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PERGUNTAS & RESPOSTAS
sexta-feira, 25 de julho de 2025
RETARDATÁRIO - ENTRADA SEM FORMALIDADE
ENTRADA SEM FORMALIDADE
Sobre uma das últimas postagens no seu blog, "CONDUÇÃO DE IRMÃO ATRASADO", gostaria de tirar uma dúvida.
É possível que o Venerável Mestre permita a entrada sem formalidades de um Ir∴ atrasado (do quadro ou conhecido)?
Caso afirmativo, qual o procedimento correto? Entrar, fazer a marcha e a saudação às luzes? Fazer somente a saudação? Entrar direto para o seu lugar?

CONSIDERAÇÕES:
Entende-se que toda a entrada em Loja aberta deve ser formal.
Chegar atrasado para os trabalhos de uma Loja, além de atrapalhar o andamento da sessão, ainda desrespeita os IIr∴ que se apresentaram pontualmente.
ÍSIS E O SIMBOLISMO MAÇÔNICO: O VÉU DA SABEDORIA OCULTA
quinta-feira, 24 de julho de 2025
LUGARES ELEVADOS NA LOJA
LUGARES ELEVADOS
O piso da mesa do Tesoureiro, Chanceler, Orador e Secretário é elevado, um degrau? É correto elevar o piso da fila de cadeiras dos aprendizes e companheiros?
CONSIDERAÇÕES:

O Oriente fica um degrau acima do Ocidente. As mesas do Orador e do Secretário descansam sobre o mesmo nível do Oriente. As mesas do Tesoureiro e do Chanceler descansam sobre o mesmo nível do Ocidente. Os assentos dos Aprendizes e dos Companheiros descansam sobre o mesmo nível do Ocidente. Apenas os Vigilantes é que têm suas cátedras elevadas em relação ao piso ocidental.
T.F.A.PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
250 ANOS DA MAÇONARIA PRINCE HALL
CATOLICISMO E MAÇONARIA
Entre os aspectos “comuns” peço a atenção dos Irmãos da presença dos Diáconos: No Catolicismo a diaconia quer dizer SERVIÇO, então o Diácono é ordenado para SERVIR, servem o povo de Deus na diaconia da liturgia, da palavra e da caridade, o diácono tem função própria: servir o altar. quarta-feira, 23 de julho de 2025
BANDEIRA DO MUNICÍPIO NA LOJA
BANDEIRA DO MUNICÍPIO
Recebemos nossos Novos Rituais e já dei uma olhada geral nele.
Me chamou atenção o fato de não ter sido mencionado o uso da Bandeira Municipal Pag. 17. Também, na Planta do Templo, pag. 22., ela não aparece.
No SOR, podemos ver no Item 5 PAVILHÃO NACIONAL b IV. Por sua vez, e do mesmo ponto de Vista, à Direita da Bandeira da Unidade da Federação, vai a Bandeira do Município de onde se situa a Loja.
CONSIDERAÇÕES:

Ficou opcional porque existe um conflito entre o Decreto 1476/2016 do GOB e a Lei Federal 5700. Pelo Decreto do GOB, a Bandeira Municipal fica à direita da Bandeira Estadual, que por sua vez fica à direita do Pavilhão Nacional. Pela Lei 5700 a Bandeira Municipal fica imediatamente à esquerda do Pavilhão Nacional, enquanto que a do Estado fica a sua direita.
Face a este paradoxo, optou-se por não se colocar a Bandeira do Município no ritual. Assim, a opção de utilizá-la, ou não, fica por conta da Loja, seguindo o Decreto do GOB (à direita da Bandeira Estadual) ou a Lei 5700 (à esquerda do Pavilhão Nacional).
Quanto ao SOR/REAA, o mesmo estava regulado para o Ritual de 2009, o qual foi revogado e retirado da página oficial do GOB. Agora valem apenas os rituais do REAA de 2024. Um novo SOR está sendo preparado para atender os rituais vigentes.
T.F.A.PEDRO JUK - jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br
PÍLULAS MAÇÔNICAS
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com
PERSISTÊNCIA OU DESISTÊNCIA: QUAL É A ATITUDE MAIS SÁBIA?

Tim Harford (Financial Times, 09/11/22) escreveu bom artigo sobre por qual razão muitas vezes o melhor é simplesmente desistir. Serve para minha reflexão: devo ou não me aposentar?
“Sou uma lutadora, não uma desistente”, disse Liz Truss, ex-primeira-ministra do Reino Unido, um dia antes de desistir. Ela estava ecoando palavras proferidas há mais de 20 anos pelo parlamentar Peter Mandelson, embora Mandelson tenha mostrado o bom senso de expressá-las depois de ter vencido uma luta política, e não perdido uma.
É uma questão intrigante, no entanto. Ser um “lutador” não é inteiramente um elogio. Em certas circunstâncias, é uma qualidade premiada, mas não é uma palavra que eu usaria no meu currículo ou, mais particularmente, no meu perfil no Tinder.
Já quanto ao termo “desistente”, no entanto, não há grandes dúvidas. Trata-se, inequivocamente, de um insulto. É estranho, porque além de termos brigas demais no mundo, a frequência de desistências está longe de ser a ideal. Somos teimosos demais, apegando-nos a uma ideia, um trabalho ou um parceiro romântico, mesmo quando fica claro que cometemos um erro.
Há poucas ilustrações melhores disso do que a atual popularidade viral dos casos de “desistência discreta”, ou “quiet quitting”, quando jovens trabalhadores esgotados se recusam a trabalhar além das horas contratadas ou a assumir responsabilidades além das descritas em seus cargos. É um termo mais poético do que “fazer corpo mole”, como nós da Geração X teríamos chamado 25 anos atrás exatamente o mesmo comportamento. É também uma reação perfeitamente compreensível quando se está sobrecarregado e mal pago. No entanto, se você está sobrecarregado e mal pago, uma reação melhor na maioria dos casos não seria desistir discretamente, mas simplesmente desistir.
Não quero dizer isso como menosprezo à Geração Z. Lembro-me de, aos meus 20 e tantos anos, sentir-me totalmente infeliz em um emprego, e também me lembro do grau de pressão social para que aguentasse por mais alguns anos de forma a não deixar buracos em meu currículo. Um CV esburacado tem seus custos, é claro.
Mas, se você é um jovem formado, o mesmo vale para passar dois anos de sua vida em um trabalho que você odeia, enquanto acumula habilidades, experiência e contatos em um setor que deseja deixar. A maioria das pessoas me alertou para os custos de desistir; apenas os mais sensatos me alertaram sobre os custos de não desistir.
Toda desistência abre espaços para que se tente algo novo. Tudo para o que você diz “não” é uma oportunidade para dizer “sim” em outra frente.
Em seu novo livro, “Quit” (desista, em inglês), Annie Duke argumenta que, quando avaliamos se devemos ou não desistir de algo, nossos preconceitos cognitivos pesam na balança a favor da persistência. E o valor da persistência é superestimado.
Trata-se de algo óbvio para um bom jogador de pôquer — e Duke costumava ser uma jogadora de pôquer muito boa. “A desistência ideal pode ser a habilidade mais importante que diferencia os grandes jogadores dos amadores”, escreve, acrescentando que, sem a opção de desistir de uma mão, o pôquer não seria um jogo de habilidade. Jogadores experientes abandonam cerca de 80% de suas mãos na popular variante “Texas Hold’em”. “Compare isso a um amador, que vai ficar com suas cartas iniciais mais da metade do tempo.”
Quais são esses preconceitos cognitivos capazes de nos levar a persistir quando deveríamos parar?
Um deles é o efeito do “custo incorrido”, no qual vemos os custos passados como uma razão para manter determinado rumo. Se você está em seu shopping center de luxo favorito, mas não consegue encontrar nada a seu gosto, o tempo e o dinheiro gastos para chegar até lá deveriam ser irrelevantes. Mas não são. Exercemos pressão sobre nós mesmos para justificar o transtorno que já tivemos, mesmo que isso signifique mais desperdício. A mesma tendência se aplica desde relacionamentos até megaprojetos multibilionários. Em vez de reduzir nossas perdas, jogamos “dinheiro bom” em cima de dinheiro ruim.
(A falácia do custo incorrido é notícia velha para economistas, mas foi preciso o Prêmio Nobel Richard Thaler apontar que, se era comum o suficiente para ter um nome, também era comum o suficiente para ser considerada como parte da natureza humana.)
O “viés do status quo” também tende a nos levar a perseverar quando devemos parar. Destacado em um estudo de 1988 pelos economistas William Samuelson e Richard Zeckhauser, o viés do status quo é a tendência a reafirmar decisões anteriores e a aferrar-se a manter o rumo em que estamos, em vez de fazer uma escolha ativa para fazer algo diferente.
Duke sente-se frustrada com a forma como retratamos essas escolhas de status quo. “Não estou pronto para tomar uma decisão”, dizemos. Duke, acertadamente, observa que não tomar uma decisão é, por si só, uma decisão.
Há alguns anos, Steve Levitt, coautor de “Freakonomics”, criou um site no qual as pessoas que se encontram diante de decisões difíceis podiam registrar seus dilemas, jogar uma moeda para ajudá-las a escolher e depois voltar para dizer o que fizeram e como se sentiram a respeito. Frequentemente, essas decisões eram de alta importância, como deixar um emprego ou terminar um relacionamento.
Levitt concluiu que as pessoas decidindo a favor de grande mudança (ou seja, os desistentes) ficaram significativamente mais felizes seis meses depois do que aqueles que decidiram contra a mudança (ou seja, os lutadores). A conclusão: se você chegou ao ponto em que está disposto a jogar uma moeda para ajudá-lo a decidir se deve desistir, você já deveria ter desistido há algum tempo.
“Sou um desistente, não um lutador.” Não é um grande lema político. Mas, como regra geral para a vida, já vi piores.
Fonte: https://bibliot3ca.com
terça-feira, 22 de julho de 2025
HUZZÉ! HUZZÉ! HUZZÉ!
HUZZÉ!
Por gentileza tire minha dúvida, a pronúncia correta da palavra Huzzé é "Uzé" ou "Russé", como já ouvi em Lojas.
CONSIDERAÇÕES:
A pronúncia se inicia com a letra "U", ou seja, escreve-se Huzzé, e se pronuncia "Uzé" (com "u").
O resto não passa de invenção. Huzzé é uma saudação dirigida à volta do Sol, misticismo do solstício de inverno no hemisfério Norte.
Quando o Sol alcançava a sua maior declinação em direção ao Sul, era costume os árabes saudarem a volta do Sol no solstício de inverno, noite mais longa do ano na região setentrional da Terra. Agitando um ramo florido de acácia, davam boas-vindas ao Sol que acabara de iniciar o seu retorno, do Sul para o Norte. As flores amarelas de acácia simbolizavam pequenos "sóis".
Os árabes, principalmente os Drusos, na noite mais longa do ano acendiam fogueiras para aguardar o nascer do Sol e aclamá-lo pela sua volta aparente. Nessa oportunidade bradavam, como boas vindas, a palavra Uza!
Com o advento do islamismo, Maomé proibiu esta saudação ao Sol. Os ingleses, senhores da região por muito tempo, acabariam levando, do Oriente Médio, esse costume para a Inglaterra, o qual por lá adquiriu a corruptela de “Hip Hurra!", como saudação de alegria e contentamento.
Na França, a Loja Mão Escocesa, criada em 1804 para gerenciar o primeiro ritual simbólico do REAA, dentre outros costumes, também contribuiu com esta saudação solar, a qual se consagrou como Huzzé! (pronuncia Uzé!).

Com isso, infelizmente a aclamação Huzzé não tardou a ser temperada por inventores e ocultistas que deram outros significados para esta velha saudação solsticial haurida dos cultos solares da antiguidade. Místicos e ocultistas criaram toda a sorte de invencionice, das quais, uma delas é a tal pronúncia distorcida “rrruzé”, para contemplar a ideia de que esta pronúncia vem da região epigástrica de quem a pronuncia. Não passa de mais uma destas bobagens.
LEONEL RICHIE
TIPOS DE MAÇOM
segunda-feira, 21 de julho de 2025
VERIFICAÇÃO NA ABERTURA DOS TRABALHOS
VERIFICAÇÃO PELO 1º VIG∴
Em atenção ao ritual 2024, consta que o 1º Vig∴ fará a verificação se todos são maçons de seu altar. Nesse sentido, os maçons ficarão à Ordem voltados para o centro da Loja? Pois o correto não será voltado para o Ocidente para evitar que algum intruso copie o movimento? Assim, considerando o ritual 2024, na verificação os irmãos ficaram voltados para o centro da Loja ou para o Ocidente?
CONSIDERAÇÕES:
É consagrado no REAA que em Loja de Aprendiz o 1º Vigilante, para cumprir o seu segundo dever de obrigação, o faça solicitando que todos, nas Colunas, fiquem à Ord∴. Assim, do seu lugar ele verifica se todos, pelo sinal que fazem, são maçons. Os Irmãos das Colunas, para que o 1º Vigilante possa verificar coletivamente o Sinal, ficam à Ordem, cada qual conforme a disposição do seu assento.

Já no 2º e 3º Grau, por uma questão de prudência, salvo os IIr∴ que estiverem ocupando cargos, que não serão examinados, o exame será individual nas CCol∴do Norte e do Sul, oportunidade em que os Irmãos se voltam para o Oriente.
Assim, existem duas situações distintas, a do 1º Grau, quando o 1º Vigilante faz a verificação do seu lugar, e a dos Graus de Companheiro e Mestre, quando os Vigilantes percorrem cada qual a sua Coluna para proceder o exame.
Observe-se que no 1º Grau, conforme consta no Ritual de 2024, o 1º Vigilante se coloca em pé com o malhete repousado no lado esquerdo do seu peito. Justifica-se tal procedimento para que o examinador não mostre o Sinal àqueles que coletivamente serão examinados pelo Sinal.
Vale ressalta que no Oriente, em qualquer grau simbólico, não existe telhamento, portanto ali, durante o exame, todos permanecem sentados.




