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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 24 de janeiro de 2016

O ORADOR

O ORADOR
Klebber S Nascimento
Tempo de Estudos Maçônicos

O Orador da Loja não é, como muitos pensam, um fazedor de discursos, ao contrário. Ele deve ser, comedido no falar e só "fazer as brilhantes peças de Arquitetura" nas ocasiões apropriadas, abstendo-se, em sessões ordinárias, de revelar uma erudição que não trará nenhum proveito para os que, após várias horas de trabalho, precisam ouvir informações objetivas e não discursos retóricos que, ao final e ao cabo, nada dizem.

O Orador fala, sempre, no final das discussões, sobre qualquer proposta, dando o seu PARECER LEGAL, isto é, dizendo se a proposição está ou não enquadrada, nas nossas leis. Tem, aí, de ter um elevado espírito maçônico, pois, mesmo que ele seja contra a matéria em discussão, deve opinar tão somente quanto à sua legalidade.

Quando o Orador pretende participar da discussão, no mérito, deve informar ao Venerável que deseja falar como Obreiro e não como Orador, dará a sua opinião pessoal e nada falará sobre o aspecto legal da proposta. Nas conclusões, porém, se limitará a dizer da ou não da matéria ou pauta, ocasião em que demonstrará sua isenção, pois pode ter sido contra a proposta mas considerá-la "legal" para efeito de prosseguimento da discussão.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A MAÇONARIA OFERECE O QUÊ?

A MAÇONARIA OFERECE O QUÊ?

A Maçonaria, na sua forma atual, existe há quase 300 anos. Ao longo dos séculos, sempre houve associações parecidas com a nossa Fraternidade. Tais grupos apareceram em muitos lugares e em diferentes épocas, pelo simples fato de que o homem é um ser social. Por sua natureza, ele tem necessidade de amizade, de amor e de associação com o seu semelhante.

O que é a Maçonaria atual? Resumidamente, é uma organização de homens que acreditam em Deus como seu criador, na Irmandade entre os Homens e que usam as ferramentas dos construtores como símbolos para ensinar as verdades morais. Deste modo, ela convoca os seus membros para a prática do Amor, da Solidariedade e da Tolerância.

No início da civilização, o homem teve de enfrentar inúmeras dificuldades como a fome, a doença e os elementos. Porém Deus deu-lhe a memória para que ele se beneficiasse da sua experiência. Mais tarde, Deus também o presenteou com o dom da comunicação, para que pudesse dividir esta experiência com os demais. Ao longo dos séculos, o homem aumentou os meios de produção de alimentos, descobriu a cura para muitas doenças e aprendeu a resolver a maior parte dos problemas da vida diária.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A HISTÓRIA DA MAÇONARIA PARA ADULTOS

A HISTÓRIA DA MAÇONARIA PARA ADULTOS
Por Kennyo Ismail
Como a Maçonaria Operativa sucumbiu diante da Maçonaria Especulativa

Diversos historiadores maçons se dedicaram a contar e recontar a história do surgimento da Maçonaria Especulativa como conhecemos hoje. As versões são geralmente bastante similares entre si e, pelo conteúdo, se parecem com as histórias contadas para crianças antes de dormir:

“Era uma vez, há muito tempo atrás, os maçons operativos, que construíam castelos e catedrais. Eles começaram a aceitar nobres, burgueses e intelectuais na Maçonaria, chamados de “Aceitos” ou “Especulativos”. Esses se apaixonaram pela Maçonaria e trouxeram outros nobres, burgueses e intelectuais. Em pouco tempo, eles se tornaram maioria. E com o passar dos anos, a Maçonaria foi se aprofundando nos aspectos filosóficos e intelectuais, até que não se via mais maçons operativos na Maçonaria. E os maçons especulativos viveram felizes para sempre.”

