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PERGUNTAS & RESPOSTAS

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

VIGILANTE PEDE A PALAVRA

VIGILANTE PEDE A PALAVRA
(republicação)

Questão que faz o Respeitável Irmão José Roberto Nascimento Freitas, Loja 22 de Fevereiro de Franca, sem declinar o nome do Rito, GOSP – GOB, Oriente de Franca, Estado de São Paulo. (Questão apresentada em outubro de 2.013).
jrobertonf@hotmail.com

O meu questionamento é sobre o pedido da “Palavra”. No dia 21/09/2013 houve um treinamento ritualístico com Irmãos do GOSP, por sinal foi muito bom e esclarecedor, o que muito acrescentou para as Oficinas de nossa região. Eu infelizmente não pude estar presente, uma vez que meu Pai faleceu no dia 18/09 e foi sepultado no dia 19/09, razão pela qual estou escrevendo para perguntar agora: Foi-nos informado que os Vigilantes quando vão pedir a “Palavra”, devem fazê-lo com um toque de malhete, o que é repetido pelo Venerável Mestre, e quer dizer que lhe foi concedida a “Palavra”. Gostaria de mais informações do por que proceder desta maneira e não pedi-la “verbalmente“ o que eu acho mais elegante e educado. Na certeza de receber uma resposta muito breve.

RESPOSTA:
A instrução ministrada está absolutamente correta e aborda a Maçonaria de modo geral (independente do rito praticado).

O procedimento está arraigado à tradição, usos e costumes da Ordem o que busca praticar por alguns procedimentos a diferenciação entre as Luzes da Loja e os demais componentes do Canteiro. Uma Loja dirigida por três Luzes é espontânea, imemorial e universalmente aceita, portanto um Landmark da Ordem. 

Procedimentos entre esses principais dirigentes não raras vezes se diferenciam, inclusive por serem os únicos que utilizam os respectivos malhetes. Assim, nessa diferenciação, os Vigilantes ao pedirem a palavra ao Venerável, por exemplo, o fazem através de um golpe de malhete e, mesmo no Ocidente, ainda falam sentados (salvo se o ritual determinar o contrário). 

Há também que se notar que as Luzes ao serem empossadas nos respectivos cargos recebem os malhetes como instrumento principal de trabalho, sendo, portanto natural se pedir a palavra fazendo uso do malhete.

T.F.A.
PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com
JB News – Informativo nr. 1.313 Florianópolis (SC) – domingo, 6 de abril de 2014.

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