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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

DISCURSO SOBRE A SOBERBA

DISCURSO SOBRE A SOBERBA
(a irmã do orgulho, da arrogância e da vaidade)

Ir∴ Ronaldo Zanata Patim - Loja Cavaleiros de São José
Cerquilho - SP

Dizem que um dos maiores inimigos do homem é inerente a ele mesmo: o seu ego.

Existe uma fábula sobre uma rã que se perguntava como poderia se afastar daquela região fria, em pleno inverno. Alguns gansos sugeriram que ela emigrasse com eles, mas o problema é que a rã não sabia voar. "Deixem-me pensar - disse a rã - tenho um cérebro fora do comum". Então pediu ajuda a dois gansos: acharam um galho forte e cada um deles sustentou o galho por uma extremidade. A rã segurou-se ao galho, pela boca. Os gansos e a rã faziam o vôo quando, em certo momento, passaram por uma pequena aldeia, de onde os habitantes saíram para ver o inusitado espetáculo. E alguém perguntou: "De quem foi tão brilhante ideia?". A rã, toda orgulhosa e se sentindo a mais genial, a mais importante das criaturas, respondeu com ênfase: "Fui eu"! Eis então que o orgulho descomedido da rã foi a causa da sua própria ruína, pois no momento que abriu a boca, soltou-se do galho, caiu e morreu.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A HARMONIA

A HARMONIA
A palavra que melhor exprime o estado do Ser é Harmonia. É o acordo perfeito que reina no ente espiritualizado, quer no seu interior quer no seu exterior. Para darmos valor a ela é preciso que tenhamos vivido em desarmonia e sentido de perto o aguilhão da dor. Tais são o fim e o motivo da experiência e do sofrimento pelos quais passamos.

Não existe na natureza repouso absoluto, conforme Heráclito de Éfeso, "Tudo flui e nada permanece; tudo se afasta e nada fica parado", mas tudo gira em torno da Harmonia. Desde o mais insignificante átomo até o maior dos seres, tudo precisa dela num menor ou maior grau. Ela resulta da paz interna que possuímos em nossos corações, da analogia dos contrários e de duas correntes de forças que constituem a vida – o Amor e a Verdade.

Como se nota pelos diferentes estados que passamos, nosso próprio organismo está sujeito às influências da Harmonia, é desta forma que passamos do estado de saúde ao de doença, e vice-versa. E mesmo em qualquer um destes estados, suas leis sempre estão em ação. E quando estas leis encontram em nosso Ser obstáculos à livre manifestação, somos então acometidos de doença espiritual e tudo em nós passa a encontrar-se em estado desarmonioso.

Porque se dão estes fenômenos em nosso organismo?

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

COMPREENDENDO O USO DO AVENTAL

COMPREENDENDO O USO DO AVENTAL
Autor: Celso Ricardo de Almeida 
Mestre Instalado da Loja Maçônica Casa do Caminho, Oriente de Fervedouro-MG

O Avental é a vestimenta emblemática, simbólica e obrigatória de um Maçom. A rigor a única necessária, e o seu uso denuncia o seu grau hierárquico dentro da Ordem Maçônica, podendo ser desde cargos administrativos como o posicionamento nos vários graus existentes, bem como, evidencia também, os diferentes ritos e potências.

Mas pouco se conhece da história desta humilde vestimenta que tão grande significado possui. Os nossos rituais se limitaram apenas a explicar a simbologia do Avental para o grau do referido ritual, não tecendo informações ou comentários sobre a sua história e significado. Cria-se assim uma grande lacuna para a interpretação desta vestimenta, que como já foi mencionado, é indispensável para o Maçom.

O presente estudo pretende demonstrar como surgiu esta vestimenta, e qual o seu significado, seja ele simbólico ou esotérico. Entretanto, não entraremos nas questões referentes à sua utilização em Loja, visto que cada grau possui seu simbolismo e suas características próprias.

domingo, 9 de outubro de 2016

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE - ORIGEM DO LEMA

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE – Origem do lema
Ir∴ José Castellani

As três palavras - Liberdade, Igualdade e Fraternidade - que se tornaram, praticamente, um lema da Maçonaria contemporânea, não têm origem maçônica. Alguns autores, mais ufanos do que realistas e mais fantasistas do que científicos, afirmam que o lema é maçônico e foi utilizado como divisa da Revolução Francesa de 1789.

A verdade histórica, todavia, é bem outra:

Em primeiro lugar, o lema da Revolução Francesa era “Liberté, Égalité, ou la Mort” (Liberdade, Igualdade, ou a Morte). Só com a 2ª República, em 1848, é que ele iria se transformar em “Liberté, Égalité, Fraternité” (Liberdade, Igualdade, Fraternidade). (Ver nota)

Em segundo lugar, foi a Maçonaria francesa que, na segunda metade do século XIX, adotou o lema da 2ª República, o qual acabaria se vulgarizando entre os maçons que trabalhavam sob influência da cultura francesa, em todo o mundo, a ponto de chegar a ser considerado como uma divisa exclusivamente maçônica, o que não é.

Em terceiro lugar, a idéia de Liberdade, Igualdade e Fraternidade é bem mais antiga.

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO


Tradução livre - De passagem pelo Líbano, a foto do sarcófago de Hiram, rei de Tiro. Ele se encontra na beira da estrada que leva a Canaã. Não é o túmulo do arquiteto, filho da viúva, mas do rei que enviou Hiram Abif a Salomão para construir o templo. (Fonte: hiram.be - le blog maçonnique)


sábado, 8 de outubro de 2016

A MAÇONARIA E A PERFEIÇÃO

A MAÇONARIA E A PERFEIÇÃO
José Luis Crepaldi

Quando faço um retrospecto desde antes da minha entrada para a Maçonaria, lembro-me muito bem da minha expectativa. Após a formalização do convite a primeira questão que me veio à mente foi a seguinte: O que será que a Maçonaria poderá fazer por mim? Em que ela poderá me ajudar? Hoje, passados alguns poucos anos desde a minha Iniciação, percebi que o maior ensinamento que ela poderia me dar, ela já deu: o de que, na verdade, quanto mais nos esforçamos para aprender e crescer, mais consciência adquirimos de que muito pouco ou quase nada sabemos.

Nossa caminhada pela vida torna-se mais interessante numa relação diretamente proporcional ao nosso desejo de conhecimento e auto-crescimento. É interessante quando notamos que, na busca da Grande Verdade, vamos cada vez mais e mais adquirindo novos conhecimentos e, ao mesmo tempo, também nos apercebemos do quão pouco sabemos e o quanto ainda temos para trilhar deste caminho de aprendizado.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A LOJA IDEAL E A LOJA REAL


A LOJA IDEAL E A LOJA REAL
A Loja ideal, traçada nos Rituais, é uma Loja unida, onde todos vivem em união, compartilhando seus ideais, onde ninguém critica ninguém, e todos trabalham procurando levar os princípios maçônicos ao maior número possível de pessoas. A Loja ideal é atuante por parte de todos os seus membros, não havendo ninguém ocioso ou preferindo a neutralidade ou isentando-se de responsabilidade. Todos fazem, trabalham e não dão trabalho. Ela é aquela onde todos estão conscientes de suas obrigações e com elevado desenvolvimento espiritual, não havendo lugar para rancor, ódio, raiz de amargura, inveja, ciúmes, angústia, depressão, desrespeito, etc. Nela existe uma liderança participativa, atuante, amiga e transmissora de poder. Mas há a Loja real, a Loja do estatuto, a Loja visível, palpável, Onde vivemos, sentimos, percebemos e amamos.

A Loja real, por sua vez, é composta de pessoas com pensamentos profanos, ainda ligados a vícios e preconceitos, agindo egoisticamente, precisando de auxílio, de libertação. Nela há críticas, discórdias, entre tantos outros tratamentos mesquinhos, eivados de erro, vício e ignorância.

Há pessoas que só querem receber, mas nunca dão, nunca compartilham. Pessoas que se esquecem facilmente dos ensinamentos recebidos, ficando apenas em sua lembrança o que não foi feito, ignorando tudo que foi realizado e os esforços para sua consecução.

Mas esta é a Loja do nosso dia-a-dia. Esta é a Loja real, sem utopias, quimeras. É esta a Loja que está sendo lapidada, moldada, restaurada, renovada, revigorada a cada dia. É esta a Loja que devemos amar, honrar, vestir a sua camisa, gastar nosso tempo e nossos talentos, nossa vida, tudo quanto temos e somos para transformá-la à Glória do Grande Arquiteto do Universo.

Devemos trabalhar nela amando-a e respeitando-a apesar de suas falhas, pois ninguém é perfeito; não há lares perfeitos, famílias perfeitas, Lojas perfeitas, nem líderes perfeitos; há sim, pessoas em busca da perfeição, que estão se aperfeiçoando a cada dia, que estão incessantemente procurando a Verdade, mas que ainda não alcançaram seu perfeito objetivo.

Esperamos que essas palavras sirvam para nos ensinar a amar mais a Nossa Loja, tolerando e trabalhando com muito amor e sem críticas aqueles que carecem de nosso auxílio, para conquistarmos a Loja dos nossos sonhos, dos nossos projetos. Por isso ela precisa de nós, de nossa colaboração, aceitação, amor, tolerância e, principalmente, do nosso poder de realização.

Extraído do Boletim nº 2 - marco/abril de 2002 – Florianópolis - SC

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

A IMPORTÂNCIA DO AUTO-CONHECIMENTO

A IMPORTÂNCIA DO AUTO-CONHECIMENTO

Por que se conhecer ? Esta é uma pergunta que só você poderá responder. E este é um dos próprios motivos que me leva a olhar constantemente para dentro. É olhando para o nosso interior, examinando e transcendendo nossos padrões herdados de nossos pais, de nossos familiares e da própria cultura e sociedade que poderemos encontrar um sentido em nossas vidas, uma resposta para a pergunta que todos nós temos em nossa mente: "Para que estamos vivos ?"

O auto-conhecimento nos leva a uma profunda viagem ao nosso interior, fazendo nos compreender por que reagimos a uma determinada situação, tornando-nos capazes de fazer uma escolha mais consciente, que consequentemente nos levará há uma satisfação e sentido de vida cada vez mais significativo.

Desde a mais tenra infância, fomos criando "couraças" para proteger nossa verdadeira essência. Fomos adquirindo padrões sócio-culturais que quando são rígidos e inflexíveis bloqueiam nosso processo de desenvolvimento. Vamos "levando" a vida, escutando apenas o que os outros, a sociedade e os nossos padrões nos dizem para fazer, muitas vezes, não dando ouvidos à nossa própria voz que vem do nosso coração, do nosso interior.

Muitos nem sequer tem consciência dessa voz interior, outros tentam silenciá-la a qualquer custo. Estão ainda iludidos pelas pressões, determinações e medos impostos pela sociedade e pelo próprio ego: "Mas o que vão pensar de mim se eu fizer isto ?"

Certas pessoas têm medo do que pode vir a acontecer, mas esquecem que a vida está presente no agora. E é no agora que o coração clama para que o sigamos, para que confiemos nele, pois é ali que está a verdadeira evolução e o verdadeiro aprendizado, junto com a verdadeira satisfação.

Assim, o auto-conhecimento nos leva ao des-envolvimento de nossa Consciência, transcendendo as "couraças" e indo em direção da nossa verdadeira essência de Amor.

Fonte: Pensamento Positivo - webmaster@pensamentopositivo.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2016

COMO DEVE PRATICAR-SE A CARIDADE

COMO DEVE PRATICAR-SE A CARIDADE
(Desconheço o autor)

Fala-se também muito, na Maçonaria e em outras instituições filantrópicas, da caridade e beneficência, como deveres que os mais afortunados tem para com os "desafortunados e deserdados da sorte". Mas, dificilmente a caridade e beneficência chegam a ser verdadeiramente caritativas e benéficas, porquanto procedem do erro, bem mais que da verdade, e assim contribuem muitas vezes a reforçar e tornar estático ou crônico o mal que querem eliminar, reforçando sua raiz.

Como ensinado por todos os sábios em todos os tempos (e esta pode ser, de certa maneira, a pedra de medição da verdadeira Sabedoria), a raiz e a causa primeira de todos os males, deve ser procurada no erro ou na ignorância. E até que não se remedie este erro e esta ignorância, toda a forma de caridade não será mais que um paliativo, pois não elimina a raiz do mal, senão que muitas vezes a torna ainda mais forte e vital com a própria consciência do mal que estimula.

domingo, 2 de outubro de 2016

O MESTRE

O MESTRE
(Publicado na revista O Pensamento - mai/jun/99)

Sem saber o que fazer vagava o Mestre despreocupado por entre a obra quando se deparou com um Aprendiz que, concentrado, examinava uma pedra ainda não totalmente desbastada. Querendo mostrar sua força e sua autoridade, dirigiu-se ao obreiro:

- Aprendiz, a tua pedra não está devidamente desbastada. Acaso pensas em dá-la como acabada?

- Mas, Mestre esta pedra...

- Não será negligenciando nas tuas tarefas que um dia pretendes chegar onde hoje estou. Não penses que o mestrado é conseguido sem sacrifícios e pouco trabalho.

- Mas, Mestre, eu...

- Não me parece que os ensinamentos tenham sido por ti bem assimilados. Vede o estado em que se encontra esta pedra. Toda disforme e cheia de imperfeições. Já imaginastes as conseqüências que acarretaria o seu assentamento na obra? Por certo não iria se encaixar convenientemente e, além disso, colocaria em risco o próprio andamento da construção

- Mas, Mestre, eu gostaria de...

- Não me interrompas enquanto falo. Um aprendiz deve saber comportar-se diante de seu Mestre. Não estou gostando do teu comportamento nem de teu jeito desleixado de trabalhar. Olha só esse avental, todo sujo, e essas ferramentas em péssimo estado de conservação. Agora olha para mim. Vê meus paramentos, imaculados, e meus utensílios de trabalho perfeitamente conservados, como novos. Não te serve de lição ver tão gritante comparação? Acaso não te sirvo de exemplo? E vamos deixar de conversa; trata de trabalhar que o tempo é curto. Como castigo, para que não sejas tão negligente, deverás terminar o desbaste desta pedra, mesmo no teu horário de descanso.

- Mas, Mestre, eu gostaria de explicar que...

- Não irei perder mais meu tempo contigo! Faze o que determinei e estamos conversados!

Afastando-se, o Mestre sai satisfeito e orgulhoso por ter sido severo e demonstrado sua autoridade, deixando o aprendiz matutando:

- Puxa vida! Eu queria explicar ao Mestre que esta pedra está aqui desde quando ELE ERA APRENDIZ E, NA PRESSA DE AUMENTAR O SEU SALÁRIO, NÃO A DESBASTOU CONVENIENTEMENTE.

Todas as minhas pedras foram aproveitadas na obra, razão pela qual meu avental está sujo e minhas ferramentas desgastadas pelo uso. Além disso, estou no meu horário de descanso e aproveitava o tempo para concluir o desbaste desta pedra que está aqui desde a promoção do Mestre.

O Mestre deve ter razão e deve estar muito preocupado com seus afazeres para se importar com uma simples pedra bruta. O melhor mesmo é terminar esta pedra e deixá-la pronta para o polimento.

Pensando melhor, não seria mais conveniente eu deixar esta pedra, que não é minha, de lado e preocupar-me em aumentar meu salário e ser igual ao Meu Mestre?

sábado, 1 de outubro de 2016

A IMPORTÂNCIA DO RITUAL

A IMPORTÂNCIA DO RITUAL
Sérgio Quirino Guimarães
ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG

Não trataremos da estrutura física do ritual, na forma de livro, que nos apresenta a liturgia e cerimonial de como trabalhamos os ensinamentos maçônicos.

O foco é a sinergia que ocorre durante a Sessão nas relações tempo (o suceder dos acontecimentos durante a sessão); dentro de um espaço físico (o templo); e a presença ativa dos Obreiros (sujeitos do tempo/espaço).

Nem sempre há interesse dos Irmãos no núcleo da nossa dramaturgia. Mas, todos os gestos, toques, palavras que compõem o cerimonial tem uma função psicológica e simbólica, que integram o homem ao símbolo, fazendo-o responsável pelo aprendizado coletivo.

O descaso com o rigor dos trajes maçônicos, da posição e dos movimentos exatos dos sinais e má aplicação do tom de voz, favorecem a perda da essência do verdadeiro propósito de uma instituição iniciática e filosófica.

A prática ritualística é um poderoso agente aglutinador dos Maçons em torno de nossos ideais e propósitos. As codificações apresentadas não são simplesmente arcaicas. Elas são tradições que agem como instrumentos de uma neuroprogramação para a formação do “homem justo e de bons costumes”.
      
O não comprimento ou “adaptações” a bel prazer dos rituais nas Lojas e dos Obreiros denotam, além da insubordinação ao juramento, a soberba e a ignorância de quem assim o faz. Tais procedimentos estão na direção contrária ao principio básico de que os Maçons se reúnem para vencer suas paixões, submeter sua vontade e, pacificamente, fazer novos progressos na Maçonaria.

A VERDADEIRA EDUCAÇÃO DO MAÇOM SE FAZ POR SÍMBOLOS E NÃO POR PALAVRAS. É PRECISO VIVÊNCIAR A EXPERIÊNCIA DAS INICIAÇÕES, A PERFORMANCE DOS CARGOS E A ENTRONIZAÇÃO DOS SINAIS.

Este artigo foi inspirado no livro “UM CONCEITO DE MAÇONARIA (1994) do Irmão Welington Bueno de Oliveira, que nas páginas 54 e 55, nos instrui:

“O Ritual permite que cada um busque dentro de si o seu segredo e tenha consciência de que é o depositário absoluto de parte da Grande Consciência manifestada e que o caminho do aperfeiçoamento é sua meta final.” “A história tem testemunhado ao longo de seu período o surgimento e o desaparecimento de tais sociedades, fato que tem ocorrido, certamente, pela desestruturação do processo Ritual, pela perda de sua força mística.”
        
Fonte: JB News – Informativo nr. 2.070

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MAÇONARIA ADONHIRAMITA

MAÇONARIA ADONHIRAMITA
(Alguns esclarecimentos sobre o rito e outros comentários)
Hercule Spoladore –Loja de Pesquisas Maçônicas Brasil – LONDRINA – PR.

A Maçonaria Adorinhamita nasceu na Françadurante a segunda metade do século XVIII. Foi praticada lá e em suas colônias bem como em Portugal e suas respectivas colônias. Foi o primeiro rito a entrar no Brasil trazido pelo Grande Oriente Lusitano. Ele atualmente estava sendopraticado só no Brasil, aonde vem apresentando um desenvolvimento muito acentuado, com a criação de inúmeras novas lojas, quer no GOB, quer na COMAB e agora também na GrandeLoja de São Paulo (GLESP).

Todavia, há alguns anos ele foi reintroduzido em Portugal, graças aos esforços do então Grão-Mestre do GOB-Pará, IrmãoWaldemar Coelho que é um dos grandes incentivadores para que o Rito cresça em todo o mundo o qual enaltece também os esforços dos maçons adonhiramitas do Pará e o Rio de Janeiro que muito trabalharam para que o Rito voltasse a Portugal. O então Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica Regular de Portugal,o Irmão Mario Martin Guia decretou finalmente a criação da primeira Loja Adorinhamita no pais, pelo menos nesta nova fase do Rito, e que levou o nome de Loja Regular “José Estevão”. Evidentemente a primeira Loja do Rito Adorinhamita em Portugalfoi fundada no século XVIII.

De início se torna necessário esclarecer e explicar um erro histórico sobre a fundação deste Rito.