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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 16 de setembro de 2017

TU ÉS UM MAÇOM REGULAR?

TU ÉS UM MAÇOM REGULAR?

Não há essa pergunta em qualquer ritual maçônico da atualidade e em nenhum grau da escalada maçônica. Ao que tudo indica, contudo, essa é a pedra angular das organizações maçônicas voltadas mais para a burocracia do que para o simbolismo e filosofia. É lamentável ver um maçom analfabeto que tenha galgado o grau 33, sem saber qualquer significado de lendas ou personagens tratados na jornada para o ápice da pirâmide e que, de outra banda, arroga-se "regular" e imputa ao outro o anátema de "irregular". Importa saber, antes de mais nada, qual a Loja Simbólica ou Potência/Obediência da qual se está filiado do que avançar o diálogo calcado em conhecimento histórico, simbólico e místico. Assim, o "MAÇOM DE PAPEL" é o primeiro a querer saber da carteira de identificação, do certificado do grau, de atestados, declarações, destinando suas paredes para a exibição. Antes de avançar nessa reflexão, insta questionar o conceito de regularidade. Afinal, o que significa "ser regular?".

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

VITRIOL

V.I.T.R.I.O.L.

Além dos símbolos e frases alegóricas que a Câmara das Reflexões resguarda, é ali colocada uma faixa, em posição sobranceira, contendo as iniciais acima.

De relance, esse grupo de letras dá a impressão errada da designação de uma certa substância venenosa que se lançava sobre alguém para desfigurá-lo, e que os antigos químicos catalogavam como sais hoje conhecidos como sulfatos denominados vitríolos. Na farmacopéia francesa dá justamente “vitriol”, que designa o ácido sulfúrico.

Mas não é nada disso que significam, na realidade, aquelas iniciais. As sete letras é um cômputo das palavras que formam a seguinte frase latina: ‘Visita interiora Terr, retificando que invenies occultum lapid.” Traduzida para o português dá: “visita o interior da Terra, e, retificando, acharás a pedra oculta.” Esta frase constituiu, por tempo impreciso, a divisa dos antigos Rosa-cruzes.

Tão intrigantes letras colocadas no Quarto das Meditações traduzem um convite para uma pesquisa profunda a respeito do “Ego” ou “Eu”, ou melhor ainda, da própria Alma.

Foi propositadamente que se tradicionou que a mencionada faixa ficasse integrada no número dos símbolos e alegorias da citada Câmara, a fim de alertar, no silêncio daquele ambiente, a alma do postulante da iniciação, acerca do aspecto filosófico e da profunda análise da vida.

O iniciado, com o esforço de sua inteligência, tem que buscar o que está escondido debaixo da superfície das aparências enganadoras, para bem cumprir a sua tarefa no Templo.

Visitar o interior da Terra corresponde a pesquisar a Verdade e descobrir os grandes tesouros morais que a mesma Verdade encerra, o verdadeiro interesse da sabedoria.

VIRGILIO PINTO DE A NETO.
M⸫ I⸫ - REAA. - GLMEPB.
Loja Maç⸫ Calixto Nobrega, nº 15.
Sousa - Paraíba.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

SESSÕES BRANCAS

SESSÕES BRANCAS
(Desconheço o autor)

Sessões: Reuniões que os Corpos Maçônicos realizam.

Nos Graus Simbólicos são classificadas de:

Econômicas; Extraordinárias; Magnas, Brancas, etc.

A expressão “Sessão Branca” não se refere à cor da reunião; é sim um erro de interpretação de traduções. 

“Branca” é no sentido de não ter nada, sem detalhes, ou seja, uma Reunião com Maçons e não Maçons onde os aspectos que dão sentido ao Rito não são usados.

Se realizado em um Templo Maçônico, este deve ter seus Mistérios (detalhes) preservados das vistas profanas.

Talvez por exemplos, consigamos ser mais claros:

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

HIPÓLITO E SEU TEMPO

HIPÓLITO E SEU TEMPO
Luz e trevas, estrangeirados e Inquisição
Alberto Dines (*)

Quando tentou desacreditar Hipólito da Costa 60 anos depois da morte deste, Camilo Castelo Branco não se mostrou especialmente perverso nem engajado em missão anti-hipolitana. Além da amargura pessoal que o levaria ao suicídio, exercitava a santa indignação contra uma figura reconhecida e exibia um dos traços singulares da mentalidade lusitana que, por extensão, permeou a brasileira.

Ambos foram anticlericais e liberais, ambos ferrenhos adversários da Inquisição. Mesmo assim, Camilo, que viveu e cresceu longe do terror, deixando uma vasta obra historiográfica e ficcional plena de denúncias, tentou desqualificar a obra daquele que fora vítima e coveiro do Santo Ofício. Buscava transigências para valorizar sua intransigência. Explicações não faltam, todas no âmbito da psicologia. [Camilo Castelo Branco, mais tarde visconde de Corrêa Botelho (1825-90), o mais venerado escritor do seu tempo, romancista, ensaísta, jornalista e historiador, teve vida atribulada e morte trágica. Na vasta camiliana há um engajamento antiinquisitorial visível nos diversos gêneros aos quais se dedicou. Sua obra mais popular foi o romance histórico O judeu (1866), no qual resgatou as desventuras do poeta e comediógrafo brasileiro Antônio José da Silva, garroteado pelo Santo Ofício em 1739. Camilo lançava para o grande público um tema tabu, pouco antes escancarado pelo clássico da historiografia, a História da origem e estabelecimento da Inquisição portuguesa, de Alexandre Herculano (1852). A camiliana ficional sobre a Inquisição é analisada por António Baião em Episódios dramáticos da Inquisição portuguesa (1ª ed. Porto: 1919), vol. 2, pp. 175-245.]

terça-feira, 12 de setembro de 2017

OS DOIS COVEIROS DA MAÇONARIA - PARTE II

OS DOIS COVEIROS DA MAÇONARIA - PARTE II
Ricardo Vidal 

O VAIDOSO ARROGANTE 

(a) Baixa autoestima e complexo de inferioridade 

Nenhum ditador provocou ou vêm provocando tanto dano à Maçonaria quanto o maçom vaidoso, este sapador inveterado, este Cavalo de Tróia que a destrói por dentro, sem o emprego de armas, grilhões, ferros, calabouços, e leis de exceção. Ele é indiscutivelmente o maior inimigo da Maçonaria, o mais nefasto dos impostores, o principal destruidor de lojas. Ele é pior do que todos os falsos maçons reunidos porque se iguala a eles em tudo o que não presta e raramente em alguma virtude. 

Uma característica marcante que se nota neste tipo de maçom, logo ao primeiro contato, é a sua pose de justiceiro e a insistência com que apregoa virtudes e qualidades morais que não possui. Isso salta logo à vista de qualquer um que comece a comparar seus atos com as palavras que saem da sua boca. O que se vê amiúde é ele demonstrar na prática a negação completa daquilo que fala, sobretudo daquilo que difunde como qualidades exemplares do maçom aos Aprendizes e Companheiros, os quais não demora muito a decepcionar. Vaidoso ao extremo, para ele a Maçonaria não passa de uma vitrine que usa para se exibir, de um carro de luxo o qual sonha um dia pilotar. E, quando tem de fato este afã em mente, não se furta em utilizar os meios mais insidiosos para tentar alcançá-lo, a exemplo do que fazem nossos políticos corruptos.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

OS DOIS COVEIROS DA MAÇONARIA - PARTE I

Por Ricardo Vidal

Meus prezados Irmãos!

Meus amados irmãos Aprendizes e Companheiros!

Mais de uma década de rica experiência na Maçonaria, de convívio com pessoas que pensam e agem das mais diversas maneiras; de observação, pesquisa, investigação e busca incessante da verdade, permitiu-me identificar inúmeros tipos de maçons, dois dos quais são altamente deletérios à saúde da nossa sublime instituição, fonte de seus principais problemas: o místico supersticioso e o vaidoso arrogante. Conhecer um pouco da personalidade desses dois impostores, existentes em nosso meio em razoável número, bem como as desordens psicológicas que definem o comportamento anormal e antimaçônico de ambos, é uma boa maneira de proteger-se deles, em especial em situações em que não é fácil ou possível evitá-los.

Estou certo de que o presente trabalho será de grande valia para os irmãos mais novos, sobretudo para aqueles que ingressaram em nossa instituição com a mente cheia de pensamentos honestos e ideais elevados. Servirão também para fazer corar de vergonha aqueles que se enquadram em nossa análise, persuadidos de que estão a salvo dos olhares atentos de irmãos mais esclarecidos.

domingo, 10 de setembro de 2017

AS LOJAS E SEUS RITOS

AS LOJAS E SEUS RITOS
João Anatalino Rodrigues

As Lojas 

O termo Loja, tal qual é empregado na Maçonaria, encerra uma variedade de significados. Tradicionalmente se refere ao conjunto de Irmãos reunidos em assembleia. Isso nos leva a fazer uma distinção entre os termos Loja e Templo, pois enquanto o primeiro se refere ao edifício onde os maçons se reúnem, o segundo identifica a própria reunião dos maçons em si mesma. Destarte, esta ultima pode ser realizada em qualquer lugar que ofereça condições para tanto, não precisando, obrigatoriamente, ser dentro de um Templo. Assim, o termo Loja assume um amplo leque de significados, que resumem a tradição que a assembleia de maçons pretende refletir.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CARTILHA DO MAÇOM

CARTILHA DO MAÇOM
(Desconheço o autor)

1- Conforme compromisso assumido durante as sindicâncias, e no dia da iniciação, estabelecer como prioridade o dia da reunião em loja na semana. 

2- Colocar a roupa adequada sempre aos trabalhos, ou seja, terno escuro, gravata escura, meias e sapatos escuros, balandrau passado, e abotoado na gola. 

3-Sessões aonde profanos fazem parte, ex. Magna Branca, Adoção de Lowtons, Pompa Fúnebre, não é permitido o uso de balandrau. 

4- Balandrau, seu uso, ainda não foi totalmente identificado, em quais sessões, na Literatura Maçônica consta vestimenta usada para fins de urgência, e não de uso habitual. (Nós utilizamos em sessões não Magnas).

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

LONGE VÁ TEMOR SERVIL

LONGE VÁ TEMOR SERVIL
Ou ficar a Pátria livre, ou morrer pelo Brasil.
José Maurício Guimarães

A história da Maçonaria no Brasil, no capítulo que se refere à Independência, revela um conflito mal administrado entre interesses políticos e os objetivos da Ordem. Tudo aconteceu numa espécie de relâmpago - no curto espaço de tempo entre janeiro e outubro de 1822. 

O "dia do Fico" (9 de janeiro) foi uma injeção de ânimo no grupo de maçons contrário aos interesses da dinastia portuguesa. Liderados pelo carioca Joaquim Gonçalves Ledo, esses maçons exigiam um governo liberal sob a égide de uma constituição republicana. Gonçalves Ledo insistia na libertação do Brasil segundo os modelos abraçados pela Maçonaria republicana da Europa e pelo ideário da Revolução Francesa que, desde a queda da monarquia, reavivara o lema iluminista de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

LIVRO DE OURO: COMENTÁRIOS HISTÓRICOS

COMENTÁRIOS HISTÓRICOS SOBRE O LIVRO DE OURO DA MAÇONARIA BRASILEIRA 
Hercule Spoladore
Loja de Pesquisas Maçônicas "Brasil" Londrina - PR

O que vem a ser o Livro de Ouro da Maçonaria Brasileira? 

Nada mais que uma coleção de dezenove atas contidas num livro próprio do Grande Oriente Brasílico, Brasiliano ou Brasiliense conforme vêm grafado as vezes com um destes três nomes, desde a sua fundação em 17/06/1822 até a ultima datada de 11/10/1822, quando daí há alguns dias D. Pedro I mandou o Grande Oriente encerrar seus trabalhos. 

Este livro de atas escapou da devassa que D. Pedro I mandou proceder no Grande Oriente, a partir de 21/10/1822, porque o irmão que exercia o cargo de Grande Secretário de nome Manoel José de Oliveira de codinome Bolívar, capitão do exercito, o escondeu muito bem. E este documento maçônico tão importante para a História da Maçonaria Brasileira, chegou às mãos dos historiadores, após a abdicação de D. Pedro I em 1831, com a reinstalação do Grande Oriente, agora com o nome de Grande Oriente do Brasil ao Vale do Lavradio.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A MAÇONARIA E A SUA ORIGEM COM OS PEDREIROS ANALFABETOS


A Maçonaria e a sua Origem com os Pedreiros Analfabetos
Octavio da Cunha Botelho

Considerações iniciais

O símbolo da Maçonaria
O Dia de São João Batista, apesar de ser mais conhecida pela comemoração dos cristãos, esta data (24 de Junho) é também importante para a história da Maçonaria, pois nela comemora-se o aniversário da reunião entre representantes de quatro lojas maçônicas de Londres, na taberna Goose and Gridiron, para a fundação da Grande Loja de Londres em 24 de Junho de 1717 (Mazet, 1992: 257; Cerinotti, 2004: 14 e Jacob, 2007: 11), depois reformulada como Grande Loja Unificada da Inglaterra em 1813, com a adesão da Loja de York, inicialmente descontente. A escolha desta data para a reunião não foi por acaso, mas em razão da afinidade com este santo cristão, admirado por outras sociedades esotéricas, sobretudo pelos Templários, as quais os maçons da época supunham serem fontes da Maçonaria (Cerinotti, 2004: 109). Mesmo não tendo jurisdição universal, pois a Maçonaria está fragmentada em incontáveis divisões (no Brasil, segue-se mais o Grande Oriente, de origem francesa), a multiplicidade aumenta ainda mais quando se leva em contas as lojas irregulares, este foi um marco importante na história da Maçonaria Moderna.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

TRÊS PERÍODOS

TRÊS PERÍODOS DISTINTOS NO COMPORTAMENTO DAS PESSOAS
(Desconheço o autor)

Recentemente uma professora, que veio da Polônia para o Brasil ainda muito jovem, proferia uma palestra e com muita lucidez trazia pontos importantes para reflexão dos ouvintes.

"Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no comportamento das pessoas", dizia ela.

"O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi de meus pais que era preciso ser. Ser honesta, ser educada, ser digna, ser respeitosa, ser amiga, ser leal."

"Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter. Era preciso ter."

"Ter boa aparência, ter dinheiro, ter status, ter coisas, ter e ter..."

"Na atualidade, estou presenciando a fase do faz de conta."

domingo, 3 de setembro de 2017

O TRABALHO FORA DE LOJA

O TRABALHO FORA DE LOJA: SEGUNDO VIGILANTE
Rui Bandeira  

Ao Segundo Vigilante de uma Loja maçônica compete, além do exercício das funções rituais, a coadjuvação do Venerável Mestre na administração da Loja, em conjunto com o Primeiro Vigilante, e, sobretudo, a superintendência no trabalho e na formação dos Aprendizes. 

Quanto ao seu papel na administração da Loja, se nele falhar ou executar deficientemente, tal implicará uma sobrecarga do Venerável Mestre (que terá de suprir a falta ou a deficiência no auxílio) e, sobretudo uma quebra ou uma deficiência na planificação e execução de longo prazo da atividade da Loja. 

Não é por acaso que, pese embora a Loja delegue a responsabilidade e o poder de decisão no Venerável Mestre, se refira que a administração do grupo recai sobre as "Luzes da Loja", ou seja, no conjunto composto pelo Venerável Mestre e os dois Vigilantes. Porque tendencial - e desejavelmente - estes três Oficiais da Loja cumprem uma linha de sucessão na direção da mesma, a boa cooperação entre esta tríade, independentemente das alterações concretas dos elementos que nela se integram, permite um desenvolvimento harmonioso, a longo prazo, do trabalho da Loja.

sábado, 2 de setembro de 2017

FUNDAMENTOS PARA A INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA MAÇONARIA

FUNDAMENTOS PARA A INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA MAÇONARIA
Françoise Jean de Oliveira Souza*

“Organização, Preceitos e Elementos da Cultura Maçônica: fundamentos para a introdução aos estudos da maçonaria”

Introdução

Nas últimas décadas, a maçonaria tem se tornado objeto de estudo de muitos campos do conhecimento. [1] No campo da história, a emergência de novos trabalhos, nos quais a maçonaria figura como tema principal de pesquisa, apresenta-se como consequência dos avanços obtidos pela renovação da história política. Por longo tempo, a política, sob influência da escola francesa dos Annales, esteve relegada à situação de mero apêndice da História. Criticada por sua superficialidade, a tradicional história política caracterizava-se pela defesa do trinômio: narrativa, crônica e acontecimento, estando aprisionada em uma visão centralizada e institucional do Estado. Contudo, a partir da década de 1970, a política voltou a assumir um lugar de destaque na historiografia ao tomar para si métodos e abordagens oriundos das ciências sociais. Este fenômeno de renovação chamado de “nova história política” permitiu a abertura dos estudos para novos objetos e novos enfoques que, até então, não eram encarados e nem tratados como parte do político. Em meio às inúmeras tendências e variações ocorridas nesse movimento de renovação historiográfica, destacam-se algumas temáticas novas tais como “os poderes, os saberes enquanto poderes, as instituições supostamente não políticas, as práticas discursivas”,[2] bem como o estudo do político a partir das representações e imaginários sociais, das mentalidades, das simbologias e das memórias coletivas.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

JURAMENTO DO APRENDIZ MAÇOM

JURAMENTO DO APRENDIZ MAÇOM
Charles Evaldo Boller
(Cópia do ritual do Apr⸫ Maç⸫ da Muit⸫ Resp⸫ Gr⸫ Loj⸫ do Par⸫)

- Senhor, jurais e prometeis, por vossa livre vontade, por vossa honra e vossa fé, em presença do G⸫ A⸫ D⸫ U⸫ e de todos os MMaç⸫ espalhados pela superfície da Terra, nunca revelar os MMist⸫ da Maçonaria que vos forem confiados senão em LojV regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar quaisquer meios pelos quais possam ser divulgados?

- Eu o juro!

- Jurais e prometeis defender e proteger vossos IIrm⸫ esparsos pelo mundo, em tudo o que puder e for necessário e justo?

- Eu o juro!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

MAÇONARIA PARA NÃO MAÇONS

MAÇONARIA PARA NÃO MAÇONS
(Desconheço o autor)

Esclarecimentos àqueles que se interessam pela Ordem Maçônica, separando-a de tudo aquilo que falsamente lhe tem sido atribuído, mais das vezes com histórias fantásticas contadas por pessoas estranhas a Ordem, envolvendo-a em escândalos inventados, somando ideias que soam aos ouvidos dos incautos como sendo entidade antirreligiosa que pratica forma de atrocidades, etc. O nosso objetivo é proporcionar esclarecimentos para uma visão da origem e dos propósitos da Ordem sem necessidade de opiniões alheias, e se realmente é o caminho que tem procurado para realizar-se como homem cumpridor dos deveres para com Deus, Pátria e a Família. 

A Fraternidade Maçônica é a mais antiga irmandade e a mais conhecida em todo o mundo.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

AS VELAS NA MAÇONARIA

AS VELAS NA MAÇONARIA
Sérgio Quirino Guimarães

Um dos propósitos da Expedição a Portugal além das visitas e intercâmbios com Irmãos Lusitanos foi disponibilizar aos integrantes materiais para que os mesmos desenvolvessem Pranchas de Arquitetura e apresentassem em suas Lojas, ocupando o Quarto de Hora de Estudo, afinal todos nós somos responsáveis pela qualidade dos trabalhos das Oficinas. 

Na visita a Biblioteca do Grande Oriente Lusitano, tiveram acesso a documentos e livros raros, no Museu Maçônico, permitiram até que eles tirassem fotos e também tiveram a oportunidade de comprar livros maçônicos. Sem contar que foram agraciados pelo Irmão António Lopes com exemplares do seu livro “A Maçonaria Portuguesa e os Açores”. Nesta oportunidade tive contato com a Revista Grêmio Lusitano, que na verdade pela qualidade gráfica e de conteúdo, esta mais para um livro do que uma revista são 96 páginas de beleza e cultura únicas. Foi justamente no exemplar de número 15 que encontrei o mais perfeito trabalho sobre as Velas na Maçonaria, o autor é o Irmão Manuel Pinto dos Santos.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

ALEIJADINHO, UM MAÇOM?

ALEIJADINHO, UM MAÇOM?
Ir∴ Cristiano Roberto Scali

I – Introdução

O presente trabalho tem como objetivo mostrar um pouco da vida de um dos mais destacados artistas (escultor, pintor e arquiteto) brasileiro.

Pretende, ainda, levantar dados sobre ter sido ou não o Aleijadinho um Maçom, sendo que à época em que o mesmo viveu, era uma época em que a Igreja Católica ditava as regra no País e, como acontece até nos dias de hoje, a Maçonaria, apesar de um grande abrandamento, sofre restrições por parte da Igreja.

Por tal motivo, não existem dados concretos, como veremos adiante, de ter sido ou não, um Maçom.

II – Biografia do Aleijadinho

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

EU TENHO UM SONHO


EU TENHO UM SONHO 
Martin Luther King, Jr.
28 de agosto de 1963 Washington, D.C.

Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de Independência, estavam assinando uma nota promissória de que todo norte americano seria herdeiro. Esta nota foi a promessa de que todos os homens, sim, homens negros assim como homens brancos, teriam garantidos os inalienáveis direitos à vida, liberdade e busca de felicidade.

sábado, 26 de agosto de 2017

CARGOS DE LOJA - MESTRE DE CERIMÔNIAS

CARGOS DE LOJA - MESTRE DE CERIMÔNIAS

No texto sobre o mandato do terceiro Venerável Mestre, fiz, a dado passo, referência ao ofício de Mestre de Cerimônias. Tendo sempre presente que este blog se destina a ser lido por maçons e por não maçons, este é um bom pretexto para descrever mais um dos ofícios da Loja, após já ter feito referência aos de Venerável Mestre e de Vigilantes.

O ofício de Mestre de Cerimônias existe no Rito Escocês Antigo e Aceite (aquele que é praticado na Loja Mestre Affonso Domingues) e bem pode ser exercido por um mudo. Com efeito, não me recordo de existir uma única fala especificamente do Mestre de Cerimônias em qualquer das cerimônias rituais deste rito. Toda a atividade deste Oficial se faz pelo movimento e pelos gestos. No entanto, este ofício é um dos mais importantes do mencionado rito!