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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 22 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

SAGRAÇÃO DE TEMPLO (INAUGURAÇÃO) - 7

Em 20/05/2026 o Respeitável Irmão Jorge Jesus Abreu, Loja Acácia, 177, sem mencionar o Rito, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão.

SAGRAÇÃO DE TEMPLO

Sirvo-me do presente para, respeitosamente, solicitar a sua colaboração, no sentido de orientar o signatário acerca do amparo legal, pressupostos e requisitos para a sagração do Templo Maçônico.

Estou no cargo de Orador, cargo esse preteritamente já exercido em outras duas administrações, de forma intercalada.

Na vida profana, sempre pautei por princípios de estrita legalidade, na medida em que exerci, até a aposentadoria, o cargo de Delegado de Polícia no Estado do Rio de Janeiro. Mesmo na inatividade, desempenhei funções públicas na área da segurança pública, e hoje advogo, basicamente, na esfera administrativo-disciplinar no âmbito da Polícia Civil, tudo a moldar minhas ações em conformidade com as normas legais e estatutárias.

Assim, reputo de muita relevância suas considerações em torno da sagração do Templo Maçônico, notadamente a necessidade dessa medida em havendo benfeitorias no interior do recinto.

No mais, externo o sincero desejo de sua visita a minha Loja, em estando na Cidade de Niterói, evento esse motivo de júbilo para toda a família maçônica fluminense.

Sem mais para o momento, colho o ensejo para externar ao querido Irmão protestos de fraterna estima e consideração.

CONSIDERAÇÕES:

Em Maçonaria, a sagração de um Templo ocorre no sentido de conferir dignidade ao espaço ou dependência em que serão realizados os trabalhos litúrgicos e ritualísticos de uma Loja. Tudo isso sem a intenção de transformar esse recinto em um lugar sagrado, santificado ou religioso.

Nesse contexto, é sempre bom lembrar que a Maçonaria não é uma religião e nem uma Instituição religiosa. A religiosidade, nesse caso, está no íntimo de cada maçom. 

Sobre a sagração de um Templo maçônico - Em linhas gerais é a consagração de um lugar; é a sua inauguração que se dá por meio de um ritual específico vigente na Obediência.

Como se trata de uma inauguração, esses trabalhos são dedicados a uma nova edificação ou dependência, que nunca antes tenha sido inaugurada (consagrada, sagrada). Em linhas gerais, um Templo, já passou pelo ato de consagração assim permanece ad aeternum, isto é, enquanto ele existir e estiver em condições de uso.

Reformas de edifícios maçônicos já inaugurados, a meu ver não devem passar por outra sagração, a não ser que o prédio tenha sito totalmente demolido e reconstruído, ou mesmo uma ampla reforma que o descaracterize do original, o que seria tratado como uma nova construção. Esses casos seriam passíveis de uma inauguração (sagração).

Enganam-se redondamente os que tratam a sagração de um Templo maçônico como fosse uma prática religiosa. Consagrar, nesse caso, é conferir dignidade ao espaço, inclusive ao grau de um maçom (consagração de um candidato).

O ato de Sagração de um Templo - No GOB, o ritual específico para essa finalidade, em vigência, encontra-se no volume de Rituais Especiais (Sessões Exclusivas), 2016, dele a página 77 e seguintes. 

Para que ocorra a sagração de um Templo maçônico, a Loja interessada deverá formalizar um pedido ao seu Grande Oriente Estadual ou do Distrito Federal, o qual irá, mediante ato formal, designar uma comissão formada por Mestres Maçons (Comissão de Sagração) para a exercer a cerimônia ritualística de inauguração.

Nesse contexto, é importante lembrar de um detalhe significativo. Trata-se do que especifica o Ritual de Consagração vigente, página 80: "É vedado (o grifo é meu) ao Grão-Mestre Geral, Grão-Mestre Geral Adjunto, Grão-Mestre Estadual e respectivos Adjuntos e ao Delegado do Grão-Mestre participar da Comissão de Sagração e ter ingresso no Templo antes de sua Sagração".

Em face a isto, as autoridades mencionadas logo acima não podem fazer parte da comissão de inauguração, assim como também não podem ingressar no Templo sem que ele tenha sido antes regularmente inaugurado (passado pela sagração).

Eram essas as informações possíveis neste momento.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

JOSÉ MIGUEL CARRERA


A filiação de Carrera à Maçonaria nunca foi posta em dúvida, pois em seu diário, mantido durante sua visita aos Estados Unidos, de novembro de 1815 a outubro de 1816, ele escreveu o seguinte:

Quarta-feira, 21 de fevereiro (1816): "Discuti formalmente meu pedido de admissão na Loja de São João. Este passo pode trazer alguma vantagem para meus projetos."

Sábado, 24 de fevereiro: “… Às 19h, fui recebido na Loja Maçônica St. John's nº 1. Meu padrinho foi o Sr. Shaw. Eles me conferiram o 3º grau . Mais tarde, o Sr. Hoffman também foi recebido. Escrevi meu nome de próprio punho no Livro da Loja…”

Alguns historiadores, no entanto, interpretaram as palavras de Carrera de que ele "recebeu o 3º grau " como prova de que ele já era maçom, iniciado em Cádiz, e que em Nova York ele foi elevado apenas ao grau de Mestre.

Uma cópia da ata da Loja St. John n° 1 de Nova York, obtida por intermédio do Irmão Thomas M. Savini, Diretor da Biblioteca Maçônica Chanceler Robert R. Livingston da Grande Loja de Nova York, esclarece finalmente a maneira pela qual o herói da independência chilena, José Miguel Carrera, foi iniciado na Maçonaria.

As atas da Loja St. John comprovam que Carrera não era maçom antes de 24 de fevereiro de 1816, quando recebeu os três graus da Maçonaria Simbólica, um após o outro. Seu amigo, Phillip H. Hoffman, também foi iniciado, passou e foi elevado na mesma noite, seguindo Carrera. Um detalhe curioso é que Carrera pagou sua taxa de iniciação, e também a de Hoffman, apenas seis semanas depois.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

OS TRÊS TRAIDORES DO TEMPLO INTERIOR

Por Carlos L. Sánchez

Dentro da tradição maçônica, poucos relatos possuem uma profundidade simbólica tão poderosa quanto a morte de Hiram Abif, o Mestre Construtor do Templo de Salomão. Longe de ser apenas uma alegoria ritual, este drama representa um ensino inicático sobre a queda e regeneração do ser humano.

Os chamados “três traidores” não devem ser entendidos apenas como personagens históricos ou rituais. Desde a interpretação filosófica e esotérica da Maçonaria, simbolizam as forças inferiores que ameaçam constantemente a construção do Templo interior.

A ignorância é o primeiro deles.

Não é simplesmente falta de informação, mas sim permanecer voluntariamente na escuridão. É a negação da busca, a rejeição da reflexão e a renúncia do autoconhecimento. Quando domina, o homem perde a orientação e esquece o propósito superior da sua existência.

Ambição desordenada é o segundo traidor.

Nas antigas tradições iniciáticas, as ferramentas do construtor simbolizam faculdades espirituais destinadas ao aperfeiçoamento do ser. No entanto, quando a ambição substitui o serviço, essas ferramentas param de construir e começam a destruir. Poder, posição ou reconhecimento acabam ocupando o lugar da virtude.

O terceiro é o fanatismo.

Historicamente, a Maçonaria combateu todas as formas de dogmatismo que impedem o livre pensamento. O fanático não procura compreender, mas impor. Confunde convicção com verdade absoluta e transforma sua própria cegueira em bandeira. Por isso, este traidor representa o golpe final contra a sabedoria.

Em conjunto, estes três inimigos simbolizam a rebelião da natureza inferior contra os princípios superiores do homem.

Então, Hiram morre cada vez que:

- A razão é substituída pelo preconceito.
- A virtude é sacrificada por interesse pessoal
- A tolerância cede ao ódio ou à intolerância

A tragédia hirâmica não pertence apenas ao ritual maçônico. Manifesta-se constantemente na história humana. Civilizações inteiras viram seus templos morais cair quando a ignorância foi exaltada, a ambição glorificada e o fanatismo legitimado como verdade.

Por isso, a busca da Palavra Perdida representa muito mais do que um símbolo ritual: é a recuperação da consciência, do equilíbrio e da luz interior enterrada sob as ruínas do ego.

O ensino final é claro:

O templo não é destruído primeiro na pedra, mas na alma do homem.

E enquanto os três traidores continuarem habitando no interior humano, o trabalho do iniciado permanecerá o mesmo:

Vigiar-se, purificar-se e reconstruir-se.

Fonte: Facebook_Masoneria Guayaquileña

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

ROMPER A MARCHA DO GRAU

Em 20.05.2026 o Respeitável Irmão Gilbert A. Povidaiko, Loja Fraternidade Acadêmica de Guarulhos, GOB-SP, REAA, Oriente de Guarulhos, Estado de São Paulo, solicita esclarecimentos.

ROMPER A MARCHA

Meu Irmão, um Irmão que entrará ritualisticamente, seja por instrução ou atraso, ou seja, irá realizar a marcha seguida do interrogatório, numa loja funcionando nos graus 2 ou 3, ao entrar em nosso espaço reservado, fica à ordem no grau de trabalho (2 ou 3), desfaz o referido sinal, compõe o de Aprendiz, para dar início à marcha, de acordo com o grau da Loja, ou, já que vai realizá-la, independente do grau de trabalho, já se conserva à ordem como Aprendiz, realizando em seguida à marcha de acordo com o grau de trabalho da Loja? Em síntese, ao ingressar na Loja num grau diferente de Aprendiz, e antes da marcha, qual sinal deve-se fazer?

Como de costume, agradeço os esclarecimentos e o saúdo pelo excelente trabalho desenvolvido!

CONSIDERAÇÕES:

Antes de romper a Marcha do Grau, o protagonista ingressa no Templo e primeiramente se coloca à Ord∴ no grau em que a Loja estiver aberta.

Nesse caso, se a Loja estiver trabalhando no 2º Grau, o protagonista se coloca à Ord∴ como Comp∴ Maç∴. Logo a seguir desfaz esse sin∴ e se coloca à Ord∴ no 1º Grau. Ato seguido, rompe a Marcha dando os t∴ pp∴ de Apr∴, seguidos de mais d∴ de Comp∴.

Se a Loja estiver trabalhando no 3º Grau, o protagonista se coloca à Ord∴ como M∴ M∴, desfaz esse sin∴ e se coloca à Ord∴ como Apr∴. Ato seguido, rompe a Marcha do 3º Grau dando os tr∴ pp∴ do 1º Grau, os d∴ do 2º Grau e, finalmente os outros tr∴ do 3º Grau.

No que diz respeito a aplicação correta da ritualística, é sempre salutar praticá-la na ordem prevista, sem adiantar procedimentos. Antes que se peque por excesso, do que por negligência.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

HÁ QUANTOS ANOS?

VENCER PAIXÕES

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

ABÓBADA CELESTE DO TEMPLO - REAA

Em 20/05/2026 o Respeitável Irmão Flávio Augusto Batistela, Loja Solidariedade e Firmeza, 3052, REAA, GOB-SP, Secretário Geral Adjunto de Comunicação, Estado de São Paulo, solicita o que segue:

ABÓBADA CELESTE

Eminente Ir∴ Pedro, saudações fraternais! Meu irmão, preciso passar para os nossos Aprendizes uma explicação sobre a abobada celeste e o significado de cada estrela, constelação e planetas pintados no teto, conforme o ritual de Aprendiz vigente. Achei muita coisa na internet, mas gostaria de algo "oficial" vindo do nosso Secretário-Geral, pois nas suas explicações posso confiar.

O Irmão tem algum texto que poderia compartilhar comigo.

CONSIDERAÇÕES:

Em relação ao à abóbada (teto do templo) e o ritual do REAA/GOB vigente, editado em 2024, vale ressaltar que nela houve correções. Por exemplo: corrigido o número de luas de Saturno; corrigida a forma de representação da Lua em quarto-crescente quando vista do hemisfério Norte; corrigido o número de estrelas que formam a constelação da Ursa Maior (sete estrelas, cujo número deu origem à palavra setentrião); foi inserida, na banda setentrional da abóbada celeste, a Estrela Polar (ponto consagrado de orientação para várias civilizações); foi excluída uma estrela de cor vermelha presente ao Sul da abóbada (equivocadamente alegava-se que ela era a Estrela Flamejante, o que não condiz com a verdade, pois essa estrela é um símbolo hominal pitagórico e não faz parte do mapa estelar da abóbada (fica pendente do teto sobre o 2º Vig∴).

No que diz respeito a colaborar com a instrução mencionada na sua questão, segue anexo com uma peça de arquitetura sobre a Abóbada do Templo no REAA, trabalho esse que eu escrevi há muitos anos atrás. Essa matéria encontra-se publicada em um compêndio de trabalhos chamado de Caderno de Estudos Maçônicos da Editora Maçônica A Trolha, da época.

Todavia, sobre esse conteúdo alerto para que quando o escrevi, me servi de um mapa da abóbada um pouco diferente da que atualmente se encontra em vigência no GOB. De qualquer forma, se bem observado esse pormenor, nesse trabalho existe muito material instrutivo que pode ser aproveitado.

Sob o ponto de vista histórico do REAA, a sua abóbada celeste, particularmente decorada com astros e estrelas, foi uma das contribuições deixadas pela Loja Geral Escocesa, então criada pelo Grande Oriente da França, em Paris no ano de 1804, para gerenciar a construção do primeiro ritual para o simbolismo do REAA.

É bom que se diga que naquela época, a primitiva decoração estelar da abóbada ainda não era tão rica e detalhada como hoje é conhecida, no entanto já se faziam presentes as doze constelações do Zodíaco, as quais inicialmente ficavam fixadas - pintadas ou desenhadas - na base da abóbada, seis ao Norte e seis ao Sul.

Mais tarde, essas doze constelações passariam da base da abóbada para as paredes Norte e Sul, agora por 12 Colunas Zodiacais encravadas e distribuídas em distâncias iguais, seis de cada lado do templo.

Ao longo do curso da história, não só as constelações zodiacais, mas toda a decoração estelar relativa ao firmamento (abóbada celeste) foi sendo paulatinamente formada.

Nessa conjuntura, vale ressaltar que toda a referência estelar da abóbada no REAA relaciona-se ao ponto de vista do hemisfério Norte da Terra, mormente porque a Maçonaria nasceu e construiu todo o seu simbolismo solar nesse hemisfério.

Particularmente, no REAA a sua abóbada celeste é o firmamento, sobretudo porque no misticismo maçônico o templo é a representação simbólica do mundo em que vivemos. Em linhas gerais, sua superfície corresponde a uma faixa de terras localizada sobre o equador da Terra. Essa superfície tem a forma de um quadrilongo e é orientada de Leste para Oeste no seu comprimento, e de Norte para o Sul na sua largura. O pavimento mosaico (chão da Loja) é o solo terrestre, e a abóbada o firmamento. As colunas B∴ e J∴ marcam a passagem dos trópicos de Câncer (Norte) e Capricórnio (Sul). As 12 Colunas Zodiacais, agrupadas de 3 em 3, marcam as estações do ano e os ciclos de vida e morte da Natureza (caminho do Iniciado). Assim, o templo sugere o palco e os maçons os atores que trabalham nesse teatro.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Por Luciano J. A. Urpia

Uma nova teoria da conspiração que circula na Rússia desde o final de maio de 2026 colocou a icônica cantora Kristina Orbakaïté, filha da lenda do pop Alla Pugacheva, no centro de um debate que mistura simbolismo e rumores. A artista foi acusada de ser maçom, mas a Grande Loja da Rússia (GLR), a ordem maçônica oficial do país, negou veementemente as alegações e classificou a narrativa como infundada.

O boato teve origem em 27 de maio de 2026, quando Vitaly Borodin, chefe do FPBC (grupo pró-Kremlin ligado à propaganda), publicou uma postagem viral no Telegram afirmando ter detectado simbolismo maçônico na imagem pública de Orbakaïté. Segundo Borodin, uma fotografia da cantora mostra um "olho que tudo vê" (imagem), o famoso "olho da providência", frequentemente associado aos Illuminati e à Maçonaria, cobrindo um de seus olhos. "Não descarto a possibilidade de que Orbakaite tenha sido feito refém por esses representantes do establishment ocultista", concluiu.

Andrei Bogdanov, Grão-Mestre da Grande Loja da Rússia desde 2007, negou categoricamente os rumores em declaração à imprensa. "Orbakaïté não pode ser maçom", afirmou, reiterando um princípio fundamental da organização: a Maçonaria regular é exclusivamente masculina, e mulheres não podem ser admitidas em suas fileiras. Bogdanov, que é maçom do 33º grau do Rito Escocês Antigo e Aceito, foi reeleito em junho de 2025 para um novo mandato de dois anos na assembleia geral da GLR, que celebrou seu 30º aniversário. A entidade possui aproximadamente 1.300 membros em 54 Lojas ativas e é reconhecida por mais de cem Grandes Lojas em todo o mundo.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

SOIS MAÇOM?

Ir∴ Francisco Geraldo Fernandes de Almeida 
Colaboração Ir∴ Deusdeth de Menezes Costa (Rio Branco)

Lembrava daquela forte dor no peito. Como viera eu parar aqui? O ambiente me era familiar. Já estivera aqui, mas quando?

Caminhava sem rumo.

Pessoas desconhecidas passavam por mim, contudo, não tinha coragem de abordá-las.

Mas espere! Que grupo seria aquele reunido e de terno preto?

Lógico! Não estariam indo e vindo de um enterro; hoje em dia não é tão comum pessoas irem a velório com roupa preta. É claro! São irmãos!

Aproximei-me do grupo. Ao me verem interromperam a conversa. Discretamente executei o sinal de Aprendiz, obtendo resposta.

A alegria tomou conta de mim. Estava entre amigos. Identifiquei-me.

Perguntei ansioso o que estava acontecendo comigo.

Responderam-me com muito cuidado e fraternalmente que havia desencarnado.

Não tinha mais dúvidas. Estava no Oriente Eterno. Fiquei assustado.

E a minha família, meus amigos, todos, como estavam?

- Estão bem, não se preocupe. No seu devido tempo você os verá, responderam.

Ainda assustado indaguei sobre o motivo de suas vestes.

- Estamos nos encaminhando ao nosso Templo Maçônico, foi a resposta.

- Templo Maçônico? Vocês tem um?

- Sim claro, por que não?

Senti-me mais à vontade, afinal, sou um grande inspetor geral e com certeza receberei as honras devidas a meu grau.

Pedi para acompanhá-los, no que fui atendido.

Ao fim de pequena caminhada divisei o Templo. Confesso que fiquei abismado, sua imponência era enorme. As Colunas do Pórtico eram majestosas, nunca vira nada igual. Imaginei como deveria ser seu interior e como me sentiria tomando parte nos trabalhos.

Caminhos em silêncio. Ao chegar no salão de entrada verifiquei grupos de irmãos conversando animadamente, porém, em tom respeitoso.

O que parecia o líder do grupo que me acompanhava chamou um irmão que estava adiante:

- Irmão Experto! Acompanhai o irmão recém chegado e com ele aguarde.

Não entendi bem. Afinal, tendo mostrado meus documentos, esperava, no mínimo, uma recepção mais Calorosa.

Talvez estejam preparando uma surpresa à minha entrada. Para um irmão Grau 33, não ;poderia se esperar nada diferente.

Verifiquei que os irmãos formavam o cortejo para entrada no Templo.

À distância, não pude ouvir o que diziam, no entanto, uma luminosidade esplendorosa cercou a todos.

Adentraram silenciosamente no Templo. Comigo ficou o Irmão Experto.

De tanta emoção não conseguia dizer nada. O tempo passou...não pude medir quanto.

A porta do Templo se entreabriu e o Irmão Mestre de Cerimônias encaminhando-se a mim comunicou que seria recebido. Ajeitei o paletó, estufei o peito, verifiquei se minhas comendas não estavam desleixadas e caminhei com ele.

Tremia um pouco, mas quem não o faria em tal circunstância? Respirei fundo e adentrei ritualisticamente no Templo.

Estranho...esperava encontrar luxuosidade esplendorosa, muito ouro e riqueza. Verifiquei, rapidamente, no entanto, uma simplicidade muito grande. Uma luz brilhante, vinda não se sabe de onde,iluminava o ambiente.

Cumprimentei o Venerável Mestre e os Vigilantes na forma usual.

Ninguém se levantou à minha entrada. Mantinham-se calados e respeitosos.

Não sabia o que fazer...aguardava ordens...e elas vieram na voz firme do Venerável Mestre:

- Sois Maçom?

Reconhecendo a necessidade do telhamento em tais circunstâncias, aceitei respondê-lo.

Estufei o peito, estiquei o corpo e respondi:

- MM∴II∴C∴T∴M∴RR∴

Aguardei, seguro, a pergunta seguinte. Em seu lugar o Venerável Mestre dirigindo-se aos presentes perguntou:

- Os Irmãos aqui presentes o reconhecem como Maçom?

Assustei-me. O que era isso? Por que tal pergunta? O silêncio foi total. Dirigindo-se a mim, o Venerável emendou:

- Meu caro irmão visitante, os irmãos aqui presentes não o reconhecem como Maçom.

- Como não? Disse eu. Não vêem as minhas insígnias? Não verificaram os meus documentos?

- Sim, caro Irmão, retrucou solenemente o Venerável Mestre, Contudo não basta ter ingressado na Ordem, ter diplomas ou insígnias. Para ser um Maçom é preciso, antes de tudo, ter construído o “seu Templo”.

E verificamos que tal não ocorreu com o Irmão. Observamos, ainda, que apesar de ter tido todas as oportunidades de estudo e de ter galgado ao maior dos graus, não absorveu seus ensinamentos. Sua passagem pela Arte Real foi efêmera.

Não pude agüentar mais. Retruquei:

- Como efêmera? Vocês que tudo sabem não observaram minhas atitudes fraternas? Fui interrompido.

- Irmão, vejamos então sua defesa...

Automaticamente desenhou-se na parede algo parecido com uma tela imensa de televisão e na imagem reconheci-me junto a um grupo de irmãos tecendo comentários desairosos contra a administração de minha loja. Era verdade. Envergonhei-me, Tentei justificar, mas não encontrava argumentos. Lembrei-me então, de minhas ações beneficentes.

Indaguei-os sobre tal.

E mudando a imagem como se trocassem de canal, vi-me colocando a mão vazia no tronco de beneficência. Era fato e, costumeiramente, o fazia por achar que o óbulo não seria bem usado.

Por não ter o que argumentar me calei e lágrimas de remorso brotaram-me nos olhos, iniciei a retirar-me cabisbaixo e estanquei ao ouvir a voz autoritária e ao mesmo tempo fraterna do Venerável.

- Meu Irmão, reconhecemos suas falhas quando pó orbe terrestre e na Maçonaria, contudo, reconhecemos, também, que o irmão foi iniciado em nossos augustos mistérios. Prometemos em suas iniciações protegê-lo e o faremos.

O Irmão terá a oportunidade de consertar seus erros, afinal, todos nós aqui presentes já os cometemos um dia.

Descanse neste plano o tempo necessário e, ao voltar à matéria para novas experiências, nós o encaminharemos novamente para a ordem Maçônica.

Sua nova caminhada com certeza será mais promissora e útil.

Saí decepcionado, mas estranhamente aliviado.

Aquelas Palavras parecem ter me tirado um grande peso. Com certeza ali eu desbastara um pedaço de minha pedra bruta.

Acordei, sobressaltado e suando. Meu coração disparado.

Levantei-me assustado com certa alegria no peito. Havia sonhado! Dirigi-me ao guarda-roupa. Meu terno ali estava.

Instintivamente retirei do paletó as medalhas e insígnias e as guardei em uma caixa, para nunca mais usar.

Ainda emocionado e com os olhos molhados de lágrimas dirigi-me à minha mesa e com as mãos trêmulas e cheio de uma alegria enlevante, indescritível, retirei o Ritual de Aprendiz-Maçom e decidi começar tudo de novo.

Devemos fazer de tudo, meus irmãos, para que esse pesadelo não se transforme em realidade na outra dimensão!!!

Fonte: JBNews - Informativo nº 318 - 12 de Julho de 2011

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

T∴ DE MESTRE MAÇOM - REAA

Em 19/10/2021 o Respeitável Irmão Teodoro Robens Freitas Silveira, Loja Apóstolos da Galileia, 2.412, REAA, GOB MINAS, Oriente de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, apresenta a questão seguinte.

T DE MESTRE

No Ritual 3º Grau de Mestre Maçom, página 41 sobre o T, diz: Faz-se pelos CPP de Perf da Maçonaria ou C PP Perf da Maçonaria?

Se considerarmos a nomenclatura padrão o "PPerf." não poderia ser Perfeição pois é singular.

Gentileza esclarecer. 

 CONSIDERAÇÕES:

Quanto à sua questão, o ritual de Mestre Maçom vigente, na sua página 41, menciona claramente C.'. PPont.'. PPerf.'. de Mestre. Nesse caso, a palavra em questão, que está no plural, significa "perfeitos" e não “de perfeição da Maçonaria".

A origem desses c ppont está no Grau de Companheiro Maçom, época em que ainda não existia na Maçonaria dos Aceitos (Especulativa), o 3º Grau. Nesse período, os c ppont ainda pertenciam ao 2º Grau, ou como era comumente chamado, “do companheirismo”.

Primitivamente, era conduzido à Great Chair (Grande Cadeira) para dirigir a Loja, um Companheiro comprovadamente experimentado. Como nessa época ainda não existia a L de H, a Maçonaria Especulativa se servia de uma lenda noaquita, relativa a Noé e seus três filhos, S, C e J.

Com o advento do Grau de Mestre em 1725 na Inglaterra, e oficializado em 1728 pela Grande Loja na segunda Constituição Inglesa, os C PPont PPerfpassaram a ser do Mestre, ou do Mestrado, então diretamente relacionados à LHirâm e o Mestre ressuscitado.

No contexto histórico, a L de H aparece pela primeira vez em 1730 na revelação The Masonry Dissected, escrita por Samuel Pritchard. É bastante provável que a Lenda Noaquita, utilizada pelos Companheiros, tenha servido de base para a construção da Lenda do 3º Grau.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MINUTO MAÇÔNICO - 25

O CENTRO DA LOJA

1º - A loja maçônica tem a forma de um quadrilátero; portanto, desenhadas as suas diagonais, na inserção das linhas surge um ponto que se denomina de centro geométrico da loja. Nesse centro será colocado o ara ou altar.
2º - As catedrais são construídas obedecendo rigorosamente o ponto central; porém , a sua situação geográfica não condiz com uma exatidão geométrica.
3º - O ponto central que é conhecido é o traçado da grande pirâmide de Quéops, pois é realmente o ponto que corresponde ao centro dos meridianos e atinge em linha vertical um ponto esotérico no cosmos.
4º - Esse centro, contudo, deve ser considerado como "simbólico" pela impossibilidade prática de consegui-lo. O maior dos símbolos maçônicos é o próprio maçom, e assim é o centro de toda liturgia, de todo o trabalho e de todo o interesse.
5º - Portanto, como centro, o maçom deve conscientizar-se de que possui inestimável valor nas sessões maçônicas.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O ABRAÇO: UM GESTO DE UNIÃO, LUZ E FRATERNIDADE

Desde os primórdios da humanidade, os seres humanos buscaram proteção, reconhecimento e pertencimento nos outros. O abraço, na sua simplicidade, contém um ensinamento profundo: o da união consciente entre dois seres que se reconhecem como iguais em dignidade e propósito. Não é um gesto superficial; É uma ação simbólica que reflete os valores universais que sustentaram as grandes tradições morais e espirituais da humanidade.

Numa leitura reflexiva e formativa, o abraço pode ser entendido como a expressão viva da fraternidade. Ao abraçar, as distâncias são encurtadas, as diferenças são suspensas e os muros do orgulho e da incompreensão são derrubados, mesmo que apenas por um momento. O abraço ensina que ninguém se constrói sozinho e que todo verdadeiro crescimento pessoal nasce do encontro respeitoso com o outro.

Numa perspectiva iniciática, o abraço simboliza a união de vontades. Representa o momento em que dois caminhos se cruzam não para se imporem, mas para se acompanharem. É um ato de equilíbrio: dar e receber ao mesmo tempo. Quem abraça oferece calor humano, mas também se expõe; demonstra confiança, abertura e vontade de compreender. Há nisso uma lição silenciosa de humildade e força interior.

O valor instrutivo do abraço está na sua capacidade de educar sem palavras. Ensina tolerância, porque aceita os outros como eles são. Ensina a caridade, porque consola sem pedir nada em troca. Ensina a verdade, porque é sincero ou não. Não permite máscaras nem simulações: um abraço falso parece vazio; um autêntico transmite paz.

Numa sociedade marcada pela pressa, pela divisão e pelo isolamento, o abraço torna-se um ato consciente de resistência moral. Lembra-nos que o progresso não é apenas material, mas também humano; que a verdadeira elevação do indivíduo envolve aprender a abordar, ouvir e apoiar os outros quando eles vacilam.

Assim, o abraço adquire um valor que transcende o emocional: é um símbolo de unidade, um exercício prático de fraternidade e uma lição silenciosa de humanidade. Praticá-lo com respeito e consciência é, por si só, um pequeno ato de construção interna e social.

Porque onde há abraço sincero, há união.

E onde há união, sempre há luz.

Fonte: Facebook_Átrio do Saber

terça-feira, 18 de agosto de 2026

FRASES ILUSTRADAS

RETIRAR O CHAPÉU

Em 19.05.2026 o Respeitável Irmão Antônio Alderete Pedroso da Silva, Loja Luz do Novo Milênio, 3350, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, pede esclarecimentos.

CHAPÉU

Em sessão Magna, O Ven∴ Mestre e a comissão de recepção, devem retirar o chapéu na recepção e saída das Autoridades?

Essa mesma dúvida ocorre na entrada e retirada do Pavilhão Nacional.

Alguns dos IIr∴ entendem que não devemos retirar o chapéu, por fazer parte da indumentária, outros entendem que devemos retirar.

No aguardo de vossa posição, sanando nossas dúvidas.

CONSIDERAÇÕES:

Nos rituais vigentes dos graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre do REAA/GOB, rigorosamente estão indicados todos os momentos em que o chapéu é retirado e recolocado sobre a cabeça durante a sessão.

Sob nenhuma hipótese a cobertura é retirada quando do ingresso de autoridades constituídas. A cobertura somente é retirada na ocasião em que há o canto do Hino Nacional e do Hino à Bandeira. No Decreto 1476/2016 do GOB que dispõe sobre o Cerimonial para a Bandeira Nacional, consta, no seu Art. 5º, que durante a execução do Hino Nacional, retira-se a cobertura. O mesmo se dá quando do Hino à Bandeira.

Ainda, no tocante à cobertura com chapéu negro e desabado no REAA, vale ressaltar que nos Graus 01 e 02 somente o Venerável Mestre usa chapéu, enquanto que no 3º Grau, todos se cobrem.

À vista disso, atendendo ao Decreto 1476, nas sessões magnas dos graus 01 e 02, durante o canto do Hino Nacional e da Bandeira, o Venerável Mestre retira a sua cobertura.

Nas sessões magnas do 3º Grau, o procedimento é o mesmo, todavia com todos retirando o chapéu, mormente porque em Loja de Mestre Maçom todos se apresentam cobertos. Assim, retiram a cobertura no instante previsto pelo Decreto 1476/2016 e no ritual.

Uma observação importante: em sessão magna no 3º Grau, os integrantes do dispositivo que forma a Comissão de Recepção e Retirada (13 membros), assim como os que compõem a Guarda de Honra e o Porta-Bandeira, ficam, nessa oportunidade, dispensados do uso do chapéu. Essa dispensa ocorre porque é impróprio e desconfortável para os integrantes do dispositivo retirarem e recolocarem o chapéu no momento em que estarão com as mãos ocupadas exercendo as suas obrigações.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

LOUS MAÏS

Louis Maïss, nome artístico de Louis Maisse (Paris, França, 17 de agosto de 1894 - 28 de agosto de 1976, Seine-Saint -Denis, França) foi um palhaço e artista circense francês.

Se vestia com trajes brilhantes e sofisticados, representando o contraponto perfeito à desordem cômica de seus parceiros. Considerado o mais célebre dos ‘palhaços brancos’ do século XX, destacava-se por sua elegância e brilhantismo nos picadeiros. Sobressaiu-se como a figura séria, nobre e refinada (característica do palhaço branco) que servia de escada para as trapalhadas dos palhaços ‘augusto’ parceiros tão variados quanto Beby, Nino, Pastis, Manetti, Pipo, Filip, Porto, Mimile, Polo Rivel, Grock, Albert Fratellini.

Filho de mãe russa e pai francês, recebeu sua formação inicial de seu tio-avô Thomas Hassan, que lhe ensinou dança, acrobacias, violino e equilíbrio na corda bamba. Aos treze anos, estreou nos palcos em uma apresentação de suas irmãs Rosa e Alexandrine. Se tornou especialista em equilíbrio com adereços em cabos, inicialmente usando uma bicicleta e depois um monociclo. Conseguiu um feito impossível: uma pirueta em um monociclo, que ele permanece o único a ter realizado até hoje.

Foi iniciado na Maçonaria em 1948 na “Loge d’Études et de Recherche République Universelle" na sede do Grand Orient de France, localizado na Rue Cadet, 16, em Paris, França.

Em seu livro “Album Maïss”, Dominique Denis, (ele mesmo um ex-augusto, quando este ainda não havia iniciado uma carreira brilhante como Monsieur Loyal), escreve: “Louis Maïss sempre teve uma mente curiosa e aberta Ele atingiu uma determinada idade, que sentiu a necessidade de reflexão filosófica. Em novembro de 1948 conheceu Louis Charbonnier, gerente da Opéra Comique, que o apresentou a um grupo de pesquisa na Rue Cadet”. Ou seja, o gerente apadrinhou Maïss no Grand Orient de France. 

COLUNA CULTURAL MAÇÔNICA
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O CINZEL

O Cinzel ensina ao Maçom que, assim como o cinzel permite ao Maçom Operativo agir sobre o material bruto do mundo e moldá-lo e poli-lo de acordo com seu projeto, também as faculdades físicas, mentais e morais do homem devem ser tão afiadas quanto o cinzel, para serem um instrumento apropriado. através do qual exercer sua influência.

Um corpo limpo, livre de impurezas e influências prejudiciais produz emoções limpas e saudáveis pelas quais o maçom pode aplicar e experimentar todo o espectro de esplendor sentimental e emocional comunicado pelo ritual maçônico.

Uma mente perspicaz, devidamente treinada, focada e educada nas artes clássicas permite-lhe ser rápido de espírito e adaptável a todos os meandros do projecto do Grande Arquiteto que possa descobrir no decorrer do seu trabalho e o seu sucesso dependerá sempre da sua capacidade de aplicar a ponta afiada de sua consciência em um esforço concentrado e consistente.

Suas faculdades morais devem transbordar de pensamentos positivos, alegres e agradecidos, esforçando-se sempre pela expressão mais elevada de si mesmo, para que possa, pelo exercício do caráter, da virtude e da justiça, manifestar a Glória do Espírito nele implantado por seu Criador.

Tudo isso é ensinado na forma humilde do Cinzel do Maçom.

Fonte: Facebook_Átrio do Saber