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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sexta-feira, 30 de março de 2018

VIRTUDE OU VÍCIO

VIRTUDE OU VÍCIO
Justiça é uma constante e perpétua vontade de viver honestamente, não prejudicar a outrem e dar a cada um o que lhe pertence (Justiniano, Imperador Bizantino – 483/565 d.C.).
Levantam-se templos à virtude e cavam-se masmorras ao vício!

Temos realmente uma responsabilidade muito grande ao sermos Maçons. Levantar templos à Virtude significa preservar os bons costumes, manter a liberdade a todo custo, sermos sempre iguais em todos os momentos e viver a fraternidade no dia-a-dia.

A virtude e o vício estão ao alcance de qualquer ser humano. Aqui, dentro da Maçonaria, somos colocados de frente com os vícios e com as virtudes.

No mundo profano, dificilmente temos essa oportunidade. E já que essa chance nos apareceu hoje, procuremos então estudá-la.

quinta-feira, 29 de março de 2018

FILOSOFÍA MASÓNICA

FILOSOFÍA MASÓNICA
Filosofía de la Masonería 
La imagen masónica del hombre 
Giuliano Di Bernardo 
Iberediciones, S.L. 
Madrid 1.991 
267 páginas. 

Hablar de filosofía en la actualidad parece trasnochado. Vivimos unos tiempos en los que impera lo fácil, lo simple, lo cómodo, y leer filosofía no lo es en absoluto. El libro que traemos hoy a colación, Filosofía de la Masonería, del italiano Giuliano di Bernardo, es uno de esos libros que hacen pensar, es decir, que incomodan a buena parte del personal. Por otra parte, tampoco es ninguna rabiosa novedad editorial, aunque por su contenido bien merece unos minutos de nuestro tiempo.

El autor es profesor de Filosofía de la Ciencia en la universidad de Trento y miembro titular de la Académie Internationale de Phiiosophie des Ciences. Ha publicado con anterioridad Introduzione alla logica del sistemi normativi (1972) o Le regole dell'azione sociale (1979), entre otras obras. Di Bernardo nos habla desde dentro, desde la vivencia personal, pues el año 1990 fue elegido Gran Maestro del Gran Oriente de Italia. Su libro, editado por vez primera en Italia en marzo de 1987, ha sido reeditado al menos en tres ocasiones en su país, y se ha traducido al español, inglés y alemán.

Este libro nos habla de los orígenes modernos de la Orden masónica, así como de la concepción filosófica que la masonería tiene del ser humano, de los símbolos de arquitectura -elementos comunes a todas las obediencias masónicas del mundo con los que los masones se ayudan para tratar de alcanzar la construcción de sí mismos y de sus semejantes, y de las relaciones entre la masonería y la religión, la masonería y la iglesia Católica o la masonería y el Estado. Sólo por la forma de tratamiento de los temas, igual que por el sentido reflexivo con el que inunda Di Bernardo las páginas eje su libro, ya merecería la pena leerlo con atención. Bien mirado, la obra tiene un carácter pragmático, pues nos ayuda a reflexionar acerca de nuestra propia calidad humana, sin dejar tampoco de alentarnos en la búsqueda del perfeccionamiento progresivo que toda persona debe anhelar. Un libro, en suma, que nos hará pensar. Falta nos hace.

RICARDO SERNA



terça-feira, 27 de março de 2018

DIA MUNDIAL DO CIRCO

DIA MUNDIAL DO CIRCO

No dia 27 de Março comemora-se o dia mundial do circo e também o dia internacional do artista circense.

Então, não podíamos deixar de lembrar a todos os Irmãos, da glória que foi o maior “PALHAÇO” brasileiro de todos os tempos, o nosso Irmão:

ARRELIA - (WALDEMAR SEYSSEL) - Advogado e Artista Circense. – Foi o Primeiro “Palhaço” a ter um programa de televisão (TV Paulista 1955). – Nascido Paranaense, faleceu em 23/05/05 com 99 anos de idade. – Era Maçom de estirpe, tendo sido iniciado nos Augustos Mistérios da Maçonaria em 16/10/1933 na ARLS Estrela da Caridade n. 0523 (GOB/GOSP), na Cidade de Espírito Santo do Pinhal / SP. – Elevado em 17/08/1934 e Exaltado em 15/01/1935. – Em 1989 foi Regularizado na ARLS Acácia da Paz n. 0121 (GOP). – Em maio de 2001 a ARLS Templários da Luz concedeu-lhe o Diploma de Membro Honorário. – Em Dezembro de 2004 foi também homenageado pelo semanário “Gotas Maçônicas” (GLESP). – Ficará eternizado em nossas lembranças o seu jargão: Como vai? Como vai? Como vai? Como vai, vai, vai? – Eu vou bem ! Eu vou bem ! Eu vou bem ! – Muito bem ! Muito Bem ! Bem ! Bem !

O Irmão Waldemar Seyssel, faleceu na Cidade do Rio de Janeiro onde permaneceu internado por certo período em razão de doença que o acometeu e o levou à morte, mas, por sua expressa vontade, foi sepultado no Cemitério da Paz, no Bairro do Morumbi/SP, sua Cidade Natal.

A esse Irmão glorioso, que sempre levou alegria e Paz aos nossos Pais e a esta geração que o aplaudiu com grande carinho, não podíamos deixar de lembrar e de homenagear o Grande Irmão Waldemar Seyssel, o maior dos Palhaços, o Eterno e insubstituível ARRELIA.

ARLS Giuseppe Verdi
Oriente de São Paulo, 27 de março de 2007

Sérgio Ruas – MI
ARLS Trolha Andreense n. 2297 do Rito Moderno – GOSP - GOB

segunda-feira, 26 de março de 2018

ESTÓRIA DE UM TIRANO


ESTÓRIA DE UM TIRANO
Ficção - O Rei está nu
Hercule Spoladore – Loja de Pesquisas Maçônicas “Brasil” – Londrina –PR.

Era uma vez, assim começam todas as estórias, todas as fábulas, existiam três reinos que faziam divisa entre si. Nem se sabe por que havia esta divisa, pois os três povos falavam a mesma linguagem, tinham os mesmos costumes os mesmos princípios morais, a mesma religião, a mesma etnia,a mesma moeda chamada fraternidade, usavam os mesmos princípios naturais de tolerância entre si tinham o mesmo respeito em relação ao Universo e seu Criador. 

Não havia a mínima contradição. Eram todos felizes.Possivelmente há centenas de anos houve alguma razão histórica para esta divisão porque atualmente dadas às semelhanças e princípios poderia ser apenas um reino só. Havia um parentesco muito grande entre eles. Era em realidade todos um povo só.

quinta-feira, 22 de março de 2018

A MAÇONARIA E A ESTÁTUA DA LIBERDADE

A MAÇONARIA E A ESTÁTUA DA LIBERDADE

A vitória do Movimento Revolucionário de 1776, que deu origem à República dos Estados Unidos da América, foi também uma vitória da Maçonaria, pois os ideais maçônicos de Liberdade e Igualdade foram os alicerces para a construção do novo país.

A recém-nascida nação foi uma espécie de laboratório para a construção da primeira sociedade democrática do mundo, onde se organizou um governo que “em certo sentido, nascia de baixo para cima”. Dois maçons notáveis contribuíram para declaração de Independência dos Estados Unidos da América: George Washington e Benjamin Franklin.

Benjamin Franklin ao lado de Thomas Jefferson atuou como um dos principais articuladores do ideário republicano, alicerçado no “pensamento Iluminista de Locke, Hobbes, Rousseau e Montesquieu e sorvido pelo próprio Benjamin Franklin nas Lojas e na literatura maçônica que conheceu”.

quarta-feira, 21 de março de 2018

O MANUAL DO APRENDIZ FRANCO-MAÇOM

O MANUAL DO APRENDIZ FRANCO-MAÇOM
- Introdução ao estudo da Ordem da Doutrina Maçônica
- Dedicado aos Irmãos Aprendizes

Qualquer que tenha sido o vosso propósito e o anseio de vosso coração ao ingressar na Augusta Instituição que fraternalmente vos acolheu, como um de seus membros, é certo que não tereis entendido, a princípio, toda a importância espiritual deste passo e as possibilidades de progresso que com ele vos foram abertas.

A Maçonaria é pois, uma Instituição Hermética no tríplice e profundo sentido da palavra. O segredo maçônico é de tal natureza, que não pode nunca ser violado ou traído, por ser mística e individualmente realizado por aquele maçom que o busca para usá-lo construtivamente, com sinceridade e fervor, absoluta lealdade, firmeza e perseverança no estudo e na prática da Arte.

segunda-feira, 19 de março de 2018

O COMPANHEIRO MAÇOM

O COMPANHEIRO MAÇOM
Ir∴  Joel Oliveira Dutra - C∴M∴ 

Doutrinariamente, o grau de Companheiro é o mais legítimo grau maçônico, por mostrar o obreiro já totalmente formado e aperfeiçoado, profissionalmente. Historicamente, é o grau mais importante da Franco-Maçonaria, pois sempre representou o ápice da escalada profissional, nas confrarias de artesãos ligados à arte de construir, as quais floresceram na Idade Média e viriam a ser conhecidas, nos tempos mais recentes, sob o rótulo de "Maçonaria Operativa", ou "Maçonaria de Ofício".

domingo, 18 de março de 2018

O SILÊNCIO, VOZ DA INICIAÇÃO

O SILÊNCIO, VOZ DA INICIAÇÃO
Por Alain Oozarnik
Tradução: José Filardo

Embora apreciadores da beleza do silêncio, seja durante um passeio ao ar livre, andando na rua, trancados no interior de nosso veículo ou dentro de nossa casa, nós escutamos avidamente uma música gravada, um programa de televisão ou de rádio. Enquanto parte de nós sonha com a calma, paz e profundidade, paradoxalmente outra parte foge do silêncio e nos arrasta para o mundo do tumulto e barulho.

sábado, 17 de março de 2018

A MAIOR GUERRA ENTRE COLUNAS

A MAIOR GUERRA ENTRE COLUNAS
(Desconheço o autor)

Após o mestre de cerimônias preparar o cortejo e a entrada dos irmãos, no templo...

A sabedoria sentou-se no oriente, assim como a força sentou-se no ocidente, enquanto a beleza tomava lugar na coluna do sul.

Tudo transcorria de forma “justa e perfeita”, como de costume...

Foi quando profanamente bateram na porta, o irmão cobridor interno, anunciou tal batida e em seguida, forçaram a entrada no templo, podíamos ver claramente três homens muito bem vestidos e de ótima aparência.

Eram estes: o orgulho, a vaidade e a discórdia, já chegaram pisando com o pé direito.

A sabedoria se pronunciou imediatamente:

quinta-feira, 15 de março de 2018

RESERVA SOBRE AS FORMAS DE RECONHECIMENTO

RESERVA SOBRE AS FORMAS DE RECONHECIMENTO 
Rui Bandeira 

Antigamente era, em muitos locais, perigoso ser maçon. Ainda hoje o é, em várias partes do globo. Os maçons tinham necessidade de se conseguirem reconhecer uns aos outros, sem necessidade de perguntar. Com efeito, se um maçon perguntasse a outrem se também era maçon e esse outrem não só não fosse maçon como denunciasse quem o inquirira, estava o caldo entornado... Havia, pois, que arranjar maneira de um maçon se poder assegurar que outro homem também tinha essa qualidade, de forma que, se assim fosse, o interrogado soubesse que tal interrogação lhe estava a ser feita e soubesse responder da mesma forma, mas que, se o interrogado não fosse maçon, não se apercebesse sequer da interrogação. Havia que criar uma forma de um maçon se dar a conhecer como tal, de maneira que só os maçons se apercebessem disso e só eles reconhecessem essa forma. Havia que poder testar se alguém que se arrogava de ser maçon efetivamente o era. E, sobretudo, havia que tudo isto fazer de forma discreta, apenas percetível por quem devesse perceber. E havia, obviamente que guardar segredo dessas formas de reconhecimento.

terça-feira, 13 de março de 2018

GELÉIA DE MAÇONS MADUROS

GELÉIA DE MAÇONS MADUROS

Meus irmãos todos,

Nós maçons somos como frutas. Quando começamos a ocupar cargos somos como frutas viçosas, damos esperança de uma boa colheita. Mas, com o tempo, entramos na maldita rotina, comandada pelo ritual, que foi feito para o MAÇOM e não o MAÇOM para o ritual. E, então os resultados estabilizam em determinado patamar.

SEMPRE FOI FEITO ASSIM. Este patamar é mortal!

É quando dizemos que amadurecemos.

domingo, 11 de março de 2018

MARIO MORENO "CANTINFLAS"

Solicitud de ingreso en la masonería de Mario Moreno "Cantinflas"


BE-A-BÁ DO CANDIDATO

BE-A-BÁ DO CANDIDATO
Claudino F. Barros
Loja Maçônica Caridade e Justiça
Morena - SP,

A ciência maçônica, cotejada nos rituais, requer dos candidatos a ordem, conhecimentos gerais das ciências profanas, sem os quais, fica difícil o candidato entender a essência filosófica da ordem. No primeiro grau maçônico o aprendiz necessita trazer do mundo profano pelo menos, conhecimentos básicos de gramática; rudimentos de historia, pratica de retórica, etc. Sem esses conhecimentos e outros, inda que sem profundidade, o aprendiz tem dificuldade em entender e sobretudo aprender os significados da ritualística e da simbologia.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

MAÇONARIA & POLÍTICA

MAÇONARIA & POLÍTICA
(Desconheço o autor)

A política continua sendo um assunto mal compreendido e até certo ponto controverso na maçonaria. Ao se falar ‘em ou de política’, muitos Ir⸫ interpretam, automaticamente, como política-partidária.

Ao analisarmos essa questão com mais profundidade e rigor, à luz da evolução e desdobramentos do conceito de política na maçonaria universal, através da história, descobrimos que há duas correntes claramente estabelecidas: a anglo-saxônica e a latina. 

A anglo-saxônica a proíbe terminantemente desde a Constituição de Anderson (1.723): “... e sobretudo deve-se evitar discussões sobre religião, política e nacionalidade”, “... nenhuma discórdia ou querela privada deverá transpor a porta da loja, menos ainda querelas a respeito de religião ou nações, ou política do Estado...”

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A LINHA DE FRONTEIRA DE NOSSA CONDUTA

A LINHA DE FRONTEIRA DE NOSSA CONDUTA
Kenneth L. Hemphill

Freqüentemente, participo de grupos em que se discutem normas e procedimentos maçônicos, em Loja e fora dela. Muitas vezes, as opiniões são divergentes e outras potências são mencionadas, como sendo tolerantes a isso ou àquilo. O texto que se segue, de autor americano, diz respeito à Maçonaria da Califórnia, tal como é vista pela Grande Loja da Califórnia. As semelhanças conceituais justificam estudar um texto onde tantas diferenças na “praxis” maçônica existem. Ao Maçom estudioso, dedico esta tradução, pois desejo que contribua para o enriquecimento de seu conhecimento da Arte Real. Para os que lêem em inglês, ofereço o texto original também.

Eu gostaria que cada um de vocês retrocedesse comigo, em seus pensamentos, até a noite em que vocês entraram numa Loja Maçônica pela primeira vez, para serem iniciados. Provavelmente, cada um de nós tem diferentes eventos que se desatacam, daquela noite memorável, mas eu posso me lembrar de quão profundamente impressionado eu estava de ser reconhecido como um Maçom justo e perfeito e, daí por diante, deveria caminhar e agir de acordo.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

A CONVENÇÃO DE BALTIMORE DE 1843

A CONVENÇÃO DE BALTIMORE DE 1843
(Aquela que mudou a cara da Maçonaria)
LucianoRodrigues

Esta história começa em dezembro de 1839. Ela começou com uma resolução aprovada pela Grande Loja do Alabama, que solicitou a todas as Grandes Lojas para enviar um representante para a cidade de Washington na primeira segunda-feira de março de 1842, com a finalidade de determinar (padronizar) um modo de trabalho para todas as lojas dos Estados Unidos e para fazer outros regulamentos legais de interesse e segurança do Craft.

A Convenção foi realizada em 7 de março de 1842, no Central Masonic Hall. Dez Grandes Lojas estiveram presente e esses representantes se recusaram a aceitar um delegado da Grande Loja de Michigan, declarando que este não tinha sido estabelecido sob os princípios constitucionais. O relatório foi feito por Charles W. Moore, presidente da Comissão de Credenciais e Grande Secretário da Grande Loja de Massachusetts.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

SOL & LUA NA MAÇONARIA

Arte: João Guilherme
SOL & LUA NA MAÇONARIA
Kennyo Ismail

O Sol e a Lua, geralmente presentes em cada lado da parede do Oriente e tendo entre eles o trono do Venerável Mestre, destacados também no Painel de Aprendiz Maçom, sempre foram alvos das “especulações” dos estudiosos maçons. Aliás, com tanta especulação sobre a simbologia maçônica, fica fácil compreender o verdadeiro significado do termo “Maçonaria Especulativa”! Encontra-se de tudo por aí: Conforme alguns estudiosos de plantão, aquele Sol simboliza Mitras, Invictus, Horus, Rá ou Osíris, Hélio ou Apolo, a masculinidade, a Luz da Iniciação ou o símbolo do Oriente. Já a Lua quarto-crescente seria o feminino, o segredo a ser revelado, a busca pela verdade, a palavra perdida e prestes a ser encontrada, ou até mesmo a ressurreição. Isso sem contar nas interpretações absurdas, que não merecem citação.

O fato que parece passar despercebido para muitos é que esse Sol e Lua são, na verdade, um único símbolo. A mais clara evidência disso é que, seja na parede do Oriente ou no Painel de Aprendiz, eles aparecem sempre juntos, em tamanhos iguais, na mesma altura e de lados opostos. Nunca se vê apenas um ou o outro, porque se trata de um símbolo só. Dessa forma, qualquer interpretação desses elementos realizada de forma separada já é um grande erro.

Temos no símbolo do Sol e Lua um dos símbolos mais antigos da Maçonaria. Quando relacionados, o Sol é o emblema do meio-dia enquanto que a Lua é o emblema da meia-noite, ou seja, o início e o término dos trabalhos de todo maçom. O Venerável Mestre, estando entre o Sol e a Lua, demonstra que comanda os trabalhos naquele período. Esse simbolismo é creditado a Zoroastro, conforme muitos Rituais denunciam. Zoroastro foi um importante profeta persa, considerado como um dos principais mestres dos Antigos Mistérios, chamado por muitos de “pai do dualismo” e tido como precursor de muitos pensamentos comuns entre as três vertentes religiosas de Abraão: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. A tradição diz que os trabalhos nos templos de Zoroastro ocorriam do meio-dia à meia-noite, e que sua filosofia tinha por base a cosmologia. O antagonismo do dia e da noite, da claridade e da escuridão, era visto na natureza e no bem e o mal, presentes em cada ser humano.

Por que a Lua quarto-crescente?

Porque a astronomia ensina que a Lua quarto-crescente nasce ao meio-dia e se põe exatamente à meia-noite. Assim, quando o Sol está em seu zênite, ao meio-dia em ponto, é quando a Lua quarto-crescente nasce, a qual se põe à meia-noite em ponto. A lua quarto-crescente, tão importante para os Persas seguidores de Zoroastro, atravessou os milênios, tornando-se emblema da cultura árabe.

Esse fato não deixa dúvidas de que o símbolo do Sol e Lua na Maçonaria é realmente símbolo “do meio-dia à meia-noite” e de nada mais, apesar das especulações.

Fonte: noesquadro.com.br

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

O ORADOR DA LOJA

O ORADOR DA LOJA
(Desconheço o autor)

Um dos mais belos e importantes cargos de uma Loja Maçônica é o cargo de Orador, ou, como agora também é denominado, o cargo de Membro do Ministério Público Maçônico na Loja.

A importância do Orador é fundamental na performance de toda e qualquer Oficina e os requisitos essenciais para o seu bom desempenho são múltiplos, devendo a escolha dos Irmãos recair, sempre que possível, em um Mestre Instalado que, pela sua vivência e experiência maçônicas, já enfrentou e solucionou praticamente todos os problemas que as Lojas costumam apresentar.

Também é desejável, embora não seja obrigatório, que o Irmão escolhido para esse cargo eletivo seja versado em ciências jurídicas, que tenha familiaridade com leitura e interpretação de textos legais, leis, regulamentos e regimentos, e que saiba diferenciar, por exemplo, o que vem a ser uma lei, um ato ou um decreto.

O Orador, nos Ritos que dispõem desse cargo, é a quarta Dignidade na hierarquia da Loja, toma assento no Oriente, à direita ou à esquerda do V⸫M⸫, conforme o Rito e pede a palavra diretamente a ele.

Apenas para fins didáticos, vamos dividir as funções do Orador em 3 grandes grupos:

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM

O DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM

Nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro de 1.994, realizou-se em Washington, nos Estados Unidos, a Reunião Anual dos Grãos-Mestres das Grandes Lojas da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México).

Na ocasião, estiveram presentes como Obediências Co-Irmãs (Sister Jurisdictions), a Grande Loja Unida da Inglaterra, a Grande Loja Nacional Francesa, a Grande Loja Regular de Portugal, a Grande Loja Regular da Itália, O Grande Oriente da Itália, a Grande Loja Regular da Grécia, a Grande Loja das Filipinas, a Grande Loja do Irã, no exílio; além do Grande Oriente do Brasil, com uma delegação chefiada por seu Grão-Mestre Francisco Murilo Pinto, que ali estava como observador.

Ao encerramento dos trabalhos, o Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, Ir⸫ Fernando Paes Coelho Teixeira, apresentou uma sugestão encampada pelos Grãos-Mestres de todas as Grandes Lojas dos Estados Unidos e mais as do México e Canadá, no sentido de fixar o dia 22 de fevereiro como o DIA INTERNACIONAL DO MAÇOM, a ser comemorado por todas as Obediências reconhecidas, o que foi totalmente aprovado.

E por quê 22 de fevereiro?

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

STONEHENGE JÁ PERTENCEU A UM MAÇOM

STONEHENGE JÁ PERTENCEU A UM MAÇOM
Luciano Rodrigues


A HISTÓRIA DE STONEHENGE TEM INSPIRADO MUITAS TEORIAS BIZARRAS QUE LIGAM MAÇONS E DRUIDAS. NA VIDA REAL, O MAÇOM CECIL CHUBB, COMPROU O MARCO POR UM CAPRICHO HÁ MAIS DE 100 ANOS

Considerando o seu estatuto de Patrimônio Mundial, é estranho pensar que até 1918 Stonehenge era propriedade privada. O interesse por ela foi estimulada no início de 1700 através dos escritos de um maçom chamado Dr. William Stukeley, um clérigo e arqueólogo, cujos volumosos manuscritos estão agora preservados na British Library e na Library and Museum of Freemasonry, ambas em Londres, Reino Unido. A conexão entre Stonehenge e os druidas é geralmente atribuída a Stukeley, que não só fez um estudo da ordem, mas foi um dos responsáveis por seu renascimento em 1717.