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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 19 de novembro de 2016

A RESPEITÁVEL MAÇONARIA

A RESPEITÁVEL MAÇONARIA

A Maçonaria é uma Associação de carácter universal. Por aqui, não a vemos,  nem no bojo nem na periferia de escândalos, de maracutaias ou de politicagens. Bom sinal. Dá-se ao respeito.

Não somos maçons. Temos amigos, de reconhecido valor, que o são. De longe, aprendemos a respeitá-la. Não sabemos, exatamente, as razões desta deferência.

Seria função do mutismo grave e impenetrável da Associação?

Talvez em razão da névoa de mistério que envolve as suas atividades e as restrições para o ingresso naquela reservada e seletiva Associação? Como se faz? Como se ingressa?

A MAÇONARIA E A PÁTRIA

A MAÇONARIA E A PÁTRIA
(Texto enviado pelo M∴ I∴ Capanema)

A Maçonaria prega e defende o patriotismo. Seus membros devem envidar esforços para o   engrandecimento e dignidade da Pátria. Ao ingressar-se na Maçonaria o indivíduo se compromete a trabalhar pelo crescimento do Brasil, dignificando-o, e respeitando suas leis.

Nas sessões magnas, é entoado o Hino Nacional. A Bandeira Nacional tem posição de destaque nas lojas maçônicas. Sua entrada em loja é feita com grande pompa e reverência, e seu hino é também entoado.

A seguir, transcrevemos o texto Saudação ao Pavilhão Nacional, que  muito bem retrata o patriotismo difundido na Maçonaria. Esta saudação é feita nas lojas do Grande Oriente de Minas Gerais, sempre que se finda uma sessão. É sem dúvida  um dos mais belos textos  da literatura Maçônica, dotado de grande inspiração poética.

SAUDAÇÃO AO PAVILHÃO NACIONAL
"Bandeira do Brasil! Auriflama de um País, Grande pelo trabalho e pelo amor se seus filhos; Admirável pelas maravilhas de sua natureza; Opulento pela exuberância de sua flora e riqueza do seu solo; Hospitaleiro pela simplicidade e bondade do seu povo. Promissor pelo brilhante futuro que assegura a todos os que produzem.

És emblema de uma Nação, mas também maçônico poderias ser, pois tens a forma retangular do avental que usamos como símbolo do trabalho, porque seu losango amarelo lembra o olho da sabedoria dominando o poder do ouro; a tua esfera central indica-nos a universalidade da Caridade Maçônica; o teu Cruzeiro representa a doutrina rosacruciana do  bem-fazer. Estas estrelas em campo azul rememoram a grandeza do Grande Arquiteto do Universo.

Bandeira do Brasil, que acabastes de assistir aos nossos augustos trabalhos, como prova de respeito à tradicional regra que nos impõe o dever de amar e defender o teu solo, inspira-nos com tua divisa de Ordem e Progresso a disciplina que assegura a Fraternidade e a Evolução, como lei básica da perfectibilidade; lábaro deste Brasil fecundo e prodigioso; símbolo deste Brasil que sentimos como parte de nosso ser e de nossa vida. Auriverde Pendão desta grande Pátria - nós de saudamos, nós de veneramos e nós te defenderemos!

A ordem maçônica te glorifica! Os maçons do Grande Oriente de Minas Gerais te saúdam."

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

EX-VENERÁVEL DONO DA LOJA

EX-VENERÁVEL DONO DA LOJA
Autor: Hercule Spoladore
Loja de Pesquisas Maçônicas “Brasil”- Londrina–PR.

É uma situação que ocorre com frequência na Maçonaria brasileira e quiçá na mundial. O que vem a ser esta situação?

Simplesmente, conforme o titulo do trabalho já sugere, é um Irmão que exerceu sua gestão como venerável de uma loja e que seu desempenho pode ter sido muito bom ou  muito mau, mas seu mandato se esgotou, e ele esquecendo que já passou o seu momento como principal gestor da loja e que deveria ficar quieto no seu canto, insiste em se intrometer nos trabalhos da nova liderança que democraticamente surgiu na sua loja através do voto.

Apegado ao poder, chega aos limites da hipocrisia que como se sabe é o ato de fingir qualidades, ideias ou sentimentos que em realidade ele não teme isso às vezes se torna uma verdade para ele ainda que falsa, um verdadeiro sofisma, e ele acreditando ser o que sabe tudo, que sabe mais que os outros, em fim é o dono da verdade.

domingo, 13 de novembro de 2016

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Esta foto foi tirada na Cornualha, em Tintagel*, a cidade da lenda do Rei Arthur. Ali se encontram as ruínas de uma velha fortaleza, cuja origem é muito antiga. Também já serviu de cenário para diversos filmes.  (Fonte: hiram.be - le blog maçonnique) - Trad. livre

*Tintagel é um vilarejo situado na costa atlântica da Cornualha. A cidade e seu castelo são há tempos associados à lenda do Rei Artur e seus cavaleiros da Távola Redonda. (Wikipédia)

terça-feira, 8 de novembro de 2016

O PENSAMENTO FILOSÓFICO DA MAÇONARIA

O PENSAMENTO FILOSÓFICO DA MAÇONARIA
Irmão Hélio Moreira
Membro da Loja Maçônica Asilo da Acácia 1248
Academia Goiana de Letras, Academia Goiana Maçônica de Letras

Não é costume discutir a doutrina Maçônica fora dos seus templos, porém, sintonizado com a necessidade de maior aproximação com o mundo que nos rodeia, aos quais todos nós pertencemos, levou-me a tomar a decisão de expor um pouco da nossa filosofia, do nosso pensamento.

Permita-me, que num esforço de síntese, provavelmente superior à minha capacidade intelectual, possa trazer-lhes algumas considerações sobre nossa filosofia de pensamento, nosso simbolismo.

domingo, 6 de novembro de 2016

A COBERTO E A DESCOBERTO


A COBERTO E A DESCOBERTO
Rui Bandeira

No texto "O Mestre Maçom perante a Sociedade" referi que o que importa é a contribuição que os maçons dão para a Sociedade, quer a sua condição de maçom seja publicamente revelada, quer por si se mantenha prudentemente reservada.

Por outro lado, também já várias vezes pontuei que a vertente do segredo maçônico que obriga todos os maçons a não revelarem a condição de maçons dos seus Irmãos que não se assumiram publicamente como tal, para além de evidentes e pertinentes razões de segurança, prementes em diversas épocas históricas, constitui um imprescindível ato de respeito pelo critério e pelas escolhas dos seus Irmãos.

Divulgar a sua condição de maçom ou manter a mesma preservada do público conhecimento é escolha, decisão, que só a cada um compete fazer e que os demais só têm de respeitar.

Cada um sabe das razões da sua decisão. Isso é para mim uma evidência. No Brasil e, de uma forma geral no continente americano, como na Grã-Bretanha, é natural a divulgação da condição de maçom. Na Europa Continental, e particularmente nas culturas de predominância católica, onde pontificou a dita Santa Inquisição e mais eco tiveram, historicamente, as bulas papais de condenação da Maçonaria, é mais corrente que os maçons preservem publicamente a sua condição, seja por temerem represálias sociais ou profissionais sobre si ou sobre a sua família, seja por puro reflexo de preservação da sua intimidade. Compreendo e aceito - só posso fazê-lo! - a opção de cada um.

Confesso, porém, que cada vez mais a prudência (legítima, repito) dos meus irmãos que preservam publicamente a sua condição de maçons se me afigura digna de reponderação.

sábado, 5 de novembro de 2016

A SIMBOLOGIA DA VENDA NA INICIAÇÃO MAÇÔNICA

A SIMBOLOGIA DA VENDA NA INICIAÇÃO MAÇÔNICA
Ir.·. Antonio Lara Rezende 
Loja Fênix de Brasília - 1959
Or∴ de Brasília

À glória do G.·.A.·.D.·.U.·. , por me ter concedido a dádiva de iniciar nos AAug.·. MMist.·. da Arte Real.

Introdução

A palavra Iniciação (derivada do latim Initiare é formada pelos vocábulos In, isto é, “para dentro”; e Ire, que significa “ir”) pode ser interpretada como “ir para dentro” ou “penetrar no interior”. Sob o aspecto místico, alguns escritores afirmam que a Iniciação pode ser entendida como sendo um processo que permite o ingresso ao nosso mundo interior, que nos leva ao conhecimento de nós mesmos e, em conseqüência, do Deus Pessoal que habita em nós, para começar uma nova vida.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

O MESTRE NÃO DESEJA

O MESTRE NÃO DESEJA
Luiz Washington Bozzo Nascimento Filho

O Mestre não deseja reverência,
Deseja trabalho.

O Mestre não deseja ritual,
Deseja humildade.

O Mestre não deseja dedicação a Ele,
Deseja dedicação ao mundo.

O Mestre não deseja parapsiquismo,
Deseja amor.

O Mestre não deseja teoria,
Deseja a prática.

O Mestre não deseja a técnica,
Deseja aplicação.

O Mestre não deseja rótulo ou pacote,
Deseja espiritualidade.

O Mestre não deseja alguma linha,
Deseja evolução.

O Mestre não deseja competição,
Deseja respeito.

Um Mestre dispensa linguagem rebuscada, rituais obtusos, competição de egos, uniformidade de sistemas, intelectualidade arrogante, jargão excessivamente técnico, rótulos bonitos ou prédios imponentes.

Um Mestre busca discípulos que se afinizem com o trabalho assistencial efetivo, sem humilhá-los ou impor seu sistema.

Assim como as empresas materiais, os Mestres visam resultados, só que buscam os melhores objetivos consciências.

Os Mestres modernos não são como os de antigamente.

Nestes novos tempos, as técnicas evolutivas estão mudando.

Eles trabalham mais no plano extrafísico, intuindo o coração de seus discípulos, espalhados por todo orbe.

Equipes espirituais extrafísicas com organizada hierarquia sideral, intuem o coração dos neófitos que vibram na devida ressonância mental do bem.

Os meios de comunicação fáceis e acessíveis, já promovem as informações espirituais necessárias que se encontram ao alcance da maioria.

O maior mestre é a vontade do discípulo que o impele a adquirir um livro, freqüentar um curso e se aplicar no bem.

Com a melhoria do nível das programações existenciais, novos tarefeiros vêm reencarnando em condição melhorada de serem intuídos por muitos Mestres espirituais.

Estes Mestres, por sua vez, acabam por encontrar corações e mentes de boa sintonia, de consciências,
que não os conheciam, abrindo novas oportunidades universalistas.

Assim, qualquer pessoa de mente e coração elevados, pode receber um sopro intuitivo de algum Mestre, que eventualmente passe por perto.

O Mestre não deseja discípulos avançados,
Deseja avanços no coração.

O Mestre não deseja a pose honrosa,
Deseja a honra de servir sem preconceito.

O Mestre não deseja grupos de iniciados,
Deseja os que iniciaram o trabalho fraterno.

O Mestre não deseja cheiro de incenso,
Deseja o odor reverberante da paz.

O Mestre não deseja o brilho do cristal,
Deseja a cristalinidade do coração.

Espiritualidade não é religião e humildade não é servilismo.

Devemos ser simples sem sermos simplórios.

A fraternidade exige iniciativa, o bem exige coragem e todos têm possibilidade de assim conviverem.

Seu Mestre não se encontra nas montanhas do Himalaia, se encontra nas aberturas de Luz, que vem de dentro de seu coração.

Façam por merecer, pois quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

OS 33 MANDAMENTOS DA MAÇONARIA

OS 33 MANDAMENTOS DA MAÇONARIA
(Desconheço a autoria)

01) Adora o Grande Arquiteto do Universo.

02) O verdadeiro culto que se pode tributar ao Grande Arquiteto do Universo consiste nas boas obras.

03) Tem sempre a tua alma em estado de pureza, para que possas aparecer de um momento para outro na presença do Grande Arquiteto do Universo.

04) Não sejas fácil em te encolerizar, a ira é sinal de fraqueza.

05) Escuta sempre a voz de tua consciência.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O MALHETE

O MALHETE
(Desconheço o autor)

Na mitologia nórdica o malhete era uma ferramenta que tinha por objetivo a elevação da força natural do ser humano. Por isto passou a ser o símbolo da força e do vigor. Com sua origem na Maçonaria Operativa, o malhete é na Loja um símbolo da força superior, da responsabilidade e da ordem do Venerável Mestre e dos Vigilantes. Ele representa a execução das leis, o manejo da ordem através do ritmo das batidas. Com a batida do malhete todas as reuniões são iniciadas e terminadas. A batida do malhete no Templo ou num trabalho maçônico, todo maçom terá que obedecer sem contestação.

O Venerável Mestre, o 1° e 2° Vigilante são os Oficiais que portam os malhetes.

Se acontecer uma batida do Venerável Mestre, ele exige assim a atenção dos Vigilantes, ou ele acentua o valor especial do ritualístico.

Ele nunca deve ser vibrado com violência. Suas batidas devem atender ao preceituado ritual em intensidade e vibração.

Quando o Venerável Mestre, ou 1º Vigilante, ou mesmo o 2º Vig., deixar ritualisticamente o seu lugar, o malhete permanece sobre a mesa. Estes lugares não serão ocupados, em nenhuma situação, por outro Irmão.

Quando o Venerável Mestre ou os Vigilantes estiverem no Sinal, para bater com o malhete, devem completar o Sinal, dar a batida recomendada pelo ritual e voltar novamente ao Sinal.

Com o Malhete não devem ser feitos sinais ou saudações maçônicas. O malhete deve estar sobre a mesa quando o titular colocar-se no Sinal.

O malhete é batido incessantemente para indicar que a Loja está em Trabalho. Isto acontece no momento em que o Grão-Mestre entra no Templo até a chegada em seu lugar no Oriente.

No momento da Saudação Maçônica, o titular pousa o Malhete sobre a mesa e faz a bateria maçônica com as mãos, dando a batida do grau com a mão direita na esquerda por três vezes.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

A TAÇA SAGRADA

A TAÇA SAGRADA
Ir∴ Luiz Silva Cavalcante
Rio de Janeiro-RJ

Felix qui potuit rerum cognoscere causas – Feliz aqueles de pode conhecer as causas das coisas - Virgílio, in Geórgicas, II, 489 a.C. 

O sentido da passagem da “Taça Sagrada”, na Cerimônia da Iniciação, transcende a idéia mais simples de confundir o Recipiendário ou de aplicar um trote e, quem quer que o entenda como uma farsa, deve mais atentar para a diferença entre o que seja ritualística e liturgia, ou seja, do ensino maçônico baseado na ciência velada por alegorias e ilustrada pelos símbolos, da teatralização cerimonial, a dramatização do mistério maçônico.

A Taça Sagrada, da boa ou da má sorte – lembra-nos o Ritual de Aprendiz - é a taça da vida humana onde a felicidade e seus revezes podem predominar ou alternar-se, de tal forma que desfrutados os prazeres que ela ofereça, dever-se-á “esgotar o amargo dos seus restos” ou, que sorvido todo o seu fel e, em qualquer dos casos, indo até o amargo fim, com cármica resignação, sempre poder-se-á também pedir a Deus, o Cósmico e Supremo Arquiteto do Universo, em quem nos extremos momentos da vida depositamos nossas esperanças, que “nos dê a coragem de aceitar o que não puder ser modificado, força para tentar mudar o que possa ser mudado e a sabedoria de saber distinguir uma coisa da outra”.

É o morrer para o vício e renascer para a virtude, importando menos quantas sejam as quedas do que quantos sejam os esforços para o reerguimento. É o mistério da fé em que residiria a sabedoria do justo...

Não será assim, por acaso, que viajaremos por três ou por “n” mais “k” vezes a mercê de toda sorte de tormentos e perigos e que mediante a lição aprendida na cerimônia data, sempre retornaremos das viagens da vida retemperados e tão intensos quanto possível, ao erro, à ignorância e aos preconceitos.

Sabe Deus, o Supremo Arquiteto dos Mundos, cujos desígnios são insondáveis, que inspiração instilou na consciência de quem com messiânica proficiência compilou o manual iniciático, criando r ordenando suas passagens, pois até Seu Filho, o Mestre Maior, pediu ao Pai que afastasse de si o amargo cálice.


Fonte: JB News – Informativo nr. 2.103

domingo, 30 de outubro de 2016

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CONHECE-TE A TI MESMO

CONHEÇA-TE A TI MESMO – O SEGREDO DO SUCESSO NA MAÇONARIA

Ao entrar na Ordem, ao ser iniciado, o neófito é ensinado a fazer o trabalho da busca interior. Pitágoras já afirmava que o segredo para a evolução de qualquer ser humano é procurar conhecer a si mesmo. Ainda na Câmara de Reflexão o recipiendário encontra a seguinte frase em latim: “Visita Interiorem Terrae, Rectificando, Invenies Occultum Lapidem”, que no português equivale a Visita o Centro da Terra, retificando-te, encontrarás a Pedra Oculta.

O iniciado do passado tinha como vantagem o fato de pertencer a um mundo muito pequeno no âmbito do conhecimento e da quantidade de informações com as quais teria que lidar. Para o Maçom moderno, conhecer a si próprio não é tarefa fácil. Responder algumas perguntas como as listadas abaixo está ficando cada vez mais difícil.

- Quem sou?
- O que estou fazendo aqui? 
- Qual é a minha missão de vida? 
- Qual está sendo a minha contribuição para a sociedade? 
- Para onde estou indo nessa caminhada? 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

LUZ

LUZ
Rui Bandeira

Em Maçonaria, como em vários ramos da espiritualidade, incluindo crenças religiosas, é utilizado ou referido o conceito de "Luz", como algo a procurar, objetivo a atingir, mediante o trabalho do iniciado, do crente. Mas o que é, afinal, a Luz? Que simboliza? Cada um tirará as suas conclusões.  A minha resulta da consideração, designadamente, dos elementos que seguidamente exponho.

Segundo a Infopédia, Enciclopédia e Dicionário Porto Editora, "Luz" é um "fluxo radiante capaz de estimular a retina para produzir a sensação visual", "claridade emitida ou refletida pelos corpos celestes", "clarão produzido por uma substância em ignição". Em sentido figurado, segundo a mesma fonte, é "verdade, evidência, certeza", "perceção, intuição", "guia, orientação", "iluminação espiritual, fé".

O Génesis, primeiro Livro da Bíblia, inicia-se assim:

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A VERDADEIRA MAÇONARIA

A MAÇONARIA VERDADEIRA, UMA ESPERANÇA

É verdade que a maioria dos homens, cegos e fascinados pelo poder, se esquecem que as edificações destinadas à humanidade não podem prescindir de certos valores, principalmente os valores espirituais.

Há muito temos procurado saídas para esse estado de coisas e a construção de uma estrutura espiritual da Maçonaria, para que os verdadeiros maçons, tomados de coragem, esperança e fé, deixem os limites de suas oficinas e substituam a Maçonaria doméstica praticada, pela Maçonaria Universal.

Meus irmãos, analisemos duas frases gravadas na câmara das reflexões:

”Se sois capaz de dissimulações, tremei porque penetraremos e leremos o fundo do vosso coração”.

“Se temeis ter descoberto os vossos defeitos, sentir-vos-ei mal entre nós. Afastai-vos!”.

domingo, 23 de outubro de 2016

A ESPADA

A ESPADA
(Desconheço o autor)

Com um simbolismo vastíssimo, a ESPADA é um dos acessórios mais usados nas cerimônias Maçônicas.  

No seu aspecto mais vulgar, é a arma da vigilância por meio da qual o iniciado procura defender os nossos Augustos mistérios de toda intromissão violenta do mundo profano.
Origem  

A origem da Espada, como objeto Maçônico, vem da construção do Templo de Zorobabel, erguido em substituição ao grande Templo de Salomão destruído por Nabucodonosor. Os construtores tinham, ao lado da ferramenta, sempre a Espada vigiando os inimigos, mercê a proteção obtida do rei da Pérsia, Ciro.  

Significado: De Ordem Material e de Ordem Simbólica.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A FUNÇÃO DO ORADOR NO REAA

A FUNÇÃO DO ORADOR NO REAA

No Rito Escocês Antigo e Aceito, o ofício de Orador é aquele cujo titular pode exercer a mesma função, mas que vai muito mais para além dela. O Orador não se limita à invocação do Grande Arquiteto do Universo. Aliás, em bom rigor, nem sequer é esse o principal escopo deste ofício.

O Orador é o oficial da Loja encarregue de tirar as conclusões de qualquer debate. A discussão de qualquer assunto é levada a cabo segundo regras destinadas a permitir um debate sério, sereno e esclarecedor, em que cada um expõe a sua idéia e os motivos dela, mais do que rebater as idéias expressas pelos demais.

domingo, 16 de outubro de 2016

A AMPULHETA

A AMPULHETA
Ruy Luiz Ramires

A ampulheta é um dos símbolos colocados no recinto da Câmara de Reflexões que, de início parece destoar com os emblemas ali existentes.

Ampulheta, essa designação vem da palavra latina, "ampulla", que foi, na antiguidade, o relógio que marcava um determinado período de tempo na duração do deslizar da areia. Era o símbolo-mor da Ordem dos Trapistas.

(Trapista é um "apelido" da "Ordem Cisterciense da Estrita Observância" - existem também os monges da Ordem Cisterciense da Comum Observância. Este apelido nasceu justamente do fato de que seu primeiro mosteiro foi a Abadia de La Trappe, conforme mencionado. Não tem nada a ver com "trapos" ou que os monges seriam "esfarrapados", confusão muito comum, um "mito" acerca dos trapistas).

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A TAÇA SAGRADA

A TAÇA SAGRADA
Ir∴ Adalberto Rigueira Viana
Membro correspondente da Loja Fraternidade Brazileira rigueiraviana@gmail.com Viçosa - MG

No dia da iniciação de um aprendiz-maçom, durante a Sessão Magna própria para este ato tão marcante na vida de todo homem de bem, em determinado momento e seguindo as normas previstas no ritual do Primeiro Grau, o Venerável Mestre, após passar o profano por algumas situações comuns a todos aqueles que ali estiveram, e dando continuidade à cerimônia diz ao candidato: “Senhor, ainda exigimos de vós um juramento de honra, que deve ser prestado sobre a Taça Sagrada. Se sois sincero, bebei sem receio. Mas, se a fraqueza e a dissimulação acompanham a vossa promessa, não jureis. Afastai, antes essa Taça e temei o pronto e terrível efeito dessa bebida”.

Após uma pequena pausa o Venerável Mestre pergunta ao candidato: Consentís no juramento? Ato contínuo chama o Mestre de Cerimônias e ordena-lhe que conduza o candidato ao seu Altar de Venerável Mestre. Em ali estando o candidato, pede ao Irmão Sacrificador para apresentar a ele a Taça Sagrada, tão fatal aos perjuros. Neste momento o irmão Experto, já desempenhando funções de Sacrificador, apresenta-lhe uma taça com água adocicada e aguarda o sinal do Venerável para oferecer a bebida ao candidato. Após ele sorver parte da bebida, a taça é completada no seu interior, sem que ele perceba, com uma bebida amarga que ele deverá beber após o seguinte diálogo proposto pelo Venerável Mestre: Senhor fulano de tal... “Repeti comigo, o vosso juramento:

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

VENERALATO, INÍCIO DE UM CAMINHO

VENERALATO, INÍCIO DE UM CAMINHO
Valdemar Sansão

O bom Venerável Mestre não é aquele que sempre resolve os problemas que ocorrem em sua Loja, mas sim aquele cujos problemas nunca ocorrem em sua Loja.

Guia de seus Irmãos - As condições essenciais para o desempenho das funções de V∴M∴, além de reputação ilibada, são: ser sincero, leal e verdadeiro; ser afável no trato, inabalável e intransigente em seus princípios: ter sido regularmente iniciado, elevado e exaltado nos graus da Maçonaria Universal, ser amante da Sabedoria e versado na nobre ciência da Arte Real. Deve ter sido eleito, de acordo com as Leis da Grande Loja pelos MM∴MM∴ da sua Loja, aberta em sessão de Eleição.

Estar consciente da responsabilidade de repensar as atitudes e o funcionamento das estruturas buscando o bem dos Obreiros, da Loja e da Maçonaria; tendo como critério habitual o discernimento maçônico, servindo-se do Conselho de Mestres Instalados.