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PERGUNTAS & RESPOSTAS
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
FALAR EM PÉ E SILÊNCIO INICIÁTICO
GADU/SADU: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS À LUZ DA TRADIÇÃO MAÇÔNICA
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
O SINAL E O MALHETE
NOVA ERA DE DIÁLAGO COM A SOCIEDADE
A INICIAÇÃO
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
CHAPÉU NA MAÇONARIA I - REAA
PÍLULAS MAÇÔNICAS
nº 117 - Instrumentos Maçônicos
Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com
MAÇONARIA E FAMÍLIA

Para o maçom, tal como para qualquer pessoa, a sua família é (ou o deveria ser…) o centro da sua vida. É à sua volta que ele planeia o seu presente e o seu futuro. Tendo para com ela o dever de a Honrar, Respeitar, Proteger, Sustentar e principalmente de a Amar. Tal como assim é exigido também pela Maçonaria.
Para a Maçonaria, honrar a Família é um dever primordial. Tanto que um profano antes de se tornar maçom, tem de ter a consciência de que para ser iniciado maçom, tem de conseguir sustentar a sua família autonomamente, não podendo pensar que será a Ordem Maçónica a efectuar tal sustento. Sendo que se não lhe for possível a ele cumprir com as suas obrigações familiares, ele deve equacionar a sua entrada na Ordem Maçónica.
Apesar das obrigações pecuniárias que o maçom tem, elas são essencialmente de carácter solidário e caritativo; a ele também lhe é cobrado “tempo”, tempo que também ele terá de dividir com a sua família. E se um dia não tem mais de 24 horas, e se grande parte delas as passamos a trabalhar ou a dormir, alguém será penalizado com isso. Ou o seu tempo pessoal de descanso ou o tempo que passa com os seus familiares, pois o seu emprego é que nunca poderá ser prejudicado, pois o trabalho é exaltado pela Ordem maçónica de tal forma que a caminhada e formação do maçom se faz através de labor e estudo. Por isso deve o candidato a maçom, reflectir o bastante sobre a sua vontade em fazer parte da Maçonaria.
Seja qual for a família de um maçom, ela mesmo é também cooptada pela sua Loja, integrando-se numa família global maçónica; entre irmãos, cunhadas, sobrinhos e sobrinhas… Todos juntos pelos mesmos ideais.
O maçom ao longo da sua Vida, em diversas ocasiões, tem de abandonar a sua família, o seu lar, para assistir às sessões da Loja a que pertence. Nem sempre isso é bem aceite; umas vezes porque a sua família necessita da sua presença, outras mesmo porque apesar da família do maçom conhecer a sua condição, nem sempre a tolera ou a aceita facilmente, devido ao seu desconhecimento do que se trata no interior de uma Loja Maçónica. Mas também por isso e não só, em algumas ocasiões é normal se efectuarem “Sessões Brancas”, isto é, sessões sem carácter ritual onde podem comparecer simultaneamente Iniciados e Profanos (e inclusive “mulheres”). Sendo essas sessões, óptimas ocasiões para as famílias dos Maçons se conhecerem, conviverem e aproveitarem também para retirarem entre elas, as dúvidas que possam ter sobre A Ordem.
Já os Maçons no seu trato habitual entre si, tratam-se por Irmãos, pois uma vez feito o Juramento Maçónico, o neófito é acolhido no seio do grupo, na sua novafamília. Ele sabe que em qualquer parte do globo existe alguém nas mesmas condições que ele, que não o conhece mas que se preocupa consigo e com o seu bem-estar, que lhe envia os seus melhores pensamentos e energias positivas, para além de estar pronto para o ajudar no que necessitar. Esta é uma das consequências de se fazer parte da Família Maçónica e da sua vivência enquanto Fraternidade Universal.
É de salientar, que apesar da forma ou o que provir do auxílio entre Irmãos, se cumpra as legislações existentes. De forma alguma se pede ou se espera que alguém desrespeite a Lei!!!
Pois só unicamente dessa forma, se poderá viver o espírito fraterno da Maçonaria.
Fonte: freemason.pt
terça-feira, 21 de outubro de 2025
MUDANÇA DE ORIENTE - REGULARIZAÇÃO OU FILIAÇÃO
MUDANÇA DE ORIENTE
Irmão Companheiro pode se transferir para outra Loja (caráter excepcional)
Existe alguma Jurisprudência nos casos de irmãos que ainda estão no Grau 1 ou 2 que, por motivos profissionais, acabam mudando de Estado?
Gostaria muito de ajudar ele, pois percebi que é um Legítimo Irmão e com certeza iria agregar as colunas da minha Loja.
CONSIDERAÇÕES:
Se a sua Loja pertence ao GOB, creio que a Secretaria Estadual da Guarda dos Selos poderá lhe dar melhores informações a esse respeito.
Eu entendo que o Irmão, mesmo Companheiro, ou Aprendiz, por ser regular, em caso de transferência de Oriente (cidade), o mesmo pode pedir seu Quitte-Placet, o qual terá validade de 180 dias.
Neste período, o portador pode pedir, em Loja da mesma Obediência, sua "Filiação". Caso o tempo de validade tenha expirado o prazo regulamentar de 180 dias, o portador pode pedir sua "Regularização", em Loja da mesma Obediência.
Esta é apenas a minha opinião, portanto não a tome como laudatória, pois a minha Secretaria é de Orientação Ritualística e o assunto abordado é da alçada da Secretaria da Guarda dos Selos.
T.F.A.PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br





