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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 7 de março de 2020

RITO MODERNO OU FRANCÊS - O LUGAR DO COBRIDOR

Em 16/12/2019 o Respeitável Irmão Denilson Forato, Loja Artes Liberais, 3.781, Rito Moderno, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão:

LUGAR DO COBRIDOR

Tenho duas perguntas:
1. Local correto da cadeira do cobridor.
2. Em uma Iniciação, deve-se deixar o candidato umas 2 horas ou mais na Câmara de Reflexão, até que o Ir. Experto venha buscá-lo?

CONSIDERAÇÕES:

1. Conforme especifica o Ritual do Rito Moderno do GOB em vigência, o Cobridor se posiciona sobre o eixo longitudinal do Templo, próximo à porta, entre o Primeiro e o Segundo Vigilante. 

Fica de frente para o Venerável Mestre que ocupa lugar no Oriente. Obviamente que ele deve ficar a uma distância compatível da porta para não atrapalhar a passagem, mas próximo a ela.

2. Sem dúvida, sem excessos, é apropriado que o candidato fique por tempo necessário para refletir sobre o momento. 

Assim, além do tempo para preencher o questionário e o testamento filosófico, é de bom alvitre que ele permaneça no interior da Câmara para meditar sobre essa importante passagem da sua vida.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 06/03/2020

TÍTULO DISTINTIVO DA LOJA

TÍTULO DISTINTIVO DA LOJA
(republicação)

Em 07.05.2015 o Respeitável Irmão Conrado Rodrigues Segalla, Loja Aristides Lobo, 921, REAA, GOB-PR, Oriente de Jacarezinho, Estado do Paraná, pede o seguinte esclarecimento: conradosegalla@gmail.com
 
Valho-me de seus infindáveis conhecimentos para obtenção de informação. Nossa Loja foi fundada em novembro de 1913, estando agora com 101 anos de atividade. Ainda, mantemos sob nossos cuidados a AJADAVI - Associação Jacarezinhense de Reabilitação ao Deficiente Auditivo e Visual, por nós fundada em 1986 e que atualmente atende cerca de 100 pessoas cegas, surdas e/ou mudas. Em contato com outras Oficinas, tomei conhecimento que algumas agregaram à sua identificação as expressões "Centenária" e "Benemérita". Minha dúvida é: qual o procedimento para que a ARLS Aristides Lobo 921 possa vir a ser denominada ARCLS ou ARCBLS Aristides Lobo 921? Isto é ato do Grão Mestre? Em ambos os casos ou apenas no reconhecimento de entidade benemérita? Ou seria por deliberação da própria Loja?

CONSIDERAÇÕES:

Esses são critérios de competência do Poder Central ou do Poder Estadual. Existem os Regimentos de Recompensas que contemplam as Oficinas merecedoras do título, geralmente editadas por Atos ou Decretos do Grão-Mestrado. Sugiro que seja feita uma consulta a respeito acompanhada de uma justificativa junto ao Poder Estadual – Grande Oriente do Brasil – Paraná na Secretaria Estadual da Guarda dos Selos. Lembro que acréscimos e alterações no título distintivo da Loja envolvem alterações de Estatuto, Regimento Interno, Carta Constitutiva, Estandarte e outros similares. Assim, o fato deve ser sempre acompanhado de elementos e dispositivo oficial emanado da Obediência.

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
JB News – Informativo nr. 1.826 – Florianópolis (SC) – quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


RESPINGANDO A CIÊNCIA MAÇÔNICA

RESPINGANDO A CIÊNCIA MAÇÔNICA
Claudino F. Barros
Loja Maçônica Caridade e Justiça

A ciência maçônica cotejada nos rituais, requer dos candidatos à ordem, conhecimentos gerais das ciências profanas, sem os quais, fica difícil o candidato entender a essência filosófica da ordem. 

No primeiro grau maçônico o aprendiz necessita trazer do mundo profano pelo menos, conhecimentos básicos de gramática, rudimentos de história, prática de retórica, etc. Sem esses conhecimentos e outros, inda que sem profundidade, o aprendiz tem dificuldade em entender e sobretudo aprender os significados da ritualística e da simbologia. 

Destarte, seus caminhos na escala dos graus serão longos e a ascensão na “Escada de Jacob” se fará com grandes sacrifícios. 

Não é sem razão que a maçonaria se arma de cuidados especiais quando da aceitação de Candidatos, eis que, para tal, examina-os por diversos aspectos, quer no que se refere à sua conduta pessoal como também a sua condição financeira e mais o seu grau de conhecimentos gerais. 

