Páginas

PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 15 de julho de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULAS MAÇÔNICAS Nº 05 - COLLEGIA FABRORUM E AS GUILDAS

O Collegia Fabrorum era uma Associação romana na época (iniciada em 500 a.C.) das grandes conquistas de cidades pelos romanos, até o ano aproximadamente 400 d.C. Os guerreiros destruíam as construções de todos os tipos, na subjugação dos povos e devido a selvageria das batalhas, esse grupo de construtores, talhadores de pedras, artistas, carpinteiros, etc, iam atrás reconstruindo o que era de interesse para as tropas e aos comandantes de Roma. Tinha um caráter religioso, politeísta, adorando e oferecendo seus trabalhos, aos seus deuses protetores e benfeitores. É possível que, com a aceitação do Cristianismo pelos romanos, essa associação tenha se tornado monoteísta.

As Guildas eram Associações corporativistas, auto protetivas, que apareceram, na Idade Média, depois de 800 d.C. Eram grupos de operários, negociantes e outras classes. Existiram, com o passar do tempo, diversos tipos de “Guildas”: religiosas, de ofício, etc, entre outras. No caso das de oficio, se auto protegiam, e protegiam seus membros e, muito importante, protegiam seus conhecimentos técnicos, adquiridos pelos membros mais velhos e experientes, e os transmitiam, oralmente, em segredo, em locais afastados e adequados, longe de pessoas estranhas ao grupo formado. Como eram grandes, precisavam de sinais de reconhecimento, palavras de passe, etc. E, obviamente, de pessoas que coordenassem, que vigiassem tudo isso. Também é obvio, que para que a Guilda tivesse continuidade, precisavam de jovens, que seriam por um determinado tempo, aprendizes desses conhecimentos. Na festa de confraternização, comiam juntos, dividiam o mesmo pão entre eles (do latim “cum panis”, gerando, talvez, a palavra “Companheiro”). Etc, etc, etc. O leitor Maçom , já entendeu aonde eu quero chegar.

A que mais se destacou e evolui grandemente, foi a Guilda dos Construtores em alvenaria, principalmente de igrejas e palácios. Como a Igreja Católica Apostólica Romana, na época, dominava tudo, e os padres, por dever de ofício, eram os únicos letrados, nada mais natural que os mestres (de maneira bem ampla) fossem eles. Como sacerdotes, eram venerados, e porque ensinavam, eram mestres. Há uma teoria, e é a minha também, que “Venerável Mestre” derivou disso aí explicado: Venerável por ser sacerdote e Mestre porque ensinava!

Posteriormente, essas confrarias perderam essa predominância da Igreja, apesar de não deixarem de serem altamente religiosas, e geraram os Ofícios Francos (ou Francomaçonaria) formados por artesãos com privilégios ofertados pelo Feudo e pelo Clero.

pilulasmaconicas.blogspot.com

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Por Jlri Pragman


Foto enviada por Yannick. Uma fachada muito simbólica da grande rue de l'Horloge em Cordes-sur-Ciel, no Tarn. Qualquer informação sobre este assunto é bem vinda. (Tradução livre)

Fonte: www.hiram.be

sábado, 14 de julho de 2018

CHARGES


MAÇONARIA E REVOLUÇÃO FRANCESA: UMA INFLUÊNCIA RELATIVA

MAÇONARIA E REVOLUÇÃO FRANCESA: UMA INFLUÊNCIA RELATIVA
Tradução José Filardo
Os iniciados não provocaram a Revolução Francesa. Eles estavam até mesmo divididos quanto ao caminho a tomar. Mesmo assim, seus valores são encontrados nas novas ideias: tolerância, liberdade, abolição de privilégios.
Uma lenda imputa aos maçons uma pesada responsabilidade na Revolução e no Terror. Nascida desde 1792 sob a pena do Abade Lefranc (Le Voile levé pur les curieux), popularizada em 1797 no meio da contra revolução pelo Abade Barruel (Memoires pour servir a l’histoire du jacobinisme), continuada no século XX por Augustin Cochin (La Révolution et la Libre Pensée) e subjacente ainda nas representações deste período, ela coloca em evidência o pretenso grande número de revolucionários maçons, a importância de seu simbolismo nas imagens revolucionárias e as temáticas desenvolvidas pelos revolucionários. Esta lenda é totalmente infundada.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

LOJAS DE INSTRUÇÃO

LOJAS DE INSTRUÇÃO
Acad. Walter Celso de Lima, KT (Cadeira no 27) 
Mestre Instalado da Loja Alvorada da Sabedoria (GOB/SC)

INTRODUÇÃO

Há, por vezes, um grande equívoco sobre a prática e os conceitos das instruções maçônicas em Lojas. Este ensaio tenta desfazer as incertezas sobre o tema. No decorrer do trabalho, apresentam-se exemplos e como devem ser desenvolvidas as instruções maçônicas. Explica-se como funciona o sistema de instrução maçônica nas Lojas inglesas, as Lojas de Instrução. Expõe-se, também, sobre as Steward’s Lodges. Termina-se informando, na opinião do Autor, como adaptar este sistema inglês à realidade brasileira.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

QUANDO NASCEU A MAÇONARIA

QUANDO NASCEU A MAÇONARIA

Quem pergunta quer saber. Acontece que sobre a Maçonaria irá depender de quem a der. A explicação e justificativa para várias indicações de sua origem está nas correntes de pensamento adotados.

Saibamos todos que a Maçonaria é uma instituição iniciática e como tal guarda segredos, transmitidos apenas oralmente, jamais escritos, e que permanecem indefinidamente entre seus membros ativos. Não é pois de se estranhar a existência de dúvidas e divergências quanto a datas, bem como ritos.

Adotamos, sistematicamente e sinteticamente, duas grandes correntes:

EL SENTIDO QUE TIENE DESBASTAR LA PIEDRA BRUTA

EL SENTIDO QUE TIENE DESBASTAR LA PIEDRA BRUTA

Cuándo nos llega el momento en que un H:. Ap:. nos pregunta ¿que es desbastar la Piedra Bruta?.

Está claro que en ese mismo instante iluminamos al nuevo H∴ o Hna∴ con la respuesta justa y perfecta, dado que ha modo de dogma tenemos este concepto muy bien memorizado independientemente del Rito en el que desarrollemos nuestros trabajos y claro está, del G∴O∴ o G∴L∴ a la que pertenezcamos, entonces es cuando respondemos de manera muy erudita que “El picar piedra es nuestra manera simbólica de perfección y crecimiento para dejar de ser piedras brutas y como piedras Cubicas encajemos y formemos parte del Templo Social”….. es que planteado así hasta suena bonito y convincente!!!! ¿Pero….. qué pasa cuando esa definición del oficio de picar piedra, y que este podría ser utilizado a modo de Sacramento, es contrario a nuestro ejemplo de vida?, ¿Quienes forman parte de ese Templo, al cual deberíamos pertenecer todos, pero a veces seleccionamos a quien hace de piedra y a quien de pedrusco? ¿Que nos hace pensar que somos solamente Arquitectos!!!? y sobre todas estas preguntas…..yo pondría una que me hago muy en lo personal día a día ¿qué es lo que nos hace creer que estamos realmente trabajando nuestra Piedra Bruta?

terça-feira, 10 de julho de 2018

MITOS

MITOS
Rui Bandeira

Se a lenda parte da realidade para a superar, o mito cria-se e perdura independentemente da realidade. A única ligação que existe entre a realidade e o mito é que aquela é o pretexto para o surgimento deste, muitas vezes como forma de explicação do que nela se não entende. Quando o homem não consegue explicar uma realidade, cria um mito que lhe dá a ilusão do conhecimento que lhe falta.

Muitos mitos originam religiões. A mitologia grega do Olimpo e dos seus deuses era a base da crença religiosa dos gregos da Antiguidade. Da mitologia grega deriva a mitologia romana e os seus deuses. Mito e lenda casaram-se e tiveram como fruto da sua união clássicos da Literatura, o maior exemplo dos quais é a Ilíada, o poema épico em que se narra a guerra e a queda de Tróia, quer no plano (lendário) das lutas entre os homens, Aquiles e Heitor acima de todos, quer no plano (mítico) da confrontação entre os deuses, uns defendendo Tróia, outros ao lado dos gregos.

domingo, 8 de julho de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULA MAÇÔNICA Nº 04 - FANÁTICOS E FANATISMO

Em termos religiosos, temos que, segundo os dicionários, fanático “é quem, ou que se julga inspirado por Deus”. De modo geral fanático “é quem, ou que se apaixona demasiadamente por uma causa ou pessoa”.

Podemos aprofundar esta nossa pesquisa consultando trabalhos do pranteado Ir∴ Nicola Aslan, dizendo que os fanáticos eram os sacerdotes antigos dos cultos de Isis, Cibele, Belona, etc., que eram tomados de delírio sagrado, e que se laceravam até fazer correr sangue. A palavra tomou, assim, o sentido de misticismo vulgar, que admite poderes ocultos, que podem intervir graças ao uso de certos Rituais. Emprega-se, também, para indicar a intolerância obstinada daquele que luta por uma posição, que considera evidente e verdadeira, e que está disposto a empregar até a violência para fazer valer suas opiniões e para converter a outros que não aceitam as suas idéias. Dai tomar-se o termo, por extensão, para apontar toda e qualquer crença, quer religiosa, ou não, desde que haja manifestação obstinada por parte de quem a segue.

Esta palavra vem do latim fanum, Templo, lugar sagrado. Fanaticus era, em latim, o inspirado, o entusiasmado, o agitado por um furor divino. Posteriormente, tomou o sentido de exaltado, de delirante, de frenético. E, . finalmente, o de supersticioso.

Desse modo, podemos agora definir o Fanatismo como sendo a dedicação cega, excessiva, ao zelo religioso; paixão; adesão cega a uma doutrina ou sistema qualquer, inclusive político. Podemos afirmar que o abuso das praticas religiosas podem levar até a exaltação que impedem o fanático a praticar atos criminosos em nome da religião ou de um poder político.

Conforme a Enciclopédia Portuguesa Ilustrada temos que: o fanatismo é uma fé cega, irrefletida, inconsciente, e a maior parte das vezes independente da própria vontade, que algumas pessoas sentem por uma doutrina ou um partido. O fanatismo é uma auto-sugestão, que se sente independente da própria vontade e que faz sentir uma paixão desordenada a que nos abandonamos. Enquanto o fanatismo não intervém nas relações sociais dos indivíduos, não deve ser considerado perigoso; mas não sucede o mesmo quando os seus efeitos se manifestam numa sociedade compacta, onde reina a diversidade de crenças e opiniões. O fanatismo causou males em todas as sociedades antigas, e na Idade Media viram-se também excessos produzidos por ele.

A Maçonaria condena o fanatismo com todas as suas forças. Em vários Graus, as instruções giram em torno desta execrável paixão, considerada como um dos inimigos da Ordem Maçônica.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Por Géplu

Nosso irmão Clement nos enviou esta foto: 

É um busto de José Martí, herói nacional e fundador do Partido Revolucionário Cubano. 

A foto foi tirada em Baracoa (capital histórica de Cuba). 

José Marti foi iniciado em 1871 na Espanha, em Madri, em Caballeros Cruzados Lodge Nº 62, Gran Oriente Lusitano Unido, do qual foi secretário.

Em 08 de fevereiro de 2015, publicamos uma foto de um busto de José Marti em Cuba, no terraço ao ar livre do templo da Dignidade Lodge e Vertu de Vinales.

Fonte: https://www.hiram.be

O SACRIFÍCIO DA COMPLETAÇÃO

O SACRIFÍCIO DA COMPLETAÇÃO

O que é o sacrifício da completação

Depois de concluída as obras do Templo, Salomão imolou inúmeras vítimas pacíficas como forma de sacrifício da completação, porque esse era o costume naqueles tempos.

O sacrifício da completação, ou sacrifício da fundação, era um costume comum naqueles tempos quando se construía um grande edifício. Costumava-se imolar um boi ou outro tipo de animal para que a divindade pudesse garantir a estabilidade do edifício. Em alguns casos, como em algumas tumbas egípcias, os sacrificados eram o próprio arquiteto, ou os trabalhadores que o construíram, mas isso por razões bem mais práticas que o sentido esotérico da tradição: era para evitar que ele revelasse o segredo da tumba.

sábado, 7 de julho de 2018

FRASES ILUSTRADAS


NÃO SE IMPRESSIONE COM DINHEIRO, SEGUIDORES, GRAUS E TÍTULOS.
IMPRESSIONE-SE COM HUMILDADE, INTEGRIDADE, GENEROSIDADE E GENTILEZA.

MASONERÍA Y JUVENTUD

MASONERÍA Y JUVENTUD
José Morales Manchego
"Los que tienen concepciones progresistas no tienen edad cronológica" (José Stevenson Collante)
En la sociedad no Masónica, la juventud se ha carac­terizado por tratar de ser diferente y entrar en contradic­ción con la generación anterior. En esa misma sociedad el adulto mayor no puede competir con la velocidad y el frenesí de las personas de poca o mediana edad. Por eso cuando un joven quiere avanzar, e interroga a su preceptor, no es raro que éste lo detenga aconsejándole: "No vayas tan acelerado. Eso lo aprenderás en los años venideros". Y la verdad es que el muchacho no está cometiendo ningún desafuero, sino que ha dejado a su conductor en situación embarazosa. En el seno de la Masonería el fenómeno es distinto. Aquí no hay contradicciones entre nuevas y viejas gene­raciones. En la Masonería la contradicción fundamental está representada por un " ... choque de armas, con lo que hemos querido simbolizar la lucha encarnizada que tiene que sostener el hombre digno y amante del derecho, en pro de la virtud y de la inocencia ultrajada; en apoyo de los ofendidos por la mentira, la calumnia o la injusticia; en resguardo de la propia o de la ajena honra; en defensa de la patria"(1). En otras palabras: para un verdadero Masón la contradicción fundamental no es con el otro Masón, sino de toda la Institución con la sociedad profana, como se le ha llamado en nuestro lenguaje ancestral.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

NÀO IREI À LOJA

NÃO IREI À LOJA

NÃO IREI À LOJA, é sempre a mesma coisa, sai diretoria, entra diretoria e a “bateção” de malhete continua a mesma.

NÃO IREI À LOJA, pois o Venerável não consegue emanar bons eflúvios capazes de “encantar’ a todos e criar harmonia.

NÃO IREI À LOJA, não tenho paciência para ficar duas horas sentado, ouvindo a ladainha de sempre, sem aprender coisas novas. 

NÃO IREI À LOJA, enquanto este ou aquele “sujeito” estiver lá, pois não me identifico com ele.

NÃO IREI À LOJA, nem enviarei justificativa ou óbolo, afinal, há anos ajo assim e não sou cobrado. Minhas ausências de anos, são perdoadas pelos irmãos que praticam a “tolerância” de todo coração. 

NÃO IREI Á LOJA, pago em dia minhas mensalidades, e nada me perguntam, aliás, essa é a única cobrança que me fazem.

NÃO IREI À LOJA, pois a lei maçônica é justa, e não punirá minha preguiça, nem minhas repetidas faltas.

NÃO IREI À LOJA, meu elevado Grau é minha garantia. Nem censurado serei.

NÃO IREI À LOJA, a não ser que tenha um cargo em que possa mostrar meu valor. 

NÃO IREI À LOJA, meu trabalho diário exige muito de mim, mereço um descanso. Não sou emérito, nem estou enfermo, não sou idoso, nem estudo ou trabalho à noite. Mesmo assim NÃO IREI À LOJA.

Ir∴ Luis Ricardo Gontijo - São Paulo- Capital

quinta-feira, 5 de julho de 2018

PAINEL DA LOJA GRAU DE COMPANHEIRO

PAINEL DA LOJA GRAU DE COMPANHEIRO
Ir∴ José Carlos de Araújo
Loja de Pesquisa Brasil

Antigamente no inicio da Maçonaria Especulativa, quando ainda não tinham sido criados os Templos Maçônicos, o 1º Experto desenhava no chão, no local onde se realizava a reunião, com carvão ou giz, o Painel tal qual ele é hoje. Após o fechamento da Loja, termino da sessão era então apagado. O Painel de Companheiro deve constar do seguinte: 

AS COLUNAS ‘B’ E ‘J’ E OS SEUS CAPITEIS – As Colunas apresentam-se intumescidas em suas bases afilando-se em direção ao Capitel, como em uma Coluna Egípcia, apresenta em seus fustes inscrições desconhecidas, há quem diga que são de origem Fenícia. Os romãs nos Capitéis significa a Universalidades da Maçonaria. A Altura de trinta e cinco Côvados, com Capitel de cinco Côvados, perfazendo quarenta Côvados de altura; A Coluna B, ao Sul,a direita de quem adentra ao Templo, é presidida pelo 2º Vigilante, e esta representa a BELEZA, também é a Palavra Sagrada no Grau de Aprendiz, que quer dizer PERSEVERANÇA NO BEM; A Coluna J, ao Norte, a esquerda de quem entra no Templo, é presidida pelo 1º Vigilante, e esta representa a FORÇA, também é a Palavra Sagrada, do Grau de Companheiro, que quer dizer ESTABILIDADE, FIRMEZA, onde tem seu assento.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

MÚSICA - SUA UTILIZAÇÃO PELO MESTRE DE HARMONIA

MÚSICA  - SUA UTILIZAÇÃO PELO MESTRE DE HARMONIA

É muito difícil falar sobre música, sem um pouco de reflexão sobre arte. 

O que é arte? 

Admitamos inicialmente, que arte é um conjunto de técnicas, através das quais se manifesta a comunicação entre dois grupos, utilizando símbolos, sons, imagens, enfim qualquer meio que lhe é conveniente e próprio. Entenda-se por grupo, neste caso um conjunto, seja unitário, seja formado de dois ou mais elementos, tanto o transmissor como o receptor.

Essas técnicas, de forma disciplinada e previamente ordenadas, são convenientemente adequadas para comutar um pensamento, racional ou não, compreensível ou não, de um transmissor, com qualquer dispositivo convenientemente adequado que, após estimulado pela emissão de um sinal, de uma vibração seja estático ou dinâmico, é avaliado de acordo também com técnicas próprias de um receptor, para então ser aceito ou rejeitado. A sincronicidade, que manifesta entre os meios dispostos permitem a manifestação da arte, ou seja, arte pode ser conceituada como os mecanismos, através dos quais um ser se transporta do nada, do caos absoluto para sua realização. Do caos à plenitude, ao conhecimento.

terça-feira, 3 de julho de 2018

PERÍODO DE INSTRUÇÃO – DEVERES E OBRIGAÇÕES DOS MESTRES

PERÍODO DE INSTRUÇÃO – DEVERES E OBRIGAÇÕES DOS MESTRES
Pedro Neve - M∴I∴ 33º MRA
Membro Efetivo da Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia Belo Horizonte Cadeira 001 – Patrono: Arlindo dos Santos

Nos rituais maçônicos consta que deve existir um período destinado para instruções.

Infelizmente na maioria das lojas maçônicas, aqueles que deveriam ser os responsáveis pelas instruções, os mestres, geralmente querem sempre cobrar a apresentação de trabalhos pelos aprendizes, que na realidade são os que mais necessitam de instruções.

domingo, 1 de julho de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULA MAÇÔNICA Nº 02 - CARTA CONSTITUTIVA

Nos primórdios, uma Loja era formada por si só, sem nenhuma cerimônia, normalmente auxiliada por outra da vizinhança, se um numero suficiente de Irmãos decidissem formar uma delas.

Mas, em 1722, a Grande Loja da Inglaterra recém formada em Londres, determinou que cada nova Loja na Inglaterra deveria ter uma patente, e desde aqueles tempos todos os Irmãos que resolvessem formar uma nova Loja, empenhavam-se para obter a permissão, a certificação, em forma de carta, da Grande Loja.

Esta nova Loja ficava, então, unida à Grande Loja da Inglaterra, como uma filial, se comprometendo em trabalhar de acordo com seu sistema, e se manter dentro dos antigos landmarks.

Então, a tal Loja era chamada justa, perfeita e regular.

Temos hoje, conforme nos orienta o Mestre Alec Mellor, que nenhuma Loja ou Capitulo pode existir regularmente sem um título de constituição, chamado Carta Constitutiva (em inglês, Warrant ou Charter) que é ao mesmo tempo, a sua certificação de nascimento e, de certa forma, seu alvará de funcionamento.

Henry Wilson Coil nos esclarece que não há uma essencial diferença entre Warrant e Charter, mas ambas as palavras, nos primórdios eram usadas para descrever a autorização, emitida pelo Grão Mestre, consentida pela Grande Loja, de modo oral primeiramente, em seguida por escrito, para a constituição de uma nova Loja.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Por Géplu


Foi o nosso irmão Alain, de Limoges, que nos enviou estas fotos com este comentário: Fotos tiradas em Cork (Irlanda). Estas são as duas colunas na fachada principal que chamaram minha atenção com a lua e o sol. Então vi o painel, não havia mais dúvida!

Esses "barbeiros" maçons parecem bastante numerosos, já que já publicamos várias fotos de outros estabelecimentos onde essas peças se entrelaçam em um cinzel e navalha equívoco (ou não ambíguo). A última vez foi em 5 de junho, mas antes havia 31 de maio, 9 de agosto e 18 de outubro mais fotos de vitrines de uma pequena artista usando o mesmo desvio de tesoura e navalha para simbolizar o esquadro e o compasso.

Fonte: https://www.hiram.be

O USO DA PALAVRA

O USO DA PALAVRA
Ir∴ J.F.S. Abreu 

Nossas reuniões às vezes tornam-se cansativas, monótonas e enfadonhas em algumas de suas passagens, em alguns de seus momentos, o que traz-nos preocupação, pois, o que desejamos e que elas sejam o mais agradáveis possíveis, despertando em nós o prazer e o desejo de estarmos juntos todas as semanas. É certo que vimos à loja para vermos os irmãos, batermos papos informais, etc. Mas principalmente queremos é fazer maçonaria; trabalharmos como verdadeiros obreiros da causa maçonaria e, portanto, queremos participar de reuniões produtivas, agradáveis, que nos tragam algo a acrescentar, enfim, que nos façam sentir-nos úteis e melhorados.

Notamos que ás vezes a principal causa de termos reuniões cansativas desse tipo, está na dificuldade de alguns irmãos, de fazer bom uso da palavra. Por isso achamos oportuno dissertarmos um pouco sobre o assunto.