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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

terça-feira, 23 de julho de 2019

O USO DE TELEFONE CELULAR EM LOJAS MAÇÔNICAS

USO DE TELEFONE CELULAR EM LOJAS MAÇÔNICAS

Não temos nada contra o uso de telefones celulares, sendo que este cabe exclusivamente até a entrada da Sala do Átrio, sendo uso na Sala dos Passos Perdidos e fora da Loja e Templo, mas nos deparamos com vários amigos, irmãos adentrando na Sala do Átrio e Templo, com bolsas, telefones no sistema vibra cal, no modo silencioso e constantemente buscando as mensagens que chegam em seu MSG, whatsApp ou seu Facebook.

E este sistema do whatsApp, tem um som de assobio e outros de formas diferenciadas para alertar o seu proprietário, que chegou mensagem e isto vem quebrando a égregora dentro dos Templos e tendo alguns amigos, irmãos, que esquecem seus celulares ligados e o som de chamada é constante, sendo uma quebra total do que estamos buscando evidenciar do porque estamos presentes em Lojas e Templos Maçônicos, qual o significado do silêncio absoluto na busca do nosso eu interior.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

SEGUNDO DEVER DE UM VIGILANTE EM LOJA. VIGILANTES FICAM EM PÉ OU SENTADOS?

Em 22/03/2019 o Respeitável Irmão Humberto Assunção Silva, Loja Harmonia, 1.625, REAA, GOB–MG, Oriente de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, solicita o seguinte esclarecimento:

VIGILANTES. EM PÉ OU SENTADOS?

Na abertura das sessões Grau 1, o Venerável Mestre manda o 1º Vigilante fazer a verificação da regularidade dos presentes no Ocidente. Interpreto e entendo que ao mandar "em pé em ambas as colunas" os VVig∴ permanecem sentados e apenas os presentes nas Colunas se levantam. Tenho visto todos se levantarem inclusive os VVig∴. Qual o procedimento correto? Agradeço sua atenção e desejo-lhe muita paz e sucesso na sua vida e em suas atividades.

CONSIDERAÇÕES:

Em se tratando do ritual em vigência, o explicativo da sua página 45, claramente menciona que “todos se levantam...”. Se todos se levantam no Ocidente, os Vigilantes também assim o fazem, pois eles são partes desse todo. Assim, o correto é que na verificação feita pelo Primeiro Vigilante, todos se levantem, inclusive ele e o Segundo Vigilante.

Reforça essa afirmativa a resposta do Primeiro Vigilante ao responder a indagação do Venerável Mestre sobre o segundo dever de um Vigilante em Loja. Ele então assim responde: “verificar se todos os presentes nas Colunas são Maçons. Nesse sentido o pronome indefinido “todos” abrange a totalidade dos presentes nas Colunas, daí “todos” ficam em pé no Ocidente.

Nas orientações que já se encontram a disposição no GOB RITUALÍSTICA em http://ritualistica.gob.org.br/ há explicações e justificativas para essa questão, lembrando que as mesmas são “oficiais” por estarem no site do GOB.

Concluindo, cabe alertar o seguinte: os Vigilantes pertencem, respectivamente, às Colunas do Norte e do Sul. Separadas pelo eixo longitudinal do Templo, as Colunas do Norte e do Sul, vistas da porta de entrada, compreendem a todo o espaço ocidental, a esquerda e a direita, respectivamente, que vai da parede ocidental até a divisa com o Oriente. À saber, os Vigilantes se colocam, cada qual, numa dessas Colunas. 

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

PALAVRA DE PASSE NO GRAU 2

PALAVRA DE PASSE NO GRAU 2
(republicação)

Em 04.12.2014 o Respeitável Irmão Germano Vieira Filho, Loja Philantropia e Ordem. 1.664, REAA, GOB-RJ, Oriente do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, solicita o seguinte esclarecimento. 
GVFILHO@embratel.com.br 

Palavra de Passe – Grau 02. 

Sobre a Palavra de Passe questiono: No nosso ritual diz que a palavra Sch.´. é dada ao entrar em Loja, em Lojas do GOB eu nunca vi isso. Nas Lojas do GOIRJ, a Palavra de Passe é dada durante a Marcha, no momento da troca do Sinal, levando a pensar que o mesmo, se de acordo com o que está escrito no ritual do GOB, deveria ser feito. Qual a sua opinião?

CONSIDERAÇÕES:

HUMANISMO Y MASONERÍA

HUMANISMO Y MASONERÍA
Mario López M.·.M.·.

Los masones afirmamos, de acuerdo con nuestra filosofía, que la Orden será disuelta cuando los principios masónicos se esparzan por todo el mundo haciendo innecesaria nuestra presencia.

Si el fin de la Orden es mejorar a la humanidad en su conjunto, ¿falla algo en algunos masones que dicen que la masonería no es para todos? La respuesta podría ser SI y No a la vez.

Es cierto que la masonería no es para todos porque no todos la buscan y no todos son quién de comprenderla; pero, que no sea para todos, no implica que sus beneficios no puedan alcanzar a toda la Humanidad del mismo modo que no hace falta ser el Sol para disfrutar de su calor.

Ya que buscamos el mejoramiento de toda la humanidad, ¿podemos hablar del humanismo masónico? Creo que si, pero ¿qué es el humanismo?

En el “Appelliataio Fraternitatis Rosae Crucis”, obra que acaba de ver la luz en enero de 2014 y que los Rosacruces catalogan como su quinto manifiesto, podemos leer:

domingo, 21 de julho de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Foi Bernard Vercruyce, pintor de animais e autor dos pedreiros apresentados em Hiram.be em 11 de setembro, que nos enviou este soberbo pedreiro Pierrot Gourmand:

Ao fazer o armazenamento no meu computador, encontrei esta imagem que fiz no início dos anos 2000. Não sei se pode ser divertido.
fraternalmente.
Bernard Vercruyce

Quando nossos irmãos têm imaginação e talento, dá excelentes resultados ... 

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog hiran.be

MAGNA OU ORDINÁRIA

MAGNA OU ORDINÁRIA
(republicação)

Em 05.02.2015 o Respeitável Irmão Darcy Alberto Belinski, Loja Alexander Fleming, 1.655, REAA, GOB-PR, Oriente de Ponta Grossa, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento: 
darcy.belinsky@gmail.com 

MAGNA OU ORDINÁRIA 

Nos rituais de procedimentos ritualísticos, constam como sessão magna a de filiação e regularização. Porém no RGF está como uma sessão ordinária. Qual seria a diferença? Como proceder? Desde já agradeço os esclarecimentos.

CONSIDERAÇÕES:

Nesse caso prevalece o que exara o RGF que é instituído por Lei, enquanto que o Ritual é instituído por um Decreto. Na hierarquia Lei/Decreto prevalece à primeira. Sobre o dito, ainda se pode comentar o seguinte: conforme exara o Diploma Legal no seu Artigo 108, parágrafo 1º, inciso V que trata das Sessões não é particularidade do Rito, porém de todos os ritos praticados no GOB.´.. Assim o Artigo 108 aborda esse procedimento de modo geral e não em particular. Portanto, a cerimônia de Filiação e Regularização de Maçom se realiza em Sessão Ordinária. 

O procedimento de sessão Ordinária ainda é justificável conforme descreve o Regulamento Geral porque pela brevidade ritualística dessa cerimônia, não se justificaria considera-la como Magna, até porque naquela oportunidade, nada mais nela se poderia ser tratado – característica de uma Sessão Magna, cujo objetivo é único.

Para a realização da Sessão, transfere-se a cerimônia, tanto de Filiação como de Regularização para a Ordem do Dia de uma Sessão Ordinária, seguindo a mesma ritualística exarada pelo ritual. 

T.F.A. 
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.669 - Florianópolis (SC) – sábado, 25 de abril de 2015

PÍLULAS MAÇÔNICAS

AQUISIÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM MESTRE MAÇOM

No caso de uma Loja Maçônica querer adquirir um novo membro na Ordem, o primeiro passo é a Sindicância.

Como é sabido, o conjunto de informações conseguidas sobre um profano, denomina-se “Sindicância”. É extremamente importante a seriedade com que os Sindicantes deverão fazer esse trabalho exigido pela Loja. Mais importante ainda, é a indicação feita pelo proponente. Se o candidato foi indicado por ser amigo do proponente e não por ter qualidades e virtudes que o transformarão em um bom Maçom, segue-se uma Sindicância imperfeita.

O proponente, antes de mais nada, deve saber muito sobre a Maçonaria para poder esclarecer o candidato que fará, sem dúvidas, uma série de perguntas: o que é; para que serve; sua história; metas; etc, etc.

Se o proponente não responde com clareza e certeza, o candidato poderá se tornar um Maçom, sem saber o principal, confiando no amigo que disse que a Maçonaria é uma “coisa legal! Você vai gostar!”.

O processo de Iniciação é importantíssimo. O candidato, vendado, é conduzido em diversas passagens e deve estar confiante, sem temor, crendo que está entre pessoas nobres e diferenciadas. Cerimônias com passagens bisonhas, gracejos, brincadeiras perigosas ou de mau gosto, fazem que ocorra uma má Iniciação, gerando um Maçom que nunca levará a sério a nossa sublime Ordem.

Uma vez Aprendiz Maçom, receberá este, uma série de Instruções sobre a Simbologia, sobre as Ferramentas do Grau, etc, para que processe o desbaste da “pedra bruta”.

Enfim, Maçonaria é estudo... estudo... estudo...

E o Aprendiz mal instruído devido a didática pobre do instrutor, da falta de leitura dos clássicos maçônicos, da falta de conhecimento e cumprimento da Legislação Maçônica, das pavonices e vaidades em Loja, das incoerências ritualísticas, etc, dará um Companheiro despreparado e desmotivado. Tudo pode ser agravado pela pressa no “aumento de salário”.

Ensinar, é transmitir conhecimento. Conhecimento sólido, abrangente que se transformará no alicerce de um verdadeiro Mestre Maçom.

Instruções mal dadas, transmissão precária de conhecimentos, não exigir trabalhos sérios e bem pesquisados, farão um mau Aprendiz, que será um péssimo Companheiro e um Mestre ridículo.

Colaboração do M∴I∴  Fernando Tulio Colacioppo Sobrinho - CIM 205702

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

POSTURA MAÇÔNICA E COMPOSTURA MAÇÔNICA

POSTURA MAÇÔNICA E COMPOSTURA MAÇÔNICA

Enquanto a Postura trata de aspectos corporais, tais como: maneira de andar, sentar, portar-se nas mais variadas situações, a Compostura é o conjunto de ações que denotam boa educação.

Segundo os nossos Dicionários, postura significa “disposição ou posição do corpo”. Dentro de nossos Templos devemos obedecer a uma sistemática ordenada pela tradição. A postura sempre externará nosso “respeito”, uma atitude convencional de expectativa e de participação.

Segundo nosso Ir∴ Rizzardo de Camino “as posturas são originárias da Índia e do Egito e nestes países, sempre tiveram aspecto místico”.

A posição exata contribui para que o fluxo do sangue alimente mais, certa região necessitada; equilibra nosso sistema nervoso; provoca a secreção de sucos necessários às funções das glândulas; isso que descrevemos a “grosso modo”, apresenta no seu desenvolvimento científico, verdadeiros milagres. É a “magia” que atua, auxiliada pela nossa disposição em nos manter, quando em postura, da forma mais perfeita possível”.

sábado, 20 de julho de 2019

COLUNA DA HARMONIA II

Em 20/03/2019 o Respeitável Irmão Robson da Silveira, Loja Renascer do Vale, 4007, REAA, GOB-SC, Oriente de Balneário de Piçarras, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão:

COLUNA DA HARMONIA

Tenho me dedicado à Coluna de Harmonia de minha Loja, e buscado compreender melhor, da importância da mesma. Confesso ao irmão que alguns pontos me confundem:

1. Nosso Ritual, não permite a inclusão de atos que nele não estão previstos, a Coluna da Harmonia e a execução de músicas na ritualística da sessão, não estão previstos (apesar de no ritual, o cargo de Mestre de Harmonia estar previsto. Uma contradição. Não?). Como fazer?

2. A harmonia está presente na história da Maçonaria, é citada em vários livros, sendo assim; não seria uma contradição do nosso Ritual? Particularmente, vejo a harmonia, como essencial para a egrégora da sessão, gosto muito de visitar Lojas e vejo que uma boa harmonia, faz toda a diferença nos trabalhos, aliás das mais de 30 visitas que fiz, em nenhuma a harmonia deixou de ser executada. De tudo que li, o que mais me embasa e me norteia na preparação da harmonia para nossas sessões, é o descrito abaixo:

Compreendem normas na Maçonaria que suas reuniões se realizem com músicas adequadas e propiciatórias. As músicas são invariavelmente colocadas por hábito, por gosto ou por imitação, associando o profundo trabalho de introspecção que é a litúrgica maçônica a uma trilha sonora que estimule nos instantes de euforia, acalme nos momentos de meditação, espiritualize profundamente nos momentos de abertura e fechamento do L∴L∴, que seja melodiosa e nos leve a profunda meditação do ato que fazemos quando os Irmãos M∴ Cer∴ e Hosp∴ circulam com o S∴ PProp∴ e o T∴ Benef∴ e, alegre e viva, no momento do encerramento.

Como tenho muito respeito pela opinião do irmão, gostaria de sua visão sobre esta coluna, que na minha modesta opinião, não é valorizada como deveria.

CONSIDERAÇÕES:

BALAÚSTRE ELETRÔNICO E PÁLIO

BALAÚSTRE ELETRÔNICO E PÁLIO
(republicação)

Em 02.12.2014 o Respeitável Irmão José Valdeci de Souza Martins, Loja Ordem e Progresso, 25, REAA, GLMEMS, Oriente de Campo Grande, Estado de Mato Grosso do Sul, apresenta as seguintes questões: 
valdeci3pontocom@gmail.com 

Balaústre e Pálio: 

Mais uma vez venho até ao Irmão para tirar duas dúvidas. Uma já tenho há bastante tempo e a outra é bem recente. É o seguinte: na minha Loja, foi adotado, estar em fase experimental, o envio do balaústre via e-mail (endereço eletrônico) aos Irmãos que participaram da sessão para aprovação. No entanto, acredito que a sessão ganhou alguns minutos. O que o Irmão tem a me dizer a respeito?

A segunda dúvida e pergunta é a seguinte: quando se vai formar o pálio para a abertura do livro da lei com o Mestre de Cerimônias e os Dois Diáconos, qual a ordem da formação? Isto é quem aciona primeiramente, em segundo e terceiro os bastões?

CONSIDERAÇÕES:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


A ARTE DA MEMÓRIA E A MAÇONARIA

O Pensador, Rodin
A ARTE DA MEMÓRIA E A MAÇONARIA
por Clarence A. Anderson
TRADUÇÃO J. FILARDO

Quando um candidato entra no caminho iniciático da Maçonaria, uma das primeiras coisas que ele descobre é que há uma grande quantidade de memorização envolvida. Os oficiais executam o ritual de memória, e longas palestras memorizadas lhe são apresentadas. Finalmente, talvez para sua consternação, ele descobre que deve memorizar um diálogo antes que possa avançar para o próximo grau.

Por que a memorização é tão importante em Maçonaria? Como a prática de decorar o ritual entra na Maçonaria? A memorização ainda tem valor nos tempos modernos? Considerando a importância tradicionalmente dada à memória na Maçonaria, surpreendentemente pouco foi escrito sobre isso. Uma busca em enciclopédias maçônicas e livros de referência revela praticamente nada.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

PEDIR A PALAVRA III

PEDIR A PALAVRA III
(republicação)

Em 05.01.2015 o Respeitável Irmão Miguel Narkievicius Lima de Paula, Loja Harmonia, 1.625, REAA, GOB-MG, Oriente de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, solicita outro complemento de esclarecimento sobre uma resposta já apresentada: 
miguelfisioterapeuta@gmail.com 

Pedir a Palavra III

Desde já agradeço pela dedicação em explanar a duvida, mas partindo para pratica: estando em Coluna, ao pedir a Palavra (bato com a mão direita sobre o dorso da esquerda e estendo o braço direito) um Irmão simultaneamente faz o pedido, e o Irmão Vigilante lhe concede a Palavra, eu espero com a mão estendida ou abaixo, sabendo que o Irmão Vigilante já sabe que eu pedi a Palavra?

CONSIDERAÇÕES:

Bem meu Irmão, eu penso que aí há uma espécie de preciosismo. Evidentemente que se dois ou mais Irmãos pedirem a Palavra ao mesmo tempo, aquele que de fato concederá a mesma é que tem a obrigação de anotar os pedidos e autorizar cada um de cada vez.

Nessa hipótese, assim que seja autorizado o uso da mesma, os demais que a pediram ao mesmo tempo baixam a mão e aguardam a sua vez. Obviamente seria hilário que alguém ficasse com o braço estendido até que o outro terminasse o seu pronunciamento. 

Se por ventura a Luz da Loja venha a esquecer de alguém, então se pede novamente a Palavra na forma de costume. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: Juk JB News – Informativo nr. 1.663 - Florianópolis (SC) – domingo, 19 de abril de 2015

OS ESTATUTOS DE SCHAW (1598)

OS ESTATUTOS DE SCHAW (1598)
William Schaw, Mestre Construtor
Tradução: José Filardo

Em Edimburgo, dia vinte e oito de dezembro do ano de Deus 1598. Estatutos e regulamentos a serem observados por todos os Mestres Construtores deste reino, estabelecidos por William Schaw, Mestre de Obras de Sua Majestade (Rei James VI) e Vigilante Geral do referido ofício, com o consentimento dos mestres abaixo assinados.

1 -. Em primeiro lugar, observarão e manterão por seus predecessores, de memória, todas as ordenanças previamente estabelecidas relativas aos privilégios de seu ofício e, em particular, serão sinceros uns com os outros e viverão juntos em amor, tendo-se convertido, por juramento em irmãos e companheiros de ofício.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

A LIÇÃO DO FOGO

A LIÇÃO DO FOGO
(Desconheço o autor)

Um Ir∴ de uma determinada Loj∴, a qual pertencia regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar das sessões e atividades.

Após algumas semanas, o V∴M∴ daquela Loj∴ decidiu visitá-lo. 

Era uma noite muito fria, quando o V∴M∴ encontrou o Ir∴ em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.

Adivinhando a razão da visita, o Ir∴ saudou e deu as boas-vindas ao V∴ M∴, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. 

O V∴M∴ acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.

No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o V∴M∴ examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.

Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.

Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois IIr∴.

O V∴M∴, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.

Quando o V∴M∴ alcançou a porta para partir, o Ir∴ disse:

- Obrigado, por sua visita e pelo belíssimo conselho. Estou voltando à Loj∴ e ao convívio dos IIr∴. 

Que o G∴A∴D∴U∴ te abençoe!

Reflexão:

Aos IIr∴ de uma Loj∴ vale lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo eles perdem todo o brilho. 

Aos VV∴MM∴vale lembrar que eles são responsáveis por manter acesa a chama de cada um dos IIr∴ e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, vigoroso e duradouro.

REAA. DIALÉTICA RITUALÍSTICA E AS ATRIBUIÇÕES DOS DIÁCONOS

Um Respeitável Irmão praticante do REAA e de Loja pertencente ao Grande Oriente do Brasil, Distrito Federal, apresenta a questão seguinte:

ATRIBUIÇÕES DOS DIÁCONOS

Baseado na dialética ritualística entre o Venerável Mestre e os Diáconos durante a abertura dos trabalhos, pergunto:

1. O Primeiro Diácono, pode comandado pelo Venerável Mestre se dirigir-se a qualquer Dignidade ou Oficial para ajudar o Venerável? Como por exemplo, se dirigir ao Tesoureiro pegar o débito de um Irmão? 

2. E o Segundo Diácono, se houver algum Irmão importunando os trabalhos (conversando, ou fazendo uso de celular, etc...) ele poderá sair do seu lugar e advertir o importunador?

ORIENTAÇÕES:

POSTURA COM O MALHETE

POSTURA COM O MALHETE
(republicação)

Em 05.12.2014 o Respeitável Irmão Luiz Carlos Goulart, Loja Harmonia, 106, REAA, GLESP, Oriente de Registro, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão: 
lcgoulart33@gmail.com 

Pedro. Acompanho sempre a sua coluna no JB News, sou seu admirador pelos conhecimentos demonstrados, sempre embasados nas origens, nas pesquisas dos fatos e no bom senso. Nos Rituais da GLESP trás que o Venerável e os Vigilantes quando de pé, pousam o malhete no lado esquerdo do peito, portanto não fazendo o Sinal. Gostaria de saber as origens deste equivocado procedimento e se as Lojas do GOB o praticam ou já o praticaram. Se dispuser de alguns dados em que possa basear meus argumentos, peço-lhe que me envie, pois fatos repetitivos, embora equivocados, viram verdadeiros paradigmas em uma Loja como a nossa. Fazer o que mandam os Rituais é nossa obrigação, mas pelo menos devemos saber que estamos fazendo de maneira inadequada.

CONSIDERAÇÕES:

FRASES ILUSTRADAS

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LOJA E TEMPLO - NÃO PODEMOS CONFUNDIR

LOJA E TEMPLO - NÃO PODEMOS CONFUNDIR
Ir∴ Sérgio Quirino Guimarães

Com uma pequena frase já da explicar a diferença entre uma Loja e um Templo, porém Maçonaria não é como matemática onde 2 mais 2 são 4, e o resultado é apenas uma resposta. Nada se faz na Maçonaria que não tenha um propósito maior de fomentar o aprendizado e extrapolar o concreto. Por isto somos Maçons Especulativos. Há uma técnica de ensino chamada Técnica Expositiva que corresponde à aplicação do Método Dedutivo lógico, verbalizado ou uso de audiovisuais. Façamos então um exercício, vou escrever sete frases e os Irmãos vão especulando:

O Templo é um caderno, a Loja um lápis.
No Templo estamos parados, na Loja em movimento.
Do Templo falamos, da Loja ouvimos.
O Templo é pequeno, a Loja é grande.
O Templo tem um nível, a Loja um prumo.
O Templo tem forma limitada, a Loja ilimitada.
O Templo protegemos, a Loja nos protege.

Quais pensamentos o Irmão formulou? Como reagirá a frase abaixo?

quarta-feira, 17 de julho de 2019

REAA - USO DA PALAVRA. DIRIGINDO A PALAVRA OU SAUDANDO?

Um Respeitável Irmão do Oriente do Distrito Federal que trabalha no REAA, GOB, coloca as seguintes questões:

PROCEDIMENTOS PARA O USO DA PALAVRA

Existe controvérsias quando um Irmão vai fazer uso da palavra, estando presente em Loja o Soberano Grão-Mestre, o Grão-Mestre Distrital ou outras autoridades.

Acredito que devemos começar a fazer a saudação pelas Luzes da Loja, e depois segue a sequência por faixa de tratamento conforme página 65 do Ritual de REAA. Entretanto, alguns Irmãos defendem que devemos começar a fala cumprimentando, primeiro, as maiores autoridades, depois as Luzes da Loja. O que estaria correto?

ORIENTAÇÃO: