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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

FALAR EM PÉ E SILÊNCIO INICIÁTICO

Em 01.05,2025 o Respeitável Irmão Bruno Henrique Pinheiro, Loja Augusto dos Anjos, 1858, REAA, GOB-PB, sem mencionar o Oriente, Estado da Paraíba, apresenta a seguinte questão:

FALAR EM PÉ E SILÊNCIO INICIÁTICO

Temos algumas dúvidas, por exemplo, o Ir∴ Chanc∴ na Palavra a Bem da Ordem, ao anunciar a quantidades de IIr∴ presentes, ele anuncia sentado, em seguida ele pode levantar para falar como Obreiro? A mesma coisa com o Tesoureiro na Coluna do Norte. Sei que as Luzes não levantam. Outra dúvida, o silêncio iniciático, é durante o Tempo de Estudos? Trabalhamos no REAA.

CONSIDERAÇÕES:

No que diz respeito ao Chanceler, vale lembrar que não há obrigatoriedade para que ele informe à Loja quantos Irmãos estão presentes, até porque ele anteriormente já respondeu ao Venerável Mestre que havia número regular para abertura dos trabalhos.

No entanto, não existe nada que proíba que esta informação seja dada, caso a Loja tenha esse costume. Nesse caso, durante a Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular, depois de ter sido autorizado a falar pelo Vigilante, o Chanceler se coloca à Ordem, obviamente em pé, e dirige-se à assembleia.

É importante frisar que no Ocidente os únicos IIr∴ que podem falar sentados, a não ser quando o ritual estabelecer ao contrário, são os Vigilantes.

Não existe distinção para que o Chanceler e o Tesoureiro falem como obreiros o como oficiais eleitos. Em qualquer situação, tanto o Chanceler como o Tesoureiro, por se encontrarem no Ocidente, falam em pé, portanto à Ordem.

Em relação ao silêncio iniciático, isto não quer dizer que o Aprendiz deva permanecer o tempo inteiro mudo em Loja. Sendo assuntos pertinentes ao seu Grau, qualquer Irmão pode falar em Loja, desde que devidamente autorizado.

O silêncio iniciático, como bem diz o título, é algo introspectivo e aplicado no aperfeiçoamento de cada Ir∴, o que não quer dizer que literalmente um Aprendiz, ou mesmo um Companheiro, não possam falar em Loja.

Também nada disso está restrito ao período do Tempo de Estudos. Neste caso o silêncio é simbólico.

Sem prejuízo de ferir as regras iniciáticas, cada um pode se manifestar conforme o alcance do seu Grau, mas dentro das regras previstas pela liturgia maçônica.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

GADU/SADU: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS À LUZ DA TRADIÇÃO MAÇÔNICA

GADU e SADU: Entendendo as Diferenças à Luz da Tradição Maçônica

Na caminhada iniciática do Maçom, muitos termos simbólicos surgem ao longo dos graus, exigindo não apenas conhecimento, mas discernimento e reflexão. Entre esses termos, dois se destacam por sua importância teológica e filosófica: GADU e SADU. Embora ambos se refiram a princípios elevados e transcendentais, possuem origens, usos e significados distintos dentro da tradição maçônica. Compreendê-los é aprofundar-se na essência da Obra.

GADU – O Grande Arquiteto Do Universo

Origem e uso:
O título GADU – sigla de Grande Arquiteto do Universo – é uma forma simbólica utilizada amplamente pela Maçonaria especulativa desde o século XVIII para designar a ideia de um Ser Supremo, criador e mantenedor do cosmos, sem vinculação direta a um credo específico.

Foi adotado pela Maçonaria moderna como uma maneira de unificar irmãos de diferentes religiões, permitindo que cada um reconheça, nesse símbolo, a sua própria visão do divino. Para alguns, é Deus; para outros, é o Princípio Criador, a Mente Universal, o Logos ou a Consciência Cósmica.

Símbolo de universalidade:
O GADU não define uma divindade específica, mas representa o reconhecimento de que há uma inteligência superior organizadora do Universo — base fundamental para a construção do Templo interior do Maçom.

Presente em todos os graus simbólicos, o GADU também representa o ideal de ordem, proporção e inteligência construtiva — como o arquiteto que projeta, calcula e executa a obra com perfeição e propósito.

SADU – Supremo Arquiteto Do Universo

Significado e distinção:
A expressão SADU, ou Supremo Arquiteto do Universo, embora semelhante em aparência, possui conotações distintas. Seu uso é mais comum em graus filosóficos e nos altos corpos da Maçonaria, como o Rito Escocês Antigo e Aceito, particularmente em graus mais elevados.

Enquanto o GADU evoca a ideia universalista de um princípio organizador, o SADU é invocado para expressar a soberania, o ápice da perfeição espiritual e da ordem moral. O uso da palavra “Supremo” marca essa diferença: enfatiza não apenas a inteligência criadora, mas também o domínio absoluto da lei, da justiça e da sabedoria.

Dimensão espiritual:
No contexto esotérico, pode-se dizer que o SADU representa um nível mais elevado de consciência divina, acessado pelos iniciados que já ultrapassaram os limites do simbolismo básico e buscam a integração plena com a Vontade Universal. É a manifestação do divino no grau mais elevado de hierarquia e luz.

Reflexão Final ao Irmão Mestre

O verdadeiro Maçom compreende que os nomes são símbolos, e os símbolos apontam para realidades mais profundas que palavras humanas não conseguem conter. Assim, tanto GADU quanto SADU são faces de um mesmo Mistério, revelado de forma gradual àqueles que, com humildade e retidão, trilham o caminho do aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual.
Que o estudo dessas diferenças não sirva à separação, mas sim ao entendimento, à síntese do conhecimento e ao engrandecimento do propósito comum: construir o Templo da Virtude sob a Luz do Supremo.

Fonte: Facebook_Federação Maçônica de São Paulo

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

O SINAL E O MALHETE

Em 28.04.2025 o Respeitável Irmão Vanderlei Nolasco, Loja Joaquim Gonçalves Dias, 44, REAA, GOP (COMAB), Oriente de Guaíra, Estado do Paraná, apresenta as seguintes questões:

SINAL E O MALHETE

Mais uma vez socorro ao Irmão para sanar uma dúvida:

1 - No nosso Ritual do REAA, quando no início da sessão o Venerável Mestre diz a mim meus irmãos pelo sinal, ele deixa o malhete sobre a mesa e faz o sinal do grau ou permanece com o malhete em mãos.

2 No grau de Aprendiz a Estrela Flamejante permanece desligada ou acesa, pois nas instruções do Grau de Aprendiz ela é citada.

CONSIDERAÇÕES:

Quanto ao Sinal, o mais apropriado é que o Venerável Mestre deixe o seu malhete sobre o Altar e faça o Sinal na forma de costume, ou seja, com a mão, como os demais.

Quanto à Estrela Flamejante, ao que me consta ela não é iluminada em nenhum grau. 

No REAA este símbolo deve se apresentar pendente do teto sobre o lugar do 2º Vigilante. 

Essa Estrela deve estar posicionada com um dos seus ápices apontados para cima, tendo no centro a letra G, a qual significa primitivamente a palavra Geometria (a 5ª das Sete Ciências e Artes Liberais). Apenas isso, sem nenhuma iluminação.

T.F.A.
PEDRO JUK
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

NOVA ERA DE DIÁLAGO COM A SOCIEDADE


No dia 7 de maio de 2025, o Colégio de Veneráveis Mestres em Campania organizou uma jornada de portas abertas na emblemática "Casa da Maçonaria" em Nápoles. O evento teve como objetivo desmistificar a imagem da Maçonaria, frequentemente envolta em estereótipos e teorias conspiratórias. A iniciativa procurou apresentar ao público os princípios de fraternidade, reflexão filosófica e compromisso social que fundamentam a instituição.

Durante a visita, os participantes puderam explorar os espaços da sede regional, adornados com símbolos como o Esquadro, o Compasso e o Olho da Providência. Membros da obediência estavam disponíveis para esclarecer dúvidas sobre os rituais, a estrutura organizacional e os valores que orientam a Maçonaria. Essa abertura reflete um esforço crescente por transparência e diálogo em um contexto onde a desconfiança em relação a instituições consideradas secretas é crescente.

Este evento em Nápoles se alinha a outras iniciativas globais que buscam redefinir a imagem pública da Maçonaria. No mesmo período, a Loja Simbólica Mazatlán nº 37 no México celebrou 104 anos de atividades filantrópicas voltadas para crianças desfavorecidas, enquanto, na França, o presidente Emmanuel Macron visitou a Grande Loje da França em Paris, enfatizando a importância da laicidade e do compromisso com os valores republicanos. Essas ações indicam uma tendência internacional de aproximação e abertura das instituições maçônicas à sociedade.

E no Brasil? O que a Maçonaria tem feito para desmistificar sua história?

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

A INICIAÇÃO

Ir∴ Laurindo Roberto Gutierrez Loja Regeneração 3ª. – Londrina - PR

A iniciação é um ato decisivo e definitivo na vida de um profano prestes a se tornar maçom. Não existe outra oportunidade igual. Ela é única. Se não for bem conduzida e plena de emoção e respeito por parte dos envolvidos neste ato, é possível que o recipiendário não vivencie e não sinta intensamente cada movimento, passo, ruído, som e odores no desenrolar da cerimônia.

A iniciação tem mais que emoção e sentimento em si, do que se pode imaginar, e cada um reage á sua maneira de acordo com sua sensibilidade e percepção. O silencio e a seriedade no ambiente devem ser perfeitos para que todos, em especial os neófitos, possam assimilar o que acontece.

Os que conduzem a cerimônia devem se compenetrar da importância do ato e os que a assistem tem a obrigação de colaborar para que tudo saia à perfeição, pois neste momento a egrégora esta formada e todos irmanados num só espírito. O ambiente deve estar envolvente e harmonizado para que se possa “ouvir” o silêncio.

A impostação de voz deve ser observada e treinada antes, pois o iniciado em quase estado de quase transe precisa que tudo tenha muita clareza para melhor compreensão. Consideremos que depois de horas privado da visão ele deve estar psicologicamente desgastado e com dificuldade de entendimento.

Um irmão de minha loja diz que enquanto estava com os olhos vendados e de tal forma envolvido, sentiu uma leveza de espírito que o fez conhecer deus.

Abordo o assunto, a iniciação , pois sabemos que ainda hoje, pseudo maçons insistem em transformar a sessão magna de iniciação antes mesmo que ela tenha início, num ato para seu divertimento expondo o candidato ao ridículo fazendo-o andar sem destino pela cidade ou deixando-o numa praça pública à espera de seus “algozes” e ainda hoje se usa a famigerada tábua de pregos. Estes maçons praticam esta covardia contra um profano amigo, que vendado não pode se defender nem identificar quem assim age. É desumano e anti-maçônico. É uma prática medieval.

Se o iniciando não sentir nem entender as mensagens transmitidas na iniciação, seu ingresso na ordem poderá ser uma perda de tempo e resultar num retumbante fracasso com mais um faltante crônico as sessões de sua loja. Creio que uma iniciação bem feita pode formar um maçom verdadeiro, ou apenas revestir um profano com o avental, se não bem realizada. Ela é a mais importante atividade maçônica, e deve ser realizada somente entre irmãos reunidos em absoluto segredo e dominados pelo sentimento de amor que só os iniciados nos augustos mistérios, são capazes de sentir.

Fonte: JBNews - Informativo nº 286 - 10.06.2011

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

CHAPÉU NA MAÇONARIA I - REAA

Em 27/04/2025 o Poderoso Irmão José Fernando Clemente de Fraga, Secretário Estadual de Orientação Ritualística do GOB-RS, sem mencionar o nome do Oriente, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta uma dúvida relativa ao REAA.

CHAPÉU

Conforme troca de mensagens, hoje pela manhã, relativamente as dúvidas de uma Loja do REAA, repasso o questionamento:

A) - O uso do chapéu desabado pelo Venerável Mestre;

B) - Simbologia dessa alteração;

CONSIDERAÇÕES:

 Inicialmente, vale ressaltar que o uso do chapéu no REAA não se trata de uma alteração e nem de uma inovação, porém é o resgate de uma prática que é original do Rito desde a sua criação na França, em especial pela influência hebraica no REAA, o que pode ser constatado na sua história.

Também no Brasil, buscou-se resgatar este costume que fez parte de muitos rituais do passado, mas que lamentavelmente acabou caindo no esquecimento pelo pouco causo e pelo total desconhecimento do seu verdadeiro significado iniciático. O ritual de 2009, já revogado, iniciou este resgate ao atribuir o seu uso opcional nas sessões magnas de Exaltação.

No caso do REAA, rito nascido na França, historicamente a cobertura da cabeça foi adotada pela Maçonaria francesa como elemento representativo da igualdade entre os pares. Nesse sentido, o Rei quando estava diante dos seus súditos usava cobertura sobre a cabeça e quando diante dos seus pares (todos iguais), todos usavam cobertura.

Fazendo uma analogia com a Maçonaria, o Venerável Mestre, diante dos seus operários, em Loja de Aprendiz e Companheiro, apenas ele deve se cobrir com o chapéu desabado, enquanto que no 3º Grau, em Loja de Mestre, onde todos já alcançaram a plenitude maçônica, em uma demonstração de igualdade todos devem usar o chapéu negro e de abas moles.