Quantos e quantos candidatos que embora preenchendo alguns requisitos ficam na espera do chamado à iniciação e este simplesmente não vem. 

A maçonaria é, em tese, uma escola filosófica, iniciática e progressista onde se aprende e/ou se desenvolve a arte do bem viver, além de criar ou burilar em seus membros, virtudes humanas e o espírito patriótico As lojas maçônicas têm a vida regulada pela Constituição Geral, por Regulamento Geral e Regimento Interno. Estes diplomas merecem e recebem da irmandade um respeito incomensurável. 

No âmbito da Maçonaria Universal, as Lojas são independentes administrativamente e prestam obediência aos Orientes no que concerne à Liturgia dos Graus Maçônicos. 

A Ordem Maçônica (Oriente) tem a sua estrutura orgânica constituída nos Poderes Executivo, Legislativo e judiciário maçônicos. São poderes independentes, porém, harmônicos. 

O irmão Clemildes Santana, em uma de suas obras maçônicas, cita que: “entre os irmãos é dito que o profano basta ser iniciado para que, em breve, se tenha um orador”. 

Esta citação, embora de cunho humorístico, tem traço de verdade, isto porque, uma loja maçônica, é essencialmente uma tribuna livre especialmente reservada, a qual, é usada por todos os irmãos, respeitado certos ditames dos graus. 

É aí, nessa tribuna acobertada da indiscrição profana, que os membros da loja sentem-se à vontade para tratar de assuntos os mais diversos, menos os políticos partidários e de polêmicas religiosas, os quais são expressamente vedados.

No passado, nesse meio oculto, protegido pelo sigilo maçônico foram tratados diversos problemas básicos da vida nacional, avultando entre eles a Independência do Brasil em cuja frente do movimento se achava o Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil – O Príncipe D. Pedro I.

Bem fácil é de se concluir que assuntos ligados àquele movimento político de tão alta relevância e grande risco, somente encontrasse a necessária segurança em Templos Maçônicos. 

Por ocasião do “Fico”, o General Português Jorge de Avilez em ofício à sua Majestade D. João VI, num trecho do relato diz: “...desde a partida de vossa majestade, formou-se um partido forte para desmembrar o Brasil de Monarquia Portuguesa. 

Os Apostolados espalham por toda parte a doutrina que tomou tal vigor que obrigou a Câmara do Rio de Janeiro a dirigir à Sua Alteza Real o Príncipe um requerimento precursor da independência intentada para que ficasse aqui” (Ficasse aqui se refere a permanência do D. Pedro no Brasil – “O Fico”), o que se constituira numa desobediência. 

Ora, como se vê, Avilez se refere em seu ofício aos Apostolados que a época, era a Maçonaria Azul. Outros eventos grandiosos da nacionalidade brasileira tiveram seu marco zero e mesmo o seu desdobramento no aconchego estanque dos Templos Maçônicos.

Politicamente falando, a maçonaria atual é o borralho da grande fogueira política do século passado. Este trabalho atual que se assemelha a um vulcão adormecido, a qualquer momento, no primeiro sopro da Pátria, se fará em braseiro, transformando-o em fogueiras. Portanto, estejamos “à ordem”!

Em ligeiros respingos eis a MAÇONARIA, cuja filosofia se estriba na divisa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Lorena, 14 de junho de 1996

sexta-feira, 6 de março de 2020

ALTERAÇÃO DOS TRABALHOS

ALTERAÇÃO DOS TRABALHOS 
(republicação)

Em 07.05.2015 o Respeitável Irmão Luciano Medeiros, Loja Aurora de Brasília, sem declinar o nome do Rito e da Obediência, Oriente de Brasília, Distrito Federal, formula a seguinte questão: lucianomedeiros@superig.com.br

Sou Mestre de Cerimônia adjunto de minha Loja, quando da mudança para o Grau 2, o Ritual diz que somente altera-se o Compasso e o Esquadro sobre o Livro da Lei. Ora, não vejo razão de se trabalhar em outro Grau sem alterar o Painel e as luzes das velas deixando-os em conformidade com o Grau em que se está trabalhando. Eu estaria cometendo erro, se alterasse o Painel e as luzes das velas, além do Compasso e o Esquadro no Livro da Lei?

CONSIDERAÇÕES:

MAÇONARIA REGULAR E ESPÚRIAS

MAÇONARIA REGULAR E ESPÚRIAS

Como segundo Post na série sobre a Maçonaria, é necessário explicar o que talvez seja a maior causa de confusões (e má-fé) no mundo profano. A questão de Lojas Regulares e Irregulares (ou Espúrias).

Primeiro ponto: o que é uma Loja Regular?

Para entender a Regularidade, precisamos voltar no tempo até o Início da Chamada “Maçonaria Especulativa”.

A Maçonaria apresenta duas fases: a primeira, operativa, e a segunda especulativa. Na primeira, os seus componentes operavam materialmente, eram trabalhadores especializados na construção de Templos, Castelos e Igrejas e data de aproximadamente 900 DC. A segunda fase é denominada especulativa, de vez que os seus adeptos são homens de pensamento.

quinta-feira, 5 de março de 2020

REAA - LOJA COMPOSTA POR APENAS SETE MESTRES

Em 16/12/2019 o Respeitável Irmão Maurício Américo, Loja Guardiões da Arca da Aliança, 4.167, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, solicita esclarecimentos.

LOJA COMPOSTA POR SETE MESTRES.

Tenho uma dúvida: outro dia fui Mestre de Cerimônias em uma Loja e trabalhamos com sete mestres, porém o Venerável Mestre trocou o Irmão Secretário pelo Irmão Cobridor e quando fui fazer a circulação, não fui na mesa do Secretário, pois não havia um Irmão lá. Fui corrigido pelo Primeiro Vigilante, que eu deveria mesmo não tendo Irmão ir lá na mesa, pois deve fazer a estrela. Eu pergunto: estou errado? Como deve proceder?

CONSIDERAÇÕES:

Mesmo com número reduzido de sete Mestres, no REAA é imprescindível que os cargos de Venerável Mestre, Vigilantes, Orador, Secretário, Cobridor Interno e Mestre de Cerimônias estejam preenchidos (sete Mestres). Conforme seu relato, eu não sei que troca foi essa que o Venerável fez do Secretário pelo Cobridor. Posso dizer apenas que ela é equivocada.

Como existe a liturgia da transmissão da Palavra para a abertura e encerramento dos trabalhos no REAA, na hipótese de haver apenas sete Mestres, então preenchem momentaneamente os cargos dos Diáconos o Mestre de Cerimônias (faz o 2º Diácono) e o Secretário (faz o 1º Diácono). Reitero, nesse caso, os cargos dos Diáconos somente são ocupados provisoriamente, isto é, apenas no momento da transmissão da Palavra, voltando, imediatamente após, cada substituto à titularidade do seu cargo (Secretário e Mestre de Cerimônias). Nesse sentido, os sete cargos imprescindíveis ficam devidamente preenchidos e a circulação, quando da coleta, ocorre passando pelos seis primeiros cargos sem a ausência de nenhum titular no seu lugar.

O que nós precisamos é acabar com essa história de "formação de estrela" para justificar a abordagem durante a circulação das bolsas. Ora, tenho incansavelmente dito que isso não existe, inclusive tenho mencionando que a estrela de seis pontas – formada por dois triângulos equiláteros - nem faz parte do corolário simbólico do REAA. Assim, sem nenhuma justificativa "estrelar", a questão apenas é a dos cargos que devem ser por primeiro abordados.

Ainda no tocante a essa "estrela hexagonal" - inexistente no Rito em questão - é preciso fazer muito esforço de imaginação para dar forma de estrela a uma hipotética figura desenvolvida conforme o trajeto que os oficiais fazem no templo para coletar dos seis primeiros cargos. O máximo que se pode chegar é a uma figura completamente disforme e tosca (basta tentar esboça-la seguindo a posição dos cargos na Loja para ver o resultado).

O que de fato precisamos é deixar de lado esses anacronismos e explicar a liturgia maçônica com fundamento e razão. As vezes chega ser inacreditável que alguém imagine o Mestre de Cerimônias ou o Hospitaleiro oferecendo a bolsa de coleta a uma cadeira vazia para "fazer a estrela" (sic). Como dizia Eça de Queiróz, essa é mesmo d'escrachar.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 04/03/2020

FRASES ILUSTRADAS


O ÚLTIMO GRAU

O ÚLTIMO GRAU
Por Rui Bandeira

Quando entrei na sala da Loja, privado de visão, ouvi a mais bela música que alguma vez ouvi. Não era uma música com que eu estivesse familiarizado, nem com o que a produzia, nenhum instrumento que eu pudesse identificar. Mas era, oh, tão pacífica, trespassava a minha alma e criava uma noção de harmonia e de acordo total.

Eu era energia arrastada ou conduzida em pensamento em torno da Loja por esta música, seguindo o que parecia um rumo ao acaso, mas, após oito repetições, fui capaz de discernir que havia quatro repetições de duas manobras, uma sendo um círculo e outra um triângulo. A repetição de manobras foi necessária, como mais tarde me foi explicado, para criar a imagem de um símbolo tridimensional para este grau. E este símbolo era um dos existentes na Câmara do Meio onde recebi este grau. O Esquadro e o Compasso continuavam a adornar o exterior do edifício da Loja, mas dentro deste edifício existia uma Câmara do Meio, onde Pirâmide e Globos eram os símbolos utilizados.

quarta-feira, 4 de março de 2020

GOLPE DE MALHETE

GOLPE DE MALHETE
(republicação)

Em 05.05.2015 o Respeitável Irmão Marcell Bento de Andrade, atual Secretário da Loja Estrela Montealegrense, 539, sem declinar o nome do Rito, GOB-MG, Oriente de Monte Alegre de Minas, Estado de Minas Gerais, solicita esclarecimento no que segue: marcelldeandrade@msn.com

Ao sair da sessão de hoje, fiquei com muita duvida sobre um fato em nossa Loja que me fez pesquisar sobre o mesmo. O Venerável Mestre de minha oficina, simplesmente encerrou os trabalhos de presente sessão com um golpe de malhete, o que me deixou muito intrigado, pois os trabalhos fluíam normalmente e nenhum Irmão se exaltou ou coisa do tipo. Estive olhando suas considerações sobre o golpe de malhete e gostaria de pedir, respeitosamente, um esclarecimento de quando a sessão deve ser encerrada com um golpe de malhete, pois nosso Venerável nem fechou o Livro da Lei. Desde já agradeço o tempo destinado à leitura deste e-mail e aguardo ansiosamente, se possível, o retorno do mesmo.

CONSIDERAÇÕES:

Essa “estória” de um só golpe de malhete é um anacronismo da Maçonaria brasileira que alguns, sem nenhum critério para tal, ainda insistem aplicar essa irregularidade – é a história da carcaça de dinossauro, difícil de consumi-la.

Apenas existe uma norma consuetudinária para o fato se por tumulto a situação venha ficar fora de controle, aí se a ocasião chegar a esse ponto, o Venerável pode então encerrar abruptamente os trabalhos. 

Ocorre, entretanto, que o dirigente da Loja antes de permitir que essa situação possa incidir, deve com sabedoria, peculiar ao seu cargo, não consentir que o fato venha ocorrer - afinal em Maçonaria a prudência tem sido a mãe de todas as virtudes. Agora numa situação como a relatada na questão por vossa pessoa, não existe qualquer justificativa. 

Simplesmente esse Venerável cometeu um ato altamente irregular e deveria responder na forma da Lei por ter tomado essa injustificável atitude. Diga-se de passagem, que um Venerável Mestre deve antes de tudo ser um cumpridor dos dispositivos legais e não ficar tomando atitudes autoritárias como essa. 

Penso que o Orador, como representante do Ministério Público Maçônico e fiscal da Lei, deveria ter coibido imediatamente essa atitude arrogante e ditatorial desse Venerável. Assim, esse foi um procedimento inexistente na legalidade e não deveria ocorrer. 

O encerramento dos trabalhos da Loja deve irrestritamente seguir o que exara o Ritual, e nunca adotar a vontade do Venerável, quando este resolve atropelar acintosamente a ritualística.

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com 
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.821 – Florianópolis (SC) sexta-feira, 25 de setembro de 2015

MINUTO MAÇÔNICO

VELAS - 2º 

1º - “É fácil compreender que o hábito de manter três velas acesas - particularmente três - é de origem religiosa e provém da Igreja ou da guilda e cuja interpretação moderna pode ou não coincidir”. 

2º - Os antigos mantinham certas praxes para que o fogo permanecesse sempre puro, cabendo às Lojas maçônicas, principalmente as do R.E.A.A., depositárias dessas antigas tradições, mantê-las em toda a sua pureza. 

3º - As velas não devem ser acesas com isqueiros, nem com fósforos de enxofre ou de quaisquer outras substâncias que produzem mau cheiro e fumaça com fuligem. O melhor será acender as três velas com uma vela intermediária e transmitir o fogo com o seu auxílio, para que a chama possa ser "pura". 

4º - Existe no cerimonial da Maçonaria o costume de receber os altos dignitários com estrelas, isto é, com velas sobre tocheiras. Trata-se de um costume antiqüíssimo, já existente entre os romanos, e que a Igreja cristã primitiva veio a adotar. 

5º - "Quando um visitante eminente, um dignitário, é introduzido no Templo, precede-o o Mestre de Cerimônias portando uma "Estrela". Não é para "iluminar" o visitante que o fazem preceder por uma tocha, é para simbolizar a "luz" que ele representa". 
(pouco ou não mais usados)

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O REAA NOS GRAUS SIMBÓLICOS DOS EUA

O REAA NOS GRAUS SIMBÓLICOS DOS EUA

O Rito Escocês Antigo e Aceito é usado nos graus simbólicos nos EUA ?

Diante da dúvida gerada a partir deste questionamento, comecei a buscar informações com amigos e irmãos que estão nos Estados Unidos da América, afim de entender melhor como são trabalhados os graus simbólicos na maçonaria americana.

Geralmente os irmãos iniciados nos Estados Unidos tem poucas informações sobre a estrutura da maçonaria americana, o que os faz ficarem perplexos quando descobrem que existe uma diferenciação entre Jurisdições (Sul e Norte), Rituais e até mesmo lojas que trabalham em diferentes línguas no território americano.

Na maçonaria americana, 99,9% das lojas trabalham no Rito de York nas chamadas Blue Lodges nos três primeiros graus, mas ainda existem algumas lojas que utilizam o Rito Escocês Antigo e Aceito nos graus simbólicos.

terça-feira, 3 de março de 2020

MAÇOM APRESENTANDO ATESTADO MÉDICO NA LOJA

Em 15/12/2019 o Respeitável Irmão Petrônio Cardoso Júnior, Loja Tiradentes, 1.204, GOB-MG, REAA, Oriente de Campo Belo, Estado de Minas Gerais, apresenta a questão seguinte:

ATESTADO MÉDICO

Um Irmão, "graduado" informou que, se apresentar atestado médico, não necessitaria frequentar a Loja.
Mesmo se for real a doença, entendo que maçonicamente cabe nesse caso é uma licença por seis meses, afinal a relação obreiro/Loja, não é trabalho regido por leis profanas.
O que pensas?

CONSIDERAÇÕES:

Penso que essa questão caberia mais ao Guarda da Lei ou ao representante do Ministério Público Maçônico a quem cabe comentários sobre legislação maçônica e seus competentes diplomas legais. Reitero que atuo no campo de história, filosofia, ritualística e liturgia maçônica.

De qualquer modo, seguem alguns comentários, porém sem o desiderato de fechar a questão. 

O fato me parece que não é de "Irmão graduado", ou coisas desse gênero. A questão é mesmo de legalidade. Senão vejamos: de acordo com o RGF, Capítulo VI, DA LICENÇA, Art. 67: 

"É lícito qualquer Maçom (o grifo é meu), em pleno gozo dos seus direitos, solicitar licença da Loja por até seis meses".

Ainda do RGF em seu Artigo 68, § 1º:

"A critério médico a licença poderá ser prorrogada por qualquer período".

Dado ao exposto, o Art. 67 parece deixar claro que a licença maçônica não é uma questão de "Irmão graduado", mas de qualquer Maçom que estiver em pleno gozo dos seus direitos.

Já o Artigo 68 do RGF, no seu § 1º, confirma que por motivos de tratamento de saúde, desde que atestado por um médico, a Loja poderá prorrogar a licença por tempo indeterminado. 

Assim, uma licença pode sim ser solicitada por um maçom que necessite de cuidados médicos, todavia essa licença é dada pela Loja que ele faz parte, lembrando com isso que a licença alcançará o obreiro apenas na Loja em que ele a requereu (Art. 68, § 4º do RGF).

Por fim, cabe ainda o seguinte comentário: ao que parece, para obter licença, em qualquer situação o maçom deve solicita-la a sua Loja, isto é, seguir os trâmites legais, e não simplesmente se achar que um Irmão "graduado" (sic) ao apresentar um atestado médico fique isento de frequência. No caso de tratamento de saúde, ele pede licença que, não sendo suficiente o período legal de seis meses, a licença, mediante critérios médicos, poderá ser prorrogada até o final do tratamento. 

Eram esses os meus comentários... Apenas o que penso... Não uma instrução oficial.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 02/03/2020

O PAINEL SIMBÓLICO DO GRAU DE COMP∴

O PAINEL SIMBÓLICO DO GRAU DE COMP∴

“Daí não sabemos o porquê de se colocar Três Painéis num Ritual do Rito Escocês, do Segundo Grau, se não se ensina nada sobre eles – com a agravante ainda maior, quase não se faz Sessões no Grau de Companheiro”. Assis Carvalho (04/10/1934 – 03/11/2002)

I. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A ausência de um Painel entapetado no centro do piso mosaico torna incompleta uma L∴M∴. A sua presença é indispensável durante a realização da Reunião. Não é para menos, porquanto o Painel representa um estandarte, ou insígnia, no qual os símbolos apropriados ao respectivo Grau estão gravados para serem estimados, compreendidos e respeitados. É, pois, ritual inevitável estendê-lo no início da sessão e enrolá-lo no final dos trabalhos.

Esta preocupação provém dos idos tempos da Mac∴. A bem da verdade, quiça nesta época, a representatividade do Painel fosse ainda mais significativa, pois os primitivos maçons desenhavam os símbolos do Painel no chão, vivificando-os a cada início do encontro e ocultando-os, para sua preservação, ao final. Isto porque, nesta ocasião, inexistiam os Templos M∴, assim 1º Experto era obrigado a riscar no centro dos Varandões dos canteiros de obras, a giz ou a carvão, o desenho das ferramentas dos MM.'. Operativos e das Colunas e Pórtico encontrados nas ruínas do Templo do Rei Salomão. Paulatinamente, estes Símbolos foram sendo desenhados, pintados ou bordados permanentemente em um pedaço de pano, lona e tapetes que receberam o nome de Painel.

Há 262 anos, de acordo com fontes históricas confiáveis, pôde-se, pela primeira vez, ver impresso nos livros do Abade Gabriel Luiz Calabre Perau (1700-1767) o mais antigo Painel Maçônico. Este guardava características peculiares, porquanto reunia símbolos e ferramentas tanto de Aprendiz, como de Companheiro. Por este motivo, era identificado como Painel Misto (Aprendiz-Companheiro) ou conjugado, tal como publicado no Livro de Revelações (Exposures): primeiro, com o título de “Les Secretes des Francs-Maçons” (Os Segredos dos Franco Maçons, 1742 - 1a. Edição, Amsterdã) e, em 1745, numa 2a Edição do mesmo livro, com o título de “L’Ordre des Francs-Maçons Trahi” (A Ordem dos Franco Maçons Traída). Este Painel já contava com a presença de: Est∴Flam∴, Letra “G”, Trolha, Globo, Pedra de Afiar, Luminárias (Sol e Lua) e as Letras J e B.

É certo que o Grau de Comp∴ conta com o maior número de Painéis, comparado com os demais Graus. Apenas a título de exemplo, além do Simbólico do 2º Grau que é objeto deste trabalho, podemos mencionar ainda outros dois: Painel de Harris (Alegórico), no qual observa-se a Fonte de Água Corrente e a Espiga, as Duas CCol∴ Vestibulares, a Escada em Caracol e a Câmara do Meio; e Painel da Loja de Com.'., no qual estão representadas as Sete Artes, as Ciências Liberais e as Cinco Nobres Ordens de Arquitetura.

No entanto, optamos por elaborar um estudo comparativo entre o Painel Conjugado e o Simbólico do Grau de Comp∴ atualmente praticado em nossa Ordem. Objetivamos com isto confrontar o passado com o presente, na tentativa de produzir efeitos instrutivos relevantes com elevado conteúdo explicativo.

segunda-feira, 2 de março de 2020

DISPOSIÇÃO DAS BANDEIRAS NO ORIENTE DA LOJA - GOB

Em 04/12/2019 o Respeitável Irmão Marco A. B. Adami, Loja Amanhecer Fraterno, 4.072, REAA, GOB-SP, sem mencionar o Oriente, Estado de São Paulo, apresenta a dúvida seguinte:

DISPOSIÇÃO DAS BANDEIRAS

Consta que estamos com uma dúvida com relação a colocação das bandeiras no Oriente. Poderia por favor, nos esclarecer a posição correta destas, apesar de no Ritual do REAA constar, ainda estamos em dúvidas.

CONSIDERAÇÕES:

Conforme menciona o Decreto 1.476 de 17 de maio de 2016 que dispõe sobre o cerimonial para a Bandeira Nacional, Artigos 13 e 14 como segue:

"Art. 13. A Bandeira Nacional será posicionada à direita do Venerável, ao fundo do Oriente, tendo a sua direita a Bandeira da unidade da Federação onde a sessão se realiza, que, por seu turno, terá a sua direita a sua direita a Bandeira do Município a que pertence."

"Art. 14. A Bandeira do Grande Oriente do Brasil será posicionada à esquerda do Venerável, ao fundo do Oriente, tendo a sua esquerda a Bandeira do Grande Oriente Estadual ou do Distrito Federal, ou Delegacia do Grão-Mestre Geral que, por seu turno, terá a sua esquerda o Estandarte da Loja."

Sobre os Artigos mencionados cabem alguns esclarecimentos. Com relação ao Venerável Mestre considere-se ele olhando para o Ocidente. Assim, no caso do Art. 13, a Bandeira Nacional é a primeira que fica hasteada em relação ao ombro direito do Venerável. Nessa ordem vão as demais bandeiras mencionadas no Artigo. No tocante ao Art. 14, a Bandeira do Grande Oriente do Brasil e a primeira que fica hasteada em relação ao ombro esquerdo do Venerável. Nessa ordem vai, depois da Bandeira do GOB, a do Grande Oriente Estadual e por último o Estandarte.

Ainda sobre o tema, mais orientações podem ser encontradas no Sistema de Orientação Ritualística – REAA – Aprendiz Maçom, item 5, Pavilhão Nacional in GOB RITUALÍSTICA – http://ritualistica.gob.org.br/

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com.br
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 01/03/2020

TERMINOLOGIA: GOTEIRA

TERMINOLOGIA: GOTEIRA
Autor: Guilherme Cândido

Eis aqui um termo que chega a nos divertir diante às criativas especulações sobre sua origem e significados.

A palavra goteira, para nós maçons brasileiros, indica a presença de alguém que não é maçom tentando “captar as mensagens” durante uma conversa entre maçons, bisbilhotando sobre maçonaria na internet, livros e afins, ou no pior dos casos tentando ser um intruso numa sessão. Aquele cara que sempre te aborda com perguntas sobre Maçonaria, dizendo que viu não sei aonde que a Maçonaria fez tal coisa, dando o toque para confirmar se é assim que se dá o “aperto de mão secreto dos maçons”, dentre outras coisas. Esse cara é “um goteira”.

Antes de prosseguir porém, acho interessante opinar que não penso serem os goteirasruins para nossa instituição (exceto os que tentam entrar em sessões maçônicas, mas estes não considero goteiras e sim falsários dignos de pena). Muito pelo contrário, talvez devamos interpretar a aproximação destes homens como uma demonstração sincera de interesse. Se o irmão souber trabalhar a ansiedade e a curiosidade de um goteira, transformando-as em vontade de pertencer e trabalhar pela Ordem, dessa goteira certamente nascerá uma nascente de conhecimento e labor. Tenho dito sempre aos irmãos: de nada adianta o candidato ser um beato se não tiver interesse pela Maçonaria! Irá iniciar, muito provavelmente se decepcionar e partir. Muito mais vale um homem com bons e aceitáveis defeitos a serem lapidados, mas que tenha a vontade e o interesse verdadeiro de ser um maçom buscador da verdade. Com isso, peço aos irmãos que vejam com outros olhos quando aquele goteira vier encher novamente, aí pode estar um grande irmão em potencial.

domingo, 1 de março de 2020

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por  Géplu

Nosso irmão Philippe nos enviou esta foto:

Você encontrará em anexo uma foto aleatória de uma caminhada na bonita cidade de Poznan (Polônia).

Descobri esses símbolos em uma das fachadas da excelente prefeitura da qual também anexava uma foto. Este edifício data de 1560. Não sei se esses símbolos estavam presentes desde o início.

Se você também estiver perto de sua casa ou viajando, perceber um edifício, um objeto ou uma decoração maçônica ou evocar a Maçonaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

IRMÃO LICENCIADO

IRMÃO LICENCIADO 
(republicação)

Em 04.05.2015 o Respeitável Irmão Jouberth do Carmo Conceição, atual Orador da Loja Nova Luz Paracatuense, 394, sem declinar o nome do Rito, GOB-MG, Oriente de Paracatu, Estado de Minas Gerais, formula a seguinte questão: acaojouberth@hotmail.com

Nos surgiu a situação que segue anexo que gostaria que me emprestasse sua sabedoria para me ajudar a solucionar a questão em anexo. 

Sou Orador de nossa Loja e na reunião dada em 17/03/2015 fui questionado pelo Ir∴ Chanceler, sobre qual procedimento deve ser adotado em relação aos IIr∴ que estão de licença por 06 meses nos termos do artigo 67 do RGF e que fazem visita em nossa própria loja. Art. 67 – É lícito a qualquer Maçom, em pleno gozo de seus direitos, solicitar licença da Loja por até seis meses. 

DOS FATOS:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

OS PRINCÍPIOS DA MAÇONARIA

Entre os muitos Princípios que orientam nossa sublime Ordem vou destacar alguns:
  • A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, educativa, beneficente e progressista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade.
  • É uma Instituição, composta de homens adultos, livres e de bons costumes, que tem por objetivo tornar feliz a humanidade pelo amor, pelo aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade, pela liberdade e pelo respeito à autoridade e crença de cada um. 
  • A Maçonaria não promete nada aos Iniciados. Somente lhes fornece as ferramentas, e os ensina como desbastar a “Pedra Bruta”. Por incrível que pareça, este é um dos segredos Maçônicos que os profanos, intensamente, procuram desvendar.
  • A Maçonaria prima pela Liberdade. Na Maçonaria, o Maçom livre, deve submeter suas paixões e sua vontade à princípios mais elevados, como os da fraternidade, do amor ao próximo, da caridade, de extrema necessidade hoje em dia, da tolerância religiosa, motivo de tantas discórdias e guerras, como exemplos. Trilhando esse caminho, ele estará se tornando, cada vez mais, de "bons costumes". Vemos, pois, que "bons costumes" não é um mero comportamento, uma moral de conduta, mas sim um universo de práticas, que devem ser seguidas e que conduzem o ser humano a uma vida mais perfeita e aproveitável.
  • A Maçonaria prima pela Tolerância. É o princípio da tolerância que permite que homens de partidos políticos, religiões, crenças, raças e pensamentos diferentes, vivam em harmonia e fraternidade. Porém, como citou o Ir.'. Theobaldo Varoli Filho: "não se entendam por tolerância maçônica os afrouxos licenciosos dos deveres ou a passividade exagerada na prática do perdão. Por tolerância deve entender-se, antes de tudo, que o comportamento do Maçom deve ser de respeito a todas as manifestações de consciência e que, em Loja, o Obreiro da Paz deve conservar-se equidistante de qualquer credo".
  • Proclama que os homens são livres e iguais em direitos. Afirma que o sectarismo político, religioso ou racial é incompatível com a universalidade do espírito maçônico.
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

OS SOLSTÍCIOS & A MAÇONARIA

OS SOLSTÍCIOS & A MAÇONARIA: OS SANTOS DE NOME JOÃO
Por Kennyo Ismail

Diversas instituições e religiões observam os dias de Solstícios e o Equinócio, visto ser um dos costumes mais antigos relacionados à divindade. Esses dias marcam as mudanças de Estações, o que sempre guiou e ditou a rotina dos povos da antiguidade.

O solstício de verão é o marco em que o dia é o maior do ano, em detrimento da noite. Já no solstício de inverno ocorre o contrário, e a noite é a maior do ano.

Enquanto no hemisfério norte o Solstício de Verão é em Junho e o de Inverno em Dezembro, no hemisfério sul inverte-se: o de Inverno é em Junho e o de Verão é em Dezembro.

Essa variação de dia e noite não ocorre na Linha do Equador, onde os Solstícios são definidos através da distância entre a Terra e o Sol.

Antigamente, as iniciações no hemisfério norte ocorriam sempre no Solstício de Inverno, quando a noite é a maior do ano, simbolizando que o iniciado está na escuridão em busca da luz.

Costuma-se chamar o Solstício de Junho de “Solstício de Câncer” e o de Dezembro como “Solstício de Capricórnio” pela relação dos Solstícios com os trópicos. 

Acredita-se que, assim como os Romanos observavam o Solstício de Inverno, em homenagem ao deus Saturno, posteriormente chamado de “Sol Invencível”, esse costume também era observado pelas Guildas Romanas, os antigos Colégios e Corporações de Artífices, que nada mais eram do que a Maçonaria Operativa. Esse costume permaneceu intacto até o surgimento da Maçonaria Especulativa, que tratou de não descartá-lo.

Porém, há fortes indícios de que a Maçonaria Especulativa, formada por europeus de predominância cristã e preocupados com a imagem da Maçonaria perante a “Santa Inquisição”, aproveitou a feliz coincidência das datas comemorativas de São João Batista (24/06) e São João Evangelista (27/12) serem muito próximas dos Solstícios, para relacionarem a observância dos Solstícios com os Santos de nome João, e assim protegerem a instituição e sua observação dos Solstícios da ignorância, tirania e fanatismo.

Nesse sentido, na Inglaterra, o antigo símbolo maçônico de um círculo ladeado por duas linhas paralelas, talvez um dos símbolos mais antigos da humanidade ainda em uso, teve a simbologia das linhas paralelas dos Trópicos de Câncer e Capricórnio, que possuem ligação direta com a observância dos Solstícios, transformados em São João Batista e São João Evangelista.

Reflitam: por que duas linhas paralelas representariam dois Santos de nome João? E como um símbolo tão antigo, mais antigo que o Cristianismo, poderia simbolizar esses dois Santos? Nada mais do que uma conveniente mudança de interpretação que, mesmo com o fim da Inquisição, infelizmente permaneceu em nossa literatura.

Fonte: https://www.noesquadro.com.br