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PERGUNTAS & RESPOSTAS
segunda-feira, 26 de maio de 2025
REAA - USO DO CHAPÉU NA CERIMÔNIA DE INSTALAÇÃO
CHAPÉU – INSTALAÇÃO E POSSE
Fui indagado pelo nosso Venerável como Orador da Loja, sobre o uso do Chapéu na Sessão de Instalação e Posse, como seria o uso para o Venerável na condução dos trabalhos e para a Comissão Instaladora.
Nosso Venerável, pediu para o nosso Deputado Estadual verificar junto ao GOB-SP, e o mesmo disse que em consulta o informaram que ninguém faz o uso do Chapéu. Está correto?
CONSIDERAÇÕES:
Com o advento do resgate do uso do chapéu no REAA, a Secretaria Geral de Orientação Ritualística do GOB está orientando o seguinte para a Instalação de Ven∴ Mestre e o uso do chapéu:
No REAA, os membros da Comissão Especial de Instalação e Posse, nomeados pelo Grande Oriente Estadual ou do Distrito Federal, não usam chapéu durante a cerimônia de Instalação
O uso do chapéu nesta cerimônia restringe-se ao seguinte: conforme previsto no ritual de Aprendiz do REAA, vigente no GOB, o Ven∴ Mestre que fará a abertura dos trabalhos usará normalmente a cobertura até o momento em que fizer a entrega do malhete ao Presid∴ da Comissão. A partir daí, o Ven∴ que estiver deixando o cargo retira o chapéu, coloca-o sobre o Alt∴ e senta-se ao lado esquerdo do Presid∴ da Comissão de Instalação.
Desse instante em diante, ninguém mais usará chapéu até o encerramento dos trabalhos da Loja, exceto o novo Ven∴ Mestre recém instalado, que passará a se cobrir logo que ocupar o trono, na ocasião em que for declarado instalado pelo Presid∴ da Comissão. Daí em diante, usa a cobertura até o encerramento).
Finalizando, estas orientações estão de acordo com o novo ritual de Instalação previsto (em fase de revisão ortográfica e diagramação).
E. T. - Breve, no GOB, os Ritos terão cada qual o seu volume do ritual de Instalação e Reassunção.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
UM EXEMPLO DE PRINCÍPIOS MAÇÔNICOS
A MAÇONARIA PRECISA VOLTAR A SER OPERATIVA
domingo, 25 de maio de 2025
AUMENTO DE SALÁRIO - VISITAS
AUMENTO DE SALÁRIO
Estamos encontrando uma dificuldade em relação as visitas de Companheiros. Em nossa Constituição (Grande Oriente do Paraná), versa que o Companheiro para ser exaltado, deverá comparecer em 5 Sessões de Companheiros em sua Loja e fazer 3 visitas em outras Lojas.
COMENTÁRIOS:
Salvo melhor juízo, entendo que se o Diploma Legal da vossa Obediência não contempla, neste quesito, o grau dos trabalhos da Loja que deve ser visitada, me parece que o Companheiro deve cumprir simplesmente o número de visitas previstas, não importando sejam elas em Loja de Companheiro ou de Aprendiz.
Eu não possuo os Regulamentos do Grande Oriente do Paraná. Assim, esta é só a minha opinião. Recomendo consulta sobre esta disposição legal à Guarda dos Selos para melhores esclarecimentos.
No meu entendimento, o natural seria que as visitas fossem em Lojas trabalhando no 2º Grau, mas...
T.F.A.PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
SIMBOLISMO E AS ALEGORIAS

Mestre Maçom
A necessidade de cultivar e cultuar mistérios é inerente à raça humana e segue com ele, na mesma trilha e diapasão, desde os tempos mais primitivos.
Os símbolos são na verdade signos ou sinais e possuem o poder de transformar o concreto no abstrato. Sua criação vem de uma idéia e da possibilidade desta idéia ser materializada em um sinal, em algo que possa esconder ou sintetizar aquele pensamento.
Hoje, os símbolos estão inseridos nos meios de comunicação e são elementos essenciais, fazendo parte das mais diversas culturas. Estão nas religiões, na ciência, nos meios midiáticos e no dia-a-dia do cidadão. Muitas vezes podem ser confundidos com um emblema ou se misturar a eles.
Os ideogramas das civilizações orientais são símbolos que expressam o seu idioma...
[1] Wilkipédia...
Nas religiões podemos vê-los de forma destacada, muito aproximadas dos emblemas.
A Cruz
O Símbolo da Cruz antecede a era Cristã e já existia entre as civilizações pagãs anteriores a esta época. Os cristãos só a adotaram após o Imperador Constantino tê-la abolido como forma de condenação. Ela simboliza a morte do Cristo e o seu significado.
Estrela de Davi
As duas pirâmides, uma com a ponta para cima e a outra com a ponta para baixo significa o equilíbrio entre o céu e a terra e por isso Davi mandou gravar este símbolo nos escudos de seus guerreiros como amuleto de proteção e a partir de então passou a ser o símbolo do judaísmo.
A Lua Crescente com Estrela
Também este símbolo antecede a criação da religião Islâmica, pois se acredita que nômades árabes cultuavam a Lua por viajarem à noite. Só passou a ser conhecido como símbolo do Islamismo, depois que os Turcos Otomanos o adotaram em sua bandeira, assim mesmo, muitos fiéis negam a utilização de qualquer símbolo com objetivo de representar sua fé.
É a forma escrita, em sânscrito, do principal mantra hindu. Os mantras são palavras, poemas ou textos entoados durante a meditação para auxiliar na concentração e invocar divindades. Vários textos dos Vedas - as escrituras sagradas hinduístas - começam com Om - pronuncia-se Aum - e significa "aquilo que protege"
E assim, em muitas outras religiões, encontraremos símbolos.
As palavras são símbolos formados por sinais com a finalidade de dar tonalidade à expressão. Quando escrevemos palavras, não importa o seu tamanho, mas a idéia que ela expressa. Por exemplo:
Fé
- Expressa uma convicção pessoal que embora possa ser manifestada de formas diferentes tem a mesma essência;
Ódio
- Uma palavra pequena que transmite uma reação temporária ou até mesmo permanente, de um sentimento de total aversão a outrém.
Amor
- Também uma pequena palavra, mas com sentimento oposto a anterior e que significa um sentimento de paz, de uma amizade além da conta.
Enfim, palavras são símbolos. É possível que algumas idéias, sentimentos, expressões, possam ser difíceis de serem manifestados em idiomas diferentes.
Os números também são símbolos que expressam quantidade, relatividade, conteúdo, síntese.
O número 1 contém uma unidade, mas o número 9 contem muitas unidades.
Letras e números estão nas fórmulas da física, química, matemática, etc.
Com base no exposto podemos ver que os signos ou sinais, os símbolos, estão entranhados em nossa existência e são extremamente necessários.
Os símbolos foram inseridos na maçonaria como forma de expressão didática e como maneira de esconder, resumir ou sintetizar conhecimentos e fazer com que o maçom, de um modo geral, seja um livre pensador.
"A Maçonaria é um sistema de moralidade desenvolvido e inculcado pela ciência do simbolismo. Este caráter peculiar de instituição simbólica e também a adoção deste método genuíno de instrução pelo simbolismo, emprestam à Maçonaria a incolumidade de sua identidade e é também a causa dela diferir de qualquer outra associação inventada pelo engenho humano. É o que lhe confere a forma atrativa que lhe tem assegurado sempre a fidelidade de seus discípulos e a sua própria perpetuidade.” (Albert Mackey)
Numa Loja Maçônica tudo tem um significado, nada surgiu por acaso e o Templo Maçônico passou a ter o esplendor que tem, depois da criação da Maçonaria Especulativa. Os símbolos e alegorias foram inseridos aos poucos no Templo e da mesma forma foi pensada sua estrutura.
É pena que na Maçonaria Simbólica nos restringimos a atividades puramente mecânicas, repetitivas, rotineiras, sem entendermos os motivos de toda aquela decoração e do por que dos instrumentos de trabalho, da ritualística.
Quando falamos em buscar a palavra perdida e que somos livres pensadores, isto quer dizer que a Arte Real transcende a tudo aquilo que possamos imaginar e que sua base doutrinária e filosófica nos permite ser livres pensadores.
Goethe, dizia que o "O Simbolismo transforma os fenômenos visíveis em uma idéia, e a idéia em imagem, mas de tal forma que a idéia continua a agir na imagem, e permanece, contudo, inacessível; e mesmo se for expressa em todas as línguas, ela permanece inexprimível. Já a Alegoria, transforma os fenômenos visíveis em conceito, o conceito em imagem, mas de tal maneira, que esse conceito continua sempre limitado pela imagem, capaz de ser inteiramente apreendido e possuído por ela, e inteiramente exprimido por essa imagem.”
Num primeiro momento parece difícil entender o que são símbolos e o que são alegorias, principalmente para os neófitos, e quiçá, para muitos Mestres.
O Simbolismo contrai, sintetiza.
A Alegoria expande.
O Simbolismo está presente em tudo que é visível dentro de um Templo Maçônico. Exemplo:
- Instrumentos de Trabalho; colunas; Livro da Lei; velas; formas de arquitetura; desenhos; painéis; zodiaco; estrelas, planetas, etc.
