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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

ÉTICA E MAÇONARIA

ÉTICA E MAÇONARIA
Carlos Antônio Porto de Sousa*

SUMÁRIO - O presente artigo tem por objetivo trazer à luz da Maçonaria o debate sobre a Ética, levantando questões pertinentes ao dia-a-dia do maçom em seu ambiente maçônico, familiar e profissional. Definindo ética, ética e maçonaria, seus limites. Apontando valores sociais a serem cultivados e estratégias para uma conduta ética.
“Depois de falarmos das virtudes, das formas de amizade e das várias espécies de prazer, resta-nos discutir em linhas gerais a natureza da felicidade, já que afirmamos que ela é o fim da natureza humana.” – Aristóteles, em Ética a Nicômaco.
INTRODUÇÃO

Não é minha pretensão apresentar respostas sobre a ética e a maçonaria, mas sim abrir uma linha de estudo e debate para que possamos encontrar um caminho na presente ordem mundial e diante das necessidades que exigem que nos adequemos a um mundo que não tem mais ‘fronteiras’, que está sempre perguntando quem somos nós e qual o nosso papel e participação nesta nova ordem.

O presente texto é o resultado de minhas leituras sobre ética numa perspectiva atual, através dos paradigmas de um mundo globalizado, que exige nos adequarmos a ele se quisermos contribuir para a construção de um mundo melhor.

A Maçonaria, Ordem espalhada no mundo seguindo leis e costumes tradicionais sobrevive, assim, obedecendo aos limites de suas Normas, Constituições, Regulamentos, Regimentos, Landmarks. O mais importante é que estes limites estipulam legalmente o que é e o que não é Maçonaria. Qualquer coisa fora desses postulados descaracteriza a Ordem. Dessa forma, cresce sem governo central ou mundial, mas pura e limpa. Não obstante, pelas questões da supremacia do domínio, existem correntes que se proclamam provedoras únicas de patentes concessoras do direito de existir, conceder e reconhecer existências. Criam-se os blocos e cercam-se em si num obscuro relacionamento reservado e exclusivista. Mas, o que tem a ver a ética com isso? Como a ética pode ser trabalhada na maçonaria? A maçonaria é uma instituição ética? Como a maçonaria pode influenciar os cidadãos para a construção de uma sociedade mais justa e ética?

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

ANÚNCIO DO PRODUTO DO TRONCO

Em 22/08/2019 o Respeitável Irmão Roberto Natulini Filho, Loja Miguel Abrão Ajuz Neto, 3.084, REAA, GOB-PR, Oriente de Ponta Grossa, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão.

ANÚNCIO DO PRODUTO DO TRONCO

Na conferência do Tronco, o Venerável Mestre é obrigado a prosseguir com a sessão ou ele pode aguardar a conferência do Tronco?

Caso ele não seja obrigado a dar prosseguimento a sessão e assim tenha a faculdade de aguardar a conferência, como o Irmão Tesoureiro deve proceder?

Pelo ritual penso que como o Venerável Mestre já solicitou a conferência, está implícito que ele quer saber a arrecadação para anunciar, assim, pelo próprio Venerável Mestre a palavra já estaria concedida ao Irmão Tesoureiro apenas para o anúncio; assim, inclusive, é a sequência do ritual. Desta forma, acredito que o Tesoureiro se levanta, cumprimenta protocolarmente e anuncia a apuração do óbolo dos Irmãos? Ou existe outra forma de o Irmão Tesoureiro proceder nesta situação já que é aguardado o anúncio?

COMENTÁRIOS;

ACOMPANHANDO A CIRCULAÇÃO DA BOLSA

Em 22/08/2019 o Respeitável Irmão Marcio Teixeira Costa, Loja Luzes de Iguabinha, 3.073, REAA, GOB-RJ, Oriente de Araruama, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a questão seguinte:

ACOMPANHANDO A CIRCULAÇÃO DA BOLSA

Pode um Aprendiz ou um Companheiro, a título de instrução, fazer a coleta portando o Saco de Propostas e Informações ou o Saco para o Tronco de Beneficência acompanhado pelo respectivo Mestre ocupante do cargo?

Recentemente, em visita a uma Loja, observei que o Aprendiz fez a circulação do Saco de Propostas e Informações acompanhado pelo Mestre de Cerimônias.

CONSIDERAÇÕES:

Absolutamente não! Nem por aprendizado, pois o trajeto prevê ingresso no Oriente da Loja.

Iniciaticamente, nem Aprendizes e nem Companheiros têm acesso ao Oriente em Loja aberta. Nele só ingressam Mestres – aqueles que alcançaram a plenitude maçônica. Assim, é inconcebível levar "junto" um Aprendiz ou um Companheiro como acompanhante no trajeto da circulação da Bolsa.

É mesmo inacreditável que cheguem a inventar esse tipo de procedimento. Ora, tanto Aprendizes como Companheiros podem perfeitamente aprender, se esse for o caso, observando o percurso do seu lugar, ou mesmo lendo o ritual, agora, acompanhar o oficial no trajeto, nunca.

Dada à questão iniciática, alegoricamente cada grau simbólico sugere ser um ciclo da vida, devendo assim o iniciado percorrer a jornada conforme a sua etapa. A não observação desse conceito doutrinário simplesmente elimina a liturgia do grau. Nesse sentido, pelo que parece, alguns realmente ainda não sabem o que estão fazendo em Loja.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 28/11/2019

ESTANDARTE DA LOJA

Em 18/08/2019 o Respeitável Irmão Josélio Carvalho, Loja Libertas Quae Sera Tamen, 1.180, REAA, GOB-MG, sem mencionar o nome do Oriente, Estado de Minas Gerais, apresenta a seguinte questão:

ESTANDARTE DA LOJA

Minha dúvida é a respeito dos estandartes das lojas simbólicas do GOB:

1. Há obrigatoriedade de ser confeccionado em alguma cor específica ou pode ser em qualquer uma?

2. 2. Há algum símbolo obrigatório? Há algum proibido?

3. 3. Há algum 'dizer' obrigatório? Há algum proibido?

Em resumo, o que é obrigatório, permitido, tolerado ou proibido na confecção de um estandarte.

Pelo fato de o estandarte ter que passar por sagração, acredito que deva ter regras para sua confecção.

Agradecemos a você por compartilhar seus conhecimentos conosco.

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

CUIDADO COM O TEMPLO

1º - Um fato muito interessante e que pode ser observado por todos os irmãos, não há cesto de lixo no interior do Templo. 

2º - Foi constatado que no "Mar de Bronze" havia inúmeros papéis, invólucros de balas e bombons, cascas de amendoim... e outros. 

3º - Sob os altares dos IIr. Vig. também foram encontrados "lixos" semelhantes ao do "Mar de Bronze". 

4º - Clamo aos queridos manos para que guardem consigo os papéis de balas e bombons e quando saírem do templo joguem no lugar adequado. 

5º - Nosso "Templo é Sagrado" merece respeito e cabe a cada um de nós zelarmos para que a limpeza do mesmo seja Perfeita. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

EL JURAMENTO

EL JURAMENTO
Carlos Emilio Maurin Fernández. 

Hablar sobre el tema cuyo nombre encabeza estas líneas sería tratar una cuestión tan extensa que tendríamos para ello que ocupar varias carillas a fin de tocar todas las aristas que ello involucra a fin de llegar a una conclusión más o menos definitiva. En consecuencia, vamos a exponer, aun cuando más no sea a grandes rasgos, lo que sobre este tema hemos tenido oportunidad de leer y experimentar en la vida profana. De acuerdo al Diccionario éste señala que: Juramento, en el ámbito del Derecho Constitucional, es una forma solemne y pública de garantizar su observancia y respeto. El juramento tiene un indudable significado religioso, pues lo que significa en puridad es tomar a Dios por testigo de la veracidad de lo que se jura. Por razones de libertad de conciencia, los cargos públicos que al tomar posesión han de prestar juramento a la Constitución y las leyes pueden optar por la fórmula de la promesa. 

En el ámbito de un procedimiento judicial, se denomina juramento necesario al que requiere el juez porque una ley así lo exige, y juramento judicial al que se exige a la otra parte. Cuando el que confiesa lo ha hecho contra su propio interés, ello no significa que lo confesado ya quede probado como cierto con un carácter definitivo. Tan sólo se tratará de una prueba más, que deberá ser apreciada como tal por el juez, junto con las realizadas por los testigos, los peritos y otros convocados ante el tribunal. En cuanto a las declaraciones que favorecen al que juró sobre su veracidad, cabe decir lo mismo (tal vez con mayor razón). Se llama entonces juramento indecisorio. Pero si quien propuso la prueba de confesión pidió juramento decisorio, se habrá de estimar con el mismo valor tanto aquello que sea perjudicial para el que confesara como lo que sea beneficioso para él. Al haberse solicitado juramento decisorio, la parte que propone la prueba acepta el valor del juramento, tanto si le beneficia como si le perjudica.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

VIGILANTES E A COMISSÃO DE INSTRUÇÃO E GRAUS

Em 17/08/2019 o Respeitável Irmão Marcelo Gass, Loja Tríplice Aliança, 3.277, REAA, GOB-PR, Oriente de Toledo, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão.

COMISSÃO ADMISSÃO E GRAUS

Faz parte do nosso REGIMENTO INTERNO, que os Irmãos Aprendizes para terem aumento de salário, precisam apresentar 3 peças de arquiteturas. O Segundo Vigilante, que é o responsável pela instrução do Aprendiz, passa os temas das peças que serão apresentadas durante o período que o mesmo ficará na Coluna do Norte. Depois que o Irmão apresentou as 3 peças, em um determinado dia é feito a sabatina conforme o RGF.

Minha questão é a seguinte: A Comissão de Admissão e Graus, deve antes do Irmão Aprendiz apresentar sua peça, dar seu parecer sobre a mesma? 

Isso não tira do Vigilante "autoridade" dele ser o responsável pela instrução do Irmão, já que a Comissão é quem irá dar seu parecer sobre a peça, e também decidir pela aprovação do seu aumento de salário?

CONSIDERAÇÕES:

O PRIMEIRO VIGILANTE FECHA A LOJA. POR QUÊ?

Em 15/08/2019 o Respeitável Irmão Elierto da Silva Carvalho, Loja Acácia, 0177, REAA, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, formula a seguinte pergunta:

PRIMEIRO VIGIANTE FECHA A LOJA

Nos Rituais de Aprendiz Maçom e Companheiro Maçom, quando da abertura da Sessão, o Venerável Mestre declara que a Loja está aberta no Grau de Aprendiz Maçom ou de Companheiro Maçom, mas no encerramento o 1º Vigilante declara que está fechada a Loja de Aprendizes Maçons ou de Companheiros Maçons. Poderia esclarecer o porquê?

CONSIDERAÇÕES:

PROCESSO DE ADMISSÃO - ESCRUTÍNIO SECRETO

Em 15/08/2019 o Respeitável Irmão Marcos Antonio Rios Cruz, Loja Independência e Luz, 301, REAA, GOB-RJ, Oriente de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

PROCESSO DE ADMISSÃO:

Por que o Escrutínio Secreto do candidato não pode ser realizado assim que encerramos as prévias. Em minha Loja temos o costume de fazermos três prévias para colhermos o maior número de informações possíveis do candidato. Acho muito desagradável o candidato saber que foi indicado, pois, receberá a Proposta de Iniciação e dará andamento em documentações e certidões obrigatórias. Tal questionamento que faço é devido o candidato ter gastos com certidões, vestuário, calçados, etc. Fazendo o Escrutínio Secreto logo após as prévias, evitamos situações desagradáveis com o profano, em caso de recusa, pois, infelizmente temos Irmãos que não se manifestam em prévias e manifestam-se em escrutínios.

CONSIDERAÇÕES:

INICIAÇÃO

INICIAÇÃO 
Jorge Levi Salles Pereira, 33º 

Iniciação origina-se da palavra latina initia, na acepção de adquirir os primeiros  rudimentos de uma ciência. 

Inúmeros e antigos são os processos iniciáticos e temos que ter consciência de que outras escolas de iniciação esotérica existem, além da Ordem Maçônica, Rosa Cruz, Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, Ordem Martinista, etc. 

O Ato Iniciático é contribuição da Ordem para que se tenha uma sociedade mais  justa, com mais amor, mais humildade, mais tolerância, enfim, que exercite realmente os bons sentimentos. 

A Iniciação aos nossos Mistérios é uma tradição antiga, sagrada, tanto para aqueles que chegavam quanto para os que os receberiam. Existia um fator importantíssimo que envolvia tal momento: o Respeito.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

REAA - OCUPAÇÃO DO ORIENTE POR AUTORIDADES

Em 13.08.2019 o Respeitável Irmão Carlos Antonio de Oliveira da Silva, Loja Humanidade e Progresso, 3.623, REAA, GOB-PE, Oriente de Caruaru, Estado de Pernambuco, solicita o seguinte esclarecimento.

OCUPAÇÃO DO ORIENTE POR AUTORIDADES.

Em todas as sessões ordinárias, se a loja entrar ritualisticamente, os irmãos do quadro que são detentores de títulos (benemérito, grande benemérito, estrela da distinção,...) devem entrar com formalidades, ou poderão entrar em família e terem assento no oriente, (mesmo os que não são M\I\), ou só vão para o oriente os Irmãos visitantes, (autoridades, M\I\, detentores de títulos e recompensas).

CONSIDERAÇÕES:

OCUPAÇÃO DO ORIENTE POR DETENTORES DE TÍTULOS DE RECOMPENSA

Em 13/08/2019 o Respeitável Irmão Carlos de Oliveira, Loja Humanidade e Progresso, 3.623, REAA, GOB-PE, Oriente de Caruaru, Estado de Pernambuco, solicita esclarecimentos.

DETENTOR DE TÍTULO

Na Loja surgiu uma dúvida ritualística, após um questionamento de um irmão: um irmão da loja, que seja detentor de título de benemérito, grande benemérito ou outros, em não sendo Mestre Maçom, terá este assento no Oriente junto às autoridades.

CONSIDERAÇÕES:

Não é de minha expertise comentar assuntos relacionados a regimentos de recompensa, títulos e afins, até porque tenho minha opinião particular a esse respeito.

O que eu posso lhe adiantar é que sob o aspecto da liturgia do REAA, seguindo a tradição da sua senda iniciática, não se admite outros que não Mestres Maçons no Oriente de uma Loja aberta. Então, por uma questão lógica, não.

Aliás, é de se estranhar, na minha modesta opinião, a possibilidade de que alguém que não tenha atingido a plenitude maçônica (Exaltação ao 3º Grau) possa ser condecorado sob essas instâncias. Recomendo-o a perscrutar se isso é possível no Regimento de Recompensas do Grande Oriente do Brasil.

Assim, como esse não é um tema pelo qual dou preferência, só posso lhe responder, como ritualista, que no Oriente ingressam apenas iniciados portadores do grau de Mestre Maçom. Entenda-se que nos propósitos iniciáticos da Maçonaria, a Grande Iniciação se dá apenas após ter sido concluída pelo iniciado toda a sua jornada pelo Ocidente, do topo do Norte ao topo do Sul. Certamente isso só se dará quando ele de fato estiver apto para receber a chave para ingressar no lugar da Luz. Para o maçom, aplausos, medalhas e recompensas somente devem vir se ele comprovadamente merecer e depois de ter ele alcançado a plenitude maçônica.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 26/11/2019

SAUDAÇÃO

Em 16/11/2019 no 1º Encontro de Orientação Ritualística do Centro Sul Fluminense, realizado no Oriente de Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, o Respeitável Irmão João Carlos de Carvalho Almeida, Loja Caminho da Luz, 2.635, REAA, GOB-RJ, Oriente de Seropédica, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

SAUDAÇÃO

Qual é a forma correta e local de saudação ao ingressar e deixar o Oriente?

CONSIDERAÇÕES:

No REAA, conforme especificam as orientações dispostas no GOB RITUALÍSTICA em http://ritualistica.gob.org.br/ o obreiro em deslocamento, ao ingressar no Oriente faz o Sinal de Ordem do Grau ao Venerável Mestre. A entrada no recinto se dá pelo lado Nordeste do acesso (mesmo lado do Orador). Assim que o protagonista ingressar, tendo como referência a balaustrada a sua esquerda, ele para, compõe o Sina do Grau correspondente e imediatamente o desfaz em saudação pelo Sin∴ Pen∴. Ato seguinte, sem voltar ao Sinal de Ordem, prossegue no seu deslocamento. Em síntese a saudação acontece assim que ele atingir o nível do Oriente na linha da balaustrada.

Em retirada, o protagonista, agora pelo lado Sudeste (mesmo lado do Secretário), antes de descer, tendo como referência a balaustrada à sua direita, volta-se para o Venerável Mestre e o saúda do mesmo modo que fizera quando do seu ingresso. Feita a saudação, sem retomar o Sinal, retira-se do Oriente em direção à Coluna do Sul. Sintetizando, faz a saudação imediatamente antes de descer do Oriente para o Ocidente, isto é, na linha da balaustrada.

Destaca-se ainda que se o obreiro estiver portando um objeto de trabalho ele simplesmente faz uma parada rápida e formal (não se faz Sinal com o objeto de trabalho). Durante a parada não há inclinação com o corço e nem meneios com a cabeça. Durante a parada mantém-se o corpo ereto.

Dando por concluído, reitero que essas saudações são feitas nessa oportunidade apenas e tão somente ao Venerável Mestre (página 42 do Ritual de Aprendiz). Durante o trânsito pelo Oriente, do Nordeste para o Sudeste do espaço, não há nenhuma saudação quando se passa pelo do Alt∴ dos JJur∴.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 25/11/2019

O CÍRCULO DA LOJA

O CÍRCULO DA LOJA

Introdução

Esse trabalho tem o intuito de transmitir aos irmãos as nossas percepções sobre um interessante trecho 6ª sessão da Prelação do Primeiro Grau que, certamente, nos leva a uma reflexão profunda sobre seus simbolismo e significado.

É ele: “Em toda Loja regular, constituída, há um ponto no interior de um circulo e que os Irmãos, ali colocados não podem entrar. Esse círculo é limitado; entre Norte e Sul por duas grandes linhas paralelas, representativas de Moisés e do Rei Salomão. Na sua parte superior fica o Livro das Leis Sagradas, como base da Escada de Jacó, cujo topo alcança os Céus; e desde que sejamos versados naquele Livro Sagrado, e professemos as doutrinas nele contidas, como fizeram aquelas paralelas, ele nos conduzirá àquele que não nos falhará, bem como não nos decepcionará. Caminhando ao redor desse circulo, tocaremos necessariamente em ambas as paralelas e no Livro Sagrado; e enquanto um Maçom conseguir manter-se assim, circunscrito, não poderá jamais incidir em erro”.
Em primeiro lugar, expomos aqui uma breve pesquisa sobre quatro assuntos tratados neste treco: Moisés e o Rei Salomão, como as linhas paralelas, e o Livro das Leis Sagradas e a Escada de Jacó, como o ponto superior do círculo. Logo após, compartilhamos nossos entendimentos e impressões.

domingo, 1 de dezembro de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Joel nos enviou esta linda foto:

Magnífica descoberta na igreja do Claustro de Saint Thégonnec (Bretanha, Finisterra Norte), bela arquitetura que reflete um passado rico, infelizmente hoje abandonado.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, perceber que está construindo um objeto ou uma decoração ou alvenaria maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

REAA E SUA RELAÇÃO COM A ASTRONOMIA

Em 12/08/2019 o Respeitável Irmão José Roberto D’Ambrozo, Loja Liberdade e Trabalho, 2.242, REAA, GOSP, Oriente de Piracicaba, Estado de São Paulo, apresenta a questão que segue:

REAA E SUA RELAÇÃO COM A ASTRONOMIA

Fui "fisgado" por assuntos astronômicos aos nove anos. Hoje beiro os 72 anos.

Pertenci à Associação dos Astrônomos Amadores de Piracicaba. Graças a essa Associação, Piracicaba conta com um Observatório Astronômico, muito ativo por sinal, dirigido pelo Astrônomo profissional, o Sr. Nelson Travinick. Ele administra aquele espaço cultural com muita dedicação. Nesse mês de julho, montou atrativa exposição para comemorar os 50 anos da ida do homem à Lua. Foi um sucesso!!!

É importante ressaltar a importância da conquista do espaço, pois tudo o que se descobre para subir, tem como efeito colateral a descida de tecnologia que beneficia a humanidade em todas áreas.

Mas, gostaria de sua sempre bem vinda opinião sobre as considerações abaixo.

POSTURA EM LOJA

Em 16/11/2019 no 1º Encontro de Orientação Ritualística do Centro Sul Fluminense, realizado no Oriente de Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, o Respeitável Irmão Henrique Almeida Carneiro, sem mencionar o nome da Loja, REAA, GOB-RJ, apresentou a seguinte questão:

POSTURA EM LOJA

Existe postura recomentada para se estar sentado? 

É proibido cruzar as pernas e/ou braços?

COMENTÁRIOS:

A questão não é a de proibir alguma coisa, porém o de recomendar, nesse caso, uma postura condizente com o ambiente da Loja. Sem exageros, o Maçom deve, quando sentado, manter uma postura de sobriedade e respeito. Assim, recomenda-se que posições em desmazelo são inapropriadas num ambiente que representa trabalho intelectual para o aperfeiçoamento do ser humano. Não ficaria bem um obreiro displicentemente "cruzar as pernas" em Loja aberta, por exemplo.

O recomendável é que sentado ele mantenha as suas plantas dos pés por inteiras no chão, joelhos dobrados, corpo em sobriedade (sem se escarrapachar), mantendo as mãos sobre o Avental ou sobre os respectivos joelhos. Mas como dito, sem exageros ao ponto de se parecer com um elemento petrificado, ou uma religiosa "Filha de Maria" (pés e joelhos unidos).

Já em pé, fala-se em se estando à Ordem e isso é recomendável para manter o Maçom em postura correta, lembrando que pelo desconforto de se sustentar uma posição em Sinal de Ordem, evita-se que elementos tagarelas e providos de discursos rançosos professem suas falas intermináveis. Pelo molesto de se sustentar essa posição também é provável que se evitem pronunciamentos repetitivos dos que se levantam para concordar com o que já fora falado repetindo tudo novamente. Assim, o Venerável não deve aleatoriamente ficar dispensando o Sinal para se falar à vontade. A questão é usar sempre o bom senso aplicando-o à real necessidade da ocasião. O Irmão Secretário certamente agradecerá.

Se o obreiro for autorizado a falar à vontade então que ele se coloque respeitosamente, mantendo o corpo ereto e as mãos cruzadas às costas ou sobre o Avental. Falar à vontade não significa falar em demasia. 

Cabe ao Maçom lembrar que o primeiro Trivium das Sete Artes e Ciências Liberais traz a Gramática, a Retórica e a Lógica como lições imprescindíveis para o aprendizado humano. Desse modo aprende-se que das teses e antíteses resultam as sínteses. Assim um Maçom ao usar da palavra deve ser conciso, objetivo e responsável e aplicado na sua fala, inclusive mantendo postura adequada.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 25/11/2019

POSIÇÃO PARA O CANTO DO HINO

Em 16/11/2019 no 1º Encontro de Orientação Ritualística do Centro Sul Fluminense, realizado no Oriente de Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, o Respeitável Irmão Dirceu M. de Alvarenga Menezes Jr., Loja Regente Feijó II, REAA, GOB-RJ, Oriente de Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

POSIÇÃO PARA O CANTO DO HINO

Qual é o posicionamento do maçom durante a execução do Hino Nacional, em reunião coberta, restrita a maçons? Em pé, à Ordem, canta?

CONSIDERAÇÕES:

Independente de se a sessão é restrita para maçons ou não, o Art. 5º do Decreto 1476/2016 do GOB, que dispõe sobre o cerimonial para a Bandeira Nacional, prevê o seguinte: 

Art. 5º - Durante a execução do Hino Nacional fica-se em pé, ereto, braços estendidos ao logo do corpo, sem cobertura, não sendo admitida outra postura (o grifo no original.

Creio que o texto por si responde à primeira parte da sua questão.

Quanto à segunda parte, tanto o Hino Nacional como o à Bandeira, são cantados em conjunto com a execução providenciada pela Coluna de Harmonia. O Hino Nacional deve ser cantado inteiro, enquanto que para o à Bandeira recomenda-se a só a primeira e a última estrofe. 

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 24/11/2019

PÍLULAS MAÇÔNICAS

CORES NA MAÇONARIA

O estudo do significado das cores, na Maçonaria, é de vital importância pois permite facilidades e melhor entendimento no estudo do Simbolismo. Elas figuram e estão presentes em todos os Ritos e em todos os Graus. É muito importante que se estude, também, o simbolismo das cores para que possamos entender o seu significado nos nossos paramentos, painéis e estandartes. Na natureza, o “Arco Iris” formado pelas gotículas de água refletindo a luz solar tem as seguintes cores (de dentro para fora): violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho.

No Rito Escoces Antigo e Aceito percebemos que há uma estreita ligação entre suas cores usadas e o que está descrito acima. Assim, nesse Rito, que é composto de 33 Graus, o mesmo é dividido em cinco secções. Nelas é que aparecem as definições das cores na Maçonaria, conforme descrito abaixo:
  • A “Maçonaria Azul” compreende os Graus Simbólicos, ou seja, Aprendiz, Companheiro e Mestre.
  • A “Maçonaria Verde” que refere-se às Lojas de Perfeição, que compreende os grau do 4 ao 14.
  • A “Maçonaria Vermelha” que refere-se às Lojas Capitulares (Capítulos Rosa-Cruz), que compreende os grau do 15 ao 18.
  • A “Maçonaria Negra” que refere-se às Lojas do Conselho Kadosh, que compreende os grau do 19 ao 30.
  • A “Maçonaria Branca” que que refere-se às Lojas do Consistório e Supremo Conselho, que compreende os graus do 30 ao 33.
De acordo com Mestre Nicola Aslan, em seu Dicionário Enciclopédico, temos:
  • AZUL: é simbolicamente, na Maçonaria, a cor do céu no seu infinito, como infinita deve ser a tolerãncia condicionada nas atitudes dos Maçons nos tres primeiros graus – Aprendiz, Companheiro e Mestre.
  • VERDE: essa cor simboliza, precisamente, a transição, a passagem da “pedra cúbica” para a “pedra polida”. Esse polimento é a abertura da mente do Mestre para novos e surpreendentes conhecimentos.
  • VERMELHO: é a cor do elemento fogo. É a cor do sacrificio e do ardor que deve animar o comportamento dos Rosa-Cruzes.
  • PRETA: é a cor do luto e da tristeza que atormentam o Iniciado quando acredita que o seu desejo de excelsitude, o seu sacrifício e o seu ardor têm sido vãos.
  • BRANCA: é a cor que simboliza a paz e a serenidade do Iniciado que alcançou a plenitude da Iniciação, quando desenvolveu em si a espiritualidade pura, livre de toda sentimentalidade.
Infelizmente, é comum se ouvir em trabalhos de Mestres, sobre “Maçonaria Azul” e “Maçonaria Vermelha” informando que a vertente da Maçonaria oriunda da França, com tendências revolucionárias, é a “Maçonaria Vermelha” e a vertente mais conservadora, mais comportada, oriunda da Inglaterra, é a “Maçonaria Azul”. Entretanto, essas afirmativas não encontram respaldo dos historiadores maçônicos, sérios.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

EVOLUCIÓN DE LA MASONERÍA EN EL SIGLO XXI

EVOLUCIÓN DE LA MASONERÍA EN EL SIGLO XXI
(La Masonería anglosajona - Crisis de un modelo agotado)

En este artículo se analiza la situación de crisis que afecta desde hace varios años a la masonería de la regularidad anglosajona, especialmente allí donde fue más importante, en los Estados Unidos y en la propia Inglaterra.

Según León Zeldis, Gran Comendador del Supremo Consejo del Rito Escocés del Estado de Israel, y Gran Maestro Adjunto de la Gran Logia de este país, en su artículo “Presencia y Evolución de la Masonería en el Siglo XXI”, es un hecho incontestable que el envejecimiento y la disminución del número de miembros de estas Obediencias, junto con las divisiones y fragmentaciones parecen ser cada vez mayores.

Para Zeldis, las causas no son generalizables a los distintos países ya que las Grandes Logias se diferencian no sólo en sus Constituciones y rituales, sino también en su historia y tradición, y en el entorno social donde se encuentran. Sin embargo el problema se da en varios países, especialmente en los de habla inglesa, aunque en Alemania el número de masones ha descendido también considerablemente.

Algunas de las razones que este importante miembro de la masonería de la regularidad anglosajona aduce son: