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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

LEMA: AMOR FRATERNAL, AJUDA E VERDADE

LEMA: AMOR FRATERNAL, AJUDA E VERDADE
Autor: Guilherme Cândido

De forma geral, vê-se maçons e não-maçons terem sempre na ponta da língua o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” para definir os princípios maçônicos. Entretanto esta tríade só é coerente com os ritos latinos (os que tem origem francesa) devido aos históricos de envolvimento da Maçonaria em revoluções daquelas nações de onde se originaram.

“Amor Fraternal, Ajuda e Verdade”, esta é a divisa da Francomaçonaria norte-americana e a que faz mais sentido ao analisarmos a essência dos ritos anglo-saxônicos (de origem inglesa), que são os ritos mais antigos e mais próximos da filosofia operativa encontrada nas Antigas Obrigações.

Estes três princípios são considerados, pelo Rito de York, os mais importantes e essenciais preceitos da crença maçônica.

Representado em Lojas norte-americanas pela imagem de duas figuras humanas cumprimentando-se em uma estrada, é através do exercício do Amor Fraternal que os maçons são ensinados a olhar a raça humana como uma só família: o alto e o baixo; o rico e o pobre, todos criados por um Pai Todo Poderoso e habitando um mesmo planeta, devendo ajudar e proteger uns aos outros. É assim que a Maçonaria se torna um instrumento de união de homens de todos os países, credos, raças, culturas e opiniões, promovendo a verdadeira amizade entre aqueles que poderiam, de outra forma, permanecer toda uma vida sem nunca terem se conhecido.

domingo, 8 de dezembro de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Foi Jean-Louis quem nos enviou esta foto que surpreende:

Eu moro na Ilha da Reunião e em Saint Paul, defronte ao mar, vi esta linda casa. 

Claro, não é um templo maçônico (não existe nesta cidade), mas parece estranhamente decorado, você não acha?

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, perceber que está construindo um objeto ou uma decoração ou alvenaria maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

FUNÇÃO DO EXPERTOS

Em 01/09/2019 o Respeitável Irmão André Ricardo Ferraz Roque, Loja Barão do Rio Branco, 03, REAA, GOEPE (COMAB), Oriente de Arcoverde, Estado de Pernambuco, solicita esclarecimento.

FUNÇÃO DO EXPERTOS

Qual a função dos Irmãos Primeiro e Segundo Expertos nas sessões econômicas? Ou eles só têm funções especificas nas sessões magnas?

CONSIDERAÇÕES:

Experto é aquele que tem experiência. Geralmente em Maçonaria e tido como um perito em liturgia e ritualística. Cargo ocupado por aquele que adquiriu grande conhecimento ou habilidade graças à experiência.

Em se tratando do REAA, nas sessões econômicas, pouco atuam, salvo se a necessidade obrigar. 

O Segundo Experto pode ter atuação se um desconhecido pedir ingresso. Nesse caso é função dele proceder o telhamento (examinar pelos sinais, toques e palavras) e colher documentos para averiguação do Orador. 

É também atribuição do Segundo Experto substituir eventualmente o Segundo Vigilante na sua ausência. 

Já o Primeiro Experto atua mais nas cerimônias de Iniciação, Elevação e Exaltação, conforme o previsto no ritual. Quando necessário o Segundo Experto pode auxiliá-lo no ofício. 

Em determinadas passagens ritualísticas o Primeiro Experto atua como Irmão Ter∴ ou Sacrif∴.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 04/12/2019

ADJUNTO PARA O MESTRE DE CERIMÔNIAS

Em 29/08/2019 o Respeitável Irmão Eflaviano Pires Macedo, Loja Caratinga Livre, 0922, REAA, GOB-MG, Oriente de Caratinga, Estado de Minas Gerais, solicita esclarecimentos para o que segue:

ADJUNTO PARA O MESTRE DE CERIMÔNIAS

Pergunta: O Venerável pode estabelecer um adjunto para o Irmão Mestre de Cerimônias? Se sim onde ele deve assentar-se, os dois podem trabalhar juntos?

CONSIDERAÇÕES:

Nas sessões ordinárias e magnas previstas no Ritual não existe nenhuma previsão nesse sentido, até porque a liturgia que envolve o ofício do Mestre de Cerimônias é única. 

Quando uma sessão é prevista e estudada com o mínimo de antecedência, certamente não há necessidade para improvisações.

Talvez isso até fosse o caso se a sessão viesse comportar grande número de convidados e a situação exigisse um adjunto para o Mestre de Cerimônias, todavia, essa não tem sido a praxe.

Digamos que essa possibilidade seja aventada numa ocasião muito especial, provavelmente o adjunto ocuparia lugar próximo do titular. Seria o mais lógico.

Reitero, em ocasiões normais essa possibilidade é completamente descartada.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 03/12/2019

COBERTURA AOS APRENDIZES MAIS NOVOS

Em 28/08/2019 o Respeitável Irmão Janio Naicin, Loja Canoas IIIº Milênio, sem mencionar o nome do Rito, GORGS (COMAB), Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a dúvida que segue:

COBERTURA AOS APRENDIZES MAIS NOVOS

Caríssimo Irmão, solicito orientação na seguinte situação, nossa Loja tem Aprendizes que foram iniciados em tempos diferentes e todos já receberam as instruções do Grau, pergunto: Quando da apresentação das peças de arquitetura para aumento de salário, os Aprendizes que entraram depois devem "cobrir" o Templo para que os que entraram antes apresentem suas peças? Pois, esse é um "costume" da Loja, cuja filiação fiz a pouco tempo, o que particularmente não vejo necessidade, mas existe um parecer da Comissão de Liturgia da Loja, baseado em um Art. do Estatuto da Loja.

CONSIDERAÇÕES:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

A COLMÉIA E A MAÇONARIA

A Colméia, e consequentemente a ação das abelhas, teve seu aparecimento anteriormente no Egito, Roma antiga e no mundo Cristão, antes de fazer parte do Simbolismo da Francomaçonaria.

No antigo Egito, nos esclarece o Mestre Nicola Aslan, "a Colméia tinha interpretações místicas. Representava as leis da natureza e princípios divinos. Lembrava que o homem devia construir um lugar onde pudesse trabalhar, e isto era representado pelo Templo. Dentro desse Templo todos devemos estar ocupados numa produção cooperativa e mútua".

No século XVIII a Francomaçonaria adotou a Colméia como um símbolo do trabalho, ou seja, como símbolo da diligência, assiduidade, esforço, da atividade constante. A Colméia e suas abelhas simbolizam também a Sabedoria, a Obediência e o Rejuvescimento.

Desde então, este símbolo maçônico tem aparecido, e antigamente com mais frequencia, nas ilustrações maçônicas.

Na "Enciclopédia da Francomaçonaria" de Albert G. Mackey, é dito que os maçons devem "observar as abelhas e aprender como são laboriosas e que notável trabalho elas produzem, prevalecendo os valores da sabedoria, apesar de serem frágéis e pequenas".

Em outras literaturas, temos encontrado também que: "a Colmeia é um emblema do trabalho assíduo, ensinando-nos um comportamento racional e inteligente, laborioso e nunca descansarmos enquanto tivermos ao nosso redor Irmãos necessitados, aos quais podemos ajudar, sem prejuízo para outros".

E, para finalizar, podemos citar Ralph M. Lewis, na sua interpretação mística desse Símbolo: "o homem deve modelar suas ações e seu corpo fisico de modo que possa conter e preservar as riquezas, doçuras e frutos de seu trabalho e experiências, não para um uso egoísta, mas para ajudar e fortalecer aos outros".

P.S.: este pequeno trabalho é uma homenagem ao meu apoiador e incentivador, Irmão Fernando Tulio Colacioppo Sobrinho, idealizador, e "abelha incansável" da REDE COLMÉIA, que muito tem colaborado para a Maçonaria do Brasil.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

DIA DA JUSTIÇA

HOMENAGEM À JUSTIÇA*

"Esta noite, noite de homenagem, transmuda a noite comum do descanso, a noite do repouso. A magia das noites do sono e dos sonhos cede lugar a uma outra noite, com outro sentido, outra fulguração, onde a consideração, o apreço, compõem a dignidade do momento da noite de exaltação da Justiça.

E, se iniciei discorrendo sobre noites, perdoem-me que não posso deixar de referir também, ainda que entre parêntesis, outra noite inditosamente simbolizada como a noite mais terrível, que não podemos ocultar ou esquecer. É que infelizmente a realidade sombria passa a ser uma constante na hora presente, na atualidade, pois vivemos a noite das preocupações, a noite da insegurança, noite dos temores e dos terrores.

Aqui, ali e acolá, nessa globalização inexorável de distâncias que já não existem, presenciamos e vivemos uma vida de injustiças, doenças e misérias, irmãos sem saúde e sem pão, de desgraças e sofrimentos, irmãos sem entes queridos e sem consolo, um relacionamento de sectarismo violento e irracional, de grosserias, enganos, fraudes, estupros, assaltos, mortes, irmãos sem ir-e-vir, idosos abandonados, mulheres e etnias massacradas, crianças apavoradas e sem futuro. 

Longe ou perto é o mesmo teatro de feito horrores, individuais ou coletivos, ainda que se disfarce o enredo, ainda que o silêncio apague a música macabra do pavor.

Noite dos temores e dos terrores.

Noite escura, negra.

sábado, 7 de dezembro de 2019

RETARDATÁRIO EM MEIO A ABERTURA DOS TRABALHOS

Em 28/08/2019 o Respeitável Irmão Dalmo Luiz, Loja Concórdia, 0368, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, apresenta a seguinte questão:

RETARDATÁRIO EM MEIO A ABERTURA DOS TRABALHOS

Em nossa sessão já aconteceu várias vezes no meio da ritualista de abertura da Loja antes de abertura do Livro da Lei, Irmãos chegam atrasados e alguns Irmãos que estão dentro da sessão insistem que devemos permitir a entrada desses Irmãos.

Não minha visão interromper o ritualista no meio quebra todo aquele ambiente e concentração dos Irmãos.

Gostaria da sua opinião.

CONSIDERAÇÕES:

ILUMINAÇÃO DO TEMPLO

Em 27/08/2019 o Irmão Marcos Vinícius Horst Rinaldi, Companheiro Maçom da Loja Luz de Órion, 3.951, REAA, GOB-SC, Oriente de Itapema, Estado de Santa Catarina, apresenta o que segue:

ILUMINAÇÃO DO TEMPLO

Tenho uma dúvida sobre a questão da iluminação do Templo antes da abertura dos trabalhos.

Era costume em nossa Loja (ao menos nas duas últimas gestões que participei/desde que iniciei) de ingressarmos no templo com as lâmpadas (fisicamente escondidas atrás do acabamento de sancas de gesso no teto) em modo penumbra (possibilitada por um regulador de luminosidade - dimmer), as quais, apenas no momento do acendimento das velas pelo Mestre de Cerimônias, na devida ordem hierárquica, é que tinham sua luminosidade aumentada até o normal da lâmpada (Oriente e após no Ocidente, sendo primeiro Norte e depois Sul) clareando assim o recinto. Ao final, no encerramento dos trabalhos, igualmente quando o Mestre de Cerimônias passa apagando as velas, na ordem inversa na hierarquia, as lâmpadas do templo também tinham sua luminosidade diminuída novamente ao estado inicial, ou seja, numa luz bem enfraquecida, uma penumbra.

Na atual gestão, isso foi abolido e hoje entramos no templo com o mesmo já totalmente iluminado/claro, fazendo apenas o acendimento das velas do candelabro (do altar do Venerável Mestre e mesas dos Irmãos Vigilantes) na forma do grau e ritual.

Dito isto, pergunto: 1. O que está correto? 2. Se ambas as formas forem possíveis, qual(is) a(s) explicação(ões) respectiva(s)? 3. Isso exprime algum simbolismo ou tem significado esotérico ou é de origem consuetudinária ou mero invencionismo pautado em crenças e maus hábitos?

Desde já agradeço a atenção e o parabenizo pelo seu tempo doado aos IIr.˙. e à nossa Sublime Ordem!

CONSIDERAÇÕES:

TELHAMENTO E O VISITANTE DESCONHECIDO

Em 27/08/2019 o Respeitável Irmão Augusto Gonçalves Martins, Loja Estrela Rioverdense, REAA, GOB-GO, Oriente de Rio Verde, Estado de Goiás, apresenta a questão abaixo:

TELHAMENTO E O VISITANTE DESCONHECIDO

No seu blog de 23 de maio de 2017 houve a abordagem do tema “ingresso do Irmão atrasado”.

No texto você diz “Não sendo do Quadro e desconhecido o retardatário deverá passar pelo telhamento completo (sinais, toques e palavras) no átrio, o que será executado pelo Segundo Experto, inclusive remetendo seu documento de identificação maçônica ao Orador para a competente verificação”. Ou seja, o Segundo Experto já terá executado o telhamento quando o Irmão atrasado ingressar.

Mas surge a dúvida porque na sequencia o texto diz: “Feitas as devidas averiguações e desde que o que pede ingresso possui grau suficiente para assistir o trabalho, ser-lhe-á então franqueado o ingresso na Loja pela Marcha do Grau e pelo questionário de telhamento tradicional. Nessa oportunidade, por ordem do Venerável, o Mestre de Cerimônias, portando o bastão, conduz o retardatário. Enquanto o protagonista executa a Marcha e se submete ao questionário, o Mestre de Cerimônias aguarda ordem na Coluna do Norte para conduzir o Irmão ao lugar devido.”

Se o Segundo Experto já executou o telhamento, o Irmão atrasado passará novamente pelo referido questionário após a marcha do grau?

CONSIDERAÇÕES:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


O ALTAR DOS JURAMENTOS

O ALTAR DOS JURAMENTOS

Altares são utilizados no culto das divindades em praticamente todas as religiões antigas ou modernas. Nas Américas, por exemplo, maias, incas e sobretudo astecas, usavam um altar de pedra para os sacrifícios humanos que se ofereciam aos deuses. Estes sacrifícios tinham o propósito de promover a constante renovação da ordem cósmica e a alimentação dos deuses, que se nutriam do sangue e do coração da vítima. Segundo os astecas, Tezcatlipoca, o Quinto Sol, foi criado graças ao sacrifício dos deuses, que mais tarde criaram a guerra entre os humanos justamente para que os guerreiros capturados fossem ritualmente mortos. A guerra asteca se travava, em parte, para fornecer vítimas sacrificiais aos principais templos.

Nas ruínas de Babilônia encontraram-se altares quadrados de adobe; no Egito usava-se o granito polido ou o basalto; os druídas usavam altares triangulares de pedra; na Grécia e em Roma os altares eram suntuosos, sendo dignos de menção os de Hera em Samos, de Pan e Zeus na Olímpia e de Héracles em Tebas.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

REGISTRANDO E OMITINDO NA ATA

Em 27/08/2019 o Respeitável Irmão Maurício Hernandez, Loja Cavaleiros do Tempo, 2.664, REAA, GOB-GO, Oriente de Rio Verde, Estado de Goiás, apresenta a seguinte questão:

REGISTRANDO NA ATA

A questão é a seguinte.

Quando um Irmão pede a palavra numa sessão maçônica e antes ou depois de explanar, ele pede ao Secretário para omitir sua fala na Ata. 

Isso pode ser feito?

CONSIDERAÇÕES:

Ata - substantivo feminino, do latim acta, significa "coisas feitas". 

O termo designa o registro escrito no qual se relata o que se passou numa sessão, nesse caso, numa sessão maçônica. 

Ora, o registro deve ser fiel à ocorrência pois seu conteúdo será lido para apreciação daqueles que se fizeram presentes na sessão a ela relativa. A ata da sessão deve, inclusive, ser lida na presença de todos. 

Seria mesmo inadmissível que alguém pedisse para que o Secretário não registrasse o seu pronunciamento (inteiro ou parte dele). Aquele que não quiser ter seu pronunciamento registrado que então não fale nada. Fique em silêncio.

Assim, não é dado a ninguém o direito de "pedir" para que a sua fala não seja consignada na ata.

A ata é o registro histórico da Loja. Dado a isso é que em Maçonaria ela é chamada originalmente de "balaústre", justamente por representar um colunelo de madeira, pedra ou mental que, dentre outros, serve de apoio e sustentação. Graças a isso é que figuradamente o balaústre sustenta os registros históricos da Loja. Infelizmente, "entendidos" que pouco conhecem das tradições, usos e costumes da Maçonaria, acharam por bem chama-lo simplesmente de ata, tal qual aquelas que trazem registros de reuniões não maçônicas.
T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 02/12/2019

OFÍCIO DO CHANCELER

Em 27/08/2019 o Irmão Douglas Ricardo Dianin de Lara, Companheiro Maçom da Loja Fraternidade Mourãoense, 4.313, REAA, GOB-PR, Oriente de Campo Mourão, Estado do Paraná, apresenta a questão seguinte:

OFÍCIO DO CHANCELER

Prezado Irmão Pedro Juk, algum tempo atrás tivemos uma reunião aonde, começaram a falar sobre o cargo do Chanceler, pedindo para ele não falar mais datas comemorativas e nem justificativa de faltas dos irmãos.

Gostaria de saber, o Irmão quando vai faltar a sessão ele tem que justificar para o Chanceler ou não precisa justificar? E sobre as datas comemorativas, o chanceler tem que falar todas, ou apenas as datas comemorativas em Loja? Deixando de lado os feriados nacionais e a datas comemorativas nacionais?

Desde já agradeço sua atenção.

CONSIDERAÇÕES:

Um dos ofícios do Chanceler é manter e atualizar o livro de presenças. Do mesmo modo deve manter o registro das efemérides pertinentes à Loja em particular e à Maçonaria em Geral.

Sob o aspecto de "justificar falta" ao Chanceler isso não existe, até porque não é função desse oficial abonar faltas. Ora, se houve falta por parte de alguém, simplesmente esse alguém faltou e está acabado. Nada vai alterar o resultado de um trabalho concluído como justo e perfeito. Justificativa de falta ao Chanceler, nem com antecedência e nem depois de ocorrida a ausência.

É costume inapropriado o Chanceler ficar anotando desculpas pelos outros por motivo de falta – simplesmente coisas de viés latino que só servem para "enfeitar o pavão" e encher a paciência dos outros.

Quanto as efemérides, desde que com critério, é bastante salutar que o Chanceler as comunique a Loja no momento apropriado. Sem exageros e de bom juízo, sem dúvida comunicações desse tipo trazem contornos de boa geometria. Efemérides apropriadas são aquelas relativas aos obreiros do quadro, à Loja e à Obediência. Não menos importante também são as datas comemorativas que envolvem a Nação, o Estado e o Oriente onde se situa a Loja. 

Desde que elas mereçam registro, de tudo o necessário é ter bom senso e objetividade nas informações nas comunicações.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 01/12/2019

A CORDA NO SIMBOLISMO MAÇÔNICO

Em 26/08/2019 o Respeitável Irmão Ubirajara Nascimento, Loja Raphael Simioni, 3.707, REAA, GOB-SP, Oriente de São Sebastião, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte solicitação.

A CORDA NO SIMBOLISMO MAÇÔNICO

Temos, eventualmente, alguns temas para serem discutidos em Loja, que não apresentam maior abordagem nos Rituais dos graus. É o caso da Corda de 81 Nós, quanto à qual não gostaríamos de deixar legado apenas às bibliografias existentes na internet, mas que pudessem estar no conjunto de instruções ou mesmo na abordagem das descrições de Loja de Aprendiz.

No momento atual, o que me indica o irmão para que se possa dar a fonte necessária para o devido entendimento a eles?

CONSIDERAÇÕES:

CONCEITOS BÁSICOS DO RITO BRASILEIRO

CONCEITOS BÁSICOS DO RITO BRASILEIRO 
Ir∴ Valdir Roberto Galdeano

Histórico do Rito Brasileiro 

Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima afirmação de Brasilidade e um autêntico ato de amor ao Brasil. 

Dos diversos ritos praticados pela Maçonaria Regular, em todos os recantos da Terra, o Rito Brasileiro é um deles. O Rito Brasileiro à muito tempo é Regular, Legal e Legítimo. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria, podendo ser praticado em qualquer país. 

Teria sido o embrião do Rito Brasileiro o apelo feito por um irmão Lusitano, um Cavaleiro Rosa Cruz, no ano de 1864, dirigido aos Orientes Lusitano e Brasil, no sentido de que fosse criado um Rito novo e independente, mantendo os três graus simbólicos, de acordo com a tradição maçônica, comum a todos os ritos e, os demais, altos graus, fossem diferenciados com características nacionais. Este apelo vinha com a seguinte afirmação: “Convimos em que semelhante reforma é contraria ao cosmopolismo e a tolerância Maçônica mas também é verdade que, enquanto os Maçons forem patriotas, e os povos fisicamente desiguais, a conservação de um Rito Universal, parece-nos impossível: Talvez que um tão gigantesco projeto só poderá ser possível no vigésimo século”. Esta idéia está publicada às páginas 6, vol. I da obra clássica em Maçonaria, intitulada Biblioteca Maçônica ou Instrução Completa do Franco-Maçom, publicada em Paris, por Ailleaud Guillard.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

PÁLIO, ALTAR E ESTRELA FLAMÍGERA

Em 22/08/2019 o Respeitável Irmão Hercule Spoladore, Loja de Pesquisas Maçônicas Brasil, GOP (COMAB), Oriente de Londrina, Estado do Paraná me envia questões a ele remetidas pelo Irmão Darci Garrido

PÁLIO, ALTAR E ESTRELA FLAMÍGERA

Juk este Irmão Darcy me faz estas perguntas. Repasso para você mais uma vez. Desculpe, mas você é a minha saída nestas horas. Me sinto chateado de pedir mais este favor, mas é da sua área.

Pediria se puder em tirar algumas dúvidas sobre procedimentos e posicionamentos em loja.

1- Ao formar o Palio, o bastão do Mestre de Cerimônias fica por cima dos bastões dos Diáconos ou por baixo?

2- No ritual consta "Altar" dos Vigilantes, pergunto porque altar? o certo não seria trono?

3- A Estrela Famígera ou Flamejante fica acesa na sessão de Aprendiz? Ou só a acende no Grau 2 Companheiro?

Pode o Irmão me esclarecer estes pontos?

 CONSIDERAÇÕES:

BATERIA NO CORTEJO DE ENTRADA

Em 23/08/2019 o Respeitável Irmão André Roque, Loja Barão do Rio Branco, 03, GOEPE (COMAB), REAA, Oriente de Arcoverde, Estado de Pernambuco, apresenta o que segue:

CORTEJO DE ENTRADA

Gostaria de tirar a dúvida abaixo descrita:

- Após a composição do cortejo de entrada, no átrio, o Mestre de Cerimônias bate à porta para que o Cobridor Interno abra a porta do templo. Gostaria de saber do Irmão como o Mestre de Cerimônias deve dar esta batida, se com a bateria universal ou com a bateria do Grau que a Loja irá trabalhar?

CONSIDERAÇÕES:

Como os procedimentos são de ingresso no Templo para o início dos trabalhos e a Loja já deva estar já estar preparada e decorada para os trabalhos no grau de abertura, então o Mestre de Cerimônias dá na porta a bateria do Grau correspondente àquele em que a Loja será aberta.

No que diz respeito à bateria universal (Aprendiz), comumente ela ocorre quando a Loja já está aberta e alguém pede para ingressar – um retardatário, por exemplo. Nesse caso é dada a bateria universal.

Para a entrada do préstito o Mestre de Cerimônias pede ingresso pela bateria do grau.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 29/11/2019

LOJA ABERTA COM SETE MESTRES

Em 22/08/2019 o Respeitável Irmão Paulo Sérgio Schmidt, Loja Acácia de Vila Prudente, 1.648, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, solicita o seguinte esclarecimento.

LOJA COM SETE MESTRES

Poderia me instruir como proceder na composição dos cargos na loja quando temos a presença de apenas sete mestres?

CONSIDERAÇÕES:

Três governam a Loja, cinco Mestres a compõem e sete a completam, ou a tornam perfeita.

Em Loja do REAA∴ a formação de uma Loja com a presença de apenas sete Mestres deve ser assim distribuída: Venerável Mestre, Primeiro e Segundo Vigilantes, Orador, Secretário, Cobridor Interno e Mestre de Cerimônias. 

Em atenção ao número mínimo para a abertura de uma Loja, essa seria a classificação dos cargos.

Como o REAA exige na sua liturgia a transmissão da Pal∴ Sagr∴ para a abertura e o encerramento dos trabalhos, da qual participam os oficiais mensageiros, numa situação precária, substituem momentaneamente os Diáconos, o Secretário, como 1º Diácono e o Mestre de Cerimônias, como 2º Diácono. 

Assim, no decorrer da transmissão o Secretário e o Mestre de Cerimônias preenchem os cargos provisoriamente. 

Cumprida a missão, imediatamente retomam seus cargos de ofício.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 29/11/2019

FRASES ILUSTRADAS