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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quarta-feira, 19 de julho de 2017

PRECEITOS DE EXTRAORDINÁRIO VALOR MAÇÔNICO

PRECEITOS DE EXTRAORDINÁRIO VALOR MAÇÔNICO

Se não puderes defender teu Irmão não o acuses.


Seja Irmão fraterno e leal.


Ama teu Irmão e respeita sua ausência e memória.


Trabalha, medita e ama.


O trabalho é o símbolo do progresso e da evolução.


A meditação é o sacrário e o refúgio do espírito, muitas vezes atribulado pelas ingratidões e injustiças.


O amor é o sublime mandamento que o Cristo, - quando de sua passagem por este planeta, - mais aconselhava aos seus discípulos; amai, amai sempre, porque, dizia ele, - o amor não é novo e nunca será velho.


O amor é lealdade,

é progresso,
é minha vida,
é tua vida,
é a vida de todos nós.

Anthero Annibal de Carvalho, contador português, [1907-1998], foi venerável Mestre da Aug.'. e Resp.'. Loj.'. Simb.'. Apóstolo da Caridade, número 21, M.'. Resp.'. Gr.'. Loj.'.  do Paraná

terça-feira, 18 de julho de 2017

O PARADOXO DO NOSSO TEMPO...

DO  NOSSO  TEMPO...
Sérgio Ruas

Hoje temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos.
Auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos
Gastamos mais, mas temos menos.
Nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores.
Mais conhecimento e menos poder de julgamento.
Mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos facilmente.
Ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais.
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menos padrão moral.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Esses são tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo, lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Mais lazer, mas menos diversão.
Maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis e moralidade também descartável e pílulas que fazem de tudo:  alegrar;   aquietar;   matar...

Ame !  Ame  intensamente  a  tudo  e  a  todos,  e  viva  melhor.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O ÓLEO NAS BARBAS DE AARÃO

O ÓLEO NAS BARBAS DE AARÃO
Fernando de Faria *

Maçonaria não é religião. O Ritual Maçônico não é culto a Deus. No campo das atividades humanas, Maçonaria é tão apenas um sistema filosófico – complexo e eclético.

Complexo, porque inequivocamente contém muitos elementos ou partes, as sua manifestações (ritos, graus, cerimoniais, símbolos, lendas, alegorias) não se configurando de modo simples, mas sim alcançando significativa variedade. Eclético, porque reúne sistemas diferentes por justaposição ou por operação mais profunda, formulando, da união desses sistemas diferentes, uma unidade nova com características próprias. Assim a presença de elementos bíblicos, da cabala, de símbolos da arte de construir, da alquimia, etc., tudo reunido em um só corpo. Nesse sentido, outrossim, diz-se que sem simbologia e ritualística não há Maçonaria, demonstrando a unidade de símbolos e rituais maçônicos, embora simbologia e ritualística não sejam privilégios apenas dos maçons. Entretanto somos mestres na arte de interpretar símbolos, bem como de elaborara e praticar rituais. Contudo os símbolos maçônicos não possuem caráter sacramental (como a cruz para o cristão, por exemplo), nem os rituais constituem-se em culto a Deus (como a missa). Símbolos e rituais maçônicos são meramente instrumentos de uma didática própria, muito eficiente, capaz de transformar os obreiros , tornando-os homens cada vez mais aperfeiçoados sob os mais diversos aspectos: intelectual, psicológico, social, moral, mental e espiritual.

domingo, 16 de julho de 2017

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO


Foto tirada na Alemanha, Dessau (ex.RDA) na fachada de um prédio eclético, que recebe Rotary, Soroptimistas e a Loja local.

Fonte: http://www.hiram.be

O VISITANTE E O RITUAL

O VISITANTE E O RITUAL
Ir.'. Kennyo Ismail

Apesar de ser um tema um pouco polêmico, e por isso é certo que alguns Irmãos discordarão do aqui exposto, sua abordagem é importante para a promoção da reflexão e do debate entre os Irmãos.

Existem três forças que, apesar de distintas, estão relacionadas: a regra legal, que é imposta; a regra social, que é respeitada; e a educação, maçonicamente chamada de “bons costumes”, que leva o cidadão a respeitar a regra social e a obedecer a regra legal.

No Japão há uma antiga tradição de tirar os sapatos para entrar em casa. Se você está no Japão e visita a casa de um japonês, é claro que você tira os sapatos. Não é por você não ser japonês que desrespeitaria tal regra social. Da mesma maneira, um japonês, ao visitar o Ocidente, não sai tirando os sapatos em todo lugar que entra, pois respeita as convenções sociais daqui.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

CURIOSIDADES SOBRE A REVOLUÇÃO FRANCESA

CURIOSIDADES SOBRE A REVOLUÇÃO FRANCESA

O conjunto de acontecimentos que se deram entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799 chama-se Revolução Francesa.

Estes acontecimentos alteraram o quadro político e social da França. Em discussão estava o Antigo Regime e a autoridade do clero e da nobreza.

A revolução foi influenciada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana (1776).

Este acontecimento foi considerado como a Revolução que deu inicio à Idade Contemporânea.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A ORIGEM DA EXPRESSÃO "ERA VULGAR"

A ORIGEM DA EXPRESSÃO "ERA VULGAR"
Sergio Antonio Machado Emilião
Irmão Matheus

Desde os idos mais antigos, a humanidade utiliza-se de certos referenciais para delimitar um determinado espaço de tempo. Os astrônomos servem-se de acontecimentos naturais ou fenômenos a que se referem os seus cálculos, como as revoluções da Lua, os equinócios e solstícios, os eclipses e a passagem dos cometas.

Os cronologistas e historiadores servem-se, também, de certos acontecimentos que tiveram influência sobre o gênero humano. Designam-se as épocas enunciando os fatos notáveis a que se referem: a Criação do Mundo, a Fundação de Roma e o Nascimento de Jesus, entre outros.

Primitivamente, os tempos eram calculados em gerações: a Bíblia, por exemplo, conta dez gerações antes do Dilúvio e outras dez depois. Já, segundo Heródoto (escritor grego, considerado o Pai da História) e a maior parte dos autores da época, três gerações correspondiam a cem anos.

terça-feira, 11 de julho de 2017

OITO PONTOS DE RECONHECIMENTO

OITO PONTOS DE RECONHECIMENTO
 (Desconheço o autor)

Para o conhecimento dos Irmãos,  a seguir os oito pontos de reconhecimento emitidos pela Grande Loja Unida da Inglaterra em 1929 e aceitos pelas Obediências Regulares (no caso do Brasil somente o Grande Oriente do Brasil e alguns membros da CMSB são reconhecidos) com as quais a Grande Loja Unida da Inglaterra mantém relações:

1. Regularidade de origem, ou seja, que cada Obediência deverá ter sido estabelecida legalmente por uma outra Obediência reconhecida ou por três ou mais Lojas regularmente constituídas.

2. Que a crença no G.A.D.U. e Sua vontade revelada deverá ser uma qualificação essencial de seus membros;

3. Que todos os Iniciados deverão tomar seu Juramento sobre ou à vista de um Volume aberto da Lei Sagrada, pelo qual seja pleno o reconhecimento sobre os valores de consciência dos indivíduos particulares que estejam sendo iniciados.

4. Que os membros das Obediências e Lojas individuais sejam compostas exclusivamente por homens; e que cada Obediência não poderá ter nenhum intercurso maçônico de qualquer tipo com Lojas mistas ou Corpos que admitam mulheres como membros.

5. Que a Obediência deverá ter soberana jurisdição sobre as Lojas sobre seu controle; ou seja que será responsável, independente, auto-governável, com somente uma e indisputável autoridade sobre a Loja ou Graus Simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom) dentro de sua Jurisdição e não poderá dividir sob quaisquer meios tal autoridade com Supremo Conselho ou outro Poder que clame qualquer controle ou supervisão sobre estes Graus.

6. Que as três Grandes Luzes da Franco-Maçonaria (nomeadas o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso) deverão sempre serem exibidas quando a Obediência ou suas Lojas subordinadas estiverem em trabalho, sendo o chefe destes o Volume da Lei Sagrada.

7. Que a discussão sobre religião e política dentro das Lojas seja estritamente proibida.

8. Que os princípios dos Antigos Landmarks, costumes e usos das Oficinas sejam estritamente observados.

domingo, 9 de julho de 2017

O CAMINHO DAS VIRTUDES

O CAMINHO DAS VIRTUDES
Charles Evaldo Boller

Inicia a escuridão. O caminhante cego é conduzido por seu guia a iniciar uma jornada, que ao final, dizem, lhe devolverão a visão.

Mesmo amparado, caminha trôpego, instável e inseguro. Todos os quatro sentidos restantes de percepção estão funcionando ao máximo de suas capacidades. Cada som, cada odor, cada detalhe do relevo é importante. Na falta da luz, a mente trabalha ao máximo de sua capacidade para compensar a falta de visão.

Alguém sussurra palavras de apoio aos seus ouvidos, as quais o acalmam. No proceder gentil, terno e suave desta pessoa denota-se consideração quase contemplativa, semelhante a ato de adoração. E esta Polidez desenvolve no caminhante o efeito semelhante ao apoio do cajado, que o ampara nos momentos de dificuldades e desequilíbrios das estradas. E mais, enche-o de moral frente aos possíveis perigos; pois é propalado que, na via que pretende passar, existem inúmeros riscos e armadilhas. Já está consciente da necessidade de muita bravura para superar os perigos à sua frente. A Coragem surge então como o ponto de prova mais elevado para seguir no caminho em toda a sua extensão.

sábado, 8 de julho de 2017

GRAUS FILOSÓFICOS

GRAUS FILOSÓFICOS

A expressão Graus Filosóficos já se tornou corrente na Maçonaria. Usa-se a mesma em contraposição a Graus Simbólicos.

Conquanto já faça parte de nossos usos & costumes, inclusive sendo útil para diferenciar os graus anteriores dos posteriores criados na história dos Ritos, essas expressões objetivam conceitos extremamente inadequados que nos servem de paradigmas inconscientes.

Quando nos referimos à Maçonaria, independentemente dos graus dos quais estejamos falando, invariavelmente nos vem à mente a idéia de uma "filosofia". Não há como ser diferente, pois uma instituição que pretende a construção de um determinado modelo de homem, almejando com isso uma profunda transformação social, terá obrigatoriamente uma "filosofia", que é permanentemente atualizada em suas lendas, ritos, mitos, símbolos e doutrinas. Mesmo se estiver de acordo com esse raciocínio, o leitor atento provavelmente estará se perguntando a razão de colocarmos "filosofia" entre aspas. Para diferenciá-la de Filosofia, com "f" maiúsculo. Desejamos defender aqui a tese de que, ao falarmos de Maçonaria, existe uma diferença entre "filosofia" e Filosofia, e que isso é fundamental para nossa práxis.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

ORTODOXIA MAÇÔNICA

Ortodoxia Maçônica - A Preservação dos Símbolos e da Autêntica Doutrina Maçônica
Irm∴ André Otávio Assis Muniz
"A compreensão humana não é um exame desinteressado, mas recebe infusões da vontade e dos afetos; disso se originam ciências que podem ser chamadas 'ciências conforme nossa vontade'. Pois um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar, coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo. Em suma, inúmeras são as maneiras, e às vezes imperceptíveis, pelas quais os afetos colorem e contaminam o entendimento." (Francis Bacon)
Em nossos dias, é muito comum que cada maçom se ache no direito de interpretar como bem entender os símbolos da Ordem. É mais comum ainda, que cada maçom crie uma suposta "doutrina maçônica" ao seu bel prazer.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

ONZE CONDUTAS MAÇÔNICAS DESEJÁVEIS

ONZE CONDUTAS MAÇÔNICAS DESEJÁVEIS 
(Desconheço o autor)

Para reflexão:

Onze condutas maçônicas que, certamente, contribuem positivamente e protegem a nossa ordem das ações e das influências dos infiltrados:

1. Sirva à instituição e não às pessoas;

2. Quando for divergir, seja de ideias, propostas e condutas mantenham-se imparcial e com honestidade, deixando de lado simpatias ou antipatias pessoais; 

3. Chame sempre para você a responsabilidade de proteger e defender a instituição, não esquecendo que os nossos maiores inimigos, infelizmente, vestem avental; 

4. Não se venda por medalhas, títulos, cargos, alfaias e elogios; 

5. Quando for indicar um candidato, não seja um corretor de avental, que seja pessoa que se amanhã for à “bancarrota” e você tenha necessidade de levá-la para dentro de tua casa, ela não ocasione problemas à tua família;

6. Seja parceiro fiel e leal da verdade e da justiça, assumindo a inteira responsabilidade do que falar, escrever ou fazer; 

7. Nunca se esqueça de que os exemplos falam mais do que palavras e que os Aprendizes, Companheiros e Mestres mais novos precisam de referências; 

8. Não seja Maçom oportunista ou inconsequente, pois baixaria truculência e contestação infundada e mentirosa não são compatíveis com as nossas virtudes e princípios, maculando os Templos Maçônicos; 

9. Não olhe para um Irmão como se fosse seu superior hierárquico, porém respeite as autoridades maçônicas legalmente constituídas, bem como, se for necessário, exija delas, usando os caminhos e meios legais maçônicos, que desempenhem os seus cargos com dignidade, probidade, humildade e competência, pois não estarão fazendo mais do que sua obrigação; 

10. Seja um obreiro útil, humilde, dedicado, competente, de atitude e instruído nos augustos mistérios da Arte Real, pois, caso contrário, poderá ser manipulado e inconscientemente prestar serviços para aqueles pseudo maçons que representam a antimaçonaria.

11. Mas nunca se esqueça de que você faz parte integrante da Instituição e é no conjunto de Irmãos que a Maçonaria vive e pulsa e só poderá alcançar seus altivos interesses quando todos de mãos dadas seremos um só corpo pensante.

terça-feira, 4 de julho de 2017

OS CONSTRUTORES DA UTOPIA


Por Rui Bandeira

Desde que, no século XVI, Thomas More inventou a palavra e dela fez título de uma das suas obras que se designa por Utopia a sociedade ideal, perfeita.

Em termos sociais, os maçons procuram contribuir para a construção dessa Utopia. Fazem-no desde logo procurando melhorar a qualidade dos materiais de que se fazem todas as sociedades: os homens, suas ideias e suas ações.

Nenhuma sociedade organizada, qualificada e funcionando com um exigível nível mínimo de organização, qualidade, liberdade e eficiência pode assentar em pessoas desqualificadas, seja em termos de conhecimentos e preparação, seja do ponto de vista da Moral e dos Valores inerentes a uma sã, agradável e produtiva vida em comum.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

NUNCA DIZER A UM CONVIDADO PROFANO

X FRASES QUE ABSOLUTAMENTE NUNCA DEVEM SER PROFERIDAS AO SE CONVIDAR UM PROFANO
Mário Cesar Barbosa Silva
Ven.'.M.'. da A.'.R.'.L.'.S.'. Fraternidade Nazarena 3907 GOB/GOPE - Or.'. de Nazaré da Mata, Zona da Mata/Norte do Estado de PE

I – Você vai adorar, após as reuniões tomamos todas em um barzinho lá perto, alguns manos levam bebidas para lá também e já saímos tomando!!!

Maçom algum deve estar motivado a ir à reunião, a freqüentar os trabalhos pela farra que alguns, ainda arraigados ao vício, empreendem depois deles. O Obr.’. deve estar convicto que, estando lá, ele está captando energia e sabedoria para a prática habitual, o dia a dia.

domingo, 2 de julho de 2017

O GRAU DE APRENDIZ E O LIVRO DA LEI

O GRAU DE APRENDIZ E O LIVRO DA LEI
Ir.'. Kleber de Toledo Siqueira

Este ensaio procura abordar e desenvolver um aspecto básico da doutrina maçônica não apresentado de modo frontal pelos nossos Rituais, qual seja:
A IMPORTÂNCIA DOS TEXTOS BÍBLICOS PARA A COMPREENSÃO E APROFUNDAMENTO DO ESTUDO DA ÉTICA E DA MORAL MAÇÔNICA
Um outro objetivo deste ensaio é despertar o interesse dos maçons pelo estudo de temas como "RELIGIÕES COMPARADAS" e "INFLUENCIA DO JUDAÍSMO E DO CRISTIANISMO NA MAÇONARIA", cuja a importância é fundamental para uma perspectiva mais ampla dos estudos propostos em nossos Rituais.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

MAÇONARIA

MAÇONARIA
(Desconheço o autor)

A maçonaria (forma reduzida e usual de francomaçonaria) é uma sociedade discreta de carácter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filosófica.

Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autônomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si."

Origens da maçonaria

quinta-feira, 29 de junho de 2017

ESCOLAS DO PENSAMENTO MAÇÔNICO

ESCOLAS DO PENSAMENTO MAÇÔNICO*
Ir.'. Roberto Bondarik**

RESUMO: O presente texto procura demonstrar as diferentes Escolas de Pensamento Maçônicas, e a sua influência nas diferentes concepções e conceitos sobre as origens e as influências recebidas e exercidas pela Ordem Maçônica ao longo da História.

A Ordem Maçônica ou simplesmente Maçonaria[1][1], quer enquanto ordem coletiva, quer através da ação isolada de seus membros, imbuída de valores iluministas, contribuiu para o processo de independência do Brasil e também para o processo de separação da Igreja e do Estado Brasileiro. Contribuiu para o processo a laicização[2][2] deste e da sociedade brasileira do século XIX e também para a difusão e a afirmação das idéias de cunho liberal e libertário.

A Maçonaria teve um papel fundamental e essencial em quase todos os  movimentos de emancipação política e independência de praticamente todo o continente americano, e na luta contra o absolutismo monárquico, surgidos nos séculos XVIII e XIX, época em que o mundo estava passando por grandes e inúmeras transformações políticas e sociais. Nesta época, movimentos como a independência dos Estados Unidos da América, a Revolução Francesa difundiam idéias de liberdade política e emancipação que se disseminavam através de toda a América Espanhola[3][3] e América Portuguesa, ou seja o Brasil (CASTELLANI: 1992, p. 32-34)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

O AGNOSTICISMO E O RITO MODERNO

AGNOSTICISMO E O RITO MODERNO
Irmão André Otávio Assis Muniz
BCARLS XIV de Julho do Rito Moderno
São Paulo - SP

Temos plena consciência de que a trajetória histórica do Rito Moderno não foi linear, mas através de rupturas a partir da grande transformação ocorrida em 1877 que eliminou dos rituais a obrigatoriedade da forma invocativa do Grande Arquiteto do Universo e a Bíblia.

Entre as discussões de 1876 e a votação das reformas de 1877, a maçonaria francesa chegou a algumas conclusões, fruto de um processo de evolução racional no sentido de não admitir sectarismo religioso.

Assim entenderam os constituintes:

terça-feira, 27 de junho de 2017

EGRÉGORA: UM CONCEITO TOTALMENTE ESTRANHO À TRADIÇÃO MAÇÔNICA

EGRÉGORA: UM CONCEITO TOTALMENTE ESTRANHO À TRADIÇÃO MAÇÔNICA
Luciano Rodrigues

Há algum tempo foi introduzido em nossas lojas, um termo que, na minha opinião, é completamente estranho para a Maçonaria. Ele está na fronteira com a superstição e é aplicado com naturalidade, como se o conceito tivesse uma tradição na ordem. Me refiro ao termo e ao conceito de egrégora.

Egrégora parece vir de doutrinas antigas, que os chamados gnósticos aplicavam ao espírito, podendo ser a personalidade de um grupo, de uma família, uma seita, e que neste caso, de uma loja, utilizado com relação a qualidade dos trabalhos, a firmeza de suas ações ou até mesmo a composição dos membros da loja.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

DAR E RECEBER


DAR E RECEBER


Rui Bandeira

Ingressar na maçonaria, juntar-se a uma Loja maçónica não é um ato destinado à obtenção de quaisquer vantagens materiais ou sociais. O ingresso na Maçonaria, a permanência numa Loja maçónica traz benefícios de ordem espiritual, moral, de aperfeiçoamento pessoal, de preenchimento do sentido da vida e plenitude na vivência do tempo que a cada um cabe neste plano da existência.

Dito de outro modo: o ingresso na maçonaria não se destina à obtenção de vantagens materiais ou sociais, prossegue o objetivo de nos ajudar a ser melhores e mais felizes.

A vivência numa Loja maçónica é um contínuo e inesgotável ciclo de troca, de dar e receber. Cada um dá à Loja o que tem de útil para lhe dar e dela recebe aquilo de que ela dispõe, o que recebeu de todos, para fruição e aperfeiçoamento de cada um.