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PERGUNTAS & RESPOSTAS
quinta-feira, 5 de junho de 2025
COR DA BOLSA DE BENEFICÊNCIA - REAA
BOLSA DE BENEFICÊNCIA
Fui informado que o Saco de Beneficência deve ser na cor azul.
O SOR, no item 10, diz entre outras, que "...bolsas para coleta (sacos)...", deverão ser na cor vermelho encarnada.
Fiquei na dúvida de qual deve ser a cor do Saco de Beneficência.
CONSIDERAÇÕES:
Conforme determina o Ritual de Aprendiz Maçom, REAA, 2024, vigente, dele a página 20, último parágrafo, está determinado que a cor das bolsas é vermelho-encarnado.
Historicamente, a cor vermelho-encarnado faz parte da decoração do REAA, o que faz com que não só as bolsas, mas também as toalhas, dossel, cortinas, estofos e almofadas sigam esse mesmo matiz.
PEDRO JUK - SGOR/GOBjukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
JOSÉ DE ALENCAR NÃO ERA MAÇOM
LIBERDADE E TOLERÂNCIA
- Rodrigues, Raimundo, A Filosofia da Maçonaria Simbólica, 1ª edição, 1999; Oliveira, Walter Dias de, A Maçonaria e seus Conceitos, Editora A Trolha, 1ª edição, 1999;
- Lyra, Jorge Buarque, A Maçonaria e o Cristianismo, Editora Aurora, 5ª edição, 1970;
- Castellani, José, Os Maçons na Independência do Brasil, Editora A Trolha, 1ª edição;
- D’Albuquerque, A Tenório, A Maçonaria e a Independência do Brasil, Editora Aurora, 3ª edição;
- Aslan, Nicola, Pequenas Biografias de Grandes Maçons Brasileiros, Editora Maçônica, edição de 1973;
- Siqueira, Alcides Luiz de, A Tolerância, Caderno de Pesquisas Maçônicas, Caderno nº 15, Editora A Trolha, 1ª edição, 1998;
- Motalvani Filho, Antônio, Trabalho Maçônico “Ser Maçom”, Revista A Trolha, nº 157, novembro de 1999, página 37;
- Magnani, Júlio Cesar, Trabalho Maçônico, “Liberdade, Igualdade E Fraternidade com Justiça e Lealdade”, Revista A Trolha, nº 157, novembro de 1999, páginas 34, 35 e 36;
- Costa, Frederico Guilherme, Trabalho Maçônico, “Liberdade e Igualdade – Um Diálogo entre Irmãos; Um Enfoque Profano e uma Análise Conceitual”, Revista A Trolha, nº 127, maio de 1997, páginas24 e 24;
- Haddad, Fuad, Trabalho maçônico “A maçonaria e a Independência do Brasil, Revista A Trolha, nº 162, abril de 2000, páginas 34 a 36”;
- Perotoni, Marco Antônio, Trabalho Maçônico, “Liberdade – Os limites do Certo e do errado”, Revista A Trolha, nº 148, fevereiro de 1999, página 34;
- Felipe, Deusdedith José, Trabalho maçônico “Tolerância na Maçonaria”, Revista O Amanhã, nº 5, Março/Abril de 1999, páginas 11 e 12;
- Silva, Antomar Marins, Trabalho Maçônico “Tolerância”, Revista A Trolha, nº 154, agosto de 1999, página 41;
- Oliveira, João Batista Moraes, Trabalho Maçônico “Tolerância Doméstica”, Revista A Trolha, nº 122, dezembro de 1996, páginas 22 e 23;
- Siqueira, Alcides Luiz de, Trabalho Maçônico “A Tolerância”, Revista A Trolha, nº 148, julho de 1998, página 26;
- Sálvio Jr, Antônio Hoberdanchi, Trabalho maçônico “Considerações sobre o Salmo 133”, Revista A Trolha, nº 115, maio de 1996, páginas 24 e 25;
- Guimarães, João Francisco, Trabalho Maçônico “A Tolerância”, Revista O Amanhã, nº 3, páginas 10 a 12;
- Constituição do Grande Oriente do Brasil, edição 2009;
quarta-feira, 4 de junho de 2025
VOTO DO VENERÁVEL NO ESCRUTÍNIO SECRETO
VOTO DO VENERÁVEL
Gostaria de um esclarecimento: Escrutínio Secreto para aprovação de Candidato o Venerável pode participar da votação ou não?
COMENTÁRIO:
O Venerável não participa de votações nominais (abertas, pelo sinal de costume), isso porque é dado a ele o direito do voto de qualidade, conhecido como de minerva, no caso de empate.
Já no Escrutínio Secreto, obrigatoriamente ele deve participar, sendo, inclusive o primeiro a receber do 1º Experto as duas esferas (branca e preta) e assim será o primeiro votar.
No escrutínio secreto, todos os Irmãos Regulares da Loja votam, inclusive o Venerável Mestre.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
PÍLULAS MAÇÔNICAS
- A Francomaçonaria possuiu dois ramos principais, bem distintos quando à origem e ao comportamento. O ramo Inglês e o Francês. A Francomaçonaria Brasileira, e as demais da América do Sul, são de origem francesa. Na Austrália, EUA e Nova Zelandia a origem é inglesa.
- Na Inglaterra, a idéia de uma sociedade obreira declinava pouco a pouco, e reencontrou força e vigor graças ao acrescentamento de elementos novos, encontrados, antes de tudo na burguesia e nas profissões liberais e, posteriormente na nobreza e realeza. Aos primeiros, essa nova organização, oriunda de uma guilda quase moribunda de ofícios, estendia seus fins e sua influência, dando-lhes um novo aval entre os homens de condição social mais elevada.
- Na França, diferentemente do exposto acima, o povo começava a despertar para idéias novas (muitas emprestadas da Inglaterra) e preparava sua Revolução, enquanto a Inglaterra já fizera a sua e decapitara seus reis. Submetera a Igreja ao Estado, e aspirava repouso.
- Desse modo, enquanto a Lojas Inglesas reuniam, de maneira geral, pessoas extremamente respeitáveis, ponderadas, cultivando cuidadosamente, com submissão, as leis do reino e as leis da natureza, as Lojas Francesas abrigavam, sob a Lei do Silencio, tudo quanto o reino podia conter de hermetistas, alquimistas, “filósofos” e “iluminados”. Desse modo, a Loja tornou-se a veste que lhes permitiu passar despercebida – e, em seguida, ficar ao abrigo das perseguições do poder real e do poder religioso – uma sociedade frívola que dança inconscientemente seus últimos minuetos, quando a casa, já rachada, começou a desmoronar. (Marius Lebage).
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com
A BIGORNA E O APERFEIÇOAMENTO DO MAÇOM
terça-feira, 3 de junho de 2025
MAÇOM HONORÁRIO
MAÇOM HONORÁRIO
Segundo a Constituição Federal do GOB, Capítulo IV - DAS CLASSES DE MAÇONS, Art. 32, III, o Maçom, não pertencendo ao Quadro da Loja, dela poderá receber o título honorífico de "Honorário", podendo ser homenageado com esse título, Maçom regular de outra Potência reconhecida.
O Irmão que foi agraciado com este título honorífico, ao frequentar sessões na Loja que o concedeu, deverá assinar o Livro de Visitantes ou o Livro de Irmãos do Quadro?
Desde já agradeço a atenção!
CONSIDERAÇÕES:
Em que pese este não ser um assunto de ritualística, mas creio, da alçada da Guarda dos Selos, segue a minha opinião a respeito.
Salvo melhor juízo, um membro honorário possui um título honorífico, o que não o torna um obreiro regular do Quadro, ou seja, aquele que recolhe pela Loja os metais devidos, sujeita-se à frequência regulamentar e tem o direito a voto.
Por conta disto, entendo que o Membro Honorário é um Irmão agraciado de outra Loja, ou de outra Obediência reconhecida, mas isso não o faz, de fato e de direito, um obreiro regular do Quadro da Loja que o agraciou.
Sendo assim, no meu entendimento ele deve assinar o Livro de Presenças de Irmãos visitantes.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
MAÇONS FAMOSOS
O LUXO NA VISÃO MAÇÔNICA
Autor: Irmão José Geraldo de Lucena Soares
segunda-feira, 2 de junho de 2025
SUBSTITUTOS LEGAIS DAS LUZES
SUBSTITUTOS
Quem substitui o Venerável Mestre na ausência do Venerável e Primeiro Vigilante?
CONSIDERAÇÕES:

De acordo com o ritual de Aprendiz mencionado, quem é o substituto imediato do 2º Vigilante é o 2º Experto.
No caso da falta de duas das Luzes eleitas para dirigir a Loja, ou seja, do Venerável Mestre e o 1º Vigilante, o Mestre Instalado mais recente da Loja assume o lugar do Venerável; o 2º Vigilante o do 1º Vigilante e o 2º Experto assume o lugar do 2º Vigilante.
Ao finalizar, vale ressaltar que a falta de duas das três Luzes eleitas para dirigir a Loja, inclusive do Venerável Mestre, é algo que merece atenção, pois sinaliza que algo não vai bem com a administração dessa Loja.
T.F.A.PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
SÍMBOLO MAÇÔNICO SUBMERSO EM PARATY
MAÇONARIA NÃO É MILÍCIA ARMADA
domingo, 1 de junho de 2025
TILINTAR DE ESPADAS E O SILÊNCIO INICIÁTICO
TILINTAR DE ESPADAS
No tempo de estudos aos Aprendizes, sobre a sessão de iniciação, comentamos que as pedras eram desbastadas fora do templo, na construção do Templo de Salomão, para não ouvir o tilintar, ou, som dos metais. O Aprendiz perguntou, porque na Segunda Viagem ouvimos o tilintar de espadas dentro do Templo. Pergunto qual explicação para o questionamento? Indago, não seria melhor que o tilintar das espadas ser por Áudio: uma gravação, como, na primeira viagem o som dos ventos, relâmpagos e raios?
CONSIDERAÇÕES:
Inicialmente é preciso dizer que a alegoria do Tempo de Jerusalém, ou o de Salomão, é apenas um elemento simbólico. O fato de não se ouvir nenhum barulho de ferramentas na construção do Templo, significa que o maçom deve trabalhar constante e silenciosamente no seu interior para alcançar progresso e aprimoramento, moral e intelectual – o Templo, nesse caso, é o próprio homem.
Em Maçonaria, a alegoria do Templo é uma construção simbólica para comportar uma lenda que é a chave da Grande Iniciação.
Nesse contexto se faz cogente compreender que a Maçonaria possui aproximados 800 anos de história documental e o Templo de Jerusalém, aludido na lenda, é muito mais antigo do que a existência da Maçonaria. Enfim, não existia Maçonaria nos tempos da construção do templo hebraico. O que é mencionado na Maçonaria é uma lenda criada para expor lições de ética, moral e sociabilidade. Reforça ainda essa afirmativa, o fato de que o grau especulativo de Mestre Maçom somente veio aparecer em 1725 na Inglaterra, sendo oficializado em 1738 na segunda Constituição de Anderson.
Diferente do Primeiro Templo de Jerusalém, que se acredita ter existido entre os séculos X e VI a. C., o primeiro Templo maçônico teve sua pedra angular fincada em 1776 e concluído aproximadamente dois anos mais tarde para abrigar a primeira Grande Loja, fundada em Londres e Westminster no ano de 1717. Este Templo (onde se encontra o atual Free Mason’s Hall) teve dois modelos principais para a sua construção: a Igreja e do Parlamento Britânico.
Sob a conjuntura iniciática, a questão do lendário silêncio na construção do Primeiro Templo de Salomão, onde não se ouviam os ruídos produzidos pelas atividades profissionais dos que erigiam as paredes, quer dizer que simbolicamente o trabalho introspectivo, silencioso efetuado por cada maçom deve ser produzido sem alardes (discrição).
Sobre o literal tilintar de espadas em determinadas passagens iniciáticas da Moderna Maçonaria, onde literalmente os Irmãos batiam espadas umas contra outras, faz tempo que isso não ocorre mais. Atualmente este tilintar de espadas se faz valer de recursos sonoros produzidos por equipamentos eletrônicos operados, geralmente, pelo Mestre de Harmonia.
Na concepção iniciática, esses ruídos produzidos pelo tilintar de espadas, como fosse um entre chocar de armas brancas em combate, nada tem a ver com o silêncio da construção "simbólica" do Templo. O silêncio nessa construção revela introspecção do obreiro, já os ruídos produzidos pelo entre chocar de espadas, revela simbolicamente a luta natural daqueles que combatem as futilidades mundanas e os revezes da vida. Esse combate, que se revela na juventude do ser humano é natural daqueles que atravessam a segunda etapa da vida.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB - jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
ENSINAMENTO MAÇÔNICO SOBRE A ENTRADA NO TEMPLO
Quando dizemos que somos de uma loja de São João justa e perfeita elevamos nossa alma ao grande arquiteto pedindo proteção ao nosso coração para mantê-lo puro perante as imperfeições e evoluções constantes no mundo, onde reconhecemos nossa pequenez e nosso grau de aprendiz, que nada sabemos e talvez chegarmos a conclusão que nada saberemos. Simplesmente vivemos e adquirimos maturidade terrena e material, sempre buscando algo que está longe demais de ser alcançado, e quando chegamos vemos que o grande arquiteto tem outros planos, muitas vezes corrige esse curso, outras nos proporciona a oportunidade de evoluir espiritualmente e como pessoa.
Devemos focar nossos objetivos para trazermos paz ao mundo e tranqüilizar os corações amargurados e sofridos em uma vida de tantas provações. Amizade a todos os irmãos, entendendo-os e relevando as mais diversas situações provocadas por seu grau de evolução, mostrando-lhes o caminho das pedras para seu aprendizado individual, refletindo sobre nos mesmos e lembrando constantemente do nosso estágio de aprendiz, que ao contrário do que achamos é cada vez menor, o que perante o grande arquiteto aumenta nossa responsabilidade perante seus objetivos em um mundo em constante modificação.
Prosperar para oferecermos conforto a nossas famílias e criar condições de fazermos algo mais pelo próximo e formarmos exemplo de cidadania, contribuindo assim para um mundo melhor é uma frase conceitual, mas na essência vem acrescida de tantas variáveis que montaríamos uma biblioteca, pois com ela pode vir cobiça, vaidade, ignorância e tantas outras que nos fazem perder o sono à noite. Será que a prosperidade tem algo a ver com longevidade? Algo que está interno ao ser humano e não nos prazeres mundanos? Será que a realização momentânea nos traz um vazio, contemplando aquele sentimento de que sempre nos falta algo? Será que ao estendermos a mão a um necessitado não estaremos prosperando muito além de nossos limites? Fazer a diferença não seja ser uma pessoa digna e um bom pai de família?
Prosperar! Palavra forte e concreta que nos remete ao céu, uma grande diferença entre a migração de uma coluna à outra, de um estudo conceitual a uma ideologia mágica de satisfação plena.
É somente isso trazes consigo?
O venerável mestre, aquele cuja responsabilidade é creditada a conduta de seus aprendizes, vos saúda com respeito e admiração, agradecendo em nome de todo seu templo de origem o privilégio de abrigar com o mesmo carinho que esse filho foi recebido em sua vida o dos irmãos de convívio, fazendo-o ter uma visão diferente, mitigando sua curiosidade a outros fatos que contribuam para o seu aprendizado, razão pela qual de seu glorioso nome… venerável mestre.
Quando construímos templos à virtude remetemo-nos aos notáveis cavaleiros templários, figuras fortes e marcantes que tanto contribuíram com nosso desenvolvimento, demonstrando garra, robustez e perseverança, trabalhando com muita alegria, cavando masmorras ao vício. O mesmo vício de fazer o bem e nos fazer progredir e acreditar que existem muitas variáveis que não temos conhecimento, migrando-os ao simples – louvável – aprendendo que os detalhes fazem as diferenças, que é na minúcia que descobrimos a arte.
Nesse momento lembramos de Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni, provável free maçom de sua época, estaria errado em tantos progressos nas áreas de engenharia, arquitetura, sociedade, música e artes cênicas de hoje? O nível de detalhe dos seus projetos nos levam a pensar que realmente temos muito a aprender, que realmente somos aprendizes. Muitas paixões foram vencidas, muitas vontades submetidas para realizar um dos trabalhos mais bonitos que a história protagoniza até hoje – a capela Sistina – que demonstra com suavidade e vigor toda energia despendida por um aprendiz que buscava algo, que tanto criou e contribuiu ao mundo e, talvez, tenha viajado as estrelas e ainda hoje continue buscando algo.
E o que ele queria? Um lugar que a história lhe reservou ou somente um lugar entre nós?
“De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu.”
Giorgio Vasari
E seu venerável mestre lhe concedeu… e o mestre de cerimônia lhe acompanhou ao seu lugar de direito.
Fonte: https://www.maconaria.net







