acácia Laranjeirense, 2472, REAA, GOB-PR, Oriente de Laranjeiras do Sul, Estado do Paraná, pede esclarecimento para o que segue:
COMUNICAÇÃO DO TESOUREIRO
Há alguns meses indaguei ao respeitável Irmão sobre a (des)necessidade de o Tesoureiro, ao anunciar o Tronco de Beneficência, se dirigir as Luzes ou apenas ao Venerável Mestre. Em minha Loja o Venerável dá sequência aos trabalhos após a coleta do tronco e, durante a palavra a bem da ordem em geral e do quadro em particular, o Tesoureiro anuncia o resultado. Conforme suas orientações, seguindo o Ritual, o Tesoureiro deve apenas se dirigir ao Venerável Mestre e anunciar o resultado obtido.
A dúvida que me surgiu, posteriormente, foi se este anúncio do Tronco de Beneficência - durante a Palavra a Bem da Ordem... - deve ser feito em pé e a ordem ou pode ser anunciado sentado.
Agradeço mais uma vez a paciência e dedicação do respeitável Irmão, em sempre nos socorrer com tantas dúvidas que surgem.
CONSIDERAÇÕES:
No Ocidente da Loja somente podem falar sentados os Vigilantes. Assim, todos os demais Irmãos das Colunas, inclusive o Chanceler e o Tesoureiro, sem nenhuma exceção, falam em pé, portanto à Ordem.
Ainda, no tocante ao Chanceler e o Tesoureiro, vale lembrar que a mesa que cada um ocupa em detrimento do seu ofício, não é justificativa para que ambos falem sentados no Ocidente. Independentemente da mesa, reitera-se: ambos falam à Ordem.
A respeito do Tesoureiro, cabe ainda mais uma observação. Trata-se do seguinte: como a vossa Loja adota o anúncio do resultado da coleta no período da palavra a bem da Ordem em geral e do Quadro em particular, o Tesoureiro também pode, se for o caso, usar da palavra nesse momento para abordar outros assuntos que sejam necessários. Nesse caso ele à Ordem e se dirige à Loja pela forma de costume, comunicando por primeiro ao Venerável o resultado da coleta e em seguida se pronuncia para os demais. Isso evita que o Tesoureiro precise pedir a palavra duas vezes.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
SINAL DE APRENDIZ
Em 22/02/2026 o Respeitável Irmão Luciano Barros de Andrade, Loja Luz e Razão, 3930, REAA, GOB-RS, Oriente de Santo Ângelo, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos para o seguinte:
SINAL
Por gentileza, gostaria de esclarecer duas situações em relação a ritualística que podem parecem óbvias, mas quando executadas de maneira incorreta, transmitem um entendimento dificilmente passível de correção.
Salvo outro entendimento, a ritualística maçônica se assemelha à ordem unida no meio militar. Na maioria das vezes, quando bem praticada, é algo marcante para os que assistem, assim como causa uma péssima impressão quando mal executada.
Possivelmente assumirei o Cargo de Mestre de Cerimônias da minha Loja neste ano e gostaria de seguir rigorosamente as informações constantes nos rituais.
Perguntas:
1 - Na página 39, item 1.7. Cobridor do Grau de Aprendiz, está descrito como deve ser executado o S∴ de Ord∴. No final do texto consta que o b∴ esq∴ fica naturalmente caído ao longo do corpo. Dúvida: E a m∴ esq∴? Aprendi que a m∴esq∴ forma um e∴ entre o pol∴, com a falange distal (ponta do dedo) encost∴no c∴ e os demais 4 dd∴ uun∴ (apontados para baixo) com o dorso da m∴voltado para frente. Está correta essa posição da mão?
2 - O Mestre de Cerimônias quando dirige, do seu lugar, a saída dos Irmãos do Templo deve portar o bastão do Cargo?
RESPOSTAS:
Quanto ao sin∴ de Apr∴ e a m∴ e∴∴, não há com ela nenhuma formação de esq∴com o respectivo pol∴ e os demais dd∴ uu∴. No caso, a m∴, junto com o antebraço atinente, ficam caídos ao longo do lado esquerdo do corpo. É oportuno lembrar que o sin∴ de Apr∴ é gut∴ e é feito tão somente com a m∴ d∴. Não há nenhuma postura especial ou gestual para a m∴ e∴ na composição do sin∴ do 1º Grau. Lamento dizer, mas quem lhe ensinou, ensinou errado.
Quanto ao M∴ CCer∴ e o bastão, durante a retirada dos Irmãos após o encerramento, ele não precisa portar o mesmo, levando-se em conta de que ele dirige a retirada dos Irmãos do seu lugar, sem a necessidade de conduzir individualmente nenhum dos retirantes. Além do que, a Loja também já está fechada. Procedimento diferente do ingresso do préstito, quando o M∴ CCer∴terá que conduzir o Venerável Mestre até o seu lugar para a abertura dos trabalhos, razão pela qual ele estará munido do seu bastão.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
LOJAS MILITARES
Rara fotografia de 1948 da do Templo Loja Militar "Lord Kitchener nº 3402" em Moascar, Egito, criada para atender os Maçons do regimento britânico.
As "Lojas Militares" foram autorizadas e operadas onde estavam os regimentos do exército. Isto ajudou a Maçonaria a espalhar-se para muitos lugares no mundo.
Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria
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