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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quinta-feira, 31 de maio de 2018

RESPONSABILIDADES DO MAÇOM DENTRO E FORA DO TEMPLO

RESPONSABILIDADES DO MAÇOM DENTRO E FORA DO TEMPLO
Por Rogério Vaz de Oliveira 

Conhecer a fundo a instituição que integramos, a Maçonaria, é um tema tão importante que deve ser incluído nos discursos de recepção aos nossos neófitos, e constantemente relembrado nas Sessões Ritualísticas.

Por diversas vezes ouvimos que a Instituição carece de objetivos, de ações concretas, de uma atuação mais incisiva na sociedade. Esta percepção é um claro diagnóstico de que pouco ou nada conhecemos a sua história, inclusive estendendo nossos olhares para sua atuação em outros países, pois poderemos aprender com os erros históricos cometidos e também os acertos e sucessos de projetos capitaneados pela Maçonaria.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

A LENTA EVOLUÇÃO

A LENTA EVOLUÇÃO
(Desconheço o autor)

Domar instintos pressupõe que muitos deles são controlados, mas não eliminados.

Recentemente me manifestei num dos Programas de Interiorização da Grande Loja, o que causou surpresa e até certa estranheza a alguns dos participantes. Na oportunidade expus numa idéia compartilhada com o irmão Cezar Galhardo algum tempo atrás de que "o ser humano tem uma evolução relativa e, em certa medida, é imutável". 

A argumentação, com certeza, causou espanto porque estaria contestando o "processo evolucionista", tão discutido e aceito em nossa Ordem. Por mais que tentasse explicar, creio que ficou uma ponta de dúvida em minhas afirmações.

terça-feira, 29 de maio de 2018

MAÇONARIA: HISTÓRIA, LENDA E MITOS

MAÇONARIA: HISTÓRIA, LENDA E MITOS
Rui Bandeira

A Maçonaria dá uma crescente atenção à sua História. Pela mesma razão que cada sociedade o deve fazer: os sucessos passados são à base da situação presente e as lições para as atuações futuras. Conhecer a sua História é beneficiar de uma aprendizagem duramente feita, ao longo de séculos.

E uma parte dessa aprendizagem foi à conveniência de distinguir entre o que é História da Maçonaria e o que são histórias à roda ou inspiradas na Maçonaria. Esta aprendizagem fez-se na Maçonaria como se fez na sociedade.

Ainda no século XIX, a História (com H maiúsculo), em resultado da cultura baseada no Romantismo da época, pouco mais era do que a narração de episódios épicos envoltos em véus tecidos pela imaginação, que realçavam as qualidades dos que na época eram incensados.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

HISTÓRIA DO RITO ADONHIRAMITA NO BRASIL

HISTÓRIA DO RITO ADONHIRAMITA NO BRASIL
Domingos Fernandes Dias

Pediram-me para falar da maçonaria Adonhiramita, e quero começar conscientizando aos meus Amados Irmãos que não vou fazê-lo de forma satisfatória, por que não poderei apresentar ou me reportar a certidão de nascimento de Rito, com local, data e hora e quem foram seus pais. 

Mas os Amados Irmãos já devem estar acostumados a esse tipo de problema, pelos seus estudos e pesquisas sobre a origem da Maçonaria, em que são apresentadas teses que vão desde Adão e Eva, Noé, Enoc, Hermes, Eleusis, Orfeu, Essênios, Salomão, Pitágoras, Numa Pompilio, Pedro o Eremita, Templário, Guildas Operativas e tantas outras, passando de setenta o seu número. Logicamente, não se titulavam Maçons os seus membros e sim iniciados, pois a 1ª referência conhecida, de forma documental do título de Maçon, aparece numa Lei de Controle de Salário em 1349, na Inglaterra, após a Peste Negra que dizimou mais da metade da população, sendo citadas diversas profissões, inclusive a de Maçons.

domingo, 27 de maio de 2018

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO


Uma foto tirada durante uma caminhada na região de Brest: "Quando encontramos um barbeiro, encontramos um maçom? Parece que há muitos maçons entre barbeiros, uma vez que já publicamos em 2015 maio 31,e 9 de Agosto e 18 de Outubro mais fotos que mostram barbeiros que usam o mesmo conjunto de tesoura e navalha para evocar o esquadro e o compasso. (tradução livre)

Fonte: www.hiram.be

MAÇONARIA OPERATIVA E ESPECULATIVA

Maçons ingleses - pintura antiga
MAÇONARIA OPERATIVA E ESPECULATIVA

Definida no ano de 1952 em uma reunião de Grãos-Mestres, celebrada em Estrassburgo, a franco-maçonaria se manifestava como “uma instituição para a iniciação espiritual, por meio de símbolos”. Esta, segundo a Constituição da Grande Loja da França, teria ainda como objetivos “o aperfeiçoamento da humanidade”, feito pelo qual os maçons ou franco-maçons estariam comprometidos de maneira constante com a busca da melhoria da condição humana, “tanto no plano espiritual e intelectual como no plano do bem-estar material.”

Como em toda instituição configurada através dos séculos, a maçonaria tem transitado por diversas fases em seu desenvolvimento histórico. A construção de edifícios exigiu em seu momento uma observação precisa da natureza e dos seus comportamentos. Medida, peso e número passaram a ser conceitos ligados à arte, ao artesanato e consequentemente à arquitetura medieval. Os construtores especializados tomaram desta forma consciência dos valores universais que estavam imersos em numerosos princípios do seu trabalho.

sábado, 26 de maio de 2018

APRENDIZ

APRENDIZ
Por Rizzardo da Camino

Aprendiz - o termo não tem origem maçônica, mas vulgar; significa aquele que está aprendendo, e é o próprio a qualquer profissão ou função. 

 Aprendiz de feiticeiro era termo muito em voga na idade média com o significado de “risco”, pois nenhum aprendiz conseguiria imitar o feiticeiro. 

Hoje na construção, o aprendiz é denominado “servente” pois enquanto serve está prendendo. 

Tradicionalmente na Maçonaria Operativa, intitulavam-se Aprendiz aquele que queria entrar nos mistérios secretos da construção. 

Sempre houve os serventes e aprendizes; a diferença é que hoje o Aprendiz se situa na esfera mais filosófica; Aprendiz em arte. 

Na maçonaria aprendiz significa a passagem pelo primeiro grau de um rito. 

Há porém os mestres, que bajulando-se, se intitulam “eternos aprendizes”sem se darem conta de que o aprendizado constitui o primeiro passo de uma jornada, e que alguém que enceta uma longa caminhada deseja retroceder ao primeiro passo dado no inicio.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

HUZZÉ, A ORIGEM DA ACLAMAÇÃO ESCOCESA

HUZZÉ, A ORIGEM DA ACLAMAÇÃO ESCOCESA
Luciano R. Rodrigues

Na maçonaria brasileira, os irmãos praticantes do REAA (Rito Escocês Antigo e Aceito) estão bem familiarizados com a tripla aclamação Huzzé, utilizada na abertura e no fechamento dos trabalhos, mas a sua origem é um pouco duvidosa devido a confusão de teorias criadas por escritores que talvez não tivessem o acesso a tanta informação quanto temos atualmente, e com a facilidade que a internet nos proporciona.

Cito abaixo algumas teorias bem conhecidas sobre a origem da aclamação:

quarta-feira, 23 de maio de 2018

WALDEMAR SEYSSEL (“ARRELIA SEYSSEL” )

WALDEMAR SEYSSEL (“ARRELIA SEYSSEL” )
(* 31/12/1.905 + 23/05/2005)

O Doutor Waldemar Seyssel, Bacharel em Direito, sempre lutou com zelo e denodo, defendendo e assistindo seus, Irmãos, Colegas e a sua Classe, cumprindo o juramento que fez, no ato solene da colação do grau.

Mestre Instalado foi Membro da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Acácia da Paz", ao Oriente da Capital do Estado de São Paulo, obediente ao Grande Oriente Paulista.

Comparecia às Sessões na sua Loja trajando um impecável temo azul-marinho, camisa branca - alva e pura, com seus cabelos grisalhos a esvoaçar, mas alinhados; sentava no Oriente e espelhando, no seu quase um século de vida ativa e de irradiação de felicidade, a serenidade que o gênio tem.

terça-feira, 22 de maio de 2018

O ILUMINISMO E A MAÇONARIA

O ILUMINISMO E A MAÇONARIA
Rubens Marques dos Santos

A História da Humanidade, o século XVIII e algumas décadas do findo XVII e do início do XIX constituem, sem dúvida uma idade de destaque, uma verdadeira era de transformações que abalou as estruturas arcaicas e imobilizadas do pensamento humano, atreladas a conceituações religiosas severas e a  preceitos morais rígidos e ultrapassados, num contexto social em ebulição e ávido por transformações.

Aquele mundo de há três séculos, evoluiu lentamente, sendo difíceis as comunicações, afastadas as civilizações pelas longas distâncias a percorrer e pelo descompasso do desenvolvimento. Oriente e Ocidente, Europa e Ásia, o Continente Americano longínquo e totalmente colonizado, a África Meridional e outras concentrações de povos ainda mal conhecidos se defrontavam com culturas estranhas e conflitantes. Havia indefinições de limites territoriais, uma geografia sempre mutante, as pessoas mal informadas pela carência de escritos e insuficiente divulgação do saber, ao que se juntava um elevado índice de analfabetismo, carência de escolas, público geral castrado em seus anseios de conhecer, premido pelo preconceito do “pecado”, em busca de perdão e de uma prometida “santidade” numa religião imposta, de cujos preceitos a Igreja Católica se julgava guardiã, mercê de um braço impiedoso e cruel: a Inquisição.

domingo, 20 de maio de 2018

FRASES ILUSTRADAS


O USO RACIONAL DA PALAVRA EM LOJA

O USO RACIONAL DA PALAVRA EM LOJA

A linguagem é, sem dúvida, o mais antigo e significativo sistema simbólico que a humanidade já desenvolveu. Foi o surgimento da linguagem que possibilitou ao homem acumular e transmitir o conhecimento.

Dentre todas as formas de linguagem, a palavra nos possibilita apreender todas as coisas do mundo no restrito espaço de nossas mentes. É das palavras que nos utilizamos para formular pensamentos e desenvolver raciocínios. Aprender é acumular novos arranjos de palavras para traduzir novos conceitos.

Enfim: a palavra é o mais poderoso e democrático instrumento já desenvolvido pelo engenho humano, e, como tal está sujeita ao bom e ao mau uso. O dom da oratória, ou seja, a habilidade no uso das palavras causa admiração e proporciona prestígio e satisfação pessoal a quem o possui. Por isso mesmo os seres humanos, quase em sua totalidade, gostam muito de falar, principalmente quando há platéia.

sábado, 19 de maio de 2018

A RÉGUA DE 24 POLEGADAS

A RÉGUA DE 24 POLEGADAS
Ir∴ João Gatti 
gattineto@terra.com.br 

A Régua de 24" é um dos instrumentos do Ap∴, junto com o Maço e o Cinzel.

A Régua era usada pelos Maçons Operativos para medir e delinear os trabalhos, medindo também o tempo e o esforço a despender.

O tempo tem que ter uma medida, porém, podemos comprará-lo a uma gota de nuvem que cai no oceano.

A Polegada é uma medida antiga que se afastou do sistema métrico frances; contudo, ainda é usada, posto que esporadicamente, por nós brasileiros.

A Maçonaria a adota porque simboliza o dia com suas 24 horas. Assim, a régua maçônica mede 0,66 mt. (sessenta e seis centimetros-a polegada é a 12ª parte do pé, ou seja, 0,02775 cm).

O tamanho da régua já sugere que é um instrumento destinado a construção.

FILOSOFICAMENTE, o Maçon deve pautar a sua vida dentro de uma determinada medida, ou seja, deve programá-la corretamente e não se afastar dela. A programação é necessária, para que a vida resulte equilibrada e vitoriosa.

A Régua, assim dividida nos ensina a apreciar as 24 horas em que o dia é dividido, induzindo-nos a empregá-las com critério, na meditação, nos pensamentos, no trabalho e no descanso físico e espiritual. A meditação é um ato de fechar os olhos para as coisas do mundo externo e abrí-los para o mundo interno, assim buscando a paz interior.

Os nossos pensamentos, são fundamentais na influência de nossas vidas. Toda vez que pensamos que estamos felizes e saudáveis, ocorre uma vibração de felicidade e saúde, o que nos torna realmente felizes e saudáveis.

Toda vez que pensamos que estamos doentes ou morrendo, estamos vibrando em sintonia com a doença ou morte (não necessáriamente física, mas energética), o que o que pode realmente nos tornar doentes, ou perdedores de nossas energias.

O Trabalho é uma das coisas mais importantes de nossa vida, porque ele nos auxilia tanto na evolução material como espiritual. Muitas pessoas acham que muito trabalho faz mal, mas o trabalho só nos engrandece, são as emoções *(sentimentos alterados) que nos desequilibram, e nos levam as doenças, o importante é sempre conhecermos os nossos limites e respeitá-los.

Se o GADU, tivesse liberado o homem do trabalho físico, seus membros com certeza seriam atrofiados, e se o livrasse do trabalho intelectual, seu espírito permaneceria na infância, nas condições instintivas do animal.

O descanso é fundamental para repor as nossas energias, para CONTINUARMOS NA BUSCA EVOLUTIVA.

Não podemos nos esquecer também, que a nossa maior obrigação, é a de estarmos sempre presentes, junto de nossa família, nos dedicando por completo, com muito amor, equilíbrio, paciência e carinho, tendo sempre um bom coração.

Com um bom coração, sem dúvida pode-se mudar o mundo.

Ir∴ João Gatti Netto
A∴R∴L∴S∴Conselheiro Crispiniano - Guarulhos-SP 

sexta-feira, 18 de maio de 2018

TESTEMUNHO DE UM ESTUDANTE DA SENDA INICIÁTICA

TESTEMUNHO DE UM ESTUDANTE DA SENDA INICIÁTICA
(Desconheço o autor)

Demorei muito tempo em minha vida para me libertar da ideologia das religiões judaico-cristãs. Quando você decide compreender a verdade e dedica todo seu empenho para esta finalidade, chega um momento que o bem já passa a fazer parte de você, de seu objetivo. Ele não é mais algo exterior, mero instrumento egoístico para você conseguir o que quer, pois ele torna-se o seu querer.

Você então passa a fazer o bem simplesmente porque este é você, e não por que possa existir um paraíso a sua espera, ou uma próxima encarnação cheia de recompensas. Da mesma forma, você já não deixa de fazer o mal por medo de um inferno ou de futuras tormentas cármicas, e sim porque o mal é algo totalmente diferente de você. Nesse ponto você começa a perceber que as coisas consideradas mais preciosas para a maioria das pessoas não tem o menor valor comparado a esse sentimento dentro de você. E sem valor continuariam se fosse necessário qualquer tipo de submissão a princípios de categoria inferior para consegui-las.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A MARCHA DO APRENDIZ

A MARCHA DO APRENDIZ

Introdução 

Cada um dos três graus simbólicos tem sua marcha particular. A marcha, acompanhada dos sinais especiais em cada degrau, é obrigatória para todos os maçons que entram no templo quando os trabalhos são abertos. O significado maçônico da marcha corresponde a técnica adotada nos três graus simbólicos para o candidato a perfeição caminhar do ocidente para o oriente isto é, das trevas para a luz. 

Desenvolvimento

A marcha do aprendiz é composta de três passos iguais e retilíneos, formando uma esquadrilha, começando com o pé esquerdo e apoiado pelo direito, porque ele foi colocado no “caminho certo”, porque foi “iniciado”.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

O BODE NA MAÇONARIA, UM TROTE AMERICANO

O BODE NA MAÇONARIA, UM TROTE AMERICANO

Na maçonaria brasileira é comum a associação do bode com os maçons, seja ela feita pelos profanos que desconhecem a ordem ou pelos próprios membros que se acostumaram com a idéia e acham até interessante serem chamados de bode, alimentando esta fantasia, seja por diversão ou apenas para afastar os curiosos.

Aqueles inclinados a idéia antimaçônica, fazem conexão do bode com coisas maléficas, sacrifícios, religiões e outras histórias absurdas em uma tentativa de denegrir a imagem da ordem ou por simples ignorância dos fatos.

As lendas

terça-feira, 15 de maio de 2018

O SOL A LUA E O PAVIMENTO DE MOSAICO

O SOL A LUA E O PAVIMENTO DE MOSAICO
Ir.∴ José Cariani Junior
M∴M∴ da A∴R∴L∴S∴"Ruy Barbosa" Nº 3419
Or∴ de Sinop-MT - Brasil

OS OPOSTOS 

Podemos começar a falar de opostos pela comparação entre os símbolos mais visíveis na Loja, que é o Sol e a Lua.

O Sol é a Luz, a luz da Vida, e as irradiações entre a Luz e as Trevas transcendem a compreensão humana. Para muitos povos, o Sol é um dos símbolos mais importantes, sendo até venerado como um Deus. Tornou-se também a imagem simbólica da ressurreição e, de modo geral, de um novo começo.

Na simbologia maçónica o Sol encarna o espírito imutável, o ouro imaterial. Na maioria dos Templos ele é representado no oriente onde o mestre da loja dirige os trabalhos.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O SIGILO

O SIGILO
(Desconheço o autor)

Muito se tem falado, explicado e insistido neste tema e, mesmo assim, temos observado Irmãos que têm se manifestado de forma contraria aos nossos princípio e Leis, quebrando com o juramento feito de guardar, e nunca revelar, quaisquer de nossos assuntos.

Outro problema, que aflige muitos de nós, é o fato de termos nossas identidades maçônicas reveladas a profanos, sem nossa permissão ou conhecimento. Este fato pode, como muitas vezes acontece, colocar-nos em situações embaraçosas e constrangedoras, às vezes, até com certo prejuízo profissional.

Um grande problema, talvez o mais importante para a Instituição, está no vazamento de informações ao mundo profano, indo dos sinais de reconhecimento até o conteúdo dos assuntos debatidos em nossas sessões. Isto impede, às vezes, a explicitação de assuntos que são do interesse da Ordem. Nesta situação, o irmão, que vai apresentá-los, fica inseguro pela falta de proteção e discrição que a loja deveria lhe dar. Assim, alguns assuntos importantes não são levados em loja, por medo da quebra de sigilo.

domingo, 13 de maio de 2018

FRASES ILUSTRADAS


MAÇONARIA E A ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

MAÇONARIA E A ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

Sem a Maçonaria, não teria havido a Abolição. E sem cinco grandes maçons negros do século XIX - Rebouças, Patrocínio, Gama, Paula Brito e Montezuma - a luta pela libertação negra não seria tão marcante e fundamental.

Após a morte em 24 de agosto de 1882 do advogado negro Luiz Pinto da Gama, em São Paulo - cujo sepultamento fora acompanhado por cerca de 3 mil pessoas numa cidade que, na época, tinha 46 mil habitantes - o promotor de justiça e depois juiz Antonio Bento, formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco de São Paulo, jurou diante do túmulo de Gama em continuar sua obra abolicionista.

Para tal empreitada, ele organizou uma sociedade secreta chamada "Os Caifazes", cujos membros eram recrutados em todas as camadas sociais e nas três principais lojas maçônicas de São Paulo: " América", " Piratininga" e " Amizade".

Essa sociedade retirava a força das fazendas paulistas os escravos e os encaminhava para o Quilombo de Jabaquara, em Santos, ou então para quilombos do Rio de Janeiro (Castellani: 1998).