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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sábado, 16 de novembro de 2019

O MELHOR POSSÍVEL

O MELHOR POSSÍVEL 
Douglas Malloch

Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina, 
-Seja um arbusto no vale;

Mas seja o melhor arbusto à margem do regato... 
- Seja um ramo se não puder ser tronco...

Se não puder ser árvore, seja um pouco de relva... 
- E dê alegria aos que passam no caminho...

Se não puder ser almíscar, seja então uma tília; 
- Mas a tília mais viva do lago!

Não podemos ser todos capitães; temos de ser tripulação. 
- Há algum lugar para todos nós aqui.

Há grandes obras e outras pequenas a realizar ...
- Sempre há uma tarefa que devemos empreender.

Se não puder ser uma estrada real, seja uma vereda.
- Se não puder ser o Sol, seja uma pequena estrela...

Não é pelo tamanho que se ganha ou que se perde...
- Seja o melhor possível, aquilo que você quer que seja!

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

REAA - JOIA DISTINTIVA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS

Em 01/08/2019 o Irmão Rhiscliff de Carvalho Isidoro, Loja Ciência e Trabalho, 30, Grande Oriente de Santa Catarina (COMAB), Oriente de Tubarão, Estado de Santa Catarina, apresenta a seguinte questão.

JOIA DISTINTIVA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS NO REAA

Estou com dificuldade em achar o porquê em nossa Loja o triangulo é a Joia do Mestre de Cerimônias, sendo que em pesquisas encontro apenas a RÉGUA.

CONSIDERAÇÕES:

Sob o aspecto da originalidade a joia do Mestre de Cerimônias no REAA é uma régua dourada. Esta e representada no topo do seu bastão, assim como vem pendente do colar como joia distintiva.

O triângulo como joia não é utilizado no REAA, porém em outros ritos.

Como aqui do Brasil houve profusão de rituais, principalmente no século XX, muitos equívocos foram cometidos, principalmente por aqueles que "acham bonito" e não investigam o elemento verdadeiro. Infelizmente essa prática ainda se encontra entre nós trazendo dúvidas e incertezas. Tudo isso se dá por desatenção.

Quanto à questão de o porquê na sua Loja usar o triângulo em vez da régua, remeto-o ao ritual da sua Obediência em vigência para verificar qual a joia que ele preconiza para o Mestre de Cerimônias. Se for a Régua, a sua Loja está contradizendo o que está previsto, todavia se nele previsto for o triângulo, então é porque, mesmo errado, ela está cumprindo o ritual.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 10/11/2019

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Introdução

A Proclamação da República Brasileira é o evento, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro liderados pelo comandante Marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Institui-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.

Vários foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores: sérios atritos com a igreja católica (na "Questão Religiosa"); o abandono do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Da parte dos grupos progressistas: a manutenção, até muito tarde, da escravidão negra no país; a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país (fosse econômico, político ou social); a manutenção de um regime político de castas e censitário (isto é, com base na renda das pessoas); a ausência de um sistema de ensino universal; os altos índices de analfabetismo e miséria; o afastamento do Brasil em relação a todos demais países do continente americano (fossem da América do Sul, fossem da América do Norte), em virtude da incompatibilidade entre os regimes.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

GIRO DA PALAVRA E RETORNO DA PALAVRA

Em 01/08/2019 o Respeitável Irmão Leocir dos Santos Viscovini, Loja 20 de Agosto, 2.670, REAA, GOB-MS, Oriente de Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a seguinte questão.

PALAVRA ABERTA NA ORDEM DO DIA

Estamos implantando as Orientações Ritualísticas na nossa região e fomos questionados sobre o uso da Palavra na Ordem do dia. Recorro novamente ao Eminente Irmão Secretário Geral de Orientação Ritualística do GOB, para esclarecimentos.

QUESTIONAMENTO: Na ORDEM DO DIA em uma sessão maçônica, a palavra é liberada GERAL para discussão ou segue a circulação nas colunas do Sul, do Norte e Oriente, para a conclusão do Orador? Particularmente acho que se for uma sessão Administrativa a palavra pode ser liberada Geral e se for sessão Ordinária tem que ser obedecida a circulação. Mais uma vez peço perdão por importuná-lo, mas no ritual não menciona.

CONSIDERAÇÕES:

Não só na Ordem do Dia, mas em qualquer situação em que ela seja posta para uso em Loja aberta, a mesma segue irrestritamente o giro de costume, ou seja, inicia-se a partir da Coluna do Sul, passando pela do Norte e por fim no Oriente.

Se porventura houver solicitação do retorno da palavra e o Venerável Mestre concordar (retorno dela fica ao seu critério), a mesma reinicia pelo giro completo, isto é, recomeça pela Coluna do Sul, não importando se quem pediu seu retorno esteja no Norte ou no Oriente.

Quanto ao uso da palavra nas sessões administrativas, a rigor ela não segue a liturgia de uma sessão ordinária, já que não há ritualística para tal, porém a discussão deve ser ordeira tendo sempre o Venerável como mediador. Há que se entender que palavra livre não significa desordem no seu uso. Enquanto um fala, outros educadamente escutam. Todos terão o direito de falar.

Não à toa aplica-se na Maçonaria o 1º Trivium das Sete Ciências e Artes Liberais da Antiguidade – Gramática, Retórica e Lógica.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 08/11/2019

FRASES ILUSTRADAS


A TOLERÂNCIA MAÇÔNICA

A TOLERÂNCIA MAÇÓNICA
Rui Bandeira

O tema Tolerância já deu, este mês, lugar a onze textos, cinco meus e seis do JoséSR. Parece-me ser tempo de encerrar o tema, sob pena de se criar uma monotonia no blogue. Julgo, porém, útil fazê-lo com uma menção à Tolerância do ponto de vista do maçon.

O JoséSR e eu expusemos os nossos mútuos entendimentos da Tolerância, em termos gerais. Não são coincidentes e não há qualquer problema nisso. Possivelmente, as diferenças entre nós resultarão mais de cada um olhar o conceito de diferente perspectiva e segundo o seu próprio temperamento do que de reais e profundas divergências: o JoséSR, mais directo e com tendência para o maniqueísmo, tenderá a deter a sua atenção no que eu considero uma prática de perversão do conceito, que merece ser realçado na sua pureza; eu, mais conciliador e com tendência para as soluções "diplomáticas", olharei para o que o JoséSR considerará uma idealização do conceito, não prescindindo ele de atender ao que, no seu entender, a prática do mesmo lhe parece ter de dúbio e perigoso.

No entanto, mais aparente ou mais real, mais ou menos bem fundamentada, a divergência por nós exposta e discutida abertamente respeita apenas ao conceito geral de Tolerância.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

NÃO EXISTE CIRCULAÇÃO NA MESMA COLUNA

Em 01/08/2019 o Respeitável Irmão Frederico Emílio Germer, Loja Herbert Jurk, 2.818, REAA, GOB-SC, Oriente de Timbó, Estado de Santa Catarina, solicita esclarecimentos para o que segue:

CIRCULAÇÃO NA MESMA COLUNA

No novo site de Ritualística, do REAA, questão 30. Circulação e Saudação, item V.3 está descrito: Na mesma Col∴ não há circulação. Gostaria de clarificar essa questão. Se, por exemplo, o Mestre de Cerimônia precisar, devidamente autorizado, ir até o assento do cobridor interno ou do mestre de harmonia, e retornar ao seu lugar, este o fará diretamente, sem circulação através do eixo do templo?

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

A LUZ

1º - A luz é o elemento dissipador das trevas; onde houver luz, os caminhos serão claros e iluminados. É sinônimo de verdade, sabedoria, liberdade, conhecimento e redenção. 

2º - Em todas as "Escrituras" é a luz considerada uma manifestação da Divindade e de sua vida, que "é a luz dos homens". 

3º - A maçonaria tem também a luz por símbolo da Divindade, e emblema do conhecimento, em suas várias nuances. 

4º - Quando o candidato ingressa no templo e é iniciado, recebe a luz e isso significa que os mistérios lhe serão revelados. 

5º - O maçom deve andar constantemente iluminado, o que equivale a andar na luz. Seus atos, gestos e pensamentos devem ser sempre coerentes com a Divina Luz. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

PAINEL E PRANCHETA. QUAL A DIFERENÇA?

PAINEL E PRANCHETA. QUAL A DIFERENÇA?

Comecemos respondendo a pergunta do título: Nenhuma!

Na Maçonaria Operativa as reuniões eram realizadas nos canteiros de obras e um Mestre desenhava no chão geralmente as Ferramentas, as Colunas e o Pórtico do Templo de Salomão. Na Maçonaria Especulativa as reuniões passaram a ser realizadas em locais fechados, principalmente em tavernas, e também nesses locais um Mestre igualmente desenhava no piso do estabelecimento.

Posteriormente, a prática de se desenhar no chão foi gradativamente sendo substituída – em razão dos desenhos em alguns casos não se apagarem com facilidade após o término da sessão ou por danificarem o assoalho dos estabelecimentos – por desenhos previamente elaborados por um Mestre e executados em Painéis de tecido, semelhantes a tapetes, que após o término da sessão eram enrolados e ficavam sob a guarda de um dos IIr∴

Essa alteração caracterizou uma importante evolução, pois além dos Painéis de tecido serem mais práticos, os Símbolos ficavam menos expostos às vistas profanas, podiam ser confeccionados com mais capricho e dentro de princípios estéticos mais bem elaborados.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

TRANSFORMAÇÃO DE LOJA - SITUAÇÕES EM QUE ELA OCORRE

O Respeitável Irmão Tacachi Iquejiri, Loja 11 de Outubro, 2.081, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a questão seguinte:

TRANSFORMAÇÃO DE LOJA – GRAU 1 PARA GRAU 2

No ritual do Grau 2 do REAA, página 22, item 1.6 - Da transformação da Loja de Aprendiz em Loja de Companheiro. Inicia-se dessa forma: "Trabalhando a Loja no Grau de Aprendiz e, se houver necessidade de transformá-la em Grau de Companheiro, para tratar de assunto pertinente a este Grau, procede-se da seguinte forma - na Ordem do Dia."

Em seu S. O. R. regularizado pelo Decreto n. 1.784, de 08 de outubro de 2019, tratou do assunto nos itens 20 a 23. Porém, permaneceu a dúvida: A transformação só poderá ocorrer na Ordem do dia do Grau Aprendiz? Mesmo o assunto a tratar não se enquadre nesse tempo? Isto é, o assunto do Grau 2 for, por exemplo, de instrução do grau?

CONSIDERAÇÕES:

OS MAÇONS E OS PARTIDOS

OS MAÇONS E OS PARTIDOS

Nas atividades e nas preocupações dos Maçons com respeito ao progresso e a  felicidade do nosso povo e à elevação dos nível de moralidade e a eficácia dos nossos governos, particular atenção deve ser dispensada aos partidos políticos, instituições que no regime democrático assumem livremente grande parte do mecanismo de funcionamento do Estado.

Recentes decisões finais da Justiça Brasileira, definiu que os partidos são os donos dos mandatos parlamentares, de forma que o vereador ou deputado ou senador que mudar de agremiação sem motivo justo, perderá o mandato, sendo substituído pelo suplente, contanto que o partido não possa ser desfalcado em suas fileiras pela simples vontade de um de seus membros.

O que se percebe claramente é que, bem ou mal, as leis brasileiras são feitas pelos partidos políticos, como convém aliás, a uma democracia, regime em que se encaixa o nosso País. O estado de direito implica reconhecimento e acatamento a todas as instituições componentes da organização nacional.

É direito do Maçom, como de resto a qualquer cidadão é permitido, influir na administração e na política do seu país, e isso se faz, prioritariamente, através de um mandato político eletivo, seja parlamentar ou executivo. Do maçom aliás é desejável que ingresse nos partidos, segundo suas preferências, segundo a sua afinidade, para levar o ponto de vista da maçonaria a essas agremiações.

E a porta de entrada são os diretórios municipais que existem espalhados pelo Brasil inteiro à espera de pessoas interessadas em prestar serviços ao sistema democrático que escolhemos, à aspiração geral pelo aperfeiçoamento do Estado. Apenas integrados nos partidos podem os maçons chegar um dia ás Câmaras Legislativa e ao Senado, ou ocupar cargos eletivos do poder executivo e dali oferecer sua colaboração desinteressada ao futuro do País.

A justiça rápida, a alta moralidade nos cargos públicos, a elaboração de leis que atendam às necessidades nacionais, propiciam oportunidades ao alcance dos maçons para benefício das nossas populações e para efetivação dos ideais da Sublime Instituição.

Marcos José da Silva Grão-Mestre Geral
30/10/09

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

LADO PELO QUAL O VENERÁVEL INGRESSA NO SÓLIO

Em 28/07/2019 o Respeitável Irmão José Aparecido dos Santos, Venerável Mestre da Loja Justiça, 12, REAA, GOP(COMAB), Oriente de Maringá, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento.

INGRESSO NO TRONO

Fui Instalado na Cadeira de Salomão neste final de mês de junho 2019 (29/06/2019) e sempre analisei que os Veneráveis Mestres entram pela esquerda e se assentam ao trono de Salomão e saem pela esquerda!! O qual sempre achei o correto!!

Agora, surgiu dúvidas, o qual participo do Supremo Conselho do Grau 33 do REAA da República Federativa do Brasil Jacarepaguá RJ, e estava presente o Inspetor Litúrgico e pediu ao Presidente no Grau 15, que ele saia pela direita de quem entra e retorno pela esquerda de quem entra.

Não entendi está colocação e a minha pergunta, é:

- O Venerável Mestre ao adentrar ao Oriente, por qual lado ele entra e toma assento? Pela direita ou pela esquerda, de quem entra no Oriente.

CONSIDERAÇÕES:

PROFANOS DE AVENTAL: QUANTA INTOLERÂNCIA!

PROFANOS DE AVENTAL: QUANTA INTOLERÂNCIA !
Ir∴ Marco Aurélio M. de Mello - M∴M∴ - 1º Vig∴ 
ARLS Marcus Antonio Barros Cordeiro nº 127 - GLOMEC - Fortaleza, 24 de agosto de 2011

Não se sabe ao certo quando surgiu a expressão “Profanos de avental”. Entretanto, é inconteste que circula no meio maçônico há tempo suficiente para que Aprendizes, Companheiros e Mestres passassem a usá-la para designar o maçom que não conseguiu absorver ou externar a doutrina da Maçonaria Universal ou que apresenta um comportamento desviante, inerte, incapaz de contribuir para tornar feliz a humanidade.

Precisamos refletir sobre a inadequação dessa expressão no seio maçônico, uma vez que profano de avental é o não iniciado que encontrou o avental do maçom e o pôs, inocentemente, em si mesmo.

De outra sorte, a frase traz em si uma grande carga de preconceito, erro e intolerância. Nega a origem do maçom, sua vida social e familiar, e põe todos os profanos numa vala comum em que predomina a preguiça, a arrogância, a incapacidade e a imperfeição. Atire a primeira pedra quem for perfeito!

Não se pode esquecer que todo maçom foi um profano livre e de bons costumes que ingressou na franco-maçonaria para aperfeiçoar sua natureza, logo, ferrá-lo com o estigma de “profano de avental” é afirmar que a maçonaria o tornou um mau cidadão. Melhor seria, nessa concepção, que nem tivesse conhecido a luz que o levou às trevas.

Com efeito, inexiste maçom que seja “profano de avental”, tem-se, no máximo, “MAÇOM LATENTE”, ou seja, aquele em que o espírito da Arte Real ainda está latente, e embora apto ao serviço ainda não está desperto para a obra.

Não se agrega valor por meio de expressões pejorativas. Precisamos ensinar nossos maçons a usar o cinzel e o malho, afinal de contas ninguém forma ninguém. Nossa tarefa é estimular uns aos outros na prática das virtudes.

Ademais, os IIr∴ que cansaram e ficaram desmotivados na jornada merecem, ainda, respeito, carinho e compreensão. É nosso dever auxiliá-los e tentar reconduzi-los ao trabalho da Loja. Por isso, solicitamos aos Aprendizes, Companheiros e Mestres a repudiar o uso oral ou escrito da expressão “Profanos de Avental” em seu sentido aviltante à dignidade do ser humano.

É necessário amar ao próximo. Maçonaria é amor e quem ama é tolerante, mas não se é tolerante com aquilo que não se ama.

domingo, 10 de novembro de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu
Foi Ronny quem nos enviou esta foto:

Para alimentar sua seção "foto maçônica do domingo", veja uma placa de rua localizada em Ath (Bélgica, província de Hainaut). 

Esta é uma via bucólica do interior, longe de qualquer lar, e confesso que não sei as razões dessa denominação, mesmo quando não é comum, especialmente em uma área rural ...

Ath, no entanto, não é um deserto maçônico, longe disso, porque a cidade ainda conta com quatro oficinas entre as principais obediências belgas.

Bem Fraternalmente,

Ronny

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, perceber que está construindo um objeto ou uma decoração ou alvenaria maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (Tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

MESTRE INSTALADO

Em 25/07/2019 o Respeitável Irmão Noelcy Petwira de Carvalho, Loja Hipólito José da Costa, 410, REAA, GOERGS (COMAB), Oriente de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, solicita o que segue:

MESTRE INSTALADO

Gostaria de maiores informações sobre os Mestres Instalados.

CONSIDERAÇÕES:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

ABATER COLUNAS

Em todos os Templos das Lojas Simbólicas existem, próximas à porta de entrada, muitas vezes no Átrio, outras vezes pelo lado de dentro do Templo, duas colunas com as letras “B” e “J”. Na minha opinião, devem estar no lado de dentro, pois são consideradas como Símbolos Maçônicos.

Entretanto, o termo “abater colunas” não se refere à essas colunas, mas à outras, que ao meu ver, são muito mais importantes, como veremos a seguir.

As Colunas “B” e “J”, determinam, principalmente, o local que deve ser ocupado em Loja, respectivamente, pelos Aprendizes e pelos Companheiros. Há diferenças, dependendo do Rito em que a Loja está trabalhando. Assim, para o Rito Escocês Antigo e Aceito, a Coluna “B” está à esquerda de quem adentra o Templo, e a Coluna “J”, à direita. Formam, pois a Coluna dos Aprendizes e a Coluna dos Companheiros. Considerando, simbolicamente, que ao longo do Oriente-Ocidente da Loja está a Linha do Equador, temos, então, a Coluna do Norte e a Coluna do Sul, sempre citadas em nossos rituais.

Além dessas existem ainda, no R.'.E.'.A.'.A.'. as Colunas Zodiacais.

Finalizando, existem outras “Colunas”, simbólicas, importantíssimas. Desse modo, simbolicamente, a Loja está apoiada em três colunas: a Coluna do Venerável Mestre, ou a “Coluna da Sabedoria”; a Coluna do Primeiro Vigilante ou a “Coluna da Força”; e a Coluna do Segundo Vigilante ou a “Coluna da Beleza”.

Portanto, abater colunas, é derrubar as colunas que sustentam, simbolicamente, uma Loja, ou seja, é abater as Colunas da Sabedoria, da Força, e da Beleza!

“Abater Colunas”, segundo Mestre Nicola Aslan “é quando uma Loja Maçônica não se reúne mais com regularidade, nem mesmo para renovar os mandatos de sua administração, e por falta de Obreiros suspende os seus Trabalhos”.

Dizemos, então, que “abateu colunas” ou “adormeceu”. Os procedimentos exigem, que para uma Loja continuar trabalhando, existam ao menos sete Obreiros, sendo, pelo menos, três Mestres.

Somente como esclarecimento, deve fique claro que: “estar entre Colunas” ou “falar entre Colunas” estamos nos referindo à essas últimas colunas citadas, ou seja, as Colunas da Sabedoria, da Força e da Beleza, e não, estar entre as Colunas “B” e “J”, ou entre as Colunas Zodiacais.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

O IRMÃO

O IRMÃO
Ir∴ José Aparecido dos Santos
A∴R∴L∴S∴ Justiça nº 12 – Rito R∴.E∴A∴A∴ – Oriente de Maringá

O que é Maçonaria? E o porquê do chamado irmão? Quando se recebe a luz após todos os trâmites da Iniciação de profano para neófito, finda a cerimônia e se depara com várias espadas apontadas para sua face e corpo completo, ouve-se a voz do Venerável Mestre pedindo para que estes abaixem suas espadas e de agora em diante não mais profano e tendo diante de si um novo maçom e irmão, de hoje em diante somos uma única irmandade universal, sua esposa, filhos, de hoje em diante são cunhadas, sobrinhos ou sobrinhas.

E o primeiro gesto será o abraço fraternal, recebendo o filho pródigo que perambulava entre profanos, ansioso para juntar-se na família maçônica.

Todos devem amar-se uns aos outros, embora isso seja uma utopia; mas sendo todos filhos de um mesmo Criador, a Família Universal deveria apresentar outro comportamento. 

sábado, 9 de novembro de 2019

REAA - POSTURA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS PARA A ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Em 24/07/2019 o Respeitável Irmão Marcelo Guazzelli, Loja Fraternidade VII, REAA, GOERGS (COMAB), Oriente de Caxias do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, solicita esclarecimentos.

POSTURA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS NA ABERTURA E FECHAMENTO DO LIVRO DA LEI

Gostaria das suas considerações a respeito da postura que deve ser adotada pelo Mestre de Cerimônias no momento da abertura e fechamento do Livro da Lei no REAA.

Nossa obediência (GORGS) não estipula a formação do pálio, e o Altar dos Juramentos encontra-se no Oriente, junto a mesa do Venerável Mestre.

Ao que me consta, o Mestre de Cerimônias deve postar-se atrás do Irmão Oficiante (geralmente o ex-Venerável mais recente) segurando o bastão com a mão direita, braço em esquadria, ao lado do corpo, ambos (Oficiante e Cerimônias) na "linha do equador".

Fui questionado por um irmão, que afirmou ser necessário que o bastão deve estar exatamente na linha imaginária formada pelo Delta (o equador da loja), apesar de não constar no nosso ritual, por causa da energia gerada naquele momento, etc.

CONSIDERAÇÕES:

Devo destacar que de fato, no REAA não existe formação de pálio, assim como o Altar dos Juramentos, que é uma extensão do Altar ocupado pelo Venerável Mestre, fica no Oriente. A começar por aí os procedimentos estão corretíssimos.

Quanto a postura do Mestre de Cerimônias ele, depois de ter conduzido o ex-Venerável mais recente (é quem verdadeiramente abre o Livro da Lei no REAA) até o Altar dos Juramentos, se coloca à sua retaguarda trazendo o bastão empunhado e apoiado verticalmente no chão – braço direito colado no lado direito do tronco tendo o respectivo antebraço à frente na horizontal formando com o braço uma esquadria.

Por sua vez, cabe mencionar que o Altar dos Juramentos fica no Oriente próximo e de frente para o Altar ocupado pelo Venerável Mestre, por conseguinte, esse Altar se situa na porção mediana do espaço (sobre o eixo). Assim, quem se coloca sobre a linha imaginária é o ex-Venerável que fará a abertura do Livro tendo imediatamente à sua retaguarda o Mestre de Cerimônias que naturalmente descansa o bastão no chão pela sua direita.

Agora essa de gerar energia colocando o bastão sobre o eixo é mais uma das besteiras que assolam a nossa Sublime Instituição. Ora, isso não é parte do racionalismo maçônico. Não há energia nenhuma, senão na cabeça de quem inventou essa bobagem. Penso que o Mestre de Cerimônias é um oficial imediato do Venerável Mestre e cuida da beleza dos trabalhos, não estando ele ali colocado para virar uma espécie de para-raios ou coletor de energias.

A propósito, o eixo longitudinal imaginário, ou equador do Templo, existe apenas para dividir o ambiente e dar referência às duas porções que constituem e agregam toda a topografia da Loja. No Ocidente do Templo ele divide o ambiente em duas Colunas, a do Norte e a do Sul respectivamente.

Energias, egrégoras e outros afins do gênero não cabem num canteiro de trabalho que visa conduzir o homem iniciado à Luz.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 07/11/2019

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


O PAINEL DO GRAU DE APRENDIZ

O PAINEL DO GRAU DE APRENDIZ 
(Desconheço o autor)

O PAINEL DO GRAU DE APRENDIZ é composto por duas Colunas, uma Porta, à qual conduzem três Degraus, sendo estes seguidos de um Adro em Mosaico. Compõem-na, também, três Janelas, uma Pedra Bruta e uma Pedra Cúbica pontiaguda. Também estão ali retratados o Sol, a Lua, o Esquadro, o Compasso, a Perpendicular, o Nível, o Malhete, o Cinzel e a Prancha de traçar. Uma corda com sete nós emoldura este Painel. 

Passemos, então, ao significado de cada um dos símbolos que adornam este Painel. 

AS DUAS COLUNAS, que significam a Beleza e a Força, ficam respectivamente à direita e à esquerda da entrada do Templo, sendo a coluna do Aprendiz a da Força. 

Relacionadas à construção do Templo de Salomão, diante do qual Hiram Habif as construiu, simbolizam os limites do mundo profano. Não se pode conceber a J∴ sem a coluna B∴, assim como não se concebe o calor sem o frio; a luz sem as trevas; o som sem o silêncio. 

As duas colunas são encimadas por três Romãs entreabertas. 

A Romã pode ter diversos significados, tais como a caridade, que contém tantas virtudes, assim como este fruto possui tantos grãos; a humildade, ao esconder sob sua casca grãos tão suculentos; e, ainda, como representante da fecundidade, da geração e da riqueza.