No contexto do misticismo religioso e a Maçonaria, no REAA, por influência do judaísmo, o chapéu significa a submissão do homem perante ao Criador. Em um contexto simples, significa que acima da cabeça do homem, está a Onisciência, Onipresença e Onividência Divina. Em tese, o chapéu representa na Maçonaria a relação entre o Criador e a Criatura – a pequenez humana diante D’Aquele que Geometrizou.

Sob aspecto prático, o chapéu negro de abas moles revela a discrição (ser discreto). Este conceito é oriundo dos tempos em que muitos maçons lutavam por conquistas sociais e com isso eram inevitavelmente perseguidos. Para ajudar na preservação das suas identidades, eles usavam o artifício de esconder a face com as abas moles do chapéu quando se deslocavam para as reuniões nas sombras da noite.

Graças a isso, o chapéu tem sido um elemento importantíssimo para a liturgia maçônica, em especial no REAA. Infelizmente muitos Irmãos ainda desconhecem por completo a história da cobertura da cabeça na Ordem. Por conta disso é que o Ritual de 2024 não trouxe nenhuma novidade, mas, no entanto, resgatou um importante costume utilizado por determinados ritos maçônicos. No meu Blog, http://pedro-juk.blogspot.com.br, é possível encontrar várias outras respostas por mim dadas sobrea cobertura da cabeça com o chapéu negro de aba mole, na Maçonaria.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

PÍLULAS MAÇÔNICAS

nº 117 - Instrumentos Maçônicos

Os instrumentos profissionais tais como o esquadro, compasso, maço, malhete, prumo, nível, etc, são usados como Símbolos pela Maçonaria com a finalidade de incluí-los em seus ensinamentos da moral e ética.

Obviamente, ela não arroga o direito de propriedade, invenção ou exclusividade de uso de tais utensílios/Símbolos.

Deve ficar claro, também, que tais instrumentos não tiveram seus nomes extraídos de textos bíblicos, como é suposto por muitos. Eles foram obtidos das corporações de construtores medievais, às quais damos hoje o nome de “Maçonaria Operativa”. São, portanto, instrumentos de construção e, independentemente, são citados em alguns textos bíblicos, realizados por escribas hebreus, em diversas épocas passadas. 

Mencionando, mais uma vez, Mestre Castellani, temos:

“Esquadro, Compasso, Malho, Régua, Nível, Trolha, etc, são instrumentos necessários aos projetos e construção de edificações. A Bíblia, por outro lado, só foi introduzida nos Trabalhos Maçônicos em 1740, por Thomas Payne, Grão Mestre da primeira Grande Loja fundada em 1717, em Londres.

A Maçonaria atual, conhecida como “Maçonaria Especulativa” incluiu tais instrumentos em seus ensinamentos para auxiliar seus obreiros a vivenciarem no dia-a-dia os símbolos adequados na doutrina justa e perfeita.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
CIM 196017

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

MAÇONARIA E FAMÍLIA

Nuno Raimundo

Para o maçom, tal como para qualquer pessoa, a sua família é (ou o deveria ser…) o centro da sua vida. É à sua volta que ele planeia o seu presente e o seu futuro. Tendo para com ela o dever de a Honrar, Respeitar, Proteger, Sustentar e principalmente de a Amar. Tal como assim é exigido também pela Maçonaria.

Para a Maçonaria, honrar a Família é um dever primordial. Tanto que um profano antes de se tornar maçom, tem de ter a consciência de que para ser iniciado maçom, tem de conseguir sustentar a sua família autonomamente, não podendo pensar que será a Ordem Maçónica a efectuar tal sustento. Sendo que se não lhe for possível a ele cumprir com as suas obrigações familiares, ele deve equacionar a sua entrada na Ordem Maçónica.

Apesar das obrigações pecuniárias que o maçom tem, elas são essencialmente de carácter solidário e caritativo; a ele também lhe é cobrado “tempo”, tempo que também ele terá de dividir com a sua família. E se um dia não tem mais de 24 horas, e se grande parte delas as passamos a trabalhar ou a dormir, alguém será penalizado com isso. Ou o seu tempo pessoal de descanso ou o tempo que passa com os seus familiares, pois o seu emprego é que nunca poderá ser prejudicado, pois o trabalho é exaltado pela Ordem maçónica de tal forma que a caminhada e formação do maçom se faz através de labor e estudo. Por isso deve o candidato a maçom, reflectir o bastante sobre a sua vontade em fazer parte da Maçonaria.

Seja qual for a família de um maçom, ela mesmo é também cooptada pela sua Loja, integrando-se numa família global maçónica; entre irmãos, cunhadas, sobrinhos e sobrinhas… Todos juntos pelos mesmos ideais.

O maçom ao longo da sua Vida, em diversas ocasiões, tem de abandonar a sua família, o seu lar, para assistir às sessões da Loja a que pertence. Nem sempre isso é bem aceite; umas vezes porque a sua família necessita da sua presença, outras mesmo porque apesar da família do maçom conhecer a sua condição, nem sempre a tolera ou a aceita facilmente, devido ao seu desconhecimento do que se trata no interior de uma Loja Maçónica. Mas também por isso e não só, em algumas ocasiões é normal se efectuarem “Sessões Brancas”, isto é, sessões sem carácter ritual onde podem comparecer simultaneamente Iniciados e Profanos (e inclusive “mulheres”). Sendo essas sessões, óptimas ocasiões para as famílias dos Maçons se conhecerem, conviverem e aproveitarem também para retirarem entre elas, as dúvidas que possam ter sobre A Ordem.

Já os Maçons no seu trato habitual entre si, tratam-se por Irmãos, pois uma vez feito o Juramento Maçónico, o neófito é acolhido no seio do grupo, na sua novafamília. Ele sabe que em qualquer parte do globo existe alguém nas mesmas condições que ele, que não o conhece mas que se preocupa consigo e com o seu bem-estar, que lhe envia os seus melhores pensamentos e energias positivas, para além de estar pronto para o ajudar no que necessitar. Esta é uma das consequências de se fazer parte da Família Maçónica e da sua vivência enquanto Fraternidade Universal.

É de salientar, que apesar da forma ou o que provir do auxílio entre Irmãos, se cumpra as legislações existentes. De forma alguma se pede ou se espera que alguém desrespeite a Lei!!!

Pois só unicamente dessa forma, se poderá viver o espírito fraterno da Maçonaria.

Fonte: freemason.pt

terça-feira, 21 de outubro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

MUDANÇA DE ORIENTE - REGULARIZAÇÃO OU FILIAÇÃO

Em 24.04.2025 o Respeitável Irmão Diogo Trarbach, Loja Thémis, 3800, sem mencionar o Rito e a Obediência, Oriente de Santa Cruz do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a dúvida seguinte:

MUDANÇA DE ORIENTE

Irmão Companheiro pode se transferir para outra Loja (caráter excepcional)

Trabalho em uma Multinacional aqui na cidade e recentemente recebemos um novo Gerente Financeiro vindo de São Paulo. Acabei descobrindo que ele é Maçom, mas está no Grau 2. Teoricamente ele não pode pedir transferência da Loja dele em São Paulo para a nossa Loja correto?

Existe alguma Jurisprudência nos casos de irmãos que ainda estão no Grau 1 ou 2 que, por motivos profissionais, acabam mudando de Estado?

Gostaria muito de ajudar ele, pois percebi que é um Legítimo Irmão e com certeza iria agregar as colunas da minha Loja.

CONSIDERAÇÕES:

Se a sua Loja pertence ao GOB, creio que a Secretaria Estadual da Guarda dos Selos poderá lhe dar melhores informações a esse respeito.

Eu entendo que o Irmão, mesmo Companheiro, ou Aprendiz, por ser regular, em caso de transferência de Oriente (cidade), o mesmo pode pedir seu Quitte-Placet, o qual terá validade de 180 dias. 

Neste período, o portador pode pedir, em Loja da mesma Obediência, sua "Filiação". Caso o tempo de validade tenha expirado o prazo regulamentar de 180 dias, o portador pode pedir sua "Regularização", em Loja da mesma Obediência.

Esta é apenas a minha opinião, portanto não a tome como laudatória, pois a minha Secretaria é de Orientação Ritualística e o assunto abordado é da alçada da Secretaria da Guarda dos Selos.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

DOUGLAS DALAYRAC

A UNIDADE DO CAMINHO E A ILUSÃO DOS ATALHOS

“Há um só Caminho que conduz à Verdade, mas muitos atalhos que seduzem com promessas fáceis e desviam os pés da Senda Real.”

A Corrente e os Elos

Meus irmãos, a Maçonaria se ergue como uma corrente de sabedoria, transmitida de geração em geração, sustentada por elos firmes de tradição, disciplina e busca espiritual. Cada elo que se une fortalece o conjunto; mas cada elo falso, forjado em interesses mesquinhos, corrói o todo e fragiliza a corrente.

É dentro dessa reflexão que devemos observar com olhos atentos a multiplicação de “lojas” e “templos” criados sob teses particulares, sem raiz ou reconhecimento, seduzindo homens pela promessa de facilidades, de riqueza ou de vida abundante.

A senda iniciática não se confunde com atalhos. O Caminho é único: a elevação espiritual do homem, o polimento de sua pedra bruta, o alinhamento de sua alma com o Princípio Criador. Este caminho é estreito, árduo e exige disciplina.
Qualquer estrutura que prometa alcançar a Luz por métodos fáceis, rápidos ou por interesse financeiro, já revela sua natureza espúria. Pois a verdadeira Iniciação não se compra, nem se negocia; ela se conquista pela transformação interior.

O Perigo das Teses Particulares

Meus irmãos, quando um homem, movido pela vaidade ou pelo lucro, decide fundar um templo baseado em teses próprias, ele não edifica, mas fragmenta. Assim como no passado a divisão em inúmeras denominações religiosas dispersou a fé, também hoje a proliferação de “potências” e “lojas” autônomas enfraquece a Ordem e confunde os buscadores sinceros.

Um templo edificado sobre interesses humanos jamais alcançará as alturas do Espírito. A casa construída sobre areia não resiste ao tempo, mas desmorona diante da primeira tempestade.

A promessa de ouro, poder ou abundância material nunca foi, nem será, o verdadeiro convite da Maçonaria ou da Via Espiritual. Nosso convite é outro: o de morrer para o velho homem e renascer para o ser iluminado.

É por isso que todo convite que seduz pelo material já é, por si só, falso. Pois quem busca a Verdade deve ser atraído não por benefícios terrenos, mas pela chama que arde em seu coração: o desejo de ser melhor, de elevar-se, de aproximar-se do Eterno.

Meus irmãos, olhemos para a corrente sagrada da Ordem. Não permitamos que falsos elos a enfraqueçam. Repreendamos com firmeza a criação de templos e lojas espúrias, frutos da vaidade e da ganância, pois elas não edificam, mas destroem.

O Caminho é um só. Aquele que dele se afasta para seguir atalhos ilusórios encontrará apenas labirintos de sombras. Aquele, porém, que permanece firme, lapidando sua pedra com paciência e fé, encontrará a Luz que não engana, a Verdade que não se fragmenta, o Espírito que é Um.

A pergunta que faço a vós é essa meus irmãos, quando o convite do atalho vos chegar aos ouvidos, sereis atraídos pela promessa da abundância carnal, ou pela certeza silenciosa da riqueza eterna do Espírito?

Fonte: Facebook_Atrio do Saber

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

ASSINATURA DO VENERÁVEL - LIVRO DE FREQUÊNCIA

Em 23.04.2025 o Poderoso Irmão Ocrair da Costa Ribeiro, Secretário Estadual de Orientação Ritualística, Loja Mensageiros da Paz, 1435, REAA, GOB-GO, Oriente de Goiânia, Estado de Goiás, apresenta a questão seguinte:

LIVRO DE FREQUÊNCIA

Por favor esclareça uma dúvida em relação onde e correto assinar o Livro de frequência.

CONSIDERAÇÕES:

A exceção do Venerável Mestre, o recomendável é que todos assinem o livro de presenças antes do ingresso no Templo, mais precisamente na Sala dos PP∴PP∴, nunca no Átrio.

Quanto a assinatura do Venerável Mestre, recomenda-se que ele assine o livro logo após ter circulado o Tronco de Beneficência, a despeito de que depois da coleta do óbolo, ninguém mais poderá ingressar nos trabalhos, destacando, nesse sentido, que o Venerável Mestre é o último a assinar o Livro de Presenças (Art. 116, XVI do RGF).

Muitas Lojas, no entanto, preferem tomar a assinatura do Venerável Mestre na Sala dos PP∴. PP∴, ou na Secretaria, logo após o encerramento dos trabalhos. A Loja que optar por colher a assinatura do Venerável, antes do encerramento dos trabalhos, o M∴ de CCer∴, em momento que não atrapalhe o desenvolvimento ritualístico, conduz o Livro até ele.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hormail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

IGREJA WESLEY UNION - PEDRA FUNDAMENTAL


Registo do momento histórico da colocação da pedra fundamental da Igreja Wesley Union AME Zion, localizada na esquina da South Street com a Tanner Avenue, em Harrisburg, Pensilvânia. As cerimônias, realizadas no domingo, 18 de outubro de 1914, contaram com um desfile da banda maçônica e a participação solene da Grande Loja dos Maçons Negros do estado, liderada pelo Grão-Mestre Prof. John P. Scott, educador e líder comunitário afro-americano de destaque na época.

Fonte: @arquivosdamaconaria

A CATEDRAL GÓTICA DE MILÃO

Ir∴ Antônio Rocha Fadista M.'.I.'., Loja Cayrú 762 GOERJ / GOB - Brasil

O caso da construção da Catedral de Milão – IL Duomo – é de extrema importância no estudo da geometria sagrada. Ele interessa em dois sentidos, o documental e o simbólico. A Catedral de Milão foi fundada em 1386 e, por essa razão, estava no centro de um encarniçada controvérsia relativa a que forma de geometria sagrada deveria ser utilizada: ad quadratum ou ad triangulum. Um grande número de peritos reuniu-se a fim de determinar o que seria feito na construção dessa obra-prima potencial. Talvez por causa da grande quantidade de peritos, desenvolveu-se entre os adeptos de um e de outro sistema uma encarniçada discussão.

Sabe-se que já em 1321, durante a ereção do domo da catedral de Siena, os cinco inspetores escolhidos para examinar a construção objetaram contra a continuação da obra “porque, se terminada como foi iniciada, ela não teria as medidas de comprimento, largura e altura que as regras previam para a igreja”. Uma disputa similar se verificou a respeito da construção da Catedral de Milão.

Atualmente, a Catedral de Milão é considerada uma obra-prima da arquitetura gótica tardia. Recentemente, sua estrutura foi algo sacudida pelas vibrações dos carros, dos ônibus e do metrô que trafegam ao seu redor, mas a sua gestação foi tão cheia de recriminações que parecia que ela nunca seria terminada.

A Catedral foi terminada em 1386 por ordem de Gian Galeazzo Visconti, que conquistara influência na cidade de Milão, graças ao expediente da morte de seu tio. Entretanto, nenhum outro edifício tão portentoso foi construído na Lombardia durante séculos, e logo os maçons experientes, encarregados do projeto, se defrontaram com sérios problemas. O lado teórico da geometria sagrada, segundo a qual o edifício deveria ser construído, se atolou numa discussão aparentemente insolúvel.

Inicialmente, a planta baixa da catedral foi desenhada de acordo com o ad quadratum, baseado no quadrado e no quadrado duplo, com uma nave central pronunciada, e naves laterais de igual altura. Essa planta, foi logo abandonada e foi substituída pelo ad triangulum, para a elevação – e foi aí que os problemas começaram. A altura de um triângulo eqüilátero, a base do ad triangulum é incomensurável com o lado do mesmo triângulo. Colocá-lo sobre uma planta baixa baseada no ad quadratum seria transformar a geometria sagrada e todas as proporções da elevação estariam completamente erradas.

A fim de retornar à lógica da geometria sagrada, foi chamado um matemático de Piacenza, Gabriele Stornaloco. Ele recomendou um arredondamento da altura das naves, de 83,138 braccia (braças), para 84 braças, que poderia ser facilmente dividida em seis unidades de 14 braças. Embora fosse aceitável em princípio, o esquema de Stornaloco foi posteriormente modificado, produzindo-se uma dedução na altura e trazendo-se a catedral para mais perto dos princípios clássicos. O Mestre Maçom alemão, Heinrich Parler se enfureceu com esse compromisso de medida verdadeira. Seus protestos levaram-no a se demitir do posto de consultor, em 1392. Em 1394, Ulrich von Ensigen veio da cidade de Ulm como consultor, mas ficou apenas seis meses em Milão. Os maçons da Lombardia lutaram entre si até 1399, cada qual defendendo a sua tese, quando Jean de Mignot foi chamada da França, para supervisionar as obras.

Mignot também não ficaria no cargo por muito tempo. Suas críticas aos princípios maçônicos locais foram tão pesadas que um comitê foi chamado para discutir os pontos que ele levantou.. Uma tal ignorância dos princípios geométricos e mecânicos góticos foi demonstrada pelos maçons lombardos, que eles tentaram argumentar que os arcos pontiagudos não poderiam justificar a geometria aberrante pretendida para o edifício. Exasperado, Mignot disse: “Ars sine scientia nihil est” (A arte não é nada sem a ciência). Recebeu a seguinte réplica dos maçons de Milão: “Scientia sine arte nihil est” (A ciência não é nada sem a arte).

Mignot voltou para Paris em 1401, sem ter feito progresso algum com os intransigentes maçons lombardos. Por métodos pragmáticos, os italianos improvisaram e terminaram o coro e os transeptos, por volta de 1450. Nem toda a catedral foi terminada, até que a fachada oeste foi finalmente acabada sob as ordens de Napoleão, em 1809.

A geometria do Duomo foi preservada numa edição de Vitrúvio, publicada em 1521. Ela mostra o plano e a elevação da catedral como uma ilustração dos princípios vitruvianos. Só esta ilustração é uma prova da unidade essencial dos sistemas clássicos e maçônicos da geometria sagrada. O esquema apresentado na gravura baseia-se no rhombus ou vesica. A elevação triangular dos corte transversal da catedral é mostrada em superposição a círculos concêntricos em que o quadrado e o hexágono são desenhados, demonstrando a relação da elevação com o a quadratum do plano básico.

Essa exposição da geometria sagrada maçônica de uma catedral é indicativa da atitude modificada diante dos mistérios antigos exibidos pelos escritores da Renascença. Ela se encaixa perfeitamente na tradição de Matthäus Röriczer, um maçom que revelou a sua arte, quebrando seu juramento de sigilo. Röriczer, que morreu em 1492, pertencia à terceira geração de uma família que servia de mestres maçons na Catedral de Regensburg. Matthäus era o Mestre de uma Loja onde fora projetada e executada toda a obra de construção, e assim era o responsável por todas as molduras e entalhes, por seu esboço e por seu desenho definitivo. Embora sendo um maçom, e estivesse preso ao juramento de não divulgar os mistérios maçônicos aos não-iniciados, ele deu um grande passo com a publicação de detalhes anteriormente ocultados nos livros de anotações da Lojas Maçônicas Operativas.

Embora a única obra publicada por Röriczer fosse um pequeno panfleto que deu solução a um problema geométrico, ela tem importância fundamental, porque é a única chave sobrevivente da geometria sagrada maçônica. A obra, intitulada On the Ordination of Pinacles, forneceu a solução para o problema de como erigir uma pináculo de proporções corretas a partir de uma dada planta baixa. Por volta do final do período medieval, os maçons estavam produzindo obras-primas do gótico flamboyant e perpendicular pelos meios mais simples. As plantas de execução (conhecidas na Inglaterra como “plats”) eram preparadas pelos maçons até nos seus mínimos detalhes. Ainda existem alguns “plats”, como os que foram desenhados para a fachada oeste da Catedral de Estrasburgo, por Michael Parler em 1385, e o da agulha da Catedral de Ulm, por Mathias Boblinger. Cada uma das partes do intrincado desenho é relatada aos seus camaradas por meio da geometria. O Maçom Operativo, equipado com esse diagrama, podia tomar uma dimensão como ponto de partida e como ela, utilizando-se de régua e compasso, a geometria chega ao plano do tamanho natural, desenhado sobre um “piso de decalque” de gesso, fazendo-se em seguida os gabaritos de madeira, segundo os quais as pedras finais eram cortadas e talhadas.

A exposição do sistema por Röriczer demonstra a simplicidade desse método canônico. Em vez de uma referência constante a medidas num plano, como na moderna prática da arquitetura, o pináculo (ou o pinásio, a ombreira da porta, o componente da abóbada, etc.) era “desenvolvido” a partir de um quadrado. A geometria, diferentemente da medida, é auto-reguladora, e quaisquer erros podem ser identificados de imediato. Seja qual for o tamanho do quadrado inicial, todas as partes do pináculo estão relacionadas a ele, em proporção natural. Como as dimensões do quadrado original poderiam ter sido derivadas como uma função da geometria global da igreja, o tamanho do pináculo estava relacionado harmoniosamente com o todo.

O livreto de Röriczer foi dedicado ao Príncipe Wilhelm, Bispo de Eichstadt, descrito na dedicatória como “um cultor e um patrono da arte livre da geometria”. Wilhelm era membro ativo do conselho de construções das igrejas de Regensbur, Ulm e Ingolstadt. Assim, Wilhelm não era apenas um administrador, mas uma pessoa bastante interessada em conhecer a metodologia exata que está por trás da geometria sagrada. Esses homens foram os primeiros “maçons especulativos”, patronos ricos que desejavam sinceramente conhecer os segredos dos maçons operativos. A fim de obter esses segredos, os patronos eram geralmente admitidos na Irmandade dos Maçons por meio de ritos iniciatórios típicos. Como as atividades dos maçons diminuísse com o surgimento dos arquitetos, aumentou o número de “maçons especulativos”.

Nesse meio tempo, as Lojas operativas maçônicas foram sendo fechadas. A última delas foi a primeira Loja da Europa – a de Estrasburgo, que fechou em 1777. A partir de então, as artes e os mistérios da Maçonaria foram mantidos apenas pelos maçons especulativos.

Sobre a Catedral de Milão, acrescentamos por último que ela foi construída sobre as bases de um templo romano, construído no estilo românico. Na entrada da Catedral fica a escada que leva às escavações feitas no seu subsolo. Nestas escavações, podem ser vistos ainda os restos do antigo templo, bem como as relíquias que o decoravam.

Fonte: JBNews - Informativo nº 285 - 09.06.2011

domingo, 19 de outubro de 2025