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terça-feira, 18 de agosto de 2026

LOUS MAÏS

Louis Maïss, nome artístico de Louis Maisse (Paris, França, 17 de agosto de 1894 - 28 de agosto de 1976, Seine-Saint -Denis, França) foi um palhaço e artista circense francês.

Se vestia com trajes brilhantes e sofisticados, representando o contraponto perfeito à desordem cômica de seus parceiros. Considerado o mais célebre dos ‘palhaços brancos’ do século XX, destacava-se por sua elegância e brilhantismo nos picadeiros. Sobressaiu-se como a figura séria, nobre e refinada (característica do palhaço branco) que servia de escada para as trapalhadas dos palhaços ‘augusto’ parceiros tão variados quanto Beby, Nino, Pastis, Manetti, Pipo, Filip, Porto, Mimile, Polo Rivel, Grock, Albert Fratellini.

Filho de mãe russa e pai francês, recebeu sua formação inicial de seu tio-avô Thomas Hassan, que lhe ensinou dança, acrobacias, violino e equilíbrio na corda bamba. Aos treze anos, estreou nos palcos em uma apresentação de suas irmãs Rosa e Alexandrine. Se tornou especialista em equilíbrio com adereços em cabos, inicialmente usando uma bicicleta e depois um monociclo. Conseguiu um feito impossível: uma pirueta em um monociclo, que ele permanece o único a ter realizado até hoje.

Foi iniciado na Maçonaria em 1948 na “Loge d’Études et de Recherche République Universelle" na sede do Grand Orient de France, localizado na Rue Cadet, 16, em Paris, França.

Em seu livro “Album Maïss”, Dominique Denis, (ele mesmo um ex-augusto, quando este ainda não havia iniciado uma carreira brilhante como Monsieur Loyal), escreve: “Louis Maïss sempre teve uma mente curiosa e aberta Ele atingiu uma determinada idade, que sentiu a necessidade de reflexão filosófica. Em novembro de 1948 conheceu Louis Charbonnier, gerente da Opéra Comique, que o apresentou a um grupo de pesquisa na Rue Cadet”. Ou seja, o gerente apadrinhou Maïss no Grand Orient de France. 

COLUNA CULTURAL MAÇÔNICA
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