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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sexta-feira, 21 de junho de 2019

ABERTURA COM 7 MESTRES

ABERTURA COM 7 MESTRES
(republicação)

Em 17/10/2014 o Respeitável Irmão Teodoro Robens de Freitas Silveira, 1º Vigilante da Loja Apóstolos da Galiléia, 2.412, REAA, GOB-MG, Oriente de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, solicita o seguinte esclarecimento:
teodorofreitas19@gmail.com

Abertura dos Trabalhos

O que é preciso para a abertura dos Trabalhos. Sabemos que são necessários a presença de sete Mestres Maçons e abrir o Livro da Lei, porém estou com dificuldade para localizar a função de cada Irmão em uma Sessão Ritualística com apenas sete Mestres Maçons. Não consegui localizar nenhuma Obra Maçônica com esclarecimentos sobre o assunto. Pela lógica o 1º triangulo seria: Venerável, 1º e 2º Vigilantes; o 2º Triângulo seria Orador, Secretário, Guarda do Templo. O sétimo Mestre Maçom seria o Mestre de Cerimônias. Quem faria os trabalhos dos Diáconos, Tesoureiro, Hospitaleiro, Chanceler? As falas serão suprimidas do Ritual? Gentileza esclarecer ou indicar uma Obra contendo esclarecimentos sobre o assunto.

CONSIDERAÇÕES:

O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

1. Preliminares
Preleção sobre tese, antítese e síntese.
Comentários de Luis Umbert Santos in Historia Del Rito Escoces, Antiguo y Aceptado.

2. Maçonaria

Há cerca de 950.000 anos antes de Jesus Cristo, na antiga Lemúria, surgiu a primeira sociedade espiritualista do globo, denominada "Adoradores de Mu", ou seja Adoradores do Supremo, que funcionava como a Maçonaria que conhecemos, podendo ser considerada a raiz de nossa poderosa e intelectual Instituição, segundo palavras ditadas pelo mestre Shebna.

Cem mil anos depois continua esse grande mestre da espiritualidade, em 850.000 a. C., foi fundado o Grande Círculo Branco, na antiga Atlântida, prosseguindo arregimentando obreiros e funcionando também nos moldes da sociedade anterior com uma parte Iniciática e outra profana, isso na ilha chamada Possidônia.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

SOL NO AVENTAL

SOL NO AVENTAL
(republicação)

Em 15.10.2014 o Irmão Alísio Corlaite, Loja Confidente do Rio das Velhas, nº 244, REAA, GLMMG, Oriente de Sabará, Estado de Minas Gerais, formula a pergunta seguinte:
alisiocorlaite@bol.com.br

Sol no Avental

Sou Aprendiz e ao realizar o trabalho sobre a sexta instrução do REAA, citei o livro Da Iniciação a Elevação, autor Denizart Silveira de Oliveira Filho, na sua página 273, em relação ao SOL estaria estampado no avental do Aprendiz, do Mestre Instalado e outros. Minha duvida seria que no avental do Mestre Instalado não localizei este SOL. A pergunta seria se possui ou não este sol no avental do Mestre Instalado.

Considerações:

FRASES ILUSTRADAS


LOJA DE MESA

LOJA DE MESA
Ir∴ Marcos A.P. Noronha

I – PREÂMBULO

Loja de Mesa ou de Banquete, conforme o próprio ritual do Grande Oriente do Brasil, é a sessão ritualística em que os maçons se confraternizam em torno de uma mesa de refeições. É comumente chamada de banquete ritualístico, embora José Castellani considere que este termo é impróprio.

Os Maçons têm por tradição reunirem-se muitas vezes após os trabalhos para realização de um ágape – termo que designa o repasto dos primitivos cristãos. A palavra “banquete” surgiu desse hábito, “pois ela deriva do italiano ‘banqueto’, que era o banquinho em que os primeiros cristãos sentavam-se, durante as ceias comunitárias nas catacumbas, onde se escondiam”.

A dinâmica da vida atual, principalmente nos grandes centros, tem levado muitas Lojas a não realizar os ágapes ao final dos trabalhos maçônicos. Contudo, algumas Lojas têm mantido a tradição da realização anual da Loja de Mesa, tradição que vem da Maçonaria de ofício, ou operativa, e dos primeiros Maçons aceitos, da moderna Maçonaria, coloquialmente conhecida, no meio maçônico, como Maçonaria especulativa.

Joaquim Gervásio de Figueiredo diz que o banquete é uma festividade maçônica realizada em Loja ou Oficina de Banquete, em grau de Aprendiz, para que dele possam participar todos os maçons. Ele afirma, ainda, que “embora seja uma tradição muito antiga, as primeiras regras normativas dessa cerimônia datam de 1721 e referiam-se aos banquetes anuais realizados no dia de São João Batista, por motivo da eleição do Grão-Mestre da Grande Loja de Inglaterra...”

Quanto aos ágapes o mesmo autor assim se expressa, in verbis:

quarta-feira, 19 de junho de 2019

VISITANTE DE OUTRO RITO - III

Em 21/02/2019 o Respeitável Irmão Marcondes Montysuma, Venerável Mestre da Loja Igualdade Acreana, 4.229, GOB, Oriente do Rio Branco, Estado do Acre, formula a seguinte pergunta.

VISITANTE DE OUTRO RITO

Estamos no grupo de WhatsApp Craft GOB. Gostaria que me ajudasse em uma dúvida! A pergunta é: Se o Venerável de uma loja do Rito de York vai visitar uma Loja do REAA, deve se comportar ritualisticamente como do Rito de York ou como REAA? Existe alguma lei ou decreto do GOB, ou texto que fale a respeito que o irmão poderia me indicar? 

Em ordem no grau de Aprendiz em que lugar ou posição deve ficar o p∴ da m∴ d∴, no Rito York e no Escocês? O irmão poderia fazer a gentileza de enviar a resposta pro meu e-mail.

Fui interpelado em uma loja aqui no oriente de Rio Branco/Acre do REAA, e ao fazer pesquisas sobre o tema eu ainda não encontrei nada a respeito, que sustente a tese que o obreiro deva seguir o Rito da loja visitada, mesmo se o irmão tenha nascido no Rito Escocês e esteja representando o Rito York!

CONSIDERAÇÕES:

REAA - SINAL DE ORD∴, PEN∴, GUT∴ E SAUDAÇÃO

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Reginaldo Caldeira de Souza, Loja Deus, Justiça e Amor, 2086, GOB-SP, Oriente de Sumaré, Estado de São Paulo, apresentou as seguintes perguntas:

SINAL DE ORD∴, PEN∴ E SAUDAÇÃO

Sinal de Aprendiz, de Ord∴, Pen∴ (Gut∴) e Saudação. Quando e como usá-los corretamente? O ritual apresenta uma descrição do Sinal de Saudação bem confusa.

CONSIDERAÇÕES:

SOB MALHETE

SOB MALHETE
(republicação)

Em 14.10.2014 o Respeitável Irmão José Antonio de Freitas, Deputado Federal da SAFL - ARLS União e Humanidade nº 1000 – REAA, GOB-MG, Oriente de Varginha, Estado de Minas Gerais solicita o seguinte esclarecimento:
freitasja@terra.com.br

Prancha sob malhete:

Transcrevo abaixo o que estabelece o nosso RGF/GOB: 

"Art. 116 – Compete ao Venerável Mestre: 

IX – ler todas as peças recolhidas pelo saco de propostas e informações, ou pelo modo que o rito determinar, dando-lhes o destino devido; 

X – deixar sob malhete, quando julgar conveniente, pelo prazo de até um mês, os expedientes recebidos pela Loja, exceto os originários do Grande Oriente do Brasil, Grande Oriente Estadual ou do Distrito Federal". 

Consulta: Quando o Venerável Mestre resolve fora de Loja o assunto constante da prancha "sob malhete", o Venerável deverá dar ciência a Loja sobre o conteúdo da prancha bem como a solução? Ou simplesmente informar a Loja que o assunto constante da prancha "sob malhete" já foi solucionada, sem informar seu conteúdo e a solução dada?

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

QUANTAS COLUNAS? 

1º - Colunas efetivas J∴ e B∴ colocadas na entrada do Templo. 
2º - A Jônica, a Dórica e a Coríntia. De origem grega. 
3º - As doze colunas correspondentes ao zodíaco. 
4º - As colunas do Norte e do Sul ocupadas pelos obreiros. 
5º - Existem outras ainda. Porém, mais importante mesmo são as colunas representadas por "você" e cada irmão ali presente. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

BENEFICÊNCIA

BENEFICÊNCIA

Vamos usar o termo de forma correta?

Dentre os vários objetivos da Maçonaria, um deles é a evolução cultural e intelectual de seus membros, não se justificando, portanto, que alguns Irmãos pronunciem algumas palavras corriqueiras em nosso meio de forma indevida. Para melhor exemplificar selecionamos quatro dessas palavras que, pelo seu constante uso, não poderiam continuar sendo pronunciadas de maneira errada:

Não existe a palavra BENEFICIÊNCIA. O correto é BENEFICÊNCIA.

A palavra correta é ACLAMAÇÃO e não Exclamação. A palavra exclamação tem um significado totalmente diferente. Em Loja, nós Aclamamos.

A palavra correta é ESQUADRIA e não Esquadrilha. A palavra ESQUADRIA deriva de ESQUADRO (Tudo a ver com Maçonaria). A palavra Esquadrilha é o coletivo de aviões (Nada a ver com Maçonaria).

Não existe a palavra VENERANÇA. O correto é VENERALATO. O uso da palavra Venerança talvez derive da semelhança com o termo Vereança. O mandato do vereador se chama Vereança: o do Venerável se chama VENERALATO, assim como o do General é Generalato, o do Cardeal é Cardinalato, etc.

Grande Secretaria de Educação e Cultura

terça-feira, 18 de junho de 2019

SAUDAÇÃO EM LOJA

SAUDAÇÃO EM LOJA
(republicação)

O Respeitável Irmão Itair Camargo, GOB, REAA, sem declinar o nome da Loja, Oriente (Cidade) e Estado da Federação, apresenta a seguinte questão:
itaircamargo@ig.com.br

Saudação:


Na página 42 do REAA, no que se refere à circulação em Loja, diz-se que a Saudação Maçônica é realizada apenas ao Venerável Mestre e se estiver portando objeto de trabalho, faz-se uma parada rápida e formal. E na entrada e saída do Templo também a Saudação Maçônica e feita ao Venerável Mestre e aos Irmãos 1º e 2º Vigilantes. No Oriente não há padronização de circulação. A pergunta então é: na passagem de uma Coluna do Norte para a Coluna do Sul deve se fazer a Saudação Maçônica ou uma parada rápida e formal para o Venerável Mestre, ou também não há padronização de circulação, sendo livre e como já dito, apenas na entrada e saída do oriente e do Templo?

Considerações:

A CORDA DE NÓS NA TRADIÇÃO ESOTÉRICA MAÇÔNICA

A CORDA DE NÓS NA TRADIÇÃO ESOTÉRICA MAÇÔNICA
Por Ir∴ William Steve Burkle KT, 32, KCRBE
Alpha Lodge No. 116, Grand Lodge of New Jersey
Philo Lodge No. 243, South River, New Jersey
Scioto Lodge No.6, Chillicothe, Ohio.
Tradução José Filardo

A corda de nós é um antigo símbolo maçônico comumente associado com à Borda de Franjas, que em tempos modernos, é representado por uma série de triângulos equiláteros contíguos estendendo em torno do perímetro do piso da Loja. A história da transformação da Borda de Franjas de uma corda de nós ondulada usada como uma moldura para o Painel da Loja para a sua configuração moderna como um ornamento para o Piso da Loja parece estar envolta nas brumas do tempo e permanece muito mais como uma conjectura.

O nó do amor
No entanto, o simbolismo esotérico da corda de nós sobreviveu mais ou menos intacto e é muito mais interessante. Este trabalho abordará esse simbolismo e examinará as características esotéricas e usos da corda de nós tanto em tradições não-maçônicas quanto na tradição Maçônica. Ele terminará com a especulação de que a reconfiguração da Borda de Franjas a partir da moldura do Piso da Loja pode ter sido devida à sua finalidade esotérica percebida.

A corda de nós é um antigo símbolo maçônico comumente associado com à Borda de Franjas, que em tempos modernos é representado por uma série de triângulos equiláteros contíguos estendendo-se em torno do perímetro do piso da Loja falando sobre a Borda de Franjas:

segunda-feira, 17 de junho de 2019

REAA - CIRCULAÇÃO ANTES DA ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Em 21/02/2019 o Respeitável Irmão Lélio Lopes, Loja Estrela Socorrense, 2.329, REAA, GOB-SP, Oriente de Socorro, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

CIRCULAÇÃO ANTES DA ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Gostaria de saber se houve alguma alteração referente à Circulação antes da abertura do Livro da Lei, isto é, se o Mestre de Cerimônias ao se dirigir ao Irmão Orador pode não circular sentido horário, não contornando o painel e entrando pelo Sudeste e não pelo Nordeste, e se o Primeiro Diácono pode circular sem obedecer à circulação sentido horário.

Certo da costumeira atenção e no aguardo de uma resposta.

CONSIDERAÇÕES:

Nunca houve alteração, isso porque o Mestre de Cerimônias, a partir do momento em que o Venerável chega ao Altar e solicita aos Irmãos ajuda para abrir a Loja, a mesma entra em processo de abertura, portanto faz-se a circulação horária de costume. Assim, o Mestre de Cerimônias, nessa condição, faz a circulação ao se dirigir ao Orador. 

Na realidade nunca existiu a prática dele se dirigir ao Orador diretamente do seu lugar (pelo Sudeste) durante o processo de abertura da Loja.

Infelizmente algumas Lojas, ou por mal interpretação ou mesmo por invencionice, criaram esse procedimento não se sabe em nome do quê – talvez tenham confundido o ato de não se fazer o Sinal antes da Loja estar aberta com circulação, fato que nada tem a ver.

Atualmente, nas orientações ritualísticas disponíveis na plataforma do GOB em http://ritualistica.gob.org.br/, já se encontram informações a respeito, isto é, indicando a partir de que momento o Mestre de Cerimônias deve obedecer a circulação.

Concluindo, estando a Loja em processo de abertura, só se ingressa no Oriente passando pela coluna do Norte, isto é, pelo lado do Orador (Nordeste) e nunca pelo lado do Secretário, à Sudeste.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

SAUDAÇÃO NA RETIRADA

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Wagner da Silva, Loja Ypiranga, 83, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresentou a seguinte pergunta:

SAUDAÇÃO NA RETIRADA

Quando em Loja aberta, algum Irmão precise sair antes, ou mesmo em cobertura, a saudação deve ser feita somente ao Venerável Mestre, ou também para os Vigilantes?

CONSIDERAÇÕES:

Na realidade a saudação às Luzes somente se dá se a saída for definitiva. 

Alguém que por algum motivo tenha para si o Templo coberto por tempo necessário e posterior retorno não precisa fazer a saudação. Isso seria um excesso de preciosismo. 

A regra é a de se cumprimentar apenas quando alguém chega pela primeira vez e quando se sai definitivamente.

Não faz sentido nas retiradas e retornos provisórios serem a cada vez precedidos de saudações.

Nesse sentido, reitero: a saudação às Luzes se faz apenas quando um obreiro que, ao ser recebido pela primeira vez, ingressa com formalidade após a abertura da Loja. 

Assim, o seu ingresso se dará pela Marcha saudando posteriormente às Luzes. Do mesmo modo, se ele precisar sair em definitivo, antes de sair, próximo à porta ele se volta e saúda às Luzes na forma de costume.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

DIÁCONOS

Em 22/02/2019 o Respeitável Irmão Cleidson Rodrigues Silva, Loja Aurora de Goiás, REAA, GOB-GO, Oriente de Goiânia, Estado de Goiás, apresenta o seguinte:

DIÁCONOS

Para fins de conhecimento, pois, exerço o cargo de 1º Diácono, gostaria de saber do ponto de vista exotérico e ritualístico, o que o irmão puder me passar.

Desde já agradeço sua atenção e, vindo a Goiânia, faça-nos uma visita, ficaremos honrados com vossa presença.

CONSIDERAÇÕES:

LEITURA NO SEGUNDO GRAU

LEITURA NO SEGUNDO GRAU
(republicação)

O Respeitável Irmão Thiers Antonio Penalva, sem declinar o nome da Loja, Estado de Minas Gerais formula o que segue:
t.penalva@uol.com.br

Leitura da Bíblia no Segundo Grau

Li com muita atenção a sua aula sobre a leitura da Bíblia no Segundo Grau. Como sempre, suas explicações são muito claras. Mas como um curioso, eu já vi em outras bíblias, o seguinte: Que vês tu Amós? Uma trolha (Bíblia que nos é dada de presente quando compramos a coleção da Barsa). Outra bíblia católica diz: um prumo ou um nível. Não pretendo uma polêmica, pois a sua aula, me basta. Também já li em um Livro do Castellani que ele preferia que fosse o Nível. Com qualquer desses instrumentos de pedreiros creio que a lição que nos é dada seria válida.

Considerações:

O SOLSTÍCIO DE INVERNO

O SOLSTÍCIO DE INVERNO
Por Ir∴ Diego Sardone

R∴L∴ “Sophia perennis” nº. 13 do Or∴ de Cosenza, Itália
Tradução José Filardo

Os antigos romanos, aqueles nossos antepassados ​​que haviam eleito a Urbe como o centro de sua vida social e política, mas sobretudo religiosa, usando o dia do solstício de inverno, o utilizavam para celebrar a festa do “Dies Natalis Solis Invicti”, recorrência cíclica ligada ao fenômeno da alternância das estações que levam à diminuição ou aumento da duração do curso do sol sobre o nosso horizonte boreal.

O sol, divinizado, vinha supostamente em vida minguante, do solstício de verão até o inverno, e em vida ressurgente do solstício de inverno para o verão, para o qual o episódio invernal de duração mínima do dia assinalava o momento do nascimento, ou re-nascimento, do luminar diurno, fonte de calor, de bem estar, de vida.

domingo, 16 de junho de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Foi Lionel quem nos enviou esta foto com este comentário: 

"Em férias na aldeia Groffliers, perto de Berck sur Mer, berço da família, fomos à prefeitura para ter informações sobre bisavós. nascido lá, e surpresa ao chegar em frente à escola da prefeitura ... 

O prédio foi construído em 1904, e os ferros são originais. 

Talvez a prefeitura esteja aberta do meio-dia à meia-noite ... "

Se alguém tiver uma explicação para essas colunas discretas ...

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

REAA - SAUDAÇÃO E DESFAZER O SINAL

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Ricardo Belluca, Loja 24 de Julho 2747, GOB-SP, Oriente de Piracicaba, Estado de São Paulo, formulou a seguinte questão:

SAUDAÇÃO E DESFAZER O SINAL

No ritual, a saudação só é feita na entrado do Templo e quando entramos no Oriente, então por que os saúdam o 1º Vigilante e 2º Vigilante, no caso dos Diáconos, “como exemplo”?

CONSIDERAÇÕES:

REAA - RITUALÍSTICA - ORADOR, M. CERIMÔNIAS E SAUDAÇÃO NA CIRCULAÇÃO

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Leonardo Eroico. Loja de Pesquisa e Estudo Maçônico Tabernáculo, GOB-SP, Estado de São Paulo, apresentou as seguintes perguntas:

ORADOR, MESTRE DE CERIMÔNIAS E SAUDAÇÃO NA CIRCULAÇÃO.

1 – Se a sessão não ocorrer J∴ e P∴ , como o Orador procede no encerramento dos trabalhos?

2 – O Mestre de Cerimônias deve falar algo quando o Venerável Mestre pede a ele que acompanhe os Irmãos dentro do Templo? Ou na entrada dele?

3 – Deve se fazer algum sinal ao se cruzar o eixo da Loja?

CONSIDERAÇÕES: