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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 16 de fevereiro de 2020

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu


Foi Joël quem nos enviou esta foto tirada "enquanto caminhava em Paris".

Os maçons entenderão a alusão ... 

Se você também estiver perto de sua casa ou viajando, perceber um edifício, um objeto ou uma decoração maçônica ou evocar a Maçonaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores de blogs. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

SAUDAÇÃO ANTES DA ABERTURA

SAUDAÇÃO ANTES DA ABERTURA 
(republicação)

Em 01.05.2015 o Respeitável Irmão Monteiro (sem declinar o nome completo), Loja Acácia do Oeste, 2.812, GOSP - GOB, REAA, Oriente de Dracena, Estado de São Paulo, solicita esclarecimento: estilo.livre@uol.com.br

Mais uma vez recorro aos seus conhecimentos, aproveitando desta vez para que o Irmão uma vez mais dê sua luz a este que talvez também seja erro de impressão, como abordou no boletim JB n° 1672 e que tive o prazer quando da sua estadia em nosso oriente (Dracena/SP) de ter feito a mesma pergunta com a mesma resposta, que agora tenho neste boletim acima. A pergunta é? Seria um erro de impressão também quando o Venerável Mestre ordena que o Mestre de Cerimônias conduza o Orador ao Altar dos Juramentos, para que proceda a leitura referente ao grau e este faz a saudação ao Venerável antes do Lei da Lei estar aberto? Para mim, é equivocado, mas quem sou eu na orbita maçônica para querer corrigir tal ato ou disposição.

CONSIDERAÇÕES:

É como eu dei a explicação publicada no JB nº 1.672 - antes da abertura, Sinal no Rito em questão somente será feito após ter sido a Loja declarada aberta, salvo quando da execução do reconhecimento pelo Vigilante ou pelos Vigilantes durante o procedimento de abertura dos trabalhos como o segundo dever de um Vigilante em Loja. 

Dado ao exposto, se o Ritual estiver prevendo atitudes contraditórias ao comentado no que concerne à saudação ao Venerável (antes da abertura da Loja), provavelmente existe um equívoco por parte do Ritual. 

Não quero nada aliviar, mas enviei mais de duzentas correções (provimentos) para o Ritual do Primeiro Grau em vigência, mais precisamente em setembro de 2.013. Estou ainda aguardando a manifestação oficial para enviar os demais provimentos relativos ao Segundo e Terceiro Grau.

Lembre-se Mano, acima de tudo você é um Maçom e, dentro da geometria correta, tens todo o direito de alertar essas imprecisões quando elas existirem. Saudações aos diletos Irmãos da região da “alta paulista”.

T.F.A. 
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.810 – Florianópolis (SC) segunda-feira, 14 de setembro de 2015

MAÇONFOLIA

MAÇONFOLIA
Ir∴ Valdemar Sansão 

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. (Pablo Neruda)

Esclarecendo - No mundo cristão medieval, períodos de festas profanas se iniciavam, geralmente, no dia de Reis (Epifania) e se estendiam até a quarta-feira de cinzas, dia em que começavam os jejuns quaresmais. Consistia em festejos populares e em manifestações sincréticas oriundas de ritos e costumes pagãos, e se caracterizavam pela alegria desabrida, pela eliminação da repressão e da censura, pela liberdade de atitudes críticas e eróticas. Os três dias imediatamente anteriores à quarta-feira de cinzas, dedicados a diferentes sortes de diversões, folia e folguedos populares. No primeiro dia da Quaresma, os cristãos costumam passar cinzas na cabeça, simbolizando a fragilidade e a humildade das pessoas, porque vêm do pó e ao pó retornarão.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

PORTA ESTANDARTE, COBRIDOR E MESTRE DE CERIMÔNIAS

PORTA ESTANDARTE, COBRIDOR E MESTRE DE CERIMÔNIAS
(republicação)

Em 01.05.2015 o Respeitável Irmão André Ricardo Ferraz Roque, Loja Mater Barão do Rio Branco, 03, REAA, GOIPE (COMAB), Oriente de Arco Verde, Estado de Pernambuco, solicita esclarecimento no que segue: 
andrericardoroque@hotmail.com

Dúvida Ritualística: Gostaria que o nobre Irmão retirasse as seguintes dúvidas ritualísticas: 1 - Na ausência do Irmão Porta Estandarte, a quem compete descobrir o Estandarte da Oficina? 2 - Quando o Venerável Mestre diz "De pé e à Ordem", como deve ficar o Irmão Cobridor interno? Falo em relação à espada. 3 - Após convidar e conduzir o Irmão designado pelo Venerável Mestre para abrir o Livro da Lei, onde deve se posicionar o Irmão Mestre de Cerimônias e em que posição ele deve ficar?

CONSIDERAÇÕES:

MASONERÍA Y JUVENTUD

MASONERÍA Y JUVENTUD
José Morales Manchego
"Los que tienen concepciones progresistas no tienen edad cronológica" (José Stevenson Collante)
En la sociedad no Masónica, la juventud se ha caracterizado por tratar de ser diferente y entrar en contradicción con la generación anterior. En esa misma sociedad el adulto mayor no puede competir con la velocidad y el frenesí de las personas de poca o mediana edad. Por eso cuando un joven quiere avanzar, e interroga a su preceptor, no es raro que éste lo detenga aconsejándole: "No vayas tan acelerado. Eso lo aprenderás en los años venideros". Y la verdad es que el muchacho no está cometiendo ningún desafuero, sino que ha dejado a su conductor en situación embarazosa. En el seno de la Masonería el fenómeno es distinto. Aquí no hay contradicciones entre nuevas y viejas generaciones. En la Masonería la contradicción fundamental está representada por un " ... choque de armas, con lo que hemos querido simbolizar la lucha encarnizada que tiene que sostener el hombre digno y amante del derecho, en pro de la virtud y de la inocencia ultrajada; en apoyo de los ofendidos por la mentira, la calumnia o la injusticia; en resguardo de la propia o de la ajena honra; en defensa de la patria"(1). En otras palabras: para un verdadero Masón la contradicción fundamental no es con el otro Masón, sino de toda la Institución con la sociedad profana, como se le ha llamado en nuestro lenguaje ancestral.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

OBEDIÊNCIA OU POTÊNCIA?

OBEDIÊNCIA OU POTÊNCIA? 
(republicação)

Em 01.05.2015 o Respeitável Irmão Hugo Schirmer, Loja Honra e Verdade, 439, Rito Adonhiramita (13 Graus), GORGS – COMAB, Oriente de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a questão seguinte: schirmer.hugo@gmail.com

DIFERENÇA ENTRE - Estou preparando um trabalho para apresentar em Loja e nas pesquisas que comecei a fazer, comecei a ficar em duvida em relação ao que é uma: 1 – Potência Maçônica? 2 – Obediência Maçônica? Trata-se do mesmo significado? É a mesma coisa? Pois, segundo Da Camino em seu Dicionário maçônico diz que: OBEDIÊNCIA, é a submissão a vontade de outrem já; POTÊNCIA, também para da Camino seriam o GOB∴, as GG∴LL∴ Estaduais e os GG∴OO∴ Independentes, denomina-se “Potencia Maçônica”. Cada Potencia é Soberana, autônoma e Independente. Então como exemplo a GLRS∴ e GORGS∴, seriam Potencias? E o GOB/RS uma Obediência? Já Alec Mellor define como Obediência as Grandes Lojas da Inglaterra, da França, da Bélgica, etc. e trás outras considerações. Já nada refere em relação ao vocábulo “Potencia!”. Já Gervásio de Figueiredo, diz que Obediência é uma Potencia Maçônica formada no mínimo de três lojas federadas e que a primeira “OBEDIÊNCIA” DATA DE 1717 – GLI. Já em relação à Potência – Alto Corpo regular: Grande Oriente, Grande Loja ou Supremo Conselho. Já o Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa diz que: OBEDIÊNCIA -, s. f. Ato de Obedecer; submissão... . Já Potencia –s. f. Qualidade de potente, vigor... . Eis colocada à questão, gostaria de uma definição e de preferência meus Amados Irmãos o mais sucinto possível. 

CONSIDERAÇÕES:

SALMO 133 - INTERPRETAÇÃO

SALMO 133 - INTERPRETAÇÃO

Em cada Grau Maçônico o Livro da Lei é aberto em um determinado trecho da Bíblia, trecho esse que tem afinidade com os ensinamentos filosóficos preconizados pelo Grau.

A fórmula de reconhecimento do Maçom no Grau de Aprendiz é “M∴I∴C∴T∴M∴R∴”, que indica com clareza ser a Fraternidade uma das virtudes fundamentais que o Maçom deve praticar, sobretudo em relação a seus Irmãos. Ademais, a Fraternidade também está presente na trilogia Maçônica Liberdade – Igualdade -Fraternidade.

Assim, no Rito Escocês Antigo e Aceito praticado no Brasil, que é o objeto desse nosso estudo, abre-se o Livro da Lei, no caso a Bíblia, no Livro dos Salmos, especificamente naquele que exalta a excelência do amor fraternal.

A palavra Salmo vem do grego psalmós, que significa “cântico acompanhado pelo saltério”, um antigo instrumento de cordas.

Nas Bíblias editadas pelas Sociedades Bíblicas Protestantes, esse Salmo leva o número 133 e o autor da tradução, o Pastor Calvinista João Ferreira de Almeida, o apresenta com o seguinte texto:
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!

É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce à orla de seus vestidos.

Como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a benção e a vida para sempre.

Nas Bíblias editadas pela Igreja Católica, geralmente a tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo é substituída pela do Padre Leonel Franca e este Salmo recebe o número 132, em razão de terem sido unidos os Salmos 9 e 10, havendo, portanto, a partir daí, um desencontro numérico entre as edições Protestante e Católica, diferença esta que vai até o Salmo 146, que foi dividido em dois distintos Salmos. A versão Católica do Salmo 133 (132) é:

Oh! Como é bom e agradável aos irmãos viverem juntos.

Como o óleo perfumado na cabeça, que desce para a barba de Aarão; Que desce para a orla de suas vestiduras.

Como o orvalho de Hermon que desce sobre as montanhas de Sião. Ali derrama o Senhor a benção, a vida para todo o sempre.

Atribui-se a autoria dos Salmos ao Rei Davi, pai de Salomão. Diz-se que o Rei David além de poeta era músico e cantor, um artista que compôs os Salmos para serem cantados sob o acompanhamento do saltério.

Neste Salmo 133 (132), o autor compara o prazer de se viver em fraterna união com o prazer que o Sumo Sacerdote, (no caso personificado por Aarão, que foi o primeiro) sente quando é consagrado e se lhe derramam sobre a cabeça o óleo perfumado cuja fórmula foi determinada pelo próprio Deus a Moisés (Êxodo 30:22-25: mirra, canela, cálamo, cássia e azeite de oliveira).

Ao mesmo tempo, compara essa consagração do Sumo Sacerdote (com o óleo perfumado que lhe escorre pela barba até à orla de suas vestes) com a bênção de Deus sobre seu povo (com o orvalho descendo abundantemente do Hermon para fecundar as terras).

Sob o ponto de vista místico e religioso, o óleo tem um sentido purificador, a cabeça é associada ao centro vital da existência, a barba é um emblema da honra e as vestes simbolizam a honestidade e o pudor, significando que o Iniciado deverá manter um equilíbrio perfeito em seus pensamentos, ações e atitudes.

A Fraternidade (Grau de Aprendiz) e o Trabalho conduzido em reta conduta (Grau de Companheiro), pressuposta na consagração do escolhido como Sumo Sacerdote, proporcionam a bênção de Deus e levam à vida para sempre (Grau de Mestre).

Excertos do livro Simbologia Maçônica dos Painéis: Lojas de Aprendiz, Companheiro e Mestre do Irm∴ Almir Sant’Anna Cruz

Fonte: Simbologia Maçônica Dos Painéis

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

DÚVIDA NO SEGUNDO GRAU

DÚVIDA NO SEGUNDO GRAU 
(republicação)

Em 01.05.2015 o Respeitável Irmão Glauco Vladimir Meira Costa, Loja Prof. Leônidas Santiago, 16, REAA, GLMEPB (CMSB), Oriente de Areia, Estado da Paraíba, apresenta a seguinte questão: gvmeira@gmail.com

Gostaria de tirar uma dúvida com o Irmão: Quando da abertura dos trabalhos no Grau de Companheiro, os Vigilantes fazem a verificação se todos os obreiros em Loja são Companheiros Maçons. Dúvida: Não deveria ser a verificação se todos os presentes são maçons, tendo em vista que existem Mestres também presentes? Gostaria que o irmão me esclarecesse se isso é um erro do ritual ou qual o motivo dessa verificação ser de Companheiros maçons se tem em Loja Mestres.

Considerações: 

Esses são os desajustes e redundâncias que tem se apresentado em inúmeros rituais e costumes na Maçonaria. Obviamente que se a Loja está sendo regularmente aberta, nela deverão inquestionavelmente estar presentes Maçons que obrigatoriamente devem possuir grau simbólico igual ao da abertura dos trabalhos, além da quantidade mínima de sete Mestres para a abertura de qualquer sessão maçônica.

Nesse sentido, bastaria que a ordem de verificação se restringisse à presença de Maçons, já que a verificação fica sempre subentendida que será feita de acordo com os trabalhos de abertura da Oficina. 

É oportuno salientar que em relação ao número mínimo da presença de sete Mestres para se abrir uma Loja aqui comentada está nas tradições, usos e costumes da Sublime Instituição, embora lamentavelmente alguns regulamentos equivocadamente não tenham mais observado essa regra.

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.797 – Florianópolis (SC) terça-feira, 1º de setembro de 2015

FRASES ILUSTRADAS


HORIZONTES POSSÍVEIS EM MAÇONARIA

HORIZONTES POSSÍVEIS EM MAÇONARIA
José Maurício Guimarães

Não tenho certeza, mas penso que nunca se escreveu tanto sobre Maçonaria neste país.

Isso é bom, pois se maçons estão escrevendo, é porque estão lendo. Inverto a norma maquiavélica de que os meios justificam os fins: nesse caso os meios utilizados justificam os fins alcançados. Mesmo quando uma plêiade ainda escreve pelos cotovelos, o que vale é estarem lendo, coordenando ideias e transformando ideias em palavras. Cumpre-se o objetivo maior da Maçonaria que é pensar e livre-pensar; e se pensam, “logo existem”. Acho que dessa forma todo mundo sai satisfeito, inclusive Descartes e Maquiavel. Cabe aos perfeccionistas trazerem aquela peneira formidável e, com certeza, após uma vigorosa peneiração há de se separar o fino grão do cascalho inútil. Mais ou menos como aquela história do caçador que viu um elefante ser soterrado numa montanha de areia; pegou uma peneira e após peneireiro o que sobrou era elefante.

Uma Loja não é uma escolinha onde o Oriente ensina ou impõe, e o Ocidente vota tudo sem questionar. Mesmo que a palavra “volte a circular” duas, três, dez, cem vezes, o assunto tem que ser esgotado (independentemente do “rito”) e mesmo em se tratando da Ordem do Dia preferida: o refrigerante da festinha semanal em homenagem às mães, aos pais, aos avós, etc.

EXCEÇÕES ÀS REGRAS:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

SIMBOLOGIA EGÍPCIA NOS TEMPLOS MAÇÔNICOS

SIMBOLOGIA EGÍPCIA NOS TEMPLOS MAÇÔNICOS

Em 20/11/2019 o Respeitável Irmão Roberto Ney Lusvarghi, Loja Luz e Progresso, 189, REAA, GLMMG, Oriente de Araxá, Estado de Minas Gerais, apresenta o que segue:

Tenho buscado, sem sucesso, a representatividade da simbologia egípcia nos Templos Maçônicos.

Gostaria de saber se o Ir∴  já tem estudado esse assunto, se tem algum trabalho publicado ou se pode me indicar literatura a respeito. 

Muito obrigado pela sua atenção e receba os meus parabéns pela sua imensa dedicação aos estudos de nossa Ordem.

CONSIDERAÇÕES:

MINUTO MAÇÔNICO

AUTO EXAME 

1º - Convivendo em um mundo tão conturbado se faz necessário uma pequena pausa e perguntar: você já o fez o seu auto exame? 

2º - Faz algum tempo que entrou na Ordem? Comparou seu comportamento antes e depois de entrar na Maçonaria? 

3º - Meu comportamento é coerente com aquilo que assimilei como verdade? Mudei em alguma coisa? 

4º - Por mais que eu me esforce reconheço que ainda falta muito para atingir a perfeição. Aonde está a minha falha? Que devo fazer? 

5º - Queridos manos, quando formos capazes de ser honesto conosco mesmo, e aniquilar a vaidade, suplantar o egoísmo, trocar a ambição por ideais altruísticos, aí meus irmãos, estaremos no caminho certo das realizações fraternas. 

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

EL JURAMENTO

EL JURAMENTO. 
Carlos Emilio Maurin Fernández

Hablar sobre el tema cuyo nombre encabeza estas líneas sería tratar una cuestión tan extensa que tendríamos para ello que ocupar varias carillas a fin de tocar todas las aristas que ello involucra a fin de llegar a una conclusión más o menos definitiva. En consecuencia, vamos a exponer, aun cuando más no sea a grandes rasgos, lo que sobre este tema hemos tenido oportunidad de leer y experimentar en la vida profana. De acuerdo al Diccionario éste señala que: Juramento, en el ámbito del Derecho Constitucional, es una forma solemne y pública de garantizar su observancia y respeto. El juramento tiene un indudable significado religioso, pues lo que significa en puridad es tomar a Dios por testigo de la veracidad de lo que se jura. Por razones de libertad de conciencia, los cargos públicos que al tomar posesión han de prestar juramento a la Constitución y las leyes pueden optar por la fórmula de la promesa.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

SALMO 133 NO RITO ESCOCÊS

SALMO 133 NO RITO ESCOCÊS
(republicação)

Em 22.08.2015 o Respeitável Irmão Edgard José dos Santos, Loja Flórido Abrão, 3.246, REAA, GOB-PR, Oriente de Contenda, Estado do Paraná, solicita esclarecimentos para a questão seguinte:
edgardadvogado@pop.com.br

Gostaria de saber quando o Salmo 133 foi introduzido no REAA – quando iniciou a leitura na abertura do Livro da Lei? Por que foi escolhido esse Salmo?

Considerações: 

O QUADRO DO APRENDIZ

O QUADRO DO APRENDIZ
O Painel da Loja de Aprendiz

Ir∴ Fábio Sérgio do Amaral
A∴ M∴ A∴ R∴ L∴ S∴ Theobaldo Varoli Filho 

Introdução 

No início, qualquer local podia ser transformado em Templo. Bastava desenhar com giz, no chão, o “Quadro” simbólico do grau em que a Oficina trabalhava. Após a reunião, bastava apagar o “Quadro”. Mais tarde surgiram as telas pintadas, desenroladas no início das reuniões. Atualmente, os Templos reproduzem todos os símbolos do “Quadro”.

No eixo longitudinal do Templo, estende-se, sobre um cavalete, voltado para o Ocidente, o Painel Simbólico do Grau, de modo a permitir a livre circulação entre o Norte e o Sul. Entre o Painel Simbólico do Grau e o Altar dos Juramentos deve haver espaço suficiente para a passagem de uma pessoa. 

Esse “Quadro” comporta Duas Colunas, encimadas por Romãs, enquadrando uma Porta à qual conduzem Três Degraus; estes, seguidos de um Adro em Mosaico. Vêem-se aí também Três Janelas, uma Pedra Bruta e uma Pedra Cúbica Pontiaguda. Uma Corda com Três Nós emoldura esse “Quadro”, que compreende, além disso, o Sol e a Lua, as duas luminárias, o Esquadro e o Compasso, a Perpendicular e o Nível, o Malhete e o Cinzel, e a Prancha de Traçar

Composição do quadro e seu significado 
As Duas Colunas 


A coluna colocada ao Norte, à esquerda de quem entra no Templo, tem esculpida no fuste a letra B, enquanto que a coluna colocada ao Sul, à direita de quem entra no Templo, tem esculpida no seu fuste a letra J, ambas em posição de leitura para o Venerável Mestre. 

É tão difícil conceber, de acordo com a bíblia, como eram feitas as duas colunas colocadas diante do Templo, quanto o próprio Templo. 

Os autores estão longe de chegar a um acordo e os pormenores dados são tão confusos que os escritores maçônicos só chegam a um acordo quanto às características principais. 

O nome da coluna da direita era Yakhin, que significa “ele tornará estável”,e o da coluna da esquerda era Bo’az, “nele há força”.Variações posteriores conduziram Yakhin aos nomes Yahvé, Yakhun e Jachin, que significa “ele estabelecerá”. Já Bo’az variou para Be’oz, Baïz e Booz, que significa “na força”. As duas palavras significam, portanto, “Deus estabeleceu na força, solidamente, o templo e a religião de que Ele é o centro”. 

As Romãs

O simbolismo religioso da Romã deve ser considerado em primeiro lugar: caridade, humildade e união são as primeiras virtudes que lhe são associadas. 

Pode ser considerada ainda o símbolo representante da fecundidade. 

Os três Degraus 

A passagem do mundo profano para o plano iniciático não pode ser realizada diretamente e os Três Degraus simbólicos são necessários: eles marcam o Iniciado, isto é, o Aprendiz. 

Os Três Degraus representam sucessivamente o plano físico ou material, o plano intermediário, chamado de plano “astral”, e o plano psíquico ou mental. Estes três planos correspondem à divisão ternária do ser humano em corpo, alma e espírito. 

O Pavimento Mosaico 

O soalho do Ocidente é representado pelo Piso Mosaico, constituído de lajes quadradas, brancas e pretas, dispostas, alternadamente, formando um tabuleiro de xadrez. 

Os ladrilhos devem ser de tamanho que proporcione a medida dos passos regulares da Maçonaria que, no Rito Escocês Antigo e Aceito, são seguidos com os pés em esquadria, abertos para frente. 

O Pavimento Mosaico extensivo ao soalho do Ocidente foi a norma nas Grandes Lojas do Brasil até 1942, quando, a partir de então, por iniciativa do Irmão General Joaquim Moreira Sampaio, sucessor do Irmão Mário Behring, ficou restrito ao centro do Templo, com o formato de um tabuleiro de xadrez circundado por uma orla dentada, sobre o qual era proibido pisar, salvo nas passagens ritualísticas previstas. 

O simbolismo do piso pode ter variadas interpretações, tais como: “emblema a variedade do solo terrestre,...simboliza a união de todos os Maçons do Globo...”; ou “o Piso Mosaico é na Maçonaria a imagem da objetividade...”. 

Com efeito, o simbolismo do Piso Mosaico geralmente admitido é o do Bem e do Mal inerentes à existência terrestre. Trevas e Luzes estão ligadas no Piso Mosaico. Mas é também o Corpo e o Espírito, unidos, mas não confundidos. 

As Três Janelas 

Três Janelas são representadas no “Quadro do Aprendiz”: a primeira a Oriente, a segunda ao Meio-Dia e a terceira a Ocidente. Nenhuma janela se abre para o Norte. Essas três janelas são cobertas por uma rede de arame. 

Elas representam as três portas do templo de Salomão. Ora, na Bíblia se diz (I Livro dos Reis, VI, 4): “O Rei fez na casa janelas com grande fixas”. 

A janela do Oriente traz a doçura da aurora, sua renovação de atividade; a do Meio-Dia, a força e o calor; a do Ocidente dá uma luz que, à medida que se torna mais fraca, convida ao repouso. 

Os trabalhos dos Maçons começam, simbolicamente, ao Meio Dia e terminam à Meia-Noite. Os aprendizes são colocados ao Norte porque têm necessidade de serem esclarecidos; eles recebem assim toda a luz da janela do Meio-Dia. 

A Pedra Bruta, a Pedra Cúbica e a Pedra Cúbica Pontiaguda 

Como se sabe, o trabalho do Aprendiz consiste em desbastar a Pedra Bruta, transformando-a num cubo que é um sólido geométrico perfeito, pois se encaixa nas construções perfeitamente, sem deixar espaços vazios. Assim a pedra pode ser polida, sem ter o formato cúbico exigido para o uso nas construções. Portanto, a terminologia correta é Pedra Cúbica e não Pedra Polida. 

A Pedra Cúbica, o hexaedro, é a obra-prima que o Aprendiz deve realizar. A Pedra Cúbica do “Quadro do Aprendiz” é encimada por uma pirâmide quadrangular, chamada Pedra Cúbica Pontiaguda.

A Pedra Cúbica Pontiaguda é destinada a afiar os instrumentos e termina em pirâmide, símbolo do fogo, para que aí sejam inscritos os números sagrados. 

A Corda de Nós 

Dá-se o nome de “Borda Dentada” à corda de nós que rodeia o “Quadro de Aprendiz”. Trata-se de uma corda formando nós, chamados laços de amor, e terminada por uma borla em cada extremidade. 

Os primeiros Maçons deram aos nós da “Borda Dentada” a forma de laços de amor. Esse é um nó muito simples, que consiste num anel onde é introduzida a outra extremidade. Por que esse nó é chamado “laço do amor”? Essa questão não pode ser respondida, pois não se sabe sua resposta. 

Esses nós entrelaçados são a imagem da união fraterna que liga todos os Maçons do Globo, sem distinção de seitas, nem condições. Seu entrelaçamento simboliza também o segredo que deve rodear nossos mistérios. 

O Sol e a Lua 

No alto, à direita e à esquerda do quadro são representados o Sol e a Lua, as duas Luminárias. O sol, ativo, fica à direita, do lado da coluna J, e a Lua, passiva, à esquerda, do lado da coluna B. 

Na Loja, os trabalhos são iniciados simbolicamente ao Meio-dia, quando o Sol está no Zênite, e fechados à Meia-Noite, quando ele está no Nadir. 

As três luzes da Loja, de acordo com os antigos rituais são o Sol, a Lua e o Mestre da Loja. O Sol corresponde ao Orador e a Lua ao Secretário. 

O Esquadro e o Compasso

No simbolismo maçônico, esses dois instrumentos estão sempre associados. O Esquadro é um instrumento cuja propriedade é tornar os corpos quadrados. O Esquadro pendurado no cordão do Venerável significa que sua vontade é a dos estatutos da Ordem e que ela só deve agir de uma maneira: a do bem. 

O Compasso é um dos instrumentos que o homem inventou depois de ter adquirido a noção de círculo. Serve não só para traçar círculos, como também para tomar e transferir medidas. 

O Compasso, instrumento móvel, simboliza o espírito, e o Esquadro, instrumento fixo, a matéria. 

A Perpendicular e o Nível 

A Perpendicular e o Nível dão, respectivamente, a Vertical e a Horizontal. O Nível indica a Horizontal, mas ele próprio está munido da Vertical: a Perpendicular. 

O Nível é, portanto, um instrumento mais completo do que a Perpendicular sozinha, e este é o motivo pelo qual ele é a insígnia do Primeiro Vigilante, o único qualificado para tomar o lugar do Venerável em caso de ausência deste. 

O Nível não é apenas a Horizontal, mas ainda a Cruz, reunião da Vertical com a Horizontal. 

A Perpendicular dá a direção do centro da Terra, enquanto o Nível dá a linha reta em Esquadro, em relação a um ponto dado com a Perpendicular.

A Perpendicular é o símbolo da profundidade do conhecimento e de sua retidão. O Nível mostra que o conhecimento deve relacionar se com o “plano terrestre”, o único capaz de interessar diretamente à criatura humana. 

O Malhete e o Cinzel 

O Malhete, ou Malho, e o Cinzel servem para o desbastamento da Pedra Bruta, estando, portanto, diretamente relacionados com o Grau de Aprendiz. 

O Malho simboliza a vontade ativa do Aprendiz. Não é uma massa metálica, pesada e brutal, pois a vontade não deve ser de obstinação nem teimosia; deve ser apenas firme e perseverante. Mas o homem não pode agir diretamente sobre a matéria. O Cinzel servirá, então, de intermediário, devendo ser continuamente amolado. Isto é, o Aprendiz deve rever continuamente os conhecimentos adquiridos. 

A Prancha de Traçar

A Prancha de Traçar é um retângulo sobre o qual são indicados os esquemas que constituem a chave do alfabeto maçônico. Em outras palavras, a Maçonaria chama, em seu simbolismo, o papel sobre o qual se escreve de “Prancha de Traçar” e substitui o verbo escrever pela expressão “Traçar uma Prancha”. 

Simboliza esta o local onde o Mestre estabelece seus planos e onde os aprendizes se exercitam, esboçando suas idéias, motivo pelo qual esse símbolo já figura no “Quadro de Aprendiz”. 

Conclusão 

É realmente gratificante, apesar de extenuante, dado o pouco tempo de que dispomos em virtude de nossos compromissos no mundo profano, fazer uma pesquisa dessa natureza. 

Essa é a oportunidade de nos forçarmos ao aprimoramento daquilo que freqüentemente vemos e utilizamos, mas não conhecemos exatamente seu significado. 

Assim foi com o “Quadro do Aprendiz”. Exposto em todas as sessões de que participam os Aprendizes Maçons, muitas vezes nos questionamos de seu significado, sem imaginar sua real profundidade. Obviamente, este trabalho de pesquisa não teve por finalidade exaurir o tema, mas apenas trazer à discussão seu significado mais superficial e básico de conhecimento sobre o “Quadro” que nos é afeto. 

Indubitavelmente, o “Quadro do Aprendiz” se revelou um tema empolgante para o trabalho de aumento de salário, pois aborda, dentro da mesma pesquisa, vários assuntos relevantes para a Maçonaria. 

Bibliografia 

BOUCHER, Jules. A Simbólica Maçônica. 11ª Edição. 2001. 
SILVA FILHO, José Inácio da, M.: I.: Grande Loja do Estado da Paraíba. 

Fonte: Informativo JBNews nº 0168 - 11/02/2011

O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA

O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA 
José Alberto Gueiros

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. 

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: 

"Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento "assusta." 

E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. 

Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil.

Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa: "Há tantos burros mandando em homens de inteligência que às vezes fico pensando que a burrice é uma Ciência". 

Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar. Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos. 

Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. 

É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.

Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante.

Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida. 

Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues: 

"Finge-te de idiota e terás o céu e a terra". O problema é que os inteligentes gostam de brilhar, que Deus os proteja.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

A BOLSA E O HOSPITALEIRO

A BOLSA E O HOSPITALEIRO
(republicação)

Em 01.05.2015 o Respeitável Irmão Jocely Xavier de Araújo, Loja Hermann Blumenau, REAA, GOB-SC, Oriente de Blumenau, Estado de Santa Catarina, solicita esclarecimento sobre o que segue: jxa@tpa.com.br

Desculpe mais uma vez, pelo incômodo, mas seria possível nos informar qual a posição correta que o Irmão Hospitaleiro porta a bolsa para recebimento e entrega dos metais?

Considerações:

O Hospitaleiro munido da bolsa (saco, sacola) se coloca entre Colunas e próximo à porta de entrada tendo o respectivo recipiente aberto e seguro pelas duas mãos junto ao seu quadril esquerdo. Parado, o corpo do protagonista estará ereto com os pés em esquadria unidos pelos calcanhares.

Autorizada à circulação ele fará o giro de costume. Durante a abordagem o Oficial circulante se detém e oferece pelo lado esquerdo do seu próprio quadril o recipiente aberto, ao mesmo tempo em que discretamente dirige o seu olhar para o lado oposto (discrição).

Completada a missão ele se posiciona novamente entre Colunas do mesmo modo como houvera começado seu ofício.

Autorizado a se dirigir para a conferência do produto ele mantém a mesma posição de condução da bolsa em deslocamento. Diante do conferente o Hospitaleiro, parado e de frente para o mesmo, com as suas duas mãos deposita a bolsa sobre a mesa e, se for ocaso, auxilia na contagem dos metais. Ato seguido, ele normalmente deixa a bolsa, agora vazia, no lugar de costume (geralmente sobre a balaustrada) e toma assento novamente.

O Tronco de Beneficência na Maçonaria tem sua origem na França por influência da Igreja, quanto em tempos passados havia na porta das igrejas um personagem denominado hospitalário, cujo ofício era o de arrecadar donativos para os mais pobres. Ele geralmente se apresentava no final dos ofícios religiosos e trazia com ele a tiracolo, da direita para a esquerda, um recipiente preso para recolher os donativos.

Assim esse formato acabou sendo inserido na Moderna Maçonaria como tradição da coleta, cuja posição do Hospitaleiro ao manter o receptáculo no seu quadril esquerdo, acaba simbolicamente revivendo essa postura do passado.

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
JB News – Informativo nr. 1.790 – Florianópolis (SC) terça-feira, 25 de agosto de 2015

A OBESIDADE MENTAL

A OBESIDADE MENTAL

O prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard, publicou em 2001 o seu polêmico livro “Mental Obesity”, que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.

Nessa obra introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna. Há apenas algumas décadas, a humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física decorrente de uma alimentação desregrada. É hora de refletir sobre os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento, que parecem estar dando origem a problemas tão ou mais sérios do que a barriga proeminente. ”

Segundo o autor, “a nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas; e mais intoxicada de lugares-comuns do que de hidratos de carbono. As pessoas se viciaram em estereótipos, em juízos apressados, em ensinamentos tacanhos e em condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. ”

domingo, 9 de fevereiro de 2020

GIRO PARA COLETA SEM RITUALÍSTICA

Em 13/11/2019 o Respeitável Irmão Reynaldo Calaza, Loja Sylvio Claudio, 3.798, REAA, GOB-RJ, Oriente do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a questão seguinte:
calazarey@gmail.com

GIRO PARA COLETA SEM RITUALÍSTICA

Em uma sessão ordinária, o Venerável Mestre autorizou que o Mestre de Cerimonias realizar o giro do Tronco de Beneficência "sem ritualística" devido ao avançar da hora.

O Mestre de Cerimonias colheu o Venerável Mestre e continuou o seu trabalho no Oriente e depois desceu ao Ocidente para recolher os demais irmãos. Após o fim da sessão conversei com o Mestre de Cerimonias e disse a ele que quando se é autorizado a circulação sem a ritualística, ele deve respeitar as Luzes da Loja e depois sim, fazer o recolhimento sem o giro ritualístico.

Alguns Irmãos questionaram e apareceu a dúvida, pois falaram já que se é sem ritualística, não tem que respeitar as luzes, isso procede?

CONSIDERAÇÕES:

É aquela história, não existe "meia-ritualística", ou "meia-liturgia". Na verdade, eu só tenho a lamentar que um Venerável Mestre desrespeite o ritual em nome do "adiantado da hora" e autorize a coleta sem o giro previsto. O Orador, como Guarda da Lei, não deveria permitir o ocorrido.

Geralmente esse tal de "adiantado da hora" se dá por mal condução da sessão onde o tempo é extrapolado pelos excessos. Assim, o mais interessante disso tudo é que em detrimento de um erro, comete-se outro pior ainda. Ora, no ritual não está previsto em lugar nenhum a possibilidade de os giros das bolsas ocorrerem sem ritualística, portanto, não há justificativa para tal.

Por tudo, a questão não é de colher primeiro desse ou daquele para depois não cumprir o previsto. O correto é seguir o que prevê o ritual e as orientações a ele pertinentes dispostas no Sistema de Orientação Ritualística – http://ritualistica.gob.org.br/amparado pelo Decreto 1784/2019.

Finalmente, a coleta, seguindo o ritual e as orientações pertinentes, faz o giro na forma prevista. 

Não existe esse giro "sem ritualística".

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 08/02/2020

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu










Foi Pierre quem nos enviou estas fotos:

Durante uma viagem ao redor do mundo em um cargueiro, tive a chance de parar em Sydney. Este edifício está localizado na Goulburn Street.

Se você também estiver perto de sua casa ou viajando, perceber um edifício, um objeto ou uma decoração maçônica ou evocar a Maçonaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores de blogs. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be