O verdadeiro Mestre não vence a morte; vence o medo de viver sem propósito.
O esquife lembra que toda existência terrena é transitória.
O crânio recorda que títulos, riquezas e vaidades desaparecem com o tempo.
A pá simboliza o encerramento de um ciclo, mas também o preparo para um novo renascimento.
E a acácia permanece como o eterno emblema da esperança, da pureza dos princípios e da imortalidade daquilo que realmente importa: o caráter.
No Grau de Mestre Maçom, a maior lição não é sobre o fim da vida, mas sobre a transformação do homem. É compreender que o verdadeiro legado não está naquilo que acumulamos, mas naquilo que edificamos em nós mesmos e deixamos como exemplo aos que virão.
Ser Mestre é morrer para as imperfeições e renascer para uma vida guiada pela verdade, pela justiça e pela fraternidade.
“Que cada dia seja uma oportunidade de lapidar a Pedra Bruta da própria alma.”
Fonte: Sagrada Maçonaria
Nenhum comentário:
Postar um comentário