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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

segunda-feira, 11 de março de 2019

PRANCHETA DA LOJA

PRANCHETA DA LOJA
(republicação)

Em 02.06.2014 o Respeitável Irmão Alcideney Scheidt, membro da Loja União Paulista I, 3.382, REAA, GOSP-GOB, Oriente de Itapetininga, Estado de São Paulo, formula a seguinte pergunta:
dralcideneyscheidt@gmail.com

Estou com uma dúvida sobre as três joias móveis da Loja - Pedra Bruta, Pedra Polida e Prancheta. Falei em Loja que a Prancheta seria a Carta Constitutiva da Loja, mas vários Irmãos ficaram em dúvida com a minha resposta. Não achei a minha resposta no Ritual vigente. Estou certo, ou então o que seria a Prancheta?

Considerações:

ALEGORIA DA CAVERNA

ALEGORIA DA CAVERNA*
Platão

Imagine um grupo de pessoas que habita o interior de uma caverna subterrânea, estando todas de costas para a entrada da caverna e acorrentadas pelo pescoço e pés, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este “teatro de sombras”. E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe. Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. E o que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro? Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede. Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; é a única verdade que existe; é a realidade. Por fim, acabam matando aquele que retornou para dizer-lhes um monte de "mentiras". 

*adaptações: Paulo A. Duarte - Professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina 

domingo, 10 de março de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu


Foi Jean-Marie quem nos enviou esta foto de uma parede do Templo de Limerick, da Grande Loja da Irlanda, província de Munster.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog.

Fonte: hiram.be

INCENSO E ALTAR DOS PERFUMES

INCENSO E ALTAR DOS PERFUMES 
(republicação)

Em 01.06.2014 o Respeitável Irmão Gleidson Macanhão, REAA, Loja O Samaritano, GOB-RO, Oriente de Cacoal, Estado de Rondônia, formula a questão seguinte: 
gleidson_macanhao@yahoo.com.br 

Surgiu-me uma dúvida quando estava lendo o Informativo de numero 1359, aonde o Irmão Francisco Lopes pergunta sobre o uso do incenso em Loja. O Irmão respondeu que não está previsto o uso do incenso no REAA, portanto proibida. Foi ai que surgiu a minha duvida. Para que serviria o Altar dos Perfumes que fica no Oriente? Ao meu entender seria para colocar uns incensos, umas essências para perfumar a Loja. Não fazer uma cerimônia de incensação, mais apenas deixar um incenso perfumando a Loja. Pode por gentileza sanar essa minha dúvida.

Considerações: 

PÍLULAS MAÇÔNICAS

ORIGEM DO R.'.E.'.A.'.A.'. E DO SUPREMO CONSELHO

A Inglaterra, no fim da Idade Média, se antecipou do restante do “mundo” ocidental, tanto industrial como socialmente. Assim, enquanto a França, no século XVII, ainda tinha um regime absolutista de Direito Divino aos reis, ela já havia feito suas revoluções para liquidar esse regime.

Durante o período de 1558 a 1603 ocorreu o reinado de Elizabeth I, da Dinastia Tudor, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, e como não teve descendentes, teve como sucessor Jayme I, da Dinastia Escocesa Stuart. Este tornou-se rei da Inglaterra Escócia e Irlanda, que havia sido submetida ao domínio inglês. O novo rei tornou-se impopular, forçando o exílio voluntário dos Ingleses, que migraram para as Colônias Americanas. Seu filho Carlos I reinou de 1625 até 1649 e era, também, absolutista. No fim desse período, começaram as guerras civis, e Carlos I foi executado. Tivemos um período de Republica, dirigida por um Conselho de Estado, presidido por Cromwell.

O que é importante saber, é que a esposa de Carlos I, Rainha Henriette, juntamente com seu filho, Carlos II, refugiaram-se na França, e com todos os partidários e parasitas da Corte, porque ela era prima irmã do Rei Luiz XIV, na época Rei da França. Posteriormente, em 1660, Carlos II e seu filho Jaime II, voltaram a reinar na Inglaterra, pois os ingleses ficaram descontentes com Cromwell, até que no reinado de Jaime II, em 1688, houve a famosa Revolução Gloriosa e, novamente a Corte inglesa se refugiou na França.

E, como nos relata Irmão Joaquim R. P. Cortez:

A LOJA MAÇÔNICA “ZUR FRIEDENSPALME”

A LOJA MAÇÔNICA “ZUR FRIEDENSPALME”
K.Prober

Pouca gente sabe que, em 1870, quando Blumenau era ainda uma pequena povoação, foi aí fundada uma loja maçônica e que o seu fundador foi o Dr. Blumenau.

