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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 7 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SIGLA - TÍTULO ABREVIADO

Em 30/03/2026 o Respeitável Irmão Janse Ricardo Reis Ferreira, Loja Mensageiros do Bem, 812, REAA, GOB-PE, Oriente Garanhuns, Estado de Pernambuco, pede esclarecimentos.

SIGLA

Meu irmão, tenho uma dúvida, sobre as siglas REAA, em conversa em loja pronunciei a sigla REAA e depois falei o significado Rito Escocês Antigo e Aceito, fui recriminado por falar as siglas REAA, gostaria de saber é errado pronunciar, mesmo falando o significado.

CONSIDERAÇÕES:

 
O mais formal é mencionar o nome do Rito por extenso, ou seja, "Rito Escocês Antigo e Aceito". 

Eu, particularmente prefiro escrevê-lo de modo abreviado: R∴ E∴ A∴ A∴, ou REAA∴, todavia, ao pronunciá-lo durante uma leitura, opto por ler o título por extenso: Rito Escocês Antigo e Aceito.

O que eu acho desnecessário é se pronunciar por primeiro a sua abreviatura e em seguida dizer o título por extenso. 

Ora, o mais salutar é se evitar a prolixidade, bem como o excesso de preciosismo.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

BREVIÁRIO MAÇÔNICO

A MAÇONARIA

Definir Maçonaria é tarefa ingente, uma vez que a instituição define-se no dia a dia, dentro e fora das Lojas.

A definição mais comum pode ser: "instituição que tem por objetivo tornar feliz a humanidade, pelo amor, pelo aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade e pelo respeito à autoridade e à religião".

É evidente que as virtudes nomeadas, em qualquer terreno, prestam-se a redimir a humanidade.

No entanto, a definição é individual, vista por duas óticas: pelo próprio maçom procedendo a uma autocrítica; pelos profanos diante do comportamento individual do maçom.

Um deslize cometido por um maçom compromete a definição, uma vez que o profano não compreende a instituição como um todo.

Logo, a responsabilidade individual torna-se relevante, e cada maçom, de per si, deve observar a si mesmo e conter os ímpetos distorcidos dos seus Irmãos.

Ser maçom não é apenas ser membro de uma Loja Maçônica, mas sim comprovar ter sido Iniciado.

Um autoexame periódico seria mais que conveniente.

Se cada um puder definir-se, o conceito de Maçonaria ressaltará para os profanos.

Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 117.

LÉXICO MAÇÔNICO: ÁGAPE

Rui Bandeira

Nos vários textos anteriores, foi várias vezes mencionado o termo "ágape", aliás num deles definido como refeição tomada em conjunto por maçons, em regra depois, ou imediatamente antes, das reuniões de Loja.

Em circunstâncias ideais, as instalações onde decorrem reuniões de Lojas devem estar preparadas para ter uma sala, de tamanho adequado e devidamente mobilada, onde possa ser servida e consumida a refeição, e ainda local para a confecção desta.

Durante um ágape, são efectuados pelo menos sete brindes, dedicados ao Presidente da República, a todos os Chefes de Estado que protegem a Maçonaria, ao Grão-Mestre, ao Venerável Mestre da Loja, aos demais Oficiais da Loja, aos Visitantes (ou, nos ágapes brancos, às senhoras presentes) e a todos os Maçons, onde quer que se encontrem.

O ágape branco é um ágape em que estão presentes não maçons, em regra familiares e amigos. No ágape branco, o cerimonial é aligeirado ao mínimo, mantendo-se apenas os brindes.

O ágape ritual é considerado o prolongamento dos trabalhos em Loja. Nele, os Aprendizes e Companheiros têm oportunidade de exprimir as suas opiniões, relativamente aos assuntos debatidos em Loja (já que, em sessão de Loja, os Aprendizes e Companheiros devem observar a regra do silêncio, para mais concentradamente poderem dedicar a sua atenção ao que vêm e ouvem) ou colocados em discussão no próprio ágape.

Quando existem condições de privacidade que o permitam, o Venerável Mestre, no início do ágape, informa qual o tema sobre o qual todos os elementos presentes devem emitir as suas considerações, pela forma que entenderem. Seguidamente, cada um dos elementos presentes deve, à vez, levantar-se, apresentar-se e proferir uma alocução breve sobre o tema indicado. Esta rotina possibilita o melhor conhecimento mútuo de todos os membros de uma Loja (pois cada um expõe, em plena liberdade e perante a atenção silenciosa dos demais os seus pontos de vista), facilita a integração dos membros mais recentes (que verificam a prática da igualdade entre maçons e a aceitação das diferenças de opinião entre eles) e contribui para a superação do receio de falar em público de que sofrem algumas pessoas.

Quando existem condições para a refeição ser preparada e consumida nas instalações da Loja, por regra é nomeado um elemento da Loja, que fica com a responsabilidade de dirigir a preparação da refeição e do local onde a mesma vai ser consumida.

Quando não existem as condições de privacidade entendidas necessárias, o ritual do ágape reduz-se aos brindes ou é, mesmo, eliminado, servindo a refeição apenas (e já é bom!) para possibilitar a sã convivência entre os elementos da Loja.

Os ágapes em muito contribuem para a criação e o fortalecimento dos laços de amizade e solidariedade entre os maçons.

Fonte: apartirapedra.blogspot.com

sábado, 6 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

INSTALAÇÃO E POSSE - PARAMENTOS

Em 04.06.2026 o Respeitável Irmão Carlos A. M. Costal, Loja Terceiro Milênio, 2540, REAA, GOB-PR, Oriente de Maringá, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão:

INSTALAÇÃO – PARAMENTOS

No dia 27/6, vou presidir a Comissão de Instalação e Posse do meu sucessor.

Minha dúvida, nessa sessão que eu vou presidir, eu vou usar os paramentos do V∴ M∴ (Avental, Colar, Punho e Chapéu), ou já faço a instalação com o paramento do Mestre Instalado (sem punho e sem chapéu).

Desde já agradeço sua orientação

CONSIDERAÇÕES:

Sendo você o atual Venerável Mestre da sua Loja e também presidirá os trabalhos de Instalação do novo Venerável, seu sucessor, sugiro que na cerimônia, como Presidente da Comissão Instaladora, uses apenas os paramentos de Mestre Instalado (Ex-venerável), deixando os paramentos de Venerável Mestre para aquele que tomará posse. É mais coerente, assim entendo.

No tocante ao uso do chapéu pelo Presidente da Comissão Instaladora, o seu uso fica dispensado, pois na instalação e posse o Venerável Mestre também receberá o chapéu como parte da sua indumentária (evita-se assim a duplicidade de uso da cobertura na sessão).

Atendendo a essa orientação, evita-se a troca de paramentos em plena sessão, bem como o uso indevido de cobertura na liturgia dos trabalhos.

Finalizando, os novos rituais de Instalação, que já se encontram na gráfica em Brasília para impressão, logo serão distribuídos. Neles, esses particulares ficam claramente especificados.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

OLEGARIO VÍCTOR ANDRADE


Olegario Víctor Andrade (Alegrete, Brasil, 6 de março de 1839 - 30 de outubro de 1882) foi um poeta, jornalista e político argentino.

Nasceu durante o exílio de seus pais no Brasil, retornou à Argentina em 1845. Começou a escrever poesia no ensino médio em Concepción, Uruguai, e tornou-se político e jornalista durante os turbulentos anos de formação da nação. Poeta romântico e épico da Argentina do século XIX, especialmente da geração de 1880. Escreveu suas melhores poesias durante os anos 1876-1881, nas coleções "El nido de condores" e "El arpa perdida".

Foi iniciado na Maçonaria em 1862 na "Logia San Juan de la Fe" Nº 20, em Paraná, Argentina e foi membro honorário da Logia Unión y Filantropía N° 56 de Gualeguaychú.

Fonte: Facebook_Coluna Cultural Maçônica

LONDRES: O INCÊNDIO DE 1666

Autor: Maurício da Cunha Müller(*)

Era um verão seco e com ventos fortes quando, na madrugada de 2 de setembro de 1666, um incêndio iniciado em uma padaria na Pudding Lane se alastrou rapidamente pela cidade de Londres. As ruas eram estreitas e as casas de madeira. O fogo, que durou até o dia 5 de setembro, consumiu cerca de 13.200 casas, 87 igrejas — incluindo a antiga Catedral de São Paulo — e deixou aproximadamente 100 mil pessoas desabrigadas (HANSON, 2001; PORTER, 1994). Os registros de Samuel Pepys evidenciam a dimensão do desastre e a urgência das medidas adotadas para sua contenção (PEPYS, 1666).

A destruição causada pelo Grande Incêndio de Londres comprometeu profundamente a infraestrutura urbana, habitacional e religiosa da cidade, exigindo uma resposta estatal imediata e coordenada (PORTER, 1994). Nesse contexto, o Parlamento inglês promulgou o Rebuilding of London Act, estabelecendo diretrizes para a reconstrução da cidade. O diploma legal previa, entre outras medidas, a padronização do uso de materiais mais resistentes ao fogo, como pedra e tijolo, além da reorganização do traçado urbano, com ampliação de vias públicas e maior ordenamento espacial (REBUILDING OF LONDON ACT, 1667; PORTER, 1994).

O referido ato também incluiu disposições que flexibilizavam, ainda que de forma controlada, a atuação de trabalhadores não vinculados às corporações locais (guildas), permitindo que carpinteiros, pedreiros e demais artesãos oriundos de outras cidades participassem das obras de reconstrução. Tal medida ampliou a disponibilidade de mão de obra e atendeu à necessidade urgente de reconstrução, sem, contudo, extinguir a estrutura corporativa tradicional, sendo interpretada pela historiografia como uma adaptação pragmática diante da emergência urbana (REBUILDING OF LONDON ACT, 1667; PORTER, 1994).

Sob a autoridade do Rei Charles II e coordenação do exímio e reconhecido construtor Christopher Wren, a reedificação de Londres foi conduzida com base em novos parâmetros urbanísticos e de segurança populacional. Embora o conjunto dessas medidas não trate explicitamente de maçonaria ou de associações iniciáticas, seu impacto sobre as dinâmicas de trabalho e organização dos ofícios é reconhecido pela historiografia como parte de um processo mais amplo de transformação social e urbana (JACOB, 2007; PORTER, 1994).

Nesse cenário, a ampliação da mobilidade de trabalhadores e a necessidade de colaboração entre diferentes agentes do ofício podem ser interpretadas como fatores que talvez tenham favorecidos a comunhão de técnicas e experiências profissionais. Não há evidência documental direta de que tais interações entre guildas tenham resultado, de forma imediata ou estruturada, em transformações institucionais nas organizações de ofício ou em práticas iniciáticas específicas, sendo essa conexão tratada com cautela por historiadores da maçonaria (GOULD, 1904; STEVENSON, 1988).

A historiografia indica que o processo de transição das antigas corporações operativas para formas associativas de caráter especulativo ocorreu de maneira gradual e multifatorial, especialmente entre os séculos XVII e início do XVIII, envolvendo mudanças sociais, econômicas e intelectuais mais amplas (STEVENSON, 1988; JACOB, 2007).

No século XVII, com o declínio das construções em pedra e o avanço das técnicas construtivas arquitetônicas, a demanda por grandes obras — como igrejas, fortalezas e catedrais — reduziu-se substancialmente. Conforme Strong Man Lodge (2025), “o declínio da construção em pedra no final da Idade Média provocou a queda gradual do ofício de pedreiro e das lojas operativas, fragilizando o modelo estrito de guilda operativa”, interpretação que encontra respaldo indireto em estudos clássicos sobre a evolução das corporações de ofício (FINDEL, 1865; GOULD, 1904).

Estudos como os de David Stevenson e Margaret Jacob apontam que tal transformação esteve relacionada a mudanças mais amplas no contexto social, intelectual e cultural, incluindo o desenvolvimento de novas formas de sociabilidade urbana e o ambiente intelectual que culminaria no Iluminismo (STEVENSON, 1988; JACOB, 2007).

Dentro desse contexto de mudanças, ocorreu, em 24 de junho de 1717, uma reunião na taverna Goose and Gridiron (Ganso e Grelha), em Londres, local onde quatro lojas londrinas se reuniram para eleger Anthony Sayer como o primeiro Grão-Mestre. Esse evento é convencionalmente associado à fundação da Grande Loja de Londres, considerada um marco na organização institucional da maçonaria moderna (ANDERSON, 1723; JACOB & CROW, 2014).

As quatro lojas envolvidas, tradicionalmente identificadas por seus locais de reunião, eram: a Goose and Gridiron (Ganso e Grelha), a Crown (A Coroa), a Apple Tree (A Macieira) e a Rummer and Grapes (A Taça e as Uvas). Essas lojas já operavam de forma independente antes dessa data. Embora fontes maçônicas clássicas apontem que as composições sociais eram variadas entre elas, tais interpretações derivam principalmente de tradições internas e obras de caráter não acadêmico, não havendo documentação suficiente para estabelecer, com precisão, o perfil detalhado de seus membros ou a natureza exata de suas práticas internas nesse período (GOULD, 1904; MACKEY, 1914; COIL, 1961).

A reunião de 1717 é interpretada pela historiografia como um processo de formalização organizacional, e não como uma ruptura abrupta com o passado operativo. Nesse sentido, a transição da maçonaria operativa para a especulativa deve ser compreendida como um fenômeno progressivo, no qual elementos simbólicos e tradições associadas aos ofícios foram reinterpretados em um novo contexto social, voltado à construção moral e à sociabilidade entre seus membros (STEVENSON, 1988; JACOB, 2007).

Dessa forma, embora não seja possível estabelecer um nexo causal direto entre a reconstrução de Londres após o incêndio de 1666 e a formação da maçonaria especulativa, o contexto do pós-incêndio — caracterizado por intensa atividade construtiva, maior circulação de trabalhadores e reorganização das práticas urbanas — pode ser considerado ambiente fértil entre os diversos fatores histórico no qual tais transformações ocorreram.

Assim, finalizando, o Grande Incêndio de Londres, além de sua relevância como tragédia urbana de grandes proporções, e de evolução construtiva, pode ser compreendido como parte importante do contexto histórico mais amplo que antecede a consolidação da maçonaria moderna. Sua influência, no entanto, deve ser interpretada com cautela reflexiva e não como um fator determinante ou catalisador direto único da transição entre formas operativas e especulativas.

Referências:

ANDERSON, James. The Constitutions of the Free-Masons. Londres: William Hunter, 1723. Disponível em: https://www.constitution.org/mas/anderson1723.htm

COIL, Henry Wilson. Coil’s Masonic Encyclopedia. Nova York: Macoy Publishing, 1961. Disponível em: https://archive.org/details/coilsmasonicency0000coil

FINDEL, Joseph Gabriel. History of Freemasonry from its Rise Down to the Present Day. Londres: Asher & Co., 1865. Disponível em: https://archive.org/details/historyfreemaso00findgoog

GOULD, Robert Freke. A Concise History of Freemasonry. Nova York: Macoy Publishing, 1904. Disponível em: https://archive.org/details/cu31924030281459

HANSON, Neil. The Dreadful Judgement: The True Story of the Great Fire of London. London: Doubleday, 2001

INGLATERRA. Parlamento. An Act for Rebuilding the City of London. 1667. Disponível em: https://www.morrlaw.com/wp-content/uploads/partywall/rebuilding-of-london-act-1666.pdf

JACOB, Margaret C. The Origins of Freemasonry: Facts and Fictions. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 2007

JACOB, Margaret C.; CROW, Matthew. Freemasonry and the Enlightenment. In: Handbook of Freemasonry. Leiden: Brill, 2014

MACKEY, Albert G. An Encyclopedia of Freemasonry and its Kindred Sciences. Nova York: The Masonic History Company, 1914. Disponível em: https://archive.org/details/encyclopaediaof01mack

NEWTON, Joseph Fort. The Builders: A Story and Study of Masonry. Cedar Rapids: Torch Press, 1914. Disponível em: https://archive.org/details/buildersstorystu00newt

PEPYS, Samuel. The Diary of Samuel Pepys. 1666. Disponível em: https://www.pepysdiary.com

PICK, Fred L.; KNIGHT, G. Norman. The Pocket History of Freemasonry. Londres: Frederick Muller Ltd., 1953

PORTER, Roy. London: A Social History. Cambridge: Harvard University Press, 1994

STEVENSON, David. The Origins of Freemasonry: Scotland’s Century, 1590–1710. Cambridge: Cambridge University Press, 1988

STRONG MAN LODGE. Nossos primeiros dias. 2025. Disponível em: https://www.strongmanlodge.org.uk/history/.

* Maurício é Aprendiz Maçom na loja União Fraternal 318 na cidade de Cachoeira do Sul – RS, GOB – GORGS – REAA.

Fonte: opontodentrodocirculo.wordpress.com

sexta-feira, 5 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

COLETA DO TRONCO - PLATAFORMA ELETRÔNICA

Em 03/06/2026 o Respeitável Irmão Leonardo Pereira, Ven∴ Mestre da Loja Obreiros de Macaé, 2075, REAA, GOB-RJ, Oriente de Macaé, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

COLETA POR PIX

Alguns irmãos estão questionando a doação ao Tronco de Beneficência via PIX, tendo em vista que o nosso ritual fala que o mesmo deve ser feito em espécie (moeda corrente), não se admitindo nele outra forma de doação.

Como devemos proceder no caso de o Irmão querer efetuar o pagamento por meio de PIX?

Pode adotar tal forma de recebimento, ou é proibida essa prática?

Os Irmãos alegam que a doação em espécie hoje em dia está muito complicada por conta de a maioria só utilizar pagamento via PIX e não utilizarem dinheiro em espécie.

Desde já agradeço a atenção do irmão.

CONSIDERAÇÕES:

Cabe informar que desde 10 de novembro de 2025 encontra-se em vigência o Decreto 2.221/2025 do Grão-Mestre Geral que autoriza o uso de meio eletrônico e plataforma digital na coleta do Tronco de Beneficência ou equivalentes.

Em poucas palavras, o sistema foi criado por um Irmão do GOB, o qual foi testado, aprovado e adotado no âmbito das Lojas. Essa plataforma digital recebe, tempo real, o óbolo e preserva a identidade do doador, segundo os nossos costumes.

Outrossim, consta no Decreto mencionado, que a doação via PIX complementa o modo tradicional de coleta, e não o extingue. Assim, para o uso do PIX como ferramenta eletrônica de coleta, é impreterível que a Loja use apenas a plataforma indicada no Decreto, não se admitindo o uso do PIX na coleta por outra plataforma – isso é inquestionável.

Assim, reitera-se que a coleta tradicional, via bolsa, persiste e deve ser mantida, adequando-se à essa prática maçônica consagrada aqueles que optarem pelo uso do PIX.

À vista disso, e como a plataforma funciona em tempo real, durante a conferência do Tronco é possível computar todos os valores auferidos, tanto os via PIX, assim como os valores em espécie, preservando-se ainda o anonimato dos doadores.

Para melhores esclarecimentos a respeito, sugere-se que a Loja busque orientações no seu Grande Oriente Estadual, ou do Distrito Federal, através da Secretaria Estadual de Administração ou da Guarda dos Selos

No tocante às orientações emanadas do Ritual, vale observar que consta no seu título "Interpretação deste Ritual", que o mesmo pode receber outras orientações, mesmo que dele não constem, desde que sejam por Ato ou Decreto do Grão-Mestre Geral.

Em face a isso, inquestionavelmente o Decreto 2.221/2025, enquanto em vigência, atua legalmente sobre o ritual aprovado, devendo, portanto, ser rigidamente observado.

Finalmente, aconselha-se que administração da Loja tome conhecimento completo do Decreto que institui o uso do PIX para a coleta do Tronco de Beneficência no GOB.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

O GALO NA CÂMARA DE REFLEXÕES

O galo e a faixa com os dizeres “
Vigilância e Perseverança” na câmara de reflexões

Hercule Spoladore – Loja de Pesquisas Maçónicas “Brasil” – Londrina – PR

A Câmara de Reflexões é um local um tanto quanto discreto, meio escondido, num templo maçónico, sem janelas, pouca luz, quase escuro, parecido com uma gruta ou caverna, semelhante às antigas iniciações, onde o candidato fica só um determinado tempo, para sua reflexão, com a sua iniciação em andamento, realizando a primeira prova a chamada prova da terra. Para alguns ela simboliza o centro da Terra de onde o candidato veio e para onde voltará. É um local ideal para meditação e introspecção. Aí o candidato inicia a procura do EU e a consciência da relação deste EU com o GADU.

Nem em todos os Ritos a Câmara de Reflexão é igual. A de alguns ritos é mais simples. Mas principalmente a do REAA tem uma simbologia alquímica, esotérica e hermética muito grande.

Entre os símbolos existentes dentro da Câmara de Reflexão existe pintado na parede um galo em posição de canto, encimado por uma bandeirola que alguns autores a chamam de flâmula ou filactera, com os dizeres “vigilância” e “perseverança” Seria uma espécie de banda ou bandeirola que por cima dos escudos e brasões, ou isoladamente aparece sempre com uma legenda inscrita.

Vigilância nos dicionários quer dizer acto de vigiar, precaução, cuidado, zelo, diligência.

Perseverança quer dizer qualidade ou procedimento de pertinácia, constância, firmeza e ainda persistência. Nos manuais maçónicos os dizeres referidos significam “vigiar severamente” Sugere ao candidato que ele desde aquele momento deverá estar sempre atento e esperto aos símbolos que agora está a visualizar, mas cuja compreensão só conseguirá com muito estudo e perseverança e com mais tempo de Ordem.

Quanto ao galo este apresenta um simbolismo mais abrangente com uma tradição mais extensa e mais antiga. Ao que tudo indica foi trazido pela guerra dos persas, sendo incluído na Europa.

Segundo narrativa grega Áries (Marte) passava as noites com Afrodite durante a ausência do esposo Hefaistes (Vulcano) e tinha incumbido Alektraon de ficar vigiando a chegada do marido. Mas Alektraon adormeceu e o marido surpreendeu os amantes. Áries para castigar o falso vigilante transformou-o num galo. Alektraon que em grego antigo quer dizer galo, uma ave castigada à eterna vigilância.

Diz-se que o galo cantando de madrugada (embora também cante noutras horas), assombra o leão, espanta os demónios, dissipa o terror da noite.

Na antiga Líbia os viajantes levavam-no consigo, pois acreditavam que ele protegê-los-ia dos leões e basiliscos. Os basiliscos eram monstros míticos, cujo olhar matava instantaneamente quem os olhasse. Seriam produtos da concepção de um ovo de galinha chocado por uma serpente. Com o canto do galo estes monstros morreriam em convulsões.

Para os antigos, o canto do galo era ouvido com alegria, durante a noite, pois espantava os supostos demónios.

Dizia-se que o galo afugentava a noite e chamava o dia. A crença persa continuou a persistir na Europa onde afirmavam que o galo desperta a aurora, convoca a humanidade a saudar a perfeição sagrada e o canto esconjura os espectros e demónios. Por isto ele simboliza a alvorada. O seu canto marca a hora do amanhecer, portanto a vitória da Luz sobre as Trevas.

O galo é considerado o arauto do sol e também o anunciador da ressurreição do sol. Vemos aqui a sua relação com o culto solar dos antigos.

Heliodoro, autor grego, escreveu no século III que o galo canta por causa do seu parentesco com o sol e ele também estaria associado a Asclépio, o deus da Medicina. Por associação far-se-ia a combinação galo-Sol-poderes vitais. Acredita-se que esta ave era consagrada à Apolo, deus do sol.

No folclore o galo tem significados interessantes, até hilariantes como, por exemplo, se cantar fora de hora significa que a moça foge de casa, também indica mau agouro.

Sacrifícios de galos já foi uma prática usada que ainda perdura em alguns cultos.

No Oriente dizia-se que sangue de um galo sacrificado à cabeceira de um doente e espargido sobre o mesmo poderá ocorrer uma cura instantânea. No Ceilão, Escócia, Alemanha numerosos ritos de sacrifício, usavam amuletos e preparados, preparavam poções e sempre mantinham um galo associado à magia curativa.

No ocultismo usa-se o galo na alectriomancia, ou seja, a adivinhação com auxilio do galo, o qual é colocado no centro de um círculo ou quadrado, dividido em vinte e quatro partes, tendo cada uma, uma letra do alfabeto e um grão de milho. A interpretação seria dada de acordo com a ordem de bicação do milho. Ainda no ocultismo fala-se de uma pedra encontrada no fígado ou estomago do galo, cujo nome é alectório e que torna invencível quem possuir uma.

Entre os hermetistas, o mercúrio aparece sob a forma de galo. Seria o símbolo da pureza, sabedoria e inteligência. É também considerado como símbolo da vigilância da ousadia ou intrepidez. O galo era consagrado ao mercúrio. Diz-se que ele tem as qualidades do mercúrio secreto (alquimia).

Entre os católicos lembra a Penitência e São Pedro, o qual negou a Cristo antes do galo cantar três vezes, aparecendo em muitas torres de Igrejas. Os cristãos primitivos reuniam-se ao seu primeiro canto.

Nestas alturas já se entende que o galo que aparece na Câmara de Reflexões não é um símbolo maçónico. A Maçonaria tomou-o emprestado. Ele praticamente está presente em todas as culturas antigas. Logo, apesar de usado na Ordem não é um símbolo de origem maçónica, mas adoptado pela Ordem.

O galo simboliza a Vigilância, lembrando que o Maçon deverá ser vigilante na função que desempenhar na sociedade. Na Câmara de Reflexões perto da ampulheta significa que o tempo não para, não cessa para o Maçon. O galo também simboliza as forças adormecidas que a iniciação tenta despertar nos neófitos anunciando a luz que ele irá receber, como se fora uma verdadeira ressurreição porque o Maçon ao ser iniciado, morre para o vicio e nasce para a virtude ou seja, morrendo para vida profana e ressurgindo num plano de espiritualidade mais completo e elevado. É lógico que todos os demais símbolos existentes na Câmara de Reflexão fazem parte do processo iniciático, cada qual complementando e interagindo com os demais.

Fonte: Fremason.pr

quinta-feira, 4 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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ATA NÃO REDIGIDA - CONCLUSÕES DO ORADOR

Em 28.03.2026 o Respeitável Irmão Eduardo Marques de Souza Costa, Loja Aurora II, 2017, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, solicita esclarecimentos para o que segue:

ATA NÃO REDIGIDA

Se o Secretário não fizer a leitura da ATA da Sessão Anterior sem prévio comunicado (MOTIVO) ao Venerável Mestre;

Quando o Venerável Mestre passar a Palavra ao Irmão Orador, como guarda da lei, (para o Fechamento dos Trabalhos);

O Irmão Orador pode dizer que a Loja poderá ser fechada, mas os trabalhos não podem ser considerados como justo e perfeito, pois houve quebra de ritualística por parte do Irmão Secretário por não fazer a leitura da Ata e não avisar (motivo) previamente ao Venerável Mestre?

Digo isso porque considero todos os nossos trabalhos como ritualísticos, afinal seguimos nosso ritual.

Fico no aguardo de sua resposta meu nobre Irmão.

CONSIDERAÇÕES:

Antes, é bom que se diga que não se trata de avisar ao Venerável Mestre com antecedência a falta da ata. Essa não é uma atitude prevista e que possa “consertar as coisas”, pois a ausência se trata de uma falha do titular da Secretaria por não a ter redigido.

Acontecimentos como este devem ser corrigidos imediatamente, de tal modo que essa falha grave não venha ocorrer em outras ocasiões. É preciso também avaliar se a falta de redação pelo titular não tenha tido um motivo plausível.

No tocante à sessão e a falta da leitura e aprovação da ata, o Orador, nas suas conclusões finais, deve manter sua manifestação de costume, considerando, mesmo assim, os trabalhos justos e perfeitos, no entanto com a ressalva de que não houve leitura e aprovação da ata da pela falta da sua redação.

Embora possa parecer contraditório, o bom senso diz que não se deve desaprovar os trabalhos de uma sessão ordinária inteira por conta de falha de um titular de ofício, no caso do Secretário que não elaborou a ata da sessão anterior.

Nesse caso, se o Orador não declarasse a sessão justa e perfeita, isso acarretaria na anulação de toda a sessão, o que também seria um paradoxo, pois sendo detectado algo nocivo durante a execução dos trabalhos, imediatamente isso deveria alertado pelo Guarda da Lei, não permitindo assim que os trabalhos chegassem até o final, para somente então declará-los nulos. Afinal, se fosse o caso, o mal deveria ser sido cortado pela raiz.

Ao ter sido detectada a falta da ata, o melhor procedimento seria o Venerável Mestre ter, no ato, consultado o Orador, o qual, primando pelo bom senso e respeito aos que se apresentaram para os trabalhos, se manifestaria pelo prosseguimento da sessão.

Assim, a escolha do Orador por essa conduta (ao meu ver a mais adequada para o momento), evitaria prejudicar toda uma sessão devido à falta de redação da ata da sessão anterior. Nesse sentido, o mais plausível seria mesmo aprovar os trabalhos transcorridos, todavia com ressalva de que não fora feita a leitura da ata da sessão anterior.

Por fim, a ata que não fora ainda lida, seria apresentada, junto com a outra, na próxima sessão.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

FALSIFICAÇÃO DA MOEDA MILAGROSA

Por Luciano J. A. Urpia

Circulam em alguns círculos católicos graves acusações de que a Maçonaria estaria envolvida na falsificação da Medalha Milagrosa. A teoria sustenta que maçons infiltrados na Casa da Medalha Milagrosa, em Paris, local de origem das medalhas autênticas, teriam fabricado versões adulteradas com símbolos alterados. O objetivo declarado dessa operação seria corromper e desvirtuar a devoção católica a Nossa Senhora, atingindo a fé dos fiéis justamente por meio de um dos seus símbolos mais populares e queridos.

Mas será que essa denúncia se sustenta quando confrontada com os fatos históricos e documentais? Haveria de fato uma conspiração maçônica por trás da adulteração da Medalha, ou estaríamos diante de mais um mito alimentado pela desconfiança e pela repetição acrítica?

Essa e outras questões são investigadas a fundo no livro "Mitos e Fatos Maçônicos", de Luciano Urpia. Com rigor da pesquisa histórica, a obra desconstrói narrativas polêmicas que há décadas circulam no meio católico, sempre com o cuidado de separar o que é devoção autêntica do que é pura desinformação. Adquira já o seu exemplar (LInk na BIO)

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

O APRENDIZ E O MESTRE - K ENTRE NÓS

Ir∴ Marco Antônio Nunes – Florianópolis – SC
M∴M∴ da ARLS “Fraternidade Catarinense” nº 9 – GOSC


Sem o que fazer, vagava o Mestre despreocupadamente por entre a obra e deparou-se com um aprendiz que, concentrado examinava uma pedra ainda não totalmente desbastada. Querendo mostrar sua força e autoridade, dirigiu-se ao obreiro:

- Aprendiz, sua pedra não está devidamente desbastada. Acaso pensas em dá-la como acabada?
- Mas, Mestre, essa pedra...
- Não negligencies nas tuas tarefas se almejas, um dia, chegar onde hoje eu estou. Não penses que o Mestrado é conseguido sem sacrifícios e pouco trabalho.
- Mas, Mestre, eu...
- Não me parece que os ensinamentos tenham sido bem assimilados. Veja o estado em que se encontra esta pedra. Toda disforme e cheia de imperfeições. Já imaginastes as conseqüências que acarretaria o seu assentamento na obra? Por cento que não irá se encaixar convenientemente e além disso, colocaria em risco o próprio andamento da construção.
- Mestre, eu gostaria de...
- ... não me interrompas enquanto falo. Um aprendiz deve saber comportar-se diante do Mestre. Não estou gostando do seu comportamento e nem do seu jeito desleixado de trabalhar. Olhe só este avental, todo sujo; estas ferramentas, em péssimo estado de conservação! Bem diferente do seu Mestre! Veja meus paramentos, imaculados, meus utensílios de trabalho perfeitamente conservados, como novos. Não lhe serve de lição ver tão gritante comparação? Acaso não lhe sirvo de exemplo? Mas vamos deixar de conversa! Trate de trabalhar que o tempo é curto. Como castigo, para deixares de ser tão negligente, deverás terminar o desbaste desta pedra, mesmo no seu período de descanso!
- Mas, Mestre, eu gostaria de explicar-lhe que...
- Não irei perder mais meu tempo com você! Trate de fazer o que determinei e fim de conversa!

Afastando-se, o Mestre sai satisfeito e orgulhoso por ter sido severo e de ter tido a oportunidade de praticar e ter demonstrado a sua autoridade, deixando o Aprendiz imerso em seus pensamentos.

- Puxa vida! Eu queria explicar ao Mestre que esta pedra está aqui desde quando ele era aprendiz, que na pressa e na preocupação de ser elevado e exaltado, não a desbastou convenientemente. Todas as minhas pedras foram aproveitadas na obra, razão pela qual meu avental está sujo e meus utensílios desgastados pelo uso. Além disso, estou no meu horário de descanso e aproveitava o tempo para concluir o desbaste desta pedra que aqui está desde a elevação do Mestre e a sua posterior exaltação, mas ele sequer deixou-me explicar. Deixa pra lá! O Mestre deve ter suas razões e deve estar muito preocupado com os seus afazeres por ser tão importante na obra. O melhor mesmo é eu terminar esta pedra e deixa-la pronta para o polimento, antes que chegue a meia- noite.

Assim são determinados “Mestres” que alcançam os mais elevados cargos e honrarias e não sabem ou esqueceram a mais elementar das virtudes: a humildade.

A questão aqui posta não é propriamente a ausência da humildade, mas a falta de critérios sérios e responsáveis para a escolha e seleção de profanos por parte de muitos “padrinhos” que só almejam satisfazer conveniências.

Aquele velho amigo e companheiro de farras, o colega de trabalho, o “doutor” ou empresário bem sucedido na vida e na profissão, que, muitas vezes e por coincidência é o chefe ou superior, geralmente são os candidatos mais potencializados ao apadrinhamento a um mal sucedido engajamento à Maçonaria.

Por essa razão, convivemos com um sem número de “mestres” perambulando pelas lojas à cata de um momento de glória, utilizando os irmãos como escadas visando o aplauso da platéia. E para eles, sempre haverá uma platéia, assim como sempre haverá quem sirva de escada.

Fonte: JBNews - Informativo nº 309 - 03 de Julho de 2011

quarta-feira, 3 de junho de 2026

FRASES ILUSTRADAS

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VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA III

Em 25.03.2026 o Respeitável Irmão Alan Zidowicz, Loja União em 33, 1602, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão:

VIG∴ PEDINDO A PALAVRA

Estimado Irmão Pedro Juk. A dúvida é quanto a P∴ a B∴ da O∴ e do Q∴ P∴, nas Colunas, os VVig∴ devem pedir a palavra (se é devido) para quem e em que ordem nas colunas, isto é, falam por último ou não necessariamente?

CONSIDERAÇÕES:

No caso do REAA, a forma consagrada e recomendável pela Secretaria Geral de Orientação Ritualística do GOB é que, no uso da Palavra, o Vigilante fale sempre por último na sua Coluna, isto é, só depois que nela reinar silêncio é que ele pode falar.

Para fazer uso da palavra no momento apropriado, o Vigilante deve dar um golpe de malhete; o Venerável, para autorizá-lo, responde também com um golpe de malhete.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 14

O PERJÚRIO

1º - O que é perjúrio? É a quebra de um juramento!
2º - Na realidade, o maçom a todo momento falta aos compromissos assumidos, como o principal, de amar o seu irmão.
3º - A assistência que o maçom deve dar a sua loja deveria ser plena e sem reserva, no entanto o que se vê é a displicência e o desinteresse.
4º - Triste é constatarmos que o maçom da atualidade não é aquele iniciado em que a ordem depositou sua confiança e esperança.
5º - Oxalá todo maçom possa deter-se por alguns momentos para meditar a respeito de sua atuação e do seu comportamento.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O BODE NÃO É UM SÍMBOLO MAÇÔNICO


O bode não é, e nunca foi, um símbolo da Maçonaria. A associação entre o bode e a Maçonaria é um mito popular, resultado de desinformação e calúnias históricas.

Origem do Mito
A falsa ligação entre o bode e a Maçonaria surgiu em meados do século XIX, quando grupos anticlericais e opositores da Maçonaria, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, começaram a espalhar a ideia de que os maçons cultuavam o diabo, frequentemente retratado na forma de Baphomet, uma figura com cabeça de bode. Essa narrativa falsa foi usada para manchar a imagem da Ordem, associando-a a rituais satânicos e práticas consideradas imorais.

Símbolos Maçônicos
Os verdadeiros símbolos da Maçonaria têm raízes na arquitetura e na construção. Eles são ferramentas de trabalho de pedreiros e construtores, como o esquadro, o compasso, a trolha, o nível e o prumo. Cada um desses instrumentos representa uma lição moral e filosófica:

* Esquadro: Símbolo da retidão, da moralidade e da honestidade. Representa a necessidade de agir de forma correta e justa.

* Compasso: Símbolo da moderação e da sabedoria. Representa a capacidade de traçar limites para as paixões e os desejos.

* Trolha: Símbolo da união e da fraternidade. Representa a importância de espalhar a paz e a harmonia entre os membros.

Esses símbolos são a base do ensinamento maçônico, que busca o aprimoramento moral e ético de seus membros, e não têm nenhuma relação com o bode ou com qualquer outra figura mitológica.

Fonte: Facebook_Federação Maçônica de São Paulo

terça-feira, 2 de junho de 2026