A ENFERMIDADE
Todo ser humano passa pela enfermidade e, sendo maçom, conta com o apoio da Fraternidade; um membro frágil deve ser amparado, tanto pelo carinho como por assistência médica e, sobretudo, espiritual pelo poder esotérico da Cadeia de União.
A enfermidade supõe o dever da “visitação”; o hospitaleiro tem esse encargo, e nos dias de reunião deve informar a Loja sobre o estado de saúde do irmão enfermo.
Sendo a Loja formada por elos, quando um deles é acometido pela enfermidade, toda a Loja é atingida; daí, até por interesse comum, a Loja deve tudo envidar para a recuperação da saúde daquele irmão enfermo; quando ele retornar à Loja será motivo de grande júbilo.
O maçom enfermo sente-se mais apegado à Loja, aguardando a visita dos Irmãos; quando essa visita não ocorre, há uma grande frustração, e então, certamente, atingirá a todos, uma vez que, além de lembrados pelo enfermo, há uma desconsideração e a quebra do compromisso de visitação.
O irmão que ama seu irmão, obviamente, o atenderá nos momentos de necessidade.
Cada maçom, cumprindo seu dever, faz com que a família sinta-se segura, uma vez que se hoje estamos gozando saúde, amanhã poderemos ser aquele enfermo que ansiosamente espera visitação.
É na Cadeia de União que todos expressam os votos de pronto restabelecimento.
Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 135.
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