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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quinta-feira, 13 de junho de 2019

CONCEITO DE LOJA E OFICINA

CONCEITO DE LOJA E OFICINA
(Desconheço o autor)

É muito comum se ouvir entre os IIr∴ “Você vai na loja hoje?” , “Ontem em loja tratamos sobre determinado assunto ...”. E a expressão Oficina não é tão circulada aqui entre nós pelo que percebo. É bastante comum quando um visitante está presente e pronuncia-se utilizando este termo. Rigorosamente, Templo, Loja e Oficina têm, dentro da simbologia maçônica, significados completamente diferentes, que devem ser perfeitamente conhecidos por todos os irmãos.

O vocábulo “Templo” tem para nós um significado de coisa concreta,material. Quando dizemos Templo Maçônico, referimo-nos ao edifício ou parte dele, no qual funciona uma Loja ou Oficina.

À luz do rigor maçônico, “Oficina” é termo genérico, designativo de qualquer agremiação ou assembleia maçônica em seu círculo de trabalho. “Loja” é o vocábulo que deve ser utilizado para designar determinadas agremiações de maçons, como no simbolismo e em alguns casos do filosofismo (por exemplo, as Lojas de Perfeição).

Ainda pode-se afirmar que Loja é uma Oficina em trabalho litúrgico, razão pela qual um profano pode ver o Templo e a Oficina (festas brancas, por exemplo), mas não pode ver uma Loja.

A Oficina pode reunir-se a descoberto para resolver assuntos administrativos, prestar homenagens, festejar efemérides, etc.; a Loja só pode instalar seus trabalhos a coberto.

As assembleias dos Maçons dos diferentes graus, em memória das associações dos primeiros Maçons operativos, costumam ser chamadas de "Oficinas". Os autores maçons ainda discutem a respeito das designações respectivas de "Templo" e de "Loja". Para uns, a Loja é o próprio Templo; para outros, ele é apenas um grupo de Maçons; para outros, ainda, a Loja só existe quando os Maçons estão reunidos, deixando de existir em seguida.

Estando o Templo coberto, sendo todos os presentes maçons e estando regularmente constituída é que a Loja pode dar início aos seus trabalhos, invocando o auxílio do Grande Arquiteto do Universo.

Transforma-se, pois, a Oficina em Loja Maçônica e, a partir desse momento, passam a ser desenvolvidos os trabalhos litúrgicos.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

CALENDÁRIO

CALENDÁRIO
(republicação)

Em 01.10.2014 o Respeitável Irmão Gutemberg Ribeiro, sem declinar o nome da Loja, REAA, Grande Loja do Paraná, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, solicita esclarecimento para o assunto que segue:
gutalvar@ig.com.br

Calendário Maçônico

Teria algum texto sobre o calendário maçônico? O porquê das divergências - POTENCIAS - 4000 ou 3760 somado ao ano cristão, do calendário dito gregoriano.

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

EXPEDIENTE 

1º - Irmão Secretário tem algum expediente para ser lido? 

2º - Sim Ven. Mestre, carta do G∴A∴D∴U∴, diz o seguinte:
 
3º - Eu não resolvo problema de ninguém, limito-me a dar todas as ferramentas necessárias e meios para resolverem. 

4º - Já disponibilizei todos os caminhos para alcançarem a paz e felicidade, dei a todos, os dons requeridos para isso. 

5º - "Eu Sou" o espírito que pulsa dentro do vosso coração. Em toda parte estou e também em todos os corações Eu pulso. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 11 de junho de 2019

TERCEIRA VIAGEM - O LUGAR DA PURIFICAÇÃO PELAS CHAMAS

Em 08/02/2019 o Respeitável Irmão José Roberto D’Abronzo, Loja Liberdade e Trabalho, 2.242, REAA, GOB, Oriente de Piracicaba, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

PURIFICAÇÃO PELO FOGO

Diz o Ritual de Aprendiz que, após a 3ª Viagem, o Candidato deverá passar por três vezes pelas chamas purificadoras.

Gostaria de saber onde deverá estar a pira para essa purificação:

1 - Dentro do Oriente ou

2 - No Ocidente.

CONSIDERAÇÕES:

O Iniciando é conduzido até o lugar do Mestre de Cerimônias. Diante dele o Candidato passa pela purificação por três vezes sem sair do lugar. Isto é, seu condutor o faz parar no Ocidente e o Mestre de Cerimônias, com o auxílio de uma vela acesa procede, sem sair do lugar, na forma de costume. 

Reitero, o Candidato estaciona logo que desce do Oriente (próximo ao lugar do Mestre de Cerimônias) e ali permanece para passar pela purificação. Todo esse gestual ternário se dá no mesmo lugar.

A propósito, não existe nenhuma “pira” para essa purificação. Como comentado, basta a chama de uma vela acesa.

Esse procedimento já se encontra bem detalhado e pode ser consultado em http://ritualistica.gob.org.br

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

ESCRITA CORRETA. BOOZ OU BOAZ?

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Ronaldo Martins de Paula, Loja 3.706, GOB-SP, Oriente de Cotia, Estado de São Paulo, apresentou a seguinte pergunta:

ESCRITA CORRETA. BOOZ OU BOAZ

A pronuncia correta (letras) da Pal∴Sagr∴, pois vejo Loja usando BOOZ ou BOAZ. Qual seria a correta?

CONSIDERAÇÕES:

APLAUSOS

APLAUSOS
(republicação)

Em 01.10.2014 o Respeitável Irmão Antonio Carlos Maia Pinto Gouveia, Loja Serra do Roncador, 2.240, REAA, GOB-MT, Oriente de Nova Xavantina, Estado do Mato Grosso, formula a seguinte questão:
antoniomaiagouveia49@hotmail.com 

Aplausos:

Numa sessão recente, surgiu à dúvida se é correto ou não aplaudir o Irmão quando termina a apresentação de trabalhos, estudos, etc., no "Tempo de Estudos". De forma geral, se é correto ou não o aplauso a irmãos em qualquer situação durante a ritualística. Fico assim aguardando sua orientação. Solicito ainda informações sobre Manual de Ritualística, já que, segundo nos informou já faz alguns meses, o Soberano Grão-Mestre tinha revogado todos. Acredito que algum Manual deverá ser aprovado brevemente, se é que não existe já um aprovado.

Considerações:

segunda-feira, 10 de junho de 2019

ESTANDARTES ARVORADOS NA SESSÃO

Em 08/02/2019 o Respeitável Irmão Josnei Franzoi, Loja Fé e Trabalho, REAA, GOB-PR, Oriente de Rio Negro, Estado do Pr., solicita o seguinte esclarecimento:

ESTANDARTES ARVORADOS

No nosso Templo funcionam duas Lojas, quando se faz Sessões conjuntas ficam os dois estandartes, mas quando tem Sessão de apenas uma Loja, está se mantendo também os dois estandartes. Isso é correto?

CONSIDERAÇÕES:

Eu diria que não é muito apropriado, já que o Estandarte identifica a Loja como corporação em trabalho. Outro Estandarte junto ao da Loja que está aberta realmente não faz nenhum sentido. O ideal é que fique apenas arvorado aquele correspondente à Loja que estiver trabalhando, salvo se os trabalhos estiverem sendo realizados em sessão conjunta.

Infelizmente, costumes autênticos acabaram sendo extirpados em nome do se ganhar tempo. Originalmente, o Estandarte deveria ser arvorado pelo Porta-Estandarte assim que a Loja fosse declarada aberta, e recolhido assim que ela fosse declarada fechada. Aliás, é essa a função do oficial denominado Porta-Estandarte. 

Se isso ainda prevalecesse, certamente não teríamos essa verdadeira exposição de Estandarte que às vezes enxergamos por aí. Por óbvio isso acaba se dando nos recintos (templos) que se destinam ao trabalho de várias Lojas durante a semana.

De qualquer modo, o ideal seria que só estivesse presente e arvorado na sessão o Estandarte da Loja aberta.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

REAA - PEDINDO A PALAVRA

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Carlos Alberto Cavalcante, Loja Lautaro, 2642, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Estado de São Paulo, apresentou as seguintes perguntas:

PEDIR A PALAVRA

Qual a forma correta de se pedir a palavra? Batida no dorso da mão? Estendendo o braço?

CONSIDERAÇÕES:

No Ocidente pede-se a palavra ao Vigilante da Coluna correspondente. No Oriente, pede-se ao Venerável Mestre. Os Vigilantes pedem a palavra diretamente ao Venerável Mestre com um golpe de malhete.

Fora os Vigilantes que pedem a palavra como especificado acima, aquele que desejar falar procede da seguinte maneira: sentado, se dá com a palma da mão direita uma pancada sobre o dorso da mão esquerda que estará fechada. 

Ato seguido estende-se horizontalmente o braço direito à frente. 

O ato de dar a pancada no dorso da mão serve para chamar atenção, enquanto que o do braço direito estendido à frente serve como identificação.

O obreiro só fará o uso da palavra depois de autorizado por quem de direito.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

ESTILO ARQUITETÔNICO DAS COLUNAS VESTIBULARES

Em 01/02/2019 o Respeitável Irmão Paulo Assis Valduga, Oriente de São Borja, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta o que segue:

COLUNAS VESTIBULARES

Li a vossa consideração sobre as CCol∴ Vestibulares que devem ser da ordem (se assim estiver correto) ou estilo egípcias. Talvez já tenha abordado este tema com o Irmão, mas não encontrei a resposta na vossa pasta em meu computador. Cumpre informar que é uma senhora pasta de respeito, desde os antigos tempos do JB News.

Também questionei a esse respeito o Ir∴ José Castellani que foi categórico e esculhambou meus argumentos: as CCol∴ são do tipo Egípcio.

Na minha santa ignorância, as CCol∴ egípcias tinham vários formatos, nem sempre em representação do lótus e sempre feitas de pedra calcária, mais fácil de lapidar.

Outrossim, sendo os israelitas de origem Cananéia, penso que as CCol∴ deviam seguir a ordem das CCol∴ desta cultura, como se vê em algumas imagens de templos ou nas placas de argila, ou seja: retas ou cônicas.

Como, se realmente existiram tais CCol∴, assim como o famoso Templo de Salomão, elas poderiam ser produzidas em forma de lótus em bronze e ainda ocas com a tecnologia daquela época?

Além, onde está escrito que eram em forma de lótus, se ainda hoje não foi encontrado nenhum vestígio do Templo de Salomão e, por conseguinte das CCol∴.

Parece que a Bíblia não informa o estilo das CCol∴, embora ela seja um conjunto de histórias que foram transmitidas verbalmente até o cativeiro na Babilônia.

Não estou contestando a vossa consideração, tampouco desmerecendo a vossa cultura, apenas não me conformo com esta determinação dentro dos meus parcos limites de conhecimento quer maçônicos quer profano e procurando, humilde e fraternalmente, luzes para esta nebulosa (para mim) interpretação.

Com um grande e fraterno abraço ao mesmo tempo que rogo desculpas se fui grosseiro ou imprudente.

CONSIDERAÇÕES:

PALAVRA SAGRADA DO APRENDIZ - SOLETRADA OU SILABADA

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Moreno Cattani, Loja Cavaleiros de São João 115, 4.172, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Estado de São Paulo, apresentou a seguinte pergunta:

PALAVRA SAGRADA. SOLETRADA E SILABADA

No telhamento e nas instruções a Pal∴Sagr∴ é dada por letras e sílabas. 

Por que na abertura a palavra é passada apenas por letras?

CONSIDERAÇÕES:

REAA - PADRONIZAÇÃO RITUALÍSTICA E COR VERMELHA

Em 18/05/2019 no 1º Seminário de Padronização Ritualística do REAA – GOB, realizado em Santos, São Paulo, o Respeitável Irmão Renê F. de Freitas Silva, Loja Estrela do Porvir, 3003, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Estado de São Paulo, formulou a seguinte pergunta:

PADRONIZAÇÃO RITUALÍSTICA. COR VERMELHA

Ao levarmos para nossas Lojas a padronização ritualística que estamos aprendendo hoje, como lidar com o tachamento de estarmos sendo “caxias” ou chatos na ritualística?

A cor vermelha ou carmim será padronizada no Ritual, ou continuaremos com a decoração do Templo na cor azul, bem como os aventais?

CONSIDERAÇÕES:

Chatos na ritualística - O ato de atender a ritualística e a liturgia maçônica nos conformes não pode ser tratada dessa forma. A liturgia e ritualística são partes imprescindíveis da concepção iniciática maçônica. Imagino que aqueles que pensam ao contrário, provavelmente ou não entenderam nada ainda de Maçonaria, ou talvez para esses aqui não seja o lugar apropriado. 

A Maçonaria é uma Instituição Iniciática e exige dos seus membros o respeito às suas práticas – isso é constatado desde o dia da Iniciação.

Obviamente que a padronização e o aprimoramento da ritualística não deve ser comparada a excessos de preciosismo. O equilíbrio é uma das virtudes primordiais do Maçom e tudo deve ser feito com critério e produtividade, sem nunca se sustentar em anacronismos.

Cor vermelha do REAA - Esperamos que num futuro não muito distante esse assunto seja tratado com a importância que ele merece. Primeiro precisamos arrumar, orientar e compreender as práticas do Rito. 

Penso que paulatinamente iremos esclarecer que estamos na contramão da história azulando o Rito Escocês Antigo e Aceito. Entendo que esclarecendo e apresentando justificativas, um dia chegaremos lá. Não agora, porque primeiro é preciso conscientizar os Irmãos dessa verdade, ou seja, de que o REAA tem cor distintiva predominantemente vermelha.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

ASSENTO NO ORIENTE

ASSENTO NO ORIENTE
(republicação)

EM 27.09.2014 o Respeitável Irmão Irivaldo José, Loja Deus e Amor, 21, REAA, Grande Loja do Estado da Bahia, Oriente de Santo Antonio de Jesus, Estado da Bahia, se referindo a uma resposta publicada no JB NEWS 1.474 que comentava os que têm assento no Oriente, solicita ainda mais dois esclarecimentos: 
irivaldojose@hotmail.com 

Assento no Oriente: 

Gostaria de acrescentar mais 2 questionamentos: 

1 - Poderá um Companheiro Maçom assumir o cargo de Orador, de Secretário ou outro qualquer no Oriente? Como também, cargos de Tesoureiro, Chanceler, 1º Experto, Hospitaleiro, Mestre de Cerimonias, Guarda do Templo, mesmo estes sendo no Ocidente? 

2 - Poderá um Aprendiz Maçom sentar-se na Câmara do Meio ou assumir cargos destinados apenas a Mestres Maçons?

Considerações:

CASAMENTO MAÇÓNICO

CASAMENTO MAÇÓNICO
Rui Bandeira

Um ilustre Irmão perguntou-me porque é que em certas jurisdições os maçons repetem os votos de casamento em Loja em presença dos Irmãos e das famílias e ainda se tal seria um modismo ou se tinha alguma concatenação histórica.

As aspas colocadas no título deste texto denunciam que a minha opinião não é particularmente entusiasta em relação a esta prática que, tanto quanto sei, tem essencialmente lugar no Brasil. Mas, apesar disso, manda a justiça frisar que no grande país lusófono da América do Sul, tal prática não deve ser considerada um modismo, pois encontra-se enraizada nos costumes locais, sendo reconhecida por várias Obediências Regulares brasileiras. Já a "importação" dessa prática para outras paragens, na minha opinião, sofreria desse pecado...

domingo, 9 de junho de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu
Por Géplu

Na série de belos templos cubanos, Gerard nos enviou esta foto do templo dos Hijos de Arimao (Filhos de Arimao), tirada em 2005 na pequena cidade de Manicaragua, província de Villa Clara.

Gerard também disse que os irmãos cubanos lhe disseram que Fidel Castro foi iniciado, o que ele não pôde verificar, disse ele cautelosamente. 

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

REAA - EX-VENERÁVEL MAIS RECENTE

O Respeitável Irmão Emerson de Oliveira, Loja Pedra da Fraternidade, REAA, GOB-SC, Oriente de Itapoá, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão:

EX-VENERÁVEL MAIS RECENTE

Tenho uma dúvida que tenho dividido com alguns irmãos e gostaria de ver se pode nos ajudar.

De uns 04 anos para cá, um dos Ex-Veneráveis de nossa Loja nos informou que havia mudado algumas regras do REAA e que teria sido criado o cargo de Past Master, situação que não encontrei em literatura nenhuma, porém para não criar algum tipo de constrangimento não me opus. Este "novo" cargo, tem assento na cadeira a esquerda do Venerável.

Ocorre que agora que vou assumir não quero começar de forma errada.

Caso tenha alguma legislação que imponha ou sugira este posicionamento não irei me opor de forma alguma, só quero fazer a coisa certa.

CONSIDERAÇÕES:

CARGOS VAGOS

CARGOS VAGOS
(republicação)

Em 18.09.2014 o Respeitável Irmão Itael Leopassi, Loja Século das Luzes, sem declinar o nome do Rito e Obediência, Oriente de Araçatuba, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte:
kamakiri@uol.com.br

CARGOS VAGOS:

Irmão Pedro, já li uma resposta no JB News e gostaria de rever a pergunta foi sobre: 

Quando um Irmão desocupa o seu cargo por algum instante sem se ausentar do Templo é necessário fazer a substituição?

Considerações:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE

Nós sabemos que a Maçonaria no mundo teve duas vertentes principais: a Inglesa e a Francesa. No Brasil, apesar de estarmos estritamente ligados com a Grande Loja Unida da Inglaterra, e reconhecidos por ela, a nossa origem é francesa, igualmente como todas as Obediências Maçônicas dos paises da América Latina.

É, portanto, muito comum ouvirmos nas Lojas brasileiras a trilogia “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, o que não é comum nas Lojas dos EUA, ou na Nova Zelândia, por exemplo, locais onde a origem foi inglesa.

Muitos Maçons alegam que essa divisa maçônica., foi usada durante a Revolução Francesa, em 1789, provando que esta última foi articulada e planejada pela Maçonaria.

Nada mais falso! Vejamos o que nos diz o historiador maçônico Alec Mellor, francês, em seu “Dicionário da Francomaçonaria e dos Francomaçons”:

“é inteiramente falso que essa divisa republicana seja de origem maçônica. Louis Blanc e outros autores pretenderam que o seu inventor teria sido Louis Claude de San Martin, o “filosofo desconhecido”. O historiador mais autorizado da vida e do pensamento desse ultimo, Robert Amadou, mostrou que ele não o foi”.

“A senhora B.F.Hyslop examinou uma boa quantidade de diplomas maçônicos emitidos de 1771 a 1799 na Biblioteca Nacional. Encontrou somente dois nos quais as três palavras encontram-se reunidas. Quase todos comportam: “Salvação-Força-Uniao”, ou falam do Templo onde reinam “o Silencio, a União e a Paz” (ver Anais da Ver. Francesa, jan. 1951)”.

“A 1ª Republicana empregou bastante a divisa: “Liberdade, Igualdade ou a Morte”, mas não é preciso dizer que tal programa ideológico jamais foi o da Francomaçonaria. Somente na 2ª Republica apareceu a “divisa tripla””.

“Não foi a Republica que tomou a divisa emprestada da Maçonaria, mas sim esta última que a tomou emprestada da Republica”.

O Mestre Castellani nos diz, em seu “Consultório Maçônico”, editora A Trolha:

“A trilogia foi tomada da 2ª Republica Francesa, instalada após a revolução de 1848, e não como muitos pensam, da 1ª Republica, proclamada em 1893, algum tempo depois da Revolução Francesa, já que a divisa era “Liberdade, Igualdade, ou a Morte””.

“Não é verdade, portanto, como costumam afirmar Maçons ufanos, que essa divisa republicana tenha origem maçônica, já que ocorreu foi exatamente o contrario: a divisa maçônica é que tem origem na Republica Francesa”.

Seria muito bom para todos os Maçons do mundo:
  • Se a Liberdade fosse melhor entendida e que se respeitasse os limites do próximo, pois nossa liberdade termina onde começa os direitos de nosso Irmão.
  • Se a Igualdade fosse disseminada com mais intensidade e a diferença entre os Obreiros fosse minimizada e que todos ficassem no mesmo Nivel.
  • Se a Fraternidade, esteio básico para que possa existir a Maçonaria, fosse bem entendida e aplicada.
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

GIUSEPPE GARIBALDI

GIUSEPPE GARIBALDI

A fundação do moderno Estado italiano data da Unificação, iniciada em 17 de Março de 1861 e completada em 1870, depois de uma união entre os territórios conquistados pelo Giuseppe Garibaldi e pelo Rei de Savoia Vittorio Emanuele.

Político e militar revolucionário italiano nascido em Nice(4/7/1807), na época pertencente à Itália, em uma família de pescadores. Começa trabalhando como marinheiro e, entre 1833 e 1834, serve na Marinha do rei do Piemonte. Ali, sofre influências de Giuseppe Mazzini, líder do Risorgimento, movimento nacionalista de unificação da Itália, na época dividida em vários Estados absolutistas. Em 1834 lidera uma conspiração em Gênova, com o apoio de Mazzini. Derrotado, é obrigado a exilar-se em Marselha (1834), de lá partiu para o Rio de Janeiro, chegando (1835) e, em 1836, para o Rio Grande do Sul, onde luta ao lado dos farroupilhas na Revolta dos Farrapos e se torna mestre em guerrilha. Três anos depois, vai para Santa Catarina auxiliar os farroupilhas a conquistar Laguna. Lá conhece Ana Maria Ribeiro da Silva, conhecida como Anita Garibaldi, que deixa o marido para segui-lo. Anita destacou-se por sua bravura participando ao lado dele das campanhas no Brasil, no Uruguai e na Europa. Dirigiu as defesas de Montevidéu (1841) contra as incursões de Oribe, ex-presidente da República, então a serviço de Rosas, o ditador da Argentina. Voltou à Itália (1847) e integrou-se às tropas do papa e do rei Carlos Alberto. Regressou à Itália (1848) para lutar pela independência de seu país contra os austríacos. Derrotado, perseguido e preso, perdeu também a companheira Anita (1849), morta em batalha. Refugiou-se por cinco anos nos Estados Unidos e depois no Peru, até voltar à Europa (1854). Numa nova guerra contra a Áustria (1859), assumiu o posto de major-general e dirigiu a campanha que terminou com a anexação da Lombardia pelo Piemonte. Comandou célebres camisas vermelhas (1860-1861) que utilizando táticas de guerrilha aprendidas na América do Sul, conquistou a Sicília e depois o reino de Nápoles, até então sob o domínio dos Bourbons. Conquistou ainda a Umbria e Marcas e no reino sulista das Duas Sicílias, porém renunciou aos territórios conquistados, cedendo-os ao rei de Piemonte, Vítor Emanuel II. Liderou uma nova expedição contra as forças austríacas (1862) e depois dirigiu suas tropas contra os Estados Pontifícios, convencido de que Roma deveria ser a capital do recém-criado estado italiano. Na batalha de Aspromonte foi ferido e aprisionado, mas logo libertado. Participou depois da expedição para a anexação de Veneza. Em sua última campanha, lutou ao lado dos franceses (1870-1871), na guerra franco-prussiana. Participou da batalha de Nuits-Saint-Georges e da libertação de Dijon. Por seus méritos militares foi eleito membro da Assembléia Nacional da França em Bordéus, mas voltou para a Itália elegeu-se deputado no Parlamento italiano em 1874 e recebe uma pensão vitalícia pelos serviços prestados à nação. Morre em Capri em 2 de junho de 1882.

Giuseppe Garibaldi (Maçom, era grau 33 e foi Grão-Mestre do G∴Or∴ da Itália-1864).

Sua vida maçônica no Brasil é um pouco suprimida, contudo, era sabido que Giuseppe Garibaldi, como Carbonário Italiano, cujas ligações são estreitas com a Maçonaria, o compeliram iniciar-se Maçom na Itália. No Brasil, fequentou a Loja Asilo da Virtude, na cidade de Rio Grande, à época, Vila de Rio Grande (1836), quando acabava de chegar do Rio de Janeiro e se dirigia à Montevidéu. 

Também filiara-se à Loja "Amis de La Patrie", do Uruguai. Fundou ainda a Loja Gualeguaychu, no Entre Rios, em 1837. Iniciou inúmeros Maçons à Carbonária e no Rio Grande do Sul, algumas Vendas Carbonárias por ele fundadas, uniram-se à maçonaria nos intentos da Revolução Farroupilha. 

Foi Venerável da loja "Amis de La Patrie", de Montevidéu, a partir de 1841. 

Garibaldi, regressando à Europa, foi eleito Grão-Mestre do G∴.Or∴ da Itália em 1864 e mais tarde Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33. 

Herói de Dois Mundos Giuseppe Garibaldi, clique nos links abaixo.

sábado, 8 de junho de 2019

BALAÚSTRE

BALAÚSTRE
(republicação)

Em 18.09.2014 o Respeitável Irmão Pedro Vicente Barcellos, Loja Liberdade Criciumense, 55, GLSC, sem declinar o nome do Rito, Oriente de Criciúma, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão:
pedrovbarcellos@hotmail.com

Um fato. Entendo como sem muita importância, pois não prejudica o andamento da Loja, está acontecendo em nossa Oficina. O Irmão Secretário, ao fazer a leitura do balaústre, quando chega à leitura da relação dos certificados de presenças recolhidos na Bolsa de Propostas e Informações diz apenas "conforme relação abaixo", omitindo-se da leitura na íntegra. Ressalto que a nominata dos Irmãos que representaram a Loja em outras Oficinas já havia sido dado ao conhecimento pelo Venerável Mestre na Sessão anterior, após o giro ritualístico da Bolsa de Propostas e Informações. Questiono: é válida esta prática? Não teriam que ser do conhecimento dos Irmãos os nomes daqueles que representaram a Loja em outras Oficinas através da leitura da ata? É válido o Irmão Secretário se omitir de fazer a leitura mesmo sabendo que, posteriormente a ata terá que ser votada pela sua aprovação ou não? E como é possível se aprovar um documento tendo alguns dos itens constantes sem o devido conhecimento da Assembleia na sua íntegra? Entendo como errado este procedimento até porque, abre-se um grave precedente, pois em determinado momento teremos que aprovar assuntos constantes em ata sem o devido conhecimento da Assembleia. Bati muito nesta tecla e, infelizmente fui voto vencido. Procede-se na minha Loja esta prática. Gostaria de um esclarecimento do Irmão para que possa me valer do aconselhamento e, devidamente autorizado pelo Irmão publicar no Informativo Maçônico que é editado mensalmente com as informações das Lojas deste Oriente.

Considerações:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS