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PERGUNTAS & RESPOSTAS

O “Perguntas & Respostas” que durante anos foi publicado no JB News e aqui reproduzido, está agora no “Blog do Pedro Juk” . Para visita-lo ou tirar suas dúvidas clique http://pedro-juk.webnode.com/ ou http://pedro-juk.blogspot.com.br

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

FELIZ NATAL!


FRASES ILUSTRADAS

PORTA-ESTANDARTE NA ABERTURA DO LIVRO DA LEI

Em 10.07.2025 o Respeitável Irmão Modesto Roballo Guimarães, Loja Vigilância e Fé, 369, REAA, GORGS, sem mencionar o Oriente, Estado do Rio Grande do Sul, faz a seguinte pergunta:

PORTA-ESTANDARTE

Quando é aberto o Livro da Lei, o porta estandarte deve estar junto e à direita do Mestre de Honra?

CONSIDERAÇÕES:

Não sei exatamente o que o Ir∴ quer dizer com o termo Mestre de Honra.

Vamos à questão propriamente dita. Inicialmente, os primeiros rituais para o simbolismo do REAA (1804 na França) não traziam leitura de nenhum trecho do Livro da Lei. Isso só aconteceria mais tarde, pós Lojas Capitulares.

Quando esse costume passou a integrar também os rituais do REAA, quem abria o Livro da Lei era sempre o Ex-Venerável mais recente da Loja. Assim, quando a Loja era declarada aberta pelo Venerável Mestre, o Porta-Estandarte, oficial encarregado de conduzir o lábaro da Oficina, imediatamente arvorava o Estandarte no Oriente, colocando-o, em seguida, no lugar devido.

Em linhas gerais, quando do ingresso do préstito para a abertura dos trabalhos, o titular, munido do Estandarte, mas sem tê-lo ainda arvorado, ingressava no Templo logo à frente do Venerável Mestre. No encerramento o Estandarte era recolhido pelo titular e conduzido para fora do recinto.

Atualmente, são raros os rituais que ainda seguem esta conduta original. Infelizmente essa vetusta insígnia da Loja acabou em definitivo ficando arvorada no Oriente da Loja e o seu condutor tornou-se uma figura quase que decorativa. Com raras exceções o Estandarte é conduzido pelo titular, mormente quando a Loja visita uma coirmã e é recebida formalmente, quando então o seu Estandarte é conduzido ao Oriente.

Seguindo nessa mesma linha, também a função de abrir e fechar o Livro da Lei pelo Ex-Venerável mais recente acabou abandonada. No REAA essa obrigação de ofício passou atualmente ao Orador.

Em relação a tudo isso, não tenho conhecimento do que está previsto no ritual da sua Obediência.

T.F.A.
PEDRO JUK
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

MAÇONS ACUSADOS DE BRUXARIA

Em 2009, um grupo de 14 maçons, incluindo oito australianos e um neozelandês, foi preso em Fiji (País na Oceania) após moradores locais os acusarem de praticar bruxaria. Os homens estavam realizando uma sessão maçônica noturna na Ilha Denarau quando a polícia interveio, apreendendo itens como varas, bússolas e até um crânio.

Segundo um dos detidos, os moradores estavam sob efeito de drogas e fizeram denúncias equivocadas à polícia. O grupo passou 24 horas na prisão, descrevendo a experiência como "terrível". O primeiro-ministro de Fiji na época, Frank Bainimarama, considerou o caso um mal-entendido e perdoou formalmente os maçons.

As autoridades australianas confirmaram que a prisão ocorreu devido à falta de autorização para a reunião maçônica. Apesar da liberação, a polícia local investigou o caso por alguns meses, mas nenhuma acusação formal foi feita.

A Maçonaria é uma organização fraternal com milhões de membros em todo o mundo, conhecida por seus rituais simbólicos, princípios de moralidade e busca pelo autoconhecimento. O incidente gerou repercussão, chegando a inspirar a criação de um grupo de apoio no Facebook na época.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

O NATAL E A MAÇONARIA

O final do ano está chegando e todos nos preparamos para comemorar a maior festa da Cristandade – o Natal.

No ano 336 a comemoração do Natal no dia 25 de Dezembro já era assinalada por um almanaque cristão para celebrar o nascimento de Cristo, o Sol da Justiça.

Na Roma pagã, o dia 25 de Dezembro era a data instituída pelo Imperador Aureliano, no ano 274 D.C., para a festa dedicada ao Sol (natalis solis invicti ou nascimento do sol invencível – ou invicto), logo a seguir ao solstício de Inverno no hemisfério norte, que ocorre a 21 de Dezembro.