As Alegorias estão presentes nas Lendas e sempre atreladas ao Simbolismo. Exemplo:
- Lenda sobre a escada de Jacó, da Fênix, do Pelicano, de Hiran e muitas outras.
Este pequeno estudo é destinado a um Quarto de Hora com o objetivo de transmitir aos neófitos um pouco mais de clareza sobre o processo didático a que serão submetidos e também de incentivá-los na busca da cultura maçônica.
Que o Grande Arquiteto do Universo nos abençoe infinitamente.
Fonte: http://joseroberto735.blogspot.com
sábado, 24 de maio de 2025
PARES DE LUVAS E ABERTURA DO LIVRO DA LEI
Quem deve abrir o Livro da Lei, o Ex-Venerável, ou Orador?
Desde já agradeço sua atenção.
COMENTÁRIOS:
Não sei exatamente o que prevê o ritual da vossa Obediência, mas seguem as minhas apreciações:
As luvas, assim como o avental, na Maçonaria Operativa tinham literalmente o objetivo de proteger as mãos dos operários (Aprendizes e Companheiros) no canteiro de obras, ou oficinas de trabalhos, nas Guildas de profissionais da Idade Média, ancestrais da Moderna Maçonaria.
Um detalhe importante neste contexto é o de que na Maçonaria de Ofício existiam apenas duas classes de trabalhadores, a dos Aprendizes Admitidos e a dos Companheiros do Ofício. O dirigente do canteiro (lojas operativas) era escolhido dentre os Companheiros mais experientes. Não existia o grau especulativo de Mestre Maçom naquela época.
Com a chegada da Maçonaria Especulativa, a partir dos primórdios do século XVII, alguns ritos maçônicos mantiveram a tradição do uso de luvas, agora brancas (sem mácula), como símbolo de pureza do iniciado.
Sob esta óptica, as luvas especulativas atualmente são mais simbólicas do que propriamente de uso indumentar.
Na atualidade, muitos ritos maçônicos não determinam mais o uso de luvas para os Aprendizes e Companheiros, reservando-as, muitas vezes, apenas os Mestres nas sessões magnas.
À vista disso, hoje em dia o uso de luvas brancas vai depender mais da Obediência do que do Rito, propriamente dito.
MAÇONS FAMOSOS
OS ESSÊNIOS
sexta-feira, 23 de maio de 2025
SAUDAÇÃO ÀS LUZES APÓS A MARCHA
SAUDAÇÃO ÀS LUZES
Faço contato, mais uma vez, agora na busca de esclarecimentos sobre a execução das marchas dos Graus 2 e 3 (REAA), /
DÚVIDA - Grau 2: Aqui usa-se iniciar a marcha no Grau de Apr∴ (até aí ok), saúda-se as LLUZ (?) e, só então, faz-se o sinal de Comp∴, executando-se os 2 pp∴ seguintes para, de novo, saudar as Luzes.
DÚVIDA - GRAU 3: Aqui usa-se iniciar a marcha no Grau de Apr∴ (até aí ok), saúda-se as Luzes (?) e, só então, faz-se o sinal de Comp∴, executando-se os 2 pp∴ seguintes para, de novo, saudar as Luzes (?). Só então faz-se o sinal de Mestre, executando-se os t∴ últimos passos, quando de novo saúda-se as Luzes.
Na GLMERJ, de onde sou oriundo, não é assim, ou seja, só se saúda as Luzes ao final de cada marcha, isto no grau pertinente. Estas variantes da GLESP também estão corretas? Eis minhas dúvidas.
CONSIDERAÇÕES:
No que diz respeito à sua questão, sem declinar se esta ou aquela Grande Loja está correta, a resposta que segue tem somente o fito de observar o que é consagrado no REAA. Seguem os comentários:
Marcha do Grau 02 - primeiro dão-se os tr∴ pp∴ de Apr∴. Ainda, sem saudar as LLuz∴, muda-se o Sin∴ do 1º para o 2º Grau, quando então dão-se os d∴ pp∴oobl∴ de Comp∴. Faz-se, enfim, a saudação às LLuz∴ pelo Sinal de Comp∴.
Marcha do Grau 03 - primeiro dão-se os tr∴ pp∴ de Apr∴. Ainda, sem saudar as LLuz∴, muda-se o Sin∴ do 1º para o do 2º Grau. Dão-se então os d∴ pp∴ de Comp∴. Ainda, sem saudar as LLuz∴, muda-se finalmente o Sin∴ do 2º para o 3º Grau e a seguir dão-se os tr∴ pp∴ de Mestre, quando então faz-se a saudação às LLuz da Loja, pelo Sin.







