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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

COLARES (ALFAIAS) E SINAL DE ORDEM (DISPENSA)

Em 27/06/2026 o Respeitável Irmão Gilmar Dietrich, Loja Perseverança e Vigor, 2638, REAA, GOB-SP, Oriente de Rio Claro, Estado de São Paulo, pede esclarecimentos para as seguintes questões.

COLARES E SINAL DE ORDEM

Espero que este e-mail o encontre em Plena Paz e com excelente saúde.

Recorro às suas luzes e ao seu vasto conhecimento doutrinário para sanar duas dúvidas que surgiram em nossa Oficina durante a última sessão, gerando debate entre os Irmãos. Sendo assim, solicitamos, se possível, o seu parecer sobre os seguintes pontos da prática ritualística no REAA:

1. Cumulação de Paramentos (Colar e Faixa).

Existe alguma restrição ou orientação específica sobre a utilização de colar de cargo sobreposto à faixa de Mestre? Da mesma forma, qual é o procedimento correto em relação ao uso simultâneo de colar de cargo e colar de autoridade (como o de Deputado ou de Mestre Instalado)?

2. Obrigatoriedade do Sinal de Ordem ao fazer uso da palavra

O Sinal de Ordem é obrigatório durante todo o tempo em que o Irmão estiver fazendo o uso da palavra em Loja, ou a dispensa de mantê-lo é uma prerrogativa do Venerável Mestre?

Agradeço desde já pela sua constante dedicação ao esclarecimento dos Irmãos e pelo brilhante trabalho de instrução que realiza em nossa Ordem. Ficamos no aguardo de suas orientações para que possamos manter nossos trabalhos na mais justa e perfeita harmonia ritualística.

Nos lê em cópia o Irmão Douglas Gomez Campodarve Leite, MI e atual Mestre de Cerimonias da Oficina. 

Caro Irmão, bom dia. 

A questão dos colares com joia distintiva - Exceto os Cobridores e Expertos (estes em algumas situações) que usam espada como objeto de trabalho, os demais titulares dos cargos em Loja não precisam usar a faixa de Mestre, já que na ocasião estarão vestindo o colar com a joia distintiva do seu cargo. A relação da faixa de Mestre (vestida à tiracolo) com a espada é porque a faixa, reminiscência dos velhos talabartes, traz nela preso um dispositivo anelar metálico que serve para acondicionar a espada quando ela não estiver em uso. Isso evita que o titular a empunhe em momentos desnecessários (pág. 205 do Ritual, itens "Empunhar a Espada", "Em Pé com a Espada", "Espada em Uso" e "Espada no Dispositivo da Faixa". 

Assim, apenas os Mestres Maçons sem cargo é que devem usar a faixa de Mestre. A exceção fica por conta dos Cobridores, e Expertos (em algumas ocasiões), que utilizam espada como objeto de trabalho.

No tocante a uma Autoridade que porventura venha ajudar nos trabalhos da Loja, ocupando um cargo, essa Autoridade se mantém paramentada com as alfaias de autoridade que se acha investida, todavia traz também vestido, por cima do seu colar de Autoridade, o colar com a joia distintiva do cargo que ela estará ocupando na Loja. 

Essas são as orientações sobre esse assunto emanadas da Secretária Geral de Orientação Ritualística para o REAA/GOB (vide página 214 do Ritual de Aprendiz, item "Paramentos"). 

Vale a pena ressaltar que a sobreposição de colares não tem o fito de desrespeitar nenhuma Autoridade. O uso do colar/joia do cargo em Loja sobreposto ao de Autoridade, apenas cumpre aquilo que se encontra determinado no ritual durante a formação do préstito de entrada pelo M∴ de CCer∴.

A questão do sinal de Ordem - É regra consagrada no REAA que aquele que estiver em pé e parado em Loja aberta, deve se colocar à Ordem, isto é, com o sinal de Ordem composto (vide pág. 209 do Ritual de Aprendiz, item "Em pé e à Ordem"). 

Durante o uso da palavra, quem estiver falando em pé fica à Ord∴. Deve assim permanecer enquanto durar a sua fala. Concluída a alocução, desfaz-se imediatamente o sinal antes de se sentar, ou, se for o caso, prossegue no seu percurso.

No que diz respeito à dispensa do sinal, somente o Venerável Mestre, com acentuado critério, esporadicamente deve autorizar (pág. 210 do Ritual, item "Dispensa do Sinal). 

Sendo assim, é altamente condenável que o usuário da palavra peça dispensa do sinal. Se for o caso, o Ven∴ Mestre manda dispensá-lo. É também censurável o Venerável Mestre que costumeiramente fica dispensando o uso do sinal nessa ocasião.

Apenas como exceção, nunca como regra, a dispensa do sinal de Ord∴ durante o uso da palavra é possível, no entanto, somente se for realmente imprescindível.

Finalmente, falar à Ordem também impõe disciplina. O desconforto de se ficar muito tempo com o sinal composto ajuda a evitar pronunciamentos longos e repetitivos. Estes, geralmente aparados por rançoso lirismo, notadamente só servem para esgotar a paciência daqueles que são obrigados a ouvi-los.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

IDÓLATRAS

A FLOR DE MIOSÓTIS

Luciano J.A.Urpia

Muitos Irmãos ainda acreditam que a Flor de Miosótis (ou "Não-me-esqueças") era usada por maçons nos campos de concentração como um símbolo secreto de identificação entre eles durante a perseguição nazista. Essa história, embora poética e carregada de significado emocional, porém, não encontra respaldo documental. O uso da flor pela Maçonaria remonta a 1926, treze anos antes da guerra, em uma convenção em Bremen, na Alemanha. Na ocasião, foram produzidos em larga escala pins (broches) com o formato da flor, distribuídos aos participantes como parte de uma campanha de assistência social voltada aos desempregados, em meio à grave crise econômica da República de Weimar.

Durante o período nazista, não há qualquer evidência em arquivos de campos de concentração, registros de prisões ou relatos históricos confiáveis que comprove o uso desses pins como código de reconhecimento entre maçons. Em 1938, os próprios nazistas produziram pins semelhantes (com a mesma flor) para fins próprios (incentivar a população a fazer doações para o exército alemão), o que inviabiliza a tese de que se tratava de um símbolo exclusivo de resistência maçônica. A repressão nazista à Maçonaria concentrou-se na dissolução de Lojas, confiscos de patrimônio e prisões sistemáticas.

Após a guerra, os maçons resgataram os pins fabricados em 1926 (milhões deles) e passaram a utilizá-los como símbolo de renascimento da Ordem. Na Inglaterra, atualmente, eles são presenteados a Mestres-Maçons. Em suma, a flor era usada antes do conflito como emblema de uma campanha filantrópica, mas não há comprovação de que tenha funcionado como símbolo clandestino de identificação durante a ocupação nazista. Trata-se de um mito que se popularizou entre os maçons.

Para saber mais, adquira o livro MITOS E FATOS MAÇÔNICOS (link na Bio).

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

TRAJE DO VENERÁVEL MESTRE NAS SESSÕES

Em 26.06.2026 o Respeitável Irmão Rodrigo Lopes Rocha, Loja Acácia do Vale do Urucuia, 2100, REAA, GOB MINAS, Oriente de Buritis, Estado de Minas Gerais, solicita esclarecimentos.

 TRAJE DO VENERÁVEL

Sirvo-me do presente para perguntar ao Irmão sobre a obrigatoriedade do Venerável Mestre usar terno em Sessões Ordinária. Realmente é uma obrigação inerente ao cargo, ou devemos seguir como está no Ritual inclusive para o Venerável, permitindo a ele o uso do Balandrau?

Certo da sua atenção e instrução, despeço-me com um TFA.

CONSIDERAÇÕES:

Como alude o RGF no seu Art.º 110, nas sessões magnas os maçons estarão trajados conforme o Rito [...]. No § 1º deste mesmo Art.º está escrito que nas sessões ordinárias admite-se o uso do Balandrau (conforme o Rito).

Assim, no Ritual de Aprendiz do REAA está previsto que nas sessões magnas os maçons devem impreterivelmente se apresentar trajados “com terno preto, ou azul marinho, camisa branca, etc.” Nas sessões ordinárias “admite-se o uso do balandrau negro, talar [...]”.

Por conta disso, no REAA o Venerável Mestre, nas sessões magnas, tal como os demais Irmãos deve se apresentar trajado de acordo com a legislação, ou seja, usando terno preto ou azul marinho, etc., enquanto que nas sessões ordinárias, se ele quiser, pode se apresentar vestindo balandrau.

Como no REAA não é obrigatório o uso de terno pelo Venerável Mestre nas sessões ordinárias, ele, como todos os demais, nas "sessões magnas" se apresenta vestindo terno, enquanto que nas "sessões ordinárias", se for do seu gosto, ele pode perfeitamente fazer uso do balandrau.

Uma observação - o balandrau, como traje maçônico, deve ser negro, talar (até os tornozelos), manga comprida, fechado no colarinho e sem inscrições. Com ele, o maçom deve se apresentar usando calça preta ou azul marinho, sapatos e meias pretas. Não se admite o uso de tênis ou similares.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

ROBERT SENGSTACKE ABBOTT


Robert Sengstacke Abbott (St. Simons, Estados Unidos, 24 de dezembro de 1870 – 29 de fevereiro de 1940, Blue Island, Estados Unidos) foi um escritor, jornalista, editor, cantor, advogado e empresário americano.

Filho de pais libertos, que haviam sido escravizados antes da Guerra Civil Americana. Fundou “The Chicago Defender” (1905), que se tornou o jornal de propriedade de um afro-descendente com a maior circulação do país. Considerado o mais importante do seu género, fazia campanha contra a violência e incentivava os afro-americanos do Sul dos Estados Unidos a estabelecerem-se no norte, sendo o maior incentivador da “grande migração”.

Seu pai, Thomas Abbott, morreu quando Robert ainda era bebê, e sua mãe viúva, Flora Abbott (nascida Butler), conheceu e casou-se com John H.H. Sengstacke, mestiço de origem incomum que havia chegado recentemente aos EUA, vindo da Alemanha. Abbott recebeu sua educação inicial na escola e na igreja de seu padrasto, e concluiu “high school” no Beach Institute em Savannah. Cursou a Claflin University na Carolina do Sul, e mais tarde estudou a área de impressão no Hampton Institute, (agora Hampton University).

Durante seu período em Hampton, cantou como tenor no “Hampton Choir and Quartet”, que viajou por todo o país como um dos grupos vocais mais renomados da nação.

Foi iniciado na Maçonaria em 1906, na “Oriental Lodge” N° 68 (Prince Hall Freemasonry), em Chicago, Illinois.

Fonte: Instgram_Maçonaria e Artes

REFLEXÕES PESSOAIS

Ir∴ Luiz Felipe Brito Tavares
AM da Loja Luz do Planalto nr. 76 (GLSC) São Bento do Sul – SC

Quando a mudança se faz ordem e quando a complexidade se faz unidade?

Tudo muda de fato, mas porque algumas mudanças obedecem a eixos específicos permitindo o surgir da ordem?

A ordem permite a complexidade, mas como tal complexidade ordenada se torna lócus para o surgir de uma entidade una?

O que permite a elementos constituintes do universo poderem sincronizar seus movimentos?

Partículas subatômicas são compostas pela interação dinâmica de partículas elementares chamadas de quarks.

Átomos são compostos pela dinâmica e harmônica interatividade das partículas subatômicas.

Os átomos interagem, permutando suas energias em composições chamadas de moléculas.

Moléculas que se encaixam são a base da vida orgânica.

Células se associam e interagem permitindo o surgir de organismos complexos.

Organismos complexos passam a serem constituídos por órgãos especializados.

Órgão cerebral altamente complexo permite o surgir da mente no ser humano.

Organismos complexos se estabelecem em comunidades formando desde colônias até em sociedades.

Poderíamos elucubrar e dizer que tais complexidades possuem um eixo em comum? Um eixo que lhes permite o compartilhar?

Tal eixo permite o equilíbrio dinâmico da estrutura. Permite a conservação de energia.

Mudanças caóticas não duram, pois não conservam energia.

Mudanças que seguem um ritmo comum preservam energia e tornam a complexidade possível.

O que torna comum?

Um princípio equivalente permitindo eixos de sincronia e sinergia?

Poderíamos pensar em uma compatibilidade inicial permitida pela simetria de condições geradoras. Porém e depois com o evoluir da complexidade em patamares que se distanciavam da simplicidade elementar do começo?

Podemos dizer que as forças se associam em vetores. Da mesma forma poderíamos dizer que os eixos de equilíbrio podem suportar níveis cada vez maiores de complexidade?

Não pretendemos aqui esgotar o assunto, porém já podemos pressupor um sentido presente.

Relativamente à segunda pergunta, o que permitiria a complexidade a formar uma estrutura com características finais de unidade?

Uma estrutura complexa reage como um todo ao meio que o cerca, como se dotada de um eixo central mantenedor da coesão.

Existem muitas unidades compostas por complexidades como já referido no início, mas o que permite que a coexistência de mudanças tome o aspecto de uma inteireza?

Todos os elementos da complexidade compartilham elementos, possuindo mesmo um centro identificável, mas com bordas que se misturam em comunidade, formando elos verdadeiros.

Vórtices múltiplos de movimento compartilhando suas energias. Vibrações sincrônicas criando um acorde estável.

Existe então no universo uma ligação entre todas as coisas? E elucubrando uma coerência subjacente?

Tentamos sempre dar um sentido ao ambiente que nos cerca para podermos interagir de forma eficiente e de modo a preservarmos não apenas nossa complexidade, mas nossa coerência.

Muitos dirão que nosso universo tende a entropia, mas mesmo dentro deste cenário aparentemente desolador, a complexidade emerge e evolui.

Hoje se concebe a possibilidade que a expansão de nosso universo leve tudo ao zero absoluto, ou seja, à ausência de movimento ou vibração.

Porém da mesma forma se conjectura que nosso universo é apenas uma pequena bolha flutuando em uma grande massa de bolhas que se formam a todo instante.

Diria eu em minha percepção limitada que nosso universo é apenas uma onda a percorrer uma superfície sem fim, uma onda dentre infinitas ondas. Ondas a formar um cortejo de infindos vórtices que surgem e desaparecem no dorso de sua esteira.

Ondas vêm e vão, descortinando as possibilidades latentes. Porém tais possibilidades surgiriam com as ondas ou seriam imanentes ao leito infinito que alberga as vagas?

Quantas camadas teria este oceano absoluto?

E tais prováveis camadas estariam também interligadas?

Um universo como o nosso que descortina o sentido e a coerência não atenderia a sentido e a coerência ainda maiores?

De fato o que vemos é apenas uma infinita parte do grande Iceberg.

Fonte: JBNews - Informativo nº 323 - 17 de Julho de 2011

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

MÃO DIREITA

Em 26/06/2026 o Respeitável Irmão José Cláudio Furquim, Loja Estrela Cambuiense, REAA, GOB MINAS, Oriente de Cambuí, Estado de Minas Gerais, pede explicações para o seguinte:

MÃO DIREITA

Existe orientação no REAA de qual mão é usada para depositar o óbolo na bolsa do tronco de beneficência?

CONSIDERAÇÕES:

No REAA é regra consagrada o uso da "mão direita" em diversas práticas da ritualística maçônica.

Assim sendo, tal como os sinais penais e os gestos de aprovação, os de empunhar o malhete e a espada, etc., também é a mão direita que deposita o óbolo ou as propostas e informações na respectiva bolsa.

Especificamente, no que diz respeito à coleta do Tr∴ de Benef∴, em pé ou sentado, é sempre a mão direita fechada que é introduzida no recipiente, e retirada aberta.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

MINUTO MAÇÔNICO - 32

O INICIADO

1º - Quando vossos olhos se abriram para a verdadeira luz, uma infinidade de objetos, novos para o nosso entendimento, atraíram a vossa atenção.
2º - As diversas circunstâncias que rodearam a vossa recepção, as provas a que fostes submetido, as viagens que vos fizeram efetuar e os adornos do Templo em que vos encontrastes, tudo isso reunido deveria ter excitado a vossa curiosidade e, para satisfazê-la não há outro caminho senão o da busca do conhecimento e da Verdade.
3º - A Maçonaria, cuja origem se perde na noite dos tempos, teve sempre por especial escopo agremiar todos os homens de boa vontade que, convencidos da necessidade de render sincero culto à virtude, procuram os meios de propagar o que a doce e sã moral nos ensina.
4º - Como esses homens desejam trabalhar nessa obra meritória, com toda tranqüilidade, calma e recolhimento, reúnem-se para isso nos Templos Maçônicos.
5º - Os verdadeiros maçons trazem constantemente na sua memória, não somente as formas gráficas dos símbolos maçônicos, como, e muito principalmente, as grandes verdades morais e científicas que os mesmos representam. Sejamos então todos Verdadeiros.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

LIVRE E DE BONS COSTUMES

A obrigatoriedade de um candidato a Maçon (e posteriormente, continuar a …) ser livre e de bons costumes, remonta à época da fundação da Maçonaria Especulativa, no século XVIII, época do Iluminismo. Essa mesma obrigatoriedade é um dos Landmarks que regem a nossa Augusta Ordem e na sua observância e cumprimento dos mesmos, garante a Regularidade Maçónica à nossa Muito Respeitável Obediência (GLLP/GLRP).

Quanto à premissa de “ser-se livre”, deve-se ao fato de à época, ainda existir a escravatura em vários locais do globo e como tal, para se ser iniciado era necessário ser-se “livre”, isto é, não ser “pertença de ninguém”. É claro que hoje em dia, essa obrigatoriedade não se põe, apenas se mantém essa premissa devido ao enorme simbolismo que a mesma acarreta. Porque hoje em dia todos somos pessoas livres. Só não o é quem se encontrar detido devido ao cumprimento de penalização criminal, e se encontrar-se nessa condição, logo não será iniciado.

Também quando se diz que o candidato deve ser livre, ele deve ser livre de dogmas e ter uma mente aberta. Livre de dogmas porque lhe permite discutir, debater; e ter a mente aberta, porque isso lhe proporcionará a interpretação da vasta simbologia inerente à Maçonaria.

Em Maçonaria, costuma-se dizer que se deseja um “Homem Livre”, pois é do entendimento da Ordem, que o homem não deve estar submetido a vícios e paixões tais, que o prejudiquem ou condicionem a sua própria vontade; sendo que por isso mesmo, um dos trabalhos do Maçon, é “vencer as suas paixões…”.

E essa submissão da vontade, é apenas a vontade de aprender, de se tornar melhor pessoa, seguindo os costumes e preceitos da Arte Real. Em nada lhe é retirada a sua liberdade ou condicionada a sua opinião.

Mas também como livre se poderá entender por alguém que se consegue sustentar, que consegue cumprir com as despesas habituais em Maçonaria, com ações de solidariedade e caridade, tronco da viúva, com quotas e paramentos, etc, sem com isso prejudicar o sustento da sua família. Por isso livre, de liberto de condicionalismos financeiros que prejudiquem ou penalizem a sua família pelo fato de ser Maçon.

Os “bons costumes”, são (quase) como uma obrigação para se viver em liberdade e cidadania na nossa Sociedade. Logo, a Maçonaria que se quer como uma instituição que atua na Sociedade Civil, através dos bons exemplos de conduta dos seus membros, aproveita e exalta a sua moralização de costumes.

Sendo que por “bons costumes” entendamos a observância e cumprimento de bons princípios e preceitos morais e sociais, boa retidão da conduta pessoal, o respeito e a tolerância pelo próximo e pelas suas ideias, o respeito pela Família, ser um bom trabalhador….

Enfim, tudo o que se quer como características pertencentes a um “Homem Bom”.

E à Maçonaria interessa ter nas suas fileiras homens assim… “livres e de bons costumes”, os outros são dispensáveis…


Nuno Raimundo
Publicado no Blog Pedra de Buril em 14 de Abril de 2011

terça-feira, 3 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

MESTRE DE BANQUETE

Em 24.06.2026 o Respeitável Irmão Davi Hackbart Covalesky, Loja Estrela do Sul, 84, REAA, GOB-RS, Oriente de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a questão seguinte:

MESTRE DE BANQUETE

Mais uma vez venho buscar orientações sobre uma questão que, a bem da verdade, até a última Sessão de minha Loja, ainda não havia me ocorrido. No caso de um Mestre de Banquetes (e, talvez, juntamente com seus auxiliares), que esteja fora do Templo confeccionando o Ágape à espera dos Irmãos que estão trabalhando ritualisticamente no templo... Desde que a Loja esteja trabalhando no Grau em que se encontram estes Irmãos eles habitualmente assinam o nosso Livro de Presenças (isso seria até uma primeira dúvida); No caso de, por exemplo, uma Elevação ou Exaltação em que Aprendizes estejam auxiliando na confecção do Ágape, daí eles não assinam o livro.

De qualquer forma, em algum momento há a circulação do Tronco de Beneficências e me ocorreu perguntar se: 

1. o responsável pela coleta vai ao encontro daqueles Irmãos?

2. em que momento do giro ritualístico isso ocorre?

Habitualmente não realizamos esta coleta, mas resolvi perguntar para o caso de aprender mais sobre o assunto e, talvez, corrigir algo que esteja errado.

CONSIDERAÇÕES:

De fato, eu desconheço qualquer procedimento nesse sentido. 

Como os demais, o cargo de M∴ de Banq∴ tem o seu lugar reservado dentro do templo, o que indica que ele literalmente deve estar presente nos trabalhos da sua Loja. Tanto isso é verdade que no título Planta do Templo, páginas 22 e 23 do Ritual de Aprendiz, REAA/GOB, o M∴ de Banq∴ senta-se na Coluna do Sul, ao lado do Arq∴. 

No meu ponto de vista, entendo que o titular do cargo de M∴ de Banq∴não tem o direito de assinar o livro de presenças sem que esteja participando dos trabalhos ritualísticos dentro da Loja, pois se assim fosse, isso provavelmente estaria previsto no ritual. 

Convém sublinhar que a função desse oficial, nomeado pelo Venerável Mestre, é organizar as atividades no salão de ágapes, delegando a serviçais profanos que preparem as refeições. Sendo assim, não tem cabimento que o M∴ de Banq∴, por dever de ofício, fique de fora dos trabalhos litúrgicos e mesmo assim assine o livro de presenças. Afinal, ele como obreiro da sua Loja tem que participar das sessões previstas, caso contrário ele não teria assento destinado previsto no ritual.

Caso a parte, com regras ritualísticas exclusivas, seria o Ritual de Loja de Mesa (Banquete Ritualístico).

Por fim, de modo geral é certo que só assinam o livro de presenças os IIr∴ que efetivamente estiverem participando de uma sessão maçônica em Loja.

Na questão do Tr∴ de Benef∴, somente participam da coleta ritualística os Irmãos que na prática estiverem dentro do templo trabalhando em Loja coberta - a sua circulação e coleta não prevê nenhuma atividade fora do ambiente das CCol∴ e do Oriente.

Quanto ao caso de abono de falta para Irmãos que estiverem preparando o jantar que será servido após o encerramento dos trabalhos no salão de ágapes, desconheço qualquer coisa nesse sentido. No dia da sessão, entendo que se a ocasião exigir, a Loja deve contratar serviçais para esse ofício e não dispensar IIr∴ da sessão para atuarem no preparo de refeições, e ainda abonar suas faltas.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

ORDENS PARAMAÇÔNICAS

O INÍCIO DA MAÇONARIA ESPECULATIVA

Essa é uma observação histórica fascinante e muito precisa. De fato, no início do século XVIII, a relação entre a Grande Loja de Londres (fundada em 1717) e os maçons na França era de cooperação, curiosidade e mútua admiração. A Maçonaria foi, inclusive, uma das grandes "exportações" culturais britânicas para o continente.

Aqui está um panorama histórico desse período de amizade e o ponto de ruptura que moldou a geopolítica fraternal por séculos.

O Início: O Entusiasmo e a Filiação Inglesa 

Nos primeiros anos (c. 1725–1730), não havia uma "Maçonaria Francesa" independente. O que existia eram lojas em Paris fundadas por nobres britânicos e jacobitas exilados.

* Reconhecimento: A Grande Loja de Londres via a expansão na França como uma validação de seus ideais iluministas.

* A "Anglomania": Na década de 1730, a elite francesa estava fascinada pelas instituições inglesas (parlamentarismo, ciência e a própria Maçonaria). Ser maçom em Paris era, em grande parte, adotar um estilo de vida britânico.

* Liderança: Os primeiros Grão-Mestres na França foram nobres britânicos, como o Duque de Wharton e Lord Derwentwater.

O Surgimento das Tensões

O conflito não nasceu de uma briga pessoal, mas de divergências culturais e administrativas que cresceram à medida que a Maçonaria se tornava profundamente francesa.

1. A Estrutura de Poder
A Grande Loja de Londres operava sob uma lógica de centralização em torno das Constituições de Anderson. Já os franceses começaram a criar seus próprios sistemas de "Altos Graus" (como o Rito Escocês), que os ingleses viam com ceticismo e como uma complicação desnecessária da simplicidade original de três graus.

2. O Fator Político e Religioso
Enquanto a maçonaria inglesa era estritamente leal à Casa de Hanover (protestante), as lojas francesas eram frequentadas pela nobreza católica e, por vezes, envolvidas em intrigas dinásticas que incomodavam Londres.

3. A Ruptura Definitiva (1877)
Embora as tensões tenham existido por 150 anos, o "divórcio" oficial ocorreu no século XIX. O ponto central foi a questão do "Grande Arquiteto do Universo":

* França (Grande Oriente): Em um movimento influenciado pelo positivismo e pelo laicismo francês, o Grande Oriente de França removeu a obrigatoriedade da crença em Deus de seus estatutos para permitir a entrada de ateus e agnósticos.
* Inglaterra (UGLE): A Grande Loja Unida da Inglaterra considerou isso uma violação dos "Landmarks" (leis fundamentais) e rompeu relações, declarando o Grande Oriente "irregular".

Conclusão: Dois Caminhos Distintos

O conflito, visto de forma imparcial, é o reflexo de duas culturas nacionais:
* O modelo inglês: Conservador, teísta e focado na preservação da tradição e da moralidade cívica.
* O modelo francês: Liberal, adogmático e historicamente mais envolvido em debates sociais e filosóficos.

O que começou como uma amizade entre cavalheiros que admiravam o Iluminismo acabou se dividindo sobre a definição do que é, fundamentalmente, a liberdade de consciência.

Fonte: Academia Maçônica Mundial

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

FRASES ILUSTRADAS

LOJA DE MESA - LUGAR DA BANDEIRA

Em 24.06.2026 o Respeitável Irmão Enio Sampaio, Loja Acácia de Balneário, 3798, REAA, GOB-SC, Oriente de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, solicita esclarecimentos. eng.eniosampaio@gmail.com

LOJA DE MESA

Meu irmão, novamente recorro ao conhecimento irmão para dirimir uma dúvida gerada pela sobreposição de conhecimentos de gerações de maçons. Minha questão é relativa à entrada, saudação e saída do Pavilhão Nacional em uma sessão de Loja de Mesa. Alguns maçons mais experimentados afirmam que o ingresso do Pavilhão Nacional deve ser feito, com guarda de honra, seguindo o respectivo cerimonial. De acordo com o Livreto Rituais Especiais, do GOB, de 2014, o Pavilhão Nacional é disposto em local de destaque antes do início dos trabalhos, sem qualquer formalidade.

Para dirimir essa dúvida e poder fazer como deve ser feito, pergunto ao irmão: o Pavilhão Nacional, em uma Loja de Mesa, é colocado de forma prévia ou segue o cerimonial de entrada similar a uma sessão magna? Mais uma vez, agradeço ao irmão por dividir conosco sua experiência e sabedoria.

CONSIDERAÇÕES:

No Grande Oriente do Brasil, o ingresso formal em Loja da Bandeira Nacional, de acordo com o Decreto 1476/2026, ocorre apenas nas sessões magnas.

Desse modo, o Regulamento Geral da Federação em seu Capítulo X - Das Sessões e da Ordem dos Trabalhos, Art. 108, menciona que as sessões das Lojas serão ordinárias, magnas ou extraordinárias conforme o rito que praticam. Menciona ainda o § 1º, VIII, deste Artigo que são sessões ordinárias, dentre outras, a de Banquete Ritualístico (Loja de Mesa).

Sendo assim, em uma sessão ordinária aberta em Loja de Mesa a Bandeira Nacional deverá estar hasteada antes da abertura dos trabalhos em lugar determinado pelo ritual vigente no GOB - inserido em Rituais Especiais, 2016, Sessões Exclusivas.

Assim em Loja de Banquete Ritualístico não há entrada formal do Pavilhão Nacional.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.brper

VISCONDE LEVERHULME


William Hesketh Lever - 1.º Visconde Leverhulme (Bolton, Inglaterra, 19 de setembro de 1851 - 7 de maio de 1925, Hampstead, Londres, Inglaterra) foi um mecenas, industrial, filantropo e político inglês.

Ainda adolescente, se juntou ao ramo de comércio atacadista de alimentos de seu pai em Bolton. Após um breve aprendizado, ele expandiu com sucesso e começou a fabricar sabão e sabonete, construindo um império comercial substancial com marcas mundialmente conhecidas, como “Lux e Lifebuoy”. Em 1886, com seu irmão, James, fundou a Lever Brothers, que foi uma das primeiras empresas a fabricar sabão a partir de óleos vegetais, e que hoje faz parte da multinacional britânica “Unilever”.

Admirador de artistas e das artes, começou a colecionar obras de arte em 1893. Em homenagem a sua falecida esposa, fundou em 1922, em Port Sunlight a “Lady Lever Art Gallery” que tem no acervo, uma das melhores coleções de belas artes e artes decorativas do Reino Unido. Possui a melhor coleção de porcelana Wedgwood Jasperware do mundo e sua coleção de pinturas pré-rafaelitas é internacionalmente reconhecida.

A galeria abriga o segundo maior museu de insígnias maçônicas do mundo. Este museu localizado em uma grande sala no porão da Galeria.

Foi iniciado na Maçonaria em 4 de junho de 1902, quando se tornou o primeiro iniciado de uma loja que levava seu próprio nome, “William Hesketh Lever Lodge” N° 2916, Port Sunlight, Merseyside, Inglaterra.

Tornou-se venerável mestre em 1907. Foi membro fundador da segunda Loja em Port Sunlight – a Loja Leverhulme, que recebeu sua carta patente em 3 de maio de 1922. A paixão do Visconde Leverhulme pela Maçonaria foi duradoura, abrangente e notável.

Fonte: Instagram_Maçonaria e Artes

UTOPIA

Ir∴ Marco Antônio Nunes
M∴M∴ da ARLS “Fraternidade Catarinense” nº 9 – GOSC

Há dias, uma palavra vinha se sobrepondo aos meus pensamentos, intrometendo-se em frequentes divagações.

Até que vi e ouvi, pela televisão, um famoso sociólogo estrangeiro sendo entrevistado num desses programas culturais, tão raros hoje em dia. Não lhes poderei dar mais detalhes sobre o sociólogo e nem qual o programa e muito menos qual o canal. Foi numa dessas costumeiras passadas de controle remoto a esmo pelos canais, na esperança de encontrar um que estivesse transmitindo um pouco de cultura.

Falava ele sobre as diversas utopias que a humanidade criou para satisfazer a sua curiosidade e pela necessidade de entender os mistérios que sempre a desafiaram.

Vai daí, comecei a desenvolver um raciocínio sobre as utopias que nos cercam, especialmente das tantas que se nos acompanham vida a fora, entre as quais uma delas, a principal, é a própria existência do homem.

O primeiro homem, antes de experimentar o fruto, não tinha utopias, não criava desejos inalcançáveis, pois tudo que havia no paraíso supria suas necessidades e vontades sem nenhum esforço. Bastava andar a esmo pelo Éden e tudo estava ao alcance de suas mãos. A saciedade das vontades, que não eram muitas, era satisfeita quase que instantaneamente. Até que...

... desejou uma companhia para a sua solidão. Criou-se neste instante a primeira utopia humana. O Criador, atendendo à ansiedade e à formação do livre-arbítrio humano, transformou uma simples costela na companheira desejada. Talvez não fosse bem aquilo que Adão (vamos chamá-lo assim) desejava, mas só o fato de ter alguém para ouvi-lo compensava.

Errado!

Passou mais a ouvir daí em diante, já que sua companheira desenvolveu a fala com mais eficiência. Nasce aí a paciência e a tolerância. Duas utopias novinhas em folha, especialmente a segunda, muito comentada e pregada nas nossas lojas, cuja aplicabilidade, sabemos, não é lá muito fácil.

A utopia de contar com uma companhia que lhe completasse o vazio da solidão, até hoje é questionada, e não se tem nenhum indício de que a ciência vá conseguir elaborar uma atenuante, a não ser os antidepressivos tão em evidência e engolidos com avidez em larga escala.

O homem vem experimentando de tudo, inclusive criando novas utopias para satisfazer as que já fazem parte da sua eterna procura e só o que consegue é acumular mais e mais angústias.

A utopia de que um ser superior está a guiar seus passos, fiscalizando seus deslizes éticos e morais é a que mais se fixou e ficou enraizada na sua concepção existencial. Porém, somente crer neste ser superior não foi o bastante. Foi preciso criar outras utopias para chegar até Ele, criando as religiões, os dogmas, as orações, os rituais, as oferendas - muito comuns em épocas passadas sob a forma de sacrifícios de animais e até de vidas humanas -, como se fossem "moedas" de troca por um milagre salvador que dissipasse as doenças, as catástrofes, as secas, por boas colheitas, ou de um aperto qualquer. Ainda hoje o homem as pratica de diversas formas mais ou menos civilizadas, no mundo ocidental, sob a forma de dízimos enriquecedores de religiões e abnegados sacerdotes e sacerdotisas que, em nome de Deus, sacrificam-se em estafantes viagens internacionais levando em suas bagagens os dízimos transformados em dólares com “objetivos carismáticos” na compra de mansões e outras futilidades para satisfazer as utópicas esperanças dos seus fiéis, que ficam aguardando fervorosamente pelos apregoados milagres. Muitos até que conseguem, tal é o poder da fé.

Fazer o que! Afinal, o homem necessita de utopias para manter a esperança acesa, mesmo que lá do fundo do seu senso de racionalidade algo lhe inspire de que jamais conseguirá desvendar os mistérios da realização plena e a de alcançar a utópica perfeição.

Isso tudo porque o Criador, no momento de escolher os genes que formariam a humanidade, separou o da perfeição para Si, liberando o da esperança para dar sentido à Sua obra.

O homem, por si só, passou a ser um "ser" utópico. Até hoje, não descobriu de onde veio e muito menos para onde vai, devido ao fato de desconhecer a fórmula de desvendar os meandros da sua própria consciência e, por consequência, o seu destino.

Os mais ilustres pensadores não conseguem vislumbrar um epílogo definitivo à longa trajetória da humanidade no que se refere às suas origens, mas qualquer um pode antever o que lhe espera por manter acesa a sua eterna e utópica procura, sem dar o devido valor ao paraíso que lhe foi dado.

Enquanto isso, na Maçonaria, a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade formam a tríade que todo o Maçom batalha para se inserir e praticar. Não são caminhos nem metas. Constituem a própria essência da vida maçónica.

O Maçom que diz que precisa andar muito para alcançar essa tríade fundamental, além de utópico, está criando a utopia de um caminho e de uma meta que redundantemente não existem, já que, para entrar na Maçonaria, ele ja teria que ter essas qualidades, pelo menos de forma latente, e, uma vez Maçom, trabalhar para aperfeiçoá-las.

Quem é totalmente livre? Quem se considera igual? Quem pratica a fraternidade?

Todos nós, no coletivo. Poucos no individual. Raros no espiritual. O que estaria faltando?

Um novo projeto do Grande Arquiteto para o paraíso e deixar Adão se virar sozinho com todas as suas costelas.

Fonte: JBNews - Informativo nº 323 - 17 de Julho de 2011