Os costumes ligados à celebração do Natal são resultantes das influências da festa da Natividade de Cristo com as comemorações pagãs – solares e agrícolas – do solstício de Inverno. No mundo Romano, as Saturnálias eram a ocasião para a confraternização, enfeitando-se as casas com luzes, ramos verdes e pequenas árvores. Presentes eram também oferecidos às crianças e aos pobres.

Aos costumes solsticiais, somaram-se os ritos Germânicos e Celtas, quando as tribos Teutónicas invadiram a Gália, e a Bretanha.

As árvores, como símbolos da sobrevivência da natureza, datam do sec. VIII, quando São Bonifácio cristianizou a Germânia, e a árvore de Natal substituiu o carvalho sagrado de Ódin. A partir do sec. XIX, as comemorações natalinas no mundo ocidental tornaram-se cada vez mais populares e mais comerciais. Actualmente o Natal, cujo patrono é São Nicolau – o Papai Noel – é a festa da família e das crianças.

Todos encaramos o Natal como a época do ano em que mais prevalecem os sentimentos de Paz e de Boa Vontade entre os Homens. Sem dúvida que isto é correto. Mas o Natal é muito mais do que isto.

Basta lembrar que os deveres do Maçom para com o próximo incluem o socorro aos necessitados. Devemos também lembrar que todo o socorro negado aos necessitados é um perjúrio para o Maçom.

Assim, esta é a ocasião apropriada para refletir sobre o que fizemos e sobre o que deveríamos ter feito durante todo o ano. Mais importante ainda, este é o momento de estabelecer os nossos objetivos para o ano que se aproxima. E isto não só individualmente, mas também como Instituição que se proclama Filantrópica, Filosófica, Educativa e Progressista.

Esta assistência aos necessitados não pode ser restrita ao mínimo necessário que lhes assegure a sobrevivência. Ela deve ser estendida à saúde, à educação profissional, à moradia.

Nenhuma instituição se pode proclamar Iniciática se não lutar pelo bem-estar da sociedade que nos cerca, isto é, do Homem. Para nós, o homem que vem em primeiro lugar é o Homem-Maçom. Para tal, a nossa Ordem deve fundar e manter Hospitais, Asilos, Creches e Escolas.

Lamentavelmente, constatamos que, a não ser algumas poucas entidades beneficentes patrocinadas pela Maçonaria em Goiânia, em Uberaba, no Rio de Janeiro, em Campina Grande, em Belo Horizonte e em São Luiz do Maranhão, elas praticamente não existem, num país tão vasto e com tanta injustiça social como o nosso.

É claro que, a nível individual, todos podemos – e devemos – ser solidários com qualquer ser humano. No entanto, como Instituição, a Filantropia maçônica deve ser dirigida principalmente aos Irmãos e às suas famílias. Para tal, existe o Tronco da Viúva.

Não podemos esquecer que nos seus primórdios a Maçonaria era essencialmente uma corporação de auto-ajuda. Na Idade Média, quando a Europa era assolada por guerras, pela peste e pela falta de trabalho, já em 1459 os artigos 25,26,27 e 43 dos Estatutos de Ratisbona estipulavam a criação pela Confraria dos Artesãos – a Ordem dos Canteiros – de um Tronco cujo produto era destinado ao amparo, em caso de doenças e de desemprego. A Grande Loja de Londres já em 1725 instituía a criação do Fundo Caritas, para auxílio aos Irmãos e suas famílias.

Sabemos que, na grande maioria das nossas Lojas, o produto do Tronco de Beneficência é irrisório e para pouco dá, em termos de beneficência. A nossa Ordem é constituída essencialmente por Irmãos da classe média, sempre sacrificada nos países pobres. Por isso mesmo, é quase sempre muito pequeno o donativo da maioria dos Irmãos. Alguns há que, em dificuldades financeiras, nada colocam no Tronco.

A grande questão é saber como resolver o problema. Por exemplo, em uma determinada Loja, todos os Irmãos do quadro doam no mínimo o valor de R$ 25,00 para o Tronco. Se o Irmão não levar dinheiro nem cartão para a reunião, assina uma autorização para o Irmão Tesoureiro debitar este valor na sua conta corrente. É claro que a norma só válida para os Irmãos do Quadro. Para os visitantes, permanece o antigo costume.

A Caridade ou Filantropia, é uma das virtudes teologais e a sua prática é fundamental ao aperfeiçoamento moral e espiritual do Maçom. Por isso mesmo, a ela estão obrigados todos os membros da nossa Instituição. A Caridade coloca o ser humano acima das diferenças étnicas, sociais ou políticas.

A nossa antiga Irmandade sabiamente adotou rituais para melhor instruir e ajudar os Irmãos a converter em virtudes os defeitos e as falhas de caráter que são inerentes ao ser humano desde o seu nascimento.

