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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

domingo, 30 de setembro de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULAS MAÇÔNICAS Nº 16 - RETIRADA DOS METAIS NA INICIAÇÃO

Qual seria a origem do costume de retirar o dinheiro e as substâncias metálicas do Candidato quando está sendo preparado para a sua Iniciação? A respostas é muito subjetiva, deste modo vou dar a mais lógica encontrada nos livros pesquisados.

Muitos homens se deliciam, se encantam com metais como ouro e prata, para seu interesse próprio, não tendo nenhum outro padrão que os substituam e para esses homens tudo gira em torno de tais metais. Como a decisão de entrar na Maçonaria é somente dele, o Candidato deve ter o desejo de renunciar a tudo isso como sendo sua prioridade, pois na Ordem o que menos importa é sua riqueza e posição.

O Ir∴ Lionel Vibert, em seus escritos “Vestígios dos Antigos Dias” sugere (como pura especulação) que isso pode ser uma lembrança dos Tempos Operativos quando o mais obvio caminho de ensinamentos para um Maçom Operativo eram as lições de pobreza, caridade e humildade e que sua maior riqueza eram as ferramentas de trabalho com as quais podia obter seu sustento e da sua família.

É SIGILO OU É SEGREDO?

É Sigilo ou é Segredo?

Todos nós Maçons aprendemos a desenvolver uma qualidade fundamental: a discrição do segredo e do sigilo(silêncio). Para preservar os conhecimentos técnicos da arte de construir, a Maçonaria Operativa guardou seus segredos. 

sábado, 29 de setembro de 2018

HUMOR


A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA LEGISLAÇÃO MAÇÔNICA

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA LEGISLAÇÃO MAÇÔNICA 

A nossa intenção não é ensinar legislação, mesmo porque, isso implicaria em horas de debates e para que se possa alcançar um resultado positivo, há que se programar uma escala de estudos começando pelo preâmbulo da Constituição, depois seus capítulos, artigos, parágrafos, etc., o mesmo acontecendo com os demais documentos.

O que pretendemos nesse modesto trabalho é demonstrar, do que se constitui a Legislação Maçônica e a necessidade que temos de estudá-la. Se todos se preocupassem em procurar interpretar e respeitar as nossas leis, acreditamos que o número de cisões, brigas internas, desavenças dentro da Ordem seria bem menor.

Na realidade, dentro dos princípios de nossa Sublime Instituição não haveria nem a necessidade de leis escritas.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A PALAVRA SEMESTRAL: VAMOS TROCÁ-LA?

A PALAVRA SEMESTRAL: VAMOS TROCÁ-LA?
Ir⸫ Adayr Paulo Modena Porto Alegre – RS (GLMRS)

É norma contida no Ritual Escocês, de 1928, das GG⸫LL⸫ Brasileiras, que a Palavra Semestral deve ser trocada com o Cobridor da Loja que se visita, como prova da regularidade recíproca entre o visitante e a visitada. Quando Aprendiz, indaguei: como é que se processa esse “trocar”? Responderam-me que eu deveria dar ao Cobridor da Loja visitada uma falsa palavra, isto é, inventada; caso ela fosse aceita ou recusada, haveria a prova da irregularidade ou regularidade da Loja. E, à guisa de pá-de-cal, me foi acrescentado: se a Loja for regular, o Cobridor não aceitará tal “troca” e voltará a pedir a Palavra — e aí sim! — darás a verdadeira, aquela recebida na Cadeia de União. Ponderei que a explicação não abrangia todas as possibilidades, inclusive a do Visitante ser colocado no olho-da-rua, por irregular ou por metido a engraçadinho... Ante o frio olhar do Mestre, calei-me...

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

COMO BUSCAR A VERDADE?

COMO BUSCAR A VERDADE?

"Na busca da verdade, a melhor estratégia pode ser começar criticando as crenças que nos sejam mais caras (...) (p. 6). Eu acredito que valeria a pena tentar aprender algo sobre o mundo, mesmo se nessa tentativa aprendermos apenas que não sabemos muito. Esse estado de ignorância aprendida pode ser útil em muitos de nossos problemas. Pode servir para que todos nos lembremos que, mesmo diferindo amplamente nas várias pequenas coisas que sabemos, em nossa infinita ignorância, somos todos iguais" (p. 29).*

* Popper, K.R. Conjectures and refutations – The growth of scientific knowledge. London, Routledge, 1995

PARADIGMAS E SISTEMAS DE CRENÇAS

O paradigma também poder ser visto como um sistema de crenças. Se alguma vez você tentou definir seu sistema de crenças, o que valoriza e em que acredita, sabe como isso é difícil. E possível que alguns aspectos sobre os quais você pensou conscientemente não sejam tão difíceis. Você pode acreditar na importância da família, da amizade, da atividade física, de uma dieta saudável; também pode ter razões para acreditar que sua filiação política é sensata, e assim por diante. Um paradigma é como uma teoria, mas um pouco diferente. Uma teoria, como a de Darwin sobre evolução, é uma idéia que procura explicar o funcionamento de alguma coisa. Ela deve ser testada, provada ou negada, apoiada ou contestada por meio de experimentação e reflexão. Um paradigma por outro lado, e um conjunto de premissas implícitas que não se pretende testar; na verdade, são essencialmente inconscientes. São parte de nosso modus operandi como indivíduos, como cientistas ou como sociedade. Dezenas, talvez centenas de convicções inconscientes e não questionadas dirigem sua vida partindo de níveis subterrâneos de percepção nebulosa: convicções sobre seu valor e sua competência, por exemplo, ou sobre a confiabilidade, ou falta dela, que você atribui a outras pessoas. Essas convicções foram sedimentadas desde sua infância e continuam a determinar sua relação com o mundo.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

A IMPORTÂNCIA DA MAÇONARIA NA CRIAÇÃO DE UM ESTADO LAICO

A IMPORTÂNCIA DA MAÇONARIA NA CRIAÇÃO DE UM ESTADO LAICO
Luiz Marcelo Viegas

Introdução

O Maçom deve sempre depositar sua confiança em Deus, logo, não existe Maçom de verdade que seja ateu. Na constituição do reverendo James Anderson, que determina as regras universais da Maçonaria, chamadas de landmarks, consta um artigo específico sobre Deus e Religião.

Um Maçom é obrigado, por dever de ofício, a obedecer a Lei Moral; e se ele compreende corretamente a Arte, nunca será um estúpido ateu nem um libertino irreligioso. Muito embora em tempos antigos os Maçons fossem obrigados em cada País a adotar a religião daquele País ou nação, qualquer que ela fosse, hoje se pensa mais acertado somente obrigá-los a adotar aquela religião com a qual todos os homens concordam, guardando suas opiniões particulares para si próprios, isto é, serem homens bons e leais, ou homens de honra e honestidade, qualquer que seja a denominação ou convicção que os possam distinguir; por isso a Maçonaria se torna um centro da união e um meio de conciliar uma verdadeira amizade entre pessoas que de outra forma permaneceriam em perpétua distância (ANDERSON, 2003).

terça-feira, 25 de setembro de 2018

O SEGUNDO ESTATUTO SCHAW

O SEGUNDO ESTATUTO SCHAW (1599)
Tradução José Filardo

Original conservado na Loja Edimburgo nº 1

Como o documento é bastante longo, vários itens foram um pouco condensados e colocados numa sequência ordenada. A numeração dos parágrafos é feita para fins de referência conveniente:

(1) Edimburgo será, no futuro como no passado, a primeira e principal loja na Escócia; Kilwinning, a segunda “conforme é estabelecido em nossos escritos antigos”; e Stirling e será a terceira loja, “de acordo com os antigos privilégios dela.”

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

RITO ESCOCÊS RETIFICADO

RITO ESCOCÊS RETIFICADO
Wagner Veneziani Costa

O Rito Escocês Retificado é também conhecido como Rito de Willermoz, em alusão ao seu criador, Jean Baptiste de Willermoz (Lyon,1730- Lyon,1824), que foi iniciado na maçonaria aos 20 anos de idade em uma loja que funcionava sob os auspícios da Estrita Observância Templária.

A intenção de ter um Rito Escocês Retificado seria trazer de volta antigas influências dos Cavaleiros Templários, como um rito de cavalaria, também de um antigo rito chamado Rito de Heredom. Segundo Willermoz o Rito havia se descaracterizado com o tempo, perdendo assim sua identidade original como um Rito de Cavaleiros.

Foi relançado nas suas bases atuais, graças ao trabalho incansável de Jean-Baptiste Willermoz, que mantinha relações com maçons de toda a Europa, principalmente com os Irmãos mais qualificados de todos os ritos.

Ele passou a vida inteira reunindo todo o tipo imaginável de documentos, rituais e instruções, buscando alcançar a essência da iniciação maçônica.

O sistema maçônico que o interessava de imediato, foi o da Estrita Observância Templária, em razão das origens templários que esse sistema atribuía à Maçonaria e por sua organização em forma de ordem de cavalaria.

domingo, 23 de setembro de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULAS MAÇÔNICAS Nº 15 - PALAVRAS

O termo “palavra” é entendido, como sendo a expressão de uma idéia e o conjunto de sinais que esta representa graficamente.

Palavra do Maçom – esta peculiaridade da Maçonaria Escocesa, é a que eu me refiro na “Pílula nº 13”. Supõe-se, segundo Nicola Aslan, ter consistido de duas palavras, provavelmente acompanhada de um sinal. Era claramente esotérica e usada, presumivelmente, como um meio de reconhecimento. Mackey complementa: “nas atas e nos documentos das Lojas da Escócia durante os séculos XVI, XVII e XVIII, a expressão “Mason Word” é constantemente usada. Este contínuo uso indicaria que apenas um conjunto de palavras era então conhecido”.

Palavra de Passe – é a que se pronuncia ao dar-se os Toques e os sinais de reconhecimento.

Palavra Perdida – continuando com o Mestre Nicola, temos que a história lendária da Maçonaria refere-se a uma lenda segundo a qual teria existido, outrora, uma Palavra de valor transcendente, objeto de grande veneração, e que teria sido conhecida apenas por alguns poucos. Com o decorrer dos tempos, esta Palavra teria sido perdida e substituída por outra. Esta lenda entrou no sistema escocês e, segundo ela, Hiram Abi, construtor do Templo, teria gravado esta palavra sobre um Triângulo de ouro, o qual era levado em seu pescoço e com o lado gravado sobre o peito... e continua a lenda que não é, no momento, objeto deste estudo.

Palavra Sagrada – é uma palavra peculiar a cada Grau e que deve ser dita baixinho ao ouvido, como um sopro, e com muita precaução. Vejam o que diz o Bro Albert G. Mackey a respeito: "é o termo aplicado à palavra capital ou mais proeminente de um Grau, indicando assim o seu peculiar caráter sagrado, em contra posição com a Palavra de Passe, que é entendida simplesmente como um mero modo de reconhecimento. Diz-se muitas vezes, por desconhecimento, “Palavra Secreta”. Todas as palavras importantes da Maçonaria são secretas. Mas somente algumas são Sagradas."

Entretanto, concordo com o Ir∴ Moretzsohn que o ”elo de ligação” entre Operativa e Especulativa, levantado pelo Ir∴ Senador, deva ser estudado com mais carinho.

Vou tecer algumas considerações, expostas abaixo, que, de um ou outro modo, sem dúvida, vão por “lenha na fogueira”:

A Francomaçonaria possui dois ramos principais, bem distintos quando à origem e ao comportamento. O ramo Inglês e o Francês. A Francomaçonaria Brasileira, e as demais da América do Sul, são de origem francesa.

Na Inglaterra, a idéia de uma sociedade obreira declinava pouco a pouco, e reencontrou força e vigor graças ao acrescentamento de elementos novos, encontrados, antes de tudo na burguesia e nas profissões liberais e, posteriormente na nobreza e realeza. Aos primeiros, essa nova organização, oriunda de uma guilda quase moribunda de ofícios, estendia seus fins e sua influência, dando-lhes um novo aval entre os homens de condição social mais elevada.

Na França, o povo começava a despertar para idéias novas (emprestadas da Inglaterra, evidentemente) e preparava sua Revolução, enquanto a Inglaterra já fizera a sua e decapitara seus reis. Submetera a Igreja ao Estado, e aspirava repouso.

Desse modo, pelo exposto acima, enquanto a Lojas Inglesas reúnem, de maneira geral, pessoas extremamente respeitáveis, ponderadas, cultivando cuidadosamente, com submissão, as leis do reino e as leis da natureza, as Lojas Francesas abrigam, sob a Lei do Silencio, tudo quanto o reino pode conter de hermetistas, alquimistas, “filósofos” e “iluminados”. Desse modo, a Loja vai torna-se a veste que lhes permitirá passar despercebidas – e, em seguida, ficar ao abrigo das perseguições do poder real e do poder religioso – uma sociedade frívola que dança inconscientemente seus últimos minuetos, quando a casa, já rachada, começa a desmoronar. (Marius Lebage)

CONCLUINDO: respondendo agora a pergunta do Ir∴ Senador, com uma maior reflexão e um parecer mais abrangente, pedido pelo Ir∴ Moretzsohn, creio que o “ELO DE LIGAÇÃO ENTRE A OPERATIVA E A ESPECULATIVA CHAMA-SE INTERESSE”.

Na Inglaterra: INTERESSE em se misturar e contatar pessoas da alta sociedade e se sentir no mesmo nível, característica da Maçonaria.

Na França: INTERESSE em ter base camuflada para contestar a Igreja e o governo, e ter local para expressar livremente seus pensamentos.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu




Foi o nosso irmão Pierre que nos enviou estas imagens do Templo da Filadélfia, Pensilvânia, que ele considera "certamente um dos mais belos templos do mundo".

Infelizmente Pierre só nos enviou fotos do exterior, mas fotos do interior podem ser vistas nesta página do blog pessoal de um leigo parece, (mas consultável on-line tão público) ter visitado Filadélfia e seu templo e contando - muito bem - sua visita, com belas e muitas fotos do interior, incluindo belos templos.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações. (Tradução livre)

Fonte: Hiram.be

ESCUDO DA BANDEIRA RIO-GRANDENSE

INTERPRETAÇÃO DO SIMBOLISMO MAÇÔNICO NO ESCUDO DA REPUBLICA RIO- GRANDENSE
(Desconheço o autor)

O desenho abaixo é a reprodução do “Sinete” metálico usado por Domingos José de Almeida na autenticação de documentos oficiais da Republica Riograndense.

O referido sinete encontra-se no museu da Biblioteca Publica de Pelotas.

Ideado pelo conde Tito Livio Zambecari, obreiro da Arte Real, expressa através de sua linguagem simbólica, o maciço conteúdo maçônico da revolução de 1835.

Lindolfo Collor refere, a propósito do pavilhão farroupilha, quando pela primeira vez desfraldando em águas territoriais brasileiras na embarcação de Garibaldi; “Hasteada à popa, ali estava aberta ao vento, a flâmula tricolor. Zambecari lhe havia explicado a simbologia de suas linhas e do escudo de armas.”


1- O retângulo central simboliza a Loja, a Maçonaria local. 

2- A espada, dentro do retângulo, é a Maçonaria local em ação.

3- O barrete frígio na ponta da espada indica que o objetivo dessa ação é a República.

4- Os ramos de acácia, árvore simbólica da maçonaria, ligada ao mistério da morte de Hiran, simbolizam os ideais representados pela espada e o barrete devem sobreviver.

5- O losango, símbolo da maçonaria universal, envolvendo o quadro da maçonaria local, significa que os maçons de todo o mundo apóiam os ideais republicanos riograndenses.

6- Finalmente, todo o simbolismo acima é posto “ entre colunas” significando que toda a obra planejada deverá obedecer aos postulados fundamentais da maçonaria. 

sábado, 22 de setembro de 2018

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

LANDMARKS

LANDMARKS
Ir∴ Arthur E. F. Heinrich - CIM: 204891
Oriente de São Paulo, 19 de Agosto de 2008
"Um Landmark no es ni un símbolo, ni una alegoria, sino una regia. Se lês define como regias de conducta que han existido desde tiempo inmemorial — Ya sea en forma de ley escrita o de tradición oral — y que son coesenciales con Ia Sociedad masónica, die forma tal que, en Ia opinión de Ia mayoria, son inmutables, y todo masón está obligado a conservar intactas, en virtud de sus compromisos más solemnes e inviolables". (BENIMELI, José A. Perrer, SJ., Professor de História Contemporânea, na Universidade de Zaragoza).
ORIGEM DO NOME
Desde que o homem se tornou civilizado, passou a criar regras de boa conduta que, sendo aceitas e seguidas pela maioria, permitiam o desenvolvimento da sociedade.

Com o surgimento dos primeiros camponeses, criou-se a necessidade de demarcar as terras, de forma a identificar a fração do terreno a que cada um tinha direito. Naquela ocasião, convencionou-se a utilização de marcos de pedra que indicavam os limites do terreno, e estes passaram a ser chamados de marcos de terra ou “landmarks”.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A INFLUÊNCIA DA MAÇONARIA NA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

A INFLUÊNCIA DA MAÇONARIA NA REVOLUÇÃO FARROUPILHA
Sebastião Ribeiro
O papel da maçonaria na Guerra dos Farrapos ainda é alvo de controvérsia, mas ninguém dúvida de que várias lojas atuaram na mais duradoura revolta contra o império
Bento Gonçalves era um sportsman, o "homem perfeito para toda sorte de exercícios varonis", descreve Alfredo Varela em História da Grande Revolução. Mas a cela estreita e comprida no Forte de São Marcelo, uma ilha-prisão na baía de Todos os Santos, em Salvador, não era o melhor lugar para o encarcerado presidente da República Rio-Grandense exibir seus dotes físicos. A situação mudou quando obteve a licença dos guardas para nadar no mar - ainda que sempre vigiado. E foi nadando que, em 10 de setembro de 1837, ele fugiu de forma cinematográfica da fortaleza, reaparecendo na sua república 60 dias depois.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

V∴I∴T∴R∴I∴O∴L∴

V∴I∴T∴R∴I∴O∴L∴ - Significado y Aplicación practica

Esta palabra la encontramos en la Cámara de la Reflexiones y aquí me veo volviendo sobre este primer paso que damos los masones al iniciarnos. Se compone de las iniciales de una oración latina que reza así: “Visita Interiora Terrae Rectificando Invenies Occultum Lapidem” que significa: “Visita el interior de la tierra y rectificando encontrarás la piedra oculta”.

Hay una frase que dice: “Somos lo que pensamos la mayor parte del día” porque estos son los que generan nuestras emociones que terminan definiendo nuestra personalidad, nuestras acciones y por consiguiente nuestro destino. Por eso cuando me dispuse a estudiar VITRIOL y vi que se refería a realizar un cambio pensé que lo mejor que podía hacer era transmitirles algo practico que les pudiera ayudar a rectificar esos pensamientos que nos aquejan por hechos pasados, presentes y futuros.

Así que por un lado analizaremos palabra por palabra y por otro trataremos de ejecutar la obra alquímica que nos propone este arcano:

terça-feira, 18 de setembro de 2018

A ORIGEM DAS LOJAS UNIVERSITÁRIAS

A ORIGEM DAS LOJAS UNIVERSITÁRIAS
(Desconheço o autor)

Há muito existem Lojas Universitárias na Grã-Bretanha, Irlanda, nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália.

A primeira Loja Universitária foi a University Lodge constituída em Londres no dia 14 de dezembro de 1730, sob o número 74, por iniciativa dos maçons da Loja Nº 63 que se reunia na taverna "Urso e Arado" e tinha esse nome. Dessa loja universitária participavam Desaguliers, e estudantes das Universidades de Oxford e Cambridge.

A segunda surgiu em 1763. A "Westminster and Keystone Lodge" fundada em 1722 se tornou universitária em 1855. Em 1873 ela passou a reunir os estudantes de Cambridge além dos de Oxford.

Nos Estados Unidos existem entre outras as lojas "Havard" e "Boston University".

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

OS DESÍGNIOS DO COMPANHEIRO MAÇOM

OS DESÍGNIOS DO COMPANHEIRO MAÇOM
Ir∴ Roberto Rocha Verdini
Oriente de Itaparica, 30 de outubro de 2006

O Companheiro Maçom, do Rito Escocês Antigo e Aceito é consagrado à exaltação do trabalho, qualquer que seja a sua natureza: intelectual, manual ou técnico. Aprendemos que, com os instrumentos do trabalho, obtemos a abundância, que tem como símbolo a espiga de trigo; e pelo trabalho transformamos a pedra bruta em cúbica, subimos a escada do aprimoramento por 3, 5 e 7 degraus, aprofundamo-nos nos mistérios da existência, conhecemos o significado da letra “G” e ascendemos à visão da Estrela Flamígera de cinco pontas.

Dedicamo-nos, outrossim, ao estudo dos símbolos, procuramos conhecer o homem como ser útil à sociedade buscando coloca-lo a serviço da humanidade, para semear bem estar através do trabalho, da ciência e da virtude.

domingo, 16 de setembro de 2018

PÍLULAS MAÇÔNICAS

PÍLULAS MAÇÔNICAS Nº 14 - LOJAS, ORDEM E OBEDIÊNCIAS MAÇÔNICAS

Vejam o que nos ensina o francês, Ir∴ Marius Lepage, sobre o acima mencionado:

"As Lojas podem existir sem Grandes Lojas ou Grandes Orientes, garantindo sua federação. O inverso, porém, não é verdadeiro. Nem Grande Loja, nem Grande Oriente podem existir sem as Oficinas chamadas “azuis”, que são sua base."

Assim, fica muito claro a diferença entre a Ordem e a Obediência Maçônicas.

A Ordem – a Franco-Maçonaria tradicional e iniciática – não tem origem historicamente conhecida. Usando a expressão habitualmente empregada, podemos dizer que ela data de “tempos imemoriais”.

“...antes do século XIV nada encontramos que se possa ligar, com provas irrefutáveis, à Maçonaria. Todos os documentos que possuímos estabelecem que foi da Maçonaria Operativa que saiu nossa Ordem, e demonstram apenas isso, a não ser para aqueles que suplementam fatos e fontes com a imaginação...” (F. Marcy, L´Histoirie du Grand Orient de France).

As Obediências, ao contrário, são criações recentes, das quais é possível – embora com algumas dificuldades e imperfeições – descrever o nascimento, e cuja existência, a partir daí, é bem conhecida na maior parte dos pormenores. Entretanto, se a Ordem é universal, as Obediências, sejam elas quais forem, mostram-se particularistas, influenciadas pelas condições sociais, religiosas, econômicas e políticas dos países em que se desenvolveram.

A Ordem é, por essência, indefinível e absoluta: a Obediência está sujeita a todas as variações da fraqueza congênita ao espírito humano.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO
Por Geplú

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Na semana passada, no último domingo, vimos a foto, enviada por Maxime, da lápide dos irmãos da Maiano, escultores e arquitetos florentinos da segunda metade do século XV, localizada na cripta de São Lourenço, em Florença, e que remonta a 1478. 

Hoje é Christian quem nos envia esta foto do mesmo brasão, também da família Maiano, decorando o lintel com uma lareira exposta no museu de Arezzo, na Toscana.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou maçônica, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Fonte: https://www.hiram.be