Páginas

PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

SAUDAÇÃO S.´.S.´.S.´.

SAUDAÇÃO S∴S∴S∴
(Republicado)

Considerações que solicita o Respeitável Irmão Alisson Marcos, Loja Acácia do Sudoeste, GOB-PR, Oriente de Francisco Beltrão, Estado do Paraná.
alissonmarcos82@gmail.com

Meu Irmão Pedro, Não deves se recordar de mim. Encontramo-nos no ERAC de Francisco Beltrão em 2011 e adquiri vosso livro com dedicatória para a Loja Acácia do Sudoeste. Como me sugeriste que diante de dúvidas poderia entrar em contato contigo repasso uma pesquisa rápida que fiz e peço a confirmação, uma vez que ainda não tive acesso ao rito de York. SSS.

A significação das três letras acima tem sido deturpada pela maioria dos Irmãos. Alguns a traduzem por "saúde, saúde, saúde" e outros por "salve, salve, salve". Nem uma nem outra cousa. As três letras significam as três colunas do Templo que assim se escreviam em latim: “SAPIENTIA, SALUS, STABILITAS” Em outras palavras: a Sabedoria (Sapientia) que é o Venerável Mestre; a Força (Salus) que é o 1º Vigilante; e a Beleza (Stabilitas, ou "estabilidade moral" ou beleza moral) que é o 2º Vigilante. Em um Templo inteiramente composto se vêm, por isso, as três colunas de Minerva, de Hércules e de Vênus. Isto é, a Sabedoria, a Força e a Beleza, ou Sapientia, Salus, Stabilitas, representadas por SSS. Resta lembrar a todos os Maçons que praticam o REAA que, estas palavras são pronunciadas com vigor ao encerrar a cadeia de União e apostas no início de documentos maçônico. Ao contrário de muitos Maçons que por desconhecerem o ritos existentes e suas origens, usam de forma errônea as palavras “SFU” que significam, “Saúde, Força e União”. Estas palavras nunca pertenceram e não pertencem ao REAA, e sim ao Rito de Emulação (York), portanto jamais devem ser usadas e pronunciadas no Rito Escocês Antigo e Aceito. Os que assim o fazem se expõe ao ridículo perante outros que tem o conhecimento da origem e de que rito que ambas pertencem.

CONSIDERAÇÕES:

SÍNTESE HISTÓRICA (GOB) 1865-2007

SÍNTESE HISTÓRICA (GOB) 1865-2007

Tem-se se discutido muito sobre a forma como o GOB se estrutura - em três poderes harmônicos e distintos - como se fosse algo novo ou inusitado de poucos anos atrás, inclusive com a contestação do direito dos Deputados de representarem as Oficinas na SAFL. Na verdade a representação pura realizada pelos Veneráveis das Lojas nunca existiu dentro da estrutura do GOB.

Na Constituição de 1865, a Soberana Assembléia (então denominada Grande Loja Central) era composta dos Cavaleiros dos quatro últimos graus filosóficos de cada Rito, dos Presidentes e Deputados das Oficinas de cada Rito junto ao Poder Central, dos Representantes e Deputados das Grandes Oficinas Provinciais, e dos Deputados das Loja e Capítulos. Os Representantes e Deputados das Lojas do Poder Central (lojas do RIO DE JANEIRO) eram os seus Veneráveis; as Lojas de fora (do Rio de Janeiro) deviam eleger como Representantes e Deputados Obreiros de uma Loja do Poder Central, que fosse do mesmo Rito da nomeante, sendo assim a representação exclusivamente do Rio de Janeiro, Poder Central.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

COMPORTAMENTO RITUALÍSTICO DOS DIÁCONOS

COMPORTAMENTO RITUALÍSTICO DOS DIÁCONOS
(republicação)

O Respeitável Irmão Renato Pirola, Loja Mensageiros da Luz, 1.783, REAA, GOB-ES, Oriente de São Mateus, Estado do Espírito Santo, apresenta a questão que segue sobre o comportamento ritualístico dos Diáconos. rntpirola@uol.com.br 

Inicialmente gostaria de cumprimentá-lo e agradecê-lo pelo relevante trabalho realizado junto a Revista "A TROLHA" na coluna intitulada Consultório Maçônico José Castellani. Fiquei especialmente contente com a leitura do livro de sua autoria intitulado "Exegese Simbólica para o Aprendiz Maçom". A seguir, solicito a colaboração do Respeitável Irmão no esclarecimento da seguinte questão: Quando do Encerramento Ritualístico de uma Sessão Ordinária, qual o correto comportamento ritualístico dos Irmãos Diáconos quando da transmissão da Palavra Sagrada. Em relação ao Irmão Primeiro Diácono, especialmente nos seguintes momentos: sua passagem do Oriente para o Ocidente, ao se aproximar do Irmão Primeiro Vigilante e ao passar do Ocidente para o Oriente quando do retorno ao seu lugar? Em relação ao Irmão Segundo Diácono, especialmente nos seguintes momentos: ao se aproximar do Irmão Primeiro Vigilante e ao se aproximar do Irmão Segundo Vigilante?

CONSIDERAÇÕES:

O QUE É A MAÇONARIA

O QUE É A MAÇONARIA
Ir∴ Paulo Edgar Melo
Membro da ARLS Cedros de Líbano n° 1688

A Maçonaria é alegria. Ou vocês acham que alguém vai a um mesmo lugar, semana após semana, ano após ano, como fazem os Maçons, só para colher seu quinhão semanal de aborrecimentos? Só se for maluco, idiota ou então masoquista.
Poucos de nós dão conta do mecanismo sutil usado imemorialmente pela Maçonaria para sedimentar em nós o conceito de Tolerância. É tão simples que nos perguntamos como é que não percebemos isso antes.

A cada semana, ano após ano, o mesmo grupo se encontra. Alguns novos chegam e se integram, outros não conseguem e, por um pretexto ou por outro, nos deixam. Mas a maioria de algum modo se identifica pelas mesmas aspirações e continua a reunir-se. Ao longo do tempo, aturando e sendo aturado, convivendo com nossos defeitos e nossas qualidades aparentes, e continuamos a interagir, sempre expostos á doutrina de convivência pacifica e com um código de conduta comum, cuja quebra ofende a todos e serve para expurgar os que não a absorvem.

É uma experiência sociológica incrível, até porque, diferente de outras situações, esse convívio é voluntário. E, se é voluntário e se nele continuamos, é porque alguma coisa recebemos em troca. 

Fonte: https://focoartereal.blogspot.com

domingo, 13 de dezembro de 2020

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Foi Henri quem nos enviou esta linda foto:

Sou um irmão de GLDF e moro com Père Lachaise em Paris. 

Conheço muito bem este cemitério e suas várias riquezas. 

Conheço várias tumbas maçônicas e gostaria de lhe oferecer uma das mais belas (Divisão N ° 66). 

É sobre Charles Voisin, mas não conheço sua história.

Seu túmulo perto dos túmulos de Jules Vallès e Gustave Measurer.

Se também estiver perto de casa ou em viagem e notar um edifício, um objeto ou decoração maçônica ou uma decoração tipo alvenaria, envie-nos fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog hiram.be

PERGUNTAS & RESPOSTAS

PERGUNTAS & RESPOSTAS
(republicação)

Em 22/10/2016, o Respeitável Irmão Hugo Schirmer, Loja Honra e Verdade, 439, GORGS (COMAB), Oriente de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul, atendendo a solicitação de um Irmão de uma Grande Loja Estadual que questiona uma resposta dada pela minha pessoa para um Irmão do REAA, Grande Oriente do Brasil, ao Oriente de Mossoró no Estado do Rio Grande do Norte em junho do corrente ano sobre a saudação ao Venerável Mestre ao se ingressar e se retirar do Oriente. Na oportunidade, dei a seguinte resposta, cujo conteúdo deu margem a questão seguinte: schirmer.hugo@gmail.com

A pergunta do Irmão de Mossoró – “Ao ingressar e sair do Oriente qual o lugar certo em que se saúda o Venerável Mestre?”.

A resposta publicada no JB NEWS dada pelo Irmão Pedro Juk – “Ao entrar no Oriente (nordeste), assim que se ingresse, isto é, na linha da balaustrada que é o limite com o Ocidente. Ali o obreiro para, fica à Ordem e saúda o Venerável Mestre pelo Sinal. Em seguida prossegue no seu deslocamento. Ao sair do Oriente (sudeste), antes de descer, na linha da balaustrada o obreiro volta-se para o Venerável Mestre, fica à Ordem e o saúda pelo Sinal. Ato seguido volve-se e prossegue no seu deslocamento. Se na oportunidade da entrada ou saída do Oriente o obreiro estiver empunhando (segurando) um objeto de trabalho, ele não fará Sinal, senão apenas uma parada rápida e formal, sem inclinação com o corpo ou qualquer maneio com a cabeça. T.F.A. PEDRO JUK”.

A questão enviada ao Respeitável Irmão Hugo e por ele repassada para minha pessoa sobre a resposta que eu dei:

“Boa noite”. Amado Irmão estou lhe passando a questão acima publicada por mais de uma vez a posição da Loja, de como se a enxerga, ou que a olha ao de quem está lá dentro. Pois uma hora uns dizem A e outros dizem B.

- As GGLL Estaduais procurando fazer seus Templos sempre colocando o Oriente da Loja na posição geográfica de Leste para Oeste faz sentido?

- Agora se o terreno está em outra posição e o sentido tem de ser Norte Sul?

- Então ao adquirirmos por compra um Imóvel teremos de escolher qual o sentido geográfico?

- E se recebermos em doação, seja a que titulo e não interessa quem seja o doador, vamos escolher sentar na janela e dirigir?

Já frequentei e frequento Lojas que geograficamente o imóvel está posicionado em várias direções, e daí?

Assim, pondera ainda o Irmão que faz a questão:

“Em primeiro lugar as posições geográficas da Loja, estão em qual posição?”.

a) Quem olha da frente (entrada) da Loja para os fundos (Oriente) onde está oVenerável;

b) Ou quem olha do fundo, Venerável onde ele está sentado? Olhando do Fundo (Oriente), para frente (Ocidente)?

c) Acho que para dirimir tem que se colocar explicitamente qual a posição, se é de quem olha ou de quem está ali!

d) Se seguirmos o que o Juk diz a Nordeste e a Sudeste é quem está ao fundo e não de quem olha para o interior da Loja;

e) Ao você olhar o mapa do Brasil, você o está olhando e não se colocando dentro dele, onde está o NORDESTE? A direita de quem olha o Sudeste está na mesma posição, no mapa do Rio Grande do Sul eu o olhando vejo que a minha cidade Santa Maria está ao centro, mas se eu me colocar dentro dela ela continuará a ser o centro;

f) Então estamos certos que estamos olhando e vendo as coisas de quem entra ou de quem vê da frente.

g) No giro em Loja, se faz o giro em sentido destrocêntrico, ou seja, deixando o lado direito para o centro do Templo (Painel do Grau).

h) Ao partir do Ocidente, você rompe a marcha indo pelo lado esquerdo do Templo e adentra ao Oriente pelo lado NOROESTE, ou seja, pelo lado em que você se acha e se dirige à esquerda do Venerável (sempre de quem olha), mas chegará ao lado do direito dele ali sentado e então teremos outra visão, ou seja, dupla visão?

CONSIDERAÇÕES:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

TRONCO DE SOLIDARIEDADE

Tem também a denominação de Tronco de Beneficência, dos Pobres, da Viúva, etc. É o nome que se aplica à bolsa, saco ou sacola que circula na Loja e na qual se recolhe o óbolo dos maçons presentes. É realizado pelo Irmão Hospitaleiro antes do término da sessão.

O termo “Tronco” é um galicismo (palavra importada diretamente do Francês) e essa palavra francesa “TRONC” tem dois significados: tronco, propriamente dito, como tronco do corpo humano, tronco de árvore, tronco ferroviário, tronco familiar, etc. E é, também, a “caixa de esmolas” colocada na entrada das igrejas. Na verdade é uma caixa com uma fenda onde são colocadas as esmolas, e nela, normalmente está escrita a palavra “tronc”.

Obviamente, é com esse significado que essa palavra é usada na Maçonaria.

Isso mostra, mais uma vez, que a influencia da Maçonaria francesa no Brasil. Portanto, só existe circulação do Tronco nos Ritos de origem francesa, como é o caso do REAA, o Moderno e o Adonhiramita.

Os Ritos de origem inglesa não possuem a circulação do Tronco de Beneficência.

M∴I∴ Alfério Di Giaimo Neto
CIM 196017

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

OS LEGÍTIMOS SUBSTITUTOS

OS LEGÍTIMOS SUBSTITUTOS
Ir⸫ Valdemar Sansão 

O Venerável Mestre é o reflexo da Loja ou a Loja é o reflexo do Venerável Mestre? 

a) Os Vigilantes

VIGILANTES – Denominação dos dois primeiros Oficiais de uma Loja Maçônica, que independente ou não de serem Mestres Instalados, são os eventuais, legais e legítimos substitutos do Venerável Mestre.

O Primeiro Vigilante, governa durante as horas de labor. Preside os trabalhos na ausência do Venerável, indicando um Irmão, e não o segundo Vigilante, para ocupar o seu lugar no Ocidente. Se a ausência for definitiva, o Vig⸫ convocará a Loja para nova eleição. Se tiver que realizar trabalhos: colações de Graus, Iniciações, Elevações e Exaltações, pelo fato de não ter sido eleito Ven⸫ M⸫, não por não ter sido instalado, passará a direção ao Ven⸫ M⸫ mais moderno. Mas ainda assim, até a nova eleição, quem convoca e reúne a Loja é o Vig⸫, conforme a Constituição de Anderson. A sua jóia é um Nível, símbolo da igualdade que deve existir entre os Irmãos enquanto estiverem trabalhando na Loja. Senta-se no Ocidente, representando a Coluna da Força.

sábado, 12 de dezembro de 2020

PERGUNTAS & RESPOSTAS

PERGUNTAS & RESPOSTAS
(republicação)

1 – Dúvidas Ritualísticas:
Em 28/09/2016 o Respeitável Irmão Evandro Ubiratã Garcez Domingues, Loja Acácia Vitoriense, REAA, GORGS (COMAB) e da Loja de Perfeição José Almeida dos Santos, SCRS, Oriente de Santa Vitória do Palmar, Estado do Rio Grande do Sul, solicita esclarecimentos para as dúvidas seguintes: evandrosvp@terra.com.br

Recorro aos vossos conhecimentos maçônicos, por não haver encontrado literatura que me esclarecesse, e minha consulta ao Supremo Conselho do RS, ainda não teve resposta (!?). Assim, formulo três questões ao distinto irmão:

1 - No simbolismo, a bateria no 1º e 2º graus é realizada de maneira sonora (palmas), já no 3º grau, executa-se a bateria de forma surda (bate-se no antebraço, devido ao luto pela morte de Hiram). E nos Altos Graus, como deve ser a bateria? Por quê?

2 - Na formação da Cadeia de União, os pés devem ser unidos pelos calcanhares, unindo-se as pontas dos pés aos outros irmãos, as mãos são unidas, cruzando-se os braços (o direito por sobre o esquerdo). Mas já vi cadeias de união sendo realizadas com os irmãos dando-se as mãos, com os braços esticados para baixo, ao longo do corpo. Qual é o mais correto? Por quê? 3 - Nos Altos Graus, os irmãos devem usar os paramentos do grau em que se realiza a sessão, ou cada irmão deve usar os paramentos do grau em que está colado? Por quê?

CONSIDERAÇÕES:

PAINÉIS E TAPETES

 

AS VELAS NA MAÇONARIA

AS VELAS NA MAÇONARIA

A vela aparece, na Loja especulativa, na época das Corporações ou Guildas e provêm das ofertas votivas, relíquias dos séculos anteriores.

Nas Lojas Maçônicas, há algum tempo passado, o cerimonial de acendimento das Luzes se revestia de uma beleza incomparável, principalmente no que tange ao respeito e aos votos que as envolviam.

Esta cerimônia era, sem dúvida, uma das primeiras orações que se erguiam na Loja pedindo a proteção do G∴A∴D∴U∴ para os trabalhos. Por isso mesmo, a atitude mental dos presentes era de suma importância, eis que eles deviam acompanhar a cerimônia com o pensamento elevado e com a mais humilde contrição.

As velas eram acesas durante a sessão em Loja, mesmo se ela fosse realizada em pleno dia, visto que tais velas não objetivavam dispensar a escuridão material, mas sim, deviam cumprir a magia que lhes cabe nos trabalhos. No Templo maçônico, as velas são a manifestação do Fogo Sagrado e não um mero detalhe do Ritual.

A quantidade de velas, sua distribuição pelo Templo e seu simbolismo em cada grau (em especial nos graus ditos filosóficos), são determinados minuciosamente nos rituais maçônicos.

A vela, simbolicamente, é a transmissão ou transmutação, ou melhor, a passagem de um estado da natureza para outro. Do sólido (corpo da vela) para o líquido (cera derretida) e para o gasoso (fumo), pelo grande mediador que é o fogo. A vela, além disso, pela sua luz bruxulenta e sempre em movimento, é um catalisador ideal para quem se dedica à profunda meditação, fixando sua chama.

As velas representam um simbolismo ternário que os escritores religiosos não deixam de destacar. Para eles é a imagem da trindade: Pai, Filho e Espírito Santo; sendo a cera o Pai; o pavio o Filho e a chama o Espírito Santo. Pode também representar o ternário: Corpo, Alma e Espírito. A vela é, ainda, a imagem da sublimação espiritual. Na Loja Maçônica representam o ternário: Sabedoria, Força e Beleza.

A vela apresenta um simbolismo vital, isto é, fálico. Esse mesmo simbolismo também é encontrado na flor.

A Luz física é o emblema da Luz espiritual. A vela incandescente dos altares medievais e das antigas corporações tem a idéia de consagração e também de promover a guarda (dos votos de gratidão – por graça recebida).

Acrescentamos que todas as artes corporativas mantinham, nas vizinhanças de uma Igreja, um altar cheio de velas ofertadas ou obtidas através de tributos (ou multas) impostos aos membros. O uso de velas em Lojas é um costume muito antigo, mas não exclusivamente religioso. Durante o século XVIII, tanto nas Lojas dos “Modernos” como dos “Antigos” os Maçons ingleses acendiam velas, liturgicamente, sobre altos candelabros

Fonte: http://joseroberto735.blogspot.com

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

PERGUNTAS & RESPOSTAS

PERGUNTAS & RESPOSTAS
(republicação)

1 – Questão do Orador: 
O Respeitável Irmão Ney Carlos Rocha, Loja Pier Capadello, 4.319, REAA, GOSP-GOB, Oriente de São Paulo, Capital, solicita as seguintes informações: 
neycarlos@ccs.com.br 

Gostaria de saber a opinião do sábio irmão em relação ao seguinte: 

Tenho orientado os Irmãos que me consultam em relação às falas do Orador da seguinte forma: 

1. O Orador quando vai falar como Irmão do Quadro, por exemplo, na Palavra a Bem da Ordem, deve, como todos, levantar-se, ficar à Ordem e saudar as Luzes. 

2. Quando fala como representante do Ministério Público (encerramento ritualístico, intervenção necessária, etc.), pode falar sentado, sempre saudando as Luzes. 

O Irmão concorda com esta colocação? 

Se sim ou não, qual seria o embasamento para sua opinião. 

CONSIDERAÇÕES:

O MAÇOM É J∴ E P∴ QUANDO:

O MAÇOM É J∴ E P∴ QUANDO:
Pesquisa: Ser∴ Ir∴ JOSÉ ROBSON GOUVEIA FREIRE, Gr∴ Sec∴ da Magna Reitoria - Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro (Brasília)

1. Sobe a Escada de Jacó pelas Iniciações da Vida sem ferir os Irmãos neste percurso;

2. Realiza o sonho de desbastar pelo pensamento e pelas ações as arestas dos vícios e da insensatez;

3. Socorre o Irmão nas dificuldades, chora com ele as suas angústias e sabe comemorar a seu lado as suas vitórias;

4. Reconhece nas viúvas e nos órfãos a continuidade do Irmão que partiu para o Oriente Eterno;

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

PERGUNTAS & RESPOSTAS

PERGUNTAS & RESPOSTAS
(republicação)

1 – Mestre de Cerimônias e o uso da Palavra: 
Em 10/08/2016 o Respeitável Irmão Rodrigo T. Taborda, Loja Universitária de Cascavel, 3.289, REAA, GOB-PR, Oriente de Cascavel, Estado do Paraná, apresenta a questão seguinte: rttaborda@uol.com.br 

Gostaria de novamente vir à presença sua a fim de dirimir uma dúvida que de tempos em tempos acorrem em nossa Oficina. 

A dúvida é se existe previsão legal, ou se uso e costume, ou liturgia de que o Mestre de Cerimônias tem o direito à prerrogativa de poder falar em qualquer Coluna e até mesmo no Oriente, mesmo depois que a Palavra circulou nas colunas. 

Pois já ocorreu algumas vezes em Loja, de que o Mestre de Cerimônias passada a palavra na sua coluna, vem ao Oriente (alegando que tem essa prerrogativa de poder falar novamente) e se utiliza disso para rebater alguma fala de outro Irmão, que fora feito posterior a passagem da palavra em sua Coluna. 

Entendo eu, que não se é permitido esse tipo de prerrogativa, a não ser se no momento em que a palavra passou na coluna o Mestre de Cerimônias estivesse por algum motivo fazendo outro trabalho fora de sua coluna e, portanto, teria o direito de falar em outra coluna ou no Oriente. Mas não, da forma como vem sendo feito, de que se o mesmo quiser, esse poderia falar tanto na Coluna do Sul, voltar a falar na Coluna do Norte, e ainda caso lhe seja conveniente subir ao Oriente e falar de novo. 

Se caso for possível, dirimir nossa duvida, certamente estará contribuído em muito para o ensinamento de todos. 

CONSIDERAÇÕES:

FRASES ILUSTRADAS

 

PORQUE SE VAI À LOJA

PORQUE SE VAI À LOJA 
Rui Bandeira 

A pergunta sobre as razões porque os maçons vão à Loja, gastando tempo que, não fora essa utilização, dedicariam à sua família, ao lazer ou a outras actividades a que se dediquem, tem tantas respostas quantos os maçons. Em boa verdade, cada um tem as suas razões para ir à Loja. 

Uns vão em busca do conhecimento, dos ensinamentos que a Maçonaria proporciona. 

Outros buscam o convívio, rever os seus Irmãos, com eles estar e partilhar um ágape, em amena cavaqueira. 

Outros ainda procuram na Loja a estrutura que corresponde aos seus anseios de serem úteis à Sociedade e aos seus semelhantes, utilizando a Loja como meio de enquadramento da sua vontade de devolver à Sociedade um pouco do que esta lhes proporciona.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

DIVERSOS

DIVERSOS 
(republicação)

1 – substituição do Venerável: 
Em 29/07/2016 o Respeitável Irmão Marcelo Gass, Loja Tríplice Aliança, 3.277, REAA, GOB-PR, Oriente de Toledo, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão: 
marcelogass@uol.com.br 

Nas Lojas do GOB, pode o 1º Vigilante substituir o Venerável Mestre em sua ausência? No RGF Art. 120, diz que compete ao 1º Vigilante substituir o Venerável Mestre de acordo com o Estatuto o Ritual. 

Em nosso Regimento Interno não pode, e onde está escrito que sim, em alguma Lei maior que ao nosso Regimento? 

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

INCENSO

1º - Todos os povos da antigüidade empregaram o incenso como parte do culto à Divindade. Assim faziam os egípcios, os hebreus e os hindus, mas os persas o queimavam também perante o rei.

2º - O incenso e sua fumaça têm, indubitavelmente, uma ação anti-séptica, mas exercem também uma ação psíquica, visto proporcionarem um estado de alma propício à elevação espiritual.

3º - Também usado na Maçonaria, sobretudo nas cerimônias de iniciação e na consagração de Templos. As fumigações são coadjuvantes das cerimônias maçônicas, às quais emprestam o caráter sagrado que deve reinar nos Templos.

4º - O turíbulo foi adotado como um símbolo do Terceiro Grau, representando, desta forma, as preces e as aspirações de um coração puro que se elevam, como o incenso do turíbulo, como um sacrifício aceitável pela Divindade. (Seg. Mackey)

5º - Finalmente, o incenso é símbolo de purificação.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

O IRMÃO PEREGRINO

O IRMÃO PEREGRINO

“Procurai e encontrareis. Batei e sereis atendido. Pedi e recebereis.” (Luc 11:9, Mat.7:7)

É sabido entre os Maçons que existem direitos e obrigações dentro da Ordem, conforme consignado no Estatuto e Regulamento da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, além do contido no Regimento Interno da Loja a que pertencem como nas demais Lojas irmãs congêneres de outras jurisdições.

Vale sempre ressaltar que todos os Maçons têm o direito de participar dos trabalhos de Lojas regulares, devendo-se observar o rigor disciplinar prescrito para os perfeitos conhecedores da dinâmica aplicada no telhamento, envolvendo, inclusive, os requisitos de apresentação dos documentos de identidade maçônica e civil, mensalidade atualizada e palavra semestral ou de convivência, dependendo da Obediência a que pertença.

Vencida a barreira inicial de reconhecimento cautelar que o ato encerra, tanto da parte de quem recebe, quanto daquele que visita, em especial no que se refere à legalidade da Loja visitada, cabe ao peregrino seguir os conselhos sempre repisados de manter postura sempre altiva, sóbria e discreta, observando o silêncio no que couber e manifestando-se quando cabível e no momento adequado, de acordo a ritualística aplicada à Loja e ao Rito seguido.

Nesse aspecto, além de ser um direito que assiste ao Maçom regular, a visitação é um dos mais antigos costumes maçônicos e está vinculada à teoria de que todas as Lojas são apenas divisões da “Fraternidade Universal”.

Historicamente, o direito em questão está embasado no eterno e imutável 14º Landmark, dentre os 25 colecionados pelo irmão Alberto G. Mackey, que assim se apresenta:
“O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em quaisquer Lojas é um inquestionável Landmark da Ordem. É o consagrado direito de visitar que sempre foi reconhecido como um direito inerente que todo irmão exerce quando viaja pelo Universo. É a conseqüência de encarar as Lojas como meras divisões, por conveniência, da Família Maçônica Universal.”
A história da Maçonaria já relata essas visitas como um costume dos mais antigos e mais amplamente praticados da Maçonaria Simbólica. No trabalho do Irmão Ken Anderson, Guia do Maçom Viajante – Orientações para um Maçom Viajante -, relata-se que
“em tempos operativos, bem antes do surgimento da maçonaria especulativa como a conhecemos hoje, os pedreiros eram trabalhadores itinerantes que se viam forçados a viajar para renovar seu emprego à medida que cada projeto de construção fosse concluído. Este caráter fluido da Maçonaria Operativa levou à formação de sociedades comerciais, conhecidas como Lojas, para proteger a integridade de seu ofício, e para melhorar as práticas morais e sociais dos seus membros.”
É bom que se diga que a visitação não é somente recomendada aos jovens maçons, como se costuma ouvir e sim uma necessidade de todos os obreiros, pois a troca de experiências com outros irmãos, a observação da forma de atuar de cada Loja, a sua estrutura, os ritos e ritualísticas diferenciados, sempre agregam informações e enriquecem nossa caminhada maçônica. Por vezes, grandes surpresas ocorrem, em especial quando se reconhece uma pessoa amiga que não imaginávamos pertencer à Ordem e as novas amizades que se iniciam, com a reciprocidade decorrente dos convites trocados, proporcionando, além de uma expansão do círculo de relacionamento maçônico, o fortalecimento do processo de capilaridade que deve também ser uma das características das relações entre os seus membros.

Ensinam os irmãos mais experientes que nunca é exagerado relembrar que, ao visitar Lojas de outros ritos, devem-se respeitar as regras sociais e seguir as orientações regulamentares da mesma. “Não importa se na sua Loja o certo é assim ou assado”, asseveram. Os “bons costumes”, que todo Maçom deve observar, ditam que, “na casa dos outros, você tem que dançar conforme a música”. Como muito bem ensina o ditado:
“Quando em Roma, faça como os romanos.”
Por outro lado, é previsto no 15º Landmark que a um visitante já conhecido de algum irmão do Quadro lhe seja concedida a permissão para entrar conjuntamente com os membros, cabendo ao Mestre de Cerimônias indicar o local de assento. Quando se tratar de Venerável Mestre ou Mestre Instalado, serão estes conduzidos ao Oriente onde têm assento de praxe.

Na Prancha nº 217, intitulada “Como visitante e com o Visitante”[NB], o irmão Sérgio Quirino Guimarães recomenda que
“quando for fazer uma visita, procure saber se nos trabalhos da Oficina é permitido o uso de Balandrau (alguns ritos não reconhecem esta vestimenta). Sendo Aprendiz ou Companheiro, antes da sessão pergunte para algum Irmão se a Pal.’. a Bem da Ord.’. é franqueada a manifestação de todos ou somente para M. M..”
Ainda sobre a visitação, cabe destacar que muitas Lojas têm como projeto de incentivo a concessão da “Medalha Irmão Peregrino” àqueles obreiros que visitam o maior número de Lojas no ano. Tal medida se reveste de significativa importância, pois estabelece uma sadia competição entre os irmãos, notadamente entre aqueles que ainda desbastam a pedra bruta, acelerando o processo de aprendizagem da ritualística, além de despertar o interesse pelo aperfeiçoamento da caminhada, pelos novos desafios representados pelas conquistas dos Graus Filosóficos e outros Ritos.

Como sabemos tal prática não é dominante, pois a tendência ao acomodamento ao se atingir o Grau 3 é sobejamente decantado. Mesmo naquelas Lojas que incentivam a peregrinação, como fator de desenvolvimento, ainda encontramos à sombra das colunas dos Templos obreiros que não defendem tal prática, chegando, à vezes, a questionar a validade deste ou daquele comprovante de visitação incluído na Bolsa de Propostas e Informações, que funciona como o correio da Loja, sob o argumento de somente são válidas apenas as visitas às Lojas Simbólicas, desconhecendo a grandeza dos Graus Filosóficos, defendendo uma separação de corpos além do administrativo competente, corrompendo o conceito de “Família Maçônica Universal” a que se refere o 14º Landmark supracitado.

Até este ponto, nenhuma novidade que altere a ordem dos fatos. Porém, cabe-nos refletir como tem sido nossa relação com os irmãos visitantes, no sentido de construir uma boa impressão e não ter o desgosto de ver a imagem da Loja sendo denegrida por falhas nos procedimentos de acolhimento daquele obreiro que está na plenitude do exercício de seus direitos.

Fazer progressos na Maçonaria e estreitar os laços de fraternidade que nos unem como verdadeiros irmãos é mandamento a ser observado por todos os que são escolhidos e acolhidos pela Ordem. Portanto, a postura recomendada é a de receber bem os visitantes nos trabalhos em Loja e em eventos promovidos pela mesma, tratando-os com cordialidade e consideração, para que se sintam bem e reconhecidamente entre irmãos. Assim procedendo, a boa impressão causada será motivo de visitas futuras e recomendação a outros irmãos.

Internamente em nossas Lojas, é forçoso reconhecer que alguns cuidados devem se constituir em hábito, como o de cumprimentar a todos quando se chega e não apenas reservar atenção para uns poucos selecionados. Isso é sempre captado pelos irmãos mais atentos e, às vezes, motivo de comentários negativos. Quando se chama a atenção de algum mais distraído, soa familiar o argumento da correria do dia-a-dia, da falta de tempo e outros na mesma linha de argumentação. Costuma-se o comportamento repetir-se no encerramento dos trabalhos, e muitos saem apressadamente sem se despedir. Podemos concluir que os trabalhos não atingiram o objetivo de restabelecer o equilíbrio e a harmonia que sempre se espera. Como a compreensão e a tolerância são virtudes que cultuamos, não ficam arestas e a vida continua, na esperança de dias melhores.

De outra forma, quando chegamos à Oficina e olhamos os irmãos nos olhos, trocando uma palavra amiga e um fraterno abraço, a comunhão é perfeita e os trabalhos se mostram revigorantes, cumprindo a essência do Salmo 133.

Agora, imaginemos essa mesma postura de indiferença em relação a um irmão visitante. Passado o procedimento de reconhecimento, o mesmo é encaminhado a um canto e lá permanece com a indiferença dos demais. Muitas vezes, na oportunidade em que se poderia valorizar o fato e citar-se o nome do visitante e sua Loja, o Orador cai na armadilha do genérico e sumário agradecimento, ao amparo do argumento do famigerado adiantado da hora. Se o peregrino estiver à procura de uma nova Loja para se filiar, em face de mudança de domicílio, por razões profissionais ou outro motivo, essa visitada, como alternativa, já estará descartada. Ainda temos a situação de algumas Lojas que promovem uma ágape após as reuniões de trabalho e, alegremente, os irmãos se agrupam conforme as preferências e continuam as discussões interrompidas no encontro anterior.

É objeto de comentários que muitos nem se lembram de dar atenção ou ao menos convidar o visitante para compartilhar daquele momento. Outros até acreditam que o visitante já foi com a intenção de pegar uma “boquinha livre” e se fazem de desentendidos ou simulam outros afazeres. É muito triste essa constatação. Realmente, falta muita aresta a ser aplainada e muito progresso a ser feito nesse estágio terreno e primitivo da evolução espiritual. Como sempre ouvimos alhures,
“é preciso muito amor e persistência para quebrar a ‘casca grossa’ que envolve milhares e milhares de corações.”
Educação e cortesia são valores que trazemos de berço e, por vezes, tornam-se obstáculos a serem enfrentados e grande desafio para a Ordem.

Nunca é demais recorrer ao “Livro da Lei” e refletir sobre a passagem contida em Marcos 6, 10- 11:
“Quando entrardes numa casa ficai nela até irdes embora. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, ao sairdes de lá, sacudi a poeira dos pés em protesto contra eles.”
Em princípio, trata-se de uma ordem interessante que Jesus deu a seus discípulos e que podemos agregar aos nossos valores. Mas, antes é preciso entender a mensagem de amor e de perseverança envolvidos, quando o Mestre mostra para os seus discípulos a necessidade de se desvencilharem da carga emocional negativa que tal situação possa ter causado. A estratégia em questão é deixar para trás todo sentimento de rancor decorrente da experiência. Isto é, deixar pra trás o que nos impede de vencer nossas paixões e fazer progressos, prosseguindo confiantes e leves por novos caminhos, como livres pensadores, formadores de opinião e construtores sociais, como todo bom Maçom.

Obrigado pela visita e seja sempre bem-vindo, meu irmão!

Transmita aos irmãos de sua Loja nosso fraterno abraço!

Brevemente, retribuiremos a visita!
“Na vida, tudo que é raro é surpreendente. Educação, por exemplo.” (Marcio Kühne)
Autor: Márcio dos Santos Gomes

Márcio é Mestre Instalado da ARLS Águia das Alterosas – 197 – GLMMG, Oriente de Belo Horizonte, membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D’Almeida, da Academia Mineira Maçônica de Letras, e para nossa alegria, também um colaborador do blog.

Fonte: opontodentrocirculo.com

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

DECORAÇÃO DAS PAREDES DA LOJA EM C. DO M.

Em 07/12/2020 o Respeitável Irmão Ricardo Lóes, Loja Estrela Uberabense, 0941, REAA, GOB-MG, Oriente de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, deixa a seguinte pergunta no Blog do Pedro Juk quando trata de resposta pertinente à orientação do Painel da Loja de Mestre.

LLÁGR∴ NAS PAREDES DA C∴ DO M∴

Sei que o Irmão prefere não responder diretamente em comentários das perguntas, mas como em sua resposta já há explicação acerca das faixas sobre o e.·., acredito que seja dúvida de vários Irmãos do GOB sobre o número, agrupamento e disposição das llágr∴ sobre o e∴ e em relação às ditas faixas.

A propósito, se já puder responder, há uma disposição correta dos agrupamentos de llágr.·. semeadas nas paredes da C∴ do M∴? (triângulo, pentágono, etc. ou de acordo com a disposição das estrelas das constelações Orion, Híades e Plêiades ou simplesmente agrupadas nos números constantes na p. 15 do Ritual).

Se entender que não é o local ideal para a resposta, pode incluir o questionamento na fila de perguntas. 

Estamos ansiosos para as correções e explicações do Ritual do 3º Grau no SOR, que tem sido uma ferramenta te grande valia.

CONSIDERAÇÕES:

Caro Irmão, essa decoração fixada nas cortinas que recobrem as paredes com a finalidade de se adaptar uma C∴ do M∴ é disposta em grupos equidistantes e compostos cada qual por um c∴ encimando duas tt∴ ccruz∴, mais 15 llágr∴ distribuídas em subgrupos de 3, 5 e 7 llágr∴. Todos esses símbolos são de matiz prateada. 

Essa disposição de grupos de llágr∴ e um c∴ encimando tt∴ atende à simetria possível e pertinente à extensão das paredes do recinto. Em síntese, se distribuem conforme o tamanho da sala. Atenção: o forro não deve cobrir o retábulo do Oriente onde se encontram o Delta e as duas luminárias - Sol e a Lua.

Quanto ao formato de disposição de cada subgrupamentos de llágr∴ que fica abaixo do c∴ e das tt∴, esse não possui nenhuma regra, desde de que seja visível e compreensível a separação entre as 3, 5 e 7 llágr∴ subgrupadas. Aconselha-se a melhor disposição possível, destacando que o mais importante é a separação dos subgrupos de llágr∴. 

No tocante às llágr∴ que aparecem sobre o forro que cobre o e∴ no Painel do Grau, segue-se o que está disposto na gravura da página 86 do ritual. É apenas uma representação para aquele conjunto alegórico, não existindo nenhuma relação entre disposição e quantidade de subgrupos de llágr∴, cc∴ e tt∴ especificados para as paredes da C∴ do M∴ (pág. 15 do ritual).

Salvo os números iniciáticos 3, 5 e 7 dos subgrupamentos que cobrem as paredes, esses símbolos se apresentam no ambiente para caracterizar dor e consternação inerentes ao fenecimento da vida.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br