No entanto, seres humanos que somos, muitas vezes fazemos o oposto dos ensinamentos recebidos. Em consequência disto, não existe um só de nós que não lamente algo que disse ou deixou de dizer ou algo que fez ou que deixou de fazer. Sobre isso, todos precisamos meditar seriamente.

O Natal é o momento adequado para analisar a nossa situação em relação aos compromissos assumidos perante a Ordem e perante o Grande Arquiteto do Universo. Este é o momento certo para refletir se ao menos tentamos cumprir os deveres que a solidariedade maçônica exige de nós. As conclusões a que chegarmos poderão ser decisivas em relação à nossa futura conduta.

Durante os dias que faltam para o Natal, vamos também analisar se é correto que as nossas ações filantrópicas fiquem restritas a esta época maravilhosa ou se devemos pautar a nossa vida pela prática contínua de tudo o que nos ensinam os nossos Rituais. Acima de tudo, lembremos que o verdadeiro trabalho maçônico é aquele realizado em prol da humanidade.

Esta é a única via pela qual poderemos materializar os nossos propósitos de aperfeiçoamento espiritual.

Então, e só então, poderemos comemorar o Natal, felizes e com alegria, junto aos nossos entes queridos, não esquecendo de dedicar algum tempo para cumprir o verdadeiro sentido do Natal – a veneração ao Menino Jesus.

Que Deus, o Grande Arquiteto do Universo, esteja presente em todos os lares, nos ilumine e nos abençoe.

Fonte: Facebook_Atrio do Saber

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

FICAR À ORDEM - VISITANTE

Em 10.07.2025 o Respeitável Irmão Lúcio Costa Caldas, Loja Joaquim Rodrigues de Abreu, 1921, REAA, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a seguinte pergunta:

FICAR À ORDEM

Lembro de um comentário seu em uma palestra on-line, mas gostaria de confirmar.

Em alguns Ritos durante visitas, quando um Irmão faz uso da palavra os demais Irmãos da Loja visitante ficam de Pé e a Ordem.

No REAA quando um Aprendiz faz a entrada com formalidade e passa pelo telhamento os demais aprendizes desta Loja ficam a Ordem?

Acho que você já falou que não mas gostaria de confirmar para orientar outros Irmãos

CONSIDERAÇÕES:

No caso de ingresso formal de visitantes em Loja aberta:

Aprendizes visitando - Havendo mais que um Aprendiz em visita, apenas um deles ingressa formalmente pela Marcha, enquanto que os demais, que o seguem, ficam aguardando à Ordem, entre Colunas.

Nota: Os Aprendizes pertencentes à Loja que está sendo visitada e que ingressaram normalmente com o préstito nos trabalhos, permanecem sentados nos seus lugares (topo do Norte).

Visitantes no período do uso da palavra:

Visitantes usando a palavra - Quando houver mais do que um visitante de uma mesma Loja e algum deles pedir para fazer uso da palavra, os demais que o acompanham permanecem sentados. 

No caso do REAA, apenas o visitante que estiver usando da palavra é que fica à Ordem. Não é de boa geometria que o visitante, usuário da palavra, solicite que seus acompanhantes fiquem também em pé. Apenas um visitante foi autorizado a falar, portanto somente o que foi autorizado é que fica em pé e à Ordem. O visitante está sujeito à disciplina interna da Loja que o admite - vide o parágrafo único do Art. 217 do RGF.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

DO QUADRO EM PARTICULAR

Em 10.07.2025 o Respeitável Irmão Ercio Moreno, Loja Arquitetos de Ormuzd, 511, REAA, GOB-SP, Oriente de Bauru, Estado de São Paulo, pede esclarecimentos para o que segue:

DO QUADRO EM PARTICULAR

Estamos com uma dúvida na interpretação do Ritual na PALAVRA A BEM DA ORDEM EM GERAL E DO QUADRO EM PARTICULAR, nós optamos em utilizar o Ritual em sua íntegra e estamos encontrando algumas resistência por parte de alguns irmãos que dizem que quando estiver presente visitantes devemos utilizar apenas PALAVRA A BEM E DA ORDEM EM GERAL, qual das duas devemos utilizar.

CONSIDERAÇÕES:

Antes de mais nada, é bom que se diga que a expressão "nós optamos em utilizar o ritual em sua íntegra" parece ser algo redundante, pois o ritual vigente deve ser adotado na sua íntegra, não existindo, portanto, possibilidade de não o adotar integralmente. 

Assim sendo, o título do período é o que consta no Ritual e deve ser mencionado como se encontra – “Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular” (página 79 do ritual de Aprendiz vigente).

Não existe nenhuma justificativa para se adotar o título do período pela metade, alegando, para isso, a presença de visitantes. Simplesmente essa invencionice não se encontra prevista no ritual.

Ao final das contas, o maçom tem o direito de visitação e, sendo recebido nos trabalhos de uma Loja, sua presença não resulta em alteração do Ritual. Com visitantes presentes ou não, as Luzes da Loja ao anunciarem o período, o anunciam como se encontra no ritual, ou seja, Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular. É o que está escrito, é o que deve ser anunciado.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

PÍLULAS MAÇÔNICAS

nº 126 - Escultura de Moisés, Florença

Em Florença existe uma escultura de “Moisés”, feita por Michelangelo Buonarotti, o maior escultor em mármore até hoje conhecido.

Buonarotti era um gênio nas artes e essa escultura nos deixa curioso, pois a figura de Moisés ali representada mostra duas saliências na parte superior/posterior da cabeça, como se fossem dois chifres ou cornos.

Impossível Buonarotti ter errado!

Muitas explicações foram dadas para tal fato, mas a mais plausível é dada abaixo.

Quando São Jerônimo, a pedido do Papa Damaso, fez a tradução da Bíblia para o Latim (Vulgata), na passagem de um trecho do “Exôdo”, o mesmo cometeu um erro na tradução de uma palavra. O correto seria: “a face irradiada de Luz” foi traduzida como “a face tinha dois chifres (cornos)”.

Tudo indica que uma das palavras em hebraico tinha dois significados. Aparentemente, São Jerônimo pegou o significado errado para tal tradução.

Como na época, ninguém estava a “altura” para questionar São Jerônimo, ou seja, questionar a própria igreja Católica, o Moisés ganhou, nessa escultura, feita de acordo com a Sagrada Escritura, um par de chifres na cabeça.

M.'.I.'.Alfério Di Giaimo Neto
CIM 196017

Fonte: pilulasmaconicas.blogspot.com

O VERDADEIRO OBJETIVO DA MAÇONARIA

Senhoras e senhores:

Quando falamos em maçonaria, logo surgem inúmeras especulações, mitos e lendas a respeito da sublime ordem; mas a Academia Maçonica Mundial - SP vai esclarecer de uma vez o que busca a maçonaria para a humanidade
Hoje vamos falar qual é O VERDADEIRO OBJETIVO DA MAÇONARIA.

Antes vamos desmistificar as principais lendas que circulam entre os não iniciados

° EXISTE REALMENTE UM PACTO?
- A resposta é sim, existe um pacto que fazemos com o melhor que podemos ser, o pacto que fazemos é cumprir nossos juramentos, trabalhar com honra, verdade e dignidade, reconhecendo assim nossa mortalidade e imperfeições.

Não existe pacto algum com diabo, baphomet, sacrifício de sangue ou qualquer outro ritual de cunho profano.

°EXISTE ALGUM BODE NA MAÇONARIA?
- O maçom é o próprio bode, essa analogia remete a inúmeras passagens historicas dos quais os maçons foram caçados, perseguidos e até mesmo torturados.

O bode também é o único animal que possui uma arcada dentária perfeita sendo os dentes de cima tais como os dentes de baixo, também é um animal valente e audacioso, podendo se adaptar em várias condições e até possuindo capacidade de subir em lugares que diríamos ser impossível para um bode.

Algumas lojas possuem bodes como mascotes, mas os mesmos não participam de reuniões e não existe nenhum símbolo de bode na maçonaria.

°PRECISO NEGAR CRISTO PRA SER MAÇOM?
-A maçonaria exige que seus candidatos sejam homens livres e de bons costumes, sendo assim, ela jamais vai pedir para que você abandone sua igreja ou negue a crença no seu Deus/Salvador.

A maçonaria não é uma religião ecumênica e tão pouco está preocupada com debates religiosos, a maçonaria é uma instituição filosófica que busca o aperfeiçoamento elevando assim a sua fé dentro da crença que possui.

°QUANTO EU GANHO PRA SER MAÇOM?
- Você ganha tudo que o dinheiro não pode comprar, ganha a oportunidade de se auto aperfeiçoar e conhecer mais fundo a si mesmo, ganha a oportunidade de uma mudança em seu ciclo social, tem acesso a conhecimentos únicos para maior boa aventurança, ganha a honra e dignidade em poder ser um franco maçom, conhecendo também os mistérios das ciências, da natureza e do cosmos.

°SÓ RICO PODE SER MAÇOM?
SIM, Só rico de espírito, caráter e humildade.

Homens que sabem o que querem e sabem que através da maçonaria podem realizar seus sonhos, esses são homens ricos e virtuosos.

Homens ricos materialmente, muitas vezes são pobres de virtudes que são essenciais para um franco maçom e por esse mesmo motivo são reprovados.

Bom, se você leu até aqui significa que você é um amante da leitura e dos estudos, isso é uma virtude rara nos dias atuais e talvez você possua os critérios exigidos pela ordem, se assim for você pode nos chamar no whatsapp demonstrando sua vontade ou também pode expor sua vontade para um mestre maçom do seu conhecimento.

Agora vamos ao que interessa;

O VERDADEIRO OBJETIVO DA MAÇONARIA!
O verdadeiro objetivo da maçonaria é formar homens que buscam o aperfeiçoamento constante e são dignos de assim os receber.

A maçonaria tem por objetivo tornar feliz a humanidade, pelos princípios de amor, igualdade, liberdade e fraternidade.

Através da maçonaria temos a oportunidade de ser um exemplo para nossa sociedade que carece de nobres valores e este exemplo é refletido na atitude de nossos semelhantes.

TFA:. A TODOS

Fonte: https://academiamaconicamu.wixsite.com/academiamaconica

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

LEIS, DECRETOS E ATOS - LEITURA PELO ORADOR

Em 08.07.2025 o Respeitável Irmão Antonio Suheliton da Silva Paiva, Loja José Ramos Torres de Melo, 2004, sem mencionar o nome do Rito e Obediência, Oriente de Iracema, Estado do Ceará, apresenta a seguinte questão:

LEIS, DECRETOS E ATOS

Quando da leitura de Decretos, Leis, Portarias e Atos, Oriundo do Grão-Mestre, leituras essas feitas pelo Orad, em qual dessas leituras se coloca os IIr. em Pe à Ord∴.

CONSIDERAÇÕES:

Se a sua Loja for do GOB, e praticante do REAA (informações não prestadas na questão), o Orador, no caso de Leis, Decretos e Atos do Grão-Mestre, faz a leitura deles sentado. Todos os demais presentes ouvem a leitura sentados.

Consta no Ritual do REAA, Aprendiz Maçom, GOB, em vigência, página 57, 2.3 Leitura e Destino do Expediente, que: 

"Se houver Leis ou Decretos para serem lidos, o Orador fará a leitura deles sentado - todos os demais também permanecem sentados".

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

LEITURA DO SALMO 133

Em 09.07.2025 o Respeitável Irmão Rodrigo Cunha, Loja Peregrinos, 3525, REAA, GOB -SP, Oriente de Várzea Paulista, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

SALMO

A dúvida é pertinente a um podcast que assisti, o canal Maçonizando. Num trecho da entrevista você comentou que no REEA não há leitura do salmo 133, que tal prática é costume no rito de York. A questão é, dado a este detalhe, onde no REEA , não se deveria ler tal salmo na abertura do Livro da Lei, porque então no ritual do Aprendiz, está descrito que o Orador deve fazer a leitura do referido salmo, e porque ainda praticamos esse costume se não é próprio do Rito.

CONSIDERAÇÕES:

Inicialmente, gostaria de salientar que em minha fala ao canal Maçonizando, tratei de aspectos históricos e não especificamente de um ritual.

No contexto histórico, vale relatar que no início das atividades do simbolismo do REAA, nem mesmo havia leitura de trecho do Livro da Lei. 

Com o aperfeiçoamento dos rituais do REAA, ocorrido a partir dos meados do século XIX, pós Lojas Capitulares, e a sedimentação iniciática do rito baseada, principalmente em ritos solares do passado, a adoção da leitura de um trecho do Livro da Lei, relativo ao triunfo da Luz sobre as trevas, começava paulatinamente a se consagrar no Rito.

Na França, antes da adoção do termo “simbolismo”, as Lojas que praticavam o Franco-maçônico básico eram conhecidas como “Lojas de São João”, principalmente pela relação solar entre os solstícios (cultos pagãos) e os dois santos padroeiros, João, o Batista e João, o Evangelista (cristianismo).

Historicamente, vale lembrar que a Maçonaria primitiva nascera à sombra da Igreja e dela obteve proteção por muito tempo. Assim, nada a se estranhar que resquícios clericais tenham alcançado a cultura da Moderna Maçonaria.

À vista disso, por influências clericais, o REAA acabaria adotando a leitura de João, 1; 1-5 na abertura dos trabalhos do grau de Aprendiz, sobretudo pela relação solsticial da plenitude da Luz (verão no hemisfério Norte). De certa forma, com isso solidificava-se um elo entre o período operativo e o especulativo da Ordem.

Entretanto, em virtude de fatos históricos, na Maçonaria brasileira a leitura do Salmo 133 acabaria sendo introduzido por volta do segundo quartel do século XX, pelas Grandes Lojas Estaduais brasileiras. Mais tarde essa indevida inserção contaminaria também o REAA praticado no GOB, o que perdura até hoje.

Na realidade, na Maçonaria o Salmo 133 teve uma breve aparição no Yorkshire, na Inglaterra, contudo logo veio a desaparecer por completo, somente vindo reaparecer, mais tarde, em rituais de algumas das Grandes Lojas Norte-americanas, no sistema conhecido como Blue Lodges - na verdade, essa leitura do Salmo não ocorre na abertura dos trabalhos, porém é lido por um oficial durante uma perambulação do Candidato pela Loja, na iniciação.

É bastante provável que Mário Marinho Béhring, ao buscar reconhecimento das Grandes Lojas Norte-americanas para as suas recém-criadas Grandes Lojas Estaduais brasileiras, tenha copiando o Salmo 133 das Blue Lodges, inserindo-o indevidamente no ritual do REAA que fora por ele criado em 1928 para a sua Obediência, então criada. Enfim, esta é uma provável gênese do indevido aparecimento do Salmo 133 na liturgia do REAA.

Atualmente, por circunstâncias alheias à originalidade do REAA, o Salmo 133 também aparece inadequadamente consagrado nos rituais vigentes no GOB. 

Arrematando essas considerações, é conveniente mencionar que em Maçonaria nem sempre os rituais trazem, na sua totalidade, a originalidade do rito. Apesar disso, o maçom deve irremediavelmente seguir o que consta no Ritual vigente. Retirar algo consagrado por uso e costume não é tão simples como se pensa. Cabe, nesse caso, lembrar do que disse o Irmão Goethe, "matar o dinossauro não é tão difícil; difícil é consumir os seus restos". 

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

ANTONIO CARLOS GOMES

Você sabia que Antônio Carlos Gomes (1836-1896), o mais importante compositor de ópera do Brasil, também foi um dedicado maçom que alcançou o sucesso internacional?

Nascido em Campinas, ele demonstrou seu talento musical ainda na infância, seguindo para o Rio de Janeiro para estudar no Conservatório Imperial de Música. Seu sonho, porém, era a Europa, o berço da ópera. Com o apoio de Dom Pedro II, ele partiu para Milão, na Itália, onde conquistou os palcos mais exigentes do mundo.

Sua obra-prima, a ópera "O Guarani", baseada no romance de José de Alencar, foi um sucesso estrondoso e estreou no famoso Teatro alla Scala. Sua fama foi tão grande que o próprio Giuseppe Verdi, o gigante da ópera italiana, o saudou como um sucessor. Carlos Gomes continuou a compor grandes obras, como Fosca e Salvator Rosa, consolidando sua carreira na Europa.

No dia 24 de julho de 1859, ele foi iniciado à Maçonaria na Loja Amizade, em São Paulo. Com essa conexão, ele personificou ideais de liberdade, arte e patriotismo, usando sua música para reforçar a identidade brasileira e os valores maçônicos.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

O CAMINHO PARA A MAESTRIA

Na Maçonaria, o silêncio é muito mais que uma regra; é uma experiência fundamental.; é o alicerce da experiência iniciática. Esta prática é imposta desde os primeiros momentos, quando o candidato, na solidão da Câmara de Reflexão, é confrontado com os mistérios da existência, da morte e da transformação. Esse silêncio interior não é uma mera ausência de som, mas sim uma porta de entrada para o mundo espiritual. É um espaço sagrado onde o indivíduo aprende a escutar o invisível, a sentir uma Presença superior e a se preparar verdadeiramente para receber a Luz. Ele funciona como a "única armadura contra o caos", uma convicção profunda de que uma Força criadora sustenta o Universo e que, ao se entregar a ela, o maçom encontra sua verdadeira paz e força.

O silêncio revela suas múltiplas dimensões tanto no plano simbólico quanto no filosófico. No Templo, o neófito, de olhos vendados, é imerso em um turbilhão de símbolos e impressões, onde o silêncio ritualístico ressurge carregado de significado, marcando uma morte e um renascimento simbólicos. Paralelamente, a própria Ciência moderna, ao investigar o átomo, descobriu uma harmonia cósmica que sugere uma inteligência consciente governando a criação. Isso leva à profunda reflexão de que a mente é a fonte de toda a existência, e o silêncio torna-se o lugar onde esta verdade fundamental é revelada.

Dessa forma, o caminho do autoconhecimento, resumido no preceito "Conhece-te a ti mesmo", é indissociavelmente ligado à prática do silêncio. É na quietude da meditação que o iniciado compreende que sua essência é um reflexo do pensamento do Criador e que cada átomo de seu ser vibra no campo do espírito divino. O silêncio, portanto, não é passivo, mas um ato de permitir que a natureza divina se revele. A maestria, objetivo último, é alcançada através deste estado de união interior, onde o silêncio deixa de ser mudez para se tornar a fonte de uma palavra justa, uma ação ponderada e um pensamento alinhado com a ordem universal. É assim, através da disciplina do silêncio, que a Maçonaria cumpre sua missão de buscar a Luz.

Adaptado de "Der Weg zur Meisterschaft führt durch die Stille" – Grande Loja Alpina Suíça.

Fonte: Facebook

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

FRASES ILUSTRADAS

IRMÃO VISITANTE

Em 07.07.2025 o Irmão que se identifica apenas como Marcelo, Loja Colunas do Alto Tietê, 3377, REAA, GOB-SP, Oriente de Mogi das Cruzes, Estado de São Paulo, faz a seguinte pergunta:

VISITANTES

Ir∴ Pedro, como estou iniciando minha senda maçônica agora uso o ritual, o seu site e o livro do Jules Boucher como fonte de informação geral. Esse para símbolos e aqueles para Orientação Ritualística. Entre Ccol∴ surgiu uma dúvida no tocante ao estar à Ord∴ quando, na condição de visitante, estiver acompanhando meu Ven∴ Mestre e o referido fizer uso da palavra! No novo ritual, especificamente no item 4.4, Costume de outro Rito, diz-se que os demais visitantes permanecem sentados, apenas quem estiver fazendo uso da palavra fica à Ord∴ isso se aplica à fala do meu Ven∴? Qual a origem do referido costume?

CONSIDERAÇÕES:

 Visitante não deve interferir na ritualística do ritual que está sendo executado pela Loja visitada.

No REAA, nas CCol∴, exceto o M∴ de CCer∴, para se ficar em pé (à Ordem) é preciso antes obter autorização do Vig∴ respectivo. No Oriente pede-se a palavra diretamente ao Ven∴ Mestre.

À vista disso, um visitante ao usar da palavra não pode solicitar que os seus eventuais acompanhantes também fiquem em pé enquanto ele usa da palavra. Isso nem mesmo está previsto no ritual do REAA.

Nesse contexto, vale salientar que o Art. 217 do RGF, em seu parágrafo único estabelece que o visitante está sujeito à disciplina interna da Loja que o admite em seus trabalhos (...).

Assim, em Lojas do REAA, conforme prevê o ritual, apenas o usuário da palavra é quem fica em pé, portanto à Ordem. Nesse caso, seus eventuais acompanhantes permanecem sentados.

T.F.A.
PEDRO JUK – SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

APÓS O ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS

Em 09/07/2025 o Respeitável Irmão Mauro Garcia, Loja Acácia de Bambuí, 2062, REAA, GOB MINAS, Oriente de Bambuí, Estado de Minas Gerais, faz a seguinte pergunta:

APÓS O ENCERRAMENTO.

Gostaria que você me esclarecesse, considerada a Loja fechada, e já determinado pelo Ven∴ M∴ ao M∴ de CCer∴ retirada dos irmãos do templo, é permitido a um irmão falar e outros irmãos aplaudirem

CONSIDERAÇÕES:

 

Declarados encerrados os trabalhos pelo Ven∴ Mestre, imediatamente ele solicita ao M∴ de CCer∴ que dirija a saída dos IIr∴ do Templo. É apenas isso que consta no ritual vigente, nada mais.

A exceção é quando houver necessidade da transmissão da Pal∴ Sem∴ em Cad∴ de União, a qual se dará apenas e tão somente entre os IIr∴ regulares do quadro, antes de se retirarem do Templo.

Não estão previstos pronunciamentos, aplausos, etc., antes da retirada. Ritual vigente é para ser cumprido na íntegra.

T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
jukirm@hotmail.com
Fonte: http://pedro-juk.blogspot.com.br

O OBSERVATÓRIO DO ANTIMAÇONISMO

Num momento em que o discurso antimaçônico ganha novo fôlego nas redes sociais e em certos círculos extremistas, a Grande Loja de França (GLdF) toma uma iniciativa histórica: a criação do Observatório do Antimaçonismo. Sob a liderança do Grão-Mestre Thierry Zaveroni (2022-2025) e do Grão-Mestre Honoris Causa Henri Hauterville, este projeto visa combater a crescente hostilidade contra a Maçonaria, que ataca não apenas a instituição, mas também os valores que ela defende – liberdade de consciência, secularismo e humanismo. O Observatório surge como uma resposta organizada e fraterna a um fenómeno que exige vigilância e ação.

O Observatório terá um papel multifacetado, desde o mapeamento de incidentes antimaçônicos até à produção de estudos acadêmicos sobre as raízes deste preconceito. Além disso, oferecerá formação para Lojas e instituições públicas, além de apoio jurídico e político às vítimas de discriminação. Uma das inovações desta iniciativa é o seu caráter interobediencial, reunindo diferentes correntes maçônicas numa frente comum, e a colaboração com entidades como a DILCRAH e a CNCDH, integrando a luta contra o antimaçonismo no combate mais amplo pelo respeito aos direitos humanos.

Mais do que uma estrutura de defesa, o Observatório reflete a essência da tradição maçônica: luz contra a ignorância, diálogo contra o ódio. O seu lançamento oficial, previsto para o outono de 2025, marca um passo decisivo na história da GLdF, reafirmando o compromisso da Maçonaria com a sociedade. Como declara o Manifesto Fundador, é tempo de "passar da palavra à ação" – e a Grande Loja de França lidera este caminho, convidando todos os que defendem a liberdade e a fraternidade a unirem-se nesta causa.

**A DILCRAH (Délégation Interministérielle à la Lutte Contre le Racisme, l'Antisémitisme et la Haine anti-LGBT) e a CNCDH (Commission Nationale Consultative des Droits de l'Homme) são duas importantes instituições francesas dedicadas à defesa dos direitos humanos e ao combate contra a discriminação.

Fonte: Facebook_Curiosidades da Maçonaria

A SÍNDROME DA TELEVISÃO

Ir∴ Anatoli Oliynik

A televisão acabou assumindo a posição de comando na vida das pessoas. Inicialmente, ela entrou em nossos lares como um divertimento despretensioso, de mansinho, como não quer nada e depois aos poucos acabou preenchendo todos os vácuos na vida das famílias.

Resguardadas as devidas exceções, famílias inteiras postam-se diante da "telinha" e passam horas e horas absorvendo o que denomino de "cultura inútil" que ela, a televisão, transmite.

Crianças, da mais tenra idade, passam um tempo excessivo ? 4 a 6 horas diárias ? recebendo uma carga maciça de inutilidades e se transformam em "papagaios de pirata" repetindo sem nada compreender a carga informações inúteis inoculadas em seus cérebros.

Muitas vozes já se levantaram contra a televisão, inclusive de algumas Lojas maçônicas isoladas. Todas sem êxito. É muito difícil lutar contra a televisão.

Alguém, por acaso, já experimentou falar com a família durante a novela das vinte horas e trinta minutos? Impossível. É o mesmo que tocar num vespeiro. A família toda responde em coro uníssono:

Cala a boca!

O curioso é que todos falam da "novela das 8", quando, na realidade ela começa às 20 horas e 30 horas? Às 20 horas é o Jornal Nacional! São coisas da modernidade. As próprias emissoras de televisão anunciam exaustivamente: "A próxima novela das 8". Não há precisão para mais nada, lamentavelmente.

Há 20 ou 25 anos, a vida era diferente sem ela. As famílias se visitavam para conversar, trocavam idéias, cultivavam amizades, enfim, elas se conheciam. Hoje, se alguém aparecer na casa do vizinho na "sagrada hora da novela", é recebido pela "família" com ares de poucos amigos e com indisfarçável animosidade demonstrando falta de respeito e fraternidade. Por esta razão as famílias não se visitam com espontaneidade como o faziam antigamente, salvo quando são convidadas. Como a novela passa de segunda a sábado, o tempo fica escasso para as solidárias e fraternais visitas.

Enrique Rojas, em seu livro "O homem moderno: a luta contra o vazio" num dos seus capítulos aborda com muita propriedade a questão da televisão como alimento intelectual. Destaca ele:

"O homem atual passa muito tempo diante da telinha. Por que? A resposta não pode ser dada de uma forma simplista, pois o assunto é complexo e tem diferentes desdobramentos".

"A televisão provoca o mesmo fenômeno da droga: vicia. Assim, a conduta repetitiva vai virando hábito do qual é muito difícil se libertar; tanto é assim que as pessoas de escassos recursos intelectuais, ou pouca curiosidade para preencher o seu ócio com um hobby bem definido, caem nessa armadilha. Podemos afirmar, assim, que a televisão é quase todo seu alimento intelectual. Daí surge um homem pouco culto, passivo, entregue sempre ao mais fácil: apertar um botão e cair na poltrona, porque tudo se reduz, afinal, a pasto para seus olhos".

Falando um pouco a respeito da TV a cabo, mais especificamente sobre a síndrome do controle remoto, Rojas nos adverte para o seguinte:

"...não existem limites de transmissão, sempre há alguma coisa para se ver na telinha".

"Neste contexto não muito positivo dado que a televisão poucas vezes educa , aparece um fenômeno novo: a possibilidade de se divertir mudando de canal sucessivamente. Este segundo vício televisivo pode ser mais forte que o primeiro. O controle remoto se transforma na chupeta do adulto".

Fonte: JBNews - Informativo nº 292 - 16.06.2011