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PERGUNTAS & RESPOSTAS
domingo, 1 de novembro de 2026
MUDANÇA DE GRAU - ASPECTOS LEGAIS
Em 21/06/2026 o Respeitável Irmão José Luís Turra, Loja Obreiros Ocultos, 1984, REAA, GOB-MS, Oriente de Nova Andradina, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a seguinte questão.
MUDANÇA DE GRAU
Abrimos a sessão grau Aprendiz, cobrimos o os Aprendizes para transformar em Comp∴ onde discutimos e aprovamos a elevação dos IIr∴ AApr∴ voltamos ao grau de Aprendiz. Quando oficialmente é comunicado a aprovação da elevação para os aprendizes? Na mesma sessão? Ou quando tivermos a data da elevação.
Questionei, o Ven∴ Mestre comunicou a eles na Pal. Bem da Ord. Eu fiz elevação na época que estava Ven∴ Mestre, não me lembro como fiz.
CONSIDERAÇÕES:
Vale ressaltar que o processo para aumento de salário de um Ir∴ deve obedecer rigorosamente ao que prevê o RGF, Artigo 35 e parágrafos e incisos seguintes.
Conforme menciona o diploma legal, antes é preciso que a Comissão de Admissão e Graus da Loja tenha se reunido e analisado a peça de arquitetura que fora solicitada ao Aprendiz visando seu aumento de grau. Somente após isso é que haverá sabatina em Grau 1, cujo questionário será preparado pela Loja sob a administração do Vigilante responsável pelas instruções.
Assim, na mesma sessão em que ocorrerá a sabatina - na Ordem do Dia porque dela resultará votação - depois de ter sido essa etapa concluída, o templo será coberto ao(s) IIr∴(s) Aprendiz(es) e a Loja transformada em Grau 2, oportunidade em que haverá deliberação sobre o aumento de salário.
Concluída a votação e apurado o resultado, a Loja voltará a trabalhar no 1º Grau, quando então será(ão) readmitido(s) o(s) Aprendiz(es), ocasião em que será comunicado o resultado do processo.
Costumeiramente, também é informada na ocasião a data da Elevação, a qual se dará em outra sessão em trabalhos magnos.
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
A eliminação é um ato de banimento definitivo da Ordem Maçônica, após um julgamento previsto pelos códigos e constituição maçônicos.
Antes da eliminação geral e definitiva, o maçom deverá ser excluído do quadro de sua Loja; após o Grão-Mestre homologará o ato e fará a comunicação ao “mundo maçônico” sobre aquela eliminação.
O maçom que incorre em falta, grave ou não, deve ser julgado, mas a sentença jamais chegará à eliminação, que simboliza a “morte maçônica”, o que é ato impossível.
O maçom, como Iniciado, passa a ser “parte” espiritual dos outros maçons. Como eliminar, então, parte de si mesmo porque essa parte pecou?
O bom pastor deixa as 99 ovelhas em segurança no aprisco e sai em noite tempestuosa enfrentando riscos em busca da centésima ovelha perdida; encontra-a e carinhosamente a leva ao aprisco, onde as outras 99, aflitas, rejubilam-se pelo retorno daquela que acreditavam morta.
Jamais devemos, levianamente, julgar um irmão; é preciso que a falta tenha sido na realidade grave; nesse caso é de se recomendar a autoeliminação, quando então o maçom faltoso adormecerá para, algum dia, retornar ao aprisco.
Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 133.
REINTEGRAÇÃO DO COMPANHEIRO (II)