Parece uma ótima história para explicar ao seu filho de cinco anos de idade o motivo de você ser um “pedreiro-livre” e não construir casas. Mas, definitivamente, não serve como História da Maçonaria, em pleno século XXI, a ser ensinada ao novo maçom de hoje, que possui nível superior e um mínimo de senso lógico e crítico.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

QUAL O SIGNIFICADO DO ESQUADRO ESTAR ENTRELAÇADO COM O COMPASSO

QUAL O SIGNIFICADO DO ESQUADRO ESTAR ENTRELAÇADO COM O COMPASSO
Irineu Antonio Bertan Junior – C.´.M.´. - Loja Justiça de Cambé 

SÍMBOLOGIA DO ESQUADRO, COMPASSO E DELES ENTRALAÇADOS
A Maçonaria é “um sistema de moral, velado por alegorias e ilustrado por símbolos” (GOB, 2009). Símbolo é “um objeto físico a que se dá uma significação abstrata” (Houaiss, 2009). Goethe1 dizia que “o simbolismo transforma os fenômenos visíveis numa ideia”. Por exemplo, chama-se “Grande Oriente” a alusão ao ponto onde nasce o sol, donde vem a Luz. E “Luz” tem um sentido metafórico, significando Sabedoria.

Acontece situação análoga com as palavras “compasso” e “esquadro”.

Compasso é o símbolo do espírito, significando tudo àquilo que não seja matéria: pensamento, raciocínio, sabedoria, etc. Obviamente, aos crentes, espírito tem também um significado transcendente. O compasso traça círculos perfeitos, sendo esse ato de traçar, um símbolo da busca da perfeição. O círculo traçado pelo compasso delimita espaços, portanto esse círculo simboliza limites, comedimento, moderação, continência, virtude da prudência. Dentro desse círculo o maçom não pode errar. De maneira absoluta, onde não há nenhum erro é o ponto central do círculo, a Origem.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AUXÍLIO

AUXÍLIO

O segundo termo da trilogia utilizada pela maçonaria anglossaxónica, Relief, é correntemente traduzido para português como Alívio, mas considero mais correto fazê-lo pela palavra Auxílio. Sendo ambas as hipóteses possíveis, a tradução por auxílio tem a vantagem de enfatizar a ação, enquanto que alívio é meramente a consequência ou o objetivo. É do auxílio que resulta ou se procura que resulte o alívio.

O auxílio que aqui se refere é o necessário ou conveniente para afastar ou minorar a dor, o sofrimento ou a dificuldade. Não a excluindo, não se contém apenas na vertente material. A ideia é que, identificada uma dificuldade, se venha a agir de forma a possibilitar que essa seja aliviada. A ação a empreender necessariamente que se contém dentro dos limites das possibilidades daquele ou daqueles que a levam a cabo, sem colocar em risco a sua própria vida ou integridade, família e estabilidade.

O auxílio deve ser prestado, em primeira linha, aos Irmãos maçons e às viúvas e filhos menores dos maçons já falecidos, mas, havendo possibilidades, deve ser igualmente efetuado em prol de quem quer que seja que esteja necessitado.

O auxílio a prestar é o apto a dissipar ou minorar o sofrimento ou dificuldade de quem dele beneficia, não um ato de favoritismo ou nepotismo. Há uma evidente diferença moral entre auxiliar alguém que passa por uma situação de dificuldade e favorecer alguém em ordem a que este obtenha uma situação de privilégio ou de vantagem injustificada. O auxílio destina-se a dar alívio, não a endossar vantagem...

O auxílio a prestar deve respeitar sempre as normas legais e sociais. Auxiliar alguém a cometer uma infração, não é alívio, é cumplicidade. Auxiliar alguém a escapar ás consequências dos seus atos não é virtude, é encobrimento.

O auxílio maçónico tem, inderrogavelmente, uma caraterística de solidariedade e beneficência, mas estas não são a essência de se ser maçom, antes mera consequência de tal.

O auxílio é algo que todos os maçons devem prestar a quem e quando necessário, na medida das suas possibilidades, tal como inevitavelmente todos, em algum ou alguns momentos da sua vida - por mais afortunada ou realizada que esta seja - necessitaram ou virão a necessitar de auxílio, seja para superar ou minorar padecimentos, seja para consolar e ultrapassar desgostos e perdas, seja, enfim, para enfrentar dignamente a Grande Passagem que cada um de nós inexoravelmente fará.

O auxílio maçónico não é mais do que o exemplo do que todos os que vivem em sociedade devem praticar, pois viver em sociedade é dar e receber, ajudar e ser ajudado, cooperar para atingir objetivos, por vezes nossos, por vezes alheios, outras vezes comuns.

Rui Bandeira

Fonte: A Partir a Pedra

sábado, 16 de janeiro de 2016

AMOR FRATERNAL

Amor Fratenal

A divisa utilizada pela maçonaria de língua inglesa (Brotherly Love - Relef - Truth; Amor Fraternal - Auxílio - Verdade) elenca as caraterísticas indispensáveis à Instituição Maçónica.

O primeiro termo dessa divisa é o Amor Fraternal. Daí a corrente referência a que a Maçonaria é uma Fraternidade. Os maçons consideram-se unidos entre si por laços afetivos similares aos que se tecem entre os irmãos de sangue.

O amor fraternal de alguma forma tem caraterísticas distintas dos outros tipos de afeição, incluindo uma natural componente de emulação entre irmãos que, bem vistas as coisas, é essencial para o desenvolvimento dos jovens seres e consolidação da espécie.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O MAÇOM, HOMEM FRATERNAL

O MAÇOM, HOMEM FRATERNAL

Este é o primeiro texto de muitos, assim o espero, que irei publicar neste honorável espaço de escrita para uns, leitura para os demais.

Espero que com o que eu irei partilhar convosco, Vos ajude a compreender qual a “missão” da Maçonaria no mundo que nos rodeia e um pouco mais sobre a vasta simbólica maçónica que existe, sendo que os meus textos demonstrarão a minha visão pessoal sobre qualquer tema que seja versado por mim.

Sendo assim, este meu primeiro texto teria de ser naturalmente, um texto muito pessoal.

Assim, hoje venho falar-Vos de como o maçom é alguém com um elevado sentido fraterno, logo irei falar de Fraternidade, algo que para mim não é apenas sentimento, mas antes sentido.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

COMPORTAMENTO DOS MAÇONS

COMPORTAMENTO DOS MAÇONS

A característica do bom maçom é a discrição. Exibicionismo e fantasias revelam complexos de inferioridade e necessidade de afirmação. O bom maçom não se entrega a tais sentimentos.

Uma variante de tais manifestações de inferioridade é a de propalar que todo homem bem situado na vida é maçom. A Maçonaria não precisa de outros ornamentos que não sejam os seus métodos, as suas doutrinas, os seus símbolos e as suas alegorias. 

Por outro lado, o maçom começa a provar que é um exemplo social, quando não se julga um modelo.

Outra forma de exteriorização pessoal é o uso de distintivos, em publico. Examinada a fundo essa vaidade, ver-se-à que ela é incompatível com a disciplina maçônica. O maçom que se apresenta dessa maneira quase sempre troca o seu distintivo por qualquer outro, que a seu próprio ver, possa enaltece-lo. 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

domingo, 27 de dezembro de 2015

FOTOS

(Museu do GOF/Paris)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

domingo, 13 de dezembro de 2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

HISTÓRIA DO INÍCIO DA MAÇONARIA NO BRASIL

História do Início da Maçonaria no Brasil
Fonte: Ir:. Antonio Rocha Fadista

O espírito maçônico na vida brasileira é bem anterior à implantação da Maçonaria como Instituição em nosso país.

Em 1794, Dom Azeredo Coutinho, nascido em Pernambuco, onde foi Bispo, quando ocupava o cargo de Bispo de Elvas, em Portugal, dizia o seguinte: “Há quase um século principiou uma Seita com a mania de civilizar a África, reformar a Europa, corrigir a Ásia e regenerar a América”.

Este Bispo, escrevo em 1794, dizia que a Maçonaria surgira em 1700, o que não estava muito longe da realidade. Dizia ainda o Bispo: “Há mais de trinta anos esta mesma seita principiou a espalhar a semente das revoluções para separar as Colônias das metrópoles, principalmente as de Portugal e da Espanha, as mais ricas do mundo”. É interessante destacar que o citado Bispo, no século seguinte, filiou-se à “seita” por ele combatida.

A História nos conta que em 1787 já fermentavam os ideais da Revolução Francesa, e que José Joaquim da Maia, nascido no Rio de Janeiro e estudante da Universidade de Montpellier, filho de um “Mestre Pedreiro”, servia de elemento de contato entre os Maçons brasileiros e Thomas Jefferson, então embaixador dos Estados Unidos na França, que tinha substituído a Benjamim Franklin não só no cargo, mas também no trabalho de preparação das Lojas Maçônicas para a Grande Revolução de 1889.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

OS MAÇONS OPERATIVOS - EPÍTOME DA HISTÓRIA DA MAÇONARIA

OS MAÇONS OOPERATIVOS - EPÍTOME DA HISTÓRIA DA MAÇONARIA
Ir∴ Carlos Frazão
Resp∴ Loja Ocidente, do Grande Oriente Lusitano – Lisboa

O estudo da Maçonaria deve iniciar-se precisamente pela sua História. Só assim o iniciado pode perceber o porquê de muitas situações que ele irá encontrar ao longo da sua carreira maçónica. 

Hoje, o acesso à documentação maçónica está extraordinariamente simplificado, podendo dizer-se que só não sabe Maçonaria quem não queira perder, ou ganhar, depende do ponto de vista e do interesse individual, algum tempo na investigação e leitura do que sobre esta matéria a internet proporciona. 

Mas, para abordar o tema da História da Maçonaria, para a enquadrar em dez ou quinze minutos de discurso temos de fazer um esforço de simplificação, que terá forçosamente de ser complementado pelo trabalho de busca, nas fontes de informação existentes e que referiremos oportunamente. 

Pois bem, para iniciarmos a nossa conversa sobre a História da Maçonaria comecemos por a dividir em três períodos distintos, ou sejam:

domingo, 22 de novembro de 2015

SOLIDARIEDADE MAÇÓNICA

SOLIDARIEDADE MAÇÓNICA

Nos tempos que correm, quando o Homem se encontra mais preocupado com seu “umbigo”, existir alguém com a capacidade e a vontade em auxiliar quem necessita é uma das melhores atitudes que poderemos ter para com o nosso semelhante. E quando se auxilia alguém sem se esperar qualquer tipo de retorno por esse facto, atrevo-me até a dizer que é um ato de elevada nobreza por quem assim age. Ajudar-se apenas porque se quer ajudar não está ao nível de qualquer um.

Muitas vezes as nossas ocupações diárias, sejam profissionais ou familiares não nos permitem ter a disponibilidade temporal para o fazermos, outras vezes talvez, serão razões de ordem financeira que impossibilitam quem quer ajudar o fazer. Mas ter a vontade para tal, será sempre o “gatilho” que poderá despoletar o ato em si. Pode não ser hoje, pode não ser já amanhã, mas um dia o será…

E se para alguns terem a vontade de ajudar passa por terem passado por situações na sua vida que se assemelham à vida de quem querem auxiliar e assim mais facilmente poderem identificar quem podem ajudar e a forma de como o poderão fazer, outros será porque sentem que para preencherem a sua vida de forma plena, necessitam de praticar a caridade e ser beneficente com quem precisa. Cada um com a sua razão, cada um com toda a razão.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

COMENTÁRIOS SOBRE OS GRAUS PRIMITIVOS DA MAÇONARIA


COMENTÁRIOS SOBRE OS GRAUS PRIMITIVOS DA MAÇONARIA
Hercule Spoladore
Loja de Pesquisas Maçônicas “Brasil”
Londrina PR

Datado de 02.02.1356 existe um documento na Prefeitura de Londres emitido por um mestre de obras de nome Henry Yevelle solicitando autorização para que ele e mais onze companheiros (freemasons e freestones) pudessem realizar suas reuniões em recinto fechado. No mínimo podemos deduzir que seriam reuniões de Aprendizes, isto numa época em que ainda não havia comprovação de que já existisse o grau de Companheiro e nem catecismos ou guias ou qualquer norma de como eram realizadas essas reuniões. No documento a palavra companheiro não se referia a um grau da Maçonaria, mas sim de maçons livres, companheiros de trabalho. É claro que neste tempo a Ordem era Operativa e católica.

No manuscrito de Harleian n.º 2054 do ano de 1650 já continha uma forma de juramento ou compromisso e ainda cita algumas palavras e sinais dos Pedreiros Livres, já indicando algum segredo. O manuscrito não dá maiores detalhes.

Entretanto nestes sinais de reconhecimento já se previa a possibilidade de se criar mais um grau, o que parece ter ocorrido vinte anos após em 1670 em função da necessidade de distinguir os Aprendizes Júniores dos Aprendizes Sêniores, já que (os) últimos tinham alguns privilégios a mais que os Aprendizes recém recebidos o que caracterizava de certa forma, um outro grau dentro do mesmo. Os Aprendizes Júniores tomavam assento na Coluna do Norte (onde simbolicamente não entra Luz) e os Aprendizes Sêniores se assentavam na Coluna do Sul, além de terem funções diferentes no grêmio. Era natural que, com o tempo se criasse um novo grau, porem esta transformação foi muito lenta.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ONDE ESTÃO OS TAMBORINS?

Ir.'. Antônio do Carmo Ferreira
Grão-Mestre do GOIPE - Grande Oriente Independente de Pernambuco -Recife

A maçonaria que veio para o Brasil não foi a maçonaria da Inglaterra. Os maçons que trouxeram os ideais e os objetivos da Ordem pra cá foram os iniciados na França. Quando em 1796 foi instalado o Areópago de Itambé, o seu presidente – Manoel Arruda da Câmara - vinha de Montpelier, no sul da França. Trazia consigo os ideais do iluminismo e a “bandeira” da Revolução Francesa de “liberdade, igualdade e fraternidade”.

O portal de Itambé se abria para, por seu intermédio, favorecer o nascimento de uma escola em que o povo ia ser doutrinado para a construção de uma pátria para os brasileiros. A maçonaria inglesa proibia, através da Constituição de Anderson, o trato com a política e com a religião no interior de suas Lojas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

ORIGENS E PRIMÓRDIOS DO REAA

Origens e primórdios do REAA
Ir.´. Rui Bandeira

Origem e primórdios do Rito Escocês Antigo e Aceito
O Discurso do Chevalier Ramsay

Andrew Michael Ramsay (1686-1743), também conhecido por Chevalier Ramsay, foi um teólogo e
escritor escocês que viveu a maior parte da sua vida adulta em França, como jacobita exilado.

Estudou teologia nas Universidades de Glasgow e Edimburgo, tendo-se graduado em 1707. Em 1708, foi viver para Londres, tendo-se relacionado com Isaac Newton, Jean (ou John) Desaguliers e David Hume.

Em 1710, estudou sob a orientação do filósofo místico François Fénelon, tendo-se, por influência deste, convertido ao catolicismo. Após a morte de Fénelon, em 1715, foi viver para Paris, onde se tornou amigo do Príncipe Regente de França, Philippe dOrléans, que o fez, em 1723, Cavaleiro da Ordem de S.Lázaro de Jerusalém - o que motivou a sua futura designação por Chevalier Ramsay.