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PERGUNTAS & RESPOSTAS
O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br
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sábado, 22 de fevereiro de 2025
terça-feira, 19 de novembro de 2024
A BANDEIRA DO BRASIL
A BANDEIRA DO BRASIL
Um pouco da história da nossa Bandeira
Quando surgiu:
A Bandeira do Brasil foi adotada pelo decreto nº 4 de 19 de novembro de 1889. Este decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do Governo Provisório.
Quem foram os responsáveis pela sua criação:
A idéia da nova Bandeira do Brasil deve-se ao professor Raimundo Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Com ele colaboraram o Dr. Miguel Lemos e o professor Manuel Pereira Reis, catedrático de astronomia da Escola Politécnica. O desenho foi executado pelo pintor Décio Vilares.
As cores:
As cores verde e amarelo estão associadas à casa real de Bragança, da qual fazia parte o imperador D. Pedro I, e à casa real dos Habsburg, à qual pertencia a imperatriz D. Leopoldina
Círculo interno azul:
Corresponde a uma imagem da esfera celeste, inclinada segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro às 12 horas siderais (8 horas e 30 minutos) do dia 15 de novembro de 1889.
As estrelas:
Cada estrela representa um estado da federação.
Todas as estrelas têm 5 pontas.
As estrelas não têm o mesmo tamanho; elas aparecem em 5 (cinco) dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Estas dimensões não correspondem diretamente às magnitudes astronômicas mas estão relacionadas com elas. Quanto maior a magnitude da estrela maior é o seu tamanho na Bandeira.
A faixa branca:
Embora alguns digam que esta faixa representa a eclíptica, ou o equador celeste ou o zodíaco, na verdade a faixa branca da nossa bandeira é apenas um lugar para a inscrição do lema "Ordem e Progresso". Ela não tem qualquer relação com definições astronômicas.
O lema "Ordem e Progresso":
É atribuído ao filósofo positivista francês Augusto Comte, que tinha vários seguidores no Brasil, entre eles o professor Teixeira Mendes.
Quando foi modificada:
Foi modificada pela Lei no 5443 (Anexo no 1) de 28 de maio de 1968
Foi modificada pela Lei no 5700 de 1 de setembro de 1971
Foi modificada pela Lei no 8421 de 11 de maio de 1992
sexta-feira, 6 de setembro de 2024
A VISÃO PATRIÓTICA DE UM INICIADO
Lembrando a visão e ensinamentos de Immanuel Kant, somos livres quando não outorgamos a outros a responsabilidade que é nossa, quando trabalhamos para progredir e vencer os desafios da vida por nós mesmos e quando somos capazes de vencer os nossos impulsos e desejos.
Assim, não somos escravos de nada, de ninguém ou de nós mesmos.
Extensivamente, assim como a Maçonaria nos exorta a cada momento: vencer as nossas paixões e submeter a nossa vontade.
A Força da Sabedoria, com Beleza.
Nas relações humanas, respeitar as diferenças que há entre as pessoas e compor a beleza do Pavimento Mosaico; não sendo escravo de nenhuma ideia que não possa ser compreendida por meio da sensatez, da racionalidade ou da fraternidade e respeito mútuos.
Isso implica repelir qualquer tipo de extremismo, de tirania, de despotismo, de ignorância, de desrespeito, de intransigência, de intolerância, entre outras ações, comportamentos ou ideias que não admitimos que sejam cometidas conosco.
Vivas ao Brasil!
Vivas ao 7 de Setembro!
Vivas ao Povo Brasileiro!
Fonte: Facebook_Pedreiros Livres
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
A NECESSIDADE DO ESTUDO
Nenhum maçom consegue chegar, em nossos dias, a uma situação mais ou menos notável dentro da Fraternidade se não for suficientemente instruído.
Se os seus estudos ficarem limitados ao que ensinam as breves instruções da Loja, é-lhe impossível apreciar com exatidão as finalidades e a natureza da Maçonaria como ciência especulativa.
As instruções não passam de esqueletos da Ciência Maçônica.
Os músculos, os nervos e os vasos sangüíneos que devem animar o esqueleto sem vida e dar-lhe beleza, saúde e vigor, estão contidos nos comentários destas instruções, que o estudo e as pesquisas dos escritores maçônicos dão ao estudante de Maçonaria.
(Albert Gallatin Mackey - *12.03.1807 +20.06.1881)
terça-feira, 2 de julho de 2024
LEI DO TRIÂNGULO
Boletim Hermético
O simbolismo do número 3 está intimamente relacionado à chamada "Lei do Triângulo", que é estudada em profundidade nas escolas Rosacruzes e Hermetistas Modernos.
Em que consiste esta lei?
Pois bem, essa Lei universal estabelece que cada efeito tem uma causa que sempre contempla duas condições, uma ativa (positiva) e outra passiva (negativa), que ao ser unidas geram um efeito.
Em outras palavras, se candidata a existência de duas forças raízes: uma de empurrão (princípio ativo, Yang, Shiva) que comanda a energia e outra de resistência (princípio passivo, yin, Shakti) que a executa, e desta interação é produzida. Uma terceira condição que envolve um movimento.
Este processo é chamado de "Trialéctico" e por esta razão a Tradição Iniciatica sempre observou no número 3 como fundamento constitutivo do universo, assim como no Triângulo Equilátero ha harmonia completa, o símbolo geométrico da reunião coerente dos opostos ou do triângulo. "coincidentia oppositorum".
O rosacrucismo moderno explica que "o triângulo com os seus três pontos representa a perfeita criação" (1), ou seja, todos os acontecimentos cósmicos (tanto físicos quanto metafísicos) estão subordinados à lei do triângulo, que rege toda manifestação. Nenhuma manifestação perfeita pode ocorrer nem estar completa, se não aparecerem estes dois polos que originam um terceiro. Ao reunir o um (princípio ativo) e aos dois (princípio passivo), aparece uma terceira condição que contém as qualidades das duas primeiras mas constitui por sua vez uma realidade diferente:
1 + 2 = 3
Esta ideia aparece bem explicada no "Caibalion", onde podemos ler duas postulados de grande importância:
Dualidade Cósmica (princípio de polaridade): " tudo é duplo, tudo tem dois polos; tudo, seu par de opostos: os semelhantes e os antagónicos são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam ; todas as verdades são meias verdades, todos os paradoxos podem reconciliar-se ".
Terceira condição (princípio de geração): "a geração existe por todo o lado ; tudo tem o seu princípio masculino e feminino ; a geração se manifesta em todos os planos".
O ser humano, como entidade microcósmica (reflexo do macrocosmo), possui uma natureza dupla (material e espiritual), por isso é um " ser de dois mundos "-AINDA QUE TRINO EM SUA MANIFESTAÇÃO-onde aparece uma terceira condição que o " anima-se ", lhe confere " vida " e que justamente recebe o nome de alma (alma).
A alma é a ponte que liga a estes dois mundos, a estas duas energias que parecem antagónicas. Daí que as escolas caricata contemplam o corpo e o espírito mas centram o seu trabalho na purificação espiritual e seu trabalho ascético é dedicado à alma.
A Iniciação mesma, contemplada desde esta perspectiva, significa a concordância dessas duas realidades e o encontro virtuoso destes dois pontos em um terceiro, que representa a plenitude, o equilíbrio, a realização plena, o desenvolvimento de todo o nosso potencial.
A chamada "Santíssima Trindade", assim como todas as trinidades que aparecem nas diferentes religiões-tanto do oriente como do Ocidente-São uma consequência direta da lei do triângulo, muitas vezes expressa como Pai-Mãe-Filho. Enquanto o filósofo Hegel falava de TCC, antítese e síntese, os d.C. falam de criação, conservação e destruição (ou melhor dito, transformação), representados nos três deuses da trimurti: Brahma, Vishnu e Shiva.
Notas do texto
(1) Scott, Virgínia: " The Law of the triangle " Na Revista Rosacruz " The Mystic Triangle " de junho de 1928
Academia dos esquecidos - 13
Sociedade dos Filósofos Desconhecidos fundada por Louis Claude de Saint-Martin
Fonte: Facebook_O Templo e o Maçom
sexta-feira, 24 de maio de 2024
QUANDO ESTENDER AS MÃOS, ESCONDA O ROSTO...
Cesar Romão
Quando estender as mãos, esconda o rosto ..
Praticar o Bem é uma forma de gerar boas energias em nossa vida, o segredo desta pratica se tornar algo com efeitos benéficos para qualquer pessoa é que: quando estender a mão não mostre o rosto.
Tem muita gente que pratica o Bem, mas espera o reconhecimento de quem recebeu a ajuda, o universo na maioria das vezes não funciona assim.
Quando se espera reconhecimento de quem recebeu a ajuda, pode vir na verdade uma boa decepção. Esta decepção tem feito com que muita gente se afaste deste tão importante principio de evolução da energia positiva.
Praticar o Bem é como construir um caminho pelo qual talvez nunca vamos passar, mas este caminho vai servir de instrumento para nos tornar uma pessoa melhor em algum ponto primordial de nossa vida.
Fonte: Facebook_Pedreiros Livres
quinta-feira, 16 de maio de 2024
VALE A PENA LER DE NOVO
OS NOSSOS TRABALHOS VOLTAM A ADQUIRIR FORÇA E VIGOR.
ESTANDO TUDO JUSTO E PERFEITO, VAMOS RECORDAR ALGUMAS REGRAS QUE NÃO DEVÍAMOS ESQUECER NUNCA!
Qual o estado de ânimo do maçom ao chegar a Loja?
1º - Cumprimentar seus irmãos com alegria e ser amável ao abraçar cada um, demonstrando a satisfação em participar daquela reunião.
2º - Se necessário, ajudar na preparação da loja e aproveitar a oportunidade para ensinar aos aprendizes os porquês de cada objetivo e seu significado.
3º - Procurar cumprir e estimular os Irmãos para que a reunião tenha início no horário previsto.
4º - Abandonar os problemas ditos "profanos" antes de entrar na sala dos passos perdidos.
5º - Tudo o que for realizar, faça com amor e gratidão, pois muitos desejariam estar participando e não podem.
Lembre-se: MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ (SABER-QUERER-OUSAR-CALAR)
Você pretende ir à Loja hoje?
1º - Sua participação será sempre mais positiva quando seus pensamentos forem mais altruísticos.
2º - Participação positiva será daquele que, com poucas palavras, conseguir contribuir muito para as grandes realizações.
3º - Ao falar, passe pelo crivo das "peneiras", seja sempre objetivo e verdadeiro em seu propósito. Peneiras: 1) Verdade 2) Bondade 3) Altruísmo.
4º - Às vezes um irmão precisa ser ouvido; dê oportunidade a ele para manifestar-se.
5º - Falar muito quase sempre cansa os ouvintes e pouco se aproveita. Fale pouco para que todos possam absorver algo de importante e útil que você tenha a proferir.
Entendendo meus irmãos.
1º - Eu não posso e não devo fazer julgamentos precipitados daqueles que comigo convivem.
2º - Estamos todos na escola da vida aprendendo a relacionar-nos uns com os outros, e o discernimento é diferente de pessoa para pessoa.
3º - Quanta diversidade existe nas formações individuais. Desejar que o meu Irmão pensa como eu é negar a sua própria liberdade.
4º - Temos a obrigação de orientar, ensinar, mas nunca impor pontos de vista pessoais inerentes ao nosso modo de ver, sentir e reagir.
5º - Não é por acaso que nos é sempre cobrada a tolerância. Devo aprender a ser tolerante primeiro comigo mesmo e, então, estende-la aos demais.
Dia de reunião! Voasse já sabe o que tem a fazer?
Iº - Hoje é dia de reunião, vou dar uma lida no meu ritual para não esquecer os detalhes!
2º - Mesmo que eu já saiba de cor o ritual, não devo negligenciar meu cargo ou minha função em Loja.
3º - Se o irmão cometer alguma falha, corrija: se possível, com discrição, sem fazer disso motivo de chacota e gozação.
4º - Quando a cerimônia é desenvolvida por todos de forma consciente e com amor, todo o ambiente reflete a atmosfera de paz e tranqüilidade entre todos.
5º - O ritual deve ser cumprido em todos os seus detalhes. Quando participado com boa vontade, tudo fica mais belo, sem falhas, sem erros, proporcionando um bem estar geral.
Como devo me apresentar em loja?
Iº - O templo é o lugar onde acontece a reunião dos Irmãos imbuídos do desejo de evoluir e contribuir para a evolução dos demais.
2º - Valorizar a reunião, apresentar-se com sua melhor roupa, ou seja: Despido de toda maldade, manter os pensamentos nobres e altruísticos, valorizando cada Irmão e cumprindo com todas as regras existentes.
3º - Traje limpo, com bom aspecto, revela a personalidade de quem o usa e influenciará diretamente no relacionamento entre os participantes daquela reunião. Tomemos cuidado, pois!
4º - Aquele que é fiel no pouco será fiel no muito, aquêle que é infiel no pequeno será igualmente infiel no grande. Cuidado com os relapsos, eles não respeitam nem a si próprio!
5º - Bom seria que todos fossem responsáveis; cabe a cada um de nós criticar construtivamente, visando sempre ao progresso do Irmão imaturo cujo comportamento nos causa constrangimento.
Elegância.
1º - Como é gratificante constatarmos a elegância de um Irmão; verificar em seu comportamento a expressão de uma educação fina e irrepreensível.
2º - É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
3º - A elegância deve nos acompanhar desde o acordar até a hora de dormir; devemos manifestá-la sempre, nos mais simples relacionamentos, onde não existam fotógrafos nem câmeras de televisão.
4º - Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando para só depois mandar dizer se atende.
5º - Se os amigos, os Irmãos, não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfruta-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe, não é frescura.
É A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO...
O Iniciado
1º - Quando vossos olhos se abriram para a verdadeira luz, uma infinidade de objetos, novos para o vosso entendimento, atraiu a vossa atenção.
2º - As diversas circunstâncias que rodearam a vossa recepção, as provas a que fostes submetidos, as viagens que vos fizeram efetuar e os adornos do templo em que vos encontraste, tudo isso reunido deveria ter excitado a vossa curiosidade, e para satisfazê-la não há outro caminho senão o da busca do conhecimento e da verdade.
3º - A maçonaria, cuja origem se perde na noite dos tempos, teve sempre por especial escopo agremiar todos os homens de boa vontade que, convencidos da necessidade de render sincero culto à virtude, procuram os meios de propagar o que a doce e sã moral nos ensina.
4º - Como esses homens desejam trabalhar nessa obra meritória com toda tranqüilidade, calma e recolhimento, reúnem-se para isso nos Templos Maçônicos.
5º - Os verdadeiros Maçons trazem constantemente na sua memória não somente as formas gráficas dos símbolos maçônicos, como, e muito principalmente, as grandes verdades morais e científicas que os mesmos representam. Sejamos então todos verdadeiros.
Livre e de bons costumes.
1º - Para que um candidato seja admitido à iniciação, a maçonaria exige que ele seja "livre e de bons costumes".
2º - Existindo os servos, durante a idade média, todas as corporações exigiam que o candidato a Aprendiz para qualquer ofício tivesse nascido livre", visto que, como servo ou escravo, ele não era dono de si mesmo.
3º - De bons costumes por ter orientado sua vida para aquilo que é mais justo, mais elevado e perfeito.
4º - Essas duas condições tornam o homem qualificado para ser maçom e com reais possibilidades de desenvolver-se a fim de tornar-se um ser perfeito.
5º - Verdadeiro Maçom é: "Livre dos preconceitos e dos erros, dos vícios e das paixões que embrutecem o homem e fazem dele um escravo da fatalidade.
O que não devo esquecer.
1º - A maçonaria combate a ignorância, de todas as formas com que se apresenta.
2º - Devo cultivar o hábito da leitura para enriquecer em conhecimento, ajudar de forma consciente todos aqueles que estão a minha volta.
3º - Estar atento e lembrar sempre a meus irmãos que um maçom tem de ter uma apresentação moral, cívica, social e familiar sem falhas ou deslize de qualquer espécie.
4º - Não esquecer: as palavras comovem, mas os exemplos arrastam! Tenho, como Maçom que sou, de servir sempre de exemplo, em qualquer meio que estiver.
5º - Lutar pelo princípio da eqüidade, dando a cada um, o que for justo, de acordo com a sua capacidade, suas obras e seus méritos.
O tronco de beneficência.
1º - Possui várias denominações, como: Tronco de solidariedade, de Beneficência, dos Pobres, da Viúva, etc.
2º - A segunda bolsa é conduzida pelo Hospitaleiro, que também faz o giro, obedecendo a hierarquia funcional; oferece a bolsa aos Irmãos sem olhar para a mão que coloca o óbolo.
3º - Contribuir financeiramente para a beneficência é um dos deveres mais sérios de todo maçom, uma vez que, junto com o seu óbolo, lança os "fluidos espirituais" que o acompanham, dando afinal muito mais que os simples valores materiais.
4º - "Mais bem aventurado é o que dá, do que o que recebe", é um preceito bíblico que deve estar sempre em nossa mente.
5º - Quando colocamos o nosso óbolo, devemos visualizar o destinatário, enviando-lhe nosso carinho e votos de prosperidade.
PENSE NISSO, E PROCURE SER UM MAÇOM DIGNO DE PERTENCER À SUBLIME ORDEM.
Fonte: JBNews - Informativo nº 238 - 23.04.2011
sexta-feira, 10 de maio de 2024
VANTAGENS DO PERDÃO
Pe. João Bachmann - Pároco da Paróquia Catedral São Paulo Apóstolo
(PARA UMA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO NADA QUE UMA REFLEXÃO SOBRE AS VANTAGENS DO PERDÃO)
Perdoar não é fácil, mas é o caminho mais eficaz para a convivência humana saudável e feliz.
Nosso viver e conviver sobrevivem graças ao perdão que é uma atitude de amor incondicional, de compreensão, de misericórdia e de alta sabedoria.
Quem não perdoa é um perdedor.
Perde de dois a zero porque frustra o relacionamento humano e carrega dentro de si o lixo da mágoa e amargura.
Quem perdoa, alcança o zero a zero, ou seja, restabelece a comunhão e expulsa o veneno do ressentimento.
Terá saúde física, psicológica, social e espiritual. O perdão é remédio, cura, excelente terapia.
Quem não perdoa, não esquece o mal e sofre a doença da “compulsão de repetição”; vive sempre lembrando, repetindo, desabafando a dor interna.
Por não perdoar, irá sempre culpar alguém e vingar-se. Isso tudo aumenta o sofrimento e o desgaste físico. Perdoar é tirar a raiz da amargura.
Perdoar é compreender, desistir de julgar e de culpar os outros. Isso é possível quando reconhecemos que somos barro.
Ninguém é infalível. Quando aceitamos o nosso barro e os dos outros conseguimos dar um novo significado ao fato que nos magoou, temos nova compreensão, novo olhar, novo sentimento sobre fatos e pessoas.
O perdão muda a realidade porque é encontro com a verdade. Perdoar reatar o relacionamento rompido, é colocar-se nas mãos do outro, abdicar do julgamento pessoal.
É um gesto de gratuidade no qual fazemos o dom de nós mesmos. Sem o perdão somos pesados, doentes, depressivos, agressivos, desumanos. Perdoar é reumanizar-se.
A falta de perdão torna falsa e estéril a oração. O rancor, a mágoa, o ressentimento impedem a ação da graça.
O sentimento negativo é uma energia venenosa que se transforma em doença, insônia, agressividade, imoralidade, alcoolismo, barulho, farra, etc. Muitos problemas da vida têm sua raiz na falta de perdão.
A mágoa, o ressentimento, a amargura são energias e sentimentos destrutivos. Assim, quem não perdoa odeia a caridade e vive no azedume e crítica, fere o coração, morre aos poucos, sente-se perdido.
Só resta o vazio, a solidão e a algazarra para abafar a mal-estar interior. As conseqüências negativas da falta de perdão são tão perigosas e destruidora que a Bíblia aconselha a perdoar antes do pôr-do-sol.
Não ir dormir com raiva: “Não se ponha o Sol sobre vossa ira” (Ef .4,26)
Igualmente Jesus manda a perdoar setenta vezes sete, isto é, sempre, imediatamente e de todo o coração.
O perdão é tão benéfico que deve ser dado incondicionalmente, totalmente, incansavelmente.
Na oração do Pai-nosso, o perdão está ao lado do pão nosso de cada dia.
O perdão também é pão da vida, porque é o amor sem medida, amor de mãe, amor misericordioso.
É o perdão que possibilita a fraternidade e a boa qualidade do relacionamento humano.
Fonte: JBNews - Informativo nº 237 - 22.04.2011
quinta-feira, 9 de maio de 2024
O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO
(Desconheço o autor)
Algumas autoridades chamam este o Rito Antigo e Aceito, mas as Constituições Latinas da Ordem o designam como o Rito Escocês Antigo e Aceito, ou Antigo e Aceito Rito Escocês. Este título foi muito adotado e é tido como o correto nome do Rito.
Embora um do mais jovem dos Ritos maçônicos, não tendo surgido antes do ano 1801, este é atualmente o mais popular e o mais difundido. Supremos Conselhos ou Corpos Administrativos do Rito são encontrados em quase todos os países civilizados do mundo, e em muitos deles é a única Obediência maçônica. A história de sua organização é resumidamente esta: Em 1758, um Corpo de Maçons organizado em Paris chamados de o Conselho de Imperadores do Leste e Oeste, organizou um Rito chamado o Rito de Perfetdion que o consistiu em vinte e cinco Graus e o mais alto dos quais, era o Príncipe Sublime do Segredo Real.
Em 1761, este Conselho concedeu uma Patente ou Deputation a Stephen Morin, autorizando-o a propagar o Rito no Continente Ocidental. No mesmo ano, Morin chegou à Cidade de Santo Domingo dando início à disseminação do Rito, e designou muitos Inspetores, tanto para a Índia Ocidental como para os Estados Unidos. Entre outros, ele conferiu os Graus à Moses M. Hayes, com o poder de designar outros, quando necessário.
Hayes designou a Isaac Da Costa a Patente de Deputado Inspetor-Geral para Carolina do Sul que, em 1783, introduziu o Rito naquele Estado pelo estabelecimento de uma Grande Loja de Perfeição em Charleston. Foram designados outros Inspetores subseqüentemente, e em 1801 um Conselho Superior do Rito foi aberto em Charleston por John Mitchell e Frederick Dalcho.
Há muitas evidências nos Arquivos do Supremo Conselho que até aquele tempo foram reconhecidos os vinte e cinco Graus do Rito de Perfeição. Mas, subitamente, com a organização do Conselho Supremo, surgiu um novo Rito , criado pela adoção de mais oito dos graus avançados continentais, para fazer o Trinta e Três e não os Vinte e Cinco Graus do Rito.
O Rito consiste em Trinta e Três Graus, e dividido em seis seções, cada seção que está sob uma Jurisdição apropriada, como segue, abaixo:
I
LOJA SIMBÓLICA
II
LOJA DE PERFEIÇÃO
III
CAPÍTULO ROSA CRUZ
IV
CONSELHO DE KADOSH
V
CONSISTÓRIO OU PRÍNCIPE SUBLIME OU MESTRE DO SEGREDO REAL
VI
O SUPREMO CONSELHO
Estes às vezes são chamados os Graus Azuis ou Simbólicos. Eles não são conferidos pelo Rito escocês na Inglaterra, Escócia, Irlanda, ou nos Estados Unidos, porque os Conselhos Supremos se abstêm de exercitar jurisdição por respeito à mais velha autoridade nesses países do York e Rito americano.
A classificação dos anteriores Graus se dá conforme são organizados na Jurisdição Sulista. Na Jurisdição maçônica do norte os graus de Consistório começam na Pontífice Principal, o décimo nono, e incluem o trigésimo segundo, Príncipe Sublime do Segredo Real; e o Conselho de Príncipes de Jerusalém governa os décimo quinto e décimo sexto graus. Vários dos títulos dos Graus variam no uso deles pelos Conselhos Supremos mas a mesa anterior cobre a maioria destas variações. A Jurisdição Sulista omite a palavra, por exemplo, Principal dos nomes do décimo segundo, décimo quarto, décimo nono, vigésimo e vigésimo nono graus, e também usa Elu em vez das outras designações, omite o Chefe do trigésimo primeiro, e especifica o Mestre pelo trigésimo segundo.
A História completa e revisada do Rito está no livro do Doutor Mackey.
OS 33 GRAUS
O aprendizado do maçom está dividido por etapas. Cada etapa é desenvolvida numa Câmara própria, com seus respectivos graus. São elas:
Lojas Simbólicas
do 1º ao 3º graus
Lojas de Perfeição
do 4º ao 14º graus
Capítulos
do 15º ao 18º graus
Conselhos de Kadosch
do 19º ao 30º graus
Consistórios de Príncipes do Real Segr.
do 31º e 32º graus
Supremo Conselho
33º grau
Loja Simbólica
1º Grau : APRENDIZ - O Aprendiz deve, acima de tudo, saber aprender. É o primeiro contato com o Simbolismo Maçônico. Aprende as funções de cada um no templo e sempre busca o desenvolvimento das virtudes e a eliminação dos vícios. Muitos maçons antigos afirmam que este é o mais importante de todos os graus.
2º Grau : COMPANHEIRO - A fase de Companheiro propicia ao maçom um excepcional conhecimento de símbolos, além de avanços ritualísticos e desenvolvimento do caráter.
3º Grau : MESTRE - É o chamado grau da plenitude maçônica. No âmbito do Simbolismo (Lojas Simbólicas) é o grau mais elevado que permite ocupar quaisquer cargos. O Mestre possui conhecimentos elevados da história e dos objetivos maçônicos.
Loja de Perfeição
4º Grau : MESTRE SECRETO - Neste grau, além de outros conhecimentos, o maçom aprende as virtudes do Silêncio. Avança fantasticamente no conhecimento de símbolos utilizados na Maçonaria em geral.
5º Grau : MESTRE PERFEITO - Aprende-se no 5º grau a meditação interior. Privilegia este grau, o princípio moral de render culto à memória de honrados antepassados. Completa o conhecimento dos graus anteriores.
6º Grau : SECRETÁRIO ÍNTIMO ou MESTRE POR CURIOSIDADE - É dedicado à necessidade de se buscar o conhecimento, sem o qual não há progresso. Contudo, adverte para a vã curiosidade, capaz de gerar malefícios. Investiga-se a miséria social e as maneiras de combatê-las, dentre outras coisas.
7º Grau : PREBOSTE E JUIZ ou MESTRE IRLANDÊS - Neste grau estuda-se a eqüidade, os princípios da Justiça, o Direito Natural e alguns princípios éticos da liderança.
8º Grau : INTENDENTE DOS EDIFÍCIOS ou MESTRE EM ISRAEL - Dedica-se a estudar a fraternidade do homem por meio de valores como o trabalho e o direito à propriedade. Combate a hipocrisia, a ambição e a ignorância.
9º Grau : MESTRE ELEITO DOS NOVE - Estudam-se a realidade dos ciclos, as forças negativas e a força da reconstrução.
10º Grau : MESTRE ELEITO DOS QUINZE - Estudam-se a extinção de todas as paixões e as tendências pouco proveitosas, censuráveis.
11º Grau : SUBLIME CAVALEIRO ELEITO ou CAVALEIRO ELEITO DOS DOZE - Dedica-se à regeneração.
12º Grau : GRÃO-MESTRE ARQUITETO - Estuda o poder da representação popular.
13º Grau : CAVALEIRO REAL ARCO - Estuda os magos pontífices do Egito e de Jerusalém.
14º Grau : GRANDE ELEITO ou PERFEITO E SUBLIME MAÇOM - É o grau mais alto das Lojas de Perfeição. Proclama o direito inalienável da liberdade da consciência. Defende uma educação digna para que o homem possa ter governantes que assegure direitos e obrigações compatíveis.
Capítulo
15º Grau : CAVALEIRO DO ORIENTE - Dedica-se à luta incessante para o progresso pela razão.
16º Grau : PRÍNCIPE DE JERUSALÉM - Estuda a vitória da liberdade como conseqüência da coragem e perseverança.
17º Grau : CAVALEIRO DO ORIENTE E DO OCIDENTE - Explora o Direito de reunião.
18º Grau : CAVALEIRO ROSA-CRUZ - É dedicado ao triunfo da Luz sobre as Trevas. É a libertação pelo Amor.
Conselho de Kadosh
19º Grau : GRANDE PONTÍFICE - Fala sobre o triunfo da Verdade, estuda o pontificado.
20º Grau : MESTRE AD VITAM - É consagrado aos deveres dos Chefes das Lojas Maçônicas.
21º Grau : NOAQUITA ou CAVALEIRO PRUSSIANO - Estuda os perigos da ambição e o arrependimento sincero.
22º Grau : CAVALEIRO DO REAL MACHADO ou PRÍNCIPE DO LÍBANO - Estuda o trabalho como propagador de sentimentos nobres e generosos.
23º Grau : CHEFE DO TABERNÁCULO - Dedica-se à vigilância dos valores propagados pela Ordem e ao combate da superstição.
24º Grau : PRÍNCIPE DO TABERNÁCULO - Dedica-se à conservação das doutrinas maçônicas.
25º Grau : CAVALEIRO DA SERPENTE DE BRONZE - Dedica-se ao combate ao despotismo.
26º Grau : PRÍNCIPE DA MERCÊ ou ESCOCÊS TRINITÁRIO - Estuda princípios de organização social por meio da Igualdade e da Harmonia.
27º Grau : GRANDE COMENDADOR DO TEMPLO - Defende princípios de governo democrático.
28º Grau : CAVALEIRO DO SOL ou PRÍNCIPE ADEPTO - Estuda a Verdade.
29º Grau : GRANDE ESCOCÊS DE SANTO ANDRÉ - É dedicado à antiga Maçonaria da Escócia.
30º Grau : CAVALEIRO KADOSCH - Fecha o ciclo de estudos no Kadosch. É um grau de estudos profundos a respeito do Simbolismo e Filosofia Maçônicos.
Consistório de Príncipes do Real Segrêdo
31º Grau : GRANDE JUIZ COMENDADOR ou INSPETOR INQUISIDOR COMENDADOR - Estuda o exame de consciência detalhado. Só os conscientes podem ser justos. Estuda-se História.
32º Grau : SUBLIME CAVALEIRO DO REAL SEGREDO - Estuda o poder militar.
SUPREMO CONSELHO
33º Grau : SOBERANO GRANDE INSPETOR GERAL -É o último grau. Fecha o ciclo de estudos. É, em última análise, o maçom mais responsável (pois todos o são!) pelos destinos da Maçonaria no país (no que tange ao Filosofismo). É o guardião, mestre e condutor da Maçonaria.
OBS.: O objetivo foi dar uma visão geral de cada um dos graus. Evidentemente eles têm muito mais conteúdo do que aqui foi comentado. Bons livros de Maçonaria, dedicados ao público em geral, podem - com certeza - subsidiar de forma mais apropriada àquele que pretenda saber mais. Há livros que comentam quase tudo da Maçonaria. Os verdadeiros segredos, contudo, permanecem exclusivos: palavras de passe, os toques e os diversos sinais.
quarta-feira, 8 de maio de 2024
REGIMENTO INTERNO
(Desconheço o autor)
Sentindo a necessidade da disciplinar os trabalhos de uma Loja maçônica, a Loja João Evangelista, de Darmstadt, na República Federal alemã, estabeleceu um Regimento Interno que poderia ser adotado por qualquer Oficina.
Os pontos que o compõem são os seguintes:
a) No decorrer dos trabalhos ritualísticos, cada qual deve cuidar de manter a decência na indumentária e em suas atitudes.
b) A exatidão é o mínimo de seus deveres. A chegada em atraso do Irmão impede de começar os trabalhos na hora prevista. De outro lado, a chegada no decorrer da sessão perturba a serenidade dos Trabalhos em Loja. A chegada com no mínimo 30 (trinta) minutos de antecedência à abertura dos trabalhos serve não somente para estreitar os Laços Fraternais que unem os IIr. da Oficina, mas contribui para conhecer os IIr. visitantes.
c) Os Encontros Fraternais fora do Templo deveriam ser multiplicados, a fim de estreitar os laços que os unem, fazendo com que os IIr. se conheçam melhor entre si.
d) Os IIr. parecem perder de vista as obrigações assumidas, quando de sua iniciação, de assistir regularmente os Trabalhos. Em caso de ausência, os IIr. são obrigados de justificá-la, acompanhando as suas escusas com um óbolo destinado ao Tronco de Solidariedade.
e) O conhecimento da Maçonaria implica a leitura da Literatura Maçônica. Os IIr. deveriam utilizar a biblioteca, internet, rituais ou consultar um catálogo de Obras Maçônicas que podem adquirir se orientando com os Mestres mais antigos da sua Loja.
f) O pagamento regular das cotizações é importante para a boa gestão de uma Oficina. Aquele que se sentiria apertado para ajustar as suas cotizações deve abrir-se com o Venerável sobre o assunto, pedindo-lhe um prazo ou uma remissão parcial ou mesmo total.
g) Os IIr. deveriam tomar parte nos trabalhos de outras Oficinas. Isto serve à Comunidade maçônica e ao Maçom, em particular, estreitando os laços que nos unem.
h) Multiplicar as relações particulares entre IIr., a fim de melhor conhecê-los e fazer-se melhor conhecer por eles. O Amor Fraterno do próximo não pode tornar-se efetivo, senão quando nos conhecemos bem. Freqüentar apenas os mesmos IIr. conduz à formação de “clãs” prejudiciais à Ordem.
i) O comportamento dos IIr. na vida profana é muito importante para a reputação da Maçonaria e sua irradiação. É necessário ter sempre no espírito estas palavras do nosso Ir. F. Lessing: “Deve-se reconhecer o Maçom pelos seus atos”.
Atenção, tolerância (sem covardia), generosidade, são as condições a preencher para realizar o Amor Fraterno dos Humanos. Não há melhor propaganda para a Ordem senão as relações cordiais e o exemplo dado pelos IIr.
"O dever do maçom é comportar-se como tal, praticando a verdadeira maçonaria"
"O conhecimento só tem valor quando compartilhado"
"Vitorioso não é aquele que vence os outros, e sim é o que vence a si mesmo, dominando seus vícios e superando seus defeitos."
quarta-feira, 1 de maio de 2024
quarta-feira, 24 de abril de 2024
MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO
Como funciona o Mundo Corporativo...
'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
e pegava duro no trabalho
A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída
da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.A barata, então, contratou uma mosca,
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior)
para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!
E adivinha quem o besouro mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. '
Já viu esse filme antes?
Bom trabalho a todas as formigas!
Fonte: JBNews - Informativo nº 238 - 23.04.2011
terça-feira, 16 de abril de 2024
AS 13 VIRTUDES DE FRANKLIN
Para alcançar seu objetivo, Benjamin Franklin desenvolveu e se comprometeu com um programa de aprimoramento pessoal que consistia em 13 virtudes.
As 13 virtudes foram:
1. TEMPERANÇA: "Coma para não embotar; beba para não se elevar".
2. SILÊNCIO: "Não fale senão o que pode beneficiar os outros ou a si mesmo; evite conversas banais."
3. ORDEM: "Que todas as tuas coisas tenham o seu lugar; deixe que cada parte do seu negócio tenha o seu tempo."
4. RESOLUÇÃO: "Resolva executar o que deve; Execute sem falhas o que você resolve".
5. FRUGALIDADE" "Não faça nenhuma despesa senão fazer o bem aos outros ou a si mesmo; ou seja, não desperdiçar nada."
6. INDÚSTRIA: "Não perca tempo; estar sempre empregado em algo útil; cortar todas as ações desnecessárias."
7. SINCERIDADE: Não use nenhum engano prejudicial; Pense inocente e justamente e, se falar, fale de acordo".
8. JUSTIÇA: "Não errar ninguém, fazendo lesões ou omitindo os benefícios que são seu dever."
9. MODERAÇÃO: "Evite extremos; Tolere se ressentir das lesões tanto quanto você acha que elas merecem."
10. LIMPEZA: "Não tolere impurezas no corpo, nas capas ou na habitação."
11. TRANQUILIDADE: "Não se perturbe com ninharias, ou com acidentes, comuns ou inevitáveis."
12. CASTIDADE: "Raramente use venery, mas para a saúde ou descendência, nunca para embotar, fraqueza ou ferir a sua própria paz ou reputação ou de outrem."
13. HUMILDADE: "Imitai Jesus e Sócrates."
quarta-feira, 10 de abril de 2024
SOBRE A IMPORTÂNCIA DE PENSAR
Franciele Andrade
Cada vez mais, tenho notado como as pessoas falam! Todo mundo tem opinião, todo mundo quer expressar a sua e, inevitavelmente, quer convencer o interlocutor de que o seu próprio achismo é o melhor ou o mais correto. Há uma frase, que, aliás, me agrada muito, que diz assim: “O pensamento é o ensaio da ação”. Bom se fosse!
O valor do pensamento está, cada vez mais, sendo menosprezado. Mas, pensar antes de falar e de agir, evita inúmeros incômodos. O pensamento é como se fosse o planejamento da ação. Se nos propusermos a fazer uma retrospectiva mental, veremos que a maioria das coisas que não deram certo foram precedidas da falta de planejamento.
Além disso tudo, tem mais uma questão que pode, facilmente, ser evitada ao estarmos dispostos a pensar. Em função de estarmos tão acostumados a receber opiniões, ouvir todos se manifestando sobre qualquer assunto, verdadeiros especialistas em tudo, não nos damos conta de que nos estamos aproveitando da opinião do outro. Se algo que for dito nos fizer sentido, nós simplesmente adotaremos a ideia e a repetiremos depois. Quer dizer, então, que muitas das opiniões nem são opiniões e, sim, repetições de coisas que outros venderam e foram compradas por preguiçosos.
Não digo que não se deva debater sobre qualquer tema, muito pelo contrário. Digo, apenas, que o exercício de pensar não deve ser deixado em segundo plano. Ele é fundamental para que nos possamos descobrir, tomar contato com nossa subjetividade, conhecê-la e, se der vontade, partilhá-la. Acredito ser muito mais justo, e honesto, da nossa parte, desse jeito, tirar as próprias conclusões. Lógico, temos que nos informar, ir atrás, ler. É muito perigoso não ler, pois, assim, acreditaremos em tudo o que nos disserem.
Mas essa é apenas uma opinião; expressa, porém, pela minha subjetividade!
Fonte: https://modaaz.com.br
segunda-feira, 11 de março de 2024
BRONCA QUE TOMEI DE UMA CUNHADA
Sérgio Quirino Guimarães
Saudações estimado Irmão, estou envergonhado devido à BRONCA QUE TOMEI DE UMA CUNHADA
Normalmente eu recebo um bom número de e-mail por dia, leio todos, alguns são apenas informações, outros importantes instruções, mas agora acabo de ler um que me deixou sem reação.
Há alguns anos me dispus a compartilhar com os Irmãos os meus estudos, sempre sugerindo que complementassem o artigo semanal e aproveitassem o Quarto-de-hora-de-estudo para intercambiar sobre o tema.
Desta vez o assunto não é simbólico nem ritualístico, é um fato concreto que ultrapassa a estrutura de uma Loja e compromete a Instituição. Eu realmente não sei o que responder para a cunhada que pessoalmente não conheço, e me aflige a possibilidade do que ela esteja sentindo, seja também uma realidade em outras cunhadas e o pior será a conivência dos Irmãos com estas atitudes que aviltam o Ser Humano e põem por terra todo o trabalho de homens verdadeiramente de bons costumes.
Não tenho a intenção de dar sermão, nem de apontar os erros, apenas temo pela profanação de nossos valores e diretrizes. Abaixo segue o e-mail da cunhada, (retirei seu nome e endereço eletrônico), gostaria de sugerir que o mesmo fosse lido na "ordem do Dia" e que os Irmãos intercambiassem e se conscientizassem do perigo que nos ronda.
Logo após o e-mail, transcrevi a instrução do Irmão Leonel, que deve servir de reflexão para todos nós.
Queridos Irmãos, cuidemos com carinho de nossa Instituição, temos mecanismos de depuração, não posterguem seu uso. Se por cima de um cesto estiver uma maçã podre, naturalmente todos pensarão que as demais também estão estragadas.
---x--- e-mail da cunhada
----- Original Message -----
From: (nome da cunhada)
To: quirino@roosevelt.org.br
Sent: Monday, April 04, 2011 12:35 PM
Subject: A VERDADEIRA MAÇONARIA
Caríssimo Cunhado Quirino, boa tarde!
Sou (nome da cunhada) e acabo de receber do meu marido o convite para sua palestra, que será realizada no Congresso promovido pela Grande Loja.
Obrigada pela disponibilidade, no entanto, gostaria de saber se você vai abordar o tema abaixo:
O descaso que venho observando por parte da Maçonaria em geral para com as famílias.
Desde muitos anos estou percebendo que " ir para a loja" virou um encontro de homens sem o mínimo de caráter e consideração com suas esposas para beber, falar de mulheres, sexo, etc.
Eu sempre fui uma esposa muito presente aos eventos da maçonaria mineira e realmente admirava a instituição por acreditar que suas normas eram cumpridas (doce ingenuidade). Várias esposas que converso reclamam das mesmas coisas.. Irmãos casados saindo para botecos com mulheres, irmãos mandando telefone de prostitutas por o email, maridos (membros) que dizem ir visitar lojas mas chegam com bafo de cachaça de madrugada em casa, e muitas outras coisas que prefiro nem comentar.Outro fator que gostaria de citar é a banalização da maçonaria.. qualquer vagabundo hoje em dia se torna membro. Esse negócio de sindicância, não é nada mais que uma conversa de boteco. Não serve para nada, as pessoas falam o que querem e ninguém procura saber o que ela realmente é.. seus valores, honestidade e fraternidade só são questionados quando esse "maçom" trata de realmente tirar suas mascaras, causando danos MATERIAIS a seus irmãos. Apenas essa atitude que é devidamente repreendida..o resto.. de da toda assistência a família, aos filhos, respeitar as cunhadas e sobrinhos, nada disso é respeitado e todo mundo ta cansado de saber e ver quem são esses membros. E atitude ninguém toma..
Aguardo retorno.
Obrigada,
(nome da cunhada)
---x--- instrução do Irmão Leonel
"A família exerce um papel essencial na vida de um maçom, é seu dever amá-la e protegê-la acima de qualquer coisa;
Para com os filhos deve exercer com lealdade o poder pátrio, educando e ensinando-lhes que o trabalho e a honradez constituem o mais seguro amparo, além de ser a única forma justa de ascensão social;
Não existe forma mais adequada de construir uma sociedade equilibrada que não seja no seio da família e, não restam dúvidas de que o sustentáculo da família é centrado na presença da mulher.
O Respeito à Esposa:
O Maçom que não respeita a sua Esposa, não respeita a Maçonaria e muito menos Deus.
Jamais conquistará a admiração e o respeito de seus Irmãos, poi, em verdade tudo o que somos devemos às mulheres"
Leonel Ricardo de Andrade - Eminente Grande Primeiro Vigilante - GLMMG
Fonte: JBNews - Informativo nº 233 - 18.04.2011
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
MALLEUS MALEFICARUM
MALLEUS MALEFICARUM: Martelo das Bruxas ou O
Martelo das Feiticeiras é uma espécie de manual de diagnóstico para bruxas, publicado em 1487, dividindo-se em três partes: a primeira ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes; a segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os; e a terceira regrava as formalidades para agir legalmente contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las (não necessariamente nesta ordem). O livro foi amplamente utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinqüenta anos, até o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las.
Histórico: O Martelo das Feiticeiras, é provavelmente o tratado mais importante que foi publicado no contexto da perseguição da bruxaria do Renascimento. Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487, e que logo recebeu dezenas de novas edições por toda a Europa, provocando um profundo impacto nos juízos contra as bruxas no continente por cerca de 200 anos. A obra é notória por seu uso no período de histeria da caça às bruxas, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII.
Apropriadamente descrito como um dos livros mais terríveis da história humana. O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger. Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 5 de dezembro de 1484, o principal documento papal sobre a bruxaria. Nela, Sprenger e Kramer são nomeados (Iacobus Sprenger e Henrici Institoris) para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais. Kramer e Sprenger apresentaram o Malleus Maleficarum à Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia (Alemanha), em 9 de maio de 1487, esperando que fosse aprovado.
Entretanto, o clero da Universidade o condenou, declarando-o tanto ilegal como antiético. Kramer, porém, inseriu uma falsa nota de apoio da Universidade em posteriores edições impressas do livro. A Igreja Católica proibiu o livro pouco depois da publicação, colocando-o na Lista de Obras Proibidas (Index Librorum Prohibitorum).
A suposta aprovação inserida no início do livro contribuiu para sua popularidade, dando-lhe a impressão de que havia recebido um respaldo oficial. O texto chegou a ser tão popular que vendeu mais cópias que qualquer outra obra, à exceção da Bíblia, até a publicação O Progresso do Peregrino, de John Bunyan, em 1678.
Os efeitos do Malleus Maleficarum se espalharam muito além das fronteiras da Alemanha, provocando grande impacto na França e Itália, e, em grau menor, na Inglaterra.
Embora a crença popular consagrasse o Malleus Maleficarum como o clássico texto católico romano, no que cabia à bruxaria, a obra nunca foi oficialmente usada pela Igreja Católica. Kramer foi condenado pela Inquisição em 1490, e sua demonologia considerada não acorde com a doutrina católica. Porém, seu livro continuou sendo publicado, sendo usado também por protestantes em alguns de seus julgamentos contra as bruxas.
No Brasil foi publicado pela editora Rosa dos Tempos com o título O Martelo dasFeiticeiras. Teses centrais: O As teses centrais do Malleus Maleficarum fundamentaram-se na idéia de que o demônio, sob a permissão de Deus, procura fazer o máximo de mal aos homens para apropriar-se de suas almas. Este mal é feito prioritariamente através do corpo, único canal em que o demônio pode predominar. A influência demoníaca é feita através do controle da sexualidade, e por ela, o demônio se apropria primeiramente do corpo e depois da alma do homem. Segundo o livro, as mulheres são o maior canal de ação demoníaca.
Ainda, a primeira e mais importante característica descrita no livro, responsável por todo o poder das feiticeiras, é copular com o demônio. Portanto, Satã é o senhor do prazer. Dessa forma, uma vez obtida a relação com o demônio, as feiticeiras são capazes de desencadear todos os males, especialmente impotência masculina, impossibilidade de livrar-se de paixões desordenadas, oferendas de crianças à Satã, abortos, destruição das colheitas, doenças nos animais, entre outros. Porém, no próprio livro é citado que o coito com o demônio não seria exatamente carnal, já que estas criaturas eram espíritos, mas ocorria através de rituais orgíacos.
O surgimento do Malleus Maleficarum
No início do século IX, havia a crença popular sobre existência de bruxos que, através de artifícios sobrenaturais, eram capazes de provocar discórdia, doenças e morte. Por sua vez, a Igreja não aceitava a existência de bruxos e ainda, baseado no Conselho eclesiástico de São Patrício, afirmava que um cristão que acreditasse em vampiros, era o mesmo que declarar-se bruxo, confesso ao demônio e pessoas com crenças não poderiam ser aceitas pela Igreja a menos que revogue com suas palavras o crime que cometeu.
Na segunda metade do século X já havia penalidades severas para quem fizesse uso de artes mágicas. No século XIV (1326) a Igreja autoriza a Inquisição a investigar os casos de bruxaria. Pouco mais de cem anos depois, em 1430, teólogos cristãos começam a escrever livros que provam a existência de bruxos.
O livro Formicarius, escrito por Thomas de Brabant, em 1480, aborda a relação entre o homem e a bruxaria. Em uma sociedade na qual a religiosidade, política, sexualidade e artes estavam interligadas e sob o domínio da Igreja, transgredir as normas de conduta em apenas um desses campos, acarretaria, por conseqüência, numa transgressão generalizada e direta sobre o poder do clero.
Dessa forma, sob o papado de Inocêncio VIII, a bula Summis Desiderantes Affectibus promulgada a 5 Dezembro 1486 a igreja reconhece a existência das bruxas e da bruxaria, assim como concedeu autorização para que os praticantes de bruxaria fossem perseguidos e eliminados. E assim, inaugurou-se a sangrenta caça ás bruxas que durou séculos e foi responsável por um autêntico genocídio de mulheres e homens em todas as latitudes do continente Europeu, chegando mesmo a afetar o início da história norte-americana.
O Malleus Maleficarum nasceu da necessidade que a Igreja Católica tinha de organizar e legitimar suas práticas, principalmente quando relacionadas à Santa Inquisição, que já atuava desde o final do século XII. Até aquele momento, não havia uma referência oficial que abordasse a questão da bruxaria. Fazia-se necessário um documento escrito, aprovado pelo corpo eclesiástico, que tivesse valor legal e determinasse com maior precisão possível, as práticas de feitiçaria e suas respectivas punições.
Heinrich Kramer e James Sprenger, através de uma bula de Inocêncio VIII, foram nomeados inquisidores para que investigassem as práticas de bruxaria nas províncias do norte da Alemanha e incumbidos de produzir a obra que institucionaliza-se e legitima-se a ação da Igreja. Por aproximadamente dois anos, encarregaram-se da produção do espesso trabalho de mais de quatrocentas páginas. Por fim, o Formicarius foi acoplado e passou a fazer parte do tratado eclesiástico intitulado Malleus Maleficarum. A imprensa, recém surgida, facilitou a divulgação da campanha movida pela Igreja contra as feiticeiras.
Mulheres & Feiticeiras
Tradicionalmente, nas culturas pré-cristãs, a mulher era objeto de adoração e respeito. Era a fonte doadora da vida e símbolo da fertilidade. Porém, mesmo sob a alegação formal de combater a heresia em todas as suas variações, as descrições contidas no Malleus Maleficarum, fundamentadas em conceitos de uma civilização patriarcal, contribuíram para construir uma idéia fantasiosa e infamante sobre as mulheres. Esta idéia podia ser legitimada através do preceito que Eva surgiu de uma costela torta de Adão. Logo, ocorreu a associação que, conseqüentemente, todas as mulheres não podiam ser retas em sua conduta. Ainda, o pecado original ocorreu através do ato sexual (na metáfora de Adão e Eva comendo maçã) e, assim, a sexualidade era o ponto mais vulnerável do ser humano. Portanto, segundo o livro, mas a razão natural está em que a mulher é mais carnal do que o homem, o que se evidencia pelas suas muitas abominações carnais. Desse modo, qualquer mulher que se dispusesse a tratar pequenas enfermidades ou ferimentos com preparados domésticos à base de ervas, morasse sozinha e tivesse um animal de estimação (um gato, por exemplo), tivesse comportamento pernicioso, entre outras alegações superficiais, podia ser acusada de bruxaria. A tortura, como é sugerida no próprio Malleus Maleficarum, era o método utilizado para extrair as confissões das supostas bruxas. Aparelhos como A Dama de Ferro e a Cadeira das Bruxas eram amplamente utilizados. Além de torturas menos sofisticadas, como aquecimento dos pés ou introdução de ferros sob as unhas. Deste modo, a ré passava por tantos suplícios que acabava por admitir as sentenças elaboradas pelo inquisidor. Ainda, as lendas em torno das supostas bruxas propagavam-se entre o povo. Através da ação demoníaca, uma mulher podia ser capaz de se transformar em animais, voar e manipular a vontade, confundir o pensamento e a atitude de outras pessoas. Provocar ereção masculina ou a impotência sexual; além de inibir ou aumentar a libido de suas vítimas. As bruxas, em seus rituais, dançavam nuas nos campos e se alimentavam de fetos e cadáveres.
Atualmente, aos olhos da ciência moderna, principalmente da psicanálise, diversos sintomas e indícios de possessão demoníaca descritos no Malleus Maleficarum são apenas disfunções mentais, como histeria e alucinações. O ocorrido em Salem, Nova Inglaterra, no fim do século XVII, é um bom exemplo de histeria coletiva. Ainda sob o olhar dos historiadores modernos, os motivos que levaram à produção do Malleus Maleficarum não são mais que artimanhas políticas com pouca ou nenhuma argumentação religiosa. De qualquer forma, o Malleus Maleficarum é um produto religioso e político dos mais significativos da Idade Média. Não é possível dissociá-lo do contexto histórico da Santa Inquisição, da Igreja Católica medieval, tampouco dos principais acontecimentos daquela época, como a peste negra, a queda do sistema feudal, a invenção da imprensa e o início da Renascença. Isto porque, de forma direta ou até mesmo contraditória, um acontecimento impacta sobre outro. Assim, o Malleus Maleficarum é mais que um código penal eclesiástico utilizado na Idade Média; é um registro fiel do que foi parte do pensamento da Igreja Católica medieval, com uma imensa oposição à figura da mulher e um desejo ensandecido de manter a autoridade política, econômica e religiosa e, desse modo, de todo um contexto deste capítulo da história da humanidade.
2. Mundo Assombrado pelos Demônios: (...) A obsessão com os demônios começou a atingir um crescente quando, em sua famosa bula de 1484, o papa Inocêncio VIII declarou: Tem chegado a nossos ouvidos que membros de ambos os sexos não evitam manter relações com anjos, íncubos e súcubos malignos, e que por meio de suas feitiçarias, palavras mágicas, amuletos e conjuros eles sufocam, extinguem e abortam os filhos das mulheres, além de gerar outras calamidades. Com essa bula, Inocêncio dava início à acusação, tortura e execução sistemáticas de inumeráveis bruxas em toda a Europa. Elas eram culpadas do que Agostinho descrevera como ato criminoso de bulir com o mundo invisível. Apesar do imparcial membros de ambos os sexos na linguagem da bula, não causou surpresa o fato de as meninas e as mulheres terem sido as principais perseguidas. Muitos protestantes influentes dos séculos seguintes, apesar de suas diferenças com a Igreja católica, adotaram visões quase idênticas. Até humanistas como Erasmo de Roterdã e Thomas More acreditavam em bruxas. (...) Se considerarmos que o ceticismo da sua época diminui na nossa, e se até um pouco de credulidade desenfreada ao final da época clássica ainda sobrevive na nossa, não é de se esperar que alguma coisa semelhante a demônios encontre um nicho na cultura popular presente? (Do livro, O Mundo Assombrado pelos Demônios, Carl Sagan). (V. Bruxaria, Demonologia, Diabo, Exorcismo, Íncubo e Súcubo, Inquisição, Magia, Satanismo).
Verbete extraído da obra “Do Meio-Dia à Meia-Noite”, obra do Ir∴ João Ivo Girardi.
Trata-se de Malleus Maleficarum. Traduzido para o português como Martelo das Feiticeiras ou Martelo das Bruxas.
É um livro escrito em 1484 e publicado em 1487 por dois monges alemães dominicanos, Heinrich Kramer e James Sprenger, que se tornou uma espécie de "manual contra a bruxaria".
O livro foi amplamente utilizado pelos inquisidores por aproximadamente duzentos e cinqüenta anos, até o fim da Santa Inquisição, e servia para identificar bruxas e os malefícios causados por elas, além dos procedimentos legais para acusá-las e condená-las.
Fonte: JBNews - Informativo nº 231 - 16.04.2011
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
QUE TIPO DE MAÇOM SOU EU?
Maçom gIrafa: corpo na Loja cabeça lá fora.
Maçom gatinho: só está contente se mimado.
Maçom urubu: sempre no meio da carniça.
Maçom papagaio: precisa ter os pés amarrados e as mãos cortadas para ser mantido na linha.
Maçom maritaca: fala muito e fora de hora.
Maçom perua: só quer aparecer
Maçom cigarra: sempre chiando enquanto os outros trabalham.
Maçom quiabo: está sempre escapando dos serviços em Loja ou fora dela.
Maçom casca de banana: sempre escorregando no que não sabe (e não viu).
Maçom bolo: só aparece nas festas.
Maçom açúcar: quando chove não vai para a Loja
Maçom pipoca: vive pulando daqui para ali, de Loja em Loja.
Maçom bule: de pó café.
Maçom ''McDonalds": quer as sessões em 30 segundos.
Maçom "Denorex": parece que é mas não é.
Maçom "Sonrisal": só agita.
Maçom ''iô-lô": ora subindo ora descendo, nunca se sabe se vem à Loja ou se vai cooperar.
Maçom carrinho de mão: precisa sempre ser empurrado.
Maçom trailer: precisa sempre ser puxado.
Maçom canoa: só vai se alguém remar para ele.
Maçom secreto: ninguém sabe que ele é Maçom, nem os irmãos.
Maçom balão a gás: vive sempre cheio de ar e pronto para explodir
Maçom Saraiva: tolerância zero.
Maçom celular: vive chiando e sempre fora do alcance quando se precisa dele.
Maçom clima: instáveis e inconstantes.
Maçom pedágio: só dá carona se pagar a gasolina.
Maçom nascer do sol: podemos sempre contar com ele para urna nova missão.
Maçom bateria descarregada: sem nenhuma energia nem força para ajudar os irmãos e a Loja.
Maçom Verdadeiro: firme em seus estudos, constante nos trabalhos e presente em sua Loja.
Fonte: Revista O Malhete nº 1
domingo, 31 de dezembro de 2023
ATA DA ÚLTIMA SESSÃO DE 2023
Na última semana do mês de dezembro do ano 2023 da E.'.V.'. reuniram-se homens Livres e de Bons Costumes, no Templo chamado Terra, cujas assinaturas estão presentes no coração e consciência de cada um.
Os trabalhos foram abertos e dirigidos pelo GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, que deixou a critério de cada um ocupar o cargo que sua consciência designasse. Por unanimidade, todos abriram mão de cargos.
A B∴de PProp∴ e IInf∴ fez seu giro, recolhendo apenas votos de Paz, Saúde, Gratidão e Felicidade.
A Ord∴ do Dia versou sobre paz, amor, harmonia e tolerância entre os povos deste planeta.
Na Instr∴ o G∴A∴D∴U∴ falou sobre o Livro da Lei, fazendo um apelo especial para que praticássemos os princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Na B∴ para o Tr∴ de Sol∴ foram depositados todos os esforços para um mundo mais J∴ e Perf∴
Na Pal∴ a bem da Ord∴ em Geral e do Q∴ em Part∴ usaram da Pal∴ todos os IIr∴ presentes que, em uníssono pensamento, solicitaram ao G∴A∴D∴U∴ que incutisse no coração de cada homem a prática da famosa frase “Paz na Terra aos homens de boa vontade”, proporcionando-nos um Ano Novo cheio de realizações.
Os trabalhos sendo considerados JJ∴ e PP∴ foram encerrados, retirando-se cada um dos IIr∴ com as energias renovadas e conscientes de seu papel como Construtor Social e não um mero homem vestido de avental.
O SECRETÁRIO
Fonte: Facebook_Pedreiros Livres
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