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segunda-feira, 13 de julho de 2026

JEAN-PAUL MARAT

Por Luciano J. A. Urpia

Jean-Paul Marat (1743-1793) foi um teórico político, médico, cientista, jornalista e político francês, figura radical durante a Revolução Francesa. Nascido em 24 de maio de 1743, destacou-se como vigoroso defensor dos sans-culottes, publicando suas opiniões em panfletos e no influente periódico "L'Ami du peuple" (O Amigo do Povo), que o tornou um elo não oficial com o grupo jacobino radical que chegou ao poder em 1793. Seu jornalismo caracterizava-se pelo tom feroz e postura intransigente contra os líderes e instituições revolucionárias, sendo atribuída a ele, por alguns, a responsabilidade pelos massacres de setembro, embora outros argumentem que tais eventos resultaram de uma mentalidade coletiva das circunstâncias.

Marat foi assassinado em 13 de julho de 1793 por Charlotte Corday, simpatizante girondina, enquanto tomava um banho medicinal para tratar sua condição de pele debilitante. Após sua morte, tornou-se um ícone e mártir revolucionário para a facção Montagnard dos jacobinos e para a população sans-culotte. O pintor Jacques-Louis David imortalizou sua imagem na icônica obra "A Morte de Marat" (Imagem), e tanto David quanto Marat integravam a liderança da Comuna de Paris e o Comitê de Segurança Geral durante os primórdios do que ficaria conhecido como o Reinado do Terror.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

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