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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 7 de julho de 2019

SESSÃO EXTRAORDINÁRIA

SESSÃO EXTRAORDINÁRIA
(republicação)

Em 13.11.2014 o Respeitável Irmão Orlando Gladstone Albuquerque Lustosa, atual Venerável da Loja Dirceu Torres, 1.936, REAA, GOB-DF, Oriente de Brasília, Distrito Federal, solicita o seguinte esclarecimento: 
orlandogladstone@gmail.com 

Sessão Extraordinária: 

Ao tempo que o cumprimento, solicito saneamento de orientação ritualística quanto à existência da palavra relativa ao ato e do quadro em particular em Sessão Extraordinária previamente convocada via edital.

Considerações: 

Em sendo uma Sessão Extraordinária a Ordem do Dia será relativa apenas ao afim da Sessão. Nesse sentido também na coleta de Propostas e Informações as colunas decifradas se forem o caso, serão apenas aquelas que porventura venham ter relação com o motivo da Sessão. 

No tocante ao período onde será franqueado o uso da Palavra, esse como bem dito, restringe-se ao “ato” que deu motivo à Sessão Extraordinária. 

Outros assuntos ou afins ficam para a próxima Sessão Ordinária (econômica). 

T.F.A.
PEDRO JUK jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.643- Florianópolis (SC) – domingo, 29 de março de 2015

PÍLULAS MAÇÔNICAS

A LOJA DE YORK

A cidade de York, apesar de nos seus primórdios ter tido outro nome, já nasceu famosa pois essa província foi escolhida pelos romanos para conter as residências dos Imperadores e dos altos comandantes durante a estadia deles no norte da Inglaterra. O antigo nome era Eboracum e foi considerada a capital do norte desse país por muito tempo (estamos falando da época aproximada de 50 a.C).

Referente à Maçonaria, conta-se muita coisa, e não se sabe se é lenda ou história verdadeira. É dito que no ano 926 d.C, nessa cidade, teria sido realizada uma Assembléia Geral de Maçons, convocada pelo príncipe Edwin, irmão ou filho do Rei Saxão Athelstan.

A finalidade desta Assembléia era a de gerar uma Constituição que serviria de lei única para a Fraternidade dos Maçons. Essa Constituição, também chamada de “Manuscrito de Krauser” (foi dito ele ter feito a tradução do original) foi acreditada por muitos durante muito tempo, porém dúvidas apareceram sobre sua existência e veracidade. Em 1864, J.G.Findel foi designado pela Maçonaria alemã para descobrir o documento original, mas nada encontrou. 

A Loja de York era de considerável idade tendo originalmente sido uma Loja Operativa. Sabe-se que em 1705, essa Loja e outras fundaram uma espécie de Federação. Em 1725, estimulada pelo sucesso da Grande Loja de Londres e Westminster, essa Federação transformou-se em uma Grande Loja sob o título de “Grande Loja de Toda a Inglaterra”, com sede em York e redigiu 19 artigos que deveriam ser seguidos.

De 1740 até 1760 esse corpo ficou mais ou menos dormente, mas em 1761 a Grande Loja dos Modernos deu uma Carta Constitutiva a uma Loja em New York o que estimulou o interesse da Grande Loja original, resultando então na formação de 14 Lojas em Yorkshire, Lancashire e Cheshire.

Em 1790 a “Grande Loja de Toda Inglaterra” abateu Colunas (foi extinta), tendo seus antigos registros preservados, até hoje, pela Loja de York nº 236.

Não se sabe com certeza como que foi seu Ritual ainda que numerosas Lojas americanas se dizem hoje do Rito de York, o qual permanece em vigor nos EUA.

Entretanto, isso é assunto para uma próxima “Pílula Maçônica”.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

O SIMBOLISMO DA ELEVAÇÃO A COMPANHEIRO

O SIMBOLISMO DA ELEVAÇÃO A COMPANHEIRO
Armando Filippi Cravo

Introdução
Inicialmente queremos dar ênfase e chamar a atenção sobre a importância transcendental do simbolismo, que constitui os fundamentos da nossa Ordem, legado que recebemos de nossos antecessores e que continua sendo a maneira mais eficaz de transmitir nosso pensamento e nossa filosofia de vida. É um dos mais dignos suportes no qual se baseia nossa união.

Trata-se da representação visível de uma idéia ou uma força que atrás dele se oculta. É o instrumento através do qual as idéias chegam a se manifestar, e ao mesmo tempo é o mais apropriado veículo, que conduzido adequadamente nos leva precisamente à compreensão da sua identidade. Veda seu conteúdo aos que não estão capacitados para saber; mas revela aos iniciados e aos que estão dispostos a ver adiante das simples aparências, os segredos e mistérios do seu significado.

sábado, 6 de julho de 2019

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


SAUDAÇÃO AO DELTA OU AO VENERÁVEL

SAUDAÇÃO AO DELTA OU AO VENERÁVEL
(republicação)

Através do Irmão Moura (Revista A Trolha – Consultório Maçônico José Castellani) o Respeitável Irmão Joaquim Rocha, Loja União e Fraternidade, 96, Grande Loja do Rio Grande do Sul, sem declinar o nome do Rito e Oriente (Cidade), Estado do Rio Grande do Sul, solicita esclarecimentos no que segue: 
famrocha@ig.com.br 

Saudação: 

Há dias levantei uma questão em Loja, sobre a saudação que os Irmãos devem fazer ao subirem no Oriente: se a mesma é dirigida ao Venerável ou ao Delta. Embora eu tenha a coleção quase completa da Trolha, me faltando apenas os primeiros números, e abusando mais uma vez da boa vontade do prezado Irmão (Moura), me valendo dos arquivos existentes no sistema dessa renomada Editora, solicito a gentileza do Irmão me indicar quais as revistas que trazem trabalhos sobre esse elevado assunto.

Exposição:

LIBERTAD DE CONCIENCIA Y MASONERÍA

LIBERTAD DE CONCIENCIA Y MASONERÍA
Escrito por R.·.L.·. Progreso nº 1850/ Fuente: Masonería Mixta

Solemos referirnos a la libertad de conciencia como la libertad de concebir, desarrollar y disfrutar de cualquier idea sin limitaciones externas. Es, por lo tanto, el reconocimiento de la capacidad del ser humano de pensar por sí mismo.

Aunque sus precedentes históricos son remotos, y podemos encontrarlos tanto en la filosofía griega como en la India del siglo III a.C., la expansión del cristianismo por el continente europeo, y en general de todas las religiones reveladas supuso una limitación evidente de dicha libertad. Si partimos de que hay una verdad revelada, no hay mucho más que discutir acerca de la misma. Así, y aunque quien esto escribe no es para nada partidario de definir a la Edad Media como los llamados siglos oscuros, es evidente que la libre conciencia no existía.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

COBERTURA E BALAÚSTRE

COBERTURA E BALAÚSTRE
(republicação)

Em 08.11.2014 o Respeitável Irmão Marcelo Gass, Loja Tríplice Aliança, 3.277, REAA, GOB-PR, Oriente de Toledo, Estado do Paraná, apresenta as questões seguintes: 
marcelogass@uol.com.br 

Cobertura e Balaústre: 

1º A Loja está trabalhando no Grau de Aprendiz, e é transformada para o Grau de Companheiro, para aprovação de um Irmão que será Elevado. É necessário fazer um Balaústre para a Loja de Companheiro que foi transformada todas às vezes? Ou somente quando ocorrer alguma posição contrária à Elevação? A pergunta também serve para transformação ao GRAU 3. 

2º O Irmão visitante, deve cobrir o Templo quando da aprovação, mesmo sendo Companheiro ou Mestre?

CONSIDERAÇÕES:

A MAÇONARIA REALMENTE É UMA RELIGIÃO

A MAÇONARIA REALMENTE É UMA RELIGIÃO
(Desconheço o autor)

À medida que o sol aparecia no horizonte nas planícies de Babel, o céu era tingido por uma variedade de cores. O Poderoso Caçador contemplava os primeiros raios de luz que batiam na estrutura colossal. As instruções tinham sido explícitas, os planos tinham sido seguidos nos mínimos detalhes, e agora, a torre imponente que serviria como catalisadora da cultura e tecnologia do passado distante estava praticamente concluída. Não era apenas uma obra construída com pedras. Era muito mais significativa que apenas sua aparência física. Era algo esotericamente espiritual e profundamente religiosa. A religião que representava, os "Antigos Mistérios", continham crenças e doutrinas de uma era anterior; uma época quando os homens e os seres angélicos caídos experimentavam juntos todas as paixões que podiam imaginar. Ninrode aquecia-se com os raios de sol da aurora e era tomado de uma imensa euforia de satisfação pessoal, mas neste mesmo dia o próprio Deus estorvaria seus planos ambiciosos de estabelecer um império mundial.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

ORÍGENES E HISTORIA DE LA MASONERIA

ORÍGENES E HISTORIA DE LA MASONERIA
Colaboração do Ir∴ Carlos Pecchinoi Valdez, PGM da Grande Loja Ocidental do Peru

La historia de la Masonería ha sido dividida por muchos autores en cinco épocas o períodos que detallaremos a continuación:

La primera época comprende desde los tiempos primitivos hasta la llamada "Carta de York" , que se atribuye al príncipe Edwin de Inglaterra, promulgada según la tradición en el año 925 de la E∴V∴.

De acuerdo a tales tradiciones la ciudad de York fue construida en el siglo I antes de la Era vulgar por los equipos de constructores que acompañaban siempre a las legiones romanas (y que se llamaban "Collegia Fabrorum"; su nombre primitivo fue "Eboractum") .


Estas tradiciones aseguran que fue convertida luego en el centro de las hermandades de constructores , que encontraron en ella refugio seguro y se conservaron intactas salvándose de la ruina y descomposición a que llegaron en diferentes épocas las mismas corporaciones en el Continente .

TEMPO DE ESTUDOS

TEMPO DE ESTUDOS
(republicação)

Em 07.11.2014 o Respeitável Irmão Ricardo Ferraz da Silveira, Loja Cavaleiros do Oriente, 1.406, GOB, REAA, Oriente de Vitória da Conquista, Estado da Bahia, solicita o seguinte esclarecimento: 
ricardofsconquista@hotmail.com 

Tempo de Estudos: 

Gostaria de saber do Mestre, se é possível que Irmãos fiquem entre Colunas para apresentar os seus trabalhos no tempo estudo? Se possível comente.

Considerações: 

FRASES ILUSTRADAS

Conhecer para tolerar.
Tolerar para coexistir
Coexistir par cooperar.
Cooperar por um mundo melhor.

A ESTRELA FLAMÍGERA

A ESTRELA FLAMÍGERA
Ir∴ Nêodo Ambrósio de Castro
Loja Maçônica Seareiros da Paz nº 211
Oriente de Muriaé MG

É o terceiro ornamento da Loja e sua colocação tem sido objeto de discussões, pois seu lugar será de destaque e no centro da Abobada Celeste, tanto por ser o lugar próprio para uma estrela, como porque simboliza a Divindade.

Porém, nas Lojas a vemos colocada ou sobre o dossel do Venerável, ou sobre a porta de entrada, portanto ou no Oriente ou no Ocidente e também sobre o altar do 2º Vigilante.

Contudo a posição material não acarreta muita dificuldade. O seu nome a define como uma estrela flamante, cujos raios são ondulantes.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

SESSÃO CONJUNTA

SESSÃO CONJUNTA
(republicação)

Em 04.11.2014 o Respeitável Irmão Tacashi Iquejiri, através da Informática do GOB-MS, sem declinar o nome da Loja, Rito, Oriente (Cidade), Estado do Mato Grosso do Sul, solicita o seguinte esclarecimento: 
informatica@gobms.org.br 

Sessão Conjunta: 

Duas Lojas com o número reduzido de obreiros, que com dificuldade de realizar uma sessão Justa e Perfeita resolveu fazer uma sessão em conjunto. Porém não tendo encontrado qualquer esclarecimento no tocante a esse tipo de reunião, (sessão), vimos buscar auxílio. Esclarecemos ainda que, as reuniões serão dirigidas pela diretoria, alternadamente, isto é, uma sessão dirigida pela Loja A, outra sessão dirigida pela Loja B. Perguntamos: 
a) A ata deve ser elaborada separadamente, uma para cada Loja? Independente dos assuntos tratados serem os mesmos? 
b) O tronco de beneficência deve ser dividido ao meio, para cada Loja? 
c) A assinatura de presença será aposta no livro a que pertencer o Obreiro?

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

HUZZÉ

1º - Essa exclamação é exercida com força e como se obedecesse a uma batuta, num mesmo tempo. 

2º - Huzzé é uma exclamação praticada no início e no final dos trabalhos maçônicos; considera-se parte "sigilosa" pela sua mística e pelos seus resultados. 

3º - Fisiologicamente serve para expulsar de dentro as pressões que o maçom retém, sentindo com isso grande alívio. 

4º - Se você maçom, experimentar um estado de depressão, use essa exclamação no recesso do seu lar, e descobrirá uma nova faceta dessa benesse maçônica! 

5º - A maçonaria propicia aos seus adeptos um sem-números de benesses que, por ignorância, falta de fé e sabedoria, o maçom não descobre. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

SÍMBOLOS

SÍMBOLOS - UM POUCO DE HISTÓRIA
Lucas Francisco Galdeano

O Grande Oriente do Brasil, com sede na Capital da República, é uma Federação constituída pelos Grandes Orientes dos Estados e do Distrito Federal, e de todas as Lojas Simbólicas espalhadas por todo País. Acha-se interligado com a Maçonaria Universal através de Tratados de Reconhecimento Mútuo, a partir da Grande Loja Unida da Inglaterra que, por razões históricas é considerada a Loja-Mãe da Maçonaria Internacional.

O Grande Oriente do Brasil era, até o ano de 2001, a única Obediência Maçônica neste país reconhecida oficialmente pela Grande Loja Unida da Inglaterra, partindo do princípio de que só pode existir uma obediência regular por país. Este princípio, considerado ideal, não é, contudo rígido. Nos EUA, por exemplo, existe uma potência regular por Estado. Já aqui no Brasil, o Grande Oriente do Brasil passou a reconhecer algumas das Grandes Lojas Estaduais Brasileiras, a partir de 1999, e algumas destas, consequentemente, com o aval da Obediência Mãe da Maçonaria Brasileira - GOB, passaram a serem reconhecidas pela Grande Loja Unida da Inglaterra. Como exemplo, citamos as Grandes Lojas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo.

terça-feira, 2 de julho de 2019

LEITURA DO BALAÚSTRE

O Respeitável Irmão José Reinaldo Pavan, Loja Pedra da Fraternidade, 3.149, REAA, GOB-SC, Oriente de Itapoá, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão:

LEITURA DO BALAÚSTRE

Gostaria de saber se o Secretário deve ler os balaústres (em sessão) na íntegra (ipsis litteris) ou pode fazer um resumo, poupando assim os irmãos de uma leitura às vezes longa e cansativa.

Obrigado pela generosidade do esclarecimento sempre judicioso do querido Irmão.

CONSIDERAÇÕES:

CONDUTAS RITUALÍSTICAS

CONDUTAS RITUALÍSTICAS
(republicação)

Em 04.11.2014 o Respeitável Irmão Ricardo Lóes, Secretário da Loja Estrela Uberabense, 0941, GOB-MG, REAA, Oriente de Uberaba, Estado de Minas Gerais, solicita os seguintes esclarecimentos. 
estrelauberabense@gmail.com 

Condutas Ritualísticas. 

a) Sobre a composição prévia feita pelo Experto daquele que será iniciado, elevado e exaltado no REAA, tenho as seguintes dúvidas: 

1. Qual o real significado do iniciando estar com pé direito descalço (ou calçado com chinelo)? 

2. Qual o real significado do iniciando estar com a perna da calça direita estar arregaçada acima do joelho? 

3. Somente na exaltação é que se usa uma corda na composição do exaltando. Nas demais cerimônias (iniciação e elevação) ela historicamente no REAA nunca se faz presente? 

Esses questionamentos se devem ao fato de que já ter lido, não sei onde, que o estar descalço relembraria a necessária humildade e a perna à mostra relembraria a suposta tradição de se verificar se iniciando não foi escravo, cujos grilhões deixam marcas, logo seria "livre"... Já quanto à corda, se não me engano, algum Craft da vertente inglesa as usa nas três cerimônias...

b) Sobre o toque dos dois primeiros graus (principalmente analisando-os comparativamente) tenho dúvida se o do 2º Grau que consta no Ritual em vigor não estaria incorreto, devendo ser dado sobre a primeira falange "de tal dedo" e não "entre" as falanges de dois dedos. É que imaginei, utilizando uma análise comparada entre o REAA e o Ritual de Emulação, um enxerto no REAA, já que naquele ritual de vertente inglesa há um toque de Aprendiz, um toque de passagem do Aprendiz para o Companheiro, um toque de Companheiro, um toque de passagem do Companheiro para o de Mestre e finalmente um toque de Mestre, e justamente o toque de passagem lá é igual ao toque do 2º grau que consta no vigente Ritual do REAA. 

Considerações: 

LÁPIS AMIGO E ENCANTADO

LÁPIS AMIGO E ENCANTADO*

Observo os meus netos Paulo Henrique e Vinicius, fazendo suas tarefas escolares. Usam um instrumento que as crianças aprendem a escrever e artistas criam obras primas. A tecnologia, em avançadíssimo e acelerado ritmo de aperfeiçoamento, não consegue e jamais conseguirá prescindir desse companheiro de milhões de pessoas, sem o qual ninguém será alfabetizado.

Toda língua tem história que se confunde com seu povo. No português nossas palavras vêm de várias fontes. Da fonte primária e básica que é o latim falado.

O latim escrito era usado pela Igreja Católica e intelectuais, nascendo palavras eruditas como fascículo, miraculoso, lácteo e outras. Há também no português várias palavras de origem gótica, como albergue, trégua, bando. De origem árabe, alface, faquir, tripa, xadrez e outras.

Em consequência do domínio espanhol sobre Portugal, herdamos alambrado, granizo, neblina, tablado, vislumbrar. Já no Brasil, recebemos influência dos negros que foram trazidos como escravos, nas palavras acarajé, vatapá, candomblé. Dos índios, principalmente nomes dos acidentes geográficos e das cidades. Dos europeus e asiáticos, como italianos, espanhóis e japoneses, a influência em nossa língua é muito forte. Do francês palavras como chique, croqui, tricô, menu, omelete, purê, sutiã.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

INGRESSO NO TEMPLO

INGRESSO NO TEMPLO
(republicação)

Em 01.11.2014 o Respeitável Irmão Júlio Cesar Monteiro, Loja Acácia do Oeste, GOSP – GOB, REAA, Oriente de Dracena, Estado de São Paulo, solicita o seguinte esclarecimento: 
estilo.livre@uol.com.br 

Ingresso No Templo 

Meu nome é Julio Cesar Monteiro, da Loja Acácia do Oeste, do Oriente de Dracena/SP, onde o Irmão com sua sabedoria e conhecimento maçônico nos abriu uma grande questão em relação aos ensinamentos da grande ordem. Desculpe estar lhe incomodando, mas preciso de um esclarecimento do Irmão, visto que estamos tentando padronizar a ritualística de nossa Oficina, visto que muitos Irmãos por não lerem o ritual ou por exemplos de achismos de outros Irmãos mais antigos continuam a cometer erros gritantes em relação ao nosso ritual. Estou com uma dúvida, pois participei de duas instruções de ritualística do REAA com Grandes Secretários do GOSP e ficou uma dúvida que acredito que o Irmão possa espairecer. Quando da entrada em Loja, organizada a entrada em fila dupla (colunas da esquerda que irão para o norte e da direita para o sul), o correto é fazer a circulação pelo Painel do Grau e depois seguir cada qual para sua coluna/cargo respectivos, ou não tem a necessidade ou a exigência de contornar o painel?

Considerações: 

BOOZ OU BOAZ?

BOOZ OU BOAZ? 
Por Rodrigo Peñaloza,
ARLS Abrigo do Cedro N. 8, jurisdicionada à GLMDF

Nas Lojas brasileiras muito se confunde quanto à forma correta do nome Boaz, uns dizendo Booz, outros Boaz. Neste texto, eu procuro mostrar duas coisas. Primeiro, que o correto é Boaz, o que, aliás, é trivial, pois, para tanto basta observar a pronúncia hebraica. Em segundo lugar — e principalmente — , eu procuro dar uma explicação sobre o porquê de os tradutores antigos, ao escreverem a Septuaginta e a Vulgata, optaram pela transliteração incorreta do nome.

O termo Boaz aparece 18 vezes no Livro de Ruth, 3 vezes nas Crônicas, 1 vez em 1 Reis, 1 vez em Mateus e 1 em Lucas.