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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A ORIGEM DO RITO ESCOCÊS

A ORIGEM DO RITO ESCOCÊS
Kurt Prober

Ao contrário do que vulgarmente se acredita, o RITO ESCOCÊS nada tem a ver com o Estado da ESCÓCIA, pois na época do aparecimento deste rito, as Lojas de lá trabalhavam no Rito de YORK, como em toda a Grã-Bretanha.

Afirmam certos historiadores tradicionais, mas sem jamais terem podido comprová-lo ou documentá-lo, que a criação de graus "inefáveis" deste rito se teria procedida logo depois da terminação da primeira Cruzada (1099 D. C.), na Escócia, na França e na Prússia, simultaneamente. Mas tudo isto é pura fantasia, bastando dizer que a Prússia então, como Estado, ainda nem existia. Houve isto sim, a criação de inúmeros "títulos" honoríficos de "Ordens de Cavalaria", mas estas nada tinham a ver com a Maçonaria.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

RITUAL MAÇÔNICO É UMA INOVAÇÃO

RITUAL MAÇÔNICO É UMA INOVAÇÃO
Um texto do Ir.’. Robert G. Davis
Traduzido por Luciano R. Rodrigues

Quando o Venerável Mestre é perguntado, em sua instalação, se ele concorda que um homem ou qualquer corpo de homens, não podem fazer mudanças no corpo da Maçonaria, é importante compreender que isto se refere a preservação da estrutura organizacional da Ordem maçônica e não a seus rituais cerimoniais. Mais de um Grão-Mestre tentou aplicar esta advertência para o ritual maçônico em si. No entanto, uma breve análise do desenvolvimento dos rituais e suas muitas formas através do panorama das jurisdições maçônicas, vai mostrar rapidamente que esta pergunta veio das “Old Charges” e não tem nada a ver com os aspectos ritualísticos da nossa fraternidade. Nossos fundadores nunca tiveram a intenção de que os rituais cerimoniais permanecessem estáticos. A proibição de renovação não se aplica ao ritual maçônico, enquanto que esta é a única base sobre a qual toda a Luz da Maçonaria é transmitida e revelada.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O 15 DE NOVEMBRO

A GLOMARON HOMENAGEOU O 15 DE NOVEMBRO 
Ir⸫ Irineu Vicente Filho, Grande Secretário de Relações Exteriores

O dia 15 de novembro é mais que um feriado nacional cultuado. Representa um avanço inconteste no processo histórico do Brasil, descortinando nos movimentos revolucionários, nos levantes armados, nas lutas fratricidas ou em peçonhentas guerras. 

O sonho da República inspirou-se na mesma fonte de cidadania que inspirou a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, em 1776, e no mesmo manancial de justiça que abrigou a Declaração dos Direitos dos Homens escrita com sangue vertido na Revolução Francesa, em 1789. 

Os anseios nacionais, por liberdade para decidir politicamente e por democracia para alijar da vida pública, regimes rotos e representantes decaídos, são comemorados neste marcante 15 de novembro com o pensamento voltado tanto para relembrar os feitos de ilustres brasileiros quanto para construir o futuro do país incutindo nos espíritos compatriotas o valor perene que nos foi legado com a Proclamação da República. 

Porém, para bem compreender tal significação é mister voltarmos no tempo:

terça-feira, 14 de novembro de 2017

A NECESSIDADE DO ESTUDO

A NECESSIDADE DO ESTUDO

"Nenhum maçom consegue chegar, em nossos dias, a uma situação mais ou menos notável dentro da Fraternidade se não for suficientemente instruído. Se os seus estudos ficarem limitados ao que ensinam as breves instruções da Loja, é-lhe impossível apreciar com exatidão as finalidades e a natureza da Maçonaria como ciência especulativa. As instruções não passam de esqueletos da Ciência Maçônica. Os músculos, os nervos e os vasos sangüíneos que devem animar o esqueleto sem vida e dar-lhe beleza, saúde e vigor, estão contidos nos comentários destas instruções, que o estudo e as pesquisas dos escritores maçônicos dão ao estudante de Maçonaria".

(Albert Gallatin Mackey - (12.03.1807 - 20.06.1881)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O OBJETIVO DO ESTUDO NA MAÇONARIA

O OBJETIVO DO ESTUDO NA MAÇONARIA 

É correto dizer que o grande problema diante de nós é o da pedagogia da Maçonaria. Isso significa que o ensino dos fatos sobre um grande movimento histórico baseado na teoria de que a verdadeira felicidade do homem só pode ser alcançada pela união de todos em uma democracia alicerçada no espírito da fraternidade, onde cada um não seja apenas o guardião de seu irmão, mas também seu defensor, seu porto seguro, seu auxílio, seu incentivador, seu ombro amigo, seu inspirador e seu exemplo de amor ao próximo e a si mesmo. Tudo isso se ensina através do imaginário e das alegorias da Maçonaria, e de seu simbolismo místico. Não devemos nos perder na busca por algo sombrio, em teorias abstratas perdidas dentro de perspectivas obscuras, confusas, nebulosas e insignificantes; devemos sim estarmos próximos e nos dedicarmos aos verdadeiros valores humanos. Princípios devem existir para estarem realmente inseridos nas vidas das pessoas, se não for assim não farão diferença alguma. Nosso estudo deve aliar teoria e prática, com o estudante realmente utilizando-se de seu aprendizado e compartilhando os valores adquiridos, senão nossos esforços serão em vão.

domingo, 12 de novembro de 2017

O BODE E A MAÇONARIA

O BODE & A MAÇONARIA
Por Kennyo Ismail

Todos já ouviram falar de alguma história relacionando um bode preto com a Maçonaria. As histórias geralmente são de que você precisa montar em um bode preto para iniciar, ou que o Deus da Maçonaria é um Bode preto.

Para explicar essa questão histórica da crendice popular relacionando a Maçonaria com o uso ou culto de um bode, os próprios Irmãos Maçons, sem encontrarem nenhum indício que justificasse tal crença, buscaram uma explicação plausível. A lenda que surgiu para isso, e que foi eternizada pelos escritos do célebre irmão José Castellani, é bastante conveniente:

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

COMO DEVE PROCEDER O MAÇOM PERANTE SUA LOJA

COMO DEVE PROCEDER O MAÇOM PERANTE SUA LOJA
(Desconheço o autor)

"Vitorioso não é aquele que vence os outros, e sim é o que vence a si mesmo, dominando seus vícios e superando seus defeitos."

Sentindo a necessidade da disciplinação dos trabalhos de uma Loja maçônica, a Loja João Evangelista, de Darmstadt, na República Federal alemã, estabeleceu um Regimento Interno que poderia ser adotado por qualquer Oficina.

Os pontos que o compõem são os seguintes:

terça-feira, 7 de novembro de 2017

A PALAVRA DE PASSE DO GRAU DE C⸫M⸫

Ir⸫ Vagner Fernandes 

Introdução
Ao libertar uma das pernas do compasso, o Comp⸫ Maçom, dominando seus impulsos e emoções e livre de preconceitos e vaidades, encontra-se no caminho da Verdade. Sua jóia é a P⸫C⸫, representando a estabilidade e a perfeição a qual deve chegar todo maçom na construção do Templo Ideal.

Sendo consagrado à exaltação do Trabalho, o grau de Comp⸫ prepara o maçom para usar a “alavanca” do conhecimento afim de vencer as dúvidas e dificuldades, tendo como meta a realização de um mundo melhor. Do Nível ao Prumo realiza as cinco viagens simbólicas e reafirma seu compromisso de fidelidade à Sublime Ordem e sua sinceridade com os Sin⸫ do Grau.

O Comp⸫ Maçom ocupa a coluna do meio-dia, unindo a Sabedoria à Força para a construção do edifício moral, sempre assistido pelo Ir.·. 1º Vig⸫ e Mestres da Loja.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

O PAINEL SIMBÓLICO DA LOJA DE APRENDIZ NO REAA

O PAINEL SIMBÓLICO DA LOJA DE APRENDIZ NO REAA
Ir⸫ Tsugugo Toma M⸫MV⸫
A⸫R⸫L⸫S⸫ Doze de Novembro - 164 - GLESP - CMSB - CMI
Ir⸫ Roberto Bijos Gomes M⸫I⸫
A⸫R⸫L⸫S⸫ Luz do Universo - 249 - GOP - COMAB - CMI

A origem da palavra painel provém do espanhol, significando "pano". De acordo com o "Aurélio", este também é definido como quadro, pintura, retábulo, relevo arquitetônico em forma de moldura, sobre um pano. Denominado por "Tracing Board" pelos Ingleses, para identificar a "Tábua de Delinear" ou "Prancheta", sendo esta uma Jóia Imóvel da Loja.

Na antiguidade, quando inexistiam rituais específicos, qualquer local que o ferecesse alguma privacidade podia ser usado para constituir uma Loja,onde podiam ser desenhados símbolos maçônicos no piso, com carvão ou giz,do respectivo grau que esta Oficina iria trabalhar, da mesma forma que faziam os Cristãos dos primeiros séculos, quando desenhavam a Cruz onde se reuniam. Estes locais podiam ser um Galpão, Grutas ou mesmo ao ar livre.

domingo, 5 de novembro de 2017

O CAMINHO É DIFÍCIL, A PORTA É ESTREITA

Valdemar Sansão –M⸫ M⸫
“Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele”. (Isaias 30:21).
Deus deixa ao homem a escolha do caminho. Tanto pior se tomar o mau; sua peregrinação será maior. Se não houvesse montanhas, o homem não compreenderia que se pode subir e descer.

Para o Maçom, o trabalho é o caminho da humildade. É na porta estreita do serviço humilde que encontramos o espírito das individualidades superiores, já despidos de vaidades e preconceitos. A humildade é o caminho do perdão. O perdão é o caminho do amor. O amor é o caminho da perfeição. A perfeição é o caminho da divinização. A Maçonaria é o caminho do homem justo e perfeito.

A Maçonaria tem como um de seus Princípios Básicos o melhoramento moral, espiritual e intelectual do homem, visando tornar melhor a humanidade.

A força da Maçonaria está no agrupamento de seus Iniciados, que atuam isolados e conjuntamente, para “cavar masmorras ao vício e erguer templos à virtude”.

sábado, 4 de novembro de 2017

AS OBRIGAÇÕES DOS MAÇONS: III - AS LOJAS


Rui Bandeira

A Loja é o lugar onde os Maçons se reúnem e trabalham; assim esta Assembleia, ou Sociedade de Maçons convenientemente organizada, é chamada Loja; e todo Irmão deve pertencer a uma, estando sujeito ao seu Regulamento Interno e aos Regulamentos Gerais.

Ela é individual ou geral, e será melhor compreendida através da comparência e através dos Regulamentos da Loja Geral ou Grande Loja, aqui anexos.

Em tempos antigos, nenhum Mestre ou Companheiro poderia faltar, especialmente quando solicitado a comparecer, e só não estaria sujeito a severa censura se se justificasse perante o Mestre ou o Vigilante, alegando que imperiosa necessidade o impedira.

As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de bons princípios, nascidos livres, de idade madura e discretos, não escravo, não mulher, nem homens imorais ou escandalosos, mas de boa reputação.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O DELTA LUMINOSO COM O OLHO QUE TUDO VÊ

Ir⸫ José Carlos de Araújo
Loja de Pesquisa Brasil – Londrina - PR 

O Delta Luminoso com o Olho que tudo Vê, é um símbolo muito antigo que significa a presença de Deus naquele ambiente. Suas origens se perderam no tempo, mas sabe-se com muita certeza através dos historiadores, que esse símbolo estava no “Sanctum Santorum”, no templo construído por Salomão em Jerusalém, no inicio do século XII por Hugo de Payens (1070-1136), Cavaleiro de Borgundia, fundador e primeiro Grão Mestre da Ordem Hospitaleira dos Templários, em companhia de outros oito companheiros.

Após a freqüência de algumas sessões, o Aprendiz Maçom, tem a atenção presa às figuras simbólicas que existem no interior de uma Loja Maçônica. No piso, nas paredes e no teto, encontramos símbolos que despertam e fascinam a curiosidade de quem os vê pela primeira vez.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

O PROCESSO DE SINDICÂNCIA

Professor Humberto Rohden 

Se o assunto, em outras instituições, merece a maior atenção, na Maçonaria assume um relevo muito maior. Entretanto, obstante sua elevada importância, pois é a partir da sindicância que efetivamente definimos os rumos e o futuro de nossa Sublime Ordem, não raras vezes tem sido, a sindicância, bastante negligenciada, quer seja pela Direção da Loja, quer seja pelos próprios Sindicantes. Infelizmente, parece que este descaso para com a sindicância torna-se, até mesmo, uma rotina em determinados Orientes. 

Pela experiência e observação, chega-se à triste conclusão que determinadas dificuldades, pelas quais, passa hoje a Maçonaria em geral, e as Lojas, em particular, tem seu nascedouro em "não saber escolher adequadamente os candidatos ou na má condução do processo" de sindicância. 

É fundamental que todo Irmão tenha conhecimento pleno dos dispositivos regulamentares e legais, sendo compulsório seu perfeito entendimento especialmente pelos Irmãos Sindicantes.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

O BRASIL É UM ESTADO LAICO

BRASIL É UM ESTADO LAICO

Noticiou-se em alguns veículos de imprensa do Brasil, há poucos dias, que o Congresso Nacional deverá deliberar a respeito de acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé relativo ao estatuto jurídico da Igreja Católica no País, prevendo, entre outras iniciativas, a adoção do ensino religioso nas escolas públicas, a destinação de espaço para templos no ordenamento territorial e a proteção, pelo Estado brasileiro de lugares de culto da Igreja Católica. Tal acordo foi assinado pelo Excelentíssimo Senhor Presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, quando de sua mais recente visita ao Vaticano.

Sabe-se que vários fatos históricos culminaram com a salutar separação entre a Igreja e o Estado Brasileiro, concretizada pelo Governo Provisório em 1890, elevada a princípio Constitucional nas Cartas Políticas de 1891, 1934, 1937 e 1967, além de reiterada com mais amplitude na Constituição em vigor, que expressamente dispõe, em seu artigo 19: "É vedada à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público".

Sem dúvida nenhuma, pois, o Estado brasileiro é laico. Com sabedoria, admite a legalidade de todas as religiões e mesmo a ausência delas ou qualquer culto, respeitado a crença e os sentimentos de cada pessoa, nas lições que se pode extrair dos eminentes constitucionalistas que tratam da matéria, tais como João Barbalho, Pontes de Miranda, Pinto Ferreira, J. Cretella Jr., Celso Bastos, Ives Granda Martins, Manoel Gonçalves Ferreira Filho e Orlando Soares, dentre outros.

Portanto, afigura-se absolutamente contrário à Constituição da República o referido Acordo firmado em novembro de 2008, entre o Brasil e a Santa Sé, notadamente no ponto em que prevê o ensino religioso nas escolas públicas e a destinação de espaços para templos, no ordenamento Territorial, além da proteção, pelo Estado brasileiro, de lugares de culto da Igreja Católica Apostólica Romana.

Inobstante o mais profundo respeito que a Maçonaria Simbólica do Brasil dedica a todas as Confissões, a mesma entende, também, não ser admissível que o Governo do nosso País patrocine a oficialização de quaisquer religiões.

Os brasileiros devem ser livres para professarem os Atos da Fé que mais perto se afinem com suas consciências e seus corações.

O soberano Congresso Brasileiro deve negar a aprovação de tal Acordo, contribuindo para manter prevalescente em nosso País o Estado Democrático de Direito e o Princípio Constitucional vigente segundo o qual todos os brasileiros "são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer forma". 

Ministro Waldemar Zveiter
Sereníssimo Grão-Mestre
Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O PAVIMENTO MOSAICO DO TEMPLO

O PAVIMENTO MOSAICO DO TEMPLO
(Desconheço a autoria)

O peso do noviciado levou-me às primeiras fontes disponíveis: a Constituição do Grande Oriente do Brasil e seu Regulamento Geral e não encontrei ali qualquer referência ao Piso Mosaico. No manual do Rito Escocês Antigo e Aceito, de 1º grau, deparei-me com a Planta do Templo, na página XII. Vemos ali que o Pavimento Mosaico ocupa todo o Ocidente do Templo, em lajes assentadas em linhas diagonais. E nada mais é dito sobre o tema do meu trabalho em todo o Manual.

No entanto, nós, os aprendizes, fomos informados de que não devemos pisá-lo; de que é preciso contorná-lo no sentido horário em nossa circulação em Templo. Mais que isso, o piso domina o centro do Templo e nos enche de respeito à sua simbologia, ainda que, nesses primeiros contactos com a Maçonaria, desconheçamos o seu significado. Era preciso pesquisar mais, encontrar respostas a perguntas simples como: por que o branco e o preto? Por que o piso mosaico do nosso Templo não tem as mesmas dimensões e tipo de assentamento das lajes da planta apresentada no Manual? 

As respostas que encontrei demonstram que pesquisar é imprescindível no exercício de ser Maçom. O primeiro tema desta pesquisa foi exatamente:

domingo, 29 de outubro de 2017

sábado, 28 de outubro de 2017

AS OBRIGAÇÕES DOS MAÇONS: II - AUTORIDADE CIVIL


As Obrigações dos Maçons: II - Autoridade civil
Rui Bandeira

Um maçom é um súbdito pacífico do Poder Civil, onde quer que more ou trabalhe, nunca se envolverá em complôs ou conspirações contra a paz ou o bem-estar da nação e nem se comportará irresponsavelmente perante os agentes da autoridade; como a Maçonaria sempre foi prejudicada pelas guerras, derramamentos de sangue e desordens, os antigos Reis e Príncipes sempre se dispuseram a estimular os Homens da Fraternidade, por sua lealdade e índole pacífica; pois sempre responderam adequadamente às conspirações de seus adversários e promoveram a honra dessa Fraternidade, que sempre floresceu em tempos de paz. Se um Irmão se rebelar contra o Estado, não deverá ser incentivado na sua rebelião, antes ser digno de pena por ser um homem infeliz; e, se não tiver sido condenado por qualquer outro crime, a Irmandade precisa, e deve, repudiar a sua rebelião, não deixando margem para qualquer desconfiança política perante o Governo vigente; mas não deve expulsá-lo da Loja, permanecendo inalienável a sua relação com a mesma.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

O PADROEIRO DA MAÇONARIA

O PADROEIRO DA MAÇONARIA
Charles Evaldo Boller, Mestr⸫ Maç⸫

A Maçonaria em relação a sua linguagem simbólica não é autêntica, já que a maior parte dela é adaptação de diversas linhas de pensamento e influência. Sua imensa riqueza cultural está alicerçada na ampla flexibilidade e tolerância a pensamentos e crenças diversas, admitindo as mais variadas linhas filosóficas que venham ao encontro da construção de homens morais, éticos e espiritualizados. Cada Maç⸫ é induzido em buscar se auto-conhecer, se auto-construir fundamentado em seus próprios referenciais, respeitar a crença de seus IIrm⸫ e buscar o crescimento espiritual sem intermediação de ninguém.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O PODER DO SILÊNCIO, DA PALAVRA E DO AMOR

O PODER DO SILÊNCIO, DA PALAVRA E DO AMOR
Ir⸫ Cláudio Pandolfo

Hoje, quando observamos o mundo que nos cerca e nosso lugar dentro dele, vemos que a linguagem é mal empregada, de uma forma alarmante, e com isso perdeu sua realidade espiritual. Vivemos numa sociedade muito verbal, mergulhada no ruído.

Quanto mais abusamos das palavras, mais nos distanciamos da verdadeira natureza de nosso ser. As palavras se tornam um meio de evasão "racional" da verdadeira realidade do Eu.

É bom lembrar que somos o que pensamos. Somos o que dizemos.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

AS COLUNAS DO TEMPLO DE SALOMÃO

AS COLUNAS DO TEMPLO DE SALOMÃO
Armando Filippi Cravo | 

Os templos na antigüidade, eram por assim dizer edifícios cronométricos, sendo as Colunas as partes mais importantes de tais edifícios.

Entretanto as Colunas mais notáveis, principalmente para nós maçons, são aquelas que o Rei Salomão mandou construir na entrada do Templo de Jerusalém.

O trabalho foi executado por Hiram Afif, filho de uma viúva da Tribo Neftali, e que a Bíblia chama Hiram, o artífice de Tiro.

O antigo Testamento, em I reis, VII, 15 a 22, trata dessas duas colunas. Para facilidade de entendimento, transcrevemos a seguir o texto desses versículos, tomando como base o texto da “ A Bíblia – Tradução Ecumênica, Ed Loiola, Paris –França 1989.