A imagem (AHIJFS) retrata o atual local entre a rua XV de Novembro e a rua Ceará. No entremeio deste espaço está o atual prédio da Celesc, Depois, antes do campo do Palmeiras, vinha a ferraria d Kielwagen e, logo após o campo do Brasil/Palmeiras/BEC. Nos fundos pode-se ver os matos que vão desde o Tabajara até a secção sul do Morro do Aipim.

Tentaremos apresentar, aos nossos leitores, alguns dados históricos sobre essa fundação e, assim, ventilar um capítulo da história blumenauense que, lamentavelmente, ficou esquecido nas comemorações do centenário de 1950.

sábado, 9 de março de 2019

A ORIGEM DA MAÇONARIA

A ORIGEM DA MAÇONARIA*
(republicação)

Em 22.05.2014 o Irmão Renato de Paula Lins, membro da Loja Fraterno Amor, 17, REAA, Grande Loja do Estado do Acre, Oriente de Senador Guiomard, Estado do Acre, formula o seguinte pedido de esclarecimento. lins.renatop@gmail.com 

Iniciado no ano de 2013, muitas são as dúvidas que pairam no meu cotidiano e foi com grande satisfação que encontrei na internet o informativo JB News, que sempre tem algo de interessante para esclarecer as inúmeras dúvidas dos Aprendizes. Uma grande dúvida é acerca da origem da Maçonaria... Diversas são as informações, quase sempre conflitantes, o que acaba por não esclarecer a dúvida. Venho pedir uma ajuda no sentido de, senão esclarecer, indicar caminho para o esclarecimento.

Considerações:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


sexta-feira, 8 de março de 2019

LUGAR DA PURIFICAÇÃO PELO QUARTO ELEMENTO - REAA

Em 04/11/2018 o Respeitável Irmão Marcelo Fernandes Amorim de Oliveira, Loja Fênix do Alto Parnaíba, REAA, GOB-MG, Oriente de Patos de Minas, Estado de Minas Gerais, apresenta a seguinte questão:

PURIFICAÇÃO PELO ELEMENTO

Prezado irmão, na página 129 fala que o Irmão será purificado "antes de chegar entre colunas". Pergunta-se: a purificação ocorrerá no Oriente, na descida das escadas para o Ocidente, ou no ocidente ao Sul?

CONSIDERAÇÕES:

SAUDAÇÃO AO DELTA

SAUDAÇÃO AO DELTA
(republicação)

Em 21.05.2014 o Respeitável Irmão Thiers Antonio Penalva Ribeiro, membro da Loja Antônio Lafetá Rebelo, REAA, COMAB, Oriente de Montes Claros, Estado de Minas Gerais, apresenta a questão seguinte: t.penalva@uol.com.br

Prezado e Ilustre Irmão Pedro Juk.

Preciso mais uma vez do seu esclarecimento: no nosso ritual, diz que o Irmão Mestre de Cerimônias ao circular em Loja para ir ao Oriente, sai da coluna do sul, passa em frente do Painel, vai a coluna do Norte, (não fala que ao cruzar a linha do equador, tem de fazer o sinal ao DELTA), antes de subir ao Oriente, faz sinal ao Delta, entra no Oriente e antes de sair pela coluna do sul, faz novamente sinal ao DELTA. Não consegui entender, pois, o Mestre de Cerimônias não cruzou a linha do Equador (ou passou em frente ao DELTA), por que fazer o Sinal? Por que não é dito que andando no Oriente, ao passar em frente ao Delta (sem o seu instrumento de trabalho), é obrigado a fazer o Sinal? Por favor, traduza esse "grego" para que eu possa entender.

Considerações:

SEXTA-FEIRA 13

SEXTA-FEIRA 13: POR DENTRO DO SIGNIFICADO NA ORDEM DEMOLAY
(Desconheço o autor)

Dentre os vários significados dados à data "Sexta-feira 13" na história, passando da Mitologia Nórdica até a Mitologia Monoteísta Católica, temos um aspecto histórico relevante. 

Na história é relatado que em 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira, a Ordem dos Cavaleiros Templários foi declarada oficialmente ilegal pelo rei Filipe IV, o Belo, de França e, desse modo, o "Estado" francês outorgava autorização a Igreja Católica para perseguir os membros da Ordem.

Na noite desse mesmo dia, Jaques DeMolay e seus companheiros templários foram capturados em Paris e foram lançados nas masmorras por um homem de confiança do rei Filipe IV, Guilherme de Nogaret.

Durante sete anos, Jacques DeMolay e os cavaleiros aprisionados foram torturados e viveram em condições subumanas. Enquanto isso, Filipe IV trabalhava arduamente nos bastidores para o Papa Clemente V, antes apoiador da Ordem dos Templários, para condenar os Cavaleiros.

Suas riquezas e propriedades foram confiscadas e entregues ao "Estado francês".

Após três julgamentos, Jacques DeMolay continuou sendo leal para com seus amigos e cavaleiros. Ele se recusou a revelar o local das riquezas da Ordem, e recusou-se a denunciar seus companheiros. Em 18 de março de 1314, foi levado à Corte Especial. Como evidências, a Corte dependia de confissões forjadas, supostamente assinadas por Demolay. Desmentiu, então, as mesmas confissões. Sob as leis da época, a pena por desmentir uma confissão era a morte. Ele foi julgado pelo Papa Clemente V, e assim como Jacques DeMolay, outro cavaleiro, Guy d'Auvergne, desmentiu sua confissão e ambos foram condenados. 

O rei Felipe, o Belo, ordenou que ambos fossem queimados naquele mesmo dia, e deste modo a história de Jacques DeMolay se tornou um testemunho de lealdade e companheirismo. DeMolay veio a falecer aos seus 70 anos de idade no dia 18 de março de 1314.

Enquanto queimava na fogueira, Jacques Demolay rogou uma praga contra o Papa Clemente V e contra o Rei Felipe, o Belo. Estranhamente, ambos morreram de causas estranhas, pouco depois do herói-mártir.

Este é um dos mitos, portanto, por trás da sexta-feira 13. 

quinta-feira, 7 de março de 2019

AUTORIDADE TROCANDO O COLAR E A JOIA PARA ASSUMIR UM CARGO

Em 03/11/2018 o Respeitável Irmão Marcos A. P. Noronha, Loja Universitária Ordem, Luz e Amor, REAA, GOB-DF, Oriente de Brasília, Distrito Federal, apresenta a questão seguinte:

TROCA DE COLAR E JOIA

Você sabe que sou um estudioso da Maçonaria, em geral, e do REAA, em particular, mas de um tema que nunca vi escrito, nem falado, surgiu uma questão, antes do início de uma Sessão, que gostaria de saber se já deparou com esta questão em algum livro, pois em termos de legislação nunca vi nada. Se não tiver nada escrito, gostaria de conhecer a sua opinião. Vou exteriorizar, desde já, o que penso, com base na lógica.

Estávamos visitando uma Loja, acompanhado de um Irmão que ocupa um cargo de Secretário Adjunto no GODF/GOB, usando os paramentos, ou seja, avental e colar, correspondente a esse cargo.

Eis que chega o Mestre de Cerimônias e lhe pergunta se ele pode ocupar o cargo de Orador.

Ele, obviamente, disse que sim. O Mestre de Cerimônia lhe entregou o Colar com a joia do cargo e ele retirou o colar de Secretário Adjunto.

Eu disse a ele você poderia ficar com o colar e colocar o de Orador por cima. Ele, ainda jovem de Ordem (aproximadamente uns 10 anos), disse-me que aprendera que não se pode fazer isso e ia ficar somente com o colar de Orador, mas ficou com o avental do cargo de Secretário.

Eu nunca vi, li ou ouvi falar de procedimento indevido de colocar um colar sobre o outro e penso, utilizando a lógica, que ele deveria, então, também, ter retirado o avental e colocado um avental de Mestre, aí sim, estaria certo, ou seja, ou os dois (colar e avental de Secretário Adjunto) ou nenhum dos dois.

A questão, enfim, é a seguinte:

Utilizar um colar em cima do outro, como no caso concreto acima exposto, está ferindo alguma regra ritualística?

CONSIDERAÇÕES:

MARCHA DO APRENDIZ - ARRASTAR OS PÉS

MARCHA DO APRENDIZ - ARRASTAR OS PÉS
(republicação)

Em 20.05.2014 o Respeitável Irmão Gleidson Macanhão, GOB, Loja O Samaritano, GOB-RO, Oriente de Cacoal, Estado de Rondônia apresenta a questão abaixo:
gleidson_macanhao@yahoo.com.br

Onde posso encontrar ou solicitar o Manual de Práticas Ritualísticas do GOB (REAA), pois o Manual de Primeiro Grau fica muito vaga as explicações da ritualística.

Um detalhe que não sabia e li no Informativo nº 1.348 (provavelmente o JB NEWS – o grifo é meu – Pedro Juk) sobre a Marcha de Aprendiz Maçom onde o Irmão Charles descreve que se deve arrastar o pé sem tira-lo do chão. Em minha Loja quando era Aprendiz uns Irmãos falavam que tinha que arrastar outros que não, ficando ensinado a mim e a outros Irmãos que deve-se dar passos normais. (Levantando o pé).

Por causa destes detalhes que não são bem descritos no Manual de Aprendiz gostaria de saber se tem a disposição um Manual com explicações mais detalhadas sobre a ritualística do REAA do GOB?

Considerações:

ENTIDADES PARAMAÇÔNICAS

ENTIDADES PARAMAÇÔNICAS E SUA INTEGRAÇÃO NO BRASIL, COM A MAÇONARIA E MAÇONS
Por Arthur Feitosa Vieira Monteiro

A participação de maçons nas atividades que extrapolam os limites das Lojas, naturalmente, requer a participação dos seus familiares e sociedade. Desta forma, o modelo de formação de caráter dos maçons, podem ser estendidos ou compartilhados por meio de entidades paramaçônicas, com suas regras próprias e formas de reuniões. O maçom Kennyo Issmal ressalta que o investimento na juventude, através da criação e desenvolvimento das Ordens Paramaçônicas Juvenis Internacionais, foi, sem dúvida alguma, a maior obra maçônica no século XX.

A integração dos maçons brasileiros com as diversas entidades proporcionam a fraternidade associada ao progresso dos que participam e o benefício final fica para a sociedade.

quarta-feira, 6 de março de 2019

SESSÃO CONJUNTA

SESSÃO CONJUNTA
(republicação)

O Respeitável Irmão Paulo Afonso Fernandes de Carvalho, membro da Loja Abolição, nº 6, REAA, GLMUPI - Grande Loja Maçônica Unida do Piauí, Oriente de Teresina, Estado do Piauí, em 19.05.2014 solicita parecer sobre o assunto seguinte: pafc@oi.com.br

Lendo o tópico do JB-News que o Eminente Irmão responde às perguntas, aproveito o ensejo para dizer-lhe que temos feito muitas Sessões Conjuntas da seguinte maneira: Quem dirige os trabalhos é o Venerável Mestre da Loja, cujo dia é destinado a sua Loja, como as duas outras Luzes. Usamos dois Livros de Presença, um de cada Loja, tanto do Quadro de Obreiros quanto de Visitantes; na Bolsa de Propostas e Informações é direcionado a cada Venerável as propostas e informações pertinentes a cada Loja e o Tronco é dividido entre as duas Lojas. Faz-se a exposição dos dois Estandartes. Solicito sua apreciação para nossos procedimentos no R⸫E⸫A⸫A⸫.

Considerações: 

MINUTO MAÇÔNICO

A BATERIA

1º - Em linguagem maçônica, bateria significa aplauso; os aplausos são feitos pelo bater das mãos; os que empunham malhetes aplaudem batendo-os no tampo do trono. 

2º - A bateria pode ser Simples ou Tríplice; modalidades: a) bateria do grau; b) incessante; c) em caso de luto 

3º - A bateria é feita ao abrirem-se os trabalhos e no encerramento; a forma compassada do bater das mãos cria um ambiente favorável percebido pelos presentes. 

4º - A bateria do grau pode ser usada pelo venerável para interromper uma discussão áspera e inconveniente. 

5º - O ponto principal da bateria é o som específico que emite e envolve a todos os presentes. Saibamos aplaudir com amor.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

SOU A MAÇONARIA

SOU A MAÇONARTIA
PGM Erwin Seignemartin

Faz muito tempo que nasci. Nasci quando os homens começavam a acreditar em um Deus único. Fui combatida, vilipendiada e até fizeram troça do meu ritualismo e doutrina mas, através dos tempos foram reconhecendo minha seriedade e princípios, acabei sendo reconhecida como uma entidade íntegra que congrega homens íntegros. As encruzilhadas do mundo ostentam catedrais e templos que atestam a habilidade de meus antepassados. Eu me empenho pela beleza das coisas, pela simetria, pelo que é justo e pelo que é perfeito. Espalho coragem, sabedoria e força para aqueles que as solicitam. Para comprovar a seriedade de meus princípios, sobre meus Altares está o Livro Sagrado, a Bíblia, e minhas preces são dirigidas a um só Deus Onipotente. Meus filhos trabalham juntos, sem distinções hierárquicas, quer seja em público, quer seja em recintos fechados, em perfeita união e harmonia. Por sinais e por símbolos, eles ensinam as lições da Vida e da Morte, as relações do homem para com Deus e dos homens para com os homens. Estou sempre pronta a acolher os homens que atingindo a idade legal e que sejam possuidores de dotes morais e reputação acima de qualquer reparo, me procuram espontaneamente, pois, não faço proselitismo nem campanhas para angariar adeptos. Eu acolho esses homens e procuro ensiná-los a utilizar meus utensílios de trabalho, todos voltados para construir uma sociedade melhor. Eu ergo os caídos e conforto os doentes. Compadeço-me do choro de um órfão, das lágrimas de uma viúva e da dor dos carentes. Não sou uma Igreja nem um partido político, mas meus filhos têm uma grande soma de responsabilidade para com Deus, para com sua pátria, para com seus vizinhos, para com a comunidade em geral. Não obstante são homens intransigentes na defesa de suas liberdades e de sua consciência. Propago a imortalidade da alma porque acredito ser por demais pequena uma só vida no imenso universo em que vivemos. Enfim, sou uma maneira de viver. 

Eu sou a Maçonaria. 

Fonte: http://www.lojasaopaulo43.com.br

terça-feira, 5 de março de 2019

PEDIR A PALAVRA - RITO MODERNO GOB

PEDIR A PALAVRA - RITO MODERNO GOB
(republicação)

Em 10.05.2014 o Respeitável Irmão Dalmir Laport, Loja Universitária PJSH, 3.404, GOB, Rito Moderno, ou Francês, sem declinar o nome do Oriente (Cidade) e Estado da Federação, apresenta o parecer seguinte: laportddl@uol.com.br 

Cordiais Saudações Fraternais. Em primeiro lugar, rendo minhas sinceras homenagens ao Irmão Pedro Juk pelos esclarecimentos acerca de questionamentos que lhes são levados, os quais muito contribuem para a minha cultura e conhecimento maçônico. Somente a guisa de colaboração acerca do aludido tema levado a questionamento no JB News nº 1341, recebido no dia de hoje, o "Pedir a Palavra", por exemplo, no Rito Moderno (ou Francês), é efetuado batendo-se "uma palma e mantendo-se o braço direito estendido". É uma forma ritualística prevista no Ritual do 1º Grau (Aprendiz Maçom) do GOB, Edição 2009. No Rito Moderno, portanto, consoante o que preceitua o seu próprio Ritual, a batida não se dá no dorso da mão esquerda.

Considerações: 

OS ENSINAMENTOS MAÇÔNICOS

OS ENSINAMENTOS MAÇÔNICOS

Os ensinamentos maçônicos devem ser amplamente difundidos entre todos os Maçons e sua metodologia deve ser explicada previamente aos que pretendem ingressar na Ordem Maçônica. Os Mestres deverão estar preparados para a missão devendo expô-la quando da visita de avaliação prévia do pretendente. Esta informação possibilitará ao pretendente saber antecipadamente o que a Ordem poderá lhe oferecer, possibilitando-lhe analisar se realmente a metodologia e o direcionamento dos ensinamentos maçônicos são os que buscam para a sua evolução pessoal. O pretendente ao ingresso na Ordem deve estar convicto de que vai participar de uma sociedade voltada ao aprimoramento individual e que os demais participantes tem a mesma preocupação, o que não os inibe, ao contrário, prepara-os às atividades coletivas. O desconhecimento desse fundamental objetivo dos ensinamentos maçônicos poderá levar o pretendente, após o seu ingresso, ao defrontar-se com posturas pessoais discordantes das suas ou desiludir-se com o que pensou ser a Ordem, desligar-se intempestivamente. Os ensinamentos maçônicos devem ser transmitidos com a constância e repetições necessárias para o seu perfeito entendimento.

Características dos ensinamentos maçônicos:

1. – Exclusivamente individual; 
2. – Repetitivo e paulatino; mostra o caminho, mas não exige a caminhada.
3. – O maçom é um voluntário;

segunda-feira, 4 de março de 2019

O LUGAR DO MESTRE EM LOJA - REAA

Em 28/10/2018 o Respeitável Irmão Alan Zydowicz, Loja União em 33. 1.602, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento:

LUGAR DOS MESTRES

Uma dúvida. Há algum impedimento para um Mestre tomar assento na coluna de Aprendiz?

CONSIDERAÇÕES: