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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 22 de dezembro de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Foi Jean-Marie quem nos enviou esta foto "Maçônica Chinesa", com este comentário:

Enquanto passeava em Liverpool, em Chinatown, me deparei com este local. Um templo?

Perguntei a um irmão que sabia ler chinês o que significava a inscrição. Aqui está a resposta dele:

Literalmente, "英國 致 公 總 堂" significa "salão do público em geral na Grã-Bretanha".

Aprendi que é uma organização de apoio a Sun Yat Sen, uma filial dos maçons chineses em Liverpool, onde os primeiros chineses chegaram no século XVII. É uma organização de auto-ajuda, não lucrativa ...

O nome em inglês é "maçônico chinês do Reino Unido": "洪順堂". Ele se tornou "致 公堂" em San Francisco, e no sul da Ásia essa organização leva o nome "義興 堂".

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, perceber que está construindo um objeto ou uma decoração ou alvenaria maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

CIRCULAÇÃO EM LOJA

Em 26 de setembro de 2019 o Respeitável Irmão Alan Zidowicz, Loja União em 33, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão:

CIRCULAÇÃO EM LOJA

Assunto com bastante material inclusive da sua autoria, mas ainda uma dúvida. Dúvida é quando o Mestre de Cerimônias, por dever de ofício precisar se deslocar até o Oriente para pegar as atas para assinaturas ou iniciar o acendimento das velas do altar do Venerável Mestre, há necessidade de circulação antes de subir o(s) degrau(s) pois o Mestre de Cerimônias não atravessa para o outro hemisfério.

Caríssimo Irmão, não se trata de circulação no Ocidente, mas o de ingressar no Oriente que, por regra se faz em Loja sempre pelo lado nordeste (vindo da Coluna do Norte – mesmo lado do Orador) e dele se sai pelo lado sudeste (em direção da Coluna do Sul – mesmo lado do Secretário). 

É bom que se diga que o Ocidente se limita com o Oriente pela linha da balaustrada e pela abertura de acesso. 

Assim, o Mestre de Cerimônias para ingressar no Oriente obedece à circulação passando antes da Coluna do Sul para a Coluna do Norte. Para dele se retirar, se sai sempre em direção da Coluna do Sul.

Desse modo, enquanto a liturgia previr circulação horária, sob hipótese alguma alguém ingressa no Oriente a partir da Coluna do Sul e nem dele sai em direção à Coluna do Norte. 

É oportuno mencionar que numa Loja simbólica do REAA a circulação horária se dá logo que o Venerável pede aos Irmãos que o ajudem a abrir a Loja. 

Essa e outras orientações se encontram oficialmente na Plataforma do GOB RITUALÍSTICA - Sistema de Orientação Ritualística - http://ritualistica.gob.org.br/. Destaco que o Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral dão suporte à oficialização dessas orientações.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 19/12/2019

PÍLULAS MAÇÔNICAS

SESSÃO MAGNA

As Sessões de uma Loja, de acordo com o Regulamento Geral da Federação (RGF) estão regulamentados pelos artigos 108 a 113.

Para melhor elucidação, transcreve-se o art. 108:

“Art. 108. As sessões das Lojas serão ordinárias, magnas ou extraordinárias.
As magnas se subdividem em : sessões magnas privativas de Maçons e sessões magnas admitida a presença de não-maçons (conferencias, palestras, como exemplo).” 

Essa última, admitindo a presença de não-maçons, tem uma ritualística própria que está descrita abaixo, juntamente com alguns esclarecimentos:

Essa sessão é chamada também de Magna Pública. Muitas Lojas chamam-na de “Sessão Branca” o que é um erro, pois dá a entender que existe uma “Sessão Negra” o que não é verdade.

Essa Sessão deverá ser aberta sempre no Grau de Aprendiz, estando presentes os Irmãos do quadro da Loja e Irmãos visitantes de outras Lojas, se for o caso. A rigor deveria ser aberta ritualisticamente com os membros da Loja e, só depois disso liberar a entradas dos Irmãos visitantes.

Em seguida, após golpe de malhete, advertir a todos que será feita a entrada dos visitantes não-maçons e que todos os sinais maçônicos estão suspensos.

O Mestre de Cerimonias obedecendo os protocolos próprios (espadas, etc), dá entrada do pessoal, orientará e colocará, como é costume em nossas Lojas, as mulheres nos assentos do lado direito de quem entra (Coluna da Beleza – 2º Vigilante) e os homens nos assentos da esquerda (Coluna da Força – 1º Vigilante).

Após isso, caso exista altas autoridades Maçônicas, elas deverão entrar e, em seguida entra a Bandeira Nacional, considerada a maior autoridade. Isso tudo obedecendo os protocolos do Rito praticado.

Após as solenidades, faz-se o inverso, terminando com o encerramento Ritualístico da Sessão.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

POR ONDE INICIAR?

POR ONDE INICIAR?
Valdemar Sansão

O Maçom deve caminhar lentamente pelo caminho da Virtude e da Perfeição.

Encontramos na Maçonaria uma Instituição Universal que tem por propósito tornar a Humanidade feliz pelo amor fraternal, pelo aprimoramento do caráter e costumes, pela tolerância entre os homens, pela igualdade de direitos e de respeito às autoridades e crenças de cada indivíduo, uma opção para trilharmos as veredas do bem, que é a sua essência primordial.

Entre as diversas oportunidades que o destino me reservou, jamais vou esquecer, em tempo algum, os momentos em que me adentrei às dependências da Loja maçônica para submeter-me ao ritual da iniciação. Desde o início, pude perceber a minha fragilidade e quão pequenino é o homem diante da grande Obra, sentindo-me como se fora uma embarcação sem leme, ficando à deriva e à mercê dos movimentos das águas, não sabendo se iria sucumbir a qualquer instante ou parar em terra firme.

sábado, 21 de dezembro de 2019

PRIMEIRO TRABALHO NA PEDRA CÚBICA - REAA

Em 25.09.2019 o Respeitável Irmão Vanderlei Chitolina, Loja Luz das Águas, 3.563, REAA, GOB-SC, Oriente de Corupá, Estado de Santa Catarina, solicita esclarecimentos.

TRABALHO NA PEDRA CÚBICA

Tivemos sessão Magna de Elevação e duas dúvidas surgiram: 

1º) referente a como deve ser o trabalho na pedra Cúbica? No primeiro grau, tem a descrição de como é feito o primeiro trabalho do Aprendiz, porém no de Companheiro não encontrei. Como exatamente deve ser esse trabalho, como se dá as devidas “pancadas” você poderia nos clarear essa dúvida? 

2º) E também, ali no ritual comenta para o que o 2º Vigilante, ensine os passos do grau. Como seria esse procedimento? Somente os passos do segundo grau? Ou, os passos do primeiro e em ato contínuo os passos do segundo grau, ou ainda, se faz a marcha completa, com sinal? Ali me parece meio vago os dizeres que ali estão... Desde já agradeço e o parabenizo pelo seu Blog... e sua dedicação nos estudos.

CONSIDERAÇÕES:

TEMPO PARA O USO DA PALAVRA

Em 25/09/2019 o Respeitável Irmão Flávio José Martins, Loja Igualdade e União Brasil, GOB-GO, REAA, Oriente de Acreúna, Estado de Goiás, apresenta a seguinte questão.

TEMPO PARA O USO DA PALAVRA

Minha dúvida é se há um limite de tempo para uso da palavra quando “PALAVRA A BEM DA ORDEM EM GERAL E DO QUADRO EM PARTICULAR”, ou o Irmão pode falar o quanto tempo desejar?

Sei que sempre deve prevalecer o bom senso.

CONSIDERAÇÕES:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS



sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

RECUSA DE CARGO

Em 25/09/2019 o Respeitável Irmão Manoel Tavares da Silva Neto, Loja Vigário Bartolomeu Fagundes, 2.132, GOB-DF, REAA, Oriente de Brasília, Distrito Federal, apresenta a questão seguinte:

RECUSA DE CARGO

Aproveito, na verdade, dos conhecimentos maçônicos e de sua experiência adquirida ao longo dos anos de estudo. 

QUESTÃO: No Átrio o Irmão Mestre de Cerimônias ao compor a Loja falta o titular de um cargo. A seguir ele convida um Mestre do Quadro presente, sem cargo em Loja, para ocupar este cargo. Aonde encontro que ele não pode recusar.

CONSIDERAÇÕES:

GIRO EM LOJA DE COMPANHEIRO

Em 25/09/2019 o Respeitável Ademir Sales, Loja Dever e Humanidade, 860, REAA, GOB-PE, Oriente Caruaru, Estado de Pernambuco, apresenta a questão seguinte:

GIRO EM LOJA DE COMPANHEIRO

Eu gostaria de saber se você sabe me informar se na entrada em Loja o Companheiro ele tem que arrodear o Painel ou ele pode entrar de qualquer forma, pela frente do Painel ou por trás do Painel. Não sei se você se deu para você entender.

CONSIDERAÇÕES:

Quando da entrada do préstito para o início dos trabalhos, conforme consta no Ritual, não há circulação para ninguém, assim, o Companheiro ingressa diretamente pelo Sul e vai ocupar o seu lugar em Loja (Topo da Coluna do Sul).

Nesse momento não existe circulação. Iniciadas as providências para a abertura dos trabalhos, logo que o Venerável Mestre solicita ajuda dos Irmãos para abrir a Loja, os deslocamentos em Loja passam a se dar no sentido horário se quem estiver em trânsito necessite passar de uma para outra Coluna. 

Após o término dos trabalhos, quando da retirada do Templo, também não existe circulação. Nesse momento, os Irmãos em retirada se dirigem diretamente (dos seus lugares) para a porta do Templo.

Só se passa pela frente do Painel ou pela sua retaguarda quando for necessário cruzar o eixo longitudinal do Templo. Destaco que, em deslocamento pela mesma Coluna não há circulação. No Oriente não existe circulação, porém nele se ingressa pelo lado nordeste (lado do Orador) e dele se sai pelo lado sudeste (lado do Secretário).

Veja orientações oficiais na plataforma do GOB RITUALÍSTICA no Sistema de Orientação Ritualística em http://ritualistica.gob.org.br/ in Orientações para o Companheiro Maçom do REAA. As instruções ali constantes são oficiais e devem ser aplicadas de imediato sobre o ritual em vigência conforme Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral. Para acessar a plataforma é necessário ter em mãos o nº do CIM, GOB-CARD e a Palavra Semestral.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 18/12/2019

O QUADRO DO APRENDIZ

O QUADRO DO APRENDIZ
Fábio Sérgio do Amaral

Introdução

No início, qualquer local podia ser transformado em Templo. Bastava desenhar com giz, no chão, o “Quadro” simbólico do grau em que a Oficina trabalhava. Após a reunião, bastava apagar o “Quadro”. Mais tarde surgiram as telas pintadas, desenroladas no início das reuniões. Atualmente, os Templos reproduzem todos os símbolos do “Quadro”.

No eixo longitudinal do Templo, estende-se, sobre um cavalete, voltado para o Ocidente, o Painel Simbólico do Grau, de modo a permitir a livre circulação entre o Norte e o Sul. Entre o Painel Simbólico do Grau e o Altar dos Juramentos deve haver espaço suficiente para a passagem de uma pessoa.

Esse “Quadro” comporta Duas Colunas, encimadas por Romãs, enquadrando uma Porta à qual conduzem Três Degraus; estes, seguidos de um Adro em Mosaico. Vêem-se aí também Três Janelas, uma Pedra Bruta e uma Pedra Cúbica Pontiaguda. Uma Corda com Três Nós emoldura esse “Quadro”, que compreende, além disso, o Sol e a Lua, as duas luminárias, o Esquadro e o Compasso, a Perpendicular e o Nível, o Malhete e o Cinzel, e a Prancha de Traçar.

Composição do quadro e seu significado

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

TRÊS PONTOS APÓS A ASSINATURA

Em 24/09/2019 o Respeitável Irmão Antonio Carlos dos Santos Pinheiro, Loja Fraternidade de Santos, 132, REAA, GOB-SP, Oriente de Santos, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte:

TRÊS PONTOS NA ASSINATURA

Mais uma vez venho me aproveitar de seu vasto conhecimento maçônico. Gostaria de esclarecer se os Aprendizes e Companheiros podem colocar os três pontos após as suas assinaturas.

CONSIDERAÇÕES:

ALTAR INDIVISÍVEL II - CIRCULAÇÃO E COLETA NO ALTAR

ALTAR INDIVISÍVEL II - CIRCULAÇÃO E COLETA NO ALTAR
(republicação)

Em 02.02.2014 o respeitável Irmão Humberto Assunção Silva, Loja Harmonia, 1.625, REAA, GOB-MG, Oriente de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, formula a seguinte questão: 
arlsharmonia1625@bol.com.br 

Há pouco tempo, não sei em qual JB News, o assunto já foi tratado, mas surgiu na Loja outra colocação, afirmando que o Altar do Venerável Mestre é indivisível e havendo outro Irmão assentado, tal como o ex-Venerável mais recente, à esquerda do Venerável, esse deveria ser atendido pelo Saco de Propostas ou Bolsa na mesma ocasião em que for atendido o Venerável, contrariando o que se pratica hoje. Aprendi que o primeiro giro é o descrito no Ritual e após passar pelos Cobridores o Oficial retorna ao Oriente e aí começa pela autoridade ou Irmão que estiver à direita ou esquerda do Venerável. Outro Irmão também não concordou e informou que o Altar é indivisível apenas no Rito Brasileiro, que não conheço. Sei que é cansativo ficar repetindo, mas preciso de seu parecer. Estou criando um arquivo para salvar essas instruções ritualísticas e poder consulta-las sempre que necessário.

Considerações: 

FRASES ILUSTRADAS


LOJA NO PALÁCIO DE BUCKINGHAM

LA MASONERÍA DISPONE DE UNA LOGIA EN EL PALACIO DE BUCKINGAM

Gran Bretaña es un país donde los masones suelen ocupar grandes posiciones: parlamentarios, jueces, militares, policías… Todo por casualidad y exclusivamente por su valía, como sabemos. Uno de cada veinte jueces en el país es masón y se han producido escándalos en los que los policías y jueces masones ayudaban a sus ‘hermanos’, a la vez que entorpecían los ascensos de los demás. El poder de la masonería y la desconfianza de los ciudadanos ante una orden secreta han llevado a que se aprueben medidas en contra de ella en el país en el que nació. En el Parlamento de Gales está vigente una norma interna por la que los parlamentarios que sean masones deben declarar su condición de tales.

En esta situación, los masones han abierto una logia junto al trono británico. A principios de 2008, los policías de la escolta de la reina Isabel, adscritos a la Policía Metropolitana de Londres (una institución con infinidad de masones en sus filas desde que existe) anunciaron su deseo de constituir una logia en el palacio de Buckingham donde celebrar sus tenidas ellos y los miembros de la servidumbre. 

Los consejeros reales mostraron su disgusto, pues se trataba de un acto que podía contribuir al desprestigio de la monarquía, pero los masones de palacio antepusieron su interés de secta al de la reina y el país. El templo depende de la Gran Logia Unida y fue consagrado a mediados de noviembre. En lo único que han cedido los masones al servicio de la dinastía Windsor es en el nombre de la logia. El propuesto por primera vez era Logia de la Casa Real y aceptaron cambiarlo por el de Logia de la Morera, en referencia al jardín de moreras en el que el rey Jacobo I crió gusanos de seda en el siglo XVII.

La logia, de la que se ha dicho que no celebra sus sesiones dentro de Buckingham, está abierta al personal de los sitios reales (castillo de Windsor, Clarence House y el Palacio de Saint James). En ella no se admiten a mujeres. Y según ha publicado la prensa británica, el personal de palacio que no es masón teme ser postergado en ascensos y puestos por los hermanos masones.

Un primo de la reina, el duque de Kent, es el gran maestro de la masonería inglesa. En 1994, su esposa abandonó el anglicanismo para convertirse en católica. Se dice que la reina Isabel persuadió a su hijo el príncipe Carlos, heredero de la corona, de que no se iniciase en la masonería.

Fonte: http://www.minutodigital.com

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

RETORNO DA PALAVRA ÀS COLUNAS

Em 24/09/2019 o Respeitável Irmão Antonio Carlos Broxado dos Santos, Loja Duque de Caxias, 1.776, REAA, GOB-DF, Oriente de Sobradinho, DF, apresenta a seguinte questão:

RETORNO DA PALAVRA

Tenho uma dúvida, se a palavra já tenha sido transferida das Colunas e um obreiro queira usá-la novamente, a quem deverá pedir, ao Vigilante de sua Coluna ou diretamente ao Venerável Mestre?

CONSIDERAÇÕES:

Tendo a palavra já passado pela respectiva Coluna, o Obreiro que desejar falar novamente, deve, sem atrapalhar a fala dos outros, isto é, no momento propício, pedir o retorno da mesma ao Vigilante da sua Coluna que, por sua vez, pede autorização ao Venerável Mestre. 

O Vigilante não autoriza de imediato o retorno da palavra porque o Venerável deve antes avaliar a real possibilidade, portanto, retornar a palavra às Colunas depende do Venerável Mestre. 

É oportuno mencionar que para o bem da liturgia a palavra só deve retornar se a necessidade for necessariamente premente, sendo, portanto, um ato esporádico e não corriqueiro.

Em sendo autorizado o retorno, a palavra segue o giro completo, o que significa o reinício do trâmite a partir da Coluna do Sul, mesmo que o suplicante esteja na outra Coluna.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 17/12/2019

DECORAÇÃO DE TEMPLOS

DECORAÇÃO DE TEMPLOS
(republicação)

Em 30.01.2015 o Respeitável Irmão Sidney Salomão Meneguetti, Loja Obreiros Adonhiramitas 104, Rito Adonhiramita, Grande Oriente do Paraná (COMAB), Oriente de Maringá, Estado do Paraná, apresenta a pergunta seguinte: 
salomao@usacucar.com.br 

Estimado Irmão Pedro. Tenho dúvida em relação a algumas decorações de Templos que encontro em fotografias, por exemplo, decorações com pinturas temáticas egípcias com figuras de representações humanas levantando pirâmides e carregando blocos de barro e pedras, misturados com representações do templo de Jerusalém, tudo isto pintado nas paredes internas dos Templos, vi até a foto de um templo maçônico pintado na parede do oriente uma imagem do Padre Cícero, estas artes estão de acordo com os rituais ou não existe nada acerca deste tema?

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

MAR DE BRONZE

1º - Deus ordenou a Moisés que mandasse construir uma bacia de bronze para que os sacerdotes lavassem os pés e as mãos, quando entrassem na tenda da consagração ou quando fossem imolar as vítimas no altar dos sacrifícios. 

2º - Quando mandou erigir o Templo, Salomão fez construir por Hiram de Tiro (I Reis VII, 23-26 e II Crôn. IV, 2-5) uma enorme pia de bronze, sustentada por doze touros (querubins) para as suas abluções e purificações. 

3º - Atenta ao simbolismo da purificação pela água, a maçonaria, através de muitos de seus ritos, mostra, no recinto das Lojas, a representação do mar de bronze, para a purificação das mãos do candidato. 

4º - Usada na cerimônia por que passa o recipiendário, no decurso da sua iniciação, para ensinar-lhe que a limpeza do corpo físico é uma das condições prévias para a pureza da alma. 

5º - Embora haja, em muitas Lojas, apenas uma jarra judaica e uma bacia, para as abluções, o mais sensato é que exista uma miniatura do mar de bronze, com as suas quatro juntas de três bois, cada uma delas olhando para um dos pontos cardeais da Terra.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

REAA - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

REAA - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
(O Homem é a matéria prima da Fraternidade!)

O Rito Escocês Antigo e Aceito adota os seguintes princípios fundamentais:

I. A Maçonaria proclama, como sempre proclamou, desde sua origem, a existência de um Princípio Criador, sob a denominação de Grande Arquiteto do Universo;

II. A Maçonaria não impõe nenhum limite à livre investigação da verdade e é para garantir essa liberdade a todos, que ela exige de todos, a maior tolerância;

III. A Maçonaria é acessível aos homens de todas as classes e de todos os credos religiosos e políticos, com exceção daqueles que privam o homem da liberdade de consciência, restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana, exijam submissão incondicional aos ditames dos seus chefes, ou façam deles instrumento de combate aos princípios da Maçonaria;

IV. A Maçonaria, conquanto abrigue adeptos das mais diversas opiniões políticas e religiosas, mas livres e de bons costumes, proíbe, expressamente, todo e qualquer debate sobre sectarismo político ou religioso em seu nome, dentro ou fora de suas Lojas;

V. A Maçonaria tem por fim combater a ignorância em todas as suas modalidades; é uma escola que impõe este programa: obedecer às leis do país; viver segundo os ditames da honra; praticar a justiça; amar o próximo; trabalhar, incessantemente, pela felicidade do gênero humano e conseguir sua emancipação progressiva e pacífica.

Esforcemo-nos por aplicar esta lição iniciática extraída dos nossos rituais em nossa vida real, de modo que, honrando os princípios da Veneranda Ordem Maçônica que nos foram legados, possamos almejar ser reconhecidos como verdadeiros Maçons.

Fraternalmente,

José Inácio da Silva Filho, M.·. I.·.
Timeo Hominem Unius Oculi
Gr.·. Loj.·. Maç.·. do Estado da Paraíba
Alagoa Grande - PB

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

REAA - MARCHA NA APROXIMAÇÃO DO ALTAR

Em 24.09.2019 o Respeitável Irmão Emílio Gutierrez Sobrinho, Loja Pentalfa, 2.667, REAA, GOB-SP, Oriente de São José do Rio Preto, apresenta a dúvida seguinte:

MARCHA NO RITUAL DE EXALTAÇÃO

Caríssimo irmão Pedro Juk, novamente peço seu auxílio. Com relação à Exaltação, antes de o exaltando fazer o juramento, o Mestre de Cerimônias o coloca entre Colunas para fazer a Marc∴. No ritual diz Marc∴ de Comp∴ sem sin∴. Como devemos interpretar. Há irmãos que dizem tratar-se da Marc∴ de Apr∴ com sin∴, seguida da Marc∴ de Comp∴ com sin∴ e após de M∴ sem sin∴?

CONSIDERAÇÕES:

SUBSTITUTO DO VENERÁVEL MESTRE NA AUSÊNCIA DO 1º VIGILANTE

O Respeitável Irmão José de Freitas Loja Fraternidade e Justiça, REAA, GOB-TO, Oriente de Gurupi, Estado do Tocantins, apresenta a dúvida seguinte.

SUBSTITUTO DO VENERÁVEL MESTRE NA AUSÊNCIA DO 1º VIGILANTE

Sempre tenho recorrido a você para dirimir dúvidas a respeito de ritualística e afins. Agradeço-lhe de antemão a boa vontade e a disponibilidade do irmão em nos atender.

O assunto é o seguinte: Na revisão do ritual de Aprendiz ficou muito claro como se deve proceder na ausência do Venerável Mestre. Não ficou dúvida da forma que se deve proceder nos casos de sessão ordinária e nas Sessões de Iniciação, Elevação ou Exaltação.

Entretanto, surgiu-nos uma dúvida decorrente: Numa reunião ordinária, não estando presente o Irmão 1º Vigilante quem deve assumir o primeiro malhete? O 2º Vigilante ou o Ex-Venerável?

Também ficou resquícios de dúvidas sobre a abordagem dos irmãos Diáconos ao altar do Venerável Mestre e Vigilantes. O acesso ao Venerável Mestre deve ser feito no "lado norte por trás do altar" ou na "parte norte", assim compreendida a frente do altar voltada para o ocidente. A pergunta se faz porque para se ter acesso ao Venerável Mestre pelo lado norte ele teria que se levantar e ir ao encontro do irmão 1º Diácono, procedimento muito complicado em virtude do curto espaço que existe, ainda mais prejudicado se houver ocupante na cadeira que fica à sua direita. Outra coisa que complica essa abordagem são as peças que ficam sobre o altar, tais como o estojo com a Espada Flamejante e a Ampulheta.

Também temos uma questão de espaço que impede (impediria) a subida dos degraus dos Irmãos Vigilantes pelos irmãos 1º e 2º Diáconos.

Por último indagamos se houve mudança na posição do p∴ esq∴ quando da execução da marcha. A orientação nova é que em pé e à Ordem, portanto parado, o pé esquerdo não precisa estar alinhado no sentido da frente, e sim em esquadria, tal qual a intercessão das peças do Pavimento de Mosaico.

Peço-lhe abordar essas questões trazendo mais uma vez a luz da sua sabedoria sobre esses casos.

CONSIDERAÇÕES: