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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

GRAU 03 – ORDEM DO APAGAR DAS LUZES LITÚRGICAS

Em 21/10/2019 o Respeitável Irmão Maurício Américo, Loja Guardiões da Arca da Aliança, 4.167, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, solicita esclarecimentos.

GRAU 03 – ORDEM DO APAGAR DAS LUZES LITÚRGICAS

Tenho uma outra dúvida, se for também possível, gostaria de esclarecimento.

No ritual de Mestre, no fechamento da Loja, para ser preciso no apagar das luzes e ou velas, acredito que o ritual tem um erro de edição, pois não fica claro que a ordem deve ser inversa do acendimento das velas ou luzes...No meu entendimento é claro que deve ser como nos graus 1 e 2, que é em ordem inversa. Poderia por favor me esclarecer a respeito, pois ouve controvérsia sobre este assunto.

Fico no aguardo.

CONSIDERAÇÕES:

O EXPERTO E O USO DO BALANDRAU NA CERIMÔNIA DE INICIAÇÃO

Em 18/10/2019 o Respeitável Irmão Flávio Augusto Batistela, Loja Solidariedade e Firmeza, 3.052, GOB-SP, REAA, Oriente de Dracena, Estado de São Paulo, formula a questão seguinte:

USO DO BALANDRAU NA INICIAÇÃO

Gostaria de tirar a seguinte dúvida: tenho visto em sessões de Iniciação o uso de balandrau por parte dos Irmãos Expertos. Não vi nada sobre isso no ritual de Aprendiz do REAA. Esse procedimento é correto, tem explicação pra isso?

Gostaria também que o Eminente Irmão informasse a maneira de consultarmos a Secretaria de Orientação Ritualística de maneira oficial, ou se pode ser por aqui mesmo, através de e-mails.

CONSIDERAÇÕES:

DEVEMOS AJUDAR A UM IRMÃO NECESSITADO?

DEVEMOS AJUDAR A UM IRMÃO NECESSITADO?
Gustavo Velasques Santos – M∴M∴ 

Meus irmãos, outro dia, li um texto em nosso Grupo, que nos escreve, que um irmão Maçom, não deve ficar procurando ajudar demais irmãos, em empregos, ingresso em hospitais públicos, etc... etc, devendo focar objetivos maiores relacionados com o desenvolvimento ético e de crescimento da Sociedade em que vivemos...

Algumas considerações:

Peço-vos, paciência, pois serei um pouco cansativo em conceitos já arraigados, no consciente de todo o Maçom que já está acima do segundo degrau, mas minhas considerações vão para os nossos aprendizes, aqueles que estão a iniciar-se nesta eterna caminhada na escada de Jacó..

Por não ser o dono da verdade, mas com a liberdade de expressão do pensamento permissível a todo Maçom, solicito aos irmãos a complementação, ou a discordância do que aqui escrevo.

Alguns conceitos copilados de nossa tradição literária:

domingo, 12 de janeiro de 2020

FOTO MAÇÔNICA DE DOMINGO

Por Géplu

A foto enviada por Bruno:

Estou lhe enviando a foto da sobremesa de São João no inverno. É uma sobremesa inspirada na penteadeira com delta (chocolate preto e torta de chocolate branco), pedra crua (merengue de baunilha), pedra cúbica (bolo de uísque, é exigido pelo rito escocês) e um biscoito amanteigado pedra de pavimentação de mosaico.

Foi o banquete de ordem da loja Agape Nomade Oasis, GLDF, a leste de Rouen.

Muito apetitoso ...

Se você também estiver perto de sua casa ou viajando, perceber um edifício, um objeto ou uma decoração maçônica ou evocar a Maçonaria, não hesite em nos enviar fotos com algumas explicações.

Esses "depoimentos" são muito populares entre os leitores do blog. (tradução livre)

Fonte: Blog Hiram.be

INSTRUTORES E O LUGAR DA PEDRA BRUTA E CÚBICA - REAA

Em 18 de outubro de 2019, o Respeitável Irmão Rodrigo Sayba, Loja Alexander Fleming, REAA, GOB-PR, Oriente de Ponta Grossa, Estado do Paraná, apresenta a questão seguinte.

INSTRUTOR DOS APRENDIZES

Tenho duas dúvidas. Como consta em nosso Ritual do grau de Aprendiz, o Segundo Vigilante tem a responsabilidade de atender ao Aprendiz e o Primeiro Vigilante tem a função de acompanhar o Companheiro. Verifiquei a explicação sobre isso em seu BLOG. A dúvida seria porque na Iniciação, primeiro o iniciado vai até o Primeiro Vigilante para ajoelhar-se e bater na pedra bruta? Não deveria ir até o Segundo Vigilante o qual é responsável por suas instruções? Outra questão: porque a pedra bruta encontra-se no primeiro vigilante se ele é responsável pelos Companheiros?

Desde já agradeço a sua atenção!

CONSIDERAÇÕES:

A Pedra Bruta e a Pedra Cúbica são duas das três Joias Fixas da Loja. Dentre outros elas esotericamente simbolizam respectivamente o Aprendiz e o Companheiro.

Assim, a Pedra Bruta, representando o início da jornada iniciática deve se situar na mesma Coluna em que se assentam os Aprendizes, pois a sua jornada, que nada tem a ver com o Vigilante instrutor, se dá pelo topo da Coluna do Norte. Com isso doutrinariamente o Aprendiz segue a alegoria da evolução da Natureza, alegoria essa que está bem representada pelas seis primeiras Colunas Zodiacais no topo do Norte. 

Dessa forma o "elemento bruto", tal qual o que fora retirado da jazida, é representado pela pedra disforme sujeita a ter suas arestas aparadas, símbolo do 1º Grau. É daí que independente de quem seja o instrutor, o trabalho na Pedra Bruta se dá no Norte do canteiro, por conseguinte, ali fica essa Joia Fixa.

Equivalente à evolução iniciática, o Companheiro, já demostrando evolução na senda do conhecimento, é então representado pela Pedra Cúbica. Sua jornada segue a alegoria das Colunas Zodiacais que se situam no topo da Coluna do Sul. Sob essa óptica, também independente do instrutor, o Companheiro trabalha preparando as ferramentas no Sul (mais iluminado). Nesse sentido, a Pedra Cúbica, que o representa, fica ao Sul do canteiro.

Há que se entender que no REAA toda essa alegoria iniciática se dá simbolicamente conforme ocorrem os ciclos naturais no hemisfério Norte. Assim as Joias Fixas da Loja - independentemente de onde sentam os instrutores – devem corresponder ao lado da Loja em que iniciaticamente trabalham os Aprendizes e os Companheiros. É bom que se diga que instrutores seguem a tradição hierárquica, enquanto que os instruídos seguem a tradição iniciática.

Cabe salientar ainda que o arcabouço iniciático baseado na evolução da Natureza é costume próprio do REAA, com isso, nele, a Pedra Bruta e os Aprendizes ocupam o Norte e os Companheiros o Sul. Existem, entretanto ou sistemas iniciáticos maçônicos (ritos e trabalhos) como o Craft, por exemplo, onde a Pedra Bruta fica no Sul e a Cúbica no Oeste. Destarte a riqueza dos sistemas doutrinários maçônicos, estes às vezes se diferem conforme as suas vertentes de origem, contudo todos convergem para um objetivo comum, que é o de transformar homens bons em homens melhores ainda - a magia da transformação da Pedra Bruta em Pedra Cúbica.

Concluindo, essas são as sutilizas da liturgia maçônica. A propósito, consulte as orientações colocadas na plataforma do GOB RITUALÍSTICA em http://ritualistica.gob.org.br/, Aprendiz e Companheiro do REAA. Muitos desses aspectos estão lá mais bem esclarecidos.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 11/01/2020

COLUNA DE HARMONIA EM CÂMARA DO MEIO

Em 17/10/2019 o Respeitável Irmão Fernando Bianchini Batista, Loja Acácia do Triângulo, 1.924, REAA, GOB-MG, Oriente de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, solicita esclarecimento para o que segue:

HARMONIA NA SESSÃO DE MESTRE MAÇOM

Inicialmente, gostaria de parabenizar o importante trabalho que o Eminente Irmão tem desenvolvido frente à Secretaria Geral de Ritualística - GOB, em especial, destaco o trabalho de padronização ritualística do R.E.A.A.

Nesta oportunidade, me dirijo ao E. Irmão, com o intento de sanar uma dúvida ritualística de nossa Oficina, da qual sou portador e lhe transmito:

Nas Sessões de Mestre Maçom, as músicas tocadas devem ser fúnebres ou estas músicas devem ser utilizadas apenas em Sessão de Exaltação?

Quando possível, aguardo o vosso retorno e, desde já, agradeço.

CONSIDERAÇÕES:

A Coluna de Harmonia é prevista nos três graus simbólicos do REAA, destacando-se no grau de Mestre músicas compatíveis com o que representa a Câmara do Meio, embora não especificamente com músicas fúnebres, mas condizentes com o ambiente (tristeza e consternação).

No caso do 3º Grau, a Coluna de Harmonia fica mais apropriada nas sessões magnas de Exaltação, em que pese nada existir contrário à utilização de música apropriada também nas sessões ordinárias. 

Na realidade, nesse ano (2020) irá para a plataforma do GOB o Sistema de Orientação Ritualística para o grau de Mestre, pelo que pretendo ordenar instruções nesse sentido.

T.F.A.
PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: pedro-juk.blogspot.com.br - 11/01/2020

PÍULAS MAÇÔNICAS

O QUE É O "POEMA REGIUS"

Como o próprio nome diz, é um poema, muitas vezes chamado de “Manuscrito Regius” ou “Manuscrito Halliwell”. É considerado o mais antigo documento manuscrito dos “Antigos Deveres” (Old Charges) da Francomaçonaria.

É datado de aproximadamente 1390 e está escrito em ingles arcaico, sendo, portanto, difícil de ser lido sem ajuda de especialistas. Está preservado no Museu Britânico para qual foi presenteado pelo Rei George II.

Sua importância não foi reconhecida até 1840 quando a primeira versão foi imprimida por J.O Halliwell. A razão de ter sido, por longo tempo, não reconhecido como um documento Maçônico, foi porque ele estava indexado com o título de “Um Poema de Deveres Morais”.

O Manuscrito Regius foi recentemente reimprimido por Knoop, Jones e Hamer no artigo “Os Dois Mais Antigos Manuscritos”. A tradicional história nessa versão, começa com a estória de Euclides e em adição, instruções Maçônicas que contêm muita orientação, em geral, comportamental e algumas de cunho religioso.

O Manuscrito Regius contém, também, a lenda do “Quatuor Coronati”versando sobre os quatro mártires coroados (ver Pílula Maçônica nº 40). (artigo extraido de livros Neo Zelandeses).

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

ANTIMAÇONARIAS, ONTEM E HOJE

ANTIMAÇONARIAS, ONTEM E HOJE
José Maurício Guimarães 

“Antimaçonarias” são movimentos formados principalmente por fundamentalistas religiosos, políticos radicais ou ex-maçons. Sendo a Ordem Maçônica estruturada numa filosofia libertária, ela não condena, a priori, taijs críticas. O maçom entendem que todo homem e toda associação (desde que se mantenham nos limites da lei) têm direito ao livre pensamento e à liberdade de opinião.

Todavia, ao analisarmos a origem de críticas sistemáticas, encontramos aspectos curiosos dessa intolerância. Por isso coloco o termo “antimaçonaria” entre aspas, pois não existe bom-senso nem contraditório no radicalismo e na intolerância.

sábado, 11 de janeiro de 2020

REGULAMENTAÇÃO DO ESTANDARTE

REGULAMENTAÇÃO DO ESTANDARTE
(republicação)

Em 24.03.2014 o Respeitável Irmão Otoniel Scheidt, Secretário da Loja Estrela de Imbituva, 564, REAA, GOB-PR, Oriente de Imbituva, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento: 
estreladeimbituva564@bol.com.br 

Nossa Loja, desejando voltar a adotar o nome original de fundação, “Estrella do Imbituva”, também necessita atualizar o seu Estandarte. Assim, solicitamos sua colaboração nos informando às exigências, dizeres obrigatórios e regulamentação para tal.

Considerações: 

Estandarte – menciona, dentre outros, uma espécie de bandeira de formato geralmente retangular, com letreiros, brasões e símbolos que vai pendente de uma haste como insígnia de corporações, clubes, confrarias, escolas, etc. 

Na Moderna Maçonaria, o Estandarte é um símbolo tradicional haurido das antigas corporações de ofício da Idade Média. 

Assim, é costume que cada Loja Maçônica tenha o seu Estandarte que, como insígnia oficial da corporação maçônica, nela conterão símbolos e palavras (legendas) que servem para definir e identificar respectiva Oficina. É também conteúdo obrigatório no Estandarte a identificação da data de fundação da Loja, do rito praticado e da Obediência que ela pertence. 

No que se refere à questão legal propriamente dita, a alteração e a atualização do Estandarte da Loja, conforme mencionado, deve primeiramente ser debatida pelos Irmãos do Quadro mediante aprovação na forma de costume e dentro dos padrões tradicionais da Maçonaria. Por concluído sofrer então a sua nova construção. 

No que concerne às medidas, dizeres e tamanho padronizado para o Estandarte, eu sugiro à Loja que consulte um manual de heráldica. 

Por fim, aprovada e confeccionada a nova insígnia (estandarte), deverá então haver uma Sessão Magna privativa de Maçons denominada de Sagração de Estandarte conforme preceitua o Regulamento Geral da Federação, Art. 108, § 2º, Inciso V. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.730 – Melbourne – quinta-feira, 25 de junho de 2015

PRECIOSIDADES MAÇÔNICAS


AS ROMÃS

AS ROMÃS

As romãs pela divisão interna mostram os bens produzidos pela influência das estações, representam as Lojas e os MMaç∴ espalhados pela superfície da Terra, suas sementes, intimamente unidas nos lembram a fraternidade e a união que devem existir entre os homens. 

O nome em latim da romã é: ‘pomum’ (maçã) mais ‘granatus' (com sementes). 

Arquivos cuneiformes na Mesopotâmia, três mil anos antes de Cristo, já faziam referências às romãs. 

Mas a Bíblia também nos diz que as romãs são Símbolos de Retidão ou Honradez. 

Fonte: http://joseroberto735.blogspot.com

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

AUSÊNCIA DO COBRIDOR

AUSÊNCIA DO COBRIDOR
(republicação)

Em 19.03.2015 o Respeitável Irmão Joaquim Souza Nunes, Loja Bento Gonçalves, 2.450, REAA, GOB-RS, Oriente de Santiago, Estado do Rio Grande do Sul, formula a seguinte questão: 
jisnunes@hotmail.com 

Gostaria de usar sua sabedoria para a seguinte questão: Como proceder quando o Guarda do Templo está só um, necessita de cobrir temporariamente o templo (cinco minutos)?

Considerações: 

Somente em caso de extrema necessidade o Cobridor Interno pode se ausentar do seu lugar em Loja. Mesmo assim, nesse caso e por menor que seja a duração da ausência, antes o Venerável através do Mestre de Cerimônias solicitará que outro Mestre seja conduzido para lá assumir o cargo pelo tempo que se fizer necessário. 

Nenhuma Loja poderá ter os seus trabalhos abertos sem ter, dos dois Cobridores (o Interno e o Externo), pelo menos o Cobridor Interno presente. Isso se justifica pelo atendimento a um importante Landmark da Ordem que é o “sigilo”, daí a imprescindível cobertura do Templo, cujo principal personagem que a representa é o Cobridor, ou aquele que “cobre” o Templo, não permitindo a admissão de ninguém que não esteja apto a ingressar nos trabalhos da Loja. 

No Rito Escocês Antigo e Aceito, por exemplo, a importância desse ofício pode ser comprovada durante a circulação das bolsas de PP∴ e II∴ ou do Tr∴ de Solid∴, quando o sexto cargo a ser obrigatoriamente abordado no primeiro giro é o do Cobridor, ou Cobridores se for o caso.

Também avigora essa afirmação em se notando que uma das condições para que a abertura dos trabalhos da Loja seja realizada está no cumprimento da primeira obrigação do Primeiro Vigilante ao mandar o Cobridor Interno verificar se o Templo se acha Coberto. 

Assim, em havendo necessidade premente dessa ausência, para que o cargo não fique vago, outro Mestre primeiro assume a incumbência. 

Por fim, é oportuno lembrar que “cargos em Loja” são privativos de Mestres Maçons. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.728 – Melbourne – terça-feira, 23 de junho de 2015

O VERDADEIRO SEGREDO MAÇONICO

O VERDADEIRO SEGREDO MAÇÓNICO
Rui Bandeira

O verdadeiro Segredo Maçónico...
É um segredo de vida
E não de ritual
E do que se lhe relaciona.
Os Graus Maçónicos comunicam àqueles que os recebem,
Sabendo como recebê-los,
Um certo espírito,
Uma certa aceleração da vida
Do entendimento
E da intuição,
Que actua como uma espécie
De chave mágica dos próprios símbolos,
E dos símbolos
E rituais não maçónicos,
E da própria vida.
É um espírito,
Um sopro posto na Alma,
E, por conseguinte,
Pela sua natureza,
Incomunicável
Fernando Pessoa

O Poeta escreveu com uma tal lucidez, uma tão esclarecedora clareza, um tão ofuscante brilho, que um simples escrevinhador de textos nada mais tem para acrescentar. Limita-se a extasiar-se e a partilhar com os demais o seu encantamento!

Rui Bandeira

Fonte: https://a-partir-pedra.blogspot.com

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

MESTRE DE CERIMÔNIAS

MESTRE DE CERIMÔNIAS
(republicação)

Em 15.03.2015 o Respeitável Irmão Adelmário Lima, Loja Cavaleiros do Oriente, 1.406, REAA, GOB, Oriente de Vitória da Conquista, Estado da Bahia, solicita o seguinte: 
adelmario99@yahoo.com.br 

Como exercer bem a função de Mestre de Cerimônias: Gostaria de saber se o Irmão tem algum material que possa ajudar a tirar algumas dúvidas de como executar bem à função de Mestre de Cerimônias no REAA∴, pois fui convidado para ser o Mestre de Cerimônias na próxima gestão. Informações mais detalhadas que complementarão das do Ritual.

Considerações: 

FRASES ILUSTRADAS


FAQ SOBRE MAÇONARIA

FAQ SOBRE MAÇONARIA
Por António Jorge

1. O que é a Maçonaria dos nossos dias?

A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, escolhidos pelas suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança de que com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

FILIAÇÃO

FILIAÇÃO
(republicação)

Em 10.03.2015 o Respeitável Irmão Rodrigo Carlos de Sousa, Loja Mutirão, nº11, sem declinar o nome do Rito, Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Oriente de Brasília, Distrito Federal, apresenta a dúvida seguinte: 
rcs.carlos@gmail.com 

Então, tenho uma dúvida que foi gerada em última sessão no Grau de Aprendiz. Na oportunidade, houve prancha circulada na bolsa de informações e propostas, na qual solicitava a filiação em nossa Loja de um Irmão Mestre Instalado em outra Loja (logo dupla filiação que lhe é de direito). No momento da votação, o Orador informou que somente os Mestres da Loja deveriam fazê-lo. Neste caso, os Aprendizes e Companheiros deveriam ficam de pé e à Ordem apenas? Ou apenas sentados? Da mesma forma, os visitantes do dia?

CONSIDERAÇÕES: 

No caso do Rito Escocês Antigo e Aceito, a maneira correta para se manifestar abstenção, o Obreiro se posiciona à Ordem. 

Entretanto, nesse caso, não me parece ser uma questão de abstenção, porém de impedimento legal, ou seja, os Aprendizes e Companheiros não poderiam votar naquela oportunidade. 

Assim, penso que a atitude conveniente seria que os impedidos de votar por dispositivo legal tivessem o Templo para eles coberto pelo tempo que se fizesse necessário. 

Também há outra questão: se os detentores dos dois primeiros Graus estão impedidos de votar por aparelho legalístico, não seria então o caso de que essa Sessão fosse realizada em Câmara do Meio? Ou mesmo, após a cobertura dos Aprendizes e Companheiros ser transformada em Loja de Mestre? 

Entendo que por uma questão de organização, esses procedimentos deveriam ser antes pré-agendados e programados pela Loja para uma sessão que fosse compatível apenas àqueles que tivessem direito ao voto. 

Concluindo, seria de boa geometria que o Orador da Loja ao se manifestar sob qualquer ponto de vista legal, sempre mencionasse a Lei, Artigos e Parágrafos inerentes à Lei e Regulamento da Obediência que amparam a sua manifestação. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.723 – Melbourne – quinta-feira, 18 de junho de 2015

MINUTO MAÇÔNICO

MEIO DIA

1º - Meio dia é uma medida de tempo, quando o Sol está a pino e não faz sombra sobre os objetos ou seres em que incide. 

2º - Simbolicamente, é aquela em que os aprendizes, companheiros e mestres e muitos outros graus maçônicos costumam iniciar os seus trabalhos. 

3º - Lado direito da Loja, também chamado de Coluna do Sul, onde tem assento os Companheiros. 
4º - A tradição chinesa como a escola de Zoroastro consideravam a metade do dia, de meia-noite ao meio-dia, como o período em que o ar é ativo, e do meio-dia à meia-noite como o período em que o ar é passivo. 

5º - Sendo este último período mais indicado para o desenvolvimento intelectual e espiritual, é a razão por que tais escolas como a Maçonaria "trabalham de meio dia à meia-noite".

Fonte: http://www.cavaleirosdaluz18.com.br

OS TRÊS PONTOS MAÇÔNICOS

OS TRÊS PONTOS MAÇÔNICOS
Pesquisa Ir.: Jaime Balbino de Oliveira

O estudo da maçonaria esotérica repousa em grande parte no conhecimento do ternário.Os três pontos usados após o nosso nome representam o maior emblema entregue ao aprendiz na sua iniciação e que o acompanhará por toda a vida e em qualquer grau que ele venha a alcançar no futuro. Eles resguardam um profundo e infinito segredo, onde estão guardadas as respostas para o mistério de todo o universo: a origem de todas as coisas e de todos os seres. Por conseguinte, de sua significação esotérica, nos mostram e nos orientam sobre quais atitudes e comportamentos que o sincero e mais abnegado franco maçom deve empreender em sua vida, a fim de que possa entender a verdades contidas em seus ensinamentos.

Esta pequena peça arquitetônica, longe, encontra-se de sintetizar todo o significado dos três pontos maçônicos; porém tenta-se discorrer um pouco sobre o seu simbolismo e nos chama a atenção para o valor oculto das coisas que não podem ser esquecidas pelo iniciado na ordem maçônica.

A origem do ternário tem seu início a partir do binário. Este, por sua vez, constitui uma manifestação do princípio da Unidade, do todo, segundo os antigos "E n to Pan"- "Uno o Todo". O todo é Uno em sua realidade, em sua essência e substância, tudo vem da Unidade, que está contido e é sustentado por si mesmo. Sua representação é o ponto, origem da linha reta, do círculo. Deste círculo, parte a linha reta, cuja representação é a força que impõem direção rumo ao progresso retilíneo, como resultado de uma força individual centrada no ponto ou centro de nosso ser. Como manifestação humana podemos traduzi-la pelo desenvolvimento progressivo e progressista das potencialidades latentes nas virtudes ou poderes ativos.

Como resultado dessa necessidade de expressão, a unidade possui realidade. Essa manifestação da mesma, toma-se forma como manifestação da unidade. Daí surge como dualidade deste processo, o segundo ponto. Esse caráter dual aparece em várias formas, entrelaçadas em pares opostos. Esta propriedade marca o mundo dos efeitos(sua expressão) e a lei que governa toda a manifestação ( a unidade). A dualidade expressa-se de várias maneiras no mundo profano: temos dois olhos para dois ouvidos aos quais correspondem dois hemisférios cerebrais(instrumentos orgânicos da inteligência); duas mãos e dois pés, instrumentos de nossa vontade. No mundo esotérico: o bem e o mal, as duas colunas, o princípio da vida sob o aspecto do pai e da mãe, o espaço e tempo, o céu e a terra, o esquadro e o compasso e o ângulo, no qual duas linhas diferentes partem de um único ponto, divergindo-se e prolongando-se à medida que se afastam das origem.

A manifestação da dualidade em sua atividade de pares opostos, assim como a luz se opõe às trevas; o calor e o frio ou complementar, encontra um terceiro elemento, o intermediário ou equilibrante ou princípio da harmonia. No caso das idéias, após examinarmos a tese e a antítese, temos a conclusão de tal situação, que é a síntese dos argumentos favoráveis e dos contrários. Todo ternário nasce da dualidade acrescida de uma nova unidade. Os três pontos maçônicos constituem o mais simples e característico emblema do ternário. O ponto superior representa a unidade fundamental, o absoluto. Os dois pontos inferiores são a imagem da dualidade, as duas colunas, cuja união de múltiplas ações e reações é produzida a multiplicidade fenomênica do universo. Se traçarmos duas linhas entre o ponto superior e os dois inferiores, temos um ângulo que expressa a dualidade dos dois princípios, oriundos da emanação de um só princípio. Ao traçarmos uma linha que uma os dois pontos inferiores, teremos o triângulo, representando o terceiro que aparece como novo aspecto da unidade absoluta. Isoladamente, os três pontos mostram os três princípios que constituem a unidade e a dualidade da manifestação. O ponto superior corresponde ao Oriente e ao mundo absoluto da realidade. Os dois inferiores ao Ocidente, ou seja, o mundo relativo, o mundo da aparência. Na loja, às duas colunas emblemáticas da dualidade.

Como pequena síntese do ternário e sua respectiva aplicação na vida maçônica dos iniciados, empreende-se que o progresso pessoal dentro da maçonaria requer que a inteligência se erga sobre o domínio da mente concreta (aspectos da dualidade e dos opostos),os dois pontos inferiores, situando-se no sentimento e na consciência da Unidade( ponto superior), chegando-se na essência de todos os seres através das faculdades superiores da mente que se baseiam na unidade,assim como a mente concreta baseia sua lógica e suas conclusões no sentido da dualidade. A iluminação maçônica se faz quando progredimos desde o Ocidente, que é o reino da ilusão, da multiplicidade e da aparência, em direção ao Oriente,o reino do real, da unidade e do ser. Passa-se a reconhecer no Ocidente o uno em diversos seres e coisas; no Oriente temos a Unidade na multiplicidade.

Fonte: www.cavaleirosdaluz18.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

POSIÇÃO DO ESQUADRO E COMPASSO

POSIÇÃO DO ESQUADRO E COMPASSO
(republicação)

Em 07.03.2015 o Respeitável Irmão Juvenal Alves de Moura, Loja João Brás, 1.116, REAA, GOB, Oriente de Trindade, Estado de Goiás, apresenta a seguinte questão: 
jmoura57@gmail.com 

Novamente quero recorrer ao seu vasto conhecimento para resolver a dúvida da qual trata o título. Tenho discordado do Irmão Orador de minha Loja quando o mesmo posiciona o Compasso e o Esquadro na abertura dos trabalhos. Pode parecer uma questão ingênua, pois está claro no Ritual e no próprio painel da Loja que o lado direito do Compasso sobrepõe o lado do Esquadro. Nossa discussão é: Qual o lado direito do Compasso? Na minha interpretação, é o lado direito do Orador, pois é ele que posiciona o Esquadro e o Compasso. A nossa discussão ocorre, pois cada um se baseia em uma referência. Em relação ao Orador o lado direito é um (no momento da abertura do Livro da Lei), mas em relação ao Venerável é o outro. Afinal quem está com a razão? Se possível gostaria de sua resposta o mais rápido.

Considerações: 

O ponto de vista nesse caso será daquele que estiver de frente para o Retábulo do Oriente (parede oriental). Assim considera-se o lado direito como referência daquele que abre o Livro da Lei e compõe as Três Grandes Luzes Emblemáticas na abertura dos trabalhos da Loja – lado direito do Orador quando estiver posicionado de frente para o Altar dos Juramentos. 

Via de regra, no REAA o Livro fica voltado (posição de leitura) para o Ocidente já que para tanto existe um lugar específico para a distribuição das Luzes Emblemáticas que é o Altar dos Juramentos. 

Nesse particular o Venerável não é o executor direto do ato, senão, conforme o Ritual em vigência, a Dignidade do Orador da que abre o Livro, o lê e posteriormente distribui os outros dois utensílios conforme o Grau na forma de costume. 

Ratificando - conforme o Ritual - é à direita de quem faz a leitura - por extensão a ponta referida (liberta) da haste do Compasso é aquela que aponta para o lado direito (Sul) do Orador que estará na oportunidade de frente para o Altar dos Juramentos. 

T.F.A. 
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
Fonte: JB News – Informativo nr. 1.721 – Melbourne – terça-feira, 16 de junho de 2015