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PERGUNTAS & RESPOSTAS

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terça-feira, 17 de março de 2026

INSTRUÇÃO APENAS PARA OS VERDADEIROS HOMENS LIVRES

Meus Irmãos, há momentos na história em que o silêncio deixa de ser prudência e passa a ser conivência.

Não falamos aqui de partidos, ideologias ou preferências políticas.

Falamos de algo mais profundo e anterior a tudo isso: justiça.

Quando um homem, qualquer homem, é privado de garantias básicas, quando o devido processo é distorcido, quando a força substitui a imparcialidade, não é apenas um indivíduo que sofre.

É o próprio Estado de Direito que sangra.

A injustiça não precisa ser universal para ser grave.

Basta que seja aceita.

Meus Irmãos, a história não absolve os que "discordavam em silêncio".

Ela registra apenas dois grupos:
* Os que agiram
* Os que se omitiram.

O juramento que nos une não foi feito para tempos confortáveis.

Ele não serve apenas para cerimônias, símbolos ou discursos elevados.

Ele existe precisamente para os momentos em que calar é mais fácil do que agir.

Aquele que possui voz e não a usa, aquele que possui influência e não a exerce, aquele que possui meios e se refugia na neutralidade conveniente, já escolheu um lado, ainda que se recuse a admiti-lo.

Não nos enganemos, a omissão também é uma ação.

E ela produz consequências.

Nenhum Irmão deve acreditar que "isso não lhe diz respeito".

A injustiça tolerada hoje contra um é a norma aplicada amanhã contra todos.

Se há entre nós algum irmãos que pode agir, pela palavra, pelo cargo, pela influência, pela responsabilidade institucional,
que o faça.

Não pedimos temeridade.

Pedimos coragem responsável.

Não pedimos revolta.

Pedimos fidelidade ao juramento.

Aquele que escolhe se esconder quando a justiça é afrontada, não pode esperar ser reconhecido como justo.

E aquele que se cala por conveniência, não será lembrado como prudente, mas como ausente.

Que cada Irmão examine sua consciência.

E que aquele que puder fazer algo, faça.

Pois há momentos em que não agir, é negar tudo aquilo que afirmamos defender.

E nós não reconhecemos a omissão, como VIRTUDE.

Fonte: Facebook_Aprendiz de Cavaleiro

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