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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 13 de julho de 2019

AUTO-INICIAÇÃO

AUTO-INICIAÇÃO
Professor Humberto Rohden 

Hoje em dia, muitas pessoas falam em iniciação.

Todos querem ser iniciados. Mas entendem por iniciação uma alo-iniciação, uma iniciação por outra pessoa, por um mestre, um guru.

Esta alo-iniciação é uma utopia, uma ilusão, uma fraude espiritual.

Só existe auto-iniciação. O homem só pode ser iniciado por si mesmo. O que o Mestre, o guru, pode fazer é mostrar o caminho por onde alguém pode se auto-iniciar; pode colocar setas ao longo do caminho, setas ao longo da encruzilhada, setas que indiquem a direção certa que o discípulo deve seguir para chegar ao conhecimento da verdade sobre si mesmo. Isto pode e deve o mestre fazer - suposto que ele mesmo seja um auto-iniciado.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

LENDA HIRÂMICA - LENDA OU FICÇÃO?

Em 12/03/2019 o Respeitável Irmão Adriano Benício Valadares, Loja Renascença Amapaense, 06, Rito de York, Grande Loja do Amapá, Estado do Macapá, formula a questão seguinte:

A LENDA DE H∴A∴

Estou fazendo um trabalho sobre a lenda do 3º Grau - Lenda de H∴ A∴ e gostaria que Vossa Senhoria me auxilia-se a responder as seguintes questões:

A Lenda de H∴A∴ é uma ficção?

Em algumas o esq∴ no painel do 3º grau, aparecem 03 números 05, o que significam?

Também aparecem 03 letras J, o que significam?

CONSIDERAÇÕES:

De fato, por ser uma lenda ela não tem nenhum compromisso com a realidade histórica. Decalcada nos cultos solares da antiguidade, a Lenda Hirâmica seria adaptada na Moderna Maçonaria, sobretudo depois de ter se firmado o Terceiro Grau especulativo que nascera em 1725. 

Muitos arremedos da Lenda já eram antes contados nos catecismos antigos, época em que a Maçonaria era constituída por duas classes de operários. Com atributo moral e sociológico a Lenda Hirâmica atualmente é a chave da Grande Iniciação que se encerra no Grau de Mestre. 

É oportuno mencionar que essa exposição lendária é uma alegoria intimamente relacionada à vida e morte da Natureza. A lenda de Osíris, Ísis e Hórus é um bom exemplo comparativo para o caso e tem uma estrutura muito parecida com a Lenda de Hiran.

No tocante às Tábuas de Delinear do Craft, os números se referem individualmente aos t∴ m∴ CC∴ que buscaram por meios escusos obter a Pal∴ e causaram tão lamentável acontecimento (vede a sua obra!).

Exatamente, as três letras correspondem à corruptela latina que deu nome simbólico aos t∴m∴C∴. 

Na realidade esses m∴CC∴ significam, em primeira análise, o orgulho, a inveja e ambição, maus costumes que podem a qualquer momento golpear o homem. No intuito de que essa agressão não se repita novamente é que o maçom deve estar em constante vigilância (entre o Esq∴ e o Comp∴).

Aproveitando a oportunidade, se faz oportuno comentar que entre as vertentes, inglesa e francesa de Maçonaria, existem diferenças no conteúdo simbólico da Tábua de Delinear (titulo inglês) e Painel da Loja (título francês). 

Especificamente no Terceiro Grau a diferença é grande. Embora o objetivo lendário seja o mesmo. Isso se deve principalmente à influência teísta (inglesa) e deísta (francesa).

Outros comentários não são possíveis por aqui, pois os puristas de plantão devem estar a postos para destilar a sua ira sobre aqueles que “revelam segredos”.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

PEDIR A PALAVRA

PEDIR A PALAVRA
(republicação)

Em 21.11.2014 o Respeitável Irmão Miguel Narkievicius Lima de Paula, Loja Harmonia, 1.625, REAA, GOB-MG, Oriente de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, solicita complemento de esclarecimento: 
miguelfisioterapeuta@gmail.com

Como pedir a palavra: 

Caríssimo Irmão Pedro Juk, no e-mail anterior você me sanou parte de uma duvida sobre como pedir a palavra em Loja. Porem me surgiu outras duvidas sobre o mesmo tema, a que lhe venho recorrer de novo. Você me respondeu anteriormente que ao se pedir a palavra, deve-se bater com a palma da mão direita sobre o dorso da mão esquerda, e em seguida estender novamente a mão direita (ate aí eu entendi) e que não existe nenhuma explicação ritualística sobre isso, apenas que esse é o modo correto de se realizar. Porém, existe alguma bibliografia, cartilha que fala sobre isso. Também, vejo Irmão bater sobre a mão e ficar em pé e à Ordem esperando que lhe seja concedido a palavra. Então, ritualisticamente falando, qual a forma correta de se realizar, bate no dorso da mão e mantem a mão direita estendida ate que lhe seja concedida a palavra ou bato no dorso da mão e já fico de pé e à Ordem esperando?

CONSIDERAÇÕES:

QUE ES LO QUE DESEAN LOS MASONES JOVENES?

¿QUE ES LO QUE REALMENTE DESEAN LOS MASONES JOVENES?
Escrito por Timothy Bonney (*)
Del podcast “The Digital Freemason” del H∴ Scott Blasken del Or∴ de Canada.

He sido un Maestro Masón por solo tres cortos años. He cumplido 40 este año y, de acuerdo a todas las estadísticas, aún puedo ser considerado un “Mason Joven”.

Durante el tiempo en que he sido masón algunos masones mayores y experimentados me han dicho que debemos hacer mas facil el ingreso de hombres jovenes a nuestra orden. Se me ha dicho que la reducción de la membresía es parcialmene debido a que es muy dificil para los jovenes encontrar tiempo dentro de sus actividades familiares y profesionales para dedicarse a la masoneria. Así que tenemos que hacérselo fácil.

Así en la busqueda de hacerlo fácil hemos ofrecido Clases de un Día . Hemos relajado las reglas y exigencias para los trazados de los aprendices. Hemos mantenido cotizaciones reducidas para acomodarnos a los hermanos que pudieran no tener fondos para pagar cotizaciones un poco mas altas. En muchas logias hemos sido menos rigurosos en la evaluación de los candidatos por los Comisiones Secretas. Es muy raro escuchar que algun candidato sea baloteado porque, despues de todo, no necesitamos mayor membresía?

quinta-feira, 11 de julho de 2019

REAA - RÉGUA DE 24 POLEGADAS. DO APRENDIZ OU DO COMPANHEIRO?

Em 08.03.2019 o Respeitável Irmão Leandro Campestrini, Loja Luz e Fraternidade, 1.828, REAA, GOB-PR, Oriente de Cascavel, Estado do Paraná, coloca a seguinte questão:

RÉGUA DE 24 POLEGADAS

Através de algumas pesquisas me deparei com seu artigo sobre a Régua de 24 Polegadas, artigo muito bem redigido.

Minha dúvida é sobre quando a Régua de 24 Polegadas foi removida do Ritual do Rito Escocês Antigo e Aceito. Se existe algum artigo sobre quando foi essa mudança nos rituais.

CONSIDERAÇÕES:

Na verdade, esse símbolo nunca foi removido, simplesmente porque a Régua, não é instrumento de trabalho do Aprendiz no REAA. Portanto, não SE tem como retirar aquilo que não existe.

Você pode conferir isso na própria alegoria clássica do Aprendiz e do Companheiro no escocesismo simbólico. Observe que nela o Aprendiz traz apenas o Maço e o Cinzel, enquanto que o Companheiro é que traz a Régua de 24 Polegadas.

Isso pode ser constatado também no Painel do Grau, onde a Régua só aparece no Painel do Companheiro. Obviamente eu estou mencionando Painéis e Alegorias verdadeiras e não aquelas deturpadas.

Perscrutando ainda mais a fundo, observe os Painéis franceses do Rito, sobretudo os do começo do século XX, já que os mais antigos traziam, às vezes, um Painel só para os dois Graus.

Já expliquei bastante sobre esse engano. Aqui no Brasil, infelizmente existem ainda rituais anacrônicos que insistem em copiar práticas e costumes de outros Ritos. Por exemplo, no Craft (inglês), a Aprendiz tem como ferramentas o Malho, o Cinzel e a Régua, entretanto, não no REAA que, diga-se de passagem, é rito de origem francesa e nele a Régua pertence ao Segundo Grau.

Desafortunadamente, na busca de “reconhecimentos” e “agrados” muitos rituais por aqui se contaminaram com simbologia que não lhes pertence. O problema é que muitas vezes, os “fazedores de ritual” que geralmente pouco entendem de Maçonaria, mas “acham” tudo bonito, se encarregaram de espalhar a erva daninha.

Se faz mister compreender que na estrutura da Maçonaria, seus Ritos e Rituais são oriundos das suas vertentes de nascimento e, não raras vezes, a sua doutrina traz particularidades culturais próprias que não podem interferir nas características doutrinárias de outros. Não existe um ritual único para a Maçonaria Universal. O que existe são ritos maçônicos que, em que pese possuírem muitos símbolos e alegorias comuns entre si, outros, contudo, trazem consigo distinções inerentes à sua cultura.

Concluindo então, no REAA, rito de origem francesa, a Régua de 24 Polegadas é Instrumento do Companheiro. Se há rituais desse Rito que mencionem a Régua no 1º Grau, tenha certeza, eles estão irremediavelmente errados.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

SUBSTITUIÇÃO DO VENERÁVEL

SUBSTITUIÇÃO DO VENERÁVEL
(republicação)

Em 20.11.2014 o Respeitável Irmão David José Anceschi, Secretário da Loja Fides et Labor, 2.642, REAA, GOSP-GOB, Oriente de Sertãozinho, Estado de São Paulo, solicita esclarecimento no que segue: 
arls.fidesetlabor@gmail.com 

Substitutição do Venerável: 

Solicito orientação no seguinte ponto. Na ausência do Venerável Mestre e do 1º Vigilante, quem assume o Trono? O 2º Vigilante ou algum Mestre Instalado?

CONSIDERAÇÕES:

CHARGES


OS TEMPLÁRIOS

OS TEMPLÁRIOS
Por Wagner Veneziani Costa

“Não por nós, Senhor, não por nós, mas para que seu nome tenha a Glória.”

A Ordem Templária foi fundada em Jerusalém em 1118, logo após a Primeira Cruzada, mesmo havendo alguns indícios de ter sido fundada quatro anos antes. Seu nome está relacionado ao local de seu primeiro quartel-general, no lugar do antigo Templo de Salomão.

Nove monges veteranos dessa Primeira Cruzada, entre eles Hugues de Payens e Godofredo de Saint Omer, reuniram-se para fundar a Ordem em defesa da Terra Santa. Pronunciaram perante o patriarca de Jerusalém, Garimond, os votos de castidade, de pobreza e de obediência, comprometendo-se, solenemente, a fazer tudo aquilo que estivesse ao seu alcance para garantir as rotas e os caminhos e a defender os peregrinos contra os assaltos e os ataques dos infiéis. Foi dada a fundação da Ordre de Sion (Ordem de Sião) a Godofredo de Bouillon, por volta de 1099. A original Ordem de Sião foi estabelecida para que muçulmanos, judeus e outros indivíduos elegíveis pudessem aliar-se à Ordem cristã e tornar-se Templários.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

MUDANDO DE LUGAR PARA FALAR NOVAMENTE

Em 07/03/2019 o Respeitável Irmão Cláudio Rodrigues, Loja Harmonia 26, REAA, GLMMG, Oriente de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, solicita o que segue:

MUDANDO DE LUGAR PARA UTILIZAR NOVAMENTE A PALAVRA

Permita-me solicitar novamente a questão sobre a Palavra nas Colunas, quando a mesma tenha mudado de Coluna e um Irmão solicita-a, novamente, e embora tenha sida aprovada e o Irmão tenha falado, mas, mesmo assim, após mudança de Coluna, novamente o mesmo Irmão solicita, repetidamente, a Palavra, outra vez.

Embora, como seu seguidor, eu tenha explanado o quê o Venerável deveria fazer, mesmo assim, em minha opinião o lapso foi cometido, ou seja, pela última vez da Palavra solicitada pelo mesmo Irmão, o Venerável optou em convidá-lo ao Oriente, lugar em que estava a Palavra, desta vez.

CONSIDERAÇÕES:

GIRO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA

GIRO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA
(republicação)

Em 20.11.2014 o Respeitável Irmão André Ricardo F. Roque, Loja Barão do Rio Branco, 03, REAA, GOIPE, COMAB, Oriente de Arcoverde, Estado de Pernambuco, solicita o seguinte esclarecimento: 
andrericardoroque@hotmail.com 

Giro na transmissão da Palavra 

Gostaria de tirar a seguinte dúvida. Quando ocorre no inicio dos trabalhos a transmissão da palavra do 2º Diácono para o 1º Vigilante, quando este termina de transmitir ele é obrigado a sair e passar por traz do 1º Vigilante ou ele pode apenas de onde esta voltar e ir transmitir a palavra que recebeu ao 2º Vigilante.

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

IMORALIDADE

1º - A imoralidade constitui o ato ofensivo no relacionamento humano; trata-se de aspectos éticos que podem variar segundo o grau de evolução de uma sociedade. 

2º - Como a libertinagem, é o excesso de liberdade, existem, em casos aparentemente inocentes, atos de imoralidade. 

3º - A maçonaria procura evitar que seus adeptos pratiquem atos de imoralidade, mas no sentido mais amplo e profundo. 

4º - O maçom deve estar sempre alerta para não cair no terreno escorregadio do limite fronteiriço entre a imoralidade e libertinagem e reagir em tempo, freando seus instintos menos recomendáveis. 

5º - Ser maçom não é fácil nem decorre de uma mera iniciação; o comportamento moral é o que designa como sendo um ser "livre e de bons costumes". 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

VENDAR OS OLHOS - QUAL A FINALIDADE?

VENDAR OS OLHOS - QUAL A FINALIDADE?
Denilson Forato

Antes de explanar sobre o tema, levo ao conhecimento dos meus Irmãos que o texto abaixo é para que, definitivamente se interrompa a teimosia e a falta de compreensão.

Ocorre que, antes mesmo do padrinho entregar o candidato à Iniciação em nossos Augustos Mistérios aos cuidados do Irmão Terrível, costuma-se vendá-lo lá mesmo onde o encontrou, aí já começa o GRANDE ERRO. Levar o postulante já vendado ao Templo enfraquece e elimina o valor simbólico e toda a preparação para a recepção do candidato pelo Ir∴ TERRÍVEL, este sim o ÚNICO encarregado de vendar o candidato a Iniciação conforme irão perceber após a leitura do texto abaixo.

terça-feira, 9 de julho de 2019

SINAL E BATERIA DE TRISTEZA E DE ESPERANÇA - INVENCIONICES MAÇÔNICAS

Em 27.02.2019 o Poderoso Irmão Ronei Antonio Ferrari, Grande Secretário de Ritualística do REAA do Grande Oriente Paulista (COMAB), Estado de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão.

SINAL E BATERIA DE TRISTEZA E ESPERANÇA?

Recentemente um irmão me questionou sobre: "sinal de ordem de tristeza, bateria de tristeza e bateria de esperança". Com tudo que já li sobre Maçonaria dos escritores puristas como: José Castellani, Theobaldo Varolli Filho, Chico Trolha, Hercule Spoladore, Pedro Juk, etc., confesso que nunca ouvi falar, ou não me lembro de ter lido nada sobre os 3 títulos acima. Seria mais uma invenção da maçonaria latina como você sempre intitula as mirabolantes "invenções" dos nossos irmãos? Por favor, se possível, me responda via e-mail, mesmo que seja algo como: é mais uma invenção dos irmãos, pois preciso posicionar nosso irmão autor da pergunta. Há uns dois anos o irmão Hercule Spoladore lhe enviou um e-mail sobre mim. 

Grato mais uma vez e, desculpe por incomodá-lo, sei que você, por força do cargo que exerce atualmente no GOB e, por conta das consultas que recebe diariamente, tem sua disponibilidade tempo encurtada.

CONSIDERAÇÕES:

E assim vive a humanidade maçônica. Sinal de Ordem de tristeza, bateria de tristeza e de esperança! Parafraseando Eça de Queirós, “é mesmo d’escrachar”. Francamente, tem sido muito difícil se saber até aonde vai a imaginação dos “pardais” maçônicos.

Posso lhe garantir que essa mais uma das besteiras criadas por certos “entendidos” da nossa Ordem. Francamente isso não existe. Como diz o causo, se só existe no Brasil e não é jabuticaba, ou é besteira ou é privilégio de alguns.

Ligado à tristeza e a consternação, a única coisa que pode existir, mas não como “bateria de tristeza”, é a Bat∴Fun∴, adotada por alguns ritos nas suas sessões de PPomp∴ FFun∴ ou Loja de Fun∴.

No mais meu Irmão, o resto é obra da imaginação e não deve ser levado em consideração quando perquirimos a autêntica Maçonaria. Que me perdoem se existem ritos que exploram essas aleivosias ritualísticas.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

EM PÉ OU SENTADO

EM PÉ OU SENTADO
(republicação)

Em 20.11.2014 o Respeitável Irmão Washington Luiz Tarnowski, Loja Estrela Mística, 3.929, REAA, GOB-SC, Oriente de Itajaí, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão: 
wlt@univali.br 

Dúvida: Na Palavra a Bem da Ordem todos os Irmãos devem falar de pé e à Ordem? Desde já agradeço sua atenção.

CONSIDERAÇÕES:

No simbolismo do Rito Escocês Antigo e Aceiro, em qualquer situação no Ocidente todo o Obreiro usando a palavra em Loja aberta fala em pé, portanto à Ordem – corpo ereto, pés unidos pelos calcanhares formando uma esquadria, compondo como a mão, ou mãos se for o caso o Sinal do Grau (dito Sinal de Ordem). 

Os únicos Obreiros que podem falar sentados no Ocidente - salvo se o ritual determinar o contrário - são os dois Vigilantes. Caso eles prefiram falar em pé, ficam à Ordem e compõem o Sinal com a mão, ou mãos deixando os seus respectivos malhetes sobre a mesa. 

Assim é o procedimento em qualquer período da Sessão que envolva o uso da palavra. 

O Mestre de Cerimônias, o Hospitaleiro e o (s) Cobridor (es) caso estejam empunhado o objeto de trabalho na forma de costume (bastão, bolsa, espada), se a oportunidade permitir o uso da palavra, parados eles estarão com o corpo ereto e os pés em esquadria. Nesse caso não se usa o instrumento de trabalho para com ele compor o Sinal, isto é, não se usa o instrumento, ou objeto de trabalho para fazer Sinal. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.647- Florianópolis (SC) – quinta-feira, 2 de abril de 2015

MANUSCRITO "THE COLOGNE CHARTER" (1535)

MANUSCRITO "THE COLOGNE CHARTER" (1535)
Luciano Rodrigues*

Introdução

É a primeira metade do século XVI. A Europa estava se recuperando da notícia histórica da descoberta de um novo continente, por Cristóvão Colombo (1451-1506), na redondeza da terra demonstrada por Ferdinand Magellan (1480-1521), grande parte da Alemanha foi convertida ao protestantismo pelo monge reformista Martinho Lutero (1483-1546) e Francisco I da França (1494-1547) se revelou um determinado construtor de castelos e um opositor ferrenho ao imperador Charles V (1500-1558).

E, em 1535, os mestres eleitos da Fraternidade dedicada a São João, membros da Maçonaria, se reuniram na cidade de Colônia (Koln em alemão), a maior cidade do estado da Renânia do Norte-Vestfália, para elaborar um novo documento (Estatuto), que se preocupava mais com a Maçonaria dos Aceitos do que com a prática manual do Ofício.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

PERÍODO PARA ENTREGA DE TÍTULOS, COMENDAS E DIPLOMAS

Em 26/02/2019 o Respeitável Irmão Álvaro Mattos da Costa filho, Loja Fé e Perseverança, 426, REAA, GOB-SP, Oriente de Jaboticabal, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

ENTREGA DE COMENDAS E DIPLOMAS

Gostaria do seu esclarecimento para poder passar à minha Loja:

A entrega de títulos ou diplomas é na Ordem do Dia ou no Expediente, sempre o fizemos na Ordem do Dia, mas alguns irmãos questionam, pois não são assuntos de votação, qual a forma correta?

CONSIDERAÇÕES:

Por certo esse não é assunto para a Ordem do Dia, pois esse é o período onde se apresentam propostas e assuntos que dependem de votação. Assim, não é propício esse momento para entrega de títulos ou diplomas. O debate e a aprovação de uma proposta para conferir título a alguém até é matéria da Ordem do Dia, já a entrega desse título ao agraciado não.

Entendo que no Expediente deve ser anunciado pelo Secretário que o título ou diploma se encontra a disposição para entrega. Assim, o Venerável, se for o caso, pode fazer a entrega durante a Palavra a Bem da Ordem da mesma sessão, ou ainda marcar outra data da entrega, usando esse mesmo período, porém de outra sessão.

Como essa é uma questão de usos e costumes da Loja, entendo que nada impede, se for preferência do Venerável, dele fazer a entrega do título ou afim durante o próprio Expediente, só não sendo mesmo recomendável fazê-lo na Ordem do Dia.

Esse é o meu entendimento.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com

Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

SUBSTITUTO DO VENERÁVEL

SUBSTITUTO DO VENERÁVEL
(republicação)

Em 15.11.2014 o Respeitável Irmão Cícero Gabriel Sandes de Oliveira, Loja Luz e Verdade, 23, REAA, Grande Loja do Estado de Alagoas, Oriente de Delmiro Gouveia, Estado de Alagoas, formula a seguinte pergunta. 
gabrielcicero@ig.com.br 

Substituto do Venerável: 

Segundo Vigilante o qual é apenas Mestre presidindo a Sessão, mesmo existindo Mestres Instalados na Sessão, isso é correto?

CONSIDERAÇÕES:

QUEM FOI HIRAM ABIF

Templo de Salomão em Jerusalém
(reconstituição)
QUEM FOI HIRAM ABIF
Conselheiro Federal Hélio Moreira

A LITURGIA MAÇÔNICA E A BÍBLIA SAGRADA

Quem foi Hiram Abiff ?

A maçonaria é uma entidade filosófica, com grande envolvimento com a cultura e que se comunica com os seus membros, preferencialmente por intermédio de símbolos.

Não se sabe ao certo qual é a sua origem; muitos historiadores querem localizá-la há milhares de anos, nos tempos pré-bíblicos, existindo muitas informações e também lendas a este respeito, algumas dignas de fé, outras nem tanto.

domingo, 7 de julho de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu


Enviadas por Daniel, fotos tiradas em junho de 2016 de um restaurante que eu recomendo e que os leitores, eu acho, curtem.

É no porto de Novigrad em Istria (Croácia). 

Eu não consegui saber se o chefe era um irmão, mas em vista do sinal (sol, lua e vitriol), é muito provável. 

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

FUNDAÇÃO DE LOJA - VENERÁVEL MESTRE PROVISÓRIO

Em 22/02/2019 o Respeitável Irmão Rogério Vaz, Loja Independência, 4.614, REAA, GOB-RS, Oriente de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul apresenta as questões seguintes.

VENERÁVEL MESTRE PROVISÓRIO.

Minha pergunta é a seguinte, por ocasião da fundação de uma Loja, é formada uma administração provisória. Qual é o paramento que o Venerável Mestre Provisório usará? Lembrando que ele será Instalado, após a regularização da Loja. Obs. A Loja recebeu a Carta Constitutiva.
Outra pergunta. O Venerável Mestre provisório não instalado conduz uma sessão administrativa do Trono? Ou utiliza a cadeira ao lado? Obs. A Loja recebeu a Carta Constitutiva.

CONSIDERAÇÕES:

Numa administração provisória por motivo de fundação de Loja, o Mestre Maçom escolhido para esse cargo, nesse período dirige os trabalhos apenas com os paramentos do Mestre Maçom, já que ele ainda não fora instalado. Se a Loja já tiver adquirido as joias dos cargos, nada impede que ele provisoriamente utilize a joia do dirigente da Loja, já que ela é peça de propriedade da Loja.

Observe-se que em situação normal, no REAA, o 1º Vig∴ é o substituto precário do Ven∴ Mestre. Nessa condição, não sendo ele um Mestre Instalado, ao substituir precariamente o Venerável Mestre, ele só não usa os punhos e o avental de Venerável, entretanto a joia é possível que ele a use. Assim, um dirigente provisório, nas conjunturas colocadas, também dirige a Loja com os seus paramentos de Mestre Maçom, podendo usar a joia distintiva do dirigente.

Vale a pena mencionar que esse “dirigente provisório” somente será instalado após passar pelas exigências legais – deverá ser primeiro eleito para ser Instalado e empossado como Venerável Mestre definitivo da Loja recém-fundada. 

Quanto ao lugar de onde o dirigente provisório ocupa na Loja, é do lugar de costume, isto é do trono, ou cadeira central colocada junto ao Altar. Não há razão para coloca-lo “ao lado” do trono – isso seria excesso de preciosismo numa situação apenas temporária.

Concluindo, nunca é demais lembrar que a legislação prevê para a fundação de uma Loja que os seus fundadores sejam em numero de “sete Mestres Maçons”, sem mencionar em momento algum que um deles, pelo menos, precise ser Mestre Instalado – vide Regulamento Geral da Federação, Artigos 84 até o 87.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br