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PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
PALAVRA DE PASSE III
Em 01/10/2025 o Respeitável Irmão Ericson Simonetto, Loa Estrela da Harmonia, 2868, GOB-SC, REAA, Oriente de Criciúma, Estado de Santa Catarina, apresenta a pergunta seguinte:
PALAVRA DE PASSE
Gostaria muito de sua orientação quanto ao "telhamento" do Grau 2; quando da ação dos Vigilantes para percorrerem as colunas e buscam Sinais, Toques e Palavras, no Ritual Antigo
era solicitado de Palavra de Passe e agora no Novo Ritual é a Palavra Sagrada. Por gentileza poderia me explicar para repasse aos Irmãos.
A outra Dúvida seria a respeito da Saída da Bandeira, pois estamos de pé e a ordem, e o cobridor abre a porta para sua retirada, a pergunta que fica é a seguinte: devemos desfazer o sinal quando a porta é aberta? E voltamos ao sinal de ordem quando do retorno do Porta Bandeira e a porta é fechada?
CONSIDERAÇÕES:
No que se refere à Pal∴ de Pas∴ no 2º Grau, o ritual vigente (2024) está correto, pois no exame feito pelos VVig∴ o que é pedido é a Pal∴ Sagr∴. Isso porque a Pal∴ de Pas∴ somente é solicitada pelo examinador quando um Ir∴desconhecido pedir ingresso nos trabalhos. Em síntese, a Pal∴ de Pas∴ somente é solicitada para se ingressar no Templo, quando a ocasião exigir.
No que diz respeito à porta estar aberta para a retirada do Pavilhão Nacional, não é necessário se desfazer o Sin∴ devido a isso. Além de ser um excesso de preciosismo, isso nem mesmo está previsto no ritual, e no Decreto.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
COLUNAS ZODIACAIS - SEQUÊNCIA
Em 01/10/2025 o Respeitável Irmão José Roberto D’Abronzo, Loja Monte Hebron, REAA, GOP (COMAB), Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão:
COLUNAS ZODIACAIS
Sabe-se pela Astronomia que, a Terra orbita o Sol no sentido anti-horário.
Por que as CCol∴ ZZod∴ dos TTempl∴ têm sequência crescente horária iniciando em Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.
CONSIDERAÇÕES:
Antes, vale lembrar que nesse caso a observação de astros, estrelas, constelações e o movimento aparente do Sol é do ponto de vista de quem do solo terrestre no hemisfério Norte olha para o firmamento.
Assim, no tocante à simbologia maçônica e os astros celestes, adaptou-se a posição de muitos desses elementos no firmamento, para o formato retangular do templo do simbolismo maçônico. O objetivo disso é estabelecer simbolicamente um comparativo entre o Zodíaco e a jornada iniciática do maçom - uma alegoria solar e os ciclos da Natureza.
Nesse contexto - simbólico por excelência - não está em discussão científica a mecânica celeste, pois se assim fosse, os nossos templos teriam que ter formato de uma elipse, onde a constelação de Áries (ponto vernal), por exemplo, estaria localizada no eixo celeste oriental da sala da Loja. Mas, ao contrário disso, Áries, por convenção se localiza no topo do Norte para determinar a primavera, marco inicial da jornada do Aprendiz. Aqui vale o sentido figurado e não o literal, pois a Loja não é, no sentido da palavra, um planetário.Nesse sentido, é preciso separar uma construção alegórica que envolve conceitos iniciáticos de Maçonaria, de estudos acadêmicos de astronomia. As noções de Astronomia são de fato muito importante para o maçom, todavia a sua aplicação no simbolismo demanda de adaptações para exprimir a mensagem filosófica desejada.
Assim, de modo tosco, mas objetivo, nos templos maçônicos a localização das constelações do Zodíaco e os respectivos alinhamentos aparentes encontram-se rebatidos nas paredes Norte e Sul do Templo.
Nessa distribuição estelar simbólica, o que de fato importa para a doutrina maçônica são os ciclos produzidos pelas estações do ano no hemisfério Norte. Nesse cenário, essa alegoria solar compara-se aos ciclos da vida do Iniciado.
Assim, é preciso se compreender que a distribuição astronômica que decora um Templo maçônico não é exatamente igual a um mapa estelar elaborado pela Astronomia para estudos acadêmicos dos movimentos dos astros. No caso das constelações do Zodíaco, simbolicamente distribuídos nas paredes do Templo pelas colunas zodiacais, constituem, a partir de Áries (equinócio de primavera ao Norte), a jornada do Iniciado no simbolismo maçônico. Na verdade, é uma representação figurada da vida, morte e renovação da Natureza.
T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
PÍLULAS MAÇÔNICAS
Abobada de Aço, também conhecida como “Abobada de Espadas” é, no Rito Escocês Antigo e Aceito, a fileira (cobertura) de honra formada por uma série de espadas erguidas e cruzadas sobre a cabeça de um dignitário, acompanhado de palmas e/ou “malhetes batendo”, quando de sua entrada no Templo Maçônico, para participar de uma Loja. Esse costume não é de origem maçônica. Foi introduzido no século XVIII, imitando cerimonial de certas Ordens nobres militares da Cavalaria
O seu caráter militar inspira-se no costume, quando do casamento de um oficial, de formar uma abobada de espadas acima do casal na saída da igreja (Alec Mellor).
A “Abobada de Aço” tem um simbolismo eloqüente. Por ela, os Maçons indicam que põem a sua força e serviço de quem honram com este cerimonial e o teto formado pelas espadas cruzadas simboliza a proteção oferecida (Nicola Aslan).
Devo lembrar, como complementação, que o Pavilhão Nacional é a maior autoridade dentro de uma Loja Maçônica, mas não devemos, jamais, formar a Abobada de Aço.
A Bandeira Nacional tem presença obrigatória nos Templos Maçônicos em todas as Sessões Magnas. (Art. 1º - Dec. nº 0084 de 19/11/97 - GOB) e, portanto, devemos lhe prestar as honras previstas em nossa legislação.
O Pavilhão Nacional será introduzido no recinto do Templo, após a entrada da mais alta autoridade Maçônica presente à Sessão. Após o ingresso da Bandeira, ninguém mais entrará com formalidades, nem mesmo o Grão-Mestre Geral.
De acordo com RGF – GOB, a Bandeira será recebida por uma Comissão composta de 13 (treze) IIr.'.MM.'.MM.'., armados de Espadas e munidos de Estrelas (vide pílula nº112), e de uma Guarda de Honra, munida de Espadas, de três membros.
Estando tudo devidamente preparado, o M.'.CCer.'. faz com que primeiramente entre a Comissão de treze membros, em fila dupla, ficando sete ao Norte e seis ao Sul, parados e voltados para o eixo central do Templo, à Ordem (espada no punho direito, na altura da cintura, ponta para cima), e Estrela na mão esquerda.
Após a execução do Hino Nacional, a Comissão de recepção ao Pavilhão, deverá fazer “Continência com a Espada” para a passagem da Bandeira. Essa continência é feita apontando a espada para baixo, do lado direito do corpo, formando um angulo de 45º em prolongamento com o braço direito, voltando o olhar para a Bandeira.
Após o término do Hino Nacional, o Porta. Bandeira , sempre com a Bandeira na posição vertical, rompe a marcha com sua guarda. A Comissão de treze membros deverá acompanhar com o olhar, a passagem da Bandeira, e quando esta passar pelo último membro, todos ao mesmo tempo, voltam à Ordem com a espada.
M.'.I.'.Alfério Di Giaimo Neto
CIM 196017
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com
ESCALADA SIMBÓLICA DO MAÇOM
Léo G. Santos
À Gl∴ do Gr∴ Arq∴ do Un∴
M∴ M∴
MM∴ Q∴ IIr∴
Na escala simbólica da Maçon∴, o M∴ representa muito mais que uma classificação. É um estado de consciência. É o culminar de um processo de transformação interna que não é medido pela antiguidade, mas pela maturidade da alma, pela sabedoria adquirida, por autodomínio.
Ser um M∴ não é um privilégio, mas uma responsabilidade. Não é um título a ser exibido, mas um ônus sagrado a ser carregado com humildade. O verdadeiro M∴ M∴ não é definido pelo que ele sabe, mas como ele vive o que sabe. Porque o domínio é, em última análise, uma forma de presença: uma luz serena que não se aplica, mas ilumina.
A figura do M∴ em nossos rituais está intimamente ligada a um arquétipo eterno: o de quem morre e renasce, aquele que passa pela escuridão da tumba simbólica para emergir transformada, ciente de sua missão. A lenda de Hiram Abif não é apenas uma narrativa dramática: é o espelho da alma que aceita a morte do ego para exercer orientação sem vaidade.
Portanto, todo verdadeiro M∴ é um iniciado no mistério da perda. Ele foi testado. Ele conheceu decepção, silêncio, solidão, erro. E ele emergiu de tudo isso sem ressentimento, com uma compreensão mais profunda da vida, do símbolo, dos outros.
Joseph Fort Newton nos lembra que o M∴ M∴ não é um ser acabado, mas um homem em trabalho contínuo. Ele não atingiu um ponto final, mas entendeu que o verdadeiro conhecimento consiste em serviço e que o verdadeiro poder é temperado pela compaixão.
O M∴ M∴ é uma ponte entre o ideal e a realidade. Ele é quem incorpora, em suas palavras e silêncios, a doutrina da praça, a bússola e o equilíbrio. Ele é quem sabe que esse exemplo ensina mais do que qualquer discurso, e essa verdadeira autoridade não precisa aumentar sua voz, porque fala de uma alma alinhada.
Em termos práticos, ser um M∴ M∴ significa:
— Atingir o terceiro e último grau da Maçon∴ Simb∴, também conhecido como o grau da plenitude maçônica. É o ponto mais elevado dentro da estrutura básica da Maçon∴, onde o Maç∴ é considerado um M∴ em si mesmo, capaz de trabalhar com inteligência e força de vontade.
Fonte: Facebook_Átrio do Saber
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
A QUEM O 2º VIGILANTE ANUNCIA
Em 01/10/2025 o Respeitável Irmão Jeferson Balzan, Loja Pedro Michael Struthos, REAA, GOB-RO, Oriente de Guajará Mirim, Estado de Rondônia, solicita esclarecimento sobre:
A QUEM ANUNCIA
Bom dia meu querido irmão Pedro, estou com dúvidas neste novo ritual.
Na página 215 está escrito, conforme imagem destacada, a quem o Cobridor Interno anuncia, quando a Loja já está aberta, anuncia para o Segundo Vigilante, a dúvida é: o Segundo Vigilante anuncia direto para o Venerável Mestre ou anuncia para o Primeiro Vigilante e o mesmo anuncia para o Venerável Mestre?
Essa é minha dúvida.
CONSIDERAÇÕES:
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
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