Páginas

PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quarta-feira, 22 de maio de 2019

MAÇOM ELEITOR

O Respeitável Irmão Elierto da Silva Carvalho, Loja Libertas II, 1.365, REAA, sem mencionar o nome da Obediência, Oriente de Miracema, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte questão:

MAÇOM ELEITOR

O Mestre Maçom exaltado há menos de 6 meses é eleitor para todos os fins? 

CONSIDERAÇÕES:

Caro Irmão, assuntos de legislação maçônica não são bem do meu ofício, entretanto, por exclusão de opções, eu entendo que o maçom que alcança o Terceiro Grau conquista a plenitude maçônica. 

Até aonde eu sei, não há interstício para que ele, depois de ser exaltado e consagrado Mestre Maçom, detenha a plenitude dos direitos e das obrigações. Por conseguinte, a partir daí penso que ele pode votar e ser votado, desde que satisfaça às exigências legais pertinentes à frequência e as suas obrigações pecuniárias, assim como não se enquadre nos impedimentos previstos na legislação que o impeçam de pleitear uma candidatura, se for o caso. Agora, votar, estando ele em dia com as suas obrigações, é um direito dele, independente de quando fora ele exaltado.

Como essa é apenas a minha opinião, não a considere como uma resposta laudatória. Sugiro antes que sejam consultados os diplomas legais da Obediência, sobretudo aqueles que regem as eleições.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br

SINAL E MARCHA

SINAL E MARCHA 
(republicação)

Em 12.08.2014 o Respeitável Irmão Ubaldino F. Marques, Loja Fraternidade, Caminho e Luz, GOB, REAA, Oriente de São Sebastião do Paraíso, Estado de Minas Gerais apresenta a questão seguinte: 
ubaldino_marques@uol.com.br

Dúvida – Sinal e a Marcha 

Em visita a uma Loja do GOB de Minas Gerais, pediram-me para exercer a segunda vigilância. O fiz com todo prazer, porém corrigi o procedimento na entrada do Templo dos Aprendizes, que fizeram a Marcha sem estar à Ordem. Aprendi que se marcha, estando à Ordem, terminado os passos de Aprendiz saudamos as Luzes. Não é isso meu Irmão Juk? O Primeiro Vigilante e o Orador, disseram-me que eu estava errado, que se marcha sem estar à Ordem e quando param, aí sim, faz-se o Sinal. Pode esclarecer-nos por obséquio sapiente Irmão? 

Considerações:

MINUTO MAÇÔNICO

ESTRELA

1º - Nas Lojas maçônicas aparecem diversas espécies de estrelas, cujo significado convém considerar, pois no templo nada existe por mera ornamentação. 

2º - Estrela de cinco pontas ou pentágono. Colocada ao Oriente da Loja, na parede acima da cabeça do venerável chama-se Estrela do Oriente ou da Iniciação. Simboliza o homem perfeito. 

3º - O homem é um quíntuplo ser: físico, emocional, mental, institucional e espiritual; quando todos esses elementos constitutivos de sua natureza estão perfeitamente desenvolvidos, ele se torna o homem perfeito. 

4º - A Estrela de seis pontas ou hexágono. Chamada também de Estrela de Salomão, simboliza a unidade do Espírito e Matéria cósmica, Deus manifestado em seu Universo, o Macrocosmo. 

5º - A Estrela de sete pontas ou heptágono. Seu heptágono tem sido tomado como representação do Mestre Maçom, que simbolicamente atingiu a perfeição humana.

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 21 de maio de 2019

LOJA DE COMPANHEIRO

Em 23/12/2018 o Respeitável Irmão Marcos A. P. Noronha, Loja Universitária Ordem, Luz e Amor, 3.848, REAA, GOB-DF, Oriente de Brasília, Distrito Federal, apresenta a seguinte questão:

VOLTADOS PARA O ORIENTE E MUDANÇA DE SINAL DE ORDEM

Quando recebo a revista A Trolha da qual sou assinante há bastante tempo, minha primeira leitura é dedicada ao Consultório Maçônico José Castellani e esta semana me recordei de uma questão e resposta apresentada na revista de novembro sobre questões envolvendo os Sinais.

Estive em uma Sessão de Elevação, na 4ª feira passada, 19/12/2018, de uma Loja do GODF/GOB que pratica o REAA, e lá vi uma orientação do Irmão Mestre de Cerimônias aos Companheiros que me causou espécie e a considero totalmente equivocada, qual seja: a de que toda a vez que se ficasse à Ordem no Grau 2 deveria se voltar para o Oriente, assim os Irmãos das colunas do Sul e do Norte deveriam se voltar para o Oriente ao fazer o sinal de Ordem (o que representaria dar um giro de 90º à direita se estivesse na coluna do Sul e à esquerda se na coluna do Norte). Depois da Sessão um Irmão me disse que essa orientação era porque na abertura da Loja assim estava escrito, daí expliquei a ele do por que na abertura deve ser feito assim (pág. 29 do Ritual do Grau 2 do REAA, edição 2009, do GOB), aliás, em minha opinião, um dos erros a ser corrigido, pois os do Oriente, só estão lá porque são Mestres Maçons, então, estes e muito menos o VM não tem que se voltar para o Oriente.

Agora uma questão que eu vejo recorrente é quando se entra em uma Sessão de Grau 2 (principalmente, quando se dá instruções aos novos Companheiros) sobre a marcha de Companheiro, pois o Ritual à pág. 20 diz: "Tr∴PPa∴ de Apr∴ com Sin∴ de Apr∴ passando diretamente para o Sin∴ de Comp∴ ...", então o que venho observando é de que não se desfaz o Sin∴ de Ordem pelo sinal penal, e sim baixando a mão direita até o cor∴ para fazer o Sin∴ de Comp∴. Sempre entendi que esse procedimento não está correto e após ler sua explicação na cintada consulta (revista A Trolha de novembro), meu entendimento robusteceu.

Estou correto?

CONSIDERAÇÕES:

PAST MASTER

PAST MASTER 
(republicação)

Em 11.08.2014 o Respeitável Irmão Wesley Pereira, Loja Virtus et Labor, Trabalho de Emulação, GOB-PR, Oriente de Maringá, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento: 
drwesley23@gmail.com 

Praticamos em nossa Loja o Ritual de Emulação, e surgiu uma duvida. Na eleição da nova diretoria, existe no nosso regulamento interno uma regra na qual há um conselho que indica o novo venerável e sua diretoria. Este conselho é composto de Paster Masters e mais dois mestres indicados pelo Venerável. Na nossa Loja temos 4 ex- veneráveis que são os verdadeiros Paster-Masters da Loja. A dúvida é a seguinte: Ex-Veneráveis de outras Lojas e que nunca exerceram o cargo de Venerável em nossa Loja, podem ser considerados como Paster Master da nossa Loja?


Considerações:

segunda-feira, 20 de maio de 2019

PARAMENTOS DE DEPUTADO

PARAMENTOS DE DEPUTADO 
(republicação)

Em 25.09.2014 um Respeitável Irmão cujo nome e Loja serão omitidos, REAA, GOB, Estado do Rio Grande do Sul, solicita o seguinte esclarecimento: 

Gostaria que o Caríssimo irmão respondesse ao questionamento que hora apresento: O Irmão que ocupa em Loja o cargo de Mestre de Cerimônias é filiado à outra Loja, à qual representa como Deputado Federal junto à poderosa Assembleia Legislativa Federal do GOB. O referido Irmão tomou por hábito usar em Loja, quando do exercício de seu cargo, o Avental de Deputado Federal, juntamente com os demais paramentos do cargo. A situação gerou dúvida em relação a Aprendizes novos em Loja, que em sessão de instrução, questionaram o porquê de o Mestre de Cerimônias usar avental diferente dos demais Irmãos que ocupam outros cargos. Então, minha consulta é no sentido de obter orientação do Irmão, a fim de saber se de fato haveria algum dispositivo legal que o impeça (ou lhe garanta) o direito de usar o avental de Deputado e não o de Mestre, quando estiver exercendo em Loja o cargo de Mestre de Cerimônias. 

Considerações:

FRASES ILUSTRADAS


SÍMBOLOS MAÇÔNICOS, PÃO E BRIOCHE


SÍMBOLOS MAÇÔNICOS, PÃO E BRIOCHE
José Maurício Guimarães

Tautologia é um termo ou texto que expressa uma mesma ideia de formas diferentes. É dizer sempre a mesma coisa em termos diferentes, explicar um argumento por ele próprio. Mais do que redundância, tautologia é a afirmação de algo lógico ‒ por exemplo: “triângulo é uma figura geométrica com três ângulos”; ora, “tri” quer dizer três, e “ângulo”... é ângulo mesmo! portanto essa afirmação não apresenta saídas à sua própria lógica interna (o exemplo é de Nicola Abbagnano #Dicionário de filosofia, Martins Fontes, São Paulo 2007).

Diz a lenda que Maria Antonieta, ao ouvir a multidão faminta clamar por pão, teria comentado: “mas se eles não têm pão, por que não comem brioche?” Nesse caso, Maria Antonieta derrapou na sinédoque que é a substituição de um termo por outro, para ampliar o sentido usual de uma palavra: ao clamar por pão, a multidão se referia, evidentemente, a todo tipo de alimento, comida em geral ou meios de subsistência.

domingo, 19 de maio de 2019

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

Oh! o belo Delta brilhante você dirá para mim. Sem dúvida uma foto tirada em um antigo templo maçônico? Perdido, trata-se da decoração da porta do tabernáculo da igreja de Teteghem, perto de Dunquerque.

Como o que a Maçonaria não inventou sobre este assunto mais do que a Igreja Católica. Ambos recuperaram este símbolo, o olho em um triângulo, a evocação do divino que nos vem desde tempos imemoriais. Como ambos emprestaram a maioria de seus símbolos de tradições mais antigas.

Obrigado a Dominique que tirou essas fotos durante um passeio de bicicleta nesta região.

Se você também estiver perto de sua casa ou em uma viagem, você perceberá que um edifício é um objeto ou uma decoração maçônica ou alvenaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do Blog. (tradução livre)

Fonte: Blog hiram.be

DECORAÇÃO DO ALTAR OCUPADO PELO VENERÁVEL MESTRE

Em 20/12/2018 o Respeitável Irmão Gilberto Flores de Souza, Loja 20 de Agosto, 2.670, REAA, GOB-MS, Oriente de Dourados, Estado do Moto Grosso do Sul, apresenta a seguinte questão:

DECORAÇÃO DO ALTAR

Valho-me do presente expediente para solicitar os seus préstimos, respondendo os seguintes questionamentos:

No Ritual (1º Grau – Aprendiz Maçom- Rito Escocês Antigo e Aceito, 2009); no quesito "Disposição e Decoração do Templo", página 15 do supramencionado Ritual, consta o seguinte:

Sob o dossel, num estrado de três degraus, estão o Trono e o Altar do Venerável Mestre, de forma retangular; na face frontal, deverá estar gravado, aplicado ou pintado um esquadro (Joia exclusiva do Venerável Mestre da Loja)…

A dúvida é a seguinte: SÓ APARECERÁ O ESQUADRO? Porque em todas as Lojas, também aparece o COMPASSO! Acredito ser essa disposição, oriunda de Rituais mais antigos que sinalizavam com o Esquadro e Compasso.

Finalmente, pergunto: uma vez que na minha Oficina aparece (Esquadro e compasso) devemos mudar a atual disposição da Loja? Grato, e aguardo a vossa valiosa contribuição.

CONSIDERAÇÕES:

PRONUNCIAMENTO DO ORADOR

PRONUNCIAMENTO DO ORADOR
(republicação)

Em 07.08.2014 o Respeitável Irmão Silvio Carneiro Bastos Neto, membro da Loja Tiradentes, 2.599, REAA, GOB, Oriente de Macapá, Estado do Amapá, formula a seguinte questão: 
ilvioneto@bb.com.br

Pronunciamento do Orador: 

Na pág. 77, item 2.11 do Ritual do 1° Grau do REAA (ed. 2009), após a palavra ter chegado ao Oriente e aqueles que quiseram se manifestar tenham se manifestado, o Venerável diz: "Não havendo mais quem queira usar da palavra, a mesma será concedida ao Irmão Orador, para suas conclusões, como Guarda da Lei". Nesse momento, o texto diz, entre parênteses, que o Irmão Orador deve fazer breve análise dos trabalhos, saudar os Visitantes e dar a sessão como "Justa e Perfeita". Desse modo, o Orador deve ser o último a falar antes do encerramento ritualístico, a não ser que o Grão-Mestre ou Grão-Mestre Geral esteja presente, sendo este o último a falar antes do encerramento ritualístico. Eu entendo que não há necessidade do Orador se pronunciar duas vezes - uma para uso da Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em particular e outra para a conclusão dos trabalhos. Minha dúvida é: Qual o procedimento mais correto do Irmão Orador, se pronunciar duas vezes - uma para uso da Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular e outra para a conclusão dos trabalhos ou, como está escrito no Ritual, falando por último, após os avisos e comentários do Venerável Mestre e antes do Grão-Mestre (quando este estiver presente)?

Considerações:

PÍLULAS MAÇÔNICAS

AHIMAN REZON

Vamos falar de um assunto pouco comentado, mesmo porque não é do interesse dos descendentes dos ingleses fundadores da Grande Loja de Londres em 1717, que se tornou a “Loja Mãe” de toda comunidade Maçônica mundial. Ou seja, se uma Obediência quer ser reconhecida no meio Maçônico mundial, tem que ser reconhecida pela Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI). Apesar de que, e são pedras no sapato da GLUI, as grandes Lojas dos EUA, estão reconhecendo as Obediências com o mesmo valor da GLUI.

Ahiman Rezon foi um caprichoso nome dado por Laurence Dermott para o “Livro da Constituição” da Grande Loja dos Antigos, primeiramente publicado em 1756. Muita tinta e papel tem sido gasto para se saber a origem, o significado e a interpretação desse titulo, apesar de que atualmente não tem tido tanta importância, como teve no passado. Essa importância se diluiu com a formação da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI) em 1813.

Abrindo parênteses sobre essa “união” da Grande Loja dos Antigos(1751) e da Grande Loja dos Modernos (1717), não se iludam os mais afoitos, pois o fato de que os Grãos Mestres das duas Grandes Lojas, apesar de irmãos de sangue, tenham se unido, não foi, aparentemente, um rasgo de fraternidade. O que realmente ocorreu foi que Napoleão estava nos calcanhares da Inglaterra e toda e qualquer união deveria ser feita para enfrentar o “Grande Conquistador”. Dessa união foi formada a Grande Loja Unida da Inglaterra.

Voltando ao nosso Ahiman Rezon, é interessante notar que esse titulo tem sido explicado numa grande variedade de interpretações, tais como: “A Vontade de Irmãos Selecionados”; “A Lei para Irmãos Preparados”; “Segredos de um Irmão Preparado”, etc, e nenhuma decisão satisfatória foi obtida até agora. O nome é supostamente de origem hebraica, provavelmente inspirada em alguma tradução Bíblica, na qual Dermott esteve interessado. Mas há diversas outras hipóteses.

Nicola Aslan nos revela em seu “Grande Dicionário Enciclopédico”:

“Foi esse o nome dado ao Livro das Constituições da Grande Loja dos Antigos Maçons da Inglaterra, que resultou da dissidência iniciada, por volta de 1745, pelo irlandês Laurence Dermott, autor do “Ahiman Rezon”, contra a primeira Grande Loja da Inglaterra que ele passou a chamar “dos Modernos”. Essa dissidência teve como finalidade o reerguimento da Maçonaria Britânica, que, felizmente, após varias décadas, conseguiu realizar.

O livro cuja primeira edição foi lançada em 1756 tinha, segundo o costume da época, o seguinte título prolixo e propagandístico: “Ahiman Rezon: ou um Auxílio a um Irmão; mostrando a excelência do segredo, e a primeira causa ou motivo da Instituição da Maçonaria; os Princípios da Ordem; e os benefícios que se obtém da estrita observância dos mesmos; também os antigos e novos regulamentos. Pelo irmão Laurence Dermott, Secretário”

Assim, no próprio titulo do livro, o autor dá a verdadeira interpretação de Ahiman Rezon, o seja, “um auxilio a um Irmão”.

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO
Ir∴ Nêodo Ambrosio de Castro

O Rito Escocês Antigo e Aceito, nasceu na França, como "o rito dos Stuart, da Inglaterra e da Escócia" tendo sido a primeira manifestação maçônica em território francês (1649), antes mesmo da fundação da Grande Loja de Londres (1717).

Desde a criação da Grande Loja de Londres em 1717, apareceram na França dois ramos distintos da Maçonaria. Um dependente da Grande Loja de Londres e outro (escocês) autônomo que não estava ligado a nenhum sistema obediencial.Viviam sob o antigo preceito maçônico de que os maçons tinham o direito de constituir lojas sem prestar contas de seus atos a uma autoridade ou poder supremo ("O Maçom Livre na Loja Livre").

As Lojas Escocesas eram maioria na França. Até 1766, somente três Lojas, entre as 487 Lojas existentes, tinham patente da Grande Loja de Londres.

sábado, 18 de maio de 2019

APRENDIZES E COMPANHEIROS NO PROCESSO ELEITORAL

Em 20/12/2018 o Respeitável Irmão Alveriano Dias, Loja Pedro Tomaz de Medeiros, 07, REAA, Grande Loja Maçônica da Paraíba, Oriente de Picuí, Estado da Paraíba, formula o seguinte questionamento:

APRENDIZES E COMPANHEIROS NO PROCESSO ELEITORAL

Faço-lhe uma pergunta: Por que um Aprendiz ou Companheiro Maçom não pode participar do processo eleitoral de uma Loja?

Em particular não encontro (nada de filosófico) que os impeçam de participar.

A única objeção que encontro é que o processo eleitoral ocorre no grau de Mestre Maçom, e nada mais.

CONSIDERAÇÕES:

GRAUS SUPERIORES E SUAS CORES

GRAUS SUPERIORES E SUAS CORES
(republicação)

Em 06.08.2014 o Respeitável Irmão Juliano Francisco Martinho, membro da Loja Igualdade, 1.647, GOSP-GOB, REAA, Oriente de Monte Alto, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão: juliano.martinho@wegcestari.com 

Recorro novamente ao Irmão para, se possível, ajudar-me com uma dúvida. Estou estudando os Graus Superiores, e atualmente estou no Grau 14 da Loja de Perfeição Silvio Borsari de Jaboticabal. Há poucos dias, um Irmão apresentou um trabalho onde fez referencia às cores na Maçonaria. Azul, verde, vermelha, preta e branca, e as quais os graus são referentes no Rito Escocês Antigo e Aceito. Fiquei curioso sobre a origem e o porquê destas cores, porém, não encontrei muito material a respeito.

No Livro “Os Fios da Meada” do Irmão João Guilherme encontrei uma excelente explanação, porem, este se limita a discorrer sobre o porquê das cores vermelha e azul. Gostaria de mais informações, principalmente sobre as cores nos Graus Superiores, e peço ao Irmão, que é um grande conhecedor de Maçonaria, dicas de material, ou mesmo, se possível, uma explicação vossa. Outra curiosidade: O Irmão tem conhecimento da existência de rituais dos graus 5, 6, 8, 9, 11, 12,13? Ou seja, daqueles que não recebemos nos Graus Superiores? E seria possível adquiri-los? Sabe como? 

Considerações:

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


sexta-feira, 17 de maio de 2019

REAA - CONDUTAS RITUALÍSTICAS

Em 18/12/2018 o Respeitável Irmão Arimar Marçal, sem mencionar o nome da sua Loja, Rito Brasileiro, GOB-RS, Oriente de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, se referindo a uma resposta que eu dei em junho de 2014 apresenta o que segue:

CONDUTAS RITUALÍSTICAS

Recebo (e distribuo) seus e-mails esclarecedores. Neste de hoje, sobre “Irmãos em visita ficarem à Ordem quando o representante de sua Loja usar a palavra”. Reenviei para alguns irmãos, entre eles o Ex Venerável e estudioso do Rito Brasileiro Eduardo Lecey. Transcrevo abaixo para que (sem ofensa) o nobre Irmão possa contrapor.

Saudação às Autoridades e Portadores de Títulos:

FILIAÇÃO E REGULARIZAÇÃO

FILIAÇÃO E REGULARIZAÇÃO
(republicação)

Em 24.09.2014 o Respeitável Irmão Marcelo Pereira Medeiros, Loja Acácia Cândidomotense, 2.612, REAA, GOSP-GOB, Oriente de Cândido Mota, Estado de São Paulo, pede que seja sanada a seguinte dúvida: 
cminfohouse@terra.com.br 

Filiação e Regularização

Sou leitor assíduo da sua coluna. Meu Irmão, a minha duvida é sobre as sessões de filiações e regularizações de maçons. O RGF diz que são Sessões Ordinárias e em nosso ritual elas aparecem como Sessões Magnas, devemos seguir o Ritual e fazer como uma Sessão Magna com todas as formalidades (Ex: entrada do pavilhão nacional, etc...) ou podemos simplesmente fazer em uma Sessão Ordinária? Caso possa ser feita em Sessão Ordinária a Sessão é exclusiva para a regularização ou continua a ordem dos trabalhos? 

Considerações:

O OLHO LUMINOSO

O OLHO LUMINOSO
Ir∴ Nicola Aslan

O Olho Luminoso é o Olho da Consciência e o símbolo do sol. É o Olho da Divindade, à qual nada permanece oculto. É o Olho Onividente. Figura também o princípio Divino, o Poder do Criador. Onipotente, animador de todas as coisas.

O Sol e o Olho são idênticos por analogia. Posto que o Olho vê o sol que ilumina e o Olho pode refletir o raio do sol que recebe, e em conseqüência torna-se sol. Porém, para representá-lo, deve ser figurado o olho direito. De fato, no culto de Mitra, o olho direito era símbolo do sol.

Na Iniciação, o Candidato que chega ao término das provas e vê a luz, pode então olhar a Deus face a face, e portanto, identificar-se com Ele.

Nas antigas iniciações, sendo o sol comparado ao olho, o próprio Rei também o era.

Considerando-se, todavia, que o Rei identificava-se com Deus, pode-se concluir, por analogia, que o Delta Luminoso é a imagem de Deus. Em conclusão, o Delta Luminoso é, ao mesmo tempo, símbolo e figuração de Deus.

Do ponto de vista iniciático, o Sol é o símbolo do intelecto que concede o pensamento. E de tato, é pelo pensamento que se chega ao conhecimento.

POEMA A UM IRMÃO MAÇOM

POEMA A UM IRMÃO MAÇOM
(Desconheço o autor)

Caro Irmão Maçom 

Quero te saudar na simbologia 
Do compasso entrelaçado por um esquadro 
Fulgurado no centro pela invencível estrela flamejante. 
De principio, agradeço ao Grande Arquiteto do Universo 
Por ter-nos criado Justos, perfeitos e Iguais. 
Somos filhos de uma mesma mãe: fecunda, Generosa, Bondosa. 

Viemos, como reis magos do ocidente 
E dirigimo-nos para o Oriente em busca de um mestre 
Que queira instruir-nos. 
Este mestre deve ser sábio para ensinar-nos a ser livres, 
Virtuosos, praticante dos bons costumes. 

Chegando ao oriente saudaremos e felicitaremos 
Nossos irmãos, incumbência a nós confiada e externaremos 
Nossa pretensão de vencer nossas paixões. 
Alcançando novos progressos na arte real 
Colocaremo-nos a disposição de nossos irmãos, para provar 
Por nossas iniciações e outras circunstancias conforme nosso 
Grau e segundo rigoroso exame que nos for exigido. 

E rogo ao G.A.D.U. que continues sendo incansável obreiro 

No trabalho pelo bem da humanidade. 

Um trip∴ frat∴ abraço