Páginas

PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

INGRESSO NO TEMPLO COM FORMALIDADE

Em 24/07/2019 o Respeitável Irmão Adroaldo Dartora, Loja Filhos de Hiram IV, 3027, REAA, GOB-RS, Oriente de Marcelino Ramos, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos.

INGRESSO COM FORMALIDADE

Caro Irmão, preciso de informações atualizadas sobre entrada em Loja com formalidades. 

Faço visitas em Loja e vi várias formas. 

Por favor, o Irmão pode me informar a forma correta?

CONSIDERAÇÕES:

Conforme a ocasião é que se dão as formalidades. Existe a entrada formal genérica que abrange o ingresso de Obreiros em Loja (Marcha do Grau e saudação às Luzes). Essa se dá conforme o Rito praticado. 

Outras são as entradas formais ditadas por regras previstas no Regulamento Geral da Federação e se refere à recepção de autoridades, cuja formalidade se dá de acordo com as faixas previstas no Regulamento (Artigo 219 do RGF) e orientações previstas no Ritual de Aprendiz do REAA, 2.7 – Da Recepção de Autoridades e Portadores de Títulos de Recompensas. Há ainda a Recepção de Lojas previstas no item 2.8 desse mesmo Ritual.

Por fim, existe o ingresso da maior autoridade nas Sessões Magnas que é o Pavilhão Nacional, cujas regras são ditadas pelo Decreto 1476/2016 do GOB.

No sentido de mencionar a forma correta, é preciso saber antes a que entrada formal o Irmão se refere.

O que eu posso lhe adiantar que em Loja aberta, qualquer ingresso é formal, todavia, dependendo de quem vai entrar é que se aplicam as regras. Por exemplo, um retardatário, se autorizado o seu ingresso ele o faz pela Marcha do Grau sandando às Luzes da Loja ao final. Já o Pavilhão Nacional será recebido pela Comissão de Recepção e escoltado pela Guarda de Honra, e assim por diante.

Concluindo, o correto é seguir o protocolo ritualístico em vigência determinado para cada caso.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 07/11/2019

MAÇONARIA E RELIGIÃO

MAÇONARIA E RELIGIÃO
(Desconheço o autor)

Introdução

Maçonaria e Religião é um texto adaptado com base em conteúdo extraído de uma Home Page mantida por americanos do Estado da California (EUA), que faz um breve relato e considerações sobre fundamentos e conceitos de várias religiões. 

No que se refere à Maçonaria, a independência está evidenciada em nota existente na primeira tela, onde esclarece que as informações ali contidas não foram endossadas pelo Grande Oriente ou pela Grande Loja, além de não estarem os autores filiados a uma Loja Maçônica.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

REAA - SAUDAÇÃO NA ABERTURA E INGRESSO DA COMISSÃO DE RECEPÇÃO

O Respeitável Irmão Marcelo Pereira Medeiros, Loja Acácia Candidomotense, REAA, GOB-SP, Oriente de Cândido Mota, Estado de São Paulo solicita considerações sobre o que segue.

SAUDAÇÃO E COMISSÃO DE RECEPÇÃO

Como dito anteriormente faremos uma sessão no próximo dia 11 para padronizarmos a ritualística. Já me prevenindo de duas questões que serão feitas durante a sessão, mesmo tendo conhecimento já mencionado anteriormente. Gostaria da sua resposta para que não gere controvérsias.

1. Da entrada e saída do Oriente o Primeiro Diácono, na abertura ritualística, deverá saudar o Venerável, mesmo com o Livro da Lei fechado?

2. A Comissão da Bandeira entra pelo lado norte e faz o giro, obedecendo a circulação para que os 6 membros passem ao lado Sul? Recentemente alguns estão defendendo que entra em duas colunas, não obedecendo a circulação.

Grato, mas uma vez pela sua disposição e atenção. E logo se possível gostaria de conhecê-lo pessoalmente.

CONSIDERAÇÕES:

FRASES ILUSTRADAS


DISSECANDO A 4ª INSTR∴ DO APRENDIZ

DISSECANDO A 4ª INSTR∴ DO APRENDIZ
Ir∴ Valdemar Sansão
Entrar para a Maçonaria, simplesmente, em nada melhora uma pessoa, a menos que permitamos que a Maçonaria nos sirva de guia.
Iguais, livres e fraternos - As pessoas compõem a loja, não são a loja. Esta está no seu coração. Um Maçom jamais será feliz se procurar nos outros a perfeição da Maçonaria. Ela está no seu peito, nos seus sentimentos. Todo trabalho para ser realmente eficiente precisa ter um objetivo sadio: o serviço da ajuda ao irmão. Muito mais que o saber arrogante, temos que ter a paciência e tolerância humilde. O saber não está em quantos livros conseguimos ler, tampouco quão belos discursos possamos fazer ou ainda o quanto somos “autoridades” ou quantos enfeites têm nosso avental. O saber mais importante é o quanto sabemos dividir o pouco que sabemos, o quanto conseguimos a cada passo, a cada instante sermos iguais, livres e fraternos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

REAA - DESNÍVEL DO ORIENTE NO TEMPLO

Em 24/07/2019 o Respeitável Irmão Eduardo Gonçalves, Loja Carlos Gomes, 1.598, REAA, GOB -SP, Oriente de São Paulo, Capital, solicita esclarecimento para o que segue:

DESNÍVEL DO ORIENTE

Na última palestra que fui e o Irmão foi o palestrante, tinha dito sobre o pavimento do templo, onde o pavimento do oriente não teria necessidade de estar elevado ao ocidente, que seria um nivelamento igual para todo templo, que apenas elevaria o altar, onde a mesa e trono de Salomão se encontra. Se realmente for isso, poderia me dar uma orientação rápida, pois não me recordo da sua explicação.

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

LUVAS BRANCAS 

1º - Tem sido usadas entre os maçons como marca de distinção e pureza. É uma pena que esteja sendo pouco usada nas maioria das lojas. 

2º - As Luvas brancas, recebidas no dia de sua iniciação, evoca ao maçom a recordação de seus compromissos. 

3º - A oportunidade única que o maçom tem em sua vida, confiar e ofertar a luva a dama que mais ele ama. 

4º - Àquela que recebeu a luva do iniciado, deverá mostrar essa luva ao maçom quando este estiver a ponto de fracassar; aparecerá como sua consciência viva, como a guardião de sua honra. 

5º - Quando contemplamos as nossas mãos, objeto constante de nosso interesse, lembramo-nos de que devem sempre manter-se limpas e sem máculas comprometedoras. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

ESCRIBIENDO UNA PLANCHA

ESCRIBIENDO UNA PLANCHA
Mario Lopez (Mannaz) - M.·.M.·.

Q.·. H.·. cuando fuiste iniciado en la Masonería, allá encerrado en la Cámara de Reflexiones, una palabra que probablemente nunca habías oído ni visto antes ser grabó a fuego en tu cerebro y luego te la han repetido una y otra vez sin parar. Esa palabra era, es y será V.·.I.·.T.·.R.·.I.·.O.·.L.·..

Si, V.·.I.·.T.·.R.·.I.·.O.·.L.·., esa palabra extraña que te indica que debes descender a la Tierra y que a fin de cuentas te dice que debes interiorizar lo que aprendas y desde dentro sacar el fruto ya maduro hacia el exterior; entre otras explicaciones posibles que otros hermanos te puedan dar.

Cuando tu Vigilante te encarga una plancha es muy simple acudir a internet, todo está en la red y copiar y pegar es muy sencillo. Pero....¿a quién engañas?

No a tus hermanos que saben de sobra cuando lo que escuchan no es más que palabras tomadas al azar de entre muchos lugares y pegados con mayor o menor arreglo. No, mi querido Aprendiz, te engañas a ti mismo. Ese reflejo en el espejo que es tu mayor enemigo se está regocijando cada vez que lo haces.

Si el Hermano Vigilante de tu columna de encarga trazar una plancha sobre la virtud de la paciencia, por ejemplo, lo que menos le interesa que cuentes es lo que autores como Guenon, Lavagnini u otros dicen de eso. Lo que interesa es lo que tú piensas sobre esa virtud.

Es normal que hagas referencias a citas de dichos autores para reforzar tus ideas; pero lo correcto no es copiar y pegar todo lo que ellos dicen: nosotros, tus maestros, ya sabemos lo que eses autores han dicho ( o deberíamos saberlo) y tú no habrás aprendido nada si lo haces, masónicamente hablando.

Lee eses autores, estudia lo que dicen y deja reposar todo eso en tu cerebro, como si lo enterrases en tu V.·.I.·.T.·.R.·.I.·.O.·.L.·. Déjalo macerar como el buen vino y con el tiempo dará el mejor de ellos cuando hayas analizado y sacado conclusiones que serán solo de tu propiedad y fruto de crecimiento interior.

Cuando eso suceda será el momento de trazar tu plancha ya que será tuya y solo tuya. Será única en todo el Universo y mostrará a tus HH.·. el avance que has hecho en la Masonería. Demostrará que eres libre pensando, que aun leyendo a muchos autores posees tu libre albedrío y aceptas o no lo que dicen, que has interiorizado los conceptos y que estás ahora irradiando hacia tus hermanos tu Luz.

Esa plancha que has creado con ese sistema sería como un vino de reserva, como un Château Petrus y todo el mundo deseará probarlo; pero si sigues en tus treces, si sigues con tu copia y pega estaremos ante un mal vino de mesa que pocos desearán catar.

Y lo más grave de todo.......la imagen en tu espejo seguirá a reírse por su triunfo.

Escrito en el día 26 del mes 3 de 6011 (V.·.L.·.)

terça-feira, 5 de novembro de 2019

LOJA EM DESCANSO OU EM FAMÍLIA

Em 23.07.2019 o Respeitável Irmão Júlio César, Loja Luz e Fraternidade de Curitiba, REAA, GOP (COMAB), Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, apresenta a questão seguinte:

LOJA EM DESCANSO

Acompanho seu trabalho e tomo a liberdade de saber uma dúvida com o irmão.

MINHA PERGUNTA. Em algumas Sessões alguns Veneráveis Mestres costumam colocar a Loja em Descanso ou em Família, no Período de Instrução. Nesse momento o Livro da Lei pode permanecer Aberto, pois a Loja não está trabalhando ritualisticamente. Qual sua opinião?

CONSIDERAÇÕES:

Antes de tudo é preciso que esses procedimentos estejam previstos e explicados no ritual. Colocar a Loja em descanso, ou em família como comumente ouvimos, não é prática original no REAA.

Colocar a Loja em descanso é muito comum no Craft (Maçonaria Anglo-Saxônica) onde esses procedimentos são previstos e, se houver necessidade, o Livro da Lei é fechado, porém sem interferir na disposição do Esquadro e o Compasso. Prevendo essas situações, esses dois objetos são dispostos não no centro do livro aberto, mas na sua página direita o que dá A possibilidade de se fechar o Livro sem desarmar a Loja. No retorno do descanso, simplesmente abre-se o Livro novamente.

Como dito, no REAA essa prática não é comum. Para instruções e assuntos que mereçam debates, o mais apropriado tem sido a utilização de uma sessão administrativa própria para o objetivo previamente marcado. Assim, sem o rigor da liturgia, a Loja ordeiramente pode debater a instrução. Existem regulamentos que preveem sessões de instrução que são abertas exclusivamente para essa finalidade, sendo que nelas as manifestações não precisam seguir o giro da palavra.

É preciso, entretanto, que tudo esteja previsto e não inventado. Nas sessões econômicas, geralmente o período de instrução segue a liturgia do uso da palavra. Nessa condição, entendo que o Venerável não deve desprezar a ritualística em nome da praticidade. 

No tocante a manter o Livro da Lei aberto ou fechado, no caso mencionado na sua questão, é algo que precisa estar nos conformes com ritual. Se ali essa prática não estiver prevista então ela fica prejudicada. A minha opinião é seguir o que prevê o ritual. Caso ele não mencione a prática pretendida (descanso ou em família) é melhor esquecê-la.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 01/11/2019

QUEM É UM PROFESSOR

QUEM É UM PROFESSOR
Luis A. Jalfen

Ao longo de nossas vidas conhecemos alguns mestres (professores). Os vimos na professora dos primeiros anos escolares, quiçá em algum professor do secundário, em algum poeta ou em um homem qualquer que nos tocou profundamente com suas atitudes e suas palavras. Por que os recordamos? O que nos transmitiram? O que nos faz guardá-los em nossa memória? Podemos dizer bem objetivamente: nos incitaram a crescer.

O que significa um professor que incite a crescer? O que quer dizer crescer? Crescer significa adquirir complexidade, quebrar as linearidades. Uma mulher ou um homem crescem paralelamente ao enriquecimento do mundo e professor é aquele que nos desperta a curiosidade de assomarmos a essa constante abertura da realidade. Professor é aquele que deixa aprender, diz o pensador Martin Heidegger. É mais: o verdadeiro professor não deixa aprender mais que o aprender, agrega. E isto tem que ver com a liberdade.

Se até agora – por viver na modernidade – considerávamos a liberdade como atributo do ser humano, agora se exige uma extensão da liberdade às coisas mesmo; é a realidade que exige um estado de disponibilidade que chama ao progresso de professores. Por isso professor é quem põe em condições de aprender e não quem ensina. Porém antes de tudo, aquilo que o professor deve aprender é converter-se ele mesmo em discípulo; é por isso que o professor tem muito mais dúvidas que os alunos.

Como é o ser humano que se educa para o futuro? É o que desenvolve uma fina sensibilidade para as trocas, o que não se aferra a sistemas de explicações, o que sabe que as razões são faliveis. Não se trata de abandonar a compreensão das coisas; se trata de abrir-se a outro tupo de inteligibilidade. Creio que os seres humanos que conservam a juventude em suas almas apreciam mais a quem lhes permite aprender ao invés daqueles que pretendem fechar a realidade em explicações. Como num jogo, a estratégia deve ser o essencial; a partir de certas exigências mínimas, a realidade em geral e a vida humana em particular, são um desafio constante à modernidade – verdade é a essência de toda realidade que, ao apresentar-se em forma de jogo, nos permite jogar, jogar a viver, jogar a trabalhar, jogar a saber, jogar a amar, jogar a saber morrer. Só ele fixa nossa esperança de liberdade e professores são os que ajudam a ser livres.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

POSTURA DAS LUZES COM O MALHETE

O Respeitável Irmão Álvaro Mattos da Costa, Loja Fé e Perseverança, 426, REAA, GOB-SP, Oriente de Jaboticabal, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão.

POSTURA DAS LUZES COM O MALHETE

Por favor nos Oriente se os Vigilantes, tanto no início como no encerramento dos trabalhos ficam de pé com os malhetes e como devem postar-se.

CONSIDERAÇÕES:

Infelizmente criou-se o hábito de que as Luzes da Loja (Venerável Mestre e Vigilantes) ao se colocarem à Ordem nos seus lugares, o fazem empunhando o malhete. Sem dúvida isso é um equívoco dos grandes, pois quem fica à Ordem, compõe o Sinal de Ordem com a mão, ou mãos se for caso. 

Pousar o malhete no lado esquerdo do peito não é Sinal e esse gesto deve se restringir apenas a quando o titular, por dever de ofício, fora do seu lugar, precise estar munido do malhete – numa situação dessas então ele parado se coloca com o corpo ereto, pés em esq∴ e pousa o malhete no lado esquerdo do peito.

Venerável Mestre e os Vigilantes quando à Ordem nos seus lugares deixam os respectivos malhetes e compõem o Sinal de Ordem normalmente. 

Cabe salientar que há uma exceção para esse caso. Isso se dá quando o Primeiro Vigilante na abertura dos trabalhos cumprindo seu segundo dever em Loja de Aprendiz, do seu lugar verifica se todos os presentes nas Colunas são maçons. Assim, nessa oportunidade para hipoteticamente ele não demonstrar o Sinal àqueles que serão por ele examinados, o mesmo mantém então o seu malhete pousado no lado esquerdo do peito. Cabe mencionar que nessa oportunidade o Segundo Vigilante deixa seu malhete e fica também à Ordem como os demais.

Nesse sentido, salvo a ocasião mencionada no parágrafo logo acima, as Luzes deixam seus malhetes e compõem o Sinal de Ordem na forma de costume.

Mais informações poderão ser encontradas em http://ritualistica.gob.org.br/ no SOR – Sistema de Orientação Ritualística instituído pelo Decreto 1784/2019 do GOB.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 31/10/2019

O APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO

O APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO
Ir∴ Alexandre Begalli Neto - C∴M∴ 

Introdução

O objetivo principal na existência do Homem é viver de forma ótima, conforme as condições que lhe forem proporcionadas pela Humanidade. O período de vida é deveras curto e a postura do ser humano deve ser sempre a de legar um mundo melhor do que aquele que foi recebido. Dentro de nosso núcleo, ou seja da família, a atividade mais importante é a troca de experiências, o que propicia o desenvolvimento e aperfeiçoamento de todos os indivíduos. 

O aprendizado é praticamente diário, uma vez que todos recebem informação de forma ininterrupta sobre novos fatos e tecnologias, além da convivência com outros indivíduos que vivem estas mesmas experiências de outro modo, devido a diferentes interpretações oriundas da forma diversa de analise. 

Pessoas diferentes tendem a enxergar um mesmo fato de maneira também diferente, uma vez que inexiste uma padronização de sentidos fisiológicos e anímicos entre os humanos.

domingo, 3 de novembro de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Sebastien nos enviou esta foto com esta explicação.

Sendo um músico de jazz, tenho a oportunidade de me apresentar todos os anos em Nova Orleans.

Enquanto estava no clube Palm Court Jazz Café, olho os bolsos de vinil nas prateleiras.

O dos Swingsters do Sheik no meio deve desafiá-los.



Outra versão da
capa do disco
Kid Sheik ou Kid Sheik Cola (1908-1996), cujo nome verdadeiro George Colar era um trompetista americano que tocava jazz e jazz. Ele tocou, entre outros, com Louis Armstrong.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, perceber que está construindo um objeto ou uma decoração ou alvenaria maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog.

(Tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

PRANCHETA

Em 22/07/2019 o Respeitável Irmão Neraldo de Araújo, sem mencionar o nome da sua Loja, Rito, Oriente, Grande Loja Maçônica do Mato Grosso do Sul, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a dúvida seguinte:

PRANCHETA

Tenho acompanhado o vosso trabalho, por sinal, muito elucidativo. Sabe me dizer as medidas da Prancheta da Loja, tipo:

Tamanho 40 x 50 cm? Os ângulos do #, pelo que sei é de 90º. A dúvida é do X, quais os ângulos?

CONSIDERAÇÕES:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

FÊNIX E OUROBOROS

O elemento mitológico “Fênix” e o símbolo esotérico “Ouroboros”

O “mito”, em geral, é uma narração que descreve e retrata em linguagem simbólica a origem dos elementos e postulados básicos de uma cultura. É um fenômeno cultural complexo e que pode ser encarado de vários pontos de vista. Como os mitos se referem a um tempo e lugar extraordinários, bem como a deuses e processos sobrenaturais, têm sido considerados com aspectos de religião.

A Maçonaria, entre outros, refere-se com freqüência, a um mito e a um símbolo, que descreveremos a seguir:

“Fênix” – ave lendária na região da Arábia, era consumida pelo fogo a cada período de tempo, e a mesma Fênix, nova e jovem, surgia de suas próprias cinzas. Deste modo, quando sentia próximo o seu fim, ela juntava em seu ninho, madeira bem seca e palha, que exposto aos raios solares se incendiava e, juntamente com a ave, ardia em chamas. Confiante e a espera da própria ressurreição, pois o fogo que a consumia não lograva matá-la, surgia do resíduo da combustão de seus ossos, uma larva, cujo crescimento ocasionava o aparecimento, novamente, da própria Fênix. Assim, a Fênix é o símbolo da imortalidade de nossa alma e da materialidade de nossos corpos. Fixa a idéia de que o “corpo” se reduz a cinzas, enquanto que a “alma” é eterna.

Há quem vê nesse mito, o caráter cíclico dos acontecimentos, mas existe um símbolo esotérico, mais apropriado para essa interpretação, que é o que descrevo a seguir:

“Esoterismo”, vocábulo arcaico grego, referia-se aos ensinamentos reservados, normalmente obras de grandes filósofos, sobre a origem do mundo, nossa origem e nosso fim, transformando-se em verdadeiros tratados, dados a pessoas preparadas, ou em preparação, com condições de absorve-los, conhecidos como “adeptos” ou “iniciados”. É o oposto de “Exoterismo”, que referia-se ao conhecimento comum, transmitido ao público, em geral.

“Ouroboros” – importantíssimo símbolo esotérico, de origem muito antiga, representada pela serpente que morde a própria cauda, nos dá a entender o caráter cíclico de todas as coisas. Significando que, como afirmava Ir.'. Castellani, “todo começo contém em si o fim e todo fim contém em si o começo”. É o símbolo do tempo e a continuidade da vida.

Os “ciclos” se completam, e conforme os ocultistas, os retornos promovem a renovação perpétua. Deste modo, como nos dizia o Ir.'. Varoli Filho “É possível que tudo o que existe já tenha existido”. O “Eclesiastes” já proclamou que não há nada de novo sob o sol. Escavações arqueológicas, descobertas de áreas semelhantes a campos de aviação, mapas antigos como os do almirante turco Piri Reis, revelando verdades surpreendentes, nos faz crer, que um ciclo semelhante ao nosso tempo atual, nos precedeu. O Universo está em expansão. Tudo nos leva a crer (não existe confirmação, só hipótese) que após ela, o Universo irá se contrair. E depois? Provavelmente, novo “Big Bang” e nova expansão!

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

sábado, 2 de novembro de 2019

COLOCAÇÃO DO MESTRE DE CERIMÔNIAS NO ÁTRIO

Em 22/07/2019 o Respeitável Irmão Lauro Goerll Filho, Loja Justiça e Caridade, REAA, GOB-PR, Oriente de Paraíso do Norte, Estado do Paraná, formula a seguinte questão:

POSIÇÃO DO MESTRE DE CERIMÔNIAS

Atualmente, estou como Mestre de Cerimonias de minha Loja. Como sou novo no Oficio, apareceu uma dúvida em relação ao referido cargo: no Ritual, temos o seguinte: Ingresso do Préstito: Página 44 – 2.1 Abertura Ritualística – 5º Explicativo: Texto impresso no Ritual: “- Assim organizado, o M∴ de CCer∴ pondo-se à frente dará na porta de entrada do Templo a Bat∴ do Grau. O Cobr∴ Int∴ abrirá a porta. Sem o Sin∴ de Ord∴, a marcha terá início, entrando todos em silêncio ocupando cada qual o seu lugar conservando-se em pé, voltados para o eixo do Templo, ficando o M∴ CCer∴ à entrada do Templo para conduzir o Ven\ Mestre ao Trono, dirigindo-se em seguida ao seu lugar” 

Fui questionado, por Irmãos, dizendo que eu deveria entrar a frente de todos e ficar no centro do Templo, a rigor, esperando todos entrarem, e quando o Venerável entrasse, eu deveria tomar-lhe a frente e conduzi-lo ao Oriente. Minha dúvida é essa: O Mestre de Cerimonias fica a porta do Templo, ou deve entrar no Templo, durante o Ingresso do Préstito?

CONSIDERAÇÕES:

A Loja nem mesmo ainda foi aberta e já começam as firulas ritualísticas que simplesmente não servem para nada. 
De fato, o Mestre de Cerimônias não precisa se posicionar ao centro dentro do Templo para conduzir a entrada do préstito. Ora, não existe esse tipo de regra.

Assim, o Mestre de Cerimônias se coloca numa posição adequada no Átrio logo após ter dado as batidas na porta do Templo. Geralmente ele fica posicionado ao centro do vestíbulo, próximo ao Venerável e dali vai coordenando a ordem de entrada. 

Ao chegar a vez do Venerável Mestre (último a ingressar), o condutor toma-lhe a frente e o conduz até o Oriente – conduzindo, o condutor vai sempre à frente do conduzido.

Simples e ordeiro e sem invenção, esse é o procedimento.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 30/10/2019

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


BOAS VINDAS

BOAS VINDAS AOS NOVOS E QUERIDOS IRMÃOS 
(Desconheço o autor)

A este propósito, aproveito os resultados da minha experiência na Sub∴Ord∴ para vos dizer que: 

1. Nunca é tarde para ser-se iniciado na Maç∴ e sempre se é iniciado tarde.

2. Ela é a única instituição que quanto mais se divide mais se fortalece, porque os seus princípios e fins são permanentes e universais, o que lhe dá uma imutável juventude social.

3. Os nossos rituais não têm palavras inúteis e devem ser lidos e relidos, quase, diariamente, pois têm a sabedoria indispensável à vida na Sub∴ Instituição e na Sociedade Profana. O seu conjunto é um dos mais preciosos tratados de filosofia pelo que ensina em cada grau. E, sem filosofia maçônica, não há arquitetura maçônica, pois envolve o entendimento global de história, tradição, legislação, simbolismo, ritualismo e liturgia da Aug∴ Ord∴. E a BÍBLIA, de onde retiramos uma boa parte deles no Velho Testamento; e no Novo Testamento, onde encontramos o cerne do mais completo amor fraternal, pregado e vivido por Mestre. E o FERNÃO CAPELO GAIVOTA, livro sublime sobre aprendizagem.

4. Feliz o Aprendiz que tem bons mestres. Feliz o Mestre que se gratifica com bons aprendizes. Frustrado é a o Aprendiz que não supera o Mestre. Insuperável é o Mestre que se considera sempre um Aprendiz e uma honra sentar-se no topo da Coluna do Norte. Pois os mestres não tutelam, orientam e ensinam com a sua sabedoria e o seu exemplo.

5. Há muitas espécies de Aprendiz, dizem os sábios e exemplificam: FUNIL, o que bitola todas as purezas e impurezas, mas nada retém delas. ESPONJA, o que retém tanta as purezas como as impurezas. FILTRO, o que retém só as impurezas. PENEIRA, o que só retém a pureza.

Escolhei o que desejais ser !

6. Se nada mais houvesse a fazer na Maç∴, além de especular em torno da verdade histórica, simbólica, ritualística, tradicional, legislativa, jurídica, litúrgica, já seria compensação, pois, dentro destes campos, se acompanha, paralelamente, todo o processo civilizatório humano.

7. Na Ordem se desenvolve a potência de liderança, aquela capacidade de ensinar a fazer eticamente, a construir com arte e duradouramente, começando pelo seu próprio Eu, que fez com que a Maç∴, pelo menos ao longo dos três últimos séculos, tenha sido sempre agente e paciente das transformações históricas, agindo discreta, às vezes, secretamente, em favor do progresso pessoal e social do Semelhante, que prosseguirá no Terceiro Milênio.

8. E, a partir da Iniciação, vos são abertos caminhos para o estudo, a pesquisa, a descoberta da Verdade, especialmente na análise dos símbolos, em especial os instrumentos de trabalho da Mac∴ Oper∴ aparentemente definidos, quando interpretados por nós, mas velados aos profanos.

9. E à noção de que a Liberdade é a coragem de não mercadejar a própria consciência; a Igualdade é a aceitação de que todos somos senhores de direitos, adquiridos com a inteligência, o talento, a cultura e a sabedoria aplicados dinamicamente aos trabalhos; mas súditos de deveres, impostos pelo progresso, a evolução e o humanismo; a Fraternidade é o compromisso de amar o Ir∴ mais do que a nós mesmos.

8. Os maçons, quando se identificam em qualquer parte do Universo pelas palavras, pelos toques e pelos sinais, tornam-se verdadeiros amigos de infância, espantando os que não conseguem entender a amizade fraternal que os une desde a Iniciação.

Acabais de receber a Luz, ( Ruah Eloim Aur), o nosso símbolo máximo, que Vos acompanhará por todos os graus. Ela é dos raros fenômenos entre o corpóreo e o incorpóreo; aqui, entre o explicito e o velado.O único que não se contamina, oxida, corrompe. Cultivai a sua claridade, pois ela vos iluminará o percurso para a Perfeição, para a Imagem e a Semelhança. E não mais vos permitirá retroceder ao horror do profundo e poderoso coração das trevas profanas.

Olhai para o Oriente e vede os MM∴II∴ das Lojas. Chegaram ao título, porque elas os valorizaram. Retribuindo, eles as valorizam com a sua assiduidade rara; com a sua solidariedade desinteressada; com a sua amizade confortadora; com a sua arquitetura abrigadora; com o seu estudo/ensino enriquecedor.

São um bom exemplo, mirai-vos neles!

Quando telhados, respondei sobranceiramente sobre o que se faz na L∴:

Aprende-se o quão bom é viverem os IIr∴ em União, levantando Templos à Ética e cavando masmorras à Corrupção!

E sêde bem vindos !

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

SISTEMA DE ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA - REAA

Através do News GOB Net um Respeitável Irmão de Loja do REAA, GOB-RJ, Oriente do Rio de Janeiro, apresentou as questões que seguem.

SISTEMA DE ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA – REAA - GOB

Seguem questões sobre as orientações ritualísticas do Rito Escocês Antigo e Aceito, para que possam ser sanadas duvidas que já existiam antes e outras depois da edição das orientações ritualísticas.

CONSIDERAÇÕES:

Cabe antes mencionar que as orientações que fazem parte do Sistema de Orientação Ritualística colocados no site do GOB na plataforma do GOB RITUALÍSTICA não se tratam de um Manual, porém orientações, adequações e correções sobre os rituais em vigência no Grande Oriente do Brasil.

Vão a seguir os questionamentos acompanhados dos comentários do Secretário Geral de Orientação Ritualística do GOB.

1º Questionamento – Nos Itens 2, 9, 32 e outros que retornam a mesma orientação, fala que devemos trocar de altar dos Vigilantes que consta no ritual para mesas, só que gostaria de uma fundamentação do Irmão para esta troca, visto que os Vigilantes não estão no mesmo plano dos demais irmãos, o 2º Vigilante está um degrau acima do piso da Loja e o 1º Vigilante está a dois degraus acima. Como segue a definição de altar: Altar, do latim altare ou ara (latim clássico), plataforma alta semelhante a uma mesa constituída por uma rocha, elevação ou outra estrutura que possibilite ao sacerdote, líder ou mentor espiritual, sacrificar à divindade, ou divindades, em um templo religioso ou local sagrado. Como na definição fala em plataforma alta, os Vigilantes estão em plataformas altas dentro da hierarquia, um degrau, dois degraus e três degraus o Venerável Mestre. Até porque o profano é levado aos Vigilantes durante as suas provas de sacrifícios mesmos que simbólicos. Eu na minha humilde opinião acho que não devemos mexer nas trocas de altar por mesa, mas qual a melhor explicação dentro da orientação? 

COMENTÁRIO:

MAS AFINAL, O QUE É MAÇONARIA?


MAS AFINAL, O QUE É MAÇONARIA? 
Autor: Guilherme Cândido

Muito se especula sobre o que é ou o que se faz na Maçonaria. Vamos simplificar: Maçonaria é Geometria.

Segundo um dos documentos mais antigos que tratam da Maçonaria, ainda operativa, o Manuscrito Regius intitulado “Aqui começam as constituições da arte da Geometria segundo Euclides”, no século III a.C. o grande matemático Euclides foi procurado para ensinar uma profissão aos jovens para que estes pudessem ganhar suas vidas de forma honrada e honesta, este então ensinou a eles a utilização da Geometria na construção de edifícios, e a essa profissão foi dado o nome de Maçonaria.

Mesmo sendo, a vinculação da origem da Maçonaria com Euclides uma lenda, desde de época dele, que também é conhecido como o pai da Geometria, diversas técnicas de projetos e execução de edificações utilizando os princípios geométricos foram desenvolvidas e aplicadas nas construções e os resultados estão espalhados por toda superfície da Terra. Ser construtor, ou pedreiro, se transformou em uma profissão de muito prestígio e importância e seus praticantes transmitiam entre si os segredos da arte de construir.