O vocábulo sugere a caminhada em direção de um templo; trata-se de uma postura estática que precede o ingresso pela meditação ao mundo espiritual.
É o instante em que o maçom, na formação da Cadeia de União, dispõe-se a penetrar no mundo ignoto, mas atraente da mente, buscando penetrar na mente do irmão que lhe está ao lado para uma fusão, e assim desaparecer a individualidade, para que os elos formem a cadeia.
Os hindus empregam, para o início contemplativo, o mantra, que é o pronunciamento de determinada palavra, cujo som conduz à meditação.
A meditação é o ato de interiorização; a contemplação é o ato de exteriorização; o maçom "contempla" os símbolos, envolvendo-os com o seu olhar, para depois buscar "adentrar" nos mesmos com a finalidade de absorver uma mensagem.
A contemplação é a antessala da meditação.
A visão participa ativamente; após a contemplação, dentro da Cadeia de União de todos os semblantes que a formam, o maçom xerra as pálpebras, mantendo na mente as imagens que são gravadas e conduzidas para o templo interior.
A formação da Cadeia de União exige conhecimento e adestramento. O maçom deve buscar, sempre, a informação respectiva.
Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 